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0:02Olá
0:04tema da nossa aula hoje anatomia e
0:07fisiologia de peixes de água doce
0:09vou dar um Panorama para você geral aí
0:12de algumas de algumas espécies né
0:14falando um pouquinho sobre a parte
0:17anatômica e fisiológica e as principais
0:19funções aí da anatomia de forma geral
0:22dando um pouquinho de ênfase aí para o
0:24aparelho digestório para a gente tem uma
0:27uma importância maior aqui para entender
0:28melhor aí a
0:31composição de dietas e
0:34anatomia mesmo de das espécies
0:36empregadas em cultivo
0:39bom para falar um pouquinho sobre
0:40anatomia a gente tem que levar em
0:42consideração né que a superfície
0:45terrestre ela tem aí 71% do total
0:48alagada e que grande parte dela aí né
0:52Tem uma diversidade muito grande de
0:54espécies aquáticos né uma diversidade de
0:57ambiente esse ambiente ele tá
1:00diretamente relacionado aí com alimento
1:03que vai estar disponível para esses
1:04animais né existe aí uma relação
1:07bastante Estreita entre ambientes hábito
1:10alimentar né e o aparelho digestivo
1:13desses peixes então
1:16fica bem claro aí na evolução das
1:19espécies né que o aparelho digestivo foi
1:22se adaptando de acordo com o ambiente
1:24que essas espécies estavam
1:27Originalmente presentes é então a gente
1:30vai ver que existe em algumas adaptações
1:32nós vamos dividir aí nas principais nas
1:35três principais hábitos alimentares né
1:36que nós já comentamos e falar um
1:39pouquinho sobre cada uma né eu gosto
1:41sempre de dar
1:42esse exemplo né dessa adaptação do
1:45aparelho reprodutor Aparelho Digestivo
1:47com relação ao meio ambiente né eu gosto
1:50sempre de falar um pouquinho do Extremo
1:51no caso de alguns peixes abissais né que
1:55são esses peixes aqui bastante
1:57pré-históricos que que
2:00habitam há mais de 2 mil metros de
2:02profundidade dos mares aí são regiões
2:04bastante
2:05inóspitas né onde a luz praticamente não
2:09chega então
2:10esses peixes sofreram várias adaptações
2:12né a gente pode perceber que os olhos
2:14são pequenos porque eles não precisam
2:17enxergar Já que é basicamente muito
2:20escuro a boca é bastante grande né maior
2:23que que ele às vezes assim consegue
2:26fazer a captura de presas maiores que
2:29o próprio peixe sair porque a
2:32disponibilidade de alimento é muito
2:33pequena
2:34essas espécies possuem luz própria né
2:38aqui essa antena aqui em cima é para
2:40atrair alimento para atrair empresas
2:42para atrair as fêmeas né os machos Então
2:47tudo isso é uma adaptação do ambiente
2:49então sempre essa essa
2:53esse extremo para a gente perceber aí
2:55que os que os animais aquáticos também
2:57se adaptam os ambientes que eles estão
2:59presentes então dentre todos os
3:02vertebrados que nós temos aí os peixes
3:04são os que possuem aí a maior número de
3:07especializações né então a estrutura
3:10anatômica e morfológica ela bastante
3:13diversificada né essas características
3:15anatômicas e fisiológicas geralmente faz
3:18com que a gente consiga inferir aí sobre
3:20os hábitos alimentares e o comportamento
3:22alimentar dos peixes né então os peixes
3:25eles têm um comportamento alimentar
3:26muito em função aí do sistema anatômico
3:29do sistema fisiológico que foi né
3:32adquirido durante toda a evolução dos
3:35vertebrados
3:36então quando a gente pensa na
3:38piscicultura Porque será que é
3:39importante entender um pouquinho sobre
3:41essa parte básica né de anatomia e
3:43fisiologia da biologia né porque são
3:46diferentes sistemas os organismos eles
3:48acabam interagindo
3:51respondem as alterações ambientais de
3:53cultivo Então tudo isso é importante até
3:55para a gente poder ter uma ideia de
3:57formulação de ração de manejo alimentar
3:59o hábito alimentar dessas espécies
4:02influencia muito no desenvolvimento
4:05do manejo mesmo de manejo e da
4:08piscicultura de uma forma geral então o
4:10conhecimento né um técnico que não
4:13conhece a fisiologia da espécie que ele
4:15tá trabalhando ele tem a tendência aí é
4:18de errar muito durante aí o processo aí
4:21de cultivo tá
4:23Então as necessidades nutricionais aí
4:25dos peixes de modo geral é muito
4:27parecida aí é com os outros animais
4:30então precisa de alimento para
4:31crescimento para reprodução e para
4:33manutenção das funções
4:35fisiológicas normais tá esses nutrientes
4:38geralmente eles são obtidos no caso de
4:41algumas espécies que conseguem
4:42aproveitar e o alimento natural
4:45aquele alimento que está disponível que
4:48a gente já comentou né
4:50naquela aula que a gente falou sobre
4:52ecossistemas aquáticos
4:54fitoplâncton usou Plâncton pode ser
4:57aproveitados por algumas espécies mas de
4:59modo geral no cultivo na piscicultura o
5:02que se utiliza mesmo são as ações
5:04comerciais tá essas rações são
5:06fornecidas e elas têm aí uma variação
5:10bromatológica de acordo aí com hábito
5:12alimentar dessas espécies Tá ok então em
5:15confinamento esse alimento natural ele
5:17acaba ficando um pouquinho mais escasso
5:18existem espécies que não aproveitam esse
5:21alimento natural então acaba
5:22necessitando de um conhecimento melhor
5:25aí da fisiologia né para poder
5:28formular rações adequadas né hoje
5:31trabalhamos basicamente com ração
5:33comercial
5:34ração extrusada né Cada Vez ações mais
