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A TOMADA DE DECISÃO PARTE 2

DIANA CARVALHO · 1,858 words · 9 min read

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0:00o Olá eu sou professora Diana Teixeira

0:04de Carvalho E hoje nós vamos continuar a

0:06falar sobre a tomada de decisão na

0:08administração

0:11e o processo de tomada de decisão é

0:13constituído por seis etapas sequenciais

0:16inicia com a identificação e o

0:18diagnóstico da situação que requer uma

0:20tomada de decisão passa pelo

0:22desenvolvimento e avaliação de

0:23alternativas pela seleção e

0:26implementação de uma possibilidade de

0:27ação que responda a situação

0:29diagnosticada e termina com base no

0:32monitoramento e no feedback da decisão

0:34tomada na maioria das vezes essa última

0:37etapa de avaliação da eficácia da

0:39decisão é apenas o início de um novo

0:41processo de tomada de decisão a

0:45identificação da situação parte da

0:47disparidade entre o estado atual e

0:50estado desejado ou seja intense que o

0:52estado atual não é satisfatório e que

0:54portanto é preciso alcançar um estado

0:56desejado

0:57e isso pode ocorrer com base em uma

0:59oportunidade quando a organização busca

1:01superar metas estabelecidas ou em um

1:04problema quando o desempenho

1:06organizacional está insatisfatório no

1:09entanto a identificação Nem sempre é

1:11óbvia e muitas vezes depende da

1:13qualidade e da competência do

1:15administrador Principalmente quando se

1:17trata de oportunidades por isso o que

1:20sendo essa uma etapa crucial para a

1:22eficácia do processo decisório o

1:24administrador deve se basear no

1:26monitoramento do ambiente de tomada de

1:28decisão isso porque se a oportunidade ou

1:31problema foram identificados

1:33erroneamente todo o processo será

1:35prejudicado independentemente do esforço

1:37aplicado

1:39A análise o diagnóstico da situação é

1:42tapa que identifica os objetivos que se

1:45pretende alcançar e Analisa as causas

1:48que estão na origem da situação os

1:51objetivos direcionam para as soluções

1:53eficazes que aproveitem as oportunidades

1:55ou resolvam os problemas e devem ser

1:58Claros já análise das causas da

2:02oportunidade ou do problema ajuda a

2:04enquadrar corretamente a situação de

2:07modo que se compreenda por quais razões

2:09ocorreu é importante considerar que as

2:12causas São a raiz do problema isso

2:15significa que o administrador não deve

2:17se basear nos sintomas que a situações

2:19apresentam mas sim deve entender Quais

2:23são as causas que estão associadas

2:25questionar quais indícios demonstram a

2:28existência do problema o que pode ter

2:30contribuído para o surgimento do

2:32problema Quando onde e como ocorreu o

2:35problema Quais pessoas estão envolvidas

2:37ou de que forma elas pó

2:39eu fui para solucionar a situação por

2:42exemplo pode ajudar a compreender melhor

2:44as causas subjacentes à

2:48e o desenvolvimento de alternativas

2:50consiste na geração de possibilidade de

2:53ação que permitam responder às

2:55necessidades da situação EA solucionar

2:58as causas subjacentes Por isso as duas

3:01decisões emergem de um conjunto de

3:03alternativas viáveis e não de uma

3:05simples opção entre sim e não decisões

3:09programadas resultam em desenvolvimento

3:11de alternativas que são mais rotineiras

3:13e simples decisões não programadas devem

3:16resultar em um processo em que as

3:19alternativas sejam de fato esgotadas

3:20para que a mais satisfatória seja

3:22escolhida

3:23e os administradores devem ter dois

3:26cuidados nessa etapa do processo

3:28decisório um deles é o de Resistir à

3:31tentação de aceitar a primeira opção

3:32viável e o outro é o de Resistir à

3:35tentação de analisar a viabilidade de

3:38cada alternativa à medida que vão sendo

3:40propostas e desenvolvidas ambos podem

3:44impedir a geração de outras

3:45possibilidades de ação que sejam mais

3:48interessantes

3:50e apesar da importância das alternativas

3:52para o processo decisório nem sempre

3:55elas são de boa qualidade uma lista

3:57demais alternativas podem colocar ao

4:00administrador o dilema de escolher o mal

4:02menor já uma lista de boas alternativas

4:05possibilita a escolha de uma mais

4:08satisfatória

4:09em alternativas devem ser

4:12e abrangentes apresenta um leque de

4:15opções variadas e não apenas pequenas

4:18variações ou nuances de outros conceitos

4:20genuínas representando a verdadeira

4:22alternativa e não apenas uma opção fraca

