Full transcript
0:00Oi pessoal, tudo bem com vocês?
0:03Professora Camila Brantes na área pra
0:05gente dar início aqui a uma super
0:08revisão com o tema de fundamentos de
0:11enfermagem. Então esse é aquele momento
0:13que você já estudou teoria, respondeu o
0:16máximo possível de questões sobre o
0:18tema, tá se aproximando ali da prova e
0:21você quer revisar aquele conteúdo, fixar
0:25melhor por meio de questões ali mais
0:28rápidas, né? aquelas questões onde a
0:30gente consegue fazer todo um apanhado e
0:32todo um direcionamento dos principais
0:35conteúdos que vem sendo abordado pela
0:38banca. Então, chegou esse momento aqui
0:40onde a gente vai responder uma série de
0:42questões entre certo e errado para que a
0:45gente possa revisar um pouco mais esse
0:47tema. Fica aqui comigo que a gente vai
0:50trazer dicas valiosas em relação a
0:53fundamento de enfermagem. Então, sem
0:54demora, vamos simbora fazer essa revisão
0:58final. Vamos lá, gente.
1:02Começando aqui já com padrão
1:05respiratório. Vamos dar uma analisada
1:07aqui nesse primeiro item. Com relação às
1:10alterações da frequência respiratória,
1:13julgue os seguintes itens. Então,
1:15primeiro item, a respiração de Cusmaú
1:18corresponde a períodos de respiração
1:20normal, três a quatro incursões,
1:23seguidos por um período variável de
1:25apneia, geralmente 10 a 60 segundos.
1:28Olha aqui o que ele tá colocando pra
1:30gente, também chamada de respiração
1:34atáxica,
1:36associada a depressão respiratória
1:38decorrente da superdagem de fármacos e
1:41lesão encefálica, normalmente no bubble.
1:44E ainda coloca aqui a imagem pra gente
1:47do que seria a representação da
1:49respiração de Cusmaú. Então, o primeiro
1:52item a gente já vê que é um item
1:54considerado errado, gente, só de ter
1:57essa palavrinha. E aqui, como é uma aula
1:59de revisão final, a gente vai focar ali
2:01naqueles detalhes, naquelas palavras
2:03chaves que possam te ajudar a responder
2:06essas questões. Quando você encontra
2:08essa palavrinha respiração atáxica,
2:12atáxica ou padrão irregular, você já vai
2:16associar com o que a gente chama de
2:17respiração de biote, tá bom? Respiração
2:20de biote é o que tá sendo representado
2:22aqui nesse primeiro item. Então, o
2:25primeiro item é considerado como errado.
2:28Mas já que a gente tá falando da
2:30respiração de Cusmaú, Camila, o que que
2:32seria então essa respiração de CZmaú? Na
2:34verdade, é uma respiração profunda, é
2:37uma respiração caracterizada por
2:40incursões respiratórias amplas que
2:43apresentam ali, eh, de maneira
2:45intercalada curtos períodos de apneia.
2:47Então, se você olhar aqui essa imagem,
2:49que é uma imagem bem clássica, e aí já
2:52fica outra dica aqui para você, é
2:54importante tanto que você conheça a
2:56descrição, o conceito desses padrões
2:58respiratórios, quanto a etiologia, ou
3:01seja, o que é que leva um paciente a
3:03desenvolver esse padrão, assim como
3:05conheça também como é que seria a
3:07representação gráfica. Tem questões que
3:09colocam um caso clínico, em seguida
3:11coloca a imagem e só pela imagem você
3:14consegue identificar qual seria o padrão
3:16respiratório. Assim como já na história
3:18clínica, né, se falar sobre cetoacidose
3:21diabética, acidose metabólica, a gente
3:24já tende a associar com respiração de
3:27Cusmaú. E percebam que essa respiração,
3:29ela é formada basicamente por quatro
3:31fases. Observa aqui a imagem, ó.
3:34Inspira, tá? uma inspiração aqui
3:38ruidosa, profunda, de maneira ampla.
3:41Inspira, apneia,
3:44expira, apneia. Inspira, apneia, expira,
3:49apneia. Então, percebam que eu tenho
3:51quatro fases. Uma inspiração ampla,
3:54profunda, ruidosa, seguida de um curto
3:56período de apneia, depois uma expiração
4:00seguida novamente de um curto período de
4:02apneia. Então, essa é a respiração de
4:05Cusmaú. Essas são as características que
4:07a gente vai associar. Então, primeiro
4:09item, o item está errado.
4:13Bora para o segundo item. A respiração
4:17de Biot caracteriza-se pela presença de
4:20amplas e rápidas inspirações que são
4:23interrompidas por curtos períodos de
4:25apneia. Em seguida, ocorrem expirações
4:28profundas e ruidosas que são sucedidas
4:31por pequenas pausas de apneia. Vejam que
4:34agora ele trocou totalmente, né? Quando
4:36a gente falou aí, ó, e ele ainda diz, ó,
4:38presença de amplas e rápidas inspirações
4:41que são interrompidas por curtos
4:44períodos de apneia. Depois vem a
4:46expiração, também intercalado com curtos
4:49períodos de apneia. Então, foi
4:51exatamente o que a gente acabou de
4:53discutir, só que isso corresponde não à
4:56respiração de Biote e sim a respiração
4:59de Cusmaú, conforme a gente já discutiu
5:03no primeiro item. Então, o correto aqui
5:05seria respiração de cusma. E como eu
5:09falei para vocês, Camila, qual é a
5:11característica que a gente vai associar
5:13aqui à respiração de Biote? Gente, não
5:15esquece aqui, ela também conhecida como
5:19respiração
5:20atáxica e ela tem um padrão irregular.
5:24Não esquece essa palavrinha chave, tá?
5:27Padrão irregular. O que que significa
5:30isso? Significa que ora a gente tem
5:32incursões que são mais profundas, ora
5:35incursões que são mais superficiais, ou
5:38seja, não tem ali um padrão regular
5:41entre frequência e profundidade. Olha
5:43aqui na imagem, uma hora a gente tem uma
5:46respiração mais profunda, outra hora
5:48mais superficial, do nada aumenta um
5:51pouco essa profundidade, depois segue um
5:54período de apneia totalmente variado,
5:56depois aumenta, diminui e aumenta.
5:58Então, não existe um padrão entre essa
6:02frequência e essa profundidade. Então, o
6:06item dois é considerado errado.
6:11Bora para o item três. A respiração de
6:14Shane Stokes é um ciclo regular em que a
6:18frequência e a profundidade da
6:20respiração aumentam e então diminuem até
6:24que ocorre um período de apneia,
6:25geralmente 20 segundos. A duração da
6:28apneia pode variar e aumentar
6:30progressivamente,
6:32associada à insuficiência cardíaca e
6:34danos à área respiratória, que pode ser
6:36um dano devido a uma situação induzida
6:39por fármaco, por tumor e traumatismo.
6:42Gente, agora sim estamos diante de uma
6:46descrição que ela representa o que a
6:49gente chama de respiração de Shein
6:52Stokes. Então, o terceiro item está
6:54correto. Percebam que na respiração de
6:57Shein Stoks a gente vai tendo incursão
7:00respiratória que ela vai aumentando
7:03progressivamente,
7:04tá? Progressivamente de profundidade.
7:07Então percebam que começou mais
7:09superficial, depois aumenta a
7:11profundidade, aumenta um pouco mais,
7:13aumenta, aumenta, aumenta, a atingir um
7:17limite, o máximo, depois decresce o
7:20padrão seguido por um período de apneia.
7:24e é regular, assim como cosmaú também é
7:27regular, porque esses ciclos eles vão eh
7:30acontecendo ali de maneira regular.
7:32Então, percebam que aqui a gente vai
7:34associar com frequência e profundidade
7:37que aumentam progressivamente. Se você
7:40encontrar essa palavrinha aumenta
7:43progressivamente até atingir o máximo,
7:45decresce padrão seguido de apneia shin
7:49stocks. Então, aumenta, aumenta,
7:51aumenta, atingi o máximo ali daquela
7:54profundidade, diminui esse padrão de
7:56profundidade, segue um período de apneia
7:59e depois tudo de novo. Aumenta, aumenta,
8:01aumenta. atingi o máximo, decresce o
8:03padrão, pneia. Essa é a característica
8:07de Shane Stokes. O item está correto.
8:13Com base nas frequências respiratórias,
8:16nos principais ruídos adventícios e os
8:19sinais e sintomas que estão associados a
8:21disfunções respiratórias, julgue os
8:24seguintes itens. Então, vamos lá. o item
8:274 e 5 e se a gente vai falar sobre essa
8:31avaliação, tanto de padrão quanto também
8:34de ruídos adventícios. Então, item de
8:36número quatro, creptações finas ou
8:39estertores finos são sons agudos e
8:43curtos mais audíveis no meio e fim da
8:46inspiração. Podem variar com a posição,
8:49mas não mudam com a tosse, sendo comuns
8:52em caso de pneumonia, de congestão
8:54pulmonar e de doenças intersticiais.
8:57Gente, para gente poder aqui responder
9:00esses itens, eu já vou fazer aqui com
9:03vocês uma revisão em relação às
9:05características. Eu vou ver se eu
9:06consigo colocar aqui pequenininho.
9:09Então, nós temos as creptações
9:12finas
9:15ou estertores finos. E a gente tem as
9:17creptações grossas, também conhecidas
9:19como estertores grossos ou estertores
9:22bolhosos. Então, quais são? Eita, acabou
9:25finais aqui, né? Deixa eu só ajeitar, ó.
9:27finas. Quais são as características das
9:30creptações finas? Nós temos aqui como
9:34características
9:35a presença de som agudo, tá bom? É um
9:39som agudo, é um som de curta
9:44duração,
9:47mais audível, principalmente,
9:49principalmente, tá? Audível no final.
9:54Não esquece disso, ó. No final.
9:57da inspiração, tá? e não se modificam
10:01com a tosse,
10:06não se modificam com a tosse. É aquele
10:10som que ele é semelhante, como se a
10:13gente tivesse pegando aqui uma mecha de
10:15cabelo e colocasse bem próximo ao
10:18ouvido. E a gente consegue encontrar
10:20esses tipos de creptações,
10:22principalmente em situação de pneumonia,
10:24de congestão pulmonar, de doença
10:27intesticial. Então eu já vejo que o
10:29quarto item é um é um item que tá
10:31correto. Percebam que ele colocou aqui
10:33pra gente, ó. Extertores finos. Quais
10:35são as características? Sons agudos,
10:38curta duração, mais audível no meio e no
10:41fim da inspiração. E eu chamo a atenção,
10:43principalmente aqui, ó, final da
10:46inspiração. Pode variar com a posição,
10:48mas não se modificam com a tosse comum
10:51em casos de pneumonia, congestão
10:54pulmonar e doenças intersticiais. Agora,
10:57quando a gente fala de creptações
11:01grossas,
11:04grossas, também chamados estertores
11:06grossos ou bolhosos, aqui já é o oposto.
11:10Aqui a gente vai ter um som que ele é um
11:12som mais grave, é um som de maior
11:15duração.
11:19É um som que ele é audível
11:21principalmente no início
11:25da inspiração
11:28e ao longo da expiração.
11:33E ao longo da expiração.
11:38Eita, gente. Deixa eu só ajeitar aqui.
11:40Tá tão pequenininho.
11:43Ao som da expiração.
11:46Certo. ao som aqui, ô, perdão, ao longo
11:49da expiração, diferente das creptações
11:52finas, aqui a gente tem um som que se
11:55modifica,
11:58se modifica com a tosse, certo? E aí
12:02vale uma observação aqui para vocês, tá?
12:05que eu já vi sendo cobrado em prova em
12:07relação a isso. Quando a gente fala de
12:09um outro ruído adventício, que são os
12:11roncos, os roncos eles basicamente tem
12:14as mesmas características dessas
12:16creptações grossas. Também são sons mais
12:19graves, sons de maior duração, sons que
12:22se modificam com a tosse, sons que podem
12:25estar prespção.
12:27Aí sabe qual é a diferença que a
12:28literatura coloca? é que enquanto nos
12:31estertores grossos a gente coloca início
12:33da inspiração e ao longo da expiração,
12:37em relação aos roncos, ele vai colocar
12:39que ocorre predominantemente
12:42na fase da expiração, tá? Ore
12:45predominantemente na fase da expiração.
12:48Basicamente essa é a diferença que a
12:50gente tem na literatura, tá bom?
12:53E aí, com base nisso, né, lembrando
12:56também que quando a gente fala de
12:58características desse som, como eu falei
12:59para vocês, enquanto as creptações
13:01finas, é aquele som como se a gente
13:03pegasse a mecha de cabelo e colocasse
13:05próximo do ouvido. Em relação às
13:08creptações grossas, é aquele somelhante
13:10a rompimento de pequenas bolhas. E a
13:13gente observa esse tipo de som,
13:15principalmente na DPOC e também em
13:17bronquiectasias.
13:19Com base nisso, vem comigo pra gente
13:21analisar junto aqui o item de número
13:23cinco. Creptações grossas ou estertores
13:27grossos ou bolhosos são sons mais
13:30graves, de maior duração. Tudo certo até
13:34aqui. Audíveis na inspiração. Olha a
13:36palavrinha predomínio na expiração. E se
13:40modificam com a tosse. Olha o que eu
13:42falei para vocês, ó. predomínio. Só essa
13:44palavrinha predomínio na expiração. Isso
13:48aqui já faz a gente pensar em roncos,
13:51tá? Em roncos. Mas ficou em dúvida? Olha
13:53o que a gente tem aqui no finalzinho do
13:55item. Ocorrem na pneumonia, na bronquite
13:58ou na bronquasia.