5:38adequadas disponíveis no mercado Então
5:40como custo de ração é um custo bastante
5:43elevado na produção de peixes né Você
5:46pode chegar até 70% do curso de produção
5:48Então tem que ter um pouco de atenção né
5:50para poder escolher a ração correta e
5:53fazer o manejo correto de errar somente
5:56Então esse erro na escolha da formação o
5:59erro até no manejo ele vai causar muitos
6:02prejuízos né E até tornar atividade
6:03inviável então perde desempenho animal
6:06gasta às vezes se você erra na
6:10porcentagem de proteína bruta Às vezes o
6:12animal não precisa daquela proteína
6:13bruta ele acaba consumindo e
6:15transformando aquilo ali em energia isso
6:18aí é gasto para o produtor tá diminuindo
6:20assim o lucro da atividade por isso é
6:23tão interessante conhecer aí
6:25as características biológicas das
6:27espécies para que a gente possa enquanto
6:30os tecnistas formular rações de forma
6:32adequada
6:35a elaboração da dieta Então nada mais é
6:37do que conhecer essas variações
6:39existentes aí na fisiologia isso ajuda
6:42muito né para identificar e qual que são
6:45os melhores ingredientes para para a
6:48produção e para formulação dessas ações
6:50né e conhecer também os hábitos
6:52alimentares das espécies que elas
6:54diferenciam em né Principalmente
6:55carnívoros onívoros e herbívoros nós
6:58vamos ter aí
7:00três nichos aí Diferentes né então a
7:02gente tem que trabalhar de forma
7:04diferente tá auxilia aí no
7:06desenvolvimento então de todos os
7:08estudos nutricionais e alimentares né
7:10que nós também zo tecnistas trabalhamos
7:13nessa área
7:14reparo de dietas maneiras alimentar e
7:17planejamento Por exemplo quando vamos
7:19trabalhar com policultivos com espécies
7:21diferentes é que forma tem que alimentar
7:23essas espécies já que elas são
7:25diferentes estão no mesmo ambiente tudo
7:27isso ajuda aí a planejar uma
7:30piscicultura
7:35então quando a gente fala em
7:36anatomia fisiologia sempre ganha fazer
7:39um pouco maior aí na no sistema
7:41digestivo dos peixes é a digestão nada
7:44mais é do que processos mecânicos
7:46químicos e microbianos que ocorrem
7:49dentro do peixe né a quebra desse
7:52alimento para que ele possa ser
7:54absorvido né E metabolizado então
7:57processos mecânicos a quebra mesmo e
8:00transporte do alimento
8:02O químico está relacionado com ação de
8:04enzimas sucos biliares e sais biliares e
8:07o microbiano apesar de ser por bactérias
8:10e protozoários também é um processo
8:12enzimático que ocorre geralmente na
8:14parte final
8:15do trato digestivo dos peixes então
8:18esses processos aí todos juntos eles
8:21acabam
8:22fazendo toda a digestão do alimento
8:25consumido e dependendo do tipo de
8:27alimento ele vai estar disponibilizando
8:30o máximo de nutrientes aí para o
8:32crescimento das espécies empregadas de
8:34cultivos né então os peixes eles
8:36apresentam em múltiplas variações da
8:38estrutura básica do trato
8:40gastrointestinal já dá para perceber só
8:42pelo número de espécies que existem
8:45Então essas essas variações aí elas
8:48estão relacionadas com a dieta todas
8:50essas alterações elas são relacionadas
8:52com tipo de alimento que será consumido
8:54por isso que peixes carnívoros exigem
8:57dietas com teores de proteína mais alto
9:00peixes onívoros conseguem trabalhar com
9:03dietas mesmo tendo proteína mais baixa
9:06mas com dietas com ingredientes vegetais
9:09né quase que na sua totalidade Então são
9:13características importantes aí que
9:15influenciam aí também toda
9:17característica dos peixes né posição da
9:19boca
9:21formato de estômago tamanho de estômago
9:24de intestino está relacionado com hábito
9:26alimentar
9:27e as características adaptativas que
9:30levaram Esses animais conseguirem a se
9:33desenvolver dessa forma né algumas
9:35adaptações foram
9:37logo de acordo com o alimento que estava
9:39disponível mas a maioria dos peixes né
9:42de forma geral eles são bastante
9:43generalistas generalistas O Que Queres
9:46acabam modificando a sua dieta de acordo
9:49com o ambiente né também ser muito
9:51especializado em determinada dieta não é
9:53tão interessante aí para sobrevivência
9:55da espécie né então já mostrei para
9:58vocês algumas espécies que na fase
9:59larval começam a se alimentar aí de
10:01fitoplâncton até chegar ao organismos
10:05maiores né e depois se transforma em
10:08onívoros que só vão se alimentar aí de
10:10às vezes onívoros filtradores então
10:12existe uma diversidade muito grande
10:14alimentar aí durante todo o
10:17desenvolvimento aí
10:19Dessa espécie das espécies das
10:22principais espécies que nós utilizamos
10:24em cultivo é mostrei já esse aqui para
10:26vocês então esse aqui um exemplo bem
10:28claro né que é uma espécie que é o que é
10:32Piracanjuba né uma espécie onívora que
10:34se alimenta principalmente de frutas
10:36pequenos peixes né várias alimentação
10:39bastante variada mas que na fase larval
10:42é extremamente carnívora Canibal né
10:44Então essa alteração do hábito alimentar
10:47essa
10:49capacidade aí de alterar o hábito
10:52alimentar importante para sobrevivência
10:53dessas espécies Então você é muito
10:56especializado quanto o hábito alimentar
10:57para qualquer espécie não só para os
10:59peixes ela é uma estratégia um pouco
