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Paleontologia (2020.2) - Prof. Paulo Victor

BioEaD · 23,516 words · 107 min read

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0:00é bem pessoal mais uma vez boa noite nós

0:04estamos aqui para falar um pouco sobre

0:06paleontologia certo é inicialmente a

0:10gente vai dar uma introdução né e trazer

0:12também alguns conceitos básicos para que

0:14se entenda um pouco sobre essa ciência é

0:19que é a ciência que estuda os fósseis

0:25bom então são objetivos né desse

0:28primeiro momento da nossa aula é que

0:31vocês compreendam os conceitos de

0:33paleontologia edifocio a diferença entre

0:37paleontologia e arqueologia né são duas

0:40ciências distintas mas que geralmente

0:42são confundidos pela população leiga Em

0:47geral os objetivos da paleontologia a

0:51diferença entre restos e vestígios e os

0:53diferentes tipos de fósseis e

1:00G1

1:01E aí

1:06E aí

1:14G1

1:16o teu pessoal o que é paleontologia a

1:22alguém já deve ter ouvido falar em

1:25paleontologia é e deve saber que é a

1:32ciência que estuda os fósseis né então o

1:36que é paleontologia e o que é que ela

1:37estuda a palavra paleontologia é ela é

1:41formada por três outras palavras pela

1:43junção de três palavras palaeos que quer

1:47dizer antigo outros e quer dizer cê e

1:50Logos e quer dizer estudo então seria né

1:53ao pé da letra o estudo dos seres

1:56antigos a esses seres antigos né

2:01estudados pela paleontologia nós damos o

2:05nome de sócio que vem da palavra

2:08fossilis que quer dizer Cavado ou

2:11extraído da terra então né a

2:14paleontologia

2:16e ela é considerada a ciência que estuda

2:19a vida no passado da terra e o seu

2:22desenvolvimento ao longo do tempo

2:23geológico assim como os processos né de

2:27integração da informação biológica eo

2:30registro geológico Isto é a formação dos

2:33fósseis então objeto de estudar a

2:36paleontologia são os fósseis né mas ela

2:40estuda os fósseis né no sentido também

2:44né de tentar entender tentar explicar

2:48como é que restos orgânicos né vão parar

2:54em um registro inorgânico que são as

2:58rochas então aqui a gente mostra para

3:01vocês uma uma um pequeno exemplo da

3:05diversidade de fósseis next e podemos

3:08encontrar desde microfósseis a fósseis

3:11de vertebrados e invertebrados

3:14Oi e a crucial né a diferença crucial

3:18entre paleontologia e arqueologia que eu

3:21não posso me furtar aqui deve falar para

3:24vocês é que são duas ciências distintas

3:26são duas ciências irmãs é porém

3:30distintas uma vez que a paleontologia

3:32ela se fundamenta principalmente nas

3:35ciências biológicas e geológicas

3:37enquanto que a arqueologia se fundamenta

3:40principalmente nas ciências humanas

3:42então a paleontologia ela tem como

3:44objeto de estudo os fósseis Como já foi

3:48agora dito por mim Diferentemente da

3:50arqueologia que vai estudar né o seu

3:53objeto de estudo é humanidade como seres

3:56culturais Tá certo então existe essa

3:58diferença entre paleontologia e

4:01arqueologia e elas se complementam né E

4:06se sobrepõe a partir do momento em que

4:08nós encontramos um resto humano

4:11fossilizado tá então tanto paleontólogo

4:14e poderão estudar aquele material então

4:19como a paleontologia estuda os fósseis

4:21arqueologia vai estudar Qual é o objeto

4:23de estudo dela é a humanidade como seres

4:26culturais e como se estudar a humanidade

4:31né como seres culturais através Tá certo

4:35de todo o legado deixado por nossos

4:38antepassados desde as pinturas rupestres

4:40né nas cavernas ou em paredões rochosos

4:43como a confecção de artefatos é

4:47popularmente chamado de pedras lascadas

4:50como vocês estão vendo nesta imagem né

4:52que são Pontas de lanças pontas de

4:55flechas né e demais utensílios e

4:59artefatos como também os artefatos de

5:03pedra polida né Eh objetos de Adorno

5:07cerâmicas em urnas funerárias são todos

5:11os materiais é é deixados por nossos até

5:14passar

5:14que corresponde ao seu legal e que são

5:17objeto de estudo da arqueologia quando

5:23nós falamos de arqueologia né o Piauí

5:26ele se destaca no cenário internacional

5:29principalmente ali a região do Parque

5:32Nacional Serra da capivara hoje nós

5:34temos né o museu do homem americano é

5:38que é uma instituição que estuda

5:41arqueologia da região É principalmente

5:43ali do parque então lá é a quantidade de

5:48pinturas rupestres por exemplo é

5:52incontável é além dos artefatos

5:55encontrados de pedras polidas pedras

5:58lascadas urnas funerárias cerâmicas e

6:02objetos de Adorno tudo isso é encontrado

6:04ali na região do Parque Nacional Serra

6:07da capivara

6:08e é no entanto né a região ela não é

6:13rica apenas do ponto de vista

6:15Arqueológico mas também do ponto de

6:18vista paleontológico tá certo a região

6:23do Parque Nacional Serra da capivara

6:25nessa naquela região há uma sobreposição

6:28de sítios paleontológicos com sítios

6:32arqueológicos Tá certo então as duas

6:35ciências a elas podem ser estudadas lá

6:37no parque e são estudados Por que os

6:40registros paleontológicos e

6:42arqueológicos ele se sobrepõe dos sítios

6:46catalogados e estudados pelos

6:48pesquisadores da fundação Museu do Homem

6:50Americano é Fundação é essa E o projeto

6:55todo e criação do Parque idealizado

6:58encabeçado pela professora niéde guidon

7:01reconhecida acredito pela maioria dos

7:04que estão aqui na sala

7:06e a paleontologia pessoal né Assim como

7:09toda ciência que se preza ela é ela se

7:13sustenta é em princípios de duas

7:18ciências de duas grandes ciências que é

7:20a biologia EA zoologia então toda a

7:23ciência que se preza ela tem que se

7:25sustentar em algo é que vai possibilitar

7:29que ela se configure né E tem uma

7:33robustez no âmbito científico a

7:35paleontologia né surgem então né nesse

7:39ponto de conexão ou de interconexão

7:41entre a Biologia EA geologia então

7:44conhecimentos advindos dessas outras

7:46duas ciências é que vão dar sustentáculo

7:49para a existência da paleontologia EA

7:52paleontologia ela contribui ela dá um

7:54retorno à essas duas ciências né que

7:57fazem com que ela surge que permitiram o

7:59seu surgimento com relação a sua

8:02contribuição biologia é os dados

8:06o Zoológico sem a paleontologia ela

8:08fornece informações complementares as

8:12teorias evolutivas nem a questão da

8:14dimensão do tempo em que os grandes

8:16ecossistemas atuais se estabeleceram o

8:19conhecimento das sucessões ecológicas a

8:22descrição e identificação dos fósseis e

8:25se utilizando da sistemática

8:27filogenética da taxonomia na morfologia

8:30e da anatomia desses organismos é a sua

8:35contribuição a geologia né corresponde a

8:39a questão dos fósseis fornecerem ou

8:42funcionarem como ferramentas para

8:45adaptação em ordem nação das sequências

8:49sedimentares interpretação dos ambientes

8:51antigos de sedimentação é entender um

8:54pouco da dinâmica na tectônica de placas

8:57e consequentemente das mudanças

8:59climáticas ao longo da história

9:01geológica então através dos fósseis né

9:06e Como contribuição para a geologia da

9:09esses fósseis eles são utilizados para

9:12datar e identificar os processos

9:15sedimentares é quais rochas são mais

9:20antigas e quais rochas são mais recentes

9:23certo eu nessa imagem nós temos aqui é

9:26perfis estratigráficos de afloramentos

9:30então cada camada dessa que vocês estão

9:33vendo são camadas sedimentares foram

9:36depositadas a intervalos de tempo

9:39distintos em com elas têm idades

9:42diferentes e consequentemente o conteúdo

9:45fóssil que está inserido nelas também

9:47vai apresentar idades Diferentes né ele

9:52com relação aos principais objetivos a

9:55paleontologia ela fornece dados para o

9:58conhecimento da evolução biológica

9:59através do tempo auxilia na

10:02reconstituição da história da terra

10:04estima

10:06a relativa das camadas de rocha

10:09reconstitui o ambiente em que o fóssil

10:12viveu e tenta identificar rochas ricas

10:14em substâncias minerais e combustíveis

10:17como o carvão mineral e o petróleo

10:20Olá pessoal é a paleontologia Nós já

10:24conceituamos não é a ciência que estuda

10:26os fósseis mas o que é um fóssil tá

10:31certo o fóssil é a melhor definição é

10:35para fóssil é a seguinte os fossem eles

10:41são restos ou vestígios de animais de

10:47microrganismos e de plantas que viveram

10:50no passado e que ficaram preservados nas

10:53rochas e quando eu falo viveram no

10:56passado né não não quer esse passado

10:59quando nós tratamos lá paleontologia é

11:04um passado distante daí não no passado

11:07de uma semana atrás de um mês atrás ou

11:09de cem ou Mil Anos Atrás né mas e nós

11:13estamos falando de milhares de anos

11:16então para ser considerado um fóssil

11:19para quê

11:20é um vestígio ele seja considerado um

11:23fóssil ele tem que ter no mínimo 11 mil

11:26anos então todo o material com mais de

11:3011.000 anos é de 11 mil anos para trás

11:33ele vai ser considerado um fóssil se o

11:36material tem uma idade entre 7 mil e

11:40onze mil anos ele é considerado um sub

11:42fócio ou seja ele é quase um falso

11:46e esse ele tem né menos de 7.000 anos

11:51ele é qual será uma material atual ou

11:54recente Tá certo então os fósseis com

11:58relação aos tipos eles podem ser de dois

12:00tipos eles podem ser restos e podem ser

12:03vestígios os restos é a palavra posição

12:07ela já está dizendo do que se trata

12:10correspondem a partes é os restos

12:13correspondem a partes dos organismos

12:15como crânios e mandíbulas começa Estamos

12:19vendo na imagem dentes Conchas troncos

12:24folhas frutos todos esses são

12:27considerados restos porque são partes

12:31dos organismos e os vestígios eles

12:35correspondem apenas a evidência da

12:39existência do animal ou do vegetal no

12:43passado e essa evidência ficou

12:46e nas rochas como é o caso aqui que eu

12:49mostro para vocês das pegadas a gente

12:51tem aqui uma trilha né é encontrado em

12:56Sousa na Paraíba no município de Sousa

12:59no estado da Paraíba é uma trilha é

13:01feita por um dinossauro então tem as

13:03pegadas deixadas aqui né as marcas

13:06deixadas pelo deslocamento do dinossauro

13:09que passou aí né Há milhares de anos é

13:12um extinção vestígios então eles não

13:16eles não têm partes do organismo mas

13:19apenas uma evidência da existência do

13:22organismo

13:23em qualquer dúvida fique à vontade para

13:26perguntar

13:30o rapaz Odontologia ela pode ser

13:33subdividida em paleontologia de

13:35invertebrados paleontologia de

13:38vertebrados paleobotânica

13:40micropaleontologia tá é os fósseis eles

13:45podem ser divididos em dois em três

13:48grupos está certo em macro fósseis são

13:51aqueles fósseis que são podem ser

13:53pegados podem ser tocados e vistos a

13:55olho nu e os microfósseis que são

13:59aqueles minúsculos fósseis que para um

14:02estudo e uma melhor visualização nós

14:05vamos precisar olhar os em uma lupa em

14:08um microscópio estereoscópio e os que

14:10não fazem você que não fósseis eles

14:13correspondem né eles são vestígios

14:17acerta eles não são restos estão

14:19vestígios e eles correspondem a

14:23registros da atividade né dos organismos

14:29Tá certo

14:30é uma pegada é uma atividade de

14:32deslocamento de locomoção então é

14:34costurado mim que não fosse um ovo

14:37fossilizado ele é considerado mim que

14:40não fosse o quê Porque ele é produto de

14:42uma atividade que atividade atividade de

14:45reprodução é certo

14:48e cabe ressaltar aqui dentro assim que

14:54não falta em Nós também vamos ter outros

14:55exemplos né como é os coprólitos os

15:00coprólitos são as fezes ou utilizadas

15:03Então as festas são produtos de uma

15:06atividade né de excreção então como eu

15:09falei deixa paleontologia de

15:11invertebrados e a paleontologia de

15:13vertebrados trabalho botânica que vai

15:15estudar né os registros dos vegetais

15:18fósseis EA micro paleontologia a

15:22micropaleontologia vai estudar os

15:24microfósseis então pólen e esporos né

15:29com por exemplo a gente conhece das

15:30plantas atuais eles também se preservam

15:33como fosse tão estudar pela micro

15:35paleontologia além de outros organismos

15:38né é microcrustáceos micro moluscos que

15:42são estudados pela me colocar

15:46micropaleontologia dessa imagem nós

15:48temos aqui alguns

15:48a sessão em fósseis minúsculos que são

15:53muito importantes nas os estudos de

15:56bioestratigrafia vinculados à prospecção

16:00de petróleo Aqui nós temos os

16:03foraminíferos em alguns desenhos alguns

16:06exemplos aqui de tipos de espécies de

16:10Fora mamíferos então só para que vocês

16:12têm uma noção do como é do com pequeno é

16:14o material nesta imagem Aqui nós temos

16:17uma agulha né E aqui no furo da agulha

16:21né no buraco da agulha a gente tem um o

16:23microfone aqui é o pra vocês verem o

16:26quão pequeno né são os microfósseis é

16:30aqui nós temos dessa imagem uma

16:32diatomácea mostra code ou radiolário uma

16:36espícula de uma esponja não foram

16:38ministradas e um cole também são todos

16:42microfósseis

16:45e os grãos de pólen né para representar

16:48aqui vocês alguns grãos de pólen é

16:51fósseis Tá certo também são encontrados

16:54é no registro geológico use que nó

16:58fósseis Como já falei a que a gente tem

17:00uma trilha com várias pegadas EA que uma

17:03pegada única de um dinossauro terópode a

17:07Esse é um exemplo não é bem próximo da

17:10gente principal é o chamado meu score

17:12Tropical zensys ele é o símbolo né do

17:16laboratório de paleontologia que

17:17condenado por mim da UFF aqui em Picos

17:20aqui a gente tem né imagem do fóssil São

17:23escavações né verticais como vocês podem

17:26vir aqui é esse material ele é endêmico

17:30da formação geológica chamada formação

17:33Pimenteira que ocorre aqui na região de

17:36Picos e esse material ele foi coletado

17:39coletado no final da década de 50 e

17:42descrito por que já em 1966 então como é

17:45um material que foi encontrado

17:47primeiramente aqui em Picos e região

17:49quis homenagear a cidade e lhe deu o

17:51nome de meus corpos e consciências tá

17:53então é ele corresponde a essas

17:58escavações verticais né lá piadas uma

18:01próximas a outra é um antes de virar um

18:04fósforo antes de se tornar uma rocha

18:07E aí era inconsolidado como uma areia em

18:11uma areia todo mundo já deve ter visto

18:12né uma arena na margem de um lago na

18:16margem de um rio ou na praia com areia

18:19está úmida né ela fica ela consegue

18:22mente não tá consolidado é tudo molinho

18:25ali estamos organismos eles vinham em

18:27alguns animais eles fizeram essas

18:30escavações que depois foram preenchidas

18:33e quando foram preenchidas elas

18:34endureceram né identificaram que a gente

18:37fala e virou uma rocha então a gente já

18:39que uma amostra de um equinócio aqui da

18:41região

18:43a a a paleontologia é importante né pela

18:49relevância da utilização dos dados

18:50paleontológicos então esses dados eles

18:53podem ser utilizados para os estudos de

18:55evolução visando determinar taxas de

18:58evolução e de extinção diversidade EA

19:01extinção em massa padrões evolutivos né

19:04servem para interpretar processos de

19:07adaptação e morfologia funcional de

19:09organismos extintos para os estudos de

19:12Ecologia né auxiliando a internação dos

19:14ecossistemas antigos dos fatores que

19:17limitavam esses ecossistemas na

19:20distribuição espacial dos organismos no

19:23passado geológico que a gente chama de

19:24Palio biogeografia na biogeografia na