14:00Já os roncos, olha o que ele tá
14:01colocando, ó. Já os roncos são ruídos
14:04musicais ou sussurrantes mais agudos, de
14:08maior duração e que não se modificam com
14:11a tosse. Meu povo, por mais que você
14:13tenha ficado em dúvida, poxa, será que
14:15isso aqui é ronco? Será que isso aqui é
14:17estertor grosso? Esse finalzinho aqui a
14:21gente já consegue identificar que sim, o
14:23item de número cinco tá errado, porque
14:25ele diz que ronco é considerado como um
14:29sussurro, né? Um ruído musical, gente,
14:32não. Toda vez que você encontrar isso
14:34aqui, ó, ruído musical ou sussurrante,
14:37você vai lembrar de um outro ruído
14:39adventício, que é o cibilo, tá, pessoal?
14:43Cibilo, isso aqui não são roncos, como
14:46eu falei para vocês, ó. Predomínio na
14:48expiração. Aqui a gente vai pensar em
14:50roncos, sim. Mas quando ele coloca
14:53ruídos musicais, ruídos sussurrantes,
14:56aqui a gente vai pensar nos sibilos, tá?
15:00Nos cibilos que sim não se modificam com
15:03a tosse, são frequentemente associados
15:06ali à aquelas situações de asma, de
15:08broncoconstrição.
15:10Por quê? Porque ele decorre exatamente
15:12da passagem do ar por uma via aérea que
15:14tá estreita. Então é errado o item de
15:18número cinco.
15:20Item de número seis. A dispia é
15:23caracterizada pelo aumento da frequência
15:25respiratória acima dos valores de
15:28referência para a idade, enquanto a
15:30taque pineia refere-se à dificuldade
15:33respiratória e a ortopineia quando o
15:35indivíduo sente alívio da dificuldade
15:37respiratória ao adotar a posição ereta.
15:40Percebam que é uma questão muito mais de
15:42terminologia, né, de nomenclatura que a
15:45gente utiliza esses termos. E na verdade
15:48a gente vê que houve ali uma troca.
15:51Quando a gente fala de dispineia, a
15:52gente tá falando dessa dificuldade
15:54relacionada à respiração. Já eh o que
15:58ele coloca aqui pra gente, ó, taque
16:00pineia. Já tá pineia. Essa sim é
16:03considerado o aumento da frequência
16:05respiratória acima dos valores de
16:08normalidade. Então veja, ó, dispineia e
16:11ele coloca aqui como aumento da
16:12frequência respiratória. Não, gente,
16:14aqui não seria dispineia, aqui seria
16:16taque
16:19pineia.
16:21Enquanto a dificuldade respiratória, aí
16:24sim a gente vai chamar de dispineia.
16:28O único termo correto é a ortopineia,
16:31que é quando o paciente ele tem aquela
16:33dificuldade respiratória ao estar ali
16:36naquela posição de decúpto dorsal e a
16:39partir disso ele sente um alívio dessa
16:41dificuldade quando ele acaba adotando
16:44ali a posição ereta. Então, mais uma
16:47vez, o item seis é um item considerado
16:51errado.
16:55Vamos continuando ainda com o exame
16:57físico, entrando agora na oscuta
16:59cardíaca, nos focos de auscuta
17:02cardiovascular que despencam nas provas.
17:05Então, nós temos aqui o foco aórtico. O
17:08foco aórtico, ele está localizado no
17:11segundo espaço intercostal, à direita do
17:14externo. Então, já vai uma dica aqui
17:17para você. O único foco de auscuta
17:20cardiovascular que a gente encontra do
17:22lado direito é o foco aórtico. Todos os
17:25outros, todos os outros focos vão estar
17:28localizados do lado esquerdo. Gente, só
17:31de você saber essa informação, tu já
17:33elimina pelo menos duas alternativas,
17:35tá?
17:37O foco pulmonar está no mesmo nível aqui
17:40do foco aórtico também segundo espaço
17:42intercostal, só que agora à esquerda do
17:46externo. A área tricúspide, o foco
17:50tricúspide, ele está localizado entre o
17:53quarto e quinto espaço intercostal à
17:55esquerda do externo. Algumas referências
17:59colocam que ele está localizado na base
18:01do apêndicefoide.
18:03O foco mitral tá aqui localizado no
18:07quinto espaço intercostal esquerdo na
18:11linha M clavicular m metade. Então, ó,
18:15metade da clavícula, linha M clavicular,
18:18quinto espaço intercostal esquerdo, a
18:20gente encontra então o foco mitral. E a
18:23gente ainda tem aqui o ponto de herbe,
18:26que está localizado no terceiro espaço
18:29intercostal à esquerda do externo.
18:32Lembrar que esses focos de auscuta
18:34cardíaca, eles não correspondem à
18:37localização anatômica real das válvulas,
18:40tá bom? Cuidado para você não confundir
18:42com essa localização anatômica das
18:45válvulas. Na verdade, são sons que vão
18:48ser ali produzidos no momento que essas
18:51válvulas se fecham. Então, é aquele
18:54local onde a gente consegue perceber
18:57melhor esses sons que são produzidos.
18:59Cuidado para você não confundir. Então,
19:01lembra disso, tá? Eu sempre dou a dica
19:03para vocês do aperte-me aqui. Pela
19:05questão da câmera, não vou conseguir
19:08mostrar com clareza para vocês, mas eu
19:11sempre dou a dica, né? A gente chega na
19:13prova, são tantas informações, quem é
19:15que tá do lado direito, quem é que tá do
19:17lado esquerdo, cadê o aórtico, cadê o
19:19tricúspide, gente? Então, lembra, eu
19:22sempre ensino o macete do apertimi, tá?
19:26Apertimi,
19:28ou seja, o a, o a seria exatamente o
19:31foco aórtico. Mas lembrando que eu tenho
19:33que começar pelo lado direito, lembra
19:36disso? Porque se você começar pelo lado
19:38esquerdo, aí meu amigo, lasca tudo, a
19:41gente já vai aí começar errando a
19:43questão. Então, lembra disso, o único
19:46foco que está do lado direito é o foco
19:48aórtico, tá bom? Então, apertimi
19:52aórtico, pulmonar, tricúspide e mitral.
19:59Visto isso, vamos aqui conferir o item
20:01de número sete. A área está localizada
20:06no segundo espaço intercostal à direita
20:08do externo. Então vamos lendo e já
20:10analisando. De fato, correto? A gente
20:13acabou de ver que sim, o foco aórtico é
20:16o único que tá localizado do lado eh à
20:19direita do externo, tá? Segundo espaço
20:21intercostal.
20:23A área pulmonar encontra-se no segundo
20:25espaço intercostal à esquerda do
20:27externo. Corretíssimo? A área tricúspide
20:30entre quarto e quinto espaço intercostal
20:32à esquerda do externo, correto também. E
20:35a área mitral ou apal mantém-se no
20:38terceiro espaço intercostal à esquerda
20:40do externo. Opa, o finalzinho aqui desse
20:44item a gente já vê que tem informação
20:47que está errada, porque na verdade a
20:50área apical, tá? Essa área mitral, ela
20:53está localizada aonde? No quinto espaço
20:56intercostal, no cruzamento ali com a
20:59linha M clavicular esquerda. Gente,
21:02percebam que, na verdade, é a mesma
21:04localização do ictus cordes, que por
21:07sinal é a mesma localização do foco
21:10apical que a gente utiliza. O foco não,
21:12perdão, o pulso apical que a gente
21:14utiliza para avaliar a frequência
21:16cardíaca por meio também da utilização
21:19do estetoscópio. Então, percebam que o
21:21que ele coloca aqui, ó, terceiro espaço
21:23intercostal, isso aqui é o ponto de
21:25herbe.
21:27ponto de herbe e não a área mitral ou
21:32apical. Então o item sete é um item
21:34errado.
21:38Bora para o item de número oito. A
21:40primeira bulha B1 corresponde ao
21:43fechamento da válvula mitral e
21:45tricúspide, marcando o início da sístole
21:48com maior intensidade no ápice cardíaco
21:51sobre a projeção do ventrículo esquerdo,
21:54ou seja, ali na área mitral. A segunda
21:56bulha, que a gente chama de B2, traduz o
21:59fechamento da válvula órtica e pulmonar
22:02no início da diástol com predomínio na
22:05base do coração. Enquanto a terceira
22:08bulha B3 decorre da desaceleração do
22:12fluxo no enchimento ventricular rápido,
22:15podendo indicar
22:17disfunção ventricular ou sobrecarga
22:18volumétrica. Gente, o item de número
22:21oito é um item correto? É um item onde a
22:23gente revisa aí as bulhas cardíacas.
22:26Então, as bulhas que a gente chama B1 e
22:28B2, que são as principais B1, toda vez
22:31que falar de B1, você vai pensar no
22:33fechamento das válvas
22:34átrioventriculares,
22:36ou seja, aquelas válvas que estão
22:37separando os átrios dos ventrículos.
22:39Quem são elas? Tricúpitral,
22:43tá bom? Tricúpeitral. B1, gente, B1
22:46representa a sístole ventricular e ela é
22:50melhor audível exatamente no ápice do
22:53coração. Já quando a gente fala de B2,
22:56B2 é o fechamento das válvas
22:57semilunares, ou seja, a órtica e
23:00pulmonar. Nesse caso, vai estar
23:02representando pra gente a diástole
23:05ventricular. E por conta disso, ela é
23:08melhor audível ali na base do coração.
23:11Já em relação à terceira bulha,
23:13diferente de B1 e B2, ela não tá sendo
23:15representada pelo fechamento em si de
23:18determinadas válvulas, mas ela está
23:19relacionada com enchimento ventricular
23:22rápido. Se você encontrar essa expressão
23:24em uma questão que fala sobre bulhas
23:27cardíacas, tá? Enchimento ventricular
23:29rápido, você vai associar exatamente com
23:32a terceira bulha. Item de número oito,
23:35correto?
23:40Vamos para o item de número nove. Agora
23:42a gente sai um pouquinho de exame físico
23:45e a gente vem para sinais vitais. Então
23:47vamos lá. A pressão de pulso corresponde
23:51à diferença matemática entre a pressão
23:54arterial sistólica e a diastólica. O
23:57débito cardíaco representa o produto do
24:00volume sistólico pela frequência
24:02cardíaca, enquanto a pressão arterial
24:04média traduz a pressão média no qual o
24:07sangue se desloca pela vasculatura
24:09sistêmica. Verdadeiro. Correto. Item de
24:12número nove. Pressão de pulso nada mais
24:16é do que pressão arterial sistólica
24:19menos pressão arterial diastólica. Quem
24:22é débito cardíaco? Ó, agora tem um
24:24detalhe aqui, tá? Débito cardíaco nada
24:27mais é do que a quantidade de sangue que
24:30sai do coração em 1 minuto, tá, pessoal?
24:33quantidade de sangue que sai do coração
24:35em 1 minuto. E ele vai ser determinado
24:39pela frequência cardíaca vezes o volume
24:43sistólico, ou seja, vezes o volume que é
24:46colocado ali durante a sístole.
24:49Lembrando que volume sistólico ele
24:52também tem a ver com pré-carga, com
24:55pós-carga e com contratilidade, tá bom?
24:58E a pressão arterial média,
25:01ela corresponde aqui à pressão arterial
25:04sistólica mais duas vezes a pressão
25:07arterial diastólica dividido por três. E
25:10sim, ela representa a pressão média no
25:13qual o sangue se desloca pela
25:15vasculatura sistêmica. Por isso que é um
25:17item correto.
25:21Item de número 10. Aqui tem várias
25:23coisas pra gente discutir nesse item,
25:25tá? Para aferir a pressão arterial,
25:29deve-se colocar o manguito sem deixar
25:31folgas 4 a 5 cm acima da fça cubital e
25:36centralizar o meio da bolsa inflável
25:38sobre a artéria radial. Gente, só esse
25:41início aqui, só esse início a gente já
25:44vê que tem informação incorreta, como eu
25:46falei para vocês, são várias coisas que
25:48a gente pode revisar aqui nesse item.
25:50Então, vamos lá. Quando a gente fala
25:52dessa verificação correta da pressão
25:54arterial, nós vamos posicionar o
25:57manguito de fato, sem deixar folgas,
25:59porém 2 a 3 cm, tá? Já faz essa
26:04observação aí, 2 a 3 cm acima da fossa
26:08cubital. E a gente vai centralizar esse
26:11manguito, gente, com artéria braquial.
26:14Não tem nada a ver com a artéria radial.
26:16A gente vai utilizar a artéria radial
26:18inicialmente paraa gente ter uma
26:21estimativa da pressão arterial
26:23sistólica. Então, percebam, ó, ele
26:25coloca de 4 a 5 cm, não. O correto é de
26:292 a 3 cm, centralizando o meio da bolsa
26:34inflável na artéria braquial.
26:38Braquial e não radial. Em seguida,
26:41inflar rapidamente até ultrapassar 10 a
26:4420 mm de mercúrio, o nível estimado da
26:48pressão arterial sistólica e realizar a
26:50deflação rapidamente, cerca de 2 mm/
26:54segundo. Mais uma vez, informações
26:56incorretas. A gente vai inflar até
26:59ultrapassar 20 a 30 mm de mercúrio, o
27:06nível estimado da pressão arterial
27:09sistólica. E vai realizar a deflação,
27:12gente, não é rapidamente, é lentamente.
27:16Percebam que já quatro coisas aqui que a
27:19gente identifica como informação
27:21incorreta.
27:23orienta-se determinar a pressão arterial
27:26sistólica pela oscuta do primeiro som,
27:28que a gente chama de fase um de coroct e
27:31a pressão arterial deastólica no
27:33desaparecimento dos sons, que a gente
27:35chama de fase cinco de corocticof. Aí
27:39sim é a única coisa que está correto
27:42nesse item, né? Pensou em pressão
27:44arterial sistólica, a gente vai lembrar
27:46que vai ser representada pelo primeiro
27:48som, né? pelo aparecimento do primeiro
27:50som que corresponde à fase um de
27:52Corocticov. Pressão arterial deastólica,
27:55esse D, ó, pad, né? Pressão arterial
27:58deastólica, esse D você vai associar com
28:01desaparecimento, tá? Desaparecimento
28:05dos sons que corresponde à fase C de
28:08Coroct Cof. Então, o item de número 10
28:12está muito errado.