11:01arriscada porque se por acaso faltar
11:03determinado alimento ele acaba ficando
11:05sem alimento para poder sobreviver
11:10e essa relação Então ela é bem clara né
11:12existe uma estreita relação aí de
11:14interdependência né entre primeiro
11:16nutrição o hábito alimentar desses
11:19peixes e toda organização do Aparelho
11:20Digestivo né aqui mais uma vez a foto
11:23que exemplifica muito isso isso aqui
11:25também é um peixe abissau né como eu
11:27mostrei lá no início ao tamanho da boca
11:29é são bocas muito grandes para poder
11:31conseguir
11:33capturar presas grandes já que ele se
11:35alimentam poucas vezes durante
11:37um mês né Às vezes uma presa dessa daí
11:40que ele se alimenta ele acaba ficando
11:42nutrido durante um mês então precisa ter
11:44toda uma adaptação anatômica tá E essas
11:48aí Essas manifestações para adaptação e
11:51ou modificação elas são provocadas aí
11:53pelo ambiente tá então são ações
11:56ambientais quando são ações de adaptação
11:58são variações morfológicas de caráter
12:01permanente então durante a evolução né
12:03esses animais foram se adaptando né e
12:06permanente ficaram com aquelas
12:07características Existem algumas
12:09modificações né que são de caráter mais
12:11temporário que pode estar sendo alterada
12:14de acordo com o alimentos disponíveis né
12:17é produzido durante todo o ciclo de
12:20desenvolvimento do indivíduo Então ele
12:22pode alterar algumas características
12:23para conseguir aproveitar melhor
12:25determinada dieta
12:27e como a gente falou né já comentamos
12:30sobre isso como fala quando falamos
12:32sobre espécies existe aí mesmo com toda
12:34essa diversidade a gente conseguiu
12:36dividir aí pelo menos em três grandes
12:38categorias
12:39de peixes produzidos em cultiva aí com
12:43relação ao seu consumo de alimento né
12:45com relação ao hábito alimentar então é
12:49carnívoros onívoros herbívoros é uma
12:51divisão que a gente consegue fazer para
12:53poder aí adaptar as razões que vão ser
12:56produzidas para cada para cada nicho né
12:59então às vezes existem rações que não
13:03são tão específicas para determinadas
13:05espécies mas essa divisão já ajuda
13:08bastante aí chegar o mais próximo
13:10possível de uma dieta adequada
13:13Então os herbívoros né são poucos
13:15herbívoros que são utilizados em cultivo
13:17mas existem alguns que aproveitam aí é
13:21alimento vegetal né de forma eficiente
13:24então
13:25alguns uma grande maioria dos herbívoros
13:28eles utilizam alguns mecanismos né para
13:30poder quebrar e destruir a celulose as
13:33fibras né porque senão não consegue
13:34absorver esse alimento então Piau Os piá
13:38Piau Sul É algumas algumas carpas então
13:41elas têm essa essa adaptação e são
13:43algumas adaptações a gente vai comentar
13:45um pouquinho os onívoros já são espécies
13:48menos exigentes né Com relação à
13:51alimentação né são os que tem aí a maior
13:54amplitude de alimentação
13:56o que tiver disponível eles acabam se
14:00alimentando desde pequenos peixes frutos
14:01alguns onívoros tem uma tendência um
14:04pouquinho maior a carnívora né outros
14:07onívoros mais herbívoro Mas eles
14:09são os menos especializados e os
14:12carnívoros né que são os topos de cadeia
14:14que se alimentam aí de alimentos de
14:16origem animal que exigem em uma dieta
14:20mais qualificada uma dieta de valor
14:23biológico maior e com maior maior taxas
14:25de maiores níveis de proteína bruta na
14:27dieta Então tudo isso conhecer essas
14:30espécies é importante para a formulação
14:32de ração tá pensando nos herbívoros
14:35então a gente falou sobre alguns
14:36mecanismos né que eles utilizam para
14:38digerir aí a
14:40celulose e conseguir aproveitar aí
14:44produtos vegetais são alguns principais
14:47Tá ok é os que digerem um alimento e
14:50estômago com alta acidez então isso
14:51produzem aí Uma acidez muito grande no
14:54estômago e conseguem né Depois que é
14:56feita toda a trituração desse alimento
14:58por dentes ou dentes faringianos né
15:02disponibiliza essa essa forragem aí no
15:06estômago com acidez alta que acaba e
15:09quebrando seu celulose e facilita então
15:11a digestão desses desses alimentos tá
15:13outros que utilizam aí dentes
15:17faringianos né que são dentes que ficam
15:19na faringe que acabam triturando esse
15:21alimento disponibilizando ele de forma
15:23mais triturada para ação aí de algumas
15:26de alguns microrganismos de algumas
15:28enzimas
15:29alguns que possuem estômagos muito
15:31parecidos com estômagos de galinha por
15:35exemplo com a moela da galinha né
15:36estômago muscular muito forte para poder
15:39também destruir e alguns né que são
15:42poucos também que trabalham aí com
15:45microrganismos fermentadores
15:47muito parecidos aí com os ruminantes
15:50possuem aí uma série de bactérias né
15:53enzimas celulites fibralíticas que
15:56trabalham na degradação da celulose isso
15:59acontece com algumas espécies Então são
16:02poucas mas existem algumas espécies no
16:03caso da carpa capim que a gente comentou
16:05é uma dessas espécies que trabalha esse
16:08tipo de fermentação aí na parte
16:10posterior do intestino que ajuda aí na
16:13absorção é a primeira digestão e depois
16:15na absorção dessas forrageiras
16:18Então os herbívoros eles são bastante
16:22variados né alguns que acabam se