4:25para que outra saída pareça melhor na

4:27comparação

4:29e também não devem ser consideradas as

4:32alternativas que foram anteriormente e

4:33rejeitadas por algum motivo válido

4:36e exequíveis de modo que sejam possíveis

4:39de implementar com os recursos e as

4:40capacidades da organização e numerosas o

4:44suficiente para que a escolha tem

4:45caráter verdadeiro mas não excessiva

4:48para não dificultar sua avaliação e

4:50seleção Essas são boas alternativas a

4:57e depois de desenvolvidas as

4:59alternativas de ação a etapa seguinte

5:01consiste na avaliação e comparação

5:03dessas alternativas com o objetivo de

5:06selecionar a melhor

5:08se isso começa com a identificação dos

5:10principais impactos de cada alternativa

5:12na organização que podem se relacionar

5:15ao Impacto financeiro aos benefícios e

5:19temos de vantagens aos ativos

5:21intangíveis como reputação imagem

5:23lealdade satisfação de clientes e

5:25funcionários por exemplo ao tempo de

5:27implementação e retorno das alternativas

5:30ao recuar aos recursos que serão

5:33necessários ao risco associado a cada

5:36uma das alternativas depois de

5:38reconhecidas as variáveis mais

5:40relevantes para a tomada de decisão

5:42devem ser analisar e comparar as

5:44alternativas com base nesses critérios

5:46E para isso podem ser utilizadas

5:50diversas técnicas de apoio à decisão

5:52e na análise de prós e contras são

5:55listadas as vantagens e as desvantagens

5:58de cada possibilidade de decisão sendo

6:00ordenadas de acordo com a sua relevância

6:02para que as alternativas sejam

6:04comparadas é a ferramenta mais simples

6:07de apoio à decisão mas também é mais

6:09usada por causa da sua praticidade e na

6:12sua rapidez

6:13é a técnica da Matriz de prioridades

6:16consiste na construção de uma matriz que

6:19permite comparar a cada uma das

6:21alternativas por meio da atribuição de

6:23pesos diferenciados aos critérios de

6:25decisão dessa maneira as alternativas

6:29são ponderados e ordenados de forma

6:31objetiva permitindo a escolha daqui

6:33apresenta o melhor resultado os pesos

6:36representam as preferências ou

6:38prioridades do tomador de decisão Em

6:40relação a cada um dos critérios depois

6:42de classificar cada uma das alternativas

6:44mediante os critérios identificados

6:46deve-se identificar Quais são os

6:48critérios mais relevantes para a decisão

6:54e até cá das Árvores de decisão permite

6:58a visualização gráfica das alternativas

7:00na qual cada uma delas é representada

7:03como um ramo de uma árvore

7:05e as árvores de decisão incluem as

7:08probabilidades dos resultados Associados

7:10a uma alternativa e são particularmente

7:13úteis para modelar decisões sobre

7:15condições de incerteza e que envolvam

7:18uma progressão

7:20é importante salientar que as árvores de

7:22decisão não indicam automaticamente Qual

7:25decisão deve ser tomada mesmo que

7:27permita a organização da informação EA

7:30visualização das vantagens e das

7:32desvantagens de cada alternativa

7:34a atriz de resultados é outra forma de

7:37apoio à decisão que consiste na

7:39construção de uma tabela ilustrativa das

7:43várias possibilidades e dos resultados

7:44Associados a cada uma delas

7:47e tal como no caso das Árvores de

7:49decisão é necessário estimar qual a

7:51probabilidade associada a cada resultado

7:54e depois de construir a matriz com as

7:57alternativas e seus resultados o valor

7:59esperado pode ser calculado

8:01utilizando-se as probabilidades

8:03estimadas

8:04e muitas outras ferramentas de apoio à

8:07decisão estão disponíveis para os

8:09administradores como análise de cenários

8:12análise de riscos análise de Ponto de

8:15Equilíbrio teoria das filas de espera

8:17teoria dos jogos modelagem e simulações

8:20programação linear entre outras essas

8:24técnicas são cada vez mais sofisticadas

8:27podendo ser utilizadas na resolução de

8:29problemas complexos com múltiplos

8:32critérios impactos nas organizações

8:35E aí

8:36e após avaliação das alternativas etapa

8:39seguinte é a seleção e implementação da

8:41melhor Alternativa de fato geralmente a

8:45escolha de alternativa ocorre em um

8:47contexto com tempo limitado e com

8:49informação incompleta ou probabilístico

8:52e com dependência do julgamento e da

8:55intuição do administrador como o risco é

8:58algo inerente a decisão a escolha da

9:00alternativa é também determinada pela

9:03propensão do administrador em aceitarem