28:17Bora para o item 11. Segundo PTE e
28:20colaboradores de 2024, a frequência
28:23cardíaca recomendada para uma criança
28:27pré-escolar de 3 a 5 anos é de 80 a 110
28:31batimentos por minuto para um
28:33adolescente de 60 a 90 e para um adulto
28:37de 100 a perdão de 60 a 100 batimentos
28:42por minuto. A frequência respiratória,
28:44que são incursões respiratórias por
28:46minuto, normal para um RN é de 30 a 60.
28:50Para um bebê de 6 meses, de 30 a 50
28:53incursões respiratórias por minuto. Para
28:56uma criança é de 20 a 30, um adolescente
28:59de 16 a 20 e um adulto de 12 a 20. Então
29:03o item de número 11, ele é voltado
29:05totalmente para os valores de referência
29:08de acordo com a faixa etária, tanto para
29:10a frequência cardíaca quanto para a
29:12frequência respiratória. Então é um item
29:15que sim, de acordo com PTER, é o que a
29:18gente considera como valores normais
29:20para essas faixas etárias. O que que a
29:22gente chama a atenção aqui de vocês? Eu
29:23sei que muitos e muitos de vocês, até
29:26mesmo pela questão de frequência do que
29:29mais cai em prova, a gente fica muito
29:31ali ligado apenas no adulto. Ai,
29:34frequência cardíaca no adulto 60 a 100.
29:37Frequência respiratória no adulto 12 a
29:4020. Gente, cada vez mais a gente vem
29:43observando que as bancas também vem
29:46cobrando esses valores de referência nas
29:49outras faixas etárias. Então, para você
29:51que tá estudando, você não pode ficar
29:53limitado apenas no adulto, tá? Você
29:55também precisa eh trazer, lembrar,
29:59fixar, revisar esses valores de
30:02referência para as outras faixas
30:04etárias, porque pode cair na sua prova e
30:06pode ser inclusive uma questão que você
30:08erra e dá chance aí pro concorrente
30:11passar na sua frente. Então, verdadeiro
30:13aqui, correto o item de número 11. Só
30:17lembrando que abaixo do valor de
30:19referência em relação à frequência
30:22cardíaca, né? Abaixo de 60 a gente chama
30:24de bradcardia, acima de 100 a gente
30:27chama de taque cardia. Abaixo de 12 em
30:30relação à frequência respiratória, a
30:33gente chama de brad pneia. Acima de 20
30:36incursões por minuto, incursões
30:38respiratórias por minuto, a gente chama
30:39de taque pineia.
30:43Item de número 12.
30:46Vamos falar agora sobre os tipos de
30:47febre. Cai não, viu? A moléstia na febre
30:51contínua a temperatura permanece sempre
30:55acima do normal, com variações de até
30:591ºC.
31:01Como a gente tem muitas informações
31:02aqui, eu vou analisando com vocês à
31:04medida que a gente vai lendo. Então,
31:06essa primeira parte corretíssima.
31:08Próprio nome tá falando, ó, febre do
31:10tipo contínua. Se é contínua, é porque
31:13ela sempre tá ali acima do normal. Mas
31:15qual é o detalhe? O detalhe é que existe
31:18pouca oscilação em relação ao valor
31:21dessa temperatura. Então é uma oscilação
31:24que varia de até até 1ºC. E essa
31:28informação é importante pra gente não
31:30confundir a febre contínua com a febre
31:32remitente que eu vou falar já já. Então
31:34sim, verdadeiro. A irregular consiste em
31:38picos muito altos intercalados com
31:41temperaturas baixas ou períodos de
31:43aprexia. verdadeiro. Verdadeiro também.
31:46Essa febre irregular, ela também pode
31:48ser chamada a depender da referência de
31:50febre do tipo séptica. A remitente, olha
31:53o detalhe, remitente caracteriza-se por
31:57hipertermia diária com variações, olha
32:00aqui, meu povo, de mais de 1ºC,
32:04porém sem períodos de aprexia. Então,
32:07cuidado para você não confundir a
32:09remitente com a contínua. A contínua eu
32:12também tenho uma hipertermia diária, mas
32:15aqui a oscilação na contínua é de até
32:181ºC. Quando a gente fala de variação de
32:22mais de 1ºC, hipertermia diária, onde a
32:25gente não tem retorno da temperatura nos
32:28seus valores normais, ou seja, eu não
32:30tenho aprexia, eu não tenho normia
32:33com variação, como eu disse, com mais de
32:351ºC, aí eu tô falando da febre do tipo
32:39remitente. Então, corretíssimo.
32:42A febre do tipo intermitente
32:45é marcada por períodos de temperatura
32:48elevada.
32:50intercalados com períodos de apirexia. E
32:52olha o detalhe, pelo menos
32:56uma vez no dia o paciente vai ter o
33:00retorno da sua temperatura ao valor
33:03normal, ou seja, períodos de aprexia
33:06pelo menos uma vez, tá? Por que que eu
33:09tô dizendo isso? Porque existe um outro
33:11tipo de febre em que a gente também vai
33:14ter períodos marcados ali pela
33:16hipertermia sendo intercalados por
33:19períodos de temperatura normal, ou seja,
33:21por períodos de aprexia. Entretanto, são
33:24momentos em que essa aprexia ela dura
33:27até mesmo dias ou semanas. Percebam que
33:31na intermitente eu tô falando de retorno
33:33à temperatura normal pelo menos uma vez
33:37ao dia. Quando eu falo da febre do tipo
33:40recorrente, também conhecida como
33:42ondulante, também conhecida como
33:44recidivante, esse período de aprexia,
33:47ele pode durar dias ou semanas. Gente,
33:50ó, olha aqui, ó. Ó, a dica aqui para
33:52você, palavrinha chave, dias, semanas de
33:55apirexia, pensa na recidivante, na
33:58recorrente ou ondulante, tá tudo a mesma
34:00coisa, dependendo da literatura. Aí,
34:03vejam que até agora tá tudo certo, mas
34:05olha o finalzinho.
34:08A febre do tipo indeterminada confere
34:10uma temperatura elevada durante alguns
34:13dias, olha aqui, ó, dias sendo
34:16interrompida por períodos de aprexia,
34:18que também pode durar dias ou semanas.
34:21Aí, meu povo, é o que deixa o item
34:25errado. Isso aqui não é febre
34:27indeterminada. Isso aqui é a febre que
34:29eu acabei de falar para vocês. Ela é
34:32chamada de recorrente,
34:35ondulante
34:37e a depender da da literatura
34:40recidivante.
34:43Esse finalzinho aqui é o que deixa o
34:45item de número 12 errado.
34:50Ainda sobre os sinais vitais, vamos
34:52falar aqui sobre a dor. Então, item de
34:55número 13. A dor aguda, ela tem início
34:58súbito, curta duração e possui causa
35:02associada a ela, como lesão ou dano
35:04tecidual, afecções traumáticas ou
35:06inflamatórias podendo ser avaliada de
35:09acordo com a escala verbal numérica.
35:11Gente, é um item que está totalmente
35:14correto. São características, sim, da
35:16dor que a gente chama de dor aguda.
35:19Então, é aquela dor que costuma ter um
35:21uma característica de alerta, né, de que
35:24algo está acontecendo. Então, aquela dor
35:27que costuma ser súbita, bem delimitada,
35:30ela também costuma ser de curta duração
35:33e ela costuma ter uma causa associada a
35:36ela, seja uma lesão de dano tecidual,
35:39seja uma queimadura, seja uma
35:40inflamação, seja uma afecção traumática.
35:43E sim, a gente pode avaliar por meio da
35:46escala verbal numérica que consiste ali
35:48numa escala de zer a 10, onde zero é a
35:50ausência de dor e 10 é a pior dor que o
35:53paciente possa estar sentindo naquele
35:55momento. Então, correto?
35:58É diferente da dor crônica que a gente
36:00vai ver aqui no item de número 14. A dor
36:04crônica ou persistente é aquela que dura
36:07ou recorre por mais de 3 meses. A dor
36:10crônica primária é considerada como uma
36:13doença em si, sendo caracterizada por
36:15deficiência ou sofrimento emocional. Já
36:18a dor crônica secundária é aquela que
36:20representa o sintoma de uma condição
36:22subjacente. Corretíssimo também pela
36:25maioria das literaturas, quando a gente
36:28fala de dor crônica, a gente tá falando
36:30de uma dor que persiste por um período
36:33acima de 3 meses, tá? Podendo ser
36:36dividido em dor crônica primária.
36:38Primária seria considerada uma doença em
36:41si, ligada principalmente à questão de
36:44sofrimento emocional. Já a dor crônica
36:46secundária, o próprio não tá dizendo
36:48secundário é secundário a alguma coisa.
36:50Então é aquela dor que é decorrente de
36:53alguma outra condição subjacente.
36:57Ainda em relação à dor, nós temos aqui o
36:59item de número 15. A dor nosceptiva
37:03decorre da ativação fisiológica de
37:06nossos receptores por estímulos nocivos
37:09com dano tecidual real, como a dor
37:11somática ou visceral. A dor neuropática,
37:15ela decorre de lesão direta ou disfunção
37:18do sistema nervoso, periférico ou
37:21central. E a dor do tipo nociplástica
37:25origina-se de uma nocepção alterada,
37:28mesmo sem evidência clara de dano
37:30tecidual real ou lesão direta do sistema
37:34somato sensorial. Gente, o item de
37:36número 15 também é o item que está
37:40correto, tá? Avaliando aqui, ó, quando a
37:42gente fala de dor nossceptiva, é aquela
37:46dor decorrente também de uma lesão, de
37:48um dano tecidual. E esse estímulo, olha
37:51o detalhe, tá? Esse estímulo nocivo, né,
37:54que vai ser captado ali pelos nossos
37:56receptores, esse estímulo ele vai ser
37:58conduzido por fibras nervosas que estão
38:02normais. É diferente de quando a gente
38:04fala de dor neuropática. Na dor
38:07neuropática, a gente vai ter uma lesão,
38:09um dano, só que agora é uma lesão ou
38:11dano diretamente ali no sistema nervoso
38:15central ou periférico. Cuidado com essa
38:18diferença, tá? Então é isso que a gente
38:21vai eh encontrar também. E quando ele
38:25coloca aqui, ó, dor do tipo
38:26noceplástica. Sim, verdadeiro, ela
38:29origina-se de uma nocepção alterada,
38:32mesmo sem que haja ali a evidência clara
38:34de um dano tecidual ou ou lesão, perdão,
38:38perdão, gente, um dano tecidual real ou
38:40lesão direta do sistema somato
38:43sensorial, tá? Então, correto o item de
38:48número 15.
38:50Dando continuidade,
38:53vamos seguindo aqui agora falando sobre
38:55procedimentos de enfermagem. Item de
38:58número 16. A sonda vesical de demora é
39:02utilizada quando é preciso manter a
39:04drenagem contínua de urina. Verdadeiro
39:07até aqui. São compostas por látex e
39:10silicone com calibres de 16 a 20
39:13frenches para para mulheres e 14 a 16
39:16frenches para homens. Aí a gente já vai
39:19parando aqui para conversar um
39:20pouquinho. Ele inverteu os tamanhos
39:23desses catéteres. Na verdade é o oposto.
39:27Catéter de 14 a 16 frenches. A gente vai
39:30pensar para mulheres enquanto que ele
39:32coloca aqui pra gente a 20 frames a
39:36gente vai estar associando para a
39:38utilização em homens, tá gente? Ainda
39:41digo mais, aqui a gente sempre vai
39:43escolher o menor calibre possível,
39:46logicamente, desde que consiga atender
39:49aquela necessidade, aquela finalidade
39:51proposta de drenagem de urina. E por que
39:54que a gente pensa no menor calibre
39:55possível? Para evitar principalmente
39:58trauma uretral. Geralmente calibres
40:01maiores são utilizados em situações
40:03específicas, como a presença de
40:05hematúria, um pós-operatório de cirurgia
40:08urológica. Mas fora isso, a gente sempre
40:10vai pensar no menor catéter possível
40:14para atender aquela finalidade, evitando
40:17assim trauma uretral. Então já vejo que
40:20é um item errado porque inverteu aqui a
40:23informação do calibre. Mas vamos
40:25continuar a leitura do item. Pode ser de
40:28curto prazo, menor igual do que duas
40:30semanas, ou de longo prazo acima de um
40:32mês. Quando for necessário o cateterismo
40:35de longa duração, o catéter
40:38precisará ser trocado a cada dois a tr a
40:41três semanas. Dispositivos para sonda
40:44vesical de demora são sonda folle e
40:47sonda de always. Gente, também temos uma
40:51informação aqui incorreta, porque na
40:54verdade quando a gente fala desse desse
40:58catéter, né, de sonda vesical de demora,
41:01a gente tem que lembrar que, na verdade,
41:04essa troca, se for pegar Anvisa, a
41:07Anvisa, ela não coloca um prazo
41:09estimulado paraa troca desse sistema,
41:12dessa sonda. lembrar que ela não deve
41:14ser trocada rotineiramente, mas Poter
41:17Perry, na sua última edição de 2024, ele
41:21coloca pra gente que quando há
41:22necessidade de uma de uma cateterização
41:25mais prolongada, esse sistema, a troca
41:29desse sistema dessa sonda deve ocorrer
41:32em torno de 4 a 6 semanas e não o que tá
41:36sendo colocado aqui de duas a três
41:38semanas. Então, mais uma vez, isso
41:40depende da referência que está sendo
41:43utilizada, tá? Pela Anvisa, não temos aí
41:46troca rotineira estabelecida. Porter
41:49Perry, que é uma das principais
41:50referências para fundamento de
41:52enfermagem, coloca pra gente quatro a
41:54sean.