16:25alimentando até de proteína animal para
16:26poder complementar dieta então é o que
16:28eu falei para vocês né os peixes eles
16:30não são tão especializados A grande
16:32maioria deles conseguem alterar dieta
16:34existem alguns que até se alimentam que
16:37tem um hábito alimentar durante o dia e
16:39modificam o hábito alimentar à noite mas
16:41de modo geral né a gente tem aí as três
16:44principais divisões que a gente consegue
16:45trabalhar com a formulação de ração de
16:48forma bem tranquila
16:51já falando um pouquinho mais os onívoros
16:53então né É o que eu falei existem alguns
16:56com característica carnívora outros
16:58herbívoros você vai depender de espécie
17:00para espécie tá
17:01a gente vai ver um pouquinho sobre as
17:03características anatômicas de dente boca
17:06posição da boca que tá muito relacionado
17:08com hábito alimentar alguns deles né
17:12como já comentei algumas capas tilápia
17:16né os peixes redondos além de eles serem
17:18onívoros eles também tem essa capacidade
17:21de infiltração são plantatófagos ou
17:23plantas ou
17:25fitofos que sem que tem essa capacidade
17:27de filtrar aí
17:30zooplâncton da água fitoplâncton vou
17:32mostrar algumas características
17:33anatômicas que facilitam essa filtragem
17:36tá e se assemelha bastante aos
17:39vertebrados Então são os que mais se
17:41assemelham aos vertebrados são os peixes
17:43onívoros e aí já entramos então em
17:46alguns peixes carnívoros que são os
17:47topos de cadeiras tem essa subdivisão né
17:50que eu deixei para vocês aqui só como
17:52uma curiosidade então peixes carnívoros
17:54se alimenta de qual qualquer tipo de
17:57carne como é o caso da piranha de
17:58carcaça né os ictófagos oxívoros que são
18:01os peixes que se alimentam mais de
18:03outros peixes
18:05carcinofagos camarão uma
18:07lacófagos moluscos teutófagos
18:10cefalópodes incetíveis que se alimentam
18:12de insetos Então são subdivisões que nós
18:15temos aí só para curiosidade de vocês tá
18:19e os filtradores né os filtradores que
18:22são as subdivisão dentro aí podem ser
18:24tantos onívoros ou herbívoros né que são
18:27os peixes que tem essa capacidade de
18:30filtrar São seletores aí consegue
18:33filtrar o zooplâncton ou também o
18:35fitoplâncton tá eles podem ser tanto
18:37passivos né que abrem a boca saem
18:39nadando e vão ingerindo ou filtradores
18:42ativos e bombeadores que bombeiam a água
18:45através da boca passa pelas brânquias a
18:48água e ele acaba absorvendo aí essas
18:50micropartículas já dei para vocês lá na
18:53aula de
18:55espécies né mostrei esse peixe aqui que
18:57a capa cabeçuda carpa cabeça grande que
19:00ela é exclusivamente fita planta ela
19:02aproveita muito mais o fitoplâncton né
19:04seria uma apesar de ser um animal muito
19:06grande ele tem
19:09ele tá na base da cadeia alimentar e
19:11alguns outros que já seriam segundo grau
19:13da cadeia alimentar que aproveitam
19:16bastante aí o zooplâncton e essa
19:19terceira forma aí que seria uma outra
19:21subclassificação a gente comentou também
19:23né os heliófilos ou dentritivos que são
19:26aqueles peixes que se alimentam ali do
19:28fundo tem então até inclusive até as
19:31características anatômicas da boca
19:33desses peixes estão muito relacionadas
19:34com hábito alimentar de se alimentar do
19:37fundo ali do lodo né então bocas mais
19:40menores conforme para facilitar a sucção
19:46lábios mais carnudos e com bastante
19:49botões gustativos bocas às vezes na
19:52região ventral como é o caso dos
19:53cascudos é tudo isso está relacionado
19:56então
19:57com as características aí de alimentação
20:00e esses peixes então eleófitos eles
20:03acabam se alimentando do fundo né então
20:05todos os animais que ficam ali no fundo
20:07eles acabam se alimentando até mesmo né
20:10pequenas algas que ficam grudadas nas
20:13pedras né então existem vários alimentos
20:15Aí é por isso que é interessante
20:17conhecer o hábito alimentar porque você
20:19pode fazer um poliecutivo né às vezes
20:21esse pode cultivo por exemplo hoje no
20:24Brasil se trabalha bastante aí com
20:26alguns peixes onívoros e alguns com
20:28tendência herbívora ou até mesmo né para
20:31limpar o fundo do viveiro para melhorar
20:33e a qualidade de água de viver então
20:36existem aí algumas
20:39formas de se produzir de forma integrada
20:41que melhora e a qualidade da água
20:43melhora o desempenho das espécies empoli
20:48cultivo trabalha muito por exemplo com
20:50os redondos né tambaqui que são
20:53filtradores colocam Piau Sul que é um
20:56peixe que limpa bastante
20:57fundo então algumas proporções são
21:00utilizadas né isso algum tempo atrás era
21:03tido como né do cultivo foi diminuindo
21:05durante os anos né e depois voltou de
21:08novo pensando aí nesse nessa qualidade
21:10de ar
21:11e falando então do aparelho de Digestivo
21:14em si né existem alguns conceitos né
21:17trato gastrointestinal ou trato
21:20digestivo que a gente chama e que esse
21:22tubo que vai dar boca ao ânus né passa
21:24todos os alimentos aí são
21:28digerir triturados digeridos e
21:30absorvidos tá contrato gastrointestinal
21:33então em peixes a gente tem aí uma
21:35divisão bem simples que é a cavidade
21:38bucal indiana vocês vão encontrar como
21:41farejiana pois não tem uma Divisão muito