19:28identificando evolução do clima da terra

19:31é distribuição no espaço e no tempo é o

19:36estabelecimento dos biomas e das

19:39províncias como a gente conhece Hoje os

19:41fenômenos de migração

19:43e são e Barreiras EA existência de

19:45Barreiras geográficas no espaço e no

19:47tempo né além também de contribuir não é

19:51para o conhecimento sobre a tectônica de

19:54placas e de mudanças fisiográficas

19:57através do tempo geológico no Facebook

20:00ruim desculpa incomodar um pouco é que

20:04os alunos estão pedindo para entrar tem

20:06vários alunos querendo entrar na aula aí

20:09tem como aceitar certo eu vou ter que

20:12fechar aqui para poder aceitar né por

20:15isso que é importante né que entrem na

20:19hora marcada na hora certa né é para que

20:23a gente não fique fazendo esse tipo de

20:25pausa tá eu aceitei só tinha uma

20:34eu vou continuar a apresentação me diga

20:37se a si a projeção foi aberta

20:41Ah tá assim aparecendo

20:43E aí

20:46e pronto aparecendo mais alunos café é

20:52tá dando para entender pessoal eu tô

20:54falando muito rápido

20:58e não tá ótimo tá dando para entender

21:01Sério Que bom pessoal só o seguinte

21:04começou eu estou em Picos começou uma

21:07chuva grossa agora é capaz de cá e aqui

21:10a conexão mas vamos continuar então para

21:12estudos de Geologia Econômica né esses

21:16fósseis eles também tem essa importância

21:19eles têm uma finalidade o uso que é na

21:22chamada bioestratigrafia alguns fósseis

21:26principalmente os microfósseis como

21:27vocês estão vendo aqui na imagem Eles

21:30são muito importantes na prospecção do

21:35petróleo alguns deles são indicativos de

21:39níveis né quando a quando a Petrobras

21:41ela vai perfurar um poço alguns nesses

21:45esses microfones são encontrados eles

21:47são indicativos é se naquele local

21:51naquela determinada profundidade a ou

21:53não né a incidência de petróleo esse

21:57esse petróleo

21:58e esse depósito ele é passível né de

22:02exploração econômica deve ser viável ele

22:05ser explorado Então por que estudar a

22:09paleontologia tá é o que é através do

22:13estudo dos fósseis né Nós vamos poder

22:15perceber a verdadeira diversidade do

22:18planeta Então a nossa diversidade atual

22:21é do nosso planeta comparada com a

22:25diversidade é ócio é ela representa

22:29apenas uma pequena fração tá de toda

22:33adversidade que a terra já teve um

22:35exemplo que eu trago para vocês são os

22:37braquiópodes esse grupo ele tem 20/120

22:41gêneros viventes né e 4.500 gêneros

22:46fósseis

22:47é mais estudamos também a paleontologia

22:50é para observar evidências da evolução

22:54da Então acho que essa imagem aqui

22:56desses membros anteriores né do homem da

23:00ram do morcego do meu fim do cavalo você

23:02já devem ter visto em algum livro é e é

23:05são os mesmos ossos porque eles sofrem

23:08adaptações na sua morfologia é para

23:15realizar o desenvolverem né ah o tipo de

23:20atividade o movimento que cada um desses

23:22grupos aí vai necessitar né para se

23:27locomover para se mexer aí no caso a

23:31através do estudo dos fósseis né Nós

23:33também podemos entender a distribuição

23:35dos organismos atuais e fósseis

23:38determinar a idade de aparecimento e de

23:41extinção Tá certo então um exemplo aqui

23:45vem para quem gosta por exemplo

23:47O que é os insetos eles surgiram aqui é

23:50o no devoniano como é que a gente sabe o

23:52que o fóssil mais antigo de inseto que a

23:54gente tem conhecimento e que foi

23:56encontrado ele tá aqui no do devoniano

23:58médio né e é um grupo que foi se

24:01expandindo se diversificando ao longo do

24:04tempo geológico até chegar aqui ó nos

24:06dias atuais estão sem sucesso o grupo

24:08dos insetos né eles existem desde o

24:11devoniano então Diferentemente dos

24:14trilobitas trilobitas você realmente são

24:17um invertebrados marinhos que surgiram

24:20no cambriano se expandiram é durante o

24:23cambriano e a partir do ordoviciano eles

24:26começam a sofrer um declínio até serem

24:29extintos aqui ó ao final do permiano

24:32então é através do estudo dos fósseis a

24:36gente consegue determinar quanto é que

24:38os grupos é é de animais e de plantas

24:41surgiram né E quando ele se extinguiram

24:45né Assim como

24:47o que né é conseguiram sobreviver até os

24:51dias de hoje através dos fósseis nós

24:54conseguimos entender também as mudanças

24:56na Flora e na fauna ao longo do tempo

24:59geológico podemos reconstruir ambientes

25:03antigos resolver problemas filogenéticos

25:08calibrar cladogramas para para calcular

25:11idades e divergência declarados é os

25:14fósseis eles constituem evidências para

25:16a migração dos continentes

25:20a atacar eles também contribuem para o

25:22entendimento da dinâmica da tectônica de

25:25placas Lembrando que a tectônica de

25:27placas é o principal fator de extinções

25:32e de mudanças climáticas em larga escala

25:34Tá certo então a gente ao longo do tempo

25:37né o planeta ele foi se modificando né

25:41passando de uma dessa primeira

25:44configuração aqui Estes são mapas Palio

25:47geográficos né em que mostra que a

25:50movimentação das massas de terra em

25:52messas né Essas massas elas vão se

25:55movimentando para formar uma grande

25:57massa única e Terra chamada de pangéia e

26:02o único grande oceano chamado de

26:04pantalassa e com o passar do tempo

26:07nessas massas ela se aproximaram para

26:10formar um único continente tá e logo em

26:14seguida pode continente foi formado é

26:17essas massas Elas começam a se

26:19fragmentar

26:20e dando origem em dois continentes é o

26:23gol do ano ao sul e lá Brasil ao norte e

26:26continuaram se fragmentando ao longo do

26:28tempo até assumir essa configuração né

26:32que a gente conhece hoje

26:35e é através dos fósseis nós conseguimos

26:37identificar mudanças ambientais ao longo

26:39do tempo então é possível né é saber é

26:45variações do nível de oxigênio

26:48atmosférico da temperatura global e

26:52também do nível do mar né então

26:55temperatura oxigênio eo nível do mar Nós

26:59também conseguimos determinar através de

27:02estudo dos sócios a gente consegue saber

27:04quando é que é Em que momento da

27:06história da terra é tivemos mais

27:10oxigênio disponível Quando foi que a

27:13gente tem uma temperatura mais alta ou

27:14temperatura mais baixa e quando foi que

27:16a água do mar subiu e quando foi que a

27:18água do mar baixo

27:20e o nível da água é através do estudo

27:26dos fósseis né É nós temos resultados

27:32consideráveis para a pesquisa do

27:34petróleo e outros combustíveis minerais

27:36e importância econômica como eu já falei

27:39pra vocês o que existem alguns algumas

27:41espécies fósseis É principalmente

27:43microfósseis em funciona como

27:45indicadores de petróleo porque eles eles

27:47têm um ambiente preferencial uma

27:50profundidade preferencial ambiente esse

27:53e profundidade essa né que são

27:55necessários para que o petróleo se forme

27:58já que ele é oriundo né do da

28:01decomposição de organismos

28:05e em Ecologia e biologia né Para para

28:08que a gente estuda a origem dos

28:10comportamentos né como uma espécie

28:12fóssil Ela vivia e como ela interage ia

28:14é junto com a geologia os fósseis nos

28:17possibilitam da ou seja determinar a

28:20idade das camadas sedimentares da terra

28:22né é uma datação relativa é uma da

28:26questão meramente posicional aí a gente

28:29vai entender o que a datação relativa e

28:31o que é uma datação absoluta Expressa em

28:33anos né ainda na aula de hoje

28:37ah e também porque colocar fósseis é

28:39muito emocionante Tá certo pessoal é

28:42infelizmente a nossa disciplina e a pele

28:44à distância no não nos permite né

28:48realizar um trabalho de campo né mas é

28:51eu me sinto reposicionado quando leva os

28:54alunos para o campo né e que eles eu

28:56vejo aquela sensação que eles têm um

29:00momento em que eles encontram fóssil no

29:01campo então aqui a gente tá mostrando

29:03dois duas imagens né de vertebrados é

29:07que no campo a gente tem que fazer esse

29:09bloco de gesso aí como vocês estão vendo

29:11para que nem nem uma parte se perca tá

29:15então são locais na superfície da terra

29:18né no ambiente externo então geralmente

29:22aqui é são afloramentos que a gente

29:25chama as margens de estradas mas também

29:28nós encontramos fósseis dentro de

29:30cavernas como vocês podem ver aqui né o

29:33professor eu aqui nessa foto não é

29:35trabalhando né durante

29:37e as minhas pesquisas em uma das

29:38cavernas no Estado do Ceará nem tá

29:41caverna era um ambiente totalmente

29:43inóspito né e de difícil acesso Edifício

29:47trabalho é diferente da gente coletar o

29:49material na superfície né aqui onde a

29:54gente está

29:57Olá pessoal vamos falar um pouco agora

30:00sobre os princípios básicos da

30:01paleontologia Tá bom então todos esses

30:04que se preza ela vai se basear como eu

30:06já falei em princípios e esses

30:09princípios eles vão vir de outras

30:11consciências da biologia e da geologia

30:14como a gente já adiantou tá bom é um

30:18para o estudo dos fósseis alguns

30:19princípios básicos devem ser observados

30:22o primeiro deles é o princípio do

30:24uniforme Tallis Esse princípio ele foi

30:28cunhado ele foi criado e idealizado por

30:31James Hilton e após a sua morte é um

30:35outro pesquisador chamado tanto carlisle

30:37é passou a defender neste princípio Esse

30:42princípio Ele disse que os processos

30:44vitais do passado não é teriam com

30:48diferido é essencialmente dos processos

30:51atuais em outras palavras Resumindo o

30:54princípio do formalismo ele utiliza

30:57o presente como chá para o passado ou

31:00seja obsece observamos os eventos que

31:04acontecem hoje no presente a gente está

31:07Polo eles para o passado e entender como

31:10foi a dinâmica no passado uma vez que

31:12esses eventos eles são simples os ao

31:14longo da história da terra é o princípio

31:18do uniformitarismo taxonômico ele fala

31:21da extrapolação para os fósseis das

31:23mesmas características ecológicas dos

31:26táxons vivências de parentesco mais

31:27próximo um exemplo clássico é que eu

31:31gosto sempre de trazer os alunos está

31:35relacionado ao formato de alguns peixes

31:39existem peixes que são achatados

31:42dorso-ventralmente né como a gente tá

31:46vendo aqui ó esse e esse exemplo né um

31:49texto achatados dorso-ventralmente

31:51existe aqueles que são achatados

31:53lateralmente Então essa imagem né que

31:56vocês estão

31:57Oi e essa outra aqui na lateral mostra

32:00essa na lateral conjunto passando a seta

32:02tá certo mostra um corte né que foi

32:06feito uma sessão ao longo do corpo do

32:08peixe então para a gente poder ver quais

32:11são aqueles que são achatados

32:12lateralmente e os que estão achatados

32:14dorso-ventralmente como o fundo do

32:18oceano é o assoalho Oceânico ele é

32:21irregular cheio de obstáculos um peixe

32:26que é achatado dorsoventralmente ele vai

32:30apresentar mais dificuldades de

32:32locomoção então esses peixes que Sasha

32:34atrás Nossa mentalmente geralmente eles

32:36estão acima né da da parte mais superior

32:40da lâmina d'água Eles não estão tão

32:42próximos do fundo ou seja do Assoalho

32:44Oceânico próximos ao assoalho Oceânico

32:47que é cheio de obstáculos e nós vamos

32:50ter peixes mais delgados que são esses

32:52achatados né

32:56e lateralmente nessa lateralmente

32:59achatados eles vivem junto ao substrato

33:01acidentado Porque como eles são mais

33:03delgados é isso conseguem se

33:06desvencilhar desses obstáculos com mais

33:09facilidade então é uma característica é

33:13ecológica que nós observamos atualmente

33:15e que a gente extrapola a certo faz uma

33:19comparação com os fósseis a gente está

33:21aplicando o princípio do formalismo

33:23taxonômico

33:25é o princípio da analogia ele nos traz

33:29né como conceito aqui que as formas

33:32fósseis ela elas tem a mesma

33:34significação maior funcional que tem os

33:36organismos atuais um exemplo clássico se

33:40estamos no campo encontramos um crânio

33:43né com dentes pontiagudos e serrilhados

33:48certamente não é de cara a gente já vai

33:50dizer que aquele indivíduo ele não é um

33:54herbívoro e sim um carnívoro é

33:57simplesmente por conta da sua medição

33:59quem é que tem hoje dentes pontiagudos e

34:02serrilhados estão os animais carnívoros

34:05herbívoros a morfologia do dente deles é

34:07totalmente diferente né então se a gente

34:10a gente também faz essa observação nessa

34:12analogia essa comparação nova funcional

34:15quando a gente encontra os fósseis então

34:17quando a gente encontra um crânio com

34:20dentes pontiagudos E serrilhados então

34:21eu ja descarto que ali seja é herbívoro

34:24eu vou trabalhar só com

34:25a carne vai dentro do grupo dos

34:28carnívoros quem a quem pertence aquele

34:31crânio e aquela mandíbula Então vou

34:34tentar agora estudar a morfologia do

34:36dente o formato do crânio

34:38características né anatômicas que

34:42ficaram preservados para que eu possa

34:44determinar a quem pertence o a quem

34:48pertenceu aquele posto ali aquele resto

34:51que eu encontrei

34:53é o quarto princípio o princípio da

34:55superposição das camadas é o princípio

34:57vindo da geologia ele foi proposta por

35:00Nicolau steno tão e coloque nele ele

35:02contribuiu muito para a a parte da

35:05geologia chamada estratigrafia as é a

35:09estratigrafia a ciência que vai estudar

35:11as rochas estratificadas que são essas

35:13rochas que nós podemos observar as vezes

35:17em cortes de estrada ou em alguns morros

35:20aqui na região de Picos que nós

35:22observamos camadas essas camadas assim

35:26horizontais como vocês estão vendo a

35:28gente chama de estratos sedimentares tá

35:30é o Nicolau steno ele diz através desse

35:34princípio ele nos diz que uma em uma

35:38sequência sedimentar os fósseis

35:40encontrados nas camadas inferiores a

35:43certo eles são mais antigos que aqueles

35:46encontrados nas camadas superiores ou

35:49seja as camadas inferiores também são

35:52mais antigas

35:53Tá certo pessoal vô para aqui novamente

35:58para aceitar alguns alunos estão pedindo

36:01pedindo para entrar na sala

36:06G1

36:09E aí

36:10E aí

36:14Bom vamos lá vamos continuar é

36:25bom então o que que esse princípio da

36:28superposição das camadas ele ele nos diz

36:30tá certo é que essas camadas elas são

36:33depositadas ao longo do tempo tá E que a

36:36camada mais inferior ela sempre é mais

36:39antiga que a camada que está acima dela

36:41tá tô aqui no tempo um nós temos ali

36:44posição de uma camada no tempo dois essa

36:47camada que foi depositado anteriormente

36:49ela já é recoberto por uma segunda

36:52camada com ela ela foi depositada

36:54posteriormente ela é mais jovem é a

36:57camada que está abaixo e assim

36:59sucessivamente Então as camadas mais

37:01basais mais inferiores elas são mais

37:03antigas porque foram depositados

37:05primeiro então quanto mais próximo do

37:07Tom mais jovem mais recente é aquela

37:10camada

37:11e consequentemente o conteúdo fóssil

37:14controle fosse encontrado nessa camada

37:17aqui que a camada um ele vai ser muito

37:19mais antigo do que aquele fosse quer

37:21encontrar aqui na camada 3

37:24e vem cá aqui só para exemplificar

37:26também o quinto princípio ele fala da

37:30sucessão biótica ele nos traz os fósseis

37:33né como uma sucessão no tempo em datas

37:37determinadas e é Esse princípio baseado

37:40na lei da irreversibilidade da evolução

37:42nenhuma vez que o processo de evolução