41:58Bora para o item de número 17. Ao
42:00inserir uma sonda na zona interal, se
42:02for encontrada resistência à passagem, a
42:05sonda deve ser forçada. Pelo amor de
42:08Deus, me ajude, criatura dizer que a
42:12sonda vai ser forçada jamais, tá?
42:15Jamais. A gente vai interromper ali o
42:17procedimento para melhor avaliação. A
42:20oscuta de fluxo de ar na região
42:22epigástrica enquanto se injeta a na
42:24sonda, garante o seu posicionamento
42:26adequado? Também não, gente, também não.
42:29A gente já sabe, né? trazendo aqui para
42:30vocês também uma das principais
42:33referências na área que a a diretriz da
42:36Braspen já coloca pra gente que o raio X
42:39continua sendo o padrão ouro paraa
42:41identificação do posicionamento correto
42:43da sonda, tá bom? Essa questão de
42:45práticas, né, que foram utilizadas
42:48durante muito tempo, eu sei que ainda
42:49hoje em algumas instituições, mesmo sem
42:52evidência científica, é utilizada, que é
42:54a questão do bolos de ar, já não é mais
42:57recomendado. Por quê? Porque existe ali
43:00uma chance de ter uma dificuldade na
43:03interpretação desse som. Será que é um
43:05som de fato proveniente do bolos, né,
43:07dessa injeção de ar que a gente coloca
43:10na sonda ali no trato gastrointestinal
43:13ou será que é um som vindo do sistema
43:15respiratório? E além disso, uma outra
43:17prática que não é recomendada é colocar
43:19a pontinha da sonda submersa em água.
43:22foi visto que isso aí elevava o risco
43:24paraa broncoaspiração. Então, totalmente
43:28errado o item 17.
43:33Item 18. Durante a nebulização, o fluxo
43:36de oxigênio não é fixo e pode variar
43:40dependendo na das necessidades do
43:42paciente e das recomendações médicas.
43:44Correto, gente? verdadeiro. Já já a
43:47gente vai falar mais sobre dispositivos
43:50de oxigênioterapia, mas o que a gente vê
43:52aqui nessa questão de número 18, tá? Ele
43:55fala durante a nebulização. A
43:57nebulização ela é realizada com quê,
44:00gente? com máscara facial simples. E
44:02máscara facial simples é um dispositivo
44:05de baixo fluxo. E os dispositivos de
44:08baixo fluxo, eles apresentam a FO2, uma
44:11fração inspirada de oxigênio que é
44:14totalmente variável, tá? Variável. Nesse
44:18caso aqui, correto o item, lembrar que
44:22FO2 fixa a gente vai pensar em
44:24dispositivo de alto fluxo, que é
44:26ventura. Já já a gente vai falar mais
44:28sobre isso.
44:32Item de número 19. O exame de cultura de
44:35urina não requer cuidados específicos e
44:39o paciente deve ser orientado a fazer a
44:42coleta de urina pela manhã na segunda
44:44mixção do dia. Um item também que está
44:48errado. Por quê? Porque ele tá afirmando
44:51pra gente que na cultura de urina não é
44:54necessário cuidados específicos. E a
44:56gente sabe que isso não é verdade. Pelo
44:58contrário, o paciente ele tem que ser
45:00muito bem orientado para que não haja
45:02ali contaminação da amostra. Então ele
45:04vai ser orientado para realizar uma
45:06higienização íntima adequada. Vai ser
45:09orientado também a fazer a coleta da
45:12urina preferencialmente sendo a primeira
45:15mixção do dia e não a segunda, tá?
45:17Então, pela manhã, preferencialmente,
45:20primeira mixão do dia, descarta o
45:23primeiro jato e a coleta, então, vai
45:25acontecer através do jato intermediário,
45:28do jato médio. Então, perceba que tem
45:31todo um cuidado envolvendo aí eh uma
45:34melhor coleta dessa urina. Então, errado
45:38o item 19, porque ele diz que não há
45:41necessidade desses cuidados.
45:45Vem comigo o item de número 20.
45:48A nutrição paraal pode ser administrada
45:51por via catéter central, veia ou
45:54dispositivo que a veia, né, veia central
45:57ou dispositivo periférico. É recomendado
46:00que a nutrição parenteral seja instalada
46:02em via exclusivo e a osmolaridade
46:06tolerada por veas periféricas para a
46:08administração de de soluções
46:10nutricionais é de 900 mosmo. Então,
46:13basicamente, nós temos três informações
46:15e as três estão
46:18corretas. Quando a gente fala de
46:20nutrição parenteral, a gente tá falando
46:22em uma oferta de solução nutricional
46:25para o paciente por meio da via
46:28intravenosa. Então ela tanto pode ser
46:31administrada por catéter periférico, né,
46:34através ali de veia periférica, que
46:37costuma envolver uma
46:40nutrição parenteral de curta duração,
46:43até porque a gente tá falando aqui de
46:45veias, tem calibres menores, a solução
46:48tem todo um cuidado em relação à
46:50osmolaridade, mas sim pode ser
46:53administrada por via periférica ou
46:56também quando a gente pensa em um
46:57paciente que vai precisar A longo prazo
47:00dessa nutrição parenteral, a gente já
47:03pensaria na veia central, ou seja, por
47:05meio de dispositivo de catéter central.
47:08Sim, é recomendado que essa nutrição
47:11parenteral, ela tenha um uma via, né, um
47:14lume exclusivo para essa nutrição. que
47:19eh a gente vai pensar nessa nutrição
47:21periférica por meio de catéter
47:24periférico, se essas soluções
47:26nutricionais apresentarem uma
47:28osmolaridade de até 900 milmo. Acima
47:33disso já é recomendado catéter central.
47:36Então, verdadeiro o item de número 20.
47:42Voltando um pouquinho para exame físico,
47:44só que agora especificamente sinais
47:47semiológicos a partir da avaliação do
47:51abdômen, gente. Vamos lá que isso aqui
47:52confunde bastante, tá? Item de número
47:5521. O sinal de Murphy consiste na
47:59interrupção da inspiração profunda
48:02provocada pela compressão do rebordo
48:05costal direito, sendo característico de
48:07apendicite aguda. Aí a gente já vai
48:10fazer uma pausa, né? A descrição da
48:13técnica em si está correta. De falta a
48:15gente vai fazer ali uma palpação no
48:17rebordo costal, do jeito que ele tá
48:19colocando aqui, né? no rebordo costal
48:21direito e vai pedir pro paciente
48:23inspirar profundamente. Na hora que ele
48:25inspira, ele sente uma dor durante essa
48:28inspiração e ele acaba interrompendo. Só
48:31que isso aqui, gente, é um sinal
48:33semiológico onde a gente vai suspeitar
48:36de colecistite
48:38aguda e não de apendicite. Apendicite, a
48:41gente lembra de sinal de Bloomberg, a
48:43gente lembra de sinal de Riz, mas falou
48:47de sinal de Murph, você vai lembrar de
48:51colecistite
48:55aguda, colecistite aguda e não
48:59apendicite agudo. Então, já sei que é um
49:01item errado, mas vamos continuar a
49:03análise deste item. Sinal de Bloomberg,
49:07traduz-se pela dor aguda a descompressão
49:10brusca na fossilíaca direita em
49:12decorrência de colecistite aguda. Veja,
49:16acabei de falar para vocês, sinal de
49:18Bloomberg, sinal de Roves, aqui já é uma
49:21suspeita de apendicite
49:27aguda.
49:29Então, percebam que eles inverteram, né?
49:31é apendicite aguda. E de fato o sinal de
49:35Bromberg, ele consiste ali em uma
49:38compressão no ponto de McBurner, que é o
49:41ponto que fica ali entre a crista ilíaca
49:44e e também a cicatriz umbilical. E na
49:47hora que faz essa descompressão brusca,
49:49o paciente relata dor. Então, vendo aí
49:53mais uma vez que tá errado. O sinal de
49:56Giordano é evidenciado pela dor. Apunho
49:59percussão na região lombar decorrente de
50:02abcesso hepático? Não, gente, de fato, a
50:05gente vai realizar sim essa
50:07punhopercussão na região lombar, mas não
50:10é para avaliar abcesso hepático. Aqui a
50:12gente vai pensar em afecção renal, tá
50:16bom? como, por exemplo, litiías e
50:18pielonefrite. Aí sim a gente pensa em
50:20Giordano. Ele simplesmente inverteu o
50:23sinal de Giordano com o sinal de torres
50:25homem. Olha o que ele coloca aqui, ó.
50:27Sinal de torres homem é caracterizado
50:30por dor intensa durante a percussão na
50:32região da loja hepática. De fato, sim.
50:35Só que indicativo de afecção renal não.
50:38Aí sim estaria como indicativo de
50:42abcesso
50:45hepático.
50:47Então ele trancou aqui o sinal de
50:50Giordano com o sinal de torresome. Então
50:52totalmente errado o item de número 21.
50:57Ainda em relação a esses sinais
50:59semiológicos, nós vamos aqui analisar
51:02juntos o item de número 22. O sinal de
51:06coolen caracteriza-se pela presença de
51:09equimose na região periubilical, sendo
51:12indicativo de hemorragia retroperitonial
51:15ou intraabdominal, como pancreatite
51:17aguda. Perfeito. Correto. O sinal de
51:21Hovins é evidenciado pela dor referida
51:23no quadrante inferior direito,
51:26desencadeada pela palpação profunda no
51:28quadrante inferior esquerdo. Correto?
51:31Também o sinal de Jobert é identificado
51:35quando a percussão sobre a área hepática
51:37produz timpânico ao invés de som maciço,
51:42indicando ar livre na cavidade abdominal
51:45por perfuração de vícera oua, gente.
51:47Totalmente correto o item de número 22,
51:51tá? Sinal de curing, lembra disso? É
51:53aquela presença de equimose na região
51:56periubilical, tá bom? Eh, cuidado para
51:59você não confundir com o sinal que a
52:02gente tem de equimose na região dos
52:04flancos. Cuidado para não confundir aí
52:07com o sinal de curing. Quando ele coloca
52:09pra gente o sinal devis de fato, é
52:11quando a gente vai fazer ali uma
52:13palpação no quadrante inferior esquerdo
52:15e o paciente referidor no quadrante
52:18inferior direito. E sim, sinal de
52:21Gobert, quando a gente faz, ó, olha o
52:23que ele diz aqui, ó. Quando a gente faz
52:25a percussão sobre a área hepática, como
52:27o fígado ele é um órgão sólido, a gente
52:30espera encontrar um som o quê? Um som
52:32maciço. Só que quando a gente faz essa
52:34percussão e a gente identifica, na
52:36verdade, um som timpânico, esse som
52:38timpânico é sugestivo de ar naquela
52:40região. Por isso que tá associado aqui a
52:44suspeita, né, de ar livre na cavidade
52:47abdominal. Então, correto, verdadeiro
52:50item 22.
52:55Em relação agora ao posicionamento do
52:57paciente, julgue os itens a seguir. Item
53:00de número 23. A posição de Tredelenburg
53:04é especialmente útil para pacientes com
53:08dispineia por afastar os órgãos
53:10abdominais do diafragma. Gente, é o
53:13oposto, né? Quando a gente fala dessa
53:16desse posicionamento de Trendelemburg,
53:18lembra que o paciente tá em decupto
53:20dorsal, mas na verdade a região do dorso
53:24vai estar abaixado, enquanto a região
53:26dos pés vai estar elevada. E quando eu
53:29tenho esse posicionamento, eu estou
53:31aproximando. Olha o que ele diz, ó.
53:34Afastar os órgãos abdominais do
53:36diafragma é o oposto. Eu estou
53:38aproximando
53:40esses órgãos abdominais do diafragma.
53:43Percebam que Trem de Lemburgo é assim,
53:45ó. É isso que a gente vai ter. Região do
53:48dorso vai estar abaixada, enquanto a
53:51região dos membros inferiores vai estar
53:54elevada. Então eu estou aproximando
53:56esses órgãos abdominais do diafragma.
53:59Por conta disso, a gente não vai pensar
54:01nesse tipo de posicionamento para
54:03paciente com dispineia. Dispineia eu vou
54:06pensar em quem? Em fauler
54:09ou semifuler,
54:12tá?
54:13ou semifuler. Tá bom? Errado. Então, o
54:17item de número 23.
54:22Item 24. A posição em que o paciente
54:25permanece em decúpto dal tronco elevado
54:28a um ângulo de 45º é denominada de faer.
54:32Agora sim, inclusive é exatamente por
54:35conta dessa posição que a gente vai
54:37pensar em um alívio da dispineia nesse
54:39paciente que fica tanto em posição de
54:41faer ou de semifuler. depender das
54:44literaturas, né? Eles colocam como faer
54:46uma posição e em uma angulação em torno
54:50de 45 a 60°, enquanto de 30 de entre 30
54:54e 45, como sendo semifula. Mas
54:57lembrando, depende muito da referência,
54:59né? Fundamentos de enfermagem é um dos
55:01temas onde a gente tem mais divergência
55:04a depender da literatura que tá sendo
55:06utilizada. Então, correto? Item 24.
55:11Entrando
55:13agora na oxigenoterapia.
55:16Então vamos lá. Em relação à
55:18oxigenoterapia, julgue o item a seguir.
55:21Item de número 25.