21:43clara de boa que faringe né
21:46esôfago estômago pode ser encontrado
21:48como em algumas literaturas como
21:50intestino anterior o intestino
21:52propriamente dito que é o intestino
21:54médio ele não tem uma divisão entre
21:56grosso e Delgado ele é um intestino
21:58médio só o reto que seria o intestino
22:01posterior e algumas glândulas anexas
22:04relacionadas que são importantes como o
22:06fígado vesícula biliar e pâncreas
22:09então aqui só mostrando para vocês né um
22:12uma foto de uma dissecação né o estômago
22:16aqui são os sexos plóricos que são
22:18invaginações do intestino que a gente
22:21vai ver mais para frente qual que é a
22:22função deles e o intestino tá isso aqui
22:25seria um trato digestivo dessecado aqui
22:27já dá para ter uma ideia um pouco melhor
22:29de um estômago um estômago maior né esse
22:33estômago é dividido em três partes
22:35cardíaca fundica pilórica tá tem a
22:37válvula pilórica aqui que evita aí a
22:41refluxo do material que tá dentro do
22:44estômago para o intestino e vice-versa
22:47temos o pâncreas ou hepatopânicas né
22:50chamamos de Pato brancos também porque
22:52não tem uma uma divisão
22:54é muito definida entre o fígado e o
22:58pâncreas eles são meio que difusos é e a
23:01vesícula biliar que armazena toda a vida
23:04produzida aí no fígado tá que vai atuar
23:07com uma modificação aí de
23:09lipídios né e melhorar a digestão e
23:11absorção de alguns nutrientes
23:14Então essa aqui seria uma anatomia aí de
23:16forma geral né de um peixe ósseo aí né
23:19Com a boca faringe intestino existe aqui
23:24a bexiga natatória ou bexiga gasosa que
23:27é bastante específica dos peixes que
23:29auxilia aí na natação do peixe na
23:31orientação peixe quando vai subir ou vai
23:34descer na água ele infla ou murcha essa
23:37bexiga natatória se você por acaso fura
23:39essa bexiga ele não consegue se manter
23:41equilibrado né então ele tem esse poder
23:44de Equilíbrio aí
23:48e né a descrição anatômica e ela vai
23:51adquirir maior importância quando está
23:53relacionado com alimento consumido então
23:55existem alguns conceitos né Vocês podem
23:57contratar trato digestivo tubo digestivo
23:59trato digestivo geralmente é que a gente
24:02já falou né que vai dar a boca até o
24:05reto ou tubo digestivo que são esôfago
24:08até o reto mas isso aqui é só questão de
24:10nomenclatura que vocês podem encontrar
24:12aí em alguma literatura tá
24:15começando então pela boca ou cavidade
24:17buco faringela ela não tem essa divisão
24:19específica aí com a faringe tá então a
24:23boca ela composta aí pelos lábios e aí
24:25esses lábios vão variar de acordo com
24:27hábito alimentar
24:28tamanho da boca e a posição da boca
24:30também vai variar e o tipo de dente
24:32também a língua e os arcos branquiais né
24:35a língua não tem movimentação ela tem
24:37apenas alguns botões gustativos e
24:40auxiliam na deglutição e os arcos
24:42branquiais a gente vai falar um
24:43pouquinho mais que são algumas
24:47adaptações aqui dos rastros branquiais
24:50que também podem ser utilizados aí tanto
24:52para
24:53filtragem aí de fitoplâncton para
24:56auxiliar na captura de alimentos maiores
24:59como o que acontece com os predadores tá
25:03então a gente vai falar um pouquinho
25:04melhor sobre os arcos branqueais com
25:07relação ao comprimento ela varia muito
25:09tá o comprimento da boca de vai depender
25:12muito do alimento que é consumido por
25:14esse peixe e a forma em posição também
25:17né Por exemplo peixes que tem o hábito
25:19alimentar por exemplo incetível possuem
25:22uma boca um pouco mais
25:26dorsal né e peixes que tem boca mais
25:29terminal são peixes que não tem mas
25:31perceptividade muito grande é peixe que
25:34se alimenta de empresas muito grandes
25:35tem bocas maiores Então tudo isso vai
25:37vai variar geralmente nos carnívoros as
25:40bocas são maiores né apresentam lábios
25:42mais finos tá já implantófagos as bocas
25:46são menores né para ajudar na sucção do
25:50alimento com bastante botões gustativos
25:52né Então essas adaptações aí estão
25:54relacionadas com hábito alimentar e a
25:57mesma coisa da posição né Por exemplo tu
26:00vira a incentivo né ela tem a boca
26:02voltada para cima né a boca dorsal
26:05que facilita aí a captura de insetos e a
26:07mesma coisa aqui né um peixe illófogo
26:10Por dentritivo que tem a boca na parte
26:13ventral né totalmente diferente que se
26:15alimenta do fundo Então essas alterações
26:17são comuns aí e auxiliam também né o
26:21conhecimento aí de cada espécie por
26:23exemplo algum alguns bares se alimentam
26:26mais no fundo né E tem uma atividade
26:28maior à noite do que de dia então esse
26:30conhecimento auxilia também na escolha
26:32da dieta aqui também só mostrando né
26:34algumas o Aruanã por exemplo né Ele é um
26:37peixe incetível também né mas se
26:40alimenta de outros peixes ele tem uma
26:41boca também é voltada para cima você
26:45pode ver aqui um outro peixe que é um
26:47peixe raspador também um peixe de fundo
26:49que tem a boca mais ventral uma tainha
26:52né que é um peixe exclusivamente aí
26:55filtrador que ele tem aí a boca bem
26:58pequena para ajudar e a sucção e aqui é
27:00um peixe com pouca terminal tá que é
27:02menos específico
27:04e além de ter essas características