37:44ele é um processo de melhoramento né

37:47nunca há uma regressão é o cio e o

37:51determinado grupo ele é adquirir uma

37:54característica ele desenvolve uma

37:56característica de melhoramento para se

38:00adaptar ao ambiente ele nunca vai

38:02regredir ou seja nunca ele vai voltar ao

38:05que era antes né porque porque a

38:07evolução ela irreconhecível é o processo

38:09de melhoramento né e não de pior a mente

38:13digamos assim

38:14Oi e o sexto princípio é o princípio da

38:17correlação de camadas baseado em fósseis

38:19então é possível é que haja uma

38:25correlação né de estratos sedimentares

38:29vocês de rochas de camadas sedimentares

38:32a longas distâncias Tá certo E esses E

38:36essa comparação essa correlação ela é

38:39feita com base não soma no tipo de rocha

38:42mas não tipo de sócio que é encontrado

38:45naquela camada

38:50se mais alguém querendo entrar aqui na

38:52sala tem lá

38:58em alguma pergunta até agora pessoal

39:05Bom vamos lá tá dando para entender né

39:07Então é eu não posso deixar de falar um

39:12pouco para vocês sobre a dinâmica

39:14interna da terra alguns conceitos

39:16básicos espero que vocês entendam Como é

39:18que os fósseis se formam explica mais um

39:20pouquinho aí eu não entendi esse essa

39:22parte você falou aí qual dela

39:26e é para o último que tu falou aí ó

39:31É sim sexto princípio ou seja pronto o

39:36sexto princípio ele se chama princípio

39:39da correlação de camadas em camadas

39:42sedimentares baseada em fósseis Tá certo

39:46então eu posso ter uma flor amento

39:49rochoso Digamos que esse primeiro aqui

39:52Você tá vendo que afora meto a ele pode

39:55estar aqui em Picos Tô dando um exemplo

39:57e esse B ele pode estar né em Dom

40:04Expedito Lopes e esses e ou esse de aqui

40:09ele sente nenhuma né Tem alguma que dá

40:12em uma né então vamos lá então perceba

40:15que o perfil que você tá vendo aqui de

40:19Ele é igual que você tá vendo aqui em a

40:23é isso não sugere uma continuidade das

40:27camadas Tá certo então se eu encontro

40:31aqui em Picos uma determinada camada que

40:34eu chamei aqui de camada um com esse

40:37tipo de foto aqui que é um trilobitas e

40:40eu estou eu vou até aí nenhuma e eu

40:42encontro lá uma forma muito morro eu vou

40:44estudar esse morro e eu encontro a mesma

40:47camada o mesmo tipo de rocha que eu

40:49encontrei a quem Picos com o mesmo tipo

40:52de fóssil Tá certo eu posso fazer essa

40:55correlação ou seja essa camada

40:58sedimentar quando ela foi depositada no

41:01mínimo ela se estendia daqui de Picos

41:06até a em uma Ah mas porque é que eu não

41:09encontro em dois Expedito Lopes Por que

41:13que eu não encontro bem que assim é na

41:15mirolândia

41:17é porque veja bem as rochas quando elas

41:22estão expostas na superfície elas estão

41:24sujeitas ao intemperismo e erosão Então

41:28esse material ele foi consequentemente

41:31depositado desde Picos até em uma Mas

41:34por que que entre Picos em uma não

41:36encontro porque o intemperismo e erosão

41:38podem ter agido atuado nessa nesse

41:43intervalo é nessa distância entre Picos

41:46e a em uma é e ter degradado Todo o

41:50material tem erodido todo material É por

41:52isso que eu não encontro nos outros

41:53afloramentos aqui entre dois pedido e e

41:56entre dois Expedito e na mirolândia eu

42:00tô dando assim um exemplo é próximo da

42:03gente quer que vocês possam entender

42:05essas correlações pessoal eu dei um

42:08exemplo aqui e a forma mais próximos mas

42:10essas correlações elas podem ser feitas

42:12a longas distâncias inclusive né de um

42:15continente para outro

42:17e essa imagem aquela ao lado direito

42:20elas Ela nos mostra cada mancha dessa

42:23que vocês estão bem Vocês estão vendo

42:25todos os continentes a configuração

42:28atual deles não é essa tá mas é nessa

42:33imagem nós precisamos nós tivemos de

42:36aproximar os continentes para colocar

42:38essas manchas coloridas que vocês estão

42:40vendo essas manchas coloridas Elas

42:43mostram a área de distribuição de grupos

42:47fossilíferos

42:49e preste atenção que no finzinho da

42:52América do Sul no sul da América do Sul

42:54tem uma mancha mais azulada corresponde

42:57ao a distribuição de um fóssil chamado

43:01mesosaurus brasiliensis ele é um rápido

43:04e ele é encontrado somente no sul da

43:07América do Sul e no sul da África tá e a

43:11África EA América do Sul elas estão

43:13separadas hoje então o encontro né de se

43:17encontrar esse mesmo fóssil aqui ir lá

43:21na África nos dá né uma evidência de que

43:25esses continentes estiveram juntos é que

43:28é o que possibilitou tem essa

43:30distribuição no outro exemplo é essa

43:33mancha maior que pega quase que pega

43:36todos os continentes Tá certo que é de

43:38um vegetal uma Flora chamada Flora

43:41glossopteris essa Flora ela apresenta

43:45ela é encontrada ela tem uma ocorrência

43:47como fóssil em

43:49um dos continentes tá e nós sabemos que

43:52os vegetais eles não se movimentam a

43:55professor Mas eles tem os pólens e os

43:58esporos que podem ser despertados pelo

44:00vento sim Podem sim mas pessoal a uma

44:04distância tão grande desse jeito capaz

44:07de atravessar os oceanos como a gente

44:10tem hoje então encare a impossível é

44:13impossível então é nós encontrarmos esse

44:17essa nesse mesmo vegetal aqui nos dá

44:20aqui na América do Sul na África na

44:23Índia na Antártica e na Austrália isso

44:25nos remete né a a ideia da existência da

44:30pangeia de que esses continentes

44:33estiveram juntos em um determinado

44:34momento e esse vegetal esse grupo

44:37vegetal ele era tão bem adaptado que ele

44:39tinha uma grande área de Distribuição e

44:42como ele está extinto hoje nós

44:43encontramos ele como fosse e os fósseis

44:46são encontrados em todos esses

44:47continentes Então mas

44:49a fazer uma correlação a longas

44:51distâncias com base nos fósseis ficou

44:53Claro agora

44:56E aí

44:59é sim ou não procuro cara que sempre

45:05tudo Ficou claro três ligar obrigado a

45:11É isso mesmo tem que perguntar que é

45:13para me sentir sozinho aqui tá bom Então

45:17pessoal como eu tava falando a gente tem

45:20que falar um pouquinho aqui sobre a

45:21dinâmica externa da terra alguns

45:23conceitos básicos para que vocês

45:25entendam Como é que os fósseis são

45:27formados

45:29bom então é nesse momento agora eu vou

45:32meu o que eu quero de vocês é que vocês

45:35se conheçam as principais formas de

45:37relevo é Conheça o que é uma bacia

45:39sedimentar compreenda o processo de

45:42preenchimento de uma bacia sedimentar e

45:44como é que os restos orgânicos o porque

45:47a gente encontra como fóssil vão ser

45:49incorporados ao registo geológico Tá bom

45:51então assim nós sabemos que a superfície

45:54da terra é irregular então relevo da

45:58terra é o que a gente veio aqui na

45:59superfície ele é enxágua nós temos Áreas

46:02elevadas Áreas planas e áreas rebaixadas

46:06tá e a ciência que vai estudar o relevo

46:09se chama Jeová mofologia é um Ramo do

46:13conhecimento que vai envolver né outras

46:17duas ciências que a Geografia EA

46:19geologia tão aqui só para exemplificar

46:22nós temos áreas elevadas com a uma

46:25montanha as Cordilheiras Serras as

46:28colinas

46:29e mais é baixas como as planícies é um

46:34vale e áreas relativamente elevados como

46:37os planaltos e áreas rebaixadas como as

46:39depressa as depressões

46:43e eu chamo atenção para vocês aqui é um

46:46perfil na superfície da terra onde a

46:48gente tem áreas elevadas como as

46:50montanhas áreas rebaixadas aqui com mais

46:53de pressões os planaltos certo então eu

46:57vou chamar atenção para essas áreas aqui

46:58as depressões que são áreas rebaixadas

47:01Tá bom é só para pontuar assim como a

47:05superfície da terra ela é irregular é a

47:09superfície do Assoalho Oceânico também a

47:11irregular é uma no fundo do oceano nós

47:14temos cadeias de montanhas temas vulcões

47:17temos Colinas e montanhas no fundo do

47:20oceano também

47:22bom então pessoal essas depressões na

47:25superfície da terra desde que elas

47:28estejam ou se espalhem por uma grande

47:31área na superfície da terra nós chamamos

47:34de bacia sedimentar a bacia sedimentar

47:37ela é uma depressão na crosta terrestre

47:40para onde são carreados e acumulados os

47:44detritos ou clássicos que a gente chama

47:47de partículas sedimentares ou de

47:49sedimentos

47:51tu é de onde é que vem essas partículas

47:55sedimentares das áreas mais elevadas

47:57então as áreas elevadas pessoal como as

48:01montanhas as colinas as Cordilheiras as

48:05Serras os morros eles estão é todos os

48:10dias expostos aos agentes intempéricos E

48:14erosivos então a variação da temperatura

48:17a água da chuva a ação do vento vai

48:22desgastando e vai modelando essas áreas

48:25elevadas fazendo inclusive com que esses

48:29essas áreas elevadas se fragmente tem e

48:33originais fragmentos menores de rocha

48:35grãos de areia grãos de minerais É

48:38porque ela vai se desgastando ao longo

48:41do tempo por conta da ação dos agentes

48:43intempéricos E erosivos então esse

48:46material que vai se desprender dessas

48:49áreas elevadas

48:51bom né cair no seu pé Ali né próximo

48:55essas áreas elevadas e vão ser

48:57transportados pela ação da água da chuva

49:01pelo vento e pela ação da gravidade para

49:05as áreas rebaixadas que são as bacias

49:08sedimentares esse material é fragmento

49:12de rocha grãos de areia grãos de

49:15minerais eles são chamadas de partículas

49:17sedimentares Tá certo consequentemente

49:22nós temos animais e plantas que vivem

49:25também aqui na superfície e que um dia

49:29acabam morrendo quando morre eles também

49:33podem ser transportados pela ação da

49:36água da chuva né uma enxurrada ou pela

49:39ação do vento ou pela ação da gravidade

49:42também para várias rebaixadas junto com

49:46o material oriundo do desgaste das

49:50rochas que estão

49:51bom então tanto os restos né dos animais

49:56e das plantas como também os fragmentos

49:59de rocha o tanto um quanto outro podem

50:01ser transportados e são transportados

50:04para usar os rebaixados que são as

50:06bacias sedimentares a bacia sedimentar

50:09essa área deprimida e se chama bacia

50:11sedimentar porque ela vai receber esse

50:14aporte de sedimentos ou seja esses

50:16clássicos que podem ter uma origem

50:18inorgânica ou orgânica os de origem

50:22inorgânica são justamente os minerais as

50:25rochas fragmentos de rocha e os de

50:27origem orgânica ou ser o que vai acabar

50:31virando fóssil os restos dos animais e

50:33das plantas ossos Conchas troncos folhas

50:38Capitão todo esse material ele é

50:40carregado ele é transportado depositado

50:44na bacia sedimentar na forma de camadas

50:46horizontalizadas que são os estratos

50:48sedimentares obedecendo o princípio da

50:51o som das camadas que a gente acabou de

50:53falar então à medida que a quantidade é

50:56de camadas aumenta Aumenta também a

51:00pressão EA compactação por quê Porque as

51:03camadas elas vão pesando uma sobre as

51:05outras Então aquela camada que tá lá

51:07embaixo ela vai ser mais compactada e

51:11esse peso né faz com que o material vá é

51:16se movimentando né em profundidade né e

51:21em temperatura e faz com que a aquele

51:25material que estava solto os grãos é que

51:29estavam soltos eles acabam cimentando e

51:31sofrendo uma uma aproximação né uma

51:36liquidificação que é o endurecimento

51:38informação da Rocha tá bom perguntas até

51:41aqui olha aqui eu tenho um perfil beija

51:43bem a área levada EA área rebaixada que

51:46a bacia sedimentar tem uns grãos

51:48sedimentares eles vêm e são

51:51e na forma de estratos sedimentares

51:53dessas zonas aqui deprimidas chamadas de

51:56bacias sedimentares Tá certo

52:03é só aceitando aqui mais alguns colegas

52:05na sala

52:09E aí

52:12E aí

52:15bom então aqui um exemplo pessoal mapa

52:17do Brasil é que a gente mostra aqui para

52:19vocês todas as bacias sedimentares

52:21brasileiras tá certo é porque eu tô

52:25falando isso para vocês pessoal porque

52:27os fósseis eles 99,9 consegue os fósseis

52:32são encontrados em bacias sedimentares

52:34por isso que a gente tá falando de bacia

52:36sedimentar Tá certo Então veja a que o

52:40Brasil ele possui um potencial e Nato

52:44para a paleontologia o que existem

52:46diversas bacias sedimentares em todo o

52:49nosso país essa número três aqui ó é a

52:52bacia do Parnaíba Onde nós estamos

52:54inseridos quase todo o estado do Piauí

52:56tá dentro da Bacia do Paraíba então é

53:00possível né encontrar fósseis em quase

53:04todos os municípios aqui do Piauí

53:08perguntas

53:14Oi pessoal o que que acontece tá as

53:22rochas que estão expostas aqui na

53:23superfície elas passam por um processo

53:25chamado de meteorização é quem faz essa

53:28meteorização que esse desgaste das

53:32rochas são os agentes do intemperismo de

53:34erosão como eu falei para vocês água da

53:36chuva variação de temperatura né nos

53:39dias muito quentes e as noites frias vão

53:42é provocando rachaduras e desgaste

53:46nessas rochas que estão expostas na tela

53:48gerar em fragmentos menores que vão ser

53:51transportados para dentro da bacia

53:52sedimentar então eles podem ser

53:55transportados né Por faltar são como

53:58vocês estão vendo aqui na imagem podem

54:00ser enrolado ou eles podem ser

54:03transportados pelo vento em suspensão ou

54:06ainda por arraste né Por arrastamento

54:08então arrastamento é diferente de

54:11rolamento

54:13bom então todo esse material ele é

54:15transportado e o que que a gente tem

54:17como resultado os fragmentos de rochas

54:21né desprendidos dessas áreas mais

54:22elevadas e por exemplo ossos e conchas

54:26de organismos que viveram e que acabaram

54:30morrendo aqui na superfície da terra

54:32eles vão com o passar do transporte

54:36perdendo a sua forma original e ficando

54:39mais arredondado né mais perdendo os

54:43ângulos acho que todo mundo já deve ter

54:46observado que existem é rochas ou

54:50fragmentos de rocha algumas Pedrinhas

54:51Quando vocês vão né no no interior é o

54:55ou no sítio uma xará que eu perto de um

54:57morro ou no rio você já deve ter

55:01prestado atenção que existem fragmentos

55:02de rochas que são bem angulosos

55:05malfeitos bem pontiagudos e outro e

55:08outras rochas que são assim ó bem

55:11lisinhas bem arredondadas

55:13bom então quanto maior é o transporte

55:15mas arredondado vai ficar né o material

55:19eh seja é um fragmento de rocha um grão

55:23de areia ou mesmo o resto de um osso ou

55:26de um dente ou de uma concha tá então

55:28quanto maior o transporte mais

55:30arredondado Vai ficar quanto mais

55:32anguloso foi o material né o quanto mais

55:36o osso preservar sua morfologia -

55:38transporte ele sofreu ou seja mais

55:42próximo da área fonte ou seja da sua

55:44área original ele está

55:47e após a deposição da esse material ele

55:50é transportado e depositar dentro da

55:52bacia sedimentar na forma de estratos

55:54sedimentares como eu falei então após a

55:57deposição que que acontece cimentação e

56:00compactação justamente por conta do peso

56:03das camadas que foram sobrepostas então

56:07entre os grãos que estavam antes apenas

56:10tinham sido depositados estavam lá

56:12dentro da bacia é eles vão começar a se

56:15aproximar mais ainda uns dos outros

56:17aumenta a superfície de contato então

56:20espaço como é que estava preenchidos por

56:23ar e por água eles acabam sendo é

56:27expulsos né o ai acabam sendo expulsos e