55:24A máscara não reinalante, ela consegue
55:27garantir uma FI de O2 fixa de até 60%
55:32por meio de um fluxo de oxigênio de até
55:358 L por minuto. Gente, vamos lá com
55:38calma, porque tem muita coisa aqui pra
55:40gente discutir, né? Eu falei para vocês
55:42em um outro momento que a gente divide
55:45didaticamente esses dispositivos em
55:47dispositivos de oxigênioterapia de baixo
55:49fluxo e de alto fluxo. De baixo fluxo a
55:53gente vai pensar em cânula nasal,
55:55catéter nasal, máscara facial simples,
55:58máscara com reservatório, né, que é de
56:00reinalação parcial. E nós temos a
56:03máscara não reinalante, né, onde a gente
56:06também observa ali a presença de um
56:08reservatório. Então são dispositivos,
56:11gente, considerados de baixo fluxo. E eu
56:14disse para vocês anteriormente que esses
56:16dispositivos eles apresentam a FO2
56:18totalmente variável. Quando falar de FO2
56:23fixa precisa, você vai lembrar do
56:26dispositivo que é Venturei, que é um
56:29dispositivo de alto fluxo. Então eu já
56:32vejo que esse item é um item errado,
56:34porque ele diz que a máscara não
56:35reinalante consegue garantir uma FO2
56:39fixa. Não, é uma FIO2 variável. E por
56:43mais que você tivesse em dúvida, eu
56:44tenho outras informações erradas. Ele
56:47disse que consegue garantir uma FO2 de
56:49até 60%. Não, gente, não. Lembra que
56:53nessa máscara não reinalante nós temos a
56:55presença de válvulas. E essas válvulas
56:58quando o paciente inspira
57:01as válvulas que estão aqui nas laterais
57:03da máscara, elas vão se fechar de modo
57:06que se a máscara tiver muito bem vedada,
57:09o paciente ele vai inspirar somente o
57:11oxigênio vindo ali do sistema a 100%. E
57:15na hora que o paciente expira, essas
57:18válvulas aqui laterais vão abrir e a
57:21válvula que fica entre o reservatório,
57:24né, entre a bolsa reservatória e a
57:25máscara, ela vai se fechar. Ou seja,
57:28esse CO2 ele vai ser colocado totalmente
57:31para o ambiente de modo que não exista
57:34essa mistura entre o oxigênio que tá
57:36sendo inspirado com o CO2 que está sendo
57:39exalado. Então, na verdade, é um
57:41dispositivo que consegue fornecer uma
57:44FO2 em torno de 80, 90%.
57:48Algumas literaturas colocam até mesmo
57:50100% de FO2, mas a gente sabe que
57:53dificilmente vai chegar a 100%, por quê?
57:56Pela questão da vedação da máscara, tá?
57:59Eu tenho que garantir que de fato a
58:00máscara esteja muito bem vedada. Se não
58:03tiver, automaticamente eu tenho ali
58:05entrada do ambiente no momento que o
58:07paciente eh inspira, né, por máscara.
58:10Então, lembra disso. E o outro detalhe,
58:13ele diz, ó, fluxo de O2 de até 8 L por
58:17minuto, de forma alguma. Máscara não
58:20reinalante, eu já começo com o mínimo,
58:23um mínimo de 10 L por minuto, tá?
58:25podendo atingir até 15 L por minuto, que
58:28é o máximo. Então, totalmente errado.
58:33Não é fixa, tá? Pelo contrário, é
58:36variável, não é de até 60%, é até 80,
58:4090, até mesmo 100%, a depender da
58:42literatura. E lembrando que eu já começo
58:45aqui com o mínimo
58:47de 10 L por minuto. Essa é a sugestão
58:52para a utilização do dispositivo,
58:54podendo atingir 15 L por minuto. E
58:58lembrar de antes mesmo de acoplar a
59:01máscara no paciente, é importante que
59:03essa que esse reservatório ele já
59:05esteja, né, preenchido. Então errado o
59:08item de número 25.
59:10Olha aqui o que eu tô falando aqui para
59:12vocês, ó. Falou de dispositivo de baixo
59:14fluxo. Que dispositivos são esses?
59:17cânula nasal, catéter nasal, máscara
59:20facial simples, máscara de reinalação
59:23parcial, máscara não reinalante, são
59:26dispositivos que apresentam desempenho
59:29variável, ou seja, o volume vai variar
59:32conforme o padrão respiratório do
59:34paciente. o indivíduo respira o a
59:37ambiente muitas vezes misturado ali com
59:40o oxigênio que está sendo fornecido e
59:42não entrega uma concentração fixa, como
59:45a gente falou, por exemplo, de uma
59:47venture. E esses dispositivos aqui, eles
59:50vão depender também do fluxo que tá
59:52sendo colocado para que a gente tenha
59:54uma estimativa dessa FI de O2. Se for
59:58uma cânula nasal ou um catéter nasal,
1:00:00vai variar de 1 a 6 L por minuto,
1:00:05fornecendo uma FIO2 de 24 até 44%.
1:00:11Na máscara facial simples, a gente pode
1:00:13ter aqui um fluxo de 5 a 8 L por minuto,
1:00:17podendo fornecer de 40 a 60% em relação
1:00:21a FIO2.
1:00:23Máscara de reinalação parcial, fluxo de
1:00:268 a 11 L por minuto, podendo chegar uma
1:00:29FO2 de 50 a 75%.
1:00:33E olha aqui ela que a gente acabou de
1:00:35falar, máscara não reinalante, a
1:00:38sugestão iniciar no mínimo com 10 L por
1:00:42minuto, podendo chegar até 15. E ele
1:00:45pode fornecer aí um oxigênio, né, uma
1:00:47FO2 estimada de até 80 a 95%.
1:00:53Esses são os dispositivos de baixo
1:00:55fluxo. Nos dispositivos de alto fluxo,
1:00:58aí sim, meu povo, aí a gente vai pensar
1:01:01em uma FO2 fixa, precisa. Então, fornece
1:01:06todo o volume A inspirado pelo paciente,
1:01:10garante uma concentração de oxigênio
1:01:12constante e já pré-determinada.
1:01:15E geralmente são dispositivos indicados
1:01:17quando se exige uma precisão de fato,
1:01:20né, algo bem mais rigoroso para que essa
1:01:23FO2 seja entregue. Sem sombra de dúvida,
1:01:26mais cobrada nas provas é a máscara de
1:01:28Venture, que vai depender do conector
1:01:31que está sendo utilizado. E já na
1:01:34lateral de cada conector, ele já coloca
1:01:36pra gente a recomendação de quantos
1:01:38litros por minuto para atingir uma
1:01:41determinada FI de O2. Mas percebam, tá?
1:01:44dispositivo de alto fluxo desempenho
1:01:48preciso, uma FO2 fixa.
1:01:55Vamos dar uma olhada aqui nessa questão
1:01:56de número 26. Acerca dos procedimentos
1:01:59de enfermagem, é correto afirmar que,
1:02:02letra A, a administração de
1:02:04medicamentos, por via subcutânea, exige
1:02:08sempre a aspiração do êmbolo antes da
1:02:11injeção. Primeiro que quando a gente se
1:02:12depara com essas palavrinhas, né,
1:02:14somente, apenas, sempre a gente já fica
1:02:17ali com o pé atrás, de fato, deixa esse
1:02:21item aqui errado. É só você lembrar aqui
1:02:23na via subcutânea, onde a gente vai
1:02:26estar administrando esses medicamentos
1:02:28ali no tecido subcutâneo, que não é um
1:02:31tecido tão ricamente vascularizado
1:02:34quando a gente compara com o tecido
1:02:36muscular, né, com a via intramuscular.
1:02:39Lembra, gente, que um dos principais
1:02:40representantes que a gente tem aqui é a
1:02:42insulina, é a heparina. E não há essa
1:02:45recomendação de realizar a aspiração eh
1:02:49de maneira prévia. Então, falso, letra
1:02:51A.
1:02:53Letra B. Na realização de curativos em
1:02:56feridas cirúrgicas limpas, limpas,
1:02:59deve-se iniciar a limpeza da região de
1:03:02fora para o centro da incisão para
1:03:04evitar infecção. Gente, é o oposto, tá
1:03:08certo? É o oposto. Quando a gente fala
1:03:11desses curativos aqui nessas feridas
1:03:15cirúrgicas limpas, esse curativo, né,
1:03:18ele deve ser realizado, a limpeza deve
1:03:20ser realizada. de dentro para fora, tá
1:03:24bom? Da área menos contaminada para a
1:03:26área mais contaminada. Então, não é de
1:03:29fora para o centro, é do centro para
1:03:32fora. Então, falso. Letra B. Letra C. A
1:03:36passagem de sonda nasogástrica deve ser
1:03:38feita com o paciente em posição supina
1:03:40para evitar náuses e aspiração. Na
1:03:43verdade, a recomendação que a gente tem
1:03:45é que a passagem dessa sonda
1:03:48nasogástica, tanto a nasogástica quanto
1:03:50a nasoenteral, deve ser realizada
1:03:52preferencialmente, se não houver nenhum
1:03:54tipo de contraindicação, com o paciente
1:03:56em posição de semifuler ou fauler,
1:03:59justamente pra gente evitar essas
1:04:01situações e evitar também
1:04:03broncoaspiração. Então, mais uma vez,
1:04:06falso o item C. O caté vesical de demora
1:04:10deve ser introduzido até ocorrer saída
1:04:12de urina e só então o balonete deve ser
1:04:16ensuflado. Verdadeiro. Agora sim, a
1:04:19gente identificou a nossa resposta
1:04:21correta, tá? Primeiro esse catéter
1:04:23vesical após toda, né, a higienização,
1:04:29depois que se segue para essa inserção
1:04:32do catéter, é onde ele vai ser
1:04:34introduzido até ocorrer a saída de urina
1:04:36e até mesmo, né, até chegar aquela
1:04:38bifurcação onde a gente encontra o lumão
1:04:43para que a gente não faça ali uma
1:04:45ensuflação do balão, sendo que a gente
1:04:47ainda tem o catéter na uretra, podendo
1:04:49causar um trauma uretral só Então é que
1:04:52a gente vai realizar a insuflação do
1:04:56balonete, tá certo? Com água destilada,
1:04:59de acordo com a recomendação. Letra E.
1:05:02Na oxigêniterapia com máscara de ventura
1:05:04e a fração inspirada de oxigênio é
1:05:06determinada pelo fluxo de oxigênio e
1:05:08pela profundidade da respiração do
1:05:10paciente. Nós vimos que a máscara de
1:05:13Venture é um dispositivo de alto fluxo e
1:05:16que por conta disso não depende da
1:05:19profundidade da respiração do paciente.
1:05:22No caso em si da máscara de Venture, ela
1:05:24vai ser determinada ali pelo conector
1:05:27que vai estar acoplado aquela máscara,
1:05:29onde a gente vai ter de maneira
1:05:30pré-determinada quantos litros por
1:05:33minuto a gente vai colocar para que haja
1:05:35então uma oferta de uma FO2 fixa,
1:05:38precisa, que não tem relação, não sofre
1:05:42interferência em relação à profundidade
1:05:44da respiração do paciente. Então,
1:05:47resposta correta, letra D.
1:05:52A respeito das feridas, julgue os itens
1:05:55abaixo. Vamos comigo, então. Item de
1:05:57número 27.
1:06:00As fases da cicatrização
1:06:03estão divididas em fase inflamatória,
1:06:07que é a primeira fase do processo de
1:06:09cicatrização, onde ocorre vasoconstrição
1:06:12e formação de coágulo, com o objetivo de
1:06:15proceder à hemostasia para que o
1:06:17sangramento cesse. Até aqui tudo bem.
1:06:20Segunda fase, ele tá falando que a
1:06:22maturação ou remodelamento, conhecida
1:06:25como a segunda fase do processo
1:06:27cicatricial, compreende a formação do
1:06:29tecido de granulação e migração das
1:06:32células epiteliais das margens da lesão
1:06:35para o centro, que a gente chama de
1:06:37epitelização.
1:06:39E por fim, a terceira frase, a terceira
1:06:41fase do processo cicatricial, que é a
1:06:43fase proliferativa.
1:06:45caracteriza-se pela deposição organizada
1:06:48do colágeno. Gente, ele inverteu aqui o
1:06:52que a gente chama de segunda fase do
1:06:54processo cicatricial, não é maturação ou
1:06:57remodelação. Essa segunda fase é o que a
1:07:00gente chama de proliferativa.
1:07:04Já a terceira fase, o nome dela é
1:07:08exatamente
1:07:10maturação
1:07:12ou remodelação.
1:07:14Então, de fato, a primeira fase tá toda
1:07:16correta, que a gente chama inflamatória.
1:07:19Agora, a segunda fase, que é a fase
1:07:21proliferativa, geralmente ela tem início
1:07:23ali por volta do terceiro, quarto dia,
1:07:26quarto dia, e ela dura cerca de semanas,
1:07:30duas semanas mais ou menos. Então ela
1:07:32tem como características a
1:07:34neoangiogênese,
1:07:36a proliferação de fibroblastos e também
1:07:39a formação do tecido de granulação além
1:07:42da epitelização. Já quando a gente fala
1:07:44dessa fase aqui que é a maturação ou
1:07:47remodelação, ela vai ter início após a
1:07:50terceira semana, se estendendo até mesmo
1:07:52por meses. Então, característica
1:07:55principal pra gente associar é a
1:07:56deposição organizada de colágeno. Então,
1:08:00como houve a inversão dos termos, o item
1:08:03de número 27 é um item errado.
1:08:08Bora para o item 28, sobre tipos de
1:08:11cicatrização, tá bom? Antes a gente
1:08:13falou sobre as fases da cicatrização e
1:08:16agora a gente vem para tipos de
1:08:18cicatrização.