27:06Existem algumas peculiaridades não sei
27:09se você já puderam ver Existem algumas
27:10espécies de peixes que possuem aí
27:13algumas barbelas ou barbelhões né para
27:15quem olha assim parece que não tem nada
27:17demais mas esses babilhões aí são
27:19bastante importantes para algumas
27:21espécies porque eles atuam quase que
27:22como o nariz né eles acabam
27:25identificando alimento identificando
27:27movimentação são encontradas em algumas
27:30capas mas também são encontrados em
27:32alguns peixes de couro carnívoro como
27:34pirarara Jaú né os pintados eles
27:37utilizam muito esses barbelhões aí para
27:40orientação principalmente para
27:43orientação de alimento então é só
27:46contando para vocês uma vez a gente fez
27:48um experimento com alevinos de Jaú
27:51colocamos num aquário para observação
27:53Então quando você jogava ração nós
27:56preparavamos né uma ração que ia até
27:58profundo é a medida que já jogava Os
28:00Guardiões já começavam a mexer ele já
28:03encontrava a ração rapidamente então o
28:05barbelião tem essa função também de
28:07localização de alimento e de orientação
28:09dessas espécies tá então cada espécie aí
28:12existem vários tipos de espécies se
28:15utilizam do barbelião todos esses
28:17babilhões aqui com funções bastante
28:19semelhantes
28:21e os dentes de forma geral né são
28:23bastante numerosos né localizados
28:26principalmente aí na maxia nos lábios
28:29Mas pode também está localizado no
28:30palatino na faringe como eu já comentei
28:33com vocês
28:35então com relação aos dentes de forma
28:37geral os dentes orais né tem essa
28:41finalidade de triturar mastigar o
28:43alimento ingerido
28:44eles podem estar na mandíbula pode estar
28:47de forma bucal que seria no Parati no
28:49assoalho a gente vai ver as duas formas
28:51aí e as suas características principais
28:55então quanta forma né Ela é definido
28:58acaba definindo a sua função por exemplo
29:00dentes caninos a altura é maior que a
29:03base Então são dentes né bastante
29:05pontiagudos onde a base é menor e altura
29:08é maior né os cônicos altura é um pouco
29:11maior que a base eu vi ele formas a base
29:14é maior que a altura Independente de
29:16qual desses aí todos têm uma função de
29:18prender né geralmente em carnívoros a
29:21gente encontra esse tipo de dente já os
29:23cuspedes são funções é a função de
29:25dilacerar né O que é muito comum nos
29:28peixes redondos né aqueles não
29:31perceberam não encontra bastante na
29:34piranha por exemplo ela tem aqueles
29:36dentes
29:37todos serrilhados né cuspidados pode ser
29:41tricos cuidados no caso dos tubarões né
29:43que são três pontas ele tem a função de
29:46dilacerar de arrancar pedaço
29:49já os trancados Aí sim né estão
29:52relacionados aí com o peixes
29:53principalmente redondos né que tem que
29:56quebrar coco tem que macerar
29:59caramujo Então são é uma mandíbula
30:02bastante forte com dentes bastante
30:04robustos aí para essa função tá ok
30:08então aqui só dando um exemplo né de
30:10alguns dentes truncados né os dentes são
30:13bem parecidos com dentes humanos são
30:15dentes bastante fortes aí para quebrar
30:18quebrar caramujo quebrar
30:21caranguejo quebrar
30:24frutos né aqui já os caninos que seriam
30:27Dentes mais maiores que a base né que
30:29são encontrados em alguns carnívoros e
30:32aqui alguns dentes específicos dentes
30:34raspadores né ventrículos menores aí
30:37para raspagem do fundo então cada
30:40espécie tem a sua característica com
30:42relação aos dentes né E essa daqui é o
30:44que a gente conhece bastante que são os
30:46dentes de Pacu tambatinga é que são
30:49dentes bastante fortes e utilizados aí
30:52para triturar
30:55aqui os cuspidados que eu falei para
30:57vocês dentes de laceradores né que a
31:00gente encontra bastante em Piranhas o
31:03tricospidado pode ser encontrado em
31:05tubarões são dentes que tenha
31:06possibilidade de rasgar né a carne
31:09rasgar o alimento para poder retirar um
31:12pedaço e né voltando agora para a gente
31:16falou dos dentes que ficam nas
31:18mandíbulas agora falando um pouco dos
31:19horários bucais que são algumas placas
31:22antígenas que existem alguns bagres né
31:24são microdentículos né eles têm várias
31:27funções função de aprender aprender a
31:30presa mas também principalmente aqui no
31:32Jaú
31:34são dentes aí que ajudam aí na reversão
31:37estomacal o que que é isso o Jaú por
31:39exemplo ele se alimenta de uma empresa
31:41grande engole ela inteira faz toda a
31:44digestão e depois as partes que ele não
31:46consegue digerir ossos ele meio que joga
31:49para fora de novo então esses dentes
31:51acabam auxiliando nesse processo de
31:53eversão estomacal mas tem outras funções
31:56também né como nos pintados você tem
31:59esse microdentículos aqui no Pará que
32:01ajudam aí a aprender a presa né pintadas
32:05às vezes ele pega presa e ele vai
32:07engolindo às vezes não consegue Sugar
32:10tudo de uma vez então ele vai engolir e
32:12vai aprendendo a presa Então são
32:13características de acordo com as
32:15espécies
32:16e os dentes que são encontrados na
32:18faringe né que eu falei para vocês lá no
32:20início que tem espécies que utilizam
32:22esses dentes farejianos por exemplo
32:24alguns herbívoros para triturar aí né a
32:27forragem para poder se alimentar melhor