56:31os graus eles vão ficando mais coesos e

56:33mais próximos uns dos outros é o que vai

56:36o que morrer para formação das rochas

56:39sedimentares

56:41e não o processo seria isso a gente tem

56:44uma rocha que está exposta na superfície

56:46ela é intemperizada Ela é iludida e o

56:51material né é transportado e depositado

56:55dentro da bacia sedimentar né como

56:58sedimentos na forma de status como vocês

57:00estão vendo essa imagem esses alimentos

57:03eles acabam Leite ficando ou seja

57:04endurecendo dando origem as rochas

57:06sedimentares como os fósseis eles são

57:09partículas sedimentares e vão estar

57:12embutidos aqui nessas camadas né eles

57:14vão endurecer liquidificar junto com

57:17aquele pacote de rocha lá que está se

57:19formando

57:21eu tô aqui durante a formação das rochas

57:24né aqui para exemplificar alguns seres

57:27podem ser fossilizados como vocês podem

57:29ver aí na imagem

57:32eu não tô aqui essa imagem também mostra

57:34né aqui um uma carcaça de um dinossauro

57:38né que morreu aqui na interface água

57:40sentimento depois aí é todo coberto por

57:43água os tecidos moles vão de cair vão

57:47sofrer necrose aí vai ficar só um os

57:50tecidos duros em geral que são os ossos

57:53não sou a a partículas né que de

57:57sentimentos que estão em suspensão

57:59dissolvidas aqui na água tendem a de

58:01cantar e vão de cantar sobre esse

58:05material Então vamos formar camadas

58:07sedimentares que vão se sobrepor e

58:09compactar ou mineral o resto é o resto

58:14forte aqui e que por algum efeito

58:16tectónica em posteriormente esse

58:19material ele volta à superfície vai se

58:21encontrar no campo Pelo paleontólogo

58:23certo

58:24as perguntas até aí

58:30e vamos aqui mais algumas para entrar

58:36E aí

58:38e eu espero que eu esteja sendo bem

58:46claro com com você está certo só

58:49bom então vamos lá é agora a gente vai

58:53falar própria mente sobre o processo de

58:56fossilização

58:59a taxonomia e processos de fossilização

59:05Essa é a fossilização de um organismo

59:09pessoal é ela resulta da ação de um

59:14conjunto de processos físicos químicos e

59:17biológicos que atuam no ambiente

59:19deposicional O que é que normalmente

59:23acontece quando é um organismo ele morre

59:28pessoal quando ele morre o que é que

59:30acontece

59:37Bom vamos lá participar

59:40e ele se decompõe se der compõe né isso

59:43isso muito bem ele se decompõe tá certo

59:47é o que normalmente acontece mas se ele

59:50se der com pow ele não vai desaparecer

59:53como é então que eu vou ter um fóssil

1:00:00Olá alguém saberia me explicar de

1:00:03sedimentos cai sobre ele né isso

1:00:05impedindo que as ações do ambiente faça

1:00:09essa decomposição muito bem como é seu

1:00:12nome Ana Lúcia Ana Lúcia Você fala de

1:00:16onde Ana Lúcia Gilbués Gilbués isso

1:00:21mesmo na Lúcia né A ideia é essa daí o

1:00:24material como você diz uma um material

1:00:27biológico né com um organismo quando ele

1:00:30morre ele ele tende a se der comprou é a

1:00:33lei de transformação é natural né então

1:00:37um organismo Ele nasce ele vive ele

1:00:39morre ele se decompõe né mas para que

1:00:43acontece o processo de fossilização essa

1:00:45essa historinha aqui né essa essa

1:00:50e essa transformação da matéria ela tem

1:00:53que ser abortada ou seja material e não

1:00:55pode se decompor então o processo de

1:00:57fossilização ele interrompe a o processo

1:01:01normal de transformação da matéria Tá

1:01:04certo então o processo de fossilização

1:01:07ele é um fenômeno Tá certo ele é visto

1:01:11como um fenômeno então é nem nem todos

1:01:15os organismos que já viveram e que

1:01:17morreram eles se tornaram fósseis por

1:01:20quê Porque a transformação da matéria é

1:01:23essa é nascer viver morrer e se der

1:01:27comprou Aí o processo de fossilização

1:01:29ele é a bota na ele vem e aborta a lei

1:01:33de transformação da matéria Então para

1:01:36que isso aconteça três condições são

1:01:39especiais é Para que ocorra a

1:01:42fossilização

1:01:43é a primeira eu sou ferramenta a

1:01:45primeira soterramento rápido é como a

1:01:47nossa amiga de Juarez falou é o material

1:01:50e precisa ser solta errado para que ele

1:01:52não fica exposto às intempéries do Meio

1:01:55ursinho a segunda condição é a presença

1:01:59de partes duras porque a presença de

1:02:02parte de todas porque as partes duras

1:02:04elas são mais passíveis elas são mais

1:02:07fáceis de serem preservadas no que as

1:02:09partes moles elas são mais resistentes e

1:02:11a terceira condição é a existência de um

1:02:14ambiente anóxico ou seja um ambiente sem

1:02:17oxigênio o que se tiver oxigênio nesse

1:02:20ambiente nós temos bactérias

1:02:22decompositoras e tendo bactérias

1:02:24decompositoras elas vão da compra o

1:02:26material e aí a gente não vai ter a

1:02:29formação do fóssil alguém quer falar

1:02:32E aí

1:02:35eu posso seguir

1:02:41E aí

1:02:43Bom vamos lá

1:02:46Essa é a tafonomia pessoal ela é a parte

1:02:49da paleontologia que surge ela surgiu em

1:02:541940 né é Graças aos estudos de um

1:02:57alemão chamado F9 é em que ele tentou

1:03:03explicar como é que acontece o processo

1:03:05de fossilização Porque até então ninguém

1:03:08sabia como era que acontecia tá então

1:03:10ela tá são dormia é um termo que foi

1:03:13cunhado por essa é Mall para é tentar

1:03:16entender como é que acontece esse

1:03:20processo de fossilização é a etimologia

1:03:24da palavra nettapus significa

1:03:27sepultamento e nomos leis grosseiramente

1:03:31né ao pé da letra seria as leis que

1:03:34regem o sepultamento Tá bom mas a gente

1:03:37vai já comentar aqui mais Então pessoal

1:03:40nós sabemos é que um organismo né que é

1:03:45encontrar

1:03:46o sócio um dia ele viveram um dia ele né

1:03:50é esteve Vivo e astronomia ela vem

1:03:56tentar estudar a história desse fóssil

1:04:00né a história dos fósseis Como é que os

1:04:02fósseis se formam tá bom É ela se divide

1:04:06em dois momentos em duas fases A

1:04:10primeira é a bioestratinomia a

1:04:14bioestratinomia ela vai estudar tudo o

1:04:18que acontece né com o organismo da sua

1:04:22morte até o seu soterramento primeiro de

1:04:25tudo para que o material se fosse Lise

1:04:28qual é a primeira coisa que tem que

1:04:30acontecer alguém poder me responder

1:04:37e olha a participação dos dois Pontes

1:04:41E aí

1:04:43a pessoa pode repetir o

1:04:47e o que é o que é que deve acontecer na

1:04:49qual é a primeira coisa que tem que

1:04:51acontecer para aqui uma material ver e

1:04:54assim fossilizar

1:04:56o organismo muito bem a move a morte

1:05:01quem foi que respondeu Rogério que Games

1:05:05e do policondrite Ana Lúcia

1:05:10Oi e o Rogério muito bem a primeira

1:05:14coisa que tem que acontecer para que o

1:05:16organismo se fosse eles ele tem que

1:05:17morrer Tá então é da sua morte até o seu

1:05:23soterramento quem vai estudar é a

1:05:27bioestratinomia é a fase da taxonomia

1:05:29chamada bioestratinomia Então tudo o que

1:05:32acontecer da hora da hora que ele morreu

1:05:35Inclusive a causa da morte até essencial

1:05:38tá errado todos os eventos que vão

1:05:40acontecer aí quem estuda abstrato

1:05:43economia tá inclusive pessoal o

1:05:46transporte ou transporte ele tá aqui ó

1:05:49antes do soterramento ele não pode ser é

1:05:51transportado depois de soterramento

1:05:53então o transporte ele vai ser estudado

1:05:56aqui na fase bioestratinômicos

1:05:59é tudo o que acontece após o

1:06:02soterramento né duas soterramento até a

1:06:05descoberta do fóssil pelo paleontólogo

1:06:08lá no campo quem vai estudar é a

1:06:11diagênese né ou fóssil de a génese ou de

1:06:14a Gênese dos fósseis é como alguns

1:06:17outros autores chamam tá é a segunda

1:06:19fase da taça anomia É nessa fase aqui de

1:06:23A genética após soterramento entre o

1:06:25sofrimento EA descoberta que o material

1:06:27vai ser agregado vai ser incorporado nas

1:06:32rochas Tá certo no registro genealógico

1:06:34é quando ele próprio mente vai digamos

1:06:36assim sempre ficar tá certo é quando ele

1:06:39vai passar a culpa hora Rocha

1:06:44é entendido até aí

1:06:47Há sempre um

1:06:50bom então como eu falei no início da

1:06:53aula existem dois grandes grupos de

1:06:55fósseis os restos que correspondem as

1:06:58partes de um organismo e essas parcelas

1:07:00podem ser partes duras ou partes moles e

1:07:03os vestígios que correspondem a

1:07:05evidências Indiretas do organismo e de

1:07:07suas atividades como pegadas os

1:07:10coprólitos que são as fezes utilizadas

1:07:13os gastrólitos os ovos dentre outros

1:07:18e existem outros tipos de fósseis é que

1:07:22são chamados de moldes contramoldes a

1:07:26possa eles corporais é outra

1:07:28terminologia e os e que não fósseis os

1:07:30microfósseis a gente já comentou

1:07:32corresponde a conservação de atividades

1:07:35dos organismos os fósseis corporais são

1:07:39aqueles fósseis que a gente consegue

1:07:40pegar tá são os esqueletos ou os tecidos

1:07:44moles tantes correspondem as partes os

1:07:46fósseis corporais correspondem a partes

1:07:49né é troncos folhas ossos dentes

1:07:52inclusive os microfósseis né apesar da

1:07:55gente não conseguir é pegar os mais a

1:07:57gente consegue visualizar óleo ou não

1:07:59então são partes que estão preservados

1:08:01são falsas coragem então microfósseis

1:08:03são fortes corporais

1:08:06Olá pessoal quando o material ele é

1:08:10depositado lá junto com os sedimentos e

1:08:13é soterrado pelas outras camadas

1:08:15sedimentares é ele pode ser né com o

1:08:18passar do tempo ele pode não se

1:08:20preservar ele pode ser dissolvido E aí a

1:08:23gente só vai ter um molde dele quando a

1:08:26gente encontrar Rocha aí que quebra a

1:08:28rocha passa Rocha a gente vai encontrar

1:08:30um molde Tá certo daquele material que

1:08:34esteve a lei um exemplo é uma concha é

1:08:37uma concha ela vai ser depositada lá

1:08:40junto com os sedimentos e foi outras

1:08:43camadas foram depositadas acima o

1:08:45material ficou lá e aí esse material ele

1:08:48pode ser dissolvido quando ele é

1:08:51dissolvido vai ficar o espaço vazio já

1:08:55que ele foi dissolvido então se eu

1:08:58encontro é a rocha e eu bar com martelo

1:09:01na rocha a rocha Av eu encontro lá a

1:09:04marca da concha

1:09:06Tô vendo um molde né então não tem um

1:09:10resto tá certo eu tenho um vestígio

1:09:14e eu tô vendo molde e esse vestígio ele

1:09:19não é o equinócio tá todo e que não

1:09:22fócio ele é um vestígio Mas nem todo

1:09:25vestígio ele é um micro fácil um exemplo

1:09:29que eu tô dando aqui é a coxa tá o molde

1:09:32da concha né é só impressão é a marca

1:09:36ela está lhe mostrando que a coxa esteve

1:09:39ali e não está mais então se a coxa não

1:09:41tá mais eu não tenho uma parte eu não

1:09:43tenho resto eu só tenho a evidência de

1:09:46que ela esteve então é um vestígio tá

1:09:49Week nos fácil ele é um vestígio mas ele

1:09:52está relacionado à preservação ou

1:09:55conservação de atividades dos organismos

1:09:59tá a marca da concha de uma atividade tá

1:10:03é uma evidência de carro concha esteve

1:10:05ali agora uma pegada ela é o registro de

1:10:08uma atividade quem pisou ali estava se

1:10:12deslocando estava andando

1:10:14bom né é uma atividade de deslocamento

1:10:18é um contra molde pessoal ocorre quando

1:10:22a coxa que foi soterrada ela vai ser

1:10:26dissolvida e o espaço vazio ele vai ser

1:10:30preenchido por outro material um mineral

1:10:34que esteja disponível em abundância lá

1:10:37no ambiente deposicional tá então quando

1:10:41ele vai lá preencher o espaço que está

1:10:44vazio ele vai acabar gerando uma réplica

1:10:48né da concha original seja do material

1:10:51original não é o material original é

1:10:54apenas uma réplica é o que a gente chama

1:10:56de Contramão tá então no molde a A

1:11:00modelagem da carcaça nos rendimento

1:11:03seguiram da sua dissolução

1:11:05e já não compra molde né é ocorre a

1:11:09dissolução da carapaça e em seguido de

1:11:13imediato a sua substituição resultando

1:11:16numa carapaça modelada semelhante ao

1:11:18original

1:11:21é é é importante nós falamos né da

1:11:26biomineralização porque a

1:11:29biomineralização ela corresponde o

1:11:31processo biológico de informação de

1:11:34tecidos duros mineralizados envolvendo

1:11:39indo e exoesqueleto tá é um fenômeno que

1:11:44faz parte do metabolismo dos organismos

1:11:46vivos é e é através do metabolismo que o

1:11:51organismo Ele vai produzir em minerais

1:11:53para a construção do esqueleto seja a

1:11:55esse esqueleto indo ou vezes que ler

1:11:58então é importante a gente fala de

1:12:00biomineralização porque o que a gente

1:12:02mais encontra o que mais se preserva

1:12:04como fóssil São os tecidos duros

1:12:07mineralizados é ossos e dentes e Conchas

1:12:13Oi passa aqui é aqui só para

1:12:16exemplificar para vocês né alguns

1:12:18minerais táxons aqui então para cada

1:12:22táxon existe aqui um mineral que vai é

1:12:25ser responsável pela composição

1:12:26mineralógica do seu esqueleto Tá eu vou

1:12:30dar aqui como exemplo os ossos e dentes

1:12:32né nossos ossos e dentes e invertebrados

1:12:35eles são compostos por hidroxiapatita +

1:12:38carbonato de cálcio e no caso dos

1:12:40artrópodes dos insetos vendo instalar

1:12:44gostei uma abelha para vocês né a

1:12:46composição do esqueleto R quitina tá é

1:12:51no caso de gastrópodes e bivalves né que

1:12:55são organismos que apresentam Conchas a

1:12:59concha ela pode ser decomposição calce

1:13:03dica ou aragoni dica

1:13:05bom então esse mineral ele é importante

1:13:07porque ele é quem vai é possibilitar a

1:13:12preservação é desse desse material como

1:13:15posso a taxonomia né que a gente tava

1:13:20falando ela vai estudar os processos de

1:13:23preservação E como eles afetam a

1:13:26informação no registro fossilífero Então

1:13:28ela estuda pessoal todos os processos

1:13:31que vai acontecer ao desde amor até né o

1:13:36momento em que o foco ele vai ser

1:13:37encontrado no campo pelo paleontólogo

1:13:39então após a morte pode ocorrer a

1:13:42necrose necrose o decaimento dos tecidos

1:13:46moles da então a pele os músculos e os

1:13:49tendões quando eles começam a decair

1:13:51começa a se soltado o tecido duro que é

1:13:54uma esqueleto é chamado de necrópolis

1:13:57E aí no caso de vertebrados que eu tô

1:13:59falando é esse material né após até

1:14:03caimento dos tecidos moles pode ocorrer

1:14:05ou não a desarticulação é em vertebrados

1:14:09em invertebrados alguns invertebrados

1:14:12que são compostas por duas Conchas duas

1:14:15válvulas ela continuar pode desarticular

1:14:18antiga quanto tempo para aí para o coice

1:14:24da caimento

1:14:26Oi Maria é varia de organismo para

1:14:28organismo né então esse da caimento do

1:14:31tecido mole ele acontece em vertebrados

1:14:34É principalmente e em invertebrados

1:14:37Então vai variar de um grupo para outro

1:14:39tá lembrando o que quanto mais rápido o

1:14:44material fosse soterrado né mais chances

1:14:49né da necrólise não acontecer mais

1:14:53chance dos tecidos moles eles acabarem

1:14:55se preservando então se o soterramento e

1:14:58rápido então tanto a necrose quanto a

1:15:01desarticulação podem não ocorrer e a

1:15:03gente pode acabar encontrando um

1:15:05material é totalmente articulado

1:15:08inclusive com tecidos moles preserva as

1:15:12tá é então a sedimentação que eu falei

1:15:16né Eu sou aterramento rápido e após esse

1:15:18material seis sou tá errado ele entra na

1:15:21fase de A genética que a segunda fase da