9:05certeza isso significa que os gestores

9:08mais conservadores tendem a escolher

9:10alternativas diferentes daquelas

9:12selecionadas por gestores mais ousados

9:15é assim que a melhor alternativa foi

9:17escolhida deve ser implementada por meio

9:20de um conjunto de ações que possibilitem

9:23a realização dos objetivos ou a

9:25resolução do problema

9:28é um desenhos vai com isso advém da

9:31ideia de que a implementação virar

9:32automaticamente

9:34e muitas vezes uma decisão falha não

9:37porque uma má decisão mas porque os

9:39envolvidos não conseguem ou não querem

9:41realizá-la Desse modo é importante

9:43considerar que a comunicação facilita o

9:46processo pois pode fazer com que as

9:49pessoas se sintam comprometidos com a

9:50decisão e sua de corrente implementação

9:55é a última etapa do processo decisório é

9:58o monitoramento e foi deck o

10:00monitoramento permite a coleta de

10:02informações e de feedback sobre a

10:04decisão O que possibilita saber se uma

10:06nova decisão fosse uma retratação será

10:09necessária

10:10E além disso as decisões estão

10:13interligadas de modo que esse processo é

10:15continue esse público e significa que as

10:18consequências do processo decisório

10:20implicam novas decisões

10:26e o processo de tomada de decisão que

10:28acabamos de descrever subentende que os

10:31administradores irão seguir uma dessas

10:33seis etapas de modo totalmente racional

10:35ou seja pressupõe que os tomadores de

10:38decisão façam escolhas consistentes que

10:40maximizem o retorno para a organização

10:43dentro de um conjunto de restrições

10:45específicas o modelo racional de tomada

10:48de decisão tem como pressuposto que os

10:51administradores tomam decisões ótimas

10:53que maximizam os resultados

10:55organizacionais independentemente de

10:57quem as realiza

10:58É nesse modelo o problema ou a

11:01oportunidade são bem definidas e

11:03corretamente formuladas as metas e os

11:05objetivos a alcançar são claros e

11:07conhecidos não há restrições de tempo

11:10houve recurso existe informação precisa

11:13mensurável e confiável sobre todas as

11:15alternativas e resultados potenciais de

11:18cada uma delas todos os critérios e

11:21preferências para avaliar as

11:22alternativas são perfeitamente

11:24identificados permanecendo estáveis e

11:27constantes no tempo

11:29o tomador de decisões é racional ele usa

11:33a lógica para avaliar e ordenar

11:34alternativas escolhendo aquela que

11:37maximiza o alcance dos objetivos

11:38estabelecidos na prática Porém isso

11:42raramente se verifica

11:45e apesar da pressa suposta racionalidade

11:47existem limitações contextuais

11:50individuais a capacidade de tomar

11:52decisões ótimas é por isso que é bem

11:55Simon propõe a teoria da racionalidade

11:57limitada que entende que os

11:59administradores simplificam o modelo

12:01racional de tomada de decisão uma vez

12:04que consideram as características

12:06essenciais do problema mas não incluem

12:08todas as complexidades

12:11É nesse cenário a tomada de decisão não

12:14pode ser totalmente racional uma vez que

12:16a capacidade cognitiva dos atores

12:18organizacionais por si só é limitada

12:21diante da complexidade dos assuntos a

12:23serem resolvidos também se considera que

12:27a carência da reflexividade afastou o

12:29pensamento crítico e racional por se

12:32distanciado avaliação fria e lógica de

12:34alternativas para a tomada de decisão os

12:37limites da racionalidade estão

12:39vinculados a inabilidade do sistema como

12:41um todo lhe proporcionar o máximo de

12:44informações Ou pelo menos informações

12:46adequadas para a tomada de decisão EA

12:49inabilidade do decisor para processar

12:51intelectualmente até mesmo as

12:53informações inadequadas disponíveis Além

12:56disso outros fatores influenciam a

12:58tomada de decisão como valores

13:00sentimentos e hábitos do administrador

13:04e desse modo o modelo da racionalidade

13:07limitada entende que as decisões são

13:10satisfatórios mas não ótimas que a

13:12limitação do ser humano em ter acesso e

13:15em processar cognitivamente todas as

13:17opções que a utilização de decisões é

13:20considerado uma ficção que a

13:23impossibilidade de obter todas as

13:25informações pelos problemas de tempo e

13:27de custo e que pressões afetivos

13:30culturais e jogos de poder influenciam

13:33no conteúdo das decisões

13:36e por hoje é só alto obrigada

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