32:29então eles são encontrados aí Nos Arcos
32:31branquiais tá que eu vou mostrar já já
32:33para vocês estão relacionados
32:35principalmente para carnívoros com
32:37apreensão do alimento né já em
32:40herbívoros tem função de triturar de
32:41rasgar o alimento em onívoros maceração
32:44de alguns organismos de corpo mole então
32:46cada
32:47espécie ela pode ou não ter esses dentes
32:50faringenos que eles trabalham meio que
32:51né como trituradores aí na cavidade
32:54bucal
32:56a língua também ela é espessamento do
32:59Assoalho bucal possui células de mucosa
33:02e botões gustativas mas não tem
33:04movimentação e o aparelho branquial né
33:07que ele é comum tanta respiração como
33:09alimentação que possui aqui então os
33:12rastros branquiais né que são aí
33:15alterações das brancas aí interessantes
33:17que são utilizados aí
33:20pelos peixes tanto para se alimentar né
33:23como para aprender deglutir algumas
33:26presas tá para os peixes filtradores
33:29eles são num formato
33:31como se fosse de filtro mesmo de peneira
33:34para poder facilitar aí a captação de
33:38fitoplâncton
33:40Então existe uma modificação de acordo
33:42com a característica da espécie né
33:45espécies que possuem aí hábito alimentar
33:48filtrador possuem rastros branquiais
33:50mais
33:53desenvolvidos no caso a certa tá
33:56mostrando o arco branquial então o
33:59aparelho aqui ele é ele é composto pelo
34:01arco branquial que a estrutura óssea tá
34:04os rastros branquiais que são essa parte
34:07de dentro Então aqui você pode observar
34:09nesse primeiro aqui que esse aqui seria
34:11mais ou menos
34:12um peixe que não é filtrador por isso
34:15que ele não tem rastros branquiais muito
34:17desenvolvidos já um peixe filtrador
34:19parece uma uma redinha né aqui onde
34:22ficam presos os zooplâncton fitoplâncton
34:25que ajuda aí
34:27a retirar esse fitoplâncton da água e
34:29aqui mais pontiagudos que seria no caso
34:32dos carnívoros né que facilita e
34:34apreensão das presas Então essa
34:37modificação dos rastros branquiais está
34:40muito relacionado aí com o hábito
34:42alimentar tá E aqui sim na parte de fora
34:44já seriam os filamentos branquiais que
34:47são relacionados aí a parte respiratória
34:50dos peixes é aquela parte vermelha que a
34:52gente vê que a gente chama de brânquias
34:54de guerras é aquela parte vermelha
34:56bastante irrigado onde ocorre as trocas
34:59gasosas aí
35:00do oxigênio da água e do CO2 está sendo
35:04eliminado aí então essa é a estrutura aí
35:07do aparelho
35:08branquial dos peixes aqui também só
35:11mostrando né uma diferença de acordo com
35:14hábito alimentar né aqui um carnívoro um
35:16onívoro e um Talvez um livro mas aqui
35:20mais um filtrador né onde tem os arcos
35:24branquiais bastante próximos aí uma
35:26peneirinha tá então em carnívoros são
35:29mais pontiagudos em onívoros São poucos
35:32um pouco mais curtos e nos filtradores
35:36existe aí uma uma redinha aqui que
35:39facilita a captura aí de zooplâncton em
35:42fitoplâncton tá
35:43aqui só um corte mostrando para vocês né
35:46lamela branquial arco branquial e Rastro
35:50branquial que seria aqui dentro né no
35:52caso desse aqui não tão desenvolvido mas
35:56dá para só para mostrar que a onde fica
35:59né Cada cada estrutura aqui mostrando
36:02então também os rastros branquiais de um
36:07peixe filtrador
36:09no caso aqui também de um pacu né ele
36:12também tem os rastros branquiais ó
36:14desenvolvidos por ser um peixe filtrador
36:16só mostrando então da mesma forma
36:19rastros arco
36:24e aqui fica mais claro então para quem
36:26não entendeu ainda né esses seriam os
36:29arcos branquiais que a estrutura
36:31óssea tá aqui as lamelas branquiais que
36:34é toda a estrutura de respiração dos
36:36peixes onde tem mais maior irrigação e
36:39aqui os rastros branquiais que são de
36:42acordo com a espécie tem a sua função
36:44característica
36:48Chegamos no esôfago então o esôfago
36:50geralmente é um tubo bastante curto
36:52espesso né Às vezes até de difícil
36:54identificação
36:56tem função aí de degustar o alimento
36:59lubrificar né produzir muco para
37:01lubrificação e deglutição além do
37:03transporte do alimento até o estômago é
37:06através das ondas peristálticas
37:08a importância dele é que ele se comunica
37:10aí com a bexiga natatória ou vesícula
37:13gasosa qualquer um desses dois são nomes
37:16que vocês vão encontrar na literatura
37:17tem função aí então em alguns peixes
37:20eurorialinos que são peixes que tem que
37:23vivem tanto na água salgada como na água
37:26doce como no caso do salmão de fazer é
37:28ajudar essa luz uma regulação para que
37:30eles consigam sobreviver nos dois
37:32ambientes auxiliam na respiração em
37:34alguns peixes tá
37:37e também tem essa vesícula bexiga
37:41natatória que é a bexiga que faz toda né
37:43o controle do peixe dentro da água
37:45quando ele vai subir quando ele vai
37:46descer e a manutenção da estabilidade do
37:49peixe tá é de difícil identificação
37:51quando a gente faz uma dissecação mas é
37:53possível de se encontrar em alguns
37:56peixes né alguns peixes não possuem
37:57estômago alguns peixes principalmente
38:00alguns herbívoros né então ele se
38:03conecta diretamente ao intestino Então
38:04essa modificação que existe aí