1:08:19A cicatrização pode acontecer por
1:08:22primeira intenção, ocorrendo em feridas
1:08:24realizadas de maneira séptica, com o
1:08:27mínimo de destruição tecidual e o tecido
1:08:30de granulação não é visível. Tudo bem,
1:08:32verdadeiro. Na segunda intenção
1:08:35acontecem feridas expostas à infecção ou
1:08:38aos dispositivos médicos, como por
1:08:40exemplo, drenos. Ah, meu povo, quando a
1:08:43gente vê isso aqui, já identificamos que
1:08:46já deixou o item errado, porque na
1:08:49verdade quando a gente fala desse
1:08:51processo de cicatrização nessas feridas
1:08:54eh expostas, né, feridas infectadas ou
1:08:56feridas relacionadas a dispositivos
1:08:59médicos, onde primeiro a gente precisa
1:09:01tratar essa infecção para que depois
1:09:04haja o processo de cicatrização, isso
1:09:06aqui corresponde ao processo de terceira
1:09:10intenção.
1:09:11Tá, gente, aqui não é segunda intenção,
1:09:14aqui seria terceira intenção, tá bom?
1:09:17Cicatrização por segunda intenção, a
1:09:20gente vai pensar naquelas lesões que tem
1:09:22uma perda de tecido já mais
1:09:25significativa quando a gente compara com
1:09:27primeira intenção, tá bom? Cuujas bordas
1:09:29não podem ser aproximadas. E aí sim,
1:09:32como não pode ser aproximada, essa
1:09:34ferida, ela vai cicatrizar por meio de
1:09:36contração e de epitelização. Então,
1:09:38percebam que não é o que a gente tem
1:09:40aqui sendo colocado na segunda intenção.
1:09:43Olha o finalzinho aqui do item.
1:09:45Cicatrização por terceira intenção.
1:09:47Ocorre feridas em que a aproximação
1:09:49primária das bordas não é possível. Opa,
1:09:52isso aqui não é terceira intenção, meu
1:09:54povo. Isso aqui é segunda
1:09:57intenção, ó. elas são deixadas abertas e
1:09:59se fecharão por meio de contração e
1:10:01epitelização. Exatamente o que eu falei
1:10:03para vocês referente à segunda intenção
1:10:06e não terceira. Então, assim como o item
1:10:08de número 27, o item 28 também é um item
1:10:12errado.
1:10:16Vamos falar agora sobre estadiamento de
1:10:18lesão por pressão. Não cai não, viu?
1:10:21despenca, abre o olho, fica aqui comigo.
1:10:24Revisão fantástica que a gente tá
1:10:26trazendo aqui para vocês. É como se
1:10:28pegasse o suprassumo de fundamentos de
1:10:30enfermagem e colocasse aqui nesses itens
1:10:33para vocês revisarem, tá gente? Não
1:10:35perder essas questões. Vamos lá. Item de
1:10:39número 29. Lesão por pressão estágio um
1:10:43caracteriza-se por pele íntegra.
1:10:46Importante essa palavrinha, ó, íntegra.
1:10:48Então eu não tenho perda de espessura da
1:10:51pele com eritema que não embranquece e
1:10:55que pode parecer diferente em pele de
1:10:57cor escura. Corretíssimo.
1:10:59Verdadeiro. É exatamente as
1:11:01características que a gente tem
1:11:02associada ao estágio um, tá? Pele
1:11:04íntegra é de tema que não embranquece. E
1:11:08em relação ao estágio dois, vamos lá. O
1:11:12estágio dois consiste na perda de pele
1:11:14em sua espessura parcial com a exposição
1:11:18da derme. O leito da ferida é viável de
1:11:21coloração rosa ou vermelha, úmido e pode
1:11:24apresentar-se como uma bolha intacta com
1:11:28exodato ceroso ou rompida. Verdadeiro.
1:11:32Correto também. Então, percebam que pele
1:11:35íntegra eu lembro de estágio um. pele já
1:11:38apresentando ali uma perda na sua
1:11:41espessura de maneira parcial. Olha a
1:11:43palavrinha parcial, podendo se
1:11:46apresentar ali com bolha, tá? Bolha
1:11:49contendo conteúdo ceroso. Eu já associo
1:11:52a estágio dois, tá bom? Lesão por
1:11:54pressão e estágio dois.
1:11:58Item de número 31. O estágio 3 é marcado
1:12:02por perda da pele em sua espessura
1:12:05total. Percebam que já não é mais
1:12:07parcial, tá? Ítegra, estágio um, perda
1:12:10da pele em sua espessura parcial,
1:12:12estágio dois, perda da pele em sua
1:12:15espessura total. Aí a gente precisa
1:12:17avaliar se seria o estágio três ou
1:12:19quatro, tá? Então vamos lá. Em que o
1:12:21tecido adiposo é visível, assim como
1:12:24frequentemente o tecido de granulação.
1:12:26Até aqui tudo bem. Necrose de licfação,
1:12:29que é o esfacelo, e ou necrose de
1:12:31coagulação, que é a escara, podem estar
1:12:33visíveis. Tudo bem? a exposição de ossos
1:12:37somente de tendões e e
1:12:40músculos. Gente, ela vinha perfeita, só
1:12:43que no final ela fala sobre exposição de
1:12:47osso, de músculo, de tendão. Gente, isso
1:12:49aqui já é uma característica da lesão
1:12:52por pressão estágio 4, tá bom? Na lesão
1:12:55por pressão estágio 3, não há essa
1:12:59questão de exposição de músculo, de
1:13:01tendão, de face, de osso. Falou desse
1:13:04tipo de exposição, a gente já associa a
1:13:06lesão por pressão estágio 4. Por isso
1:13:09que o item de número 31 é um item que
1:13:11está errado.
1:13:16Vamos para o item de número 32.
1:13:19Vamos lá.
1:13:21O estágio 4 caracteriza-se com perda de
1:13:24pele em sua espessura total, tudo bem?
1:13:27Perda tsular. Aí, olha aqui, com
1:13:29exposição de músculo, de tendões, tudo
1:13:31certo, mas sempre o osso será
1:13:35preservado.
1:13:36Aí é onde mora o detalhe. Eu não posso
1:13:39dizer que sempre o osso vai estar
1:13:41preservado. Inclusive, eu acabei de
1:13:43comentar com vocês no item anterior que
1:13:46falou em exposição de ossos, de tendão,
1:13:48de fácil. Eu lembro do estágio quatro,
1:13:50então eu não tenho como garantir que
1:13:52sempre esse osso vai estar preservado.
1:13:54Pelo contrário, a gente também pode ter
1:13:56exposição de ossos aqui em relação ao
1:13:59estágio quatro. É esse finalzinho que
1:14:03deixa o item
1:14:05errado.
1:14:08Bora para o item de número 33.
1:14:12A lesão por pressão não classificável é
1:14:15caracterizada por perda da pele em sua
1:14:18espessura. total e perda tissular, na
1:14:20qual a extensão do dano não pode ser
1:14:23confirmada porque está encoberta pelo
1:14:26esfacelo ou escara. Gente, verdadeiro, o
1:14:29próprio nome tá dizendo, né? Lesão por
1:14:31pressão não classificável. Sim, a gente
1:14:34vai ter uma perda da espessura tsular,
1:14:37né, total. Entretanto, a gente não
1:14:41consegue avaliar a extensão desse dano
1:14:45justamente porque a gente vai ter ali
1:14:48uma lesão que ela está encoberta pelo
1:14:50esfacelo ou escara, por isso que ela é
1:14:52chamada de não classificável.
1:14:57Item de número 34. As úlceras vinosas
1:15:01geralmente apresentam formato irregular,
1:15:04edema, alterações cutâneas como
1:15:06dermatiteocre e pulsos deis preserv
1:15:09preservados com dor que tende a melhorar
1:15:12com a elevação do membro. Vamos por
1:15:14partes. De fato, são características sim
1:15:18que estão representando essas úlceras
1:15:20venosas. Verdadeiro, tá? Já as úlceras
1:15:23arteriais costumam ser mais dolorosas,
1:15:26apresentar bordas bem delimitadas,
1:15:28redução ou ausência de pulsos e piora da
1:15:31dor com a elevação. Verdadeiro. As
1:15:34úlceras neuropáticas estão associadas à
1:15:36perda da sensibilidade protetora e
1:15:39predomínio em áreas submetidas à
1:15:41pressão, correto, gente? E úlceras
1:15:44hipertensivas estão associadas, como o
1:15:46próprio nome tá dizendo, à hipertensão
1:15:48arterial de longa duração e
1:15:50caracterizam-se tipicamente por dor
1:15:53intensa. Todo item aqui contém
1:15:56informações
1:15:57que são características de cada uma
1:16:00dessas úlceras, tá? As respectivas
1:16:02úlceras, venosas, arteriais,
1:16:04neuropáticas e hipertensivas. E o item
1:16:07está correto.
1:16:13Item de número 35,
1:16:16tá? 35. A escala de Braden consiste em
1:16:19seis variáveis com score total que vai
1:16:23de 5 a 20 pontos. São elas as escalas,
1:16:26tá? as variáveis, perdão, percepção
1:16:28sensorial, umidade, atividade,
1:16:31mobilidade, nutrição.
1:16:34Essas cinco primeiras variáveis variando
1:16:36aqui com score de um a quatro pontos,
1:16:40enquanto que a variável fricção e
1:16:42sisalhamento, ela vai ter apenas scores
1:16:45de um a três pontos. Quanto menor for a
1:16:48pontuação obtida no score total
1:16:50utilizado pela escala, maior será o
1:16:53risco para o paciente desenvolver lesão
1:16:56por pressão. Gente, a forma como tá
1:16:59sendo colocado aqui, né, de fato,
1:17:01apresenta seis subescalas, né, que são
1:17:04as seis variáveis, tudo que tá sendo
1:17:06colocado. Entretanto, tem uma informação
1:17:09que deixa o item errado, que é
1:17:10exatamente o valor mínimo e máximo que
1:17:13pode chegar aí nessa pontuação da escala
1:17:16de Braden, que ele coloca, ó, escore
1:17:18total que varia de 5 a 20 pontos. Não,
1:17:21gente, não vai variar de seis, que é a
1:17:24pontuação mínima, a 23 pontos. É isso
1:17:28que deixa o item incorreto, tá? O
1:17:31correto aqui, ó, do score é um valor que
1:17:34varia entre 6
1:17:37a 23. Vou até apagar aqui para não
1:17:39confundir de 6 a 23 pontos. Seis pontos
1:17:43seria o risco máximo. Por quê? Porque a
1:17:45gente tá vendo que quanto menor a
1:17:47pontuação, maior o risco do paciente
1:17:50desenvolver lesão por pressão. E 23
1:17:53pontos seria a ausência de risco. Então,
1:17:56errado o item 35 porque não trouxe a
1:17:59pontuação correta.
1:18:03Bora para o item de número 36.
1:18:06As coberturas para prevenção de feridas
1:18:09abrangem creme barreira, filme
1:18:11transparente e hidrocoloide. Verdadeiro.
1:18:15Vou só aproveitar para trazer dica aqui
1:18:17para você, né? Você vê que a gente vai
1:18:18analisando, vai trazendo mais coisas
1:18:21aqui para vocês. Olha a riqueza dessa
1:18:23aula, como eu tô falando, né? Ótima
1:18:25oportunidade para você revisar pra sua
1:18:27prova, tá bom? Gente, quando a gente
1:18:29fala de hidrocoloide, muitas questões
1:18:31também colocam que além de ser utilizado
1:18:34como eh uma cobertura para prevenção de
1:18:37feridas, o hidrocoloide também pode ser
1:18:39utilizado para tratamento de feridas que
1:18:42não são tão exudativas. Então, cuidado
1:18:44porque vocês podem encontrar alguma
1:18:45questão desse tipo, tá certo? Então,
1:18:48lembra disso, tá? As coberturas para
1:18:51desbridamento contam com hidrogel, que
1:18:53vai fazer um desbridamento autolítico da
1:18:55ferida com necrose. Colagenase fazendo
1:18:58um desbridamento enzimático proteítico
1:19:01das feridas com necrose. E alginato em
1:19:04fibra que ele coloca aqui para
1:19:06desbridamento enzimático de feridas com
1:19:08tecidos necróticos secos ou viscosos.
1:19:11Onde é que tá o erro? quando ele coloca
1:19:14aqui o alginato
1:19:16de cálcio em fibra para desbridamento
1:19:19enzimático. Não, gente, não. Ele começou
1:19:21ali, né, com as coberturas para a
1:19:23prevenção que a gente viu de fato, creme
1:19:25barreira, filme transparente,
1:19:27hidrocoloide, as coberturas voltadas
1:19:31para a finalidade de realizar
1:19:32desbridamento autolítico, a gente pensa
1:19:34logo no hidrogel perfeito que foi
1:19:36colocado. Quando a gente pensa em um
1:19:39desbridamento proteítico enzimático,
1:19:43enzimático, aqui a gente vai pensar na
1:19:46colagenase e em quem mais? Papaína, meu
1:19:49povo. Papaína. O alginato de cálcio em
1:19:53fibra é uma cobertura que é utilizada
1:19:56principalmente naquelas feridas que
1:19:58apresentam de moderado a alta exudação e
1:20:02além disso também tem um potencial ali
1:20:04hemostático, né, podendo ser utilizado
1:20:06em em feridas sangrantes e também em
1:20:09cavidades que precisam ser preenchidas.
1:20:11Então, não tem nada a ver com
1:20:13desbridamento enzimático. É isso que
1:20:16deixa o item de o item 36 errado. O
1:20:20correto seria o quê? Papaína.
1:20:23Papaína junto com colagenase para fazer
1:20:27esse desbridamento enzimático. Tá bom?