1:15:23taça anomia que é quando o material ele

1:15:25vai ser encon

1:15:26a rocha veio quando ele vai fazer parte

1:15:29da Rocha E aí esse material que está lá

1:15:31no fundo da bacia sedimentar ele tende a

1:15:34vir à superfície por efeitos tectónicas

1:15:37né então pela dinâmica da terra né então

1:15:40material pode sofrer um soerguimento e

1:15:42aparecer na superfície da terra é

1:15:45enquanto fica lá é exposto né o material

1:15:48e esse Mattel ele vai ser o dia do

1:15:50Arrocha pode ser erodir e acabar

1:15:52aparecendo né os fósseis aqui na

1:15:56superfície como é o caso vocês estão

1:15:57vendo aqui esse trilobitas de arroz um

1:15:59processo erosivo

1:16:02o Botafogo guia não disciplina ela é uma

1:16:06área da paleontologia interdisciplinar

1:16:08porque eu preciso para poder estudar

1:16:11para Comia né é entender como é o

1:16:13processo de formação dos fósseis eu

1:16:15preciso de conhecimento paleontológico

1:16:17geológico biológico e Ecológico tá certo

1:16:20é quando nós chegamos no campo pessoal a

1:16:25gente tem lá quando a gente encontra uma

1:16:26assembleia fossilífera diversos fósseis

1:16:29tudo que tá ali um dia viveu hoje tá

1:16:32todo mundo tá tudo morto né então eu

1:16:34tenho um retrato que a gente chama

1:16:36retrato de morte e a partir do retrato

1:16:39de morte e dos dados que eu vou coletar

1:16:42no campo e observar ali daquele

1:16:44afloramento daquele local daquele sítio

1:16:47paleontológico contém naqueles fósseis a

1:16:49partir daquele retrato de morte eu

1:16:51voltei tentar entender como era um

1:16:54retrato de vida tá então é importante

1:16:58que o paleontólogo no campo ele não

1:17:01chegue só

1:17:02o martelo e arranque um fóssil lado do

1:17:05afloramento e leva o laboratório estudar

1:17:07não é assim que funciona em campo nós

1:17:11temos que fazer fotografias e diversas

1:17:14anotações para poder ver né que dados eu

1:17:19posso retirar daquela cena que eu estou

1:17:22vendo né naquele retrato de morte que eu

1:17:24estou vendo para que eu possa entender

1:17:26como foi que aquele depósito se formou

1:17:28como foi que aquele resto orgânico ele

1:17:31foi parar ali tá então como os restos

1:17:34orgânicos eles são interpretados com

1:17:36partículas sedimentares eles estão

1:17:38sujeitos a processos de transporte de

1:17:41concentração e de seleção

1:17:44bom então a meta na paleontologia né

1:17:47dentro da taxonomia compreender é o

1:17:50retrato de vida a partir da

1:17:52identificação e descrição dos processos

1:17:55tafonômicos sedimentares item orais que

1:17:59atuaram para formar o retrato de morte

1:18:03ela nasceu a taxonomia é a partir da

1:18:07Necessidade que o paleontólogo David

1:18:09entender como é que os organismos e os

1:18:11seus restos chegaram a rocha e quais

1:18:14foram os fatores e processos que atuaram

1:18:17na formação das concentrações

1:18:19fossilíferas

1:18:21e ela contribui né com a identificação

1:18:24de eventos sedimentares e a causa morte

1:18:27de organismos fósseis e permite

1:18:29reconstituições Paulo ecológicas a

1:18:32curadas auxiliando na determinação do

1:18:35padrão de componente social em Palio

1:18:38comunidades

1:18:39e existem fatores pessoal isso é muito

1:18:42interessante que que vão atuar né na

1:18:45preservação dos restos tá bom fatores

1:18:49que atuam antes da socialização e

1:18:51fatores que atuam antes e depois da

1:18:54fossilização Então antes da fossilização

1:18:56a gente aqui como fatores o modo de vida

1:18:59no organismo o tipo de ambiente em que

1:19:03ele vivia né é ausência da decomposição

1:19:07a composição química do tecido do

1:19:11organismo a composição química do meio

1:19:13da do ambiente deposicional o

1:19:16soterramento Então são fatores que vão

1:19:18atuar na preservação dos fósseis se é

1:19:21aquele resto ele vai estar melhor ou

1:19:24pior reservado

1:19:26e aqueles que atuam antes e depois da

1:19:29fossilização a gente tem as chamadas

1:19:31águas percolantes as águas percolantes

1:19:33pressão são as Águas Que acabam caindo

1:19:36no da superfície e vão infiltrar no solo

1:19:40quando ela se infiltra elas saem

1:19:42percorrendo por isso que é chamado de

1:19:44água percolante elas saem percorrendo os

1:19:46espaços entre os grãos sedimentares né

1:19:49até chegar lá nos ossos se o seu terreno

1:19:52ele for um terreno muito ácido essa água

1:19:56em contato com acidez do terreno ela

1:19:58acaba de sol vendo material né E aí vai

1:20:01afetar na preservação na qualidade e

1:20:04preservação do material agentes erosivos

1:20:07vulcanismo efeitos tectônicos e o

1:20:10metamorfismo Então são fatores que vão

1:20:12atuar antes e depois da socialização

1:20:16é como eu falei atração dormir ela vai

1:20:18subir dividir em duas em duas fases ou

1:20:21em dois momentos a primeira abrir o

1:20:23Street nome a que vai estudar todos os

1:20:25processos que ocorrem da morte até o

1:20:27soterramento e a diagênese dos fósseis

1:20:30que vai estudar o intervalo de tempo do

1:20:33soterramento né até a sua descoberta de

1:20:36todos os processos que vão acontecer

1:20:38nesse intervalo de tempo do soterramento

1:20:40até a descoberta do fóssil Então pessoal

1:20:44todos os processos que ocorrem tanto na

1:20:47fase bioestratinômicos que é da morte

1:20:49até o soterramento como que vão

1:20:51acontecer do soterramento até a

1:20:54descoberta eles acabam gerando é

1:20:57impressões é digamos assim deixando

1:21:00marcas nos fósseis

1:21:03E aí

1:21:04E essas marcas ou essas impressões nós

1:21:08chamamos de feições preservacional mais

1:21:11porque elas ficam preservadas nos

1:21:14fósseis Tá certo essas feições

1:21:17preservacional mais elas são vistas nós

1:21:19podemos vê-los nos fósseis são essas

1:21:22feições elas podem ser feições é

1:21:26bioestratinômicos ou seis infecções de

1:21:31ar genéticas Tá certo as pensões é que

1:21:35ocorrem no intervalo da bioestratinomia

1:21:39são chamadas as feições preservacional

1:21:41bioestratinômicos então nós temos aqui

1:21:44alguns exemplos é não vou citar todos

1:21:47para vocês mas por exemplo aqui o

1:21:49arredondamento que o arredondamento é a

1:21:52destruição dos ângulos do objeto nós

1:21:55falamos isso quando eu falei de

1:21:57transporte quanto maior for transporte

1:22:00né mais arredondado o material vai ficar

1:22:03tá então

1:22:04o Digamos que um dinossauro tenha

1:22:07morrido na nenhuma tá muito tempo atrás

1:22:11e aí é eu encontro esse dinossauro lá em

1:22:16Valença então ele foi transportado e

1:22:19Algo me diz que ele foi transportado lá

1:22:21darem uma para Valença é um quando ele

1:22:23percorre essa distância os ossos

1:22:25percorrem essa distância eles tendem a

1:22:27ficar muito rolados eles vão ficando

1:22:29lisos vão perdendo os ângulos né a

1:22:32morfologia que material tem e pode

1:22:34chegar lá e Inclusive só um pedaço o que

1:22:37pode sofrer inclusive fragmentação que a

1:22:39quebra né o transporte ele também pode

1:22:41quebrar o material tá bom a água

1:22:45principal ela é importante senão a gente

1:22:47é importantíssimo no processo de

1:22:49fossilização porque ela seleciona o

1:22:52material que tem forma que tem peso que

1:22:55tem densidade similar e tende a a

1:22:58depositar Todo o material que tem uma

1:23:01densidade similar em um determinado

1:23:03ambiente

1:23:04é o formato do material também a água

1:23:08seleciona o material através do seu

1:23:11formato é que a gente chama de seleção

1:23:13hidráulica tá bom além de outras feições

1:23:17aí como vocês podem ver é abrasão e à

1:23:20corrosão e erosão de solução incrustação

1:23:24orientação todas essas são feições

1:23:27preservacional mais que ocorrem na fase

1:23:30bioestratinômicos por isso nas chamadas

1:23:31sessões preservação Nice

1:23:34bioestratinômicos

1:23:36em alguma dúvida até aí

1:23:43E aí

1:23:44e até agora não precisam beleza obrigado

1:23:50pelo retorno vamos continuar Obrigado

1:23:52Marcelo Alex Muito obrigado Aline né

1:23:57Professor algo Oi estão participando

1:24:01richat das suas perguntas porque dizem

1:24:03que o microfone não estão funcionando

1:24:06bem para eles responderem viu certo é eu

1:24:09tô tentando tô tentando acompanhar aqui

1:24:12pelo celular eu coloquei o celular no

1:24:13silencioso tô tentando acompanhar o chat

1:24:16pelo celular viu porque quando eu começo

1:24:17a projetar eu não vejo mais um chato no

1:24:20computador então a Rayanne ali né Muito

1:24:24obrigado aí pela participação vamos lá

1:24:26principal então existem também é

1:24:30processos que vão acontecer na fase de A

1:24:33genética que é depois que o material e

1:24:34solta errado e aí é esses processos ele

1:24:37também pode deixar marcas as feições que

1:24:39eu falei que não se preservar os fósseis

1:24:42Tá certo então o

1:24:44e pode ser dissolvido pode ocorrer de

1:24:47solução eu dei um exemplo H com shampoo

1:24:49na coxa dissolvida né então mas ela

1:24:51também pode ser dissolvido não é

1:24:53precipitação cimentação compactação

1:24:57recristalização e substituição são

1:24:59feições que só ocorrem após o

1:25:02soterramento Tá bom até o material se

1:25:06descoberto esse intervalo de tempo aí

1:25:08esses esses acontecimentos aqueles podem

1:25:12ocorrer durante a fase de uma genética

1:25:14Tá Ok é por exemplo aqui a compactação

1:25:17de lembram quando eu falei que quanto

1:25:20mais camadas vão sendo depositadas as de

1:25:23baixo elas vão sendo pressionadas por

1:25:26conta do Peso elas vão compactando se

1:25:29tiver algum fóssil ali embaixo e se esse

1:25:31fosse ele pode inclusive se ele é

1:25:33formado por conta do Peso né das outras

1:25:36camadas ele pode ser achatada ele pode

1:25:38ser quebrado últimas por conta da

1:25:40compactação tá bom existem alguns

1:25:43materiais né

1:25:44e quando eles estão à Solta errados eles

1:25:48acabam é neles acabam crescendo cristais

1:25:52Tá certo cristais de minerais é

1:25:57preenchendo os espaços que foram

1:25:59deixados né vazios pela dissolução é um

1:26:03material que é dissolvido pode deixar lá

1:26:05o espaço vazio e aí Alguns cristais vão

1:26:08se informar é preenchendo aquele aquele

1:26:13espaço que estava antes ocupado nem

1:26:17agora está fazendo esse material vai

1:26:19preencher deixam de recristalização E aí

1:26:21pode gerar um contra molde como

1:26:23expliquei para vocês

1:26:25e a substituição aqui né a entrada de

1:26:28uma substância mineral no lugar de outro

1:26:30que está sendo dissolvida a gente também

1:26:31vai falar sobre ela mais adiante

1:26:34Olá pessoal então existem alguns tipos

1:26:38principais de fossilização existem é

1:26:42materiais que são conservados de forma

1:26:44Total tá ou de forma parcial Quando eu

1:26:49digo conservado de forma total é porque

1:26:52eu vou ter tanto parte mole quanto parte

1:26:54dura preservada e a gente tem que

1:26:57comprar exemplo aqui ó Muamba meu acho

1:26:59que vocês podem ver que tem aí um

1:27:01anfíbio dentro do âmbar e no outro ano a

1:27:03gente tem um inseto um dia né O que que

1:27:07é um amba todos vocês eu acredito que já

1:27:11deve ter percebido percebido que o

1:27:15Cajueiro o a siriguela é quando você

1:27:22causa um ferimento uma em Júlia no

1:27:26tronco celíaco Usina isso exatamente

1:27:29quando você causa uma em Júlia você é

1:27:32agride ali a

1:27:34o tronco né de algumas em alguns

1:27:36vegetais eles acabam colocando para fora

1:27:39né um material né que inclusive do Caju

1:27:44e da siriguela alguns alunos me disseram

1:27:47nunca experimentei mas alguns alunos já

1:27:48me disseram que você coloca na boca e

1:27:50até docinho aquilo ali pessoal é o que

1:27:53todo mundo chama de resina né mas quando

1:27:57exatamente o material lhe Gueto Aline

1:28:00quando você quando aquele material ele é

1:28:04cai na terra ele se desprende da do

1:28:07vegetal e ele cai no solo e ele é

1:28:10transportado ele pode ir parar dentro da

1:28:13bacia sedimentar e se preserva como um

1:28:15sócio é o que a gente chama de samba tá

1:28:17bom ver alguns e do tipo que serve até

1:28:21para acender fogo

1:28:23é isso exatamente eu já também já eu

1:28:27tenho esse conhecimento aí que algumas

1:28:29pessoas alguns alunos já me falaram é

1:28:31que alguns materiais são utilizados para

1:28:34isso também é é muito comum pessoal a

1:28:41ocorrência de samba naquelas naqueles

1:28:45vegetais naquelas coníferas que fazem

1:28:48parte da vegetação do Sul do Brasil todo

1:28:52mundo já deve ter visto naquelas

1:28:54coníferas na aula de botânica é usar

1:28:56Araucárias é aquele aquela aquele

1:28:59vegetal ele tende a colocar a eso da

1:29:03colocar para fora é esse material

1:29:06leitoso esse material liguento então o

1:29:09que é o que você chamou de resina né

1:29:11esse material pessoal é nada mais é do

1:29:14que seiva elaborada dentro uma planta às

1:29:18vezes ela é ferida e acaba é

1:29:21e colocando para fora para como funciona

1:29:24como a cicatriz né Você foi lá e tacou o

1:29:27facão na no Cajueiro aí o que que

1:29:30acontece ele vai mandar para lá essa

1:29:32substância para funcionar como um

1:29:34selante como a cicatriz Tá certo e aí

1:29:38quando esse material ele é muito Alguns

1:29:40são muito adocicados eles chamam alguns

1:29:42insetos e existem séries que quando

1:29:45chegar lá acabam se prender ele não

1:29:47conseguem sair aí quando vem outra

1:29:49camada do material acaba com recobrindo

1:29:51e aprisionando formigas né alguns

1:29:55mosquitos nem e pode até pegar animais

1:29:59maiores como anfíbios como vocês estão

1:30:01vendo aí na imagem Tá certo então esse é

1:30:03um anbu Então a gente vai ser tanto

1:30:05parte mole quanto partitura preservada

1:30:07Tá mas para que ele seja fóssil

1:30:10lembrem-se ele tem que ser sou tá errado

1:30:14é ser transportados e depositados

1:30:17soterrado e tem mais de 11 mil anos

1:30:20e não tem partido Restart mole aí

1:30:22preservada a mumificação a é arrume

1:30:29ficar são né não é essa modificação que

1:30:32a gente conhece lá do Egito feita lá

1:30:35para conservar o corpo os corpos dos

1:30:38faraós não tá certo essa modificação aí

1:30:42a gente chama de mumificação é que ela

1:30:46não não passa por esse tipo de

1:30:49procedimento que acontecia lá no Egito é

1:30:52mais por exemplo a é alguns materiais

1:30:56encontrados em cavernas eles são

1:30:58encontrados desse jeito aqui ó porque a

1:31:01caverna é um ambiente que tá em nerd tá

1:31:03protegido do intemperismo de erosão que

1:31:06acontece no ambiente externo então

1:31:08material dentro da caverna ele pode

1:31:09sofrer uma desidratação nem tão a pele

1:31:13todos os tecidos moles da Camila é

1:31:15perdendo água e vão ressecando o cima do

1:31:19Skin

1:31:20bom né E assumir as imagens essa

1:31:23aparência que vocês estão vendo

1:31:25e existe o congelamento que é chamado de

1:31:29criopreservação e Acontece muito

1:31:32recentemente de usamos para cá tem se

1:31:34encontrar no monte por conta da gente

1:31:36mente das calotas polares alguns mamutes

1:31:39congelados né assim como vocês estão

1:31:42vendo na imagem esse filhote de mamute

1:31:43esse tipo de fossilização a gente chama

1:31:46de criopreservação tá bom

1:31:49as partes duras e partes moles faz

1:31:51utilizadas A Conservação parcial é a

1:31:55total você tem parte dura e parte mole

1:31:57preservada na parcial você só vai ter as

1:32:00partes duas você não vai ter partes

1:32:02moles preservados a gente tem aqui Um

1:32:04exemplo que a mesma estrutura

1:32:05esquelética né de uns hexa corais