38:09ele se conecta ao estômago e através
38:12desse fim percartico tá e Tem atividade
38:15de carboidrato carboidratase e protease
38:18né que são essas enzimas aí que atuam
38:20nos carboidratos e nas proteínas
38:23com bastante função aí inicial de
38:25digestão então aqui também é só
38:28mostrando
38:29uma né o trato digestório
38:33ressecado então a gente consegue
38:35identificar algumas coisas aqui como
38:38fígado intestino estômago a medida que
38:41você vai a vesícula biliar a medida que
38:42você vai descendo e abrindo fica mais
38:45fácil identificar por exemplo aqui a
38:47gente já consegue identificar o esôfago
38:49né
38:50conexão com o estômago depois já vem o
38:53intestino e assim por diante bexiga
38:56natatória fica nessa parte superior
38:57então o fígado né então
39:00as estruturas corporais quando elas são
39:02dececadas ficam mais fáceis de serem
39:05observadas e essa é a conexão que existe
39:07então né entre o esôfago e a bexiga
39:10natatória né que esse ducto pneumático
39:13que ligam os dois órgãos e chega na
39:15tratores extremamente importante para os
39:17peixes aí a gente já comentou então para
39:19a manutenção da natação correta dos
39:23peixes
39:25o estômago nenhum dos órgãos mais
39:27importantes ele varia de tamanho aí de
39:30acordo com hábito alimentar dos peixes
39:32vocês imaginam que peixes que você se
39:34alimentam de empresas maiores em espaços
39:37de tempo maiores também é precisam ter
39:40um estômago maior para poder comportar
39:42aquela presa para facilitar toda a
39:45digestão peixes no caso dos herbívoros
39:48que se alimentam mais frequentemente né
39:51de poucas quantidades não precisam ter
39:53um estômago tão grande inclusive alguns
39:55nem estômago tem tá esses estômago são
39:58divididos em três em três regiões como
40:01eu já comentei Card da fonte que
40:03pilotórica
40:05possuem células glandulares e secretoras
40:08né variam de acordo com hábito alimentar
40:10mas a pepsina é uma das mais conhecidas
40:14que estão ligadas aí com uma enzima que
40:16tá ligada aí a degradação né da das
40:19proteínas e até quebra em aminoácidos
40:22funções de armazenamento função mecânica
40:25e de gestão química então é o principal
40:27órgão digestivo aí dos peixes e como eu
40:30falei né o tamanho Varia muito com
40:32intervalo de refeições quanto maior o
40:35intervalo geralmente maiores As presas
40:37maior tem que ser o estômago quanto
40:39menor o intervalo de refeição presas
40:42menores ou né o alimentos do tamanho
40:44menores com não exige um estômago muito
40:46grande então aqui é as divisões existem
40:49esse esses finito é piloórico aqui que
40:52evita então o refluxo né é o bolo
40:56alimentar ele só é liberado para o
40:57intestino aquele tá totalmente digerido
40:59Então dessa forma que trabalha com esse
41:02fim depillar
41:05carnívoro geralmente né são maiores são
41:08estômagos maiores
41:10e né para comportar uma presa maior e o
41:16nível você vai encontrar em forma de Y
41:18ou de J mas isso aqui Varia muito de
41:21espécie da espécie e nos herbívoros
41:23então a região pilórica é bastante
41:25desenvolvida e rígida a gente vai ver
41:28exatamente aí a gente comentou que
41:30existem algumas regiões aí do estômago
41:32que são bastante musculosas para quebra
41:34aí da celulose então
41:37em alguns herbívoros essa região
41:39pilórica e aquela região do estômago ela
41:41pode ser mais musculosa justamente para
41:44é para realizar essa função tá aqui São
41:47só alguns exemplos de estômagos em forma
41:50de J estão uma coisa em forma de Y né de
41:53alguns peixes aqui só para vocês terem
41:55uma ideia peixes que não possuem
41:57estômago né começa a carta aqui então
41:59existem variações anatômicas aí bastante
42:02distintas de espécie para espécie tá
42:06e a superfície interna do estômago então
42:08né aquela mucosa do estômago ela possui
42:11tantas glândulas endócrinas como as
42:13glândulas secretoras aí de muco suco
42:16gástrico Então essas glândulas são
42:18importantes né É principalmente aí as
42:21glândulas as células oxitopêuticas que
42:24são células responsáveis aí tanto pela
42:27produção de pepsinogênio como de
42:30hclipecinogênio nada mais é do que uma
42:32enzima inativa né uns imógeno e
42:36pepsinogênio ele precisa estar em
42:38contato com hcl para que se transforma
42:40em pepsina
42:41é a principal enzima aí de degradação
42:44das proteínas né metaboliza a proteína
42:48em aminoácido é E vai quebrando até você
42:51ter uma capacidade maior de absorção
42:53então é bastante importante vocês
42:55entenderem Como que essa pepsina Ela é
42:58formada Ela é formada através então
43:03dessa transformação da ativação do
43:06pepsinogênio Tá Ok e para ativar o
43:08percentinogênio sempre tem que estar em
43:10contato aí com hcl então dá para
43:12imaginar né que em peixes carnívoros
43:15essa células são muito mais elaboradas
43:18porque são espécies que se alimentam de
43:20um alimento muito mais rico em proteínas
43:23um alimento muito mais elaborado então é
43:27importante que vocês entendam aí como
43:29age então Como é formada a pepsina no
43:33estômago sempre em contato com o hcl que
43:35também é formado pelas células
43:38oxitométicas tá ok
43:40pessoal eu vou ter que parar só um
43:42pouquinho né a gente já retorna no
43:45segundo vídeo Até logo