1:20:33Item de número 37. Na via intradérmica,
1:20:38o bizel da agulha é voltado para baixo,
1:20:43fazendo um ângulo de 30º em relação à
1:20:45superfície da pele. O profissional de
1:20:48enfermagem introduz a agulha por
1:20:51aproximadamente 3 mm,
1:20:54somente o bizel abaixo da epiderme com
1:20:56movimento delicado, porém firme. O que é
1:20:59que tá errado aqui, gente? É que o bizel
1:21:01ele é voltado para cima. Na via
1:21:04intradérmica, o bisé é voltado para cima
1:21:07e o ângulo é de 10 a 15º, dependendo
1:21:11dependendo da literatura, tá? Não é um
1:21:14ângulo de 30º. Então é errado aqui
1:21:18o item de número 37 que fala sobre via
1:21:20de administração de medicamento.
1:21:24Item 38. Vamos lá. Para administrar
1:21:289.000 1000 unidades de heparina e eu
1:21:31tenho disponível 5.000 unidades por m,
1:21:34tá? Em uma solução aqui de 5 ml. São
1:21:38aspirados do frasco ampola 1,8 ml. Bora
1:21:43revisar agora essas últimas questões. A
1:21:45gente vai fazer o quê? Cálculo de
1:21:47medicamentos. Ah, meu Deus. Cálculo te
1:21:50acalma, criatura. Eu sei que você
1:21:51estudou, tá? Eu sei que você respondeu
1:21:53um monte de questões e não tem para
1:21:55onde, não tem segredo. Quer dominar
1:21:58cálculo de medicamentos? Resolva o
1:22:01máximo de questões possíveis. Você vai
1:22:03ver que sempre tem um padrão envolvendo
1:22:05esses cálculos. A dica que eu dou é o
1:22:07seguinte: coloca aquilo que foi
1:22:09prescrito, coloca aquilo que foi
1:22:11disponível. Na maioria das vezes vocês
1:22:14conseguem responder essas questões por
1:22:16meio de regra de três simples, tá? Mas é
1:22:19claro que vocês também precisam conhecer
1:22:21as principais transformações de unidades
1:22:24e conhecer também as principais
1:22:26fórmulas. É o que a gente vai revisar a
1:22:29partir de agora, tá? Então vamos lá,
1:22:31gente. Olha, olha o que ele tá colocando
1:22:33aqui pra gente, tá? O que que eu tenho
1:22:35de disponível? Na verdade, eu vou
1:22:37começar pelo que eu tenho prescrito. O
1:22:40que é que eu tenho prescrito? Eu tenho
1:22:41prescrito 9.000 unidades internacionais
1:22:45de EPARIN. Mas na verdade o que eu tenho
1:22:48disponível para conseguir essa
1:22:50prescrição
1:22:52é uma solução aqui, ó, de 5.000 unidades
1:22:56internacionais por m. Então, eu já tô
1:22:59dizendo que 5.000 unidades
1:23:02internacionais eu vou encontrar em um
1:23:05ml, mas eu não quero administrar, tá? Eu
1:23:08não quero administrar 5.000 unidades
1:23:10internacionais, eu quero administrar
1:23:139.000 unidades internacionais. A minha
1:23:16ampola aqui, ó, volume total tem 5 ml,
1:23:19mas eu vou primeiro pegar esse dado
1:23:21aqui, ó. Se eu encontro 5.000 unidades
1:23:24internacionais em 1 ml, quantos mls eu
1:23:27vou precisar para administrar 9.000
1:23:30unidades internacionais? Então, regra de
1:23:33três simples. 5000
1:23:36x = 9 x 1 9. Então, 9.000. Corta três
1:23:41zeros, corta três zeros. 5x = 9. x = 9/
1:23:485 x = 1,8
1:23:52ml. Então, de fato, nesse frasco ampola,
1:23:55que eu tenho 5 ml, eu só preciso aspirar
1:23:591,8 ml para conseguir a minha
1:24:02prescrição. Ah, Camila, mas se eu
1:24:04tivesse colocado aqui 5 ml, aí era só
1:24:08você multiplicar, né, gente? 5000 x 5.
1:24:11Mas se você pode trabalhar só com 1 ml,
1:24:14você encontra a mesma resposta. Por isso
1:24:16que eu já fui direto na informação de
1:24:185.000 ml a cada, perdão, 5.000 unidades
1:24:21internacionais a cada 1 ml. Então, regra
1:24:25de três, nada demais. E correto o item
1:24:29de número 38.
1:24:38Item 39 também sobre a administração de
1:24:41medicamentos. A hipodermóclise
1:24:44consiste na administração de
1:24:46medicamentos no tecido subcutâneo que é
1:24:48pouco vascularizado. Até aqui tudo bem.
1:24:51Logo, é a via mais indicada para a
1:24:53administração de fármacos irritantes em
1:24:55pacientes oncológicos. Não, gente, não.
1:24:58Se eu tenho aí a presença de fármacos
1:25:00irritantes, o tecido subcutâneo, eu já
1:25:02falei para vocês em outro momento, né,
1:25:04que ele não é tão ricamente eh
1:25:08vascularizado quanto a parte muscular.
1:25:11Então, é claro que é um tecido muito
1:25:13sensível a esses medicamentos
1:25:16irritantes. Nesse caso, para esses
1:25:18pacientes oncológicos, devido à
1:25:20propriedade desses medicamentos
1:25:21irritantes, o ideal é que seja uma via
1:25:24endovenosa, tá? intravenosa e não
1:25:27hipodermóclise. Então, errado
1:25:31o item de número 39.
1:25:37Bora pra questão de número 40. Item de
1:25:40número 40. Vamos lá. A administração
1:25:44retal
1:25:46de fármacos possui algumas vantagens
1:25:49claras em relação à via oral, por ser
1:25:51mais ligeira e mais previsível. Além
1:25:54disso, a dose eficaz pode ser
1:25:56determinada de forma precisa. Na terapia
1:25:59emergencial, esse tipo de administração
1:26:02é valiosa, gente. Ó, você pensar dizer
1:26:06que essa via retal, por mais que você
1:26:08tivesse ficado em dúvida aí em todo o
1:26:10início do item, mas dizer que essa via
1:26:13retal na emergência, ela é valiosa
1:26:16considerando a rapidez e a precisão, né,
1:26:19desses medicamentos? Claro que não,
1:26:21gente. Nesse caso aqui, terapia
1:26:23emergencial, pensando na administração
1:26:26de medicamentos, que eu espero um efeito
1:26:27muito mais rápido para tirar aquele
1:26:30paciente daquela situação de urgência e
1:26:31emergência, a gente vai pensar na via
1:26:34intravenosa, tá? E não via retal, tá
1:26:39certo? Então, ó, a administração
1:26:41parenteral, parenteral dos fármacos é
1:26:44que tem vantagens em relação à via oral,
1:26:48tá certo? proporcionando aí efeito mais
1:26:50rápido, efeito bem mais previsível.
1:26:53E a absorção de fármacos por via retal é
1:26:56o oposto. Pode ser muitas vezes
1:26:59irregular, imprevisível, tornando aquela
1:27:01dose eh menos precisa do que a gente
1:27:04espera. Então, mais uma vez o item está
1:27:08errado.
1:27:12Item de número 41. Quanto à duração da
1:27:15administração de infusões intravenosas,
1:27:19considera-se infusão em bolos. Ó, gente,
1:27:22muito importante essas nomenclaturas
1:27:23aqui para vocês não errarem. Infusão em
1:27:26bolos é aquela realizada em menos de 1
1:27:28minuto, correto? Infusão rápida, aquela
1:27:32realizada entre 1 e 30 minutos.
1:27:35Verdadeiro. Infusão lenta, pegando um
1:27:38tempo aqui de 30 e 60 minutos, correto?
1:27:42intermitente, quando eu tenho um tempo
1:27:44de infusão superior a 60 minutos, porém
1:27:48a gente faz intervalos, ó, intermitente.
1:27:52A gente vai ter intervalos entre as
1:27:53infusões, mas é um tempo superior a 60
1:27:56minutos, correto? Qual é a diferença da
1:27:59intermitente paraa contínua? Próprio
1:28:01nome tá falando, né? Em relação ao
1:28:03tempo, de fato, a gente também vai ter
1:28:05um tempo aí de infusão superior a 60
1:28:08minutos, mas é contínua. Então, a gente
1:28:10não tem intervalos ou interrupções entre
1:28:14as infusões. Ela ocorre de maneira
1:28:16contínua. Corretíssimo o item de número
1:28:1941. Verdadeiro.
1:28:22Bora para mais uma questão de cálculo de
1:28:25medicamentos. Questão clássica,
1:28:27clássica, envolvendo cálculo de
1:28:30penicilina cristalina.
1:28:33Bora para cá. Item de número 42. Foi
1:28:36prescrito penicilina cristalina, 300.000
1:28:39unidades internacionais por via
1:28:41endovenosa para correr em soro
1:28:44fisiológico a 0,9% 100 ml em 3 horas.
1:28:48Então eu já vou colocar aqui, ó,
1:28:50prescrito. O que é que foi prescrito pra
1:28:53gente? Penicilina cristalina de quanto?
1:28:56300.000 unidades internacionais. Para
1:29:00correr em quanto de volume que ele tá
1:29:02colocando? 100 ml. E o tempo, olha o
1:29:06tempo aqui, 3 horas. Temos disponível
1:29:10pela cilina cristalina de 10 milhões de
1:29:13unidades internacionais. Então, já vou
1:29:15colocar aqui, ó, disponível.
1:29:18Faz isso, gente. Vai com calma, faz no
1:29:21passo a passo, tá? Não desiste de uma
1:29:23questão de cálculo achando que vai
1:29:24errar, não, porque eu sempre digo que é
1:29:26uma questão dessa que tira seu nome da
1:29:28lista de aprovados. Então, o que é que
1:29:30eu tenho disponível? frasco ampola de
1:29:32penicilina cristalina de 10
1:29:36milhões de unidades internacionais, tá?
1:29:40O enfermeiro irá aspirar quanto da
1:29:43diluição do frasco de penicilina
1:29:45cristalina de 10 milhões de unidades
1:29:47internacionais e colocar o soro para
1:29:49correr em quantas gotas por minuto?
1:29:52Então, na verdade eu tenho duas etapas
1:29:55aqui pra gente responder essa questão,
1:29:58tá? Primeiro a gente precisa saber
1:30:00quanto desse frasco ampola, de 10
1:30:03milhões de unidades internacionais a
1:30:04gente vai aspirar para conseguir aquilo
1:30:07que foi prescrito. E a segunda etapa é
1:30:09quantas gotas por minuto a gente vai
1:30:12colocar
1:30:14essa infusão. Então, só um detalhe, né,
1:30:17antes de falar aqui, quando eu digo para
1:30:18vocês que penicilina, cristalina é
1:30:20clássico, é porque a gente tem que
1:30:22lembrar de duas coisinhas aqui
1:30:24importantes, tá? O frasco, gente, da
1:30:27penicilina cristalina, diferente de
1:30:28outros medicamentos, ele vem com
1:30:31poliofilizado.
1:30:33E quando a gente faz a reconstituição
1:30:35com água destilada, esse poliofilizado,
1:30:38ele vai dar pra gente um volume, um
1:30:41volume e um volume que ele caracteriza
1:30:44ali o volume do solvente. Então, vou até
1:30:47colocar aqui para vocês, ó. Eu tenho
1:30:50duas apresentações
1:30:53da ampola de penicilina cristalina. Eu
1:30:55tenho uma ampola de 5 milhões
1:30:59de unidades internacionais e eu tenho a
1:31:02ampola, o frasco ampola,
1:31:06de 10
1:31:08milhões de unidades internacionais.
1:31:10Então, como eu disse para vocês, cada um
1:31:13dos frascos vem com pó liofilizado.
1:31:16Quando a gente coloca a água destilada,
1:31:18o poliofilizado que já existe aqui, ele
1:31:21vai gerar pra gente um volume.
1:31:25Um volume devido a esse solvente, né, a
1:31:28esse pó. E esse volume equivale a 2 ml,
1:31:32tá? E o volume final que a gente fica no
1:31:35frasco é padrão de 10 ml. Então, se eu
1:31:40já tenho 2 ml, eu não vou precisar
1:31:42colocar 10 ml de água destilada, eu só
1:31:45vou precisar colocar 8 ml. Gente, só
1:31:49esse detalhe aqui eu já vi caindo em
1:31:51prova, tá certo? Ah, para preparar,
1:31:53então, para fazer a reconstituição desse
1:31:55frasco ampola, se eu sei que o volume
1:31:57final padrão a gente considera aqui de
1:32:0010 ml, então eu vou colocar 10 ml de
1:32:02água destilada, como eu faço com outros
1:32:04medicamentos, não tá? Lembra que esse
1:32:07poliofilizado ele vai gerar um volume.
1:32:10Se for o frasco ampola de 5 milhões de
1:32:12unidades internacionais é um volume de 2
1:32:14ml. Quanto é que falta de 2 para 10 ml?
1:32:18Só oito. Eu só preciso colocar 8 ml de
1:32:21água destilada.
1:32:23Agora, se você tiver o frasco ampola de
1:32:2510 milhões de unidades internacionais,
1:32:28aqui a gente já vai ter um volume maior,
1:32:32que é um volume de 4 ml. Então, para
1:32:36chegar em 10 ml, eu só preciso de 6 ml
1:32:39de água destilada. Então, primeira
1:32:41informação que eu queria trabalhar aqui
1:32:43com vocês era isso. Essa questão não
1:32:46perguntou, mas ela subtende que você
1:32:49sabe que o volume final desse frasco
1:32:52ampola vai ser de 10 ml. Então, o que é
1:32:55que significa? Significa que eu tenho
1:32:57aqui, gente, ó, eu venho para cá, vou
1:32:59fazer a primeira etapa aqui com vocês,
1:33:01tá?