1:32:09encontrar então na imagem do posso não

1:32:13tá muito boa é um ex a cor do mesozóico

1:32:15né eu o a composição do esqueleto é

1:32:19aragonita e o ex a cor o recente aqui né

1:32:23pra vocês verem aqui a a comparação

1:32:27tá então existem alguns tipo outros

1:32:32tipos de fossilização com uma

1:32:33incrustação é a incrustação ocorre em

1:32:37cavernas tá os ossos eles são revestidos

1:32:42por uma crosta externa de carbonato de

1:32:44cálcio então é o calcário né Ele é

1:32:48dissolvido da das paredes do teto da

1:32:51caverna e ele pode precipitar nos ossos

1:32:53que estão no chão da caverna aqui como

1:32:55vocês podem ver nessa imagem tem uns

1:32:58ossos no chão da caverna e aí esse

1:33:00material e pode ser envolvido E aí vai

1:33:03se se depositar no entorno da superfície

1:33:07desses ossos né o calcário que está

1:33:10dizendo dissolvido pela ação da água na

1:33:14caverna

1:33:15e esta imagem aqui né eu vou chupar você

1:33:18está Toca da Boa Vista que é uma Gruta

1:33:20ou caverna né no estado da Bahia né no

1:33:24grupo Bambuí Minas Gerais que a flora na

1:33:27no estado da Bahia essa daqui é de uma

1:33:30caverna no Parque Nacional de Ubajara né

1:33:33Eu estudei essa essa essa caverna

1:33:36durante o mestrado e doutorado chamada

1:33:38Grosso urso ócio então vocês podem ver

1:33:40na imagem uma caneta e diversa os ossos

1:33:44já né no chão da caverna totalmente

1:33:47cobertos pelo calcário que está sendo

1:33:50dissolvido né da do teto e das paredes

1:33:53que vão direto para vai direto para o

1:33:56chão da caverna e acaba envolvendo os

1:33:59ossos

1:34:02e aqui ó vem já que o material aqui é um

1:34:05osso a pilha tá aqui só para vocês terem

1:34:08terem uma escala né uma noção do tamanho

1:34:11aqui a gente tem o osso tá a única parte

1:34:14realmente do osso Que está exposta essa

1:34:17parte mais creme que vocês estão vendo

1:34:18aqui onde eu tô passando acerta o

1:34:20resultado já está sendo coberto e lá

1:34:22camada né de carbonato de cálcio aí pela

1:34:27pelo calcário que está sendo dissolvido

1:34:29tá caverna então aqui a gente tem né eu

1:34:35vou eu não sei se vocês conseguem ver na

1:34:37imagem um moço e uma concha tá então

1:34:41essa foto Ela foi tirada no chão da

1:34:43caverna tá bom aí eu vou mostrar para

1:34:46vocês aqui onde está o osso é a concha

1:34:49é totalmente né já envolvidos o osso

1:34:53principalmente envolvido ou pela crosta

1:34:55né de calcário EA concha aqui ó já a

1:35:00gente não conseguiu tirar essa concha

1:35:02dela já está presa aqui isso aqui é

1:35:04muito duro né o calcário quando ele

1:35:06precipita ele endurece fica muito ruim

1:35:08que você tirar o material

1:35:12e a permineralização apenas realização

1:35:15pessoal tipo de fossilização de processo

1:35:17de fossilização em que é as cavidades e

1:35:22os poros dos Ossos eles acabam sendo

1:35:26preenchidos ou calcita tá a gente tem

1:35:32aqui né o osso todo mundo sabe que ele

1:35:34tem né a sua parte esponjosa né sua

1:35:39parte cheia de de canais e que se

1:35:44comunicam né que são os canais de

1:35:46volkmann por exemplo é a paz do osso

1:35:48esponjoso então Aqueles canais aqueles

1:35:51poros dos Ossos é acabam que sendo é

1:35:57preenchidos né Por calcita é a região de

1:36:01permineralização é quando essas

1:36:03cavidades e poros dos Ossos são

1:36:05preenchidos por calcita tá

1:36:08é tão aqui nem mostra bem não é uma

1:36:12imagem de um corte aqui transversal no

1:36:15osso e esses canais como vocês estão

1:36:16vendo aqui então a calcinha ela penetra

1:36:19não é um mineral ele penetra e vai

1:36:22preencher o espaço aqui do vazio né dos

1:36:25canais é o que que acontece pessoal Às

1:36:29vezes a calcita ela cresce muito e acaba

1:36:33estrangulando os canais ósseos é o ar

1:36:37que eu tenho uma imagem que eu trago

1:36:39para vocês de uma foto micrografia de

1:36:42uma de uma lâmina que foi feita em um

1:36:47osso de um crânio de um animal chamado

1:36:52dicynodont os dicinodontes eles são meio

1:36:56que são répteis mamaliformes a extensão

1:37:00répteis Mas eles apresentam

1:37:01características também de mamíferos e

1:37:05que são encontrados comumente do

1:37:07triássico do

1:37:08o som em rochas do triássico dentro do

1:37:11Rio Grande do Sul da era mesozóica

1:37:14e o que que acontece a nesta imagem né a

1:37:19gente tá vendo aqui o canal ou do osso

1:37:21tá um daqueles canais ele está

1:37:24totalmente preenchido pela calcita a

1:37:27calcita pessoal aqui é um corte

1:37:29transversal e esse mesmo moço eles

1:37:33também foi cortado longitudinal então a

1:37:37gente tá vendo aqui ó o poro do canal né

1:37:40que o canal a gente tá vendo transversal

1:37:42e aqui ó ele longitudinal ou ele

1:37:44totalmente preenchido pela calcinha

1:37:46vocês percebam que a umas rachaduras

1:37:50aqui ó partindo do centro aqui no da

1:37:53bota no canal né vindo em direção a

1:37:57festa Duos o que que acontece a calcita

1:38:00ela entrou preencher o canal Mas ela

1:38:03cresceu tanto que acabou estrangulando

1:38:06eu vejo aquelas rachaduras acabou

1:38:08estrangulando o canal

1:38:10e depois do uso tá bom os canais lá no

1:38:13osso esponjoso o que que acontece quando

1:38:17esse tipo de coisa que acontece com a

1:38:19calcita fica muito Inter crescida pode

1:38:23gerar alguns problemas que nós chamamos

1:38:25problemas tafonômicos é por isso que ela

1:38:28tá falando meio importante é para

1:38:30entender o processo de fossilização

1:38:33e eu mostrando esses crânios aqui para

1:38:35vocês né Vocês diriam que são duas

1:38:38espécies diferentes né A e C é

1:38:43corresponde é o mesmo material o ar a

1:38:45visão a você tá vendo o plano de frete

1:38:48Como se você tivesse vendo as narinas do

1:38:51dicynodont quer o b o b também você tá

1:38:54vendo de frente tá vendo as narinas e c

1:38:57i d a gente tá vendo a parte dorsal do

1:39:00crânio né a parte de cima tá vendo

1:39:03crânio de cima é esse material pessoal

1:39:08ele foi descrito pelos pesquisadores do

1:39:10Rio Grande do Sul como ser duas espécies

1:39:12diferentes

1:39:14Ah tá então assim batizaram aí né duas

1:39:21espécies diferentes de dicinodontes do

1:39:23triássico do Rio Grande do Sul é o que

1:39:25que acontece é são parecidos mas não são

1:39:31iguais né ligeiramente parecidos mas não

1:39:35são iguais é Alguém teve a curiosidade

1:39:39de mandar fazer uma lâmina que essas

1:39:41longas que eu mostrei pra vocês aqui

1:39:44o tanto do material seco Quanto que o

1:39:47material B é o que que acontece eles

1:39:50puderam perceber né que no material e

1:39:53cima essas lâminas são do material sei

1:39:56eles perceberam isso aqui que eu acabei

1:39:58de falar para vocês a calcinha ela

1:40:01cresceu tanto que ela acabou

1:40:03estrangulando e inflando o crânio tão

1:40:07sei de pessoal são dois espécimes da

1:40:11mesma espécie mas que foram descritos

1:40:14como espécies diferentes só por conta

1:40:16dessa morfologia que cês tão vendo aí

1:40:18que um creme tá mais inflado mais

1:40:21inchado e o outro tá mais melhor

1:40:23preservado digamos assim Inclusive a

1:40:25gente consegue ver no deu as suturas do

1:40:28crânio aqui ó coisas que a gente não

1:40:30consegue ver aqui você por conta da má

1:40:33preservação isso aqui pessoal um

1:40:35problema da furunco somente e

1:40:37exclusivamente por conta do crescimento

1:40:39exagerado da calcita que cresceu tanto

1:40:42que acabou de formando osso

1:40:44E aí

1:40:46e quando esse preenchimento ele acontece

1:40:49em vegetais nós chamamos de pernas

1:40:51realização celular Os Vegetais também

1:40:53tem suas células né E quando acontece né

1:40:56e vegetais a gente dá um nome específico

1:40:59as mais de silicificação porque o que

1:41:02geralmente o material é vegetal ele é

1:41:05preenchido por cínica né os ossos Por

1:41:08calcita e os vegetais por significa que

1:41:12a gente tem uns troncos aí fossilizados

1:41:14para vocês ver a recristalização a gente

1:41:18comentou é que que ocorre a formação de

1:41:21cristais e que são visíveis a olho nu Tá

1:41:24certo como vocês estão vendo aqui a

1:41:27gente tem uma um determinado mineral que

1:41:31ele está uma forma instável e quê Porque

1:41:34foi soterrado ele vai né passar para uma

1:41:37forma estável no caso da aragonita ela

1:41:40passa para calcita Tá certo

1:41:43bom e é assumir essa configuração

1:41:46Cristalina né como se fosse em cristais

1:41:48de Açúcar digamos assim né uma analogia

1:41:52bem bem tosca mas é o que alguns

1:41:55exemplares fósseis parecem lembro é

1:41:59preservação e Lagoas asfálticas pessoal

1:42:03é esse tipo de preservação não acontece

1:42:07aqui no Brasil ele é encontrado nos

1:42:08Estados Unidos e assim não são Lagoas de

1:42:11asfalto do asfalto como a gente conhece

1:42:13aqui para poder que passa na cidade faz

1:42:17a pavimentação das ruas Não é esse tipo

1:42:19de asfalto Tá mas sim um óleo a um óleo

1:42:24é cru não é como se fosse assim um olho

1:42:28escuro como seu tipo Petrônio a gente

1:42:31tem umas coisas para rir de Los Angeles

1:42:33né no rancho la Brea tem que existem

1:42:37locais em que afloram na superfície umas

1:42:40Lagoas como se fosse uns pântanos e

1:42:43em junho líquido betuminoso assim

1:42:47semelhante ao petróleo EA alguns

1:42:50organismos acabam caindo né nesses

1:42:53desses locais e se preservando em

1:42:58preservando nessas Lagoas aí daí eles

1:43:02chamam de Lagoa da asfálticas por conta

1:43:03da colocação do material digam a ocorre

1:43:07as concreções essas com pressões elas

1:43:10são chamadas de concreções calcárias ou

1:43:13concreções carbonáticas algumas delas é

1:43:18apresenta um peixes no seu interior e aí

1:43:21são chamadas de ictiológicos Fiction

1:43:24quer dizer peixe eólica vende Rocha esse

1:43:26material ele é encontrado comumente na

1:43:28bacia do Araripe principalmente no Ceará

1:43:32mas aquilo Piauí ele também pode ser

1:43:35encontrado na região de Simões como acho

1:43:38que a Mayara falou aqui no

1:43:41e no nos 7 né Inclusive eu trabalho lá

1:43:46na região de Simões pesquisando os

1:43:48fósseis da região até o Simões

1:43:50marcolândia Caldeirão Grande do Piauí

1:43:52Betânia do Piauí Curral Novo todos esses

1:43:56locais afloram é a flora uma borda uma

1:44:00pequena parte da Bacia do Araripe é

1:44:03porque a sua maior parte está no Ceará a

1:44:05segunda parte em Pernambuco e só uma

1:44:07pequena parte afora aqui no Piauí nesses

1:44:10municípios que eu falei Francisco

1:44:11Marcelo também e aí a gente encontra

1:44:13esses fósseis Tá certo essas concreções

1:44:16contendo peixes como vocês estão vendo

1:44:18aqui a maioria delas contém peixe tá

1:44:21certo mas a gente também encontra é

1:44:23dinossauros pterossauros vegetais

1:44:26microfósseis nessas congregações daí a

1:44:30gente tem trabalhado nos últimos anos na

1:44:34região aqui É principalmente em Simões

1:44:36eu não sei se vocês viram é um trabalho

1:44:39que a gente publicou sobre o ovo do

1:44:40crocodilo

1:44:41no final da aula eu vou dar uma uma

1:44:43festa fazer uma apresentação Zinha sobre

1:44:45esse material que a gente público

1:44:47decisões em

1:44:49se existe alguma contra-indicação Oi eu

1:44:54estava observando aqui que a seguinte é

1:44:57como você tava falando que tem algumas

1:45:00pedras que quando você quebra no caso do

1:45:03peixe é isso pode apontar também que

1:45:07aquele lugar que hoje é seco ali pode

1:45:10ter sido um lago uma lagoa ou Rio né que

1:45:14às vezes perfeitamente perfeitamente era

1:45:18um ambiente lembre-se que esse material

1:45:21ele tá dentro de uma bacia sedimentar

1:45:23então quando ele foi depositado lá lá

1:45:27era uma bacia e dentro dessa bacia a

1:45:30gente tinha um ambiente de sedimentação

1:45:32que poderia ser um lago de água salobra

1:45:35por exemplo né uma uma Dentro do

1:45:39continente que a gente chama de uma

1:45:41fechado uma ep Continental né e é por

1:45:44isso que a gente tem essa explicação

1:45:46para se ter fósseis

1:45:49eu fiz marinhos em no meio do continente

1:45:52né no sertão Professor tá me escutando

1:45:56sim uma coisa que eu achei interessante

1:46:00eu fiz meu TCC sobre fósseis da região e

1:46:04uma coisa que eu fiz achei muito

1:46:05interessante foi o fato de achar muitos

1:46:09fósseis de uma conta em áreas pequenas e

1:46:13montanhas em lugares bem altos e como se

1:46:18antigamente aquele local fosse um local

1:46:20alagado e aonde hoje tem água fosse uma

1:46:24montanha tipo oconteceu o inverso do que

1:46:28era a região porque a local que eu achei

1:46:33meus fósseis foi bem assim bem alto

1:46:36mesmo em cima da montanha e em baixo é

1:46:41água aonde foi que você encontrou a

1:46:45região de Simões Um Lugar Chamado Olho

1:46:47d'Água

1:46:49e nem eu acho que eu já fui nesse local

1:46:51você tá falando de Simões não é é você

1:46:56mora em Simões moro pronta a 556 anos a

1:47:00gente tem trabalhado na região os

1:47:03fósseis que você coletou foram para onde

1:47:05eu não coletei porque eu não peguei a

1:47:07licença para colocar eu faço um estudo

1:47:10lá e lá mesmo eu deixei no mesmo local

1:47:12só tirei a foto difícil estudo Tá certo

1:47:16muito bem não pode não pode mesmo

1:47:18coletar Ela vai para casa não só quem

1:47:19pode fazer isso eu falei o dono E aí o

1:47:21material colega e o material coletado

1:47:23tem que ficar na Instituição né de

1:47:25pesquisa ou no museu é isso que você

1:47:29falou bem como é seu nome Mayara

1:47:32mayonara Marinara que você falou né tá

1:47:36tem relação com a questão da dinâmica da

1:47:39terra é efector mico é o material que

1:47:43hoje tá aqui exposto ele já esteve

1:47:47soterrado

1:47:49e já esteve em subsuperfície lembre-se

1:47:52que ele tá para ser uma bacia sedimentar

1:47:53uma área deprimida Então até eu tava lá

1:47:56em baixo dentro da bacia sedimentar aí o

1:47:58que que acontece a o tectonismo da terra

1:48:02acaba né é levando esse material que

1:48:05tava lá só tá errado pode vir para a

1:48:06superfície pode subir né e o que estava

1:48:09aqui na superfície pode descer né então

1:48:11isso faz parte da dinâmica da terra e

1:48:14explica bem esse exemplo que você deu

1:48:17oi oi eu queria muito tá assistindo essa

1:48:20aula antes da minha apresentação do TCC

1:48:23porque eu me ajudar bastante mas

1:48:25infelizmente não deu tempo aí eu tive

1:48:28que fazer tudo por mim por si só sem

1:48:30ajuda só com ajuda da minha orientadora

1:48:33que não é da área que bom que bom depois

1:48:39eu achei os fósseis uma quantidade muito

1:48:42grande no área pequena eu achei 10 pó

1:48:46seis e uma área de 1 km uma quantidade

1:48:52boa sem se quer casar nada assim cima da

1:48:56Terra dando de bandeja lá depois deixa

1:49:00eu lhe dizer que eu não fico admirado

1:49:021km você achar 10 Só se você achou foi

1:49:04pouco

1:49:06É porque ela nessa região que você falou

1:49:09que a região além desse monte de olho da

1:49:11água é ali a gente tem muito forte então

1:49:14em um quilômetro dá para encontrar muito

1:49:16mais de 10 da se a gente for quebrar

1:49:19toda a pedrinha que a gente acha

1:49:20redondinho pelo caminho a Taiana a sua

1:49:23falta é verdade

1:49:26bom então muito obrigado é Então pessoal

1:49:29a gente tem aqui né é um outro tipo de

1:49:33fossilização que acaba unificação tá é

1:49:37quando ocorre a concentração de um

1:49:40elemento químico no caso o carbono é uma

1:49:42ela acontece principalmente em ambientes

1:49:43de águas estagnadas na não que fica e o

1:49:46material se preserva assim né bem escuro

1:49:48bem enegrecido Tá certo como se fosse

1:49:51carvão mesmo com Oscar só o carbono EA

1:49:56substituição quando um elemento químico

1:49:59ele é substituído por outro tá certo

1:50:02então aqui na maioria das vezes as

1:50:06partes duras ou se preservam com a

1:50:08alteração na composição química original

1:50:10ou deixam apenas as suas impressões na

1:50:12matriz tá é a alteração química ocorre a

1:50:17dissolução EA remoção do material

1:50:18mineralizado pelas águas intersticiais

1:50:20com deposição simultânea ou tardia de

1:50:24material quase sempre diversa tão

1:50:26segundo

1:50:26é um Mineral substituinte fala-se em

1:50:29calcificação silicificação limonitização

1:50:33E piritização então aqui por

1:50:35silicificação quando é substituído por

1:50:37cênica piritização quando é substituído

1:50:40por pirita pirita é o chamado Ouro de

1:50:43Tolo tem o brilho parecido com ouro

1:50:45muita gente já se enganou e limonita né

1:50:49ocorre a limonitização quando é

1:50:51substituído por em bonita ele fica com a

1:50:54cor alaranjado assim com cor de ferrugem

1:50:58e a gente tem aqui Um exemplo muito

1:51:01interessante pessoal que é quando o

1:51:02material é substituído por fosfato

1:51:04ocorre a fosfatização nós temos aqui é

1:51:08um material daqui do Brasil em que a

1:51:10gente o o autor e publicou o trabalho em

1:51:141988 é encontrou um tecido mole

1:51:19fossilizado o músculo fossilizado de

1:51:23como vocês podem ver aqui na imagem de

1:51:24cima e quando ele a pros

1:51:26a fazer uma fotografia mais próximo ele

1:51:28comprou dois vasos sanguíneos

1:51:31fosfatizados né só que tá endurecendo a

1:51:34gente virou Rocha e foi encontrado na

1:51:38membrana alá de um pterossauro é que era

1:51:41um réptil voador que viveu aqui no

1:51:45Brasil né que tem ocorrências dele aqui

1:51:48na China que a gente encontrou a gente

1:51:50for ou não né foram encontrados alguns

1:51:53aqui na bacia do Araripe no lado do

1:51:55Ceará e A Gente Tem trabalhado né aqui

1:51:57no Piauí para ver se a gente também

1:51:59encontra alguns materiais semelhantes

1:52:01aqui nesses municípios que eu eu falei

1:52:03para vocês ali perto da da Chapada

1:52:06bom então assim a substituição pessoal

1:52:09ela se der assincronicamente em relação

1:52:12à dissolução a destruição do objeto vai

1:52:15deixar um espaço Estreito correspondente

1:52:17a sua forma bem que é o que eu falei lá

1:52:19sobre o molde aí o preenchimento desse

1:52:22espaço por um mineral pode recuperar

1:52:24microestrutura do organismo E aí vai

1:52:26gerar o que a gente chama de Contramão

1:52:29nem tá aqui é o teu exemplos de molde

1:52:32interno e de Maurice externo Tá certo de

1:52:34algumas coxas aqui um molde externo uma

1:52:38Veja a conta do gás troco dela foi

1:52:40totalmente só ouvir e ficou apenas a

1:52:42marca da sua morfologia externa

1:52:46os moldes internos então a coxa ela foi

1:52:50dissolvida e ficou apenas ou material

1:52:52que estava dentro dela o material

1:52:54sedimentar que preencher o a const

1:52:59bom e as impressões né também que são

1:53:02moldes em duas dimensões

1:53:05Oi aqui é uma compressão ti para que a

1:53:07gente encontra né na região além de

1:53:09Simões da Mayara

1:53:14não existe né impressões de tegumentos

1:53:17de penas de escamas e de pelos essa

1:53:20imagem pessoal e da do fóssil da

1:53:23arqueoptérix foi encontrada no Jurássico

1:53:26da Alemanha é a é considerada a ave mais

1:53:30antiga no registro fóssil tá então é um

1:53:33organismo que tem característica de ave

1:53:35e de réptil veja que ele tem né tem as

1:53:39asas e tem aquela impressão das asas das

1:53:43suas as suas penas e ele ainda tem uma

1:53:46calda aqui né que ainda lembra muitos

1:53:48répteis

1:53:50e os vestígios nós temos o signor

1:53:53fósseis com pegadas e trilhas é Vale

1:53:57ressaltar que essa nossa região aqui é

1:54:00de Picos e municípios circunvizinhos a

1:54:03gente tem uma grande quantidade de Rick

1:54:06nó fósseis de invertebrados marinhos que

1:54:10viveram aqui na região quando a região

1:54:12ela foi coberta pelas águas do mar e que

1:54:17se preservaram nas rochas Tá certo

1:54:21as pegadas e trilhas

1:54:25as marcas de escavação marcas de

1:54:29pregação todo sangue noforce nessa

1:54:32registro de atividades marcas de

1:54:35pregação esse material Aqui é do

1:54:38cretáceo de São Paulo entre um dente

1:54:41quebrado e aqui no uma calda com as

1:54:43marcas de dentes Tá certo com uma cauda

1:54:47de crocodilo os gastrólitos pessoal eles

1:54:51correspondem a algumas alguns eixos né

1:54:55algumas Pedrinhas assim que são

1:54:57encontradas no intestino de alguns

1:55:00organismos tá É eu gosto de fazer

1:55:03analogia com a galinha a galinha ela não

1:55:08tem dente

1:55:09o tempo todo mundo sabe que ela come

1:55:12milho e o milho é duro como é que ela

1:55:14quebra o milho ela vai quebrar o milho

1:55:17lá na moela né a galinha ela tem a moela

1:55:20justamente para quebrar esse esse

1:55:23alimento duro que são é os grãos do

1:55:25milho é alguém né que já deve ter

1:55:30preparado uma galinha né Deve ter

1:55:32consertado Como diz no interior é quando

1:55:35parte amor ela que você vai lavar você é

1:55:37ver que existe em milhos inteiros milhos

1:55:40fragmentados e existem uns mas apenas e

1:55:44encontro visou Oi até areia encontra no

1:55:49papo dela pronto exatamente a isso que

1:55:52eu queria dizer essas Pedrinhas nesses

1:55:53grãos de areia que estão dentro da Moela

1:55:56é que fazem o papel o movimento da moela

1:56:00com aqueles grãos dentro é que vão

1:56:02quebrar nesse movimento é que vai

1:56:05quebrar o milho Então essas Pedrinhas

1:56:07que estão lá na moela são gastrólitos

1:56:09Ah tá E aí Alguns organismos como

1:56:13plesiossauros e dinossauros eles também

1:56:15tinham essas pedrinhas no seu aparelho

1:56:20digestivo para que ajudasse né na quebra

1:56:23do alimento e a gente encontra esses

1:56:26materiais que são os gastronômicos os

1:56:29coprólitos que são as fezes fossilizadas

1:56:31para gente ficar aqui um cocô vende um

1:56:35dinossauro e aqui de um mamífero três

1:56:38exemplos a o a moeda aí ela tá

1:56:41funcionando com uma escala tá certo uma

1:56:43me foi no engoliu a moeda não tá bom é

1:56:46só funcionando aí como escala para vocês

1:56:48terem noção do tamanho do copo hálito do

1:56:51mamífero é uma as fezes elas também

1:56:54podem se fossiliza e são chamadas de

1:56:56coprólitos

1:56:57e são todos os vestígios tá E os ovos

1:57:01então nós temos aqui ovos diversos ovos

1:57:04de dinossauros Eles são muito

1:57:06encontrados na China né E aí eles são

1:57:09considerados a como vestígios é porque

1:57:12são produtos de uma atividade que

1:57:14atividade reprodutiva é no entanto

1:57:17pessoal se a gente pegar um ovo e fizer

1:57:20uma tomografia né Desse ovo e dentro

1:57:24dele tiver um dinossauro Zinho como

1:57:27vocês estão vendo aí na imagem aí a

1:57:29gente vai ter o que o resto né o homem

1:57:33se ele é um vestígio Mas o conteúdo ele

1:57:37vai ser considerado No resto tá bom o

1:57:40mapa com essas manchas é escuras mostram

1:57:44a os locais do mundo onde foram

1:57:47encontrados Terra ovos de dinossauros tá

1:57:50bom

1:57:51Oi deixa só olhar aqui se tem alguém

1:57:54querendo entrar na sala

1:57:57e tem vamos lá e

1:58:04e Existem os chamados pseudofossil e não

1:58:07seja são falsos fósseis neles lembram

1:58:10fósseis mas eles não são fósseis esse

1:58:13tipo de matéria que a gente encontra

1:58:15muito na bacia do Araripe ganhar mais

1:58:17próximo da gente até no material de

1:58:19Simões eu já encontrei eles lembram como

1:58:22se fossem microalgas né uns vegetais são

1:58:26bonitos e que durante algum tempo

1:58:30confundiu os pesquisadores mas eles não

1:58:32chamaram o pincel do fósseis é eles são

1:58:36chamados de dendrites ou tem Gritos e

1:58:39manganês é o torneio ele oxida e aí ele

1:58:43se arranja nessa estrutura aí que vocês

1:58:46estão observando diga nesse na nossa

1:58:51região Duque de prato encontra esse tipo

1:58:53de um

1:58:55É sim do Crato sim

1:58:58bom né é a Chapada do Araripe ela tá a

1:59:03maior parte dela está no Ceará né ali no

1:59:05sul do Ceará é novo aqui em Nova Olinda

1:59:08Nova Olinda a gente encontra muito esse

1:59:11tipo de pseudofossil né nos calcários e

1:59:13laminados o calcário laminado é aquela

1:59:15Rocha que o pessoal usa muito para fazer

1:59:17borda de piscina que o ex-prefeito aqui

1:59:20de Picos fez o fez as duas praças aqui

1:59:22no centro que inclusive estão é um

1:59:24desmanchando né porque não é o material

1:59:26para fazer revestimento de prata essa

1:59:30usa muito na revestimento de muro de

1:59:33fachada das residências então se você

1:59:36olhar tem muitos fósseis e alguns

1:59:39Peixinhos alguns Alguns vegetais e

1:59:41existem esses óxidos de manganês aqui

1:59:43que vocês estão vendo que lembra muito

1:59:45um vegetal mas que não é Tá bom então

1:59:47Durante algum tempo esse material aí

1:59:49confundi os pesquisadores é esse

1:59:51material é muito comum na região aqui tá

1:59:53vai ser o horário e principalmente ali

1:59:55Nova Olinda Santana do Cariri no Crato

1:59:57Missão Velha

1:59:58E aí

2:00:00e existem também os chamados fósseis

2:00:03vídeos aí vocês me perguntam ô xente

2:00:05Professor Mas para ser um fóssil ele não

2:00:09tem que morrer por quê que existe essa

2:00:11expressão fósseis vivos pessoal essa

2:00:13expressão Ela já foi muito Abatida Mas é

2:00:16porque a gente não tem uma uma melhor

2:00:19até o momento né Eu disse conheço um

2:00:21aqui que justifique né a troca é ela

2:00:28remete alguns táxons que são encontrados

2:00:32é tanto como fósseis como vivos hoje né

2:00:38atualmente é a gente tem um exemplo aqui

2:00:41do ginkgo ginkgo é um vegetal que faz

2:00:45aquele remédio chamado Ginkgo Biloba que

2:00:47alguém já deve ter ouvido falar é esse

2:00:50vegetal ele é encontrado como fóssil

2:00:53desde o Jurássico até os dias de hoje

2:00:56então como ele é encontrado atual e

2:00:59fóssil aí

2:01:00e ele recebe esse nome e nem quadrado no

2:01:03grupo do chamados fósseis vivos

2:01:06e o livro que é esse aqui embaixo né que

2:01:09eu chamado de caranguejo ferradura ele é

2:01:12encontrado desde o cambriano até hoje

2:01:15pessoal quando eu digo que o organismo

2:01:17irá encontrar né como fóssil desde o

2:01:20cambriano até hoje não é o indivíduo

2:01:24entendeu não é o indivíduo é a espécie a

2:01:28espécie ou gênero é encontrado né como

2:01:32fóssil até hoje esse peixe bem feio que

2:01:36vocês estão vendo aqui chamado latimeria

2:01:38calo-me ele é ele é popularmente

2:01:41conhecido como celacanto a gente

2:01:43encontra ele aqui na bacia do Araripe tá

2:01:45ele foi durante muito tempo considerado

2:01:49extinto por porque só era encontrado em

2:01:52rochas do cretáceo é se eu não me engano

2:01:55durante a década de 40 se eu não me

2:01:58engano alguns pescadores no norte da

2:02:02Europa estavam pescando em alto mar e

2:02:05eles vão

2:02:06é uma rede eles vêm na rede um peixe

2:02:09muito feio esquisito quero esse peixe

2:02:11aqui é quando levaram para a

2:02:15universidade os pesquisadores viram que

2:02:17se tratavam do latim média calo-me que

2:02:19só era encontrado como fócio não tinha

2:02:22sido mais encontrado vivo de jeito

2:02:24nenhum é quando foi na década de 40 eles

2:02:26encontraram então por isso que é e quer

2:02:29dizer o que pessoal quer dizer que o

2:02:31organismo Ele se extinguiu e depois ele

2:02:34aparece de novo Claro que não né o

2:02:38processo de extinção ele é para todo

2:02:41sempre amém tchau tchau uma vez instinto

2:02:44jamais o organismo Ele ele vai ressurgir

2:02:48né então o que foi que aconteceu não foi

2:02:52foi encontrado do cretáceo até a década

2:02:55de 40 ele desapareceu né ele não tinha

2:02:58sido era encontrado espero encontrado

2:03:01como posso até o cretáceo é ou seja ele

2:03:04não está vestindo ele

2:03:06e se der encontrada nesse intervalo de

2:03:08tempo

2:03:12bom então pessoal vamos falar aqui um

2:03:14pouquinho sobre tempo geológico e

2:03:17métodos de datação absoluta né como é

2:03:19que a gente sabe a idade dos fósseis é

2:03:22um sobre processos de fossilização que

2:03:24eu tinha para falar era isso aí é tão

2:03:28PSOL existe né a chamada coluna do tempo

2:03:33geológico sobre as aqui para mostrar

2:03:34para vocês

2:03:36e essa coluna aqui coluna ou escala do

2:03:39tempo geológico Tá certo então quando a

2:03:41gente se depara com ela a gente não não

2:03:44tem noção do quanto de conhecimento foi

2:03:50necessário para que foi se acumulando ao

2:03:55longo dos séculos pra que possibilitasse

2:03:58a sua construção tá então olhando para

2:04:01aquela tabela a gente pode se perguntar

2:04:03como a idade das rochas ela pode ser

2:04:06estimada Como é que os fósseis auxiliam

2:04:09na tarefa de datação das rochas e como

2:04:12foi que se chegou a uma pergunto antiga

2:04:14com milhões de anos e como é que se

2:04:16chegou a verdade se limitam cada um dos

2:04:18períodos daquela tabela

2:04:19Qual a idade de uma rocha ela pode ser

2:04:24absoluta ou relativa à a idade absoluta

2:04:28é Expressa em anos e é feito através do

2:04:32método radiométrico na falta de datações

2:04:34absolutas a idade ela é Expressa em

2:04:37termos relativos ou seja meramente

2:04:39posicionais E para isso nós utilizamos

2:04:42os fósseis os fósseis tem essa função de

2:04:45dar as rochas é de forma relativa

2:04:49William Smith precisa de forma

2:04:51engenheiro inglês e contribuiu muito

2:04:54para o estudo das rochas estratificadas

2:04:56a estratigrafia costurar tem como é tão

2:05:00tal que ele é considerado o pai da

2:05:02estratigrafia então foram sendo criadas

2:05:06as denominações empregadas na tabela do

2:05:08tempo geológico né a partir dos estudos

2:05:11de William Smith e de outros

2:05:12pesquisadores da grã-bretanha e de

2:05:15outros países da Europa que se

2:05:17empenharam também

2:05:19e em culpar a estratos sedimentares

2:05:22aplica naquele sexto princípio da

2:05:24paleontologia que a gente falou da

2:05:26correlação das camadas com base nos

2:05:28Rossi

2:05:29e é no entanto ele se depararam com o

2:05:33que que eles queriam eles queriam

2:05:36organizar né em uma coluna que Contasse

2:05:41a história da Terra empilhando as rochas

2:05:45das mais antigas até as mais recentes

2:05:48então eles se depararam com dificuldades

2:05:51porque ainda não se sabia quais fósseis

2:05:54realmente seriam úteis para fazer essas

2:05:56correlações estratigráficas depois a

2:06:00gente vai ver quais são esses grupos de

2:06:02fósseis que são chamados os seus guias é

2:06:05em cada área as camadas elas começaram a

2:06:08ser designadas por nomes locais tá é o

2:06:12cambriano no período cambriano ele faz

2:06:17alusão à cambria que é o nome Latino de

2:06:19Gália é na Inglaterra País de Gales ó

2:06:23Domiciano de errar ou um antigo tribo

2:06:27Celta chamada ordovices

2:06:29o Juliano aos antigos habitantes do

2:06:32Oeste da Inglaterra e do País de Gales

2:06:34ou e celulares telefone ano por conta

2:06:38dos afloramentos próximos da a região de

2:06:40devonshire na Inglaterra carbonífero por

2:06:43volta das camadas de carvão centro-norte

2:06:46na Inglaterra permiano por conta da

2:06:48província russa de perna

2:06:51e o triássico é o conjunto de rochas

2:06:53dividido em três partes também foi

2:06:55observado na Alemanha Jurássico faz

2:06:59alusão às montanhas de jura entre a

2:07:01França EA Suíça e antigamente né

2:07:05terciário foi substituído por

2:07:07paleolítico mim né hoje no e quaternário

2:07:09que são classificações do século 17

2:07:11então a tabela do tempo geológico ela é

2:07:13subdividido subdividida em éons os seus

2:07:17em eras a zero sem períodos os períodos

2:07:21em épocas e as épocas em idades e as

2:07:25idades em andares e os andares em

2:07:28camadas e assim vai até a gente chegar

2:07:30na menor menor unidade

2:07:33e os paleontólogos e geólogos contra o

2:07:36tempo numa escala de milhões de anos não

2:07:39acredita-se que até até as coroa 4,5

2:07:42bilhões de anos e que a vida teria

2:07:44surgido há cerca de um bilhão de anos

2:07:47após e ao longo dos milhões de anos que

2:07:50se seguiram várias seres vivos se

2:07:53formaram muitos desapareceram poucos

2:07:56evoluíram e ao longo dos muitos milhões

2:07:58de anos se transformaram nos organismos

2:08:00atuais

2:08:01e os intervalos de tempo principal aqui

2:08:04que eu estou me referindo a vocês Eles

2:08:06são muito grandes e são de difícil

2:08:09compreensão então para facilitar os

2:08:12cientistas dividiram a história da terra

2:08:15né no planeta terra não que eu já falei

2:08:17em hell's eras períodos épocas são

2:08:20intervalos de tempo tá bom então as

2:08:23principais ferramentas que foram

2:08:25utilizados para a construção da tabela

2:08:27do tempo foram os fósseis a

2:08:29estratigrafia e as idades radiométricas

2:08:32com objetivo único ordenar em uma

2:08:36sequência os processos geológicos para

2:08:40entendimento da evolução da terra do

2:08:43modo que a gente observa hoje então

2:08:45utilizando os fósseis a estratigrafia e

2:08:49as idades radiométricas que são as

2:08:50idades absolutas é os cientistas puderam

2:08:54empilhar essas rochas das mais antigas

2:08:58até as mais recentes e consequentemente

2:09:00o conteúdo foi

2:09:01e já acompanha a evolução da vida ele

2:09:03também serviu para consubstanciar né SS

2:09:09empilhamento né encontrar essa história

2:09:12então a escala do tempo geológico ela

2:09:14está dividida em quatro grandes éons o

2:09:17sempre de baixo para cima sempre da base

2:09:20para o topo tá porque porque eu que está

2:09:23embaixo foi depositado primeiro é mais

2:09:25antigo para a gente conversa por onde

2:09:27tem que começar pelo começo eu começo é

2:09:29de baixo então o pré-cambriano ele a

2:09:33gente tem né a escala do tempo dividido

2:09:36em quatro grandes em Adriano arqueano e

2:09:39proterozóico e fanerozóico os três

2:09:42primeiros eles são chamados de

2:09:44pré-cambriano tá E eles correspondem a

2:09:4787 por cento da história da terra os

2:09:51outros treze por cento correspondem ao

2:09:53fã da heróica e é aqui no fanerozóico

2:09:56onde é a vida está melhor documentada

2:09:59através do registro fóssil

2:10:01a gente possa aqui né muito pobre tá ele

2:10:06vai aparecer aqui ó no proterozóico do

2:10:08arqueiro do proterozóico no proterozóico

2:10:10final de procurador que começa a mais

2:10:13diversificada quando entra no

2:10:15fanerozóico é que a vida vai ficar

2:10:17melhor documentada esses quatro grandes

2:10:20éons a gente divide em eras tão aqui eu

2:10:23chamo a atenção para o funeral zoi

2:10:25quando a gente o que interessar a gente

2:10:26ele vai se dividindo as eras paleozoica

2:10:29apresou e caíssem nós troca

2:10:32e aqui a tabela então de baixo para cima

2:10:34a gente tem aqui ó Adriano né a fase de

2:10:38Formação Inicial e formação da Terra que

2:10:41a Terra é bombardeada por grandes

2:10:42meteoros

2:10:46um momento de intensa atividade

2:10:49vulcânica certo atmosfera hidrosfera não

2:10:53se formarem daqui tá bom é o veio

2:10:56arqueano e o proterozóico tá aqui no

2:10:59finalzinho do próprio a só que a gente

2:11:00vai ter alguns fósseis e aqui um

2:11:03fanerozóico que só corresponde a Treze

2:11:05por cento da história da terra a gente

2:11:07vai dividir em três eras paleozoica

2:11:09mesozoica e cenozoica o paleozóico

2:11:13dividido Nos períodos cambriano

2:11:15ordoviciano siluriano devoniano

2:11:16carbonífero e permiano é o mesozoica

2:11:21entre as cinco Jurássico e cretáceo o

2:11:24cenozóico em paleogeno né hoje no e

2:11:27quaternário tá é uns períodos né do

2:11:30cenozóico a gente divide aqui em algumas

2:11:32épocas a série eu posso ir para o

2:11:35quaternário a gente dia que eu estou

2:11:36sendo em holoceno aulas ela é porque a

2:11:39gente tá vivendo nós estamos bem aqui

2:11:40assim cima bem na sua linha né

2:11:43assistindo aula agora nesse momento

2:11:44alguém aqui assim

2:11:46e na não do toque do holoceno tá as

2:11:50rochas aqui da região de Picos e dos

2:11:52municípios vizinhos elas datam aqui do

2:11:56devoniano tá é e as rochas por exemplo

2:12:01lado de Simões que a gente tava dando

2:12:02exemplo elas são bem daqui assim ó do

2:12:05cretáceo aqui cretáceo né E aqui de

2:12:08Picos e região próximas devoniano é

2:12:14datações o que é que é data é determinar

2:12:17a idade tá é da Rocha e consequente

2:12:22consequentemente do fóssil faltar dentro

2:12:24da Rocha e é o determine a idade da

2:12:26Rocha então posso ter a idade da Rocha

2:12:28porque ele eles foram depositados juntos

2:12:30tá então adaptação ela é objeto da

2:12:33geocronologia que é o estudo do tempo

2:12:35ela pode ser relativa ou absoluta como

2:12:38eu já falei datação relativa trabalhar

2:12:41cidades em termos meramente posicionais

2:12:43e para que a gente

2:12:46a narrativa eu utilizo os fósseis

2:12:48qualquer grupo de fóssil não qualquer

2:12:50tipo de fósforo não apenas um grupo

2:12:53específico os fósseis-guias né que

2:12:55resolve justamente porque eles guiam a

2:12:58idade daquela camada diga-nos qual o

2:13:02período em que o ano que o dinossauro

2:13:04entra nessa os dinossauros eles são aqui

2:13:09do mesozóico da era mesozóica a gente já

2:13:12tem aqui no triássico Jurássico e

2:13:14cretáceo a época do dinossauro

2:13:17o ok pessoal muito obrigado por nada

2:13:23Oi e a datação absoluta que determina os

2:13:27valores absolutos expressos em milhões

2:13:29de anos o

2:13:33e vamos falar um pouquinho aqui sobre a

2:13:35datação relativa tá sobre os fósseis

2:13:37como foi que os fósseis é apareceram e

2:13:41qual a fundo aparecendo assim quando foi

2:13:44que eles passaram a ter uma finalidade

2:13:46de auxílio na determinação da idade das

2:13:51rochas é aplicar a partir dos princípios

2:13:55do Nicolau steno né que é o princípio da

2:14:00sobreposição das camadas e do James

2:14:03Hilton é que é o princípio lá do

2:14:06capitalismo outros cientistas começaram

2:14:08a tentar entender como os fósseis

2:14:10contidos nas rochas sedimentares podem

2:14:12ser usados para auxiliar na

2:14:14estratigrafia né o estudo das rochas que

2:14:17são estratificadas que são foram

2:14:19formadas em camadas

2:14:21E aí você já deve ter ouvido falar

2:14:24George que vier né que é o pai do

2:14:26catastrofismo também considerado o pai

2:14:28da anatomia comparada é ele percebeu que

2:14:31a câmara que cada camada de rochas que

2:14:33abrigavam conjunto de fósseis era

2:14:36diferente das outras camadas e os

2:14:38fósseis das camadas mais inferiores

2:14:40apresentavam características mais

2:14:42primitivas né ou seja mais mais simples

2:14:45mais rudimentares do que os fósseis das

2:14:48camadas mais superiores né E que esses

2:14:51fósseis encontrados nas camadas

2:14:52superiores ele tá assemelhavam mais aos

2:14:55animais atuais

2:14:56e é ele chamou isso né de sucessão

2:15:00faunística é está relacionada a um dos

2:15:03princípios lá que a gente falou da

2:15:04paleontologia e ele interpretou essa

2:15:06sucessão Fall Mística como produto de

2:15:09extinções em massa catastróficas por

2:15:12isso que o princípio é chamado de

2:15:13catastrofismo que aconteceram de tempos

2:15:16em tempos na história da terra

2:15:18o William Smith né que é o pai da

2:15:21estratigrafia ele percebeu que as mesmas

2:15:24sucessões de rochas sedimentares

2:15:26afloravam distintas regiões lembram aí

2:15:30do princípio da correlação das camadas

2:15:33né com base nos fósseis e que cada

2:15:35camada de Rocha Coutinho determinado os

2:15:37fósseis que não eram encontrados nas

2:15:39outras camadas aí ele postulou que as

2:15:42camadas de rochas encontradas em áreas

2:15:43geograficamente distantes podiam ser com

2:15:47relacionadas pelo seu conteúdo

2:15:49fossilífero

2:15:51e os fósseis eles deixaram um registro

2:15:54bem marcado a partir do cambriano Ou

2:15:56seja no fanerozóico eles são bem menos

2:15:59abundantes lá no pré-cambriano o que que

2:16:03o registro fóssil nos mostra tá eles ele

2:16:07nos mostra que os organismos evoluíram

2:16:10que novas espécies surgiram a partir de

2:16:13formas anteriores e que outros se

2:16:15extinguiram cada período época lá na

2:16:17tabela que eu mostrei pra vocês vai

2:16:19apresentar um conjunto de fósseis

2:16:21característicos como o nosso colega aqui

2:16:24perguntou quanto onde era onde é que a

2:16:26gente pode localizar os dinossauros da

2:16:29eles são características do mesozóico né

2:16:31Se ela encontra um dinossauro no

2:16:33paleozóico nem não sei nossa que eles

2:16:35são característicos do mesozóico então

2:16:37quando eu conheço o conjunto de fósseis

2:16:39de cada um desses períodos de épocas eu

2:16:42posso dizer a quem intervalo de tempo

2:16:45ele vai pertencer lá na tabela

2:16:47a adaptação por fósseis ela vai se

2:16:51basear na superposição das camadas e não

2:16:54no tempo que elas levaram para depositar

2:16:57tá então por isso que uma adaptação de

2:16:59valor relativo e não absoluto é dentro

2:17:06neta da natação existe datação relativa

2:17:10existe um grupo de fósseis

2:17:12característicos que a gente utiliza para

2:17:14poder fazer esse tipo de determinar essa

2:17:19idade né então dentro da estratigrafia

2:17:23tem quando eu utilizo os fósseis como eh

2:17:29objetos para realizar esta datação eu tô

2:17:32fazendo o que o o chão de Bill

2:17:34estratigrafia vai ser a parte da

2:17:36geologia que trata da adaptação e da

2:17:39correlação das rochas por meio dos

2:17:42fósseis

2:17:45bom então ela vai se basear nos

2:17:47fundamentos né na lei da superposição

2:17:49das camadas sedimentares que a gente já

2:17:52falou é que é um dos princípios na

2:17:55presença de fósseis nessas camadas da

2:17:57evolução biológica e na

2:17:59irreversibilidade da evolução é é

2:18:03qualquer tipo de fóssil que pode ser

2:18:06utilizado para fazer a datação relativa

2:18:07não apenas os fósseis guia ou chamamos

2:18:11também de fósseis índices o próximo dia

2:18:13vai ser aquela aquele fóssil que

2:18:16apresenta uma ampla distribuição

2:18:18geográfica ou seja ele pode ser

2:18:21encontrado em diversas partes da do

2:18:23nosso planeta e uma curta distribuição

2:18:25temporal Ou estratigráfica eles viveram

2:18:28muito pouco eles foram bem adaptados mas

2:18:32se extinguiram rapidamente tá é um eles

2:18:36em geral são os microfósseis tá bom que

2:18:40a gente comentou no início da aula é que

2:18:42são considerados fósseis-guias edição

2:18:44utilizados

2:18:45uma das rochas de forma relativa

2:18:48eu não sei porque que ele se extinguiria

2:18:51rapidamente do motivo

2:18:56quem é Rogério é que tá falando

2:18:58perguntando isso Rogério aqui no canto

2:19:01do buriti O Rogério é o seguinte é

2:19:06quando o organismo se extingui né

2:19:08diversos fatores podem ser responsáveis

2:19:11pela sua extinção a gente tem os

2:19:14chamados fatores limitantes né que são

2:19:19também vistos na ecologia são fatores

2:19:21ecológicos são parâmetros parâmetros

2:19:24ecológicos que limitam é a

2:19:29e a manutenção digamos assim né a

2:19:32presença dos organismos é o que que faz

2:19:37um organismo se extingui o viver pouco

2:19:39tá ele ser bem adaptado mas ele viver

2:19:43pouco em geral são extinções em massa né

2:19:46são eventos catastróficos lembre-se que

2:19:50a tectônica de placas nessa essa essa

2:19:55dança dos continentes digamos assim né

2:19:57Ela é um fator que mexe demais com a

2:20:01distribuição dos organismos porque você

2:20:03tem uma massa de terra que tá numa

2:20:04determinada altitude no determinada

2:20:07Latitude e ela vai se movimentando nem

2:20:10vai se deslocando indo para uma outra

2:20:13altitude uma outra latitude isso mexe

2:20:16demais com o clima a questão do clima

2:20:18isso afeta a distribuição dos organismos

2:20:20Então o que faz um responder a sua

2:20:23pergunta é o que faz esse o que fez

2:20:25esses organismos viverem pouco com

2:20:27certeza deve ter sido algum

2:20:29e nesses parâmetros ecológicos mudança

2:20:32de temperatura geralmente eles estão na

2:20:36água os microfósseis né então pode ter

2:20:38sido é mudança na luminosidade do sol na

2:20:42lâmina d'água ausência de oxigênio tá a

2:20:48falta de alimento né então são alguns

2:20:51parâmetros aí temperatura variação de

2:20:54temperatura se eles eram acostumados a

2:20:56uma determinada temperatura presente nas

2:21:00regiões temperadas e o e de imediato é

2:21:03assim ligeiramente muda para uma

2:21:05temperatura de regiões polares é

2:21:07complicado né

2:21:10é só esses parâmetros tá a datação

2:21:14absoluta falamos datação relativa

2:21:16datação absoluta a datação absoluta ela

2:21:19tem por finalidade determinar a duração

2:21:20de tempo real que levou cada cada

2:21:23acontecimento geológico e a idade da

2:21:25Terra pessoal o método datação absoluta

2:21:29ele só foi possível com a descoberta da

2:21:31radioatividade emitida pelo rádio e

2:21:34urânio no final do século 19 e início do

2:21:36século 20 é as pesquisas após a

2:21:41descoberta da radioatividade elas

2:21:42continuaram e surgiram outros elementos

2:21:45radioativos como Tori o Billy e o

2:21:46potássio em 1905 o Rutherford ler ele

2:21:51era um físico acho que alguém deve

2:21:53lembrar dele aí das aulas de física é

2:21:55ele percebeu que a idade de um mineral

2:21:59de urânio

2:22:01Só podia ser estimada medindo-se a

2:22:04quantidade de chumbo acumulada no

2:22:06Mineral em 1907 ou ele falou de idade

2:22:11mineral as rochas são compostas por

2:22:13minerais guarde aí essa ideia em 1907 o

2:22:19Batman e de um print e ele percebeu essa

2:22:24descoberta do o telefone nesse ações são

2:22:26compostos por minerais então eu posso né

2:22:29usar radioatividade para dar essas

2:22:31rochas em 1911 o método foi aperfeiçoado

2:22:35e o pesquisador Holmes criou o método de

2:22:39hidratação urânio chumbo esse método ele

2:22:42é usado até hoje somente para rochas

2:22:45muito antigas é aí que surge a técnica

2:22:47radiométrica né que é o método de

2:22:49datação radiométrica a partir da

2:22:53perdição é o de se medir não é a

2:22:56quantidade de um elemento né se

2:22:59transformando em outro

2:23:01e essa técnica ela permite a datação

2:23:03absoluta porque ela corre relaciona um

2:23:06evento geológico com outra Aventura

2:23:07independente EA desintegração radioativa

2:23:10de um isótopo é feita por métodos que

2:23:13vão medir ou a quantidade de isótopos

2:23:16produzido por decaimento radioativo ou a

2:23:19quantidade do próprio isótopo radioativo

2:23:21que ainda resta na rocha existem vários

2:23:25métodos Tá certo de datação radiométrica

2:23:28é cada um baseado em um determinado

2:23:31elemento químico e ele cada um deles vai

2:23:34cobrir uma faixa de tempo então existem

2:23:36elementos químicos que são utilizados

2:23:38para rochas muito antigas outro para

2:23:40rochas mais recentes

2:23:43e é na natureza existe alguns elementos

2:23:47que apresentam