1:33:03Primeira etapa. Eu vou ter 10 milhões de
1:33:08unidades internacionais
1:33:10em 10 ml, porque é isso que eu tenho
1:33:13disponível, ó. 10 milhões em 10 ml. Mas
1:33:16eu quero administrar 10 milhões de
1:33:18unidades internacionais de penicilina e
1:33:19cristalina? Não. Eu só quero 300.000
1:33:25unidades internacionais. Então, desses
1:33:2710 ml, quanto que a gente vai precisar
1:33:30aspirar para chegar nessa prescrição?
1:33:32Regra de três. Menino, se eu mal sei
1:33:35multiplicar e dividir, quem dirá com
1:33:37esse monte de zero? Te acalma, criatura.
1:33:39Te acalma que essas questões de
1:33:41penicilina a gente vai eliminando a
1:33:44grande maioria desses zeros. Vocês vão
1:33:46ver, ó, 10 milhões x dá 10 milhões
1:33:51x. E aqui vou até apagar para ficar mais
1:33:55fácil.
1:33:56Ó, a dica que eu dou para você, ó, não
1:33:58tenta fazer essa multiplicação logo de
1:34:00cara, não, porque senão você tem uma
1:34:02chance maior para errar. Faz essa
1:34:04multiplicação aqui, ó, 300 milhões x 10.
1:34:09Por quê? Porque fica mais fácil para
1:34:10você cortar o zero. Cortei um zero aqui,
1:34:13cortei um aqui, cortei 1 2 3, 1 2 3.
1:34:18Cortei mais dois, cortei mais dois.
1:34:21Então, olhe que desse negócio aqui
1:34:23todinho só vai sobrar pra gente 10x = a
1:34:273 x 1 3. Tá vendo que não precisa desse
1:34:30alvoroço todo? X = 3/ 10, X = 0,3
1:34:38ml. Então, do frasco todinho de 10 ml,
1:34:42contendo 10 milhões de unidades
1:34:45internacionais
1:34:46de penicilina cristalina, para atender a
1:34:49essa prescrição, eu só preciso aspirar
1:34:520,3.
1:34:54Veja que eu já encontro a minha resposta
1:34:56só com essa primeira etapa. Resposta
1:34:59correta é letra A. Mas além disso, ele
1:35:02quer saber gotas por minuto. Aí você
1:35:04precisa lembrar da fórmula.
1:35:07Gotas por minuto é igual ao volume total
1:35:11dividido por três vezes o tempo. Veja
1:35:14que o volume é quanto? 100 ml. Mas
1:35:17gente, é tão pouquinho porque a gente
1:35:18tem que somar, né? Total é 100 ml + 0,3.
1:35:22Somente por questão aqui de facilitar
1:35:25o cálculo, porque na verdade isso vai
1:35:270,3 ml praticamente não vai interferir.
1:35:30Então eu vou colocar o volume de 100
1:35:33três vezes o tempo em horas. Quanto
1:35:35tempo em horas? 3
1:35:38100 dividido 3 x 3= 9 100/ 9 eu tenho
1:35:43aqui aproximadamente 11 gotas por
1:35:46minuto. Então mais uma vez a resposta
1:35:49correta é letra A. Mas percebam que essa
1:35:51questão você não iria nem sair do canto
1:35:54se você não lembrasse o padrão ali do
1:35:57volume final desse frasco ampola,
1:35:58independente de ser o frasco ampola de 5
1:36:01milhões ou de 10 milhões de unidades
1:36:03internacionais. Então todos eles a gente
1:36:05vai colocar para 10 ml. Se alguma
1:36:08questão perguntar quanto de água
1:36:10destilada, lembra que se for o frasco
1:36:13ampola de 5 milhões, a gente só precisa
1:36:15inserir 8 ml de água destilada. Se for o
1:36:18frasco ampol de 10 milhões de unidades
1:36:21internacionais, a gente só precisa
1:36:23inserir 6 ml de água destilada. Então,
1:36:27nossa resposta correta aqui, conforme a
1:36:30gente fez, letra A, 0,3 ml, 11 gotas por
1:36:35minuto.
1:36:37E vamos então para a nossa última
1:36:39questão, também envolvendo o cálculo de
1:36:42medicamentos. Questão de número 43. A
1:36:45prescrição médica é banho de
1:36:47permanganato de potássio a uma proporção
1:36:50de 1 para 60.000, usando comprimidos de
1:36:53permanganato de 100 mg. O enfermeiro vai
1:36:56precisar de quantos comprimidos de
1:36:58permanganato de 100 mg para preparar 3 L
1:37:02de solução? Gente, questão agora, né, do
1:37:05jeito que a gente revisou aqui, gotas
1:37:06por minuto, revisou revisão, perdão,
1:37:09gente, revisou regra de três e agora a
1:37:12gente vai revisar, sabe o quê?
1:37:14Proporção.
1:37:15A gente tem a proporção em porcentagem,
1:37:17muito comum de cair também. Lembra que
1:37:19quando a gente fala de porcento, 1%
1:37:22significa 1 g de soluto em 100 ml
1:37:27dissolvente por 100. Nesse caso aqui, a
1:37:31gente precisa lembrar o que é que
1:37:32significa essa proporção. Então vamos
1:37:35por partes, tá? Vamos lá. Na primeira
1:37:38etapa, vou colocar aqui aquilo que foi
1:37:41prescrito. Que que foi prescrito pra
1:37:43gente? Proporção de 1 para 60.000.
1:37:50O banho aqui de permanganato de potássio
1:37:52sendo preparado a partir de comprimidos.
1:37:55Ou seja, eu tenho disponível aqui
1:37:59comprimidos
1:38:02comprimido de 100 mg
1:38:08de permanganato de potássio, certo? E aí
1:38:11ele tá perguntando quantos comprimidos a
1:38:14gente vai utilizar para preparar 3 L de
1:38:19solução. Então, como eu falei para
1:38:20vocês, primeira coisa eu tenho que saber
1:38:22o que é que significa esse um para
1:38:2460.000. Então, na primeira etapa,
1:38:28a gente precisa lembrar o que é que
1:38:30significa essa proporção, gente. O que é
1:38:33que significa dizer que eu tenho 1 para
1:38:351000? Que que significa isso? Significa
1:38:38que eu tenho 1 g de soluto, que é a
1:38:42mesma coisa de 1000 mg. Isso a gente não
1:38:46pode esquecer, tá bom? A transformação
1:38:48da unidade. Lembra que 1 g é a mesma
1:38:52coisa de 1000 mg? Assim como 1 L é a
1:38:56mesma coisa de 1000 ml. Então, 1 g é a
1:39:00mesma coisa de 1000 mg
1:39:04em 1000
1:39:07ml de solvente.
1:39:11Então, se eu digo para vocês que a
1:39:13prescrição é 1 para 60.000, o que é que
1:39:16eu tô querendo dizer aí com isso? Tô
1:39:18querendo dizer que é 1 g de permanganato
1:39:21de potássio e 1 g é a mesma coisa de
1:39:241000 mg, tá? de permanganato de potássio
1:39:30em quantos mls? Aqui já não é mais 1000,
1:39:33ó, a proporção é 60.000. Em 60.000
1:39:37ml de solvente.
1:39:40Só que ele pede pra gente fazer quanto
1:39:43que seria uma preparação para 3 L. Então
1:39:46eu tenho aqui ml, mas a questão pede pra
1:39:49gente em litros. Então lembra que 60.000
1:39:521000 ml é a mesma coisa de
1:39:5660
1:39:58L. É isso que eu preciso lembrar. Por
1:40:00que, Camila? Porque 1 L é 1000 ml. Se eu
1:40:03tenho 60.000 ml, então eu tenho 60 L.
1:40:07Então a prescrição é exatamente essa, ó.
1:40:10Eu tenho 1000 mg de permanganato de
1:40:14potássio
1:40:16em quantos litros? 60 L, que é a mesma
1:40:20coisa de 60.000. 1000 ml que a gente
1:40:23tava falando, mas eu quero uma
1:40:25prescrição de 60 L. Não, ele tá
1:40:28perguntando pra gente quanto que vai ser
1:40:29necessário para preparar 3 L de solução.
1:40:33Então, se 1000 mg de permanganato vão
1:40:37estar em 60 L, 3 L de solução a gente
1:40:40vai precisar de quanto? Então, a boi
1:40:42velha regra de três. 60x = 3 x 1000
1:40:483.000. Corta um zero, corta um zero. X =
1:40:51300/
1:40:536. X = 50 mg. Então, para preparar a
1:40:59solução de 3 L, eu preciso de 50 mg.
1:41:02Quem é que vai me dar essas 50 mg? O
1:41:05comprimido disponível. Então, a gente
1:41:07chega aqui para a nossa
1:41:10segunda etapa. Eu sei que um comprimido
1:41:14tem quantas miligramas? Ele já tá
1:41:15dizendo aqui, ó, comprimidos de 100 mg.
1:41:19Gente, nem precisa eh fazer a regra de
1:41:22três. Mas só para vocês entenderem, um
1:41:24comprimido tem 100 mg, mas eu não
1:41:27preciso de 100, eu só preciso de 50. E
1:41:3050 mg é o quê? A metade de 100, né,
1:41:33gente? A metade do comprimido. Então, ó,
1:41:35100x = 50. Corto os zeros. X = 5/ 10. x
1:41:43é igual a 0,5,
1:41:46ou seja, metade, ó, metade do
1:41:49comprimido. Mas percebam que a gente não
1:41:52conseguiria avançar em nada nessa
1:41:55questão se eu não entendesse o que é que
1:41:57significa a proporção. Então, toda vez
1:41:59que você se deparar, e geralmente são
1:42:01questões envolvendo permanganato de
1:42:03potássio, tá? Toda vez que você se
1:42:05deparar com essa questão envolvendo
1:42:07proporção, lembra? Um para 1000. O que
1:42:10que significa um para 1000? 1 g de
1:42:12determinado soluto, que é a mesma coisa
1:42:14de dizer 1000 mg de determinado soluto
1:42:18para 1000 ml de solvente. 1% 1 g de
1:42:23determinado soluto, só que agora é por
1:42:25100, então é por 100 em 100 ml de
1:42:28solvente. Gente, isso aí salva vocês na
1:42:32hora dessas questões. Resposta correta,
1:42:35letra D. Então, só mostrando aqui para
1:42:37vocês todo o desenvolvimento da questão,
1:42:40mostrando que primeiro na primeira etapa
1:42:43encontramos o necessário de 50 mg para
1:42:46preparar 3 L de solução e 50 mg é a
1:42:51metade do comprimido de 100 mg. Por isso
1:42:53que a gente vai marcar a letra D.
1:42:58Pessoal, vamos ficando por aqui e eu já
1:43:01quero ver a foto de vocês aqui nesse
1:43:04mural, assim como a Brenda, assim como
1:43:07Yúri, assim como a Sabrina, que foram
1:43:10aprovados e nós contamos aí com mais de
1:43:1350.000 alunos aprovados. Gente, não tem
1:43:17segredo. É, estuda que a vida muda, não
1:43:20tem para onde. Mas sabe o que é que
1:43:23muitas vezes separa esses alunos aqui de
1:43:26vocês que estão estudando? É porque eles
1:43:28não desistiram, tá? Porque mesmo diante
1:43:31de vários desafios, de obstáculos, eles
1:43:34continuaram persistindo. E é isso que
1:43:37você tem que ter em mente. Se por um
1:43:38acaso você vem de uma trajetória, né,
1:43:41que poxa, não passei nessa prova também,
1:43:43não passei nesse processo seletivo, ah,
1:43:45eu já quero desistir, isso não tá
1:43:47servindo de nada, gente. Primeira coisa,
1:43:50você não perde em nada com isso, pelo
1:43:52contrário, você vai se aprimorando cada
1:43:54vez mais, você vai tendo uma bagagem de
1:43:57estudo cada vez maior. E eu tenho
1:44:00certeza que se você parar para focar
1:44:03também em pontos positivos, você vai ver
1:44:05o quanto você vem se aproximando da sua
1:44:08aprovação, o quanto você melhorou
1:44:10daquela primeira seleção que você fez.
1:44:12Por quê? Porque é treino, porque é
1:44:14persistência, porque é dedicação. Se
1:44:16você realmente tiver fazendo tudo isso,
1:44:19confiando também no nosso
1:44:20direcionamento, nessa equipe que sempre
1:44:22tá aqui para trazer o melhor para vocês,
1:44:25eu tenho certeza. É questão de tempo, de
1:44:28paciência e de constância para sua
1:44:30aprovação chegar. E outra coisa, tá? Não
1:44:33foca só no negativo, não. Se você focar
1:44:35só naquilo, poxa, não passei. Poxa, é,
1:44:38isso aqui não tá dando certo para mim.
1:44:39Poxa, será que realmente é isso que eu
1:44:41quero fazer? Aí são essas dúvidas, são
1:44:44essas inseguranças que muitas vezes
1:44:46contribuem para que você acabe ficando
1:44:48no meio do caminho. E aí sim, meu povo,
1:44:51se você desistir, então você já largou a
1:44:54chuteira há muito tempo. Fala com essas
1:44:57pessoas, procura saber quantas pessoas
1:44:59aí vocês não conhecem que são aprovados.
1:45:02Pode ter certeza, o caminho é um só, tá?
1:45:05Estuda, continua persistindo, vai no teu
1:45:09tempo, mas não desiste. Mantém ali, ó, o
1:45:12olho firme aonde você quer chegar,
1:45:15porque é exatamente esse lugar que você
1:45:17quer chegar que vai te dar
1:45:18possibilidades para você escolher aonde
1:45:21você quer ficar, para te dar uma melhor
1:45:24qualidade de vida e de fato, né, saber
1:45:27que você tá ali naquele lugar que você
1:45:29tanto almejou. Tenho certeza, gente, vai
1:45:32dar certo, tá bom? Foi um prazer imenso
1:45:34estar aqui com vocês em mais uma aula.
1:45:36Boa sorte e até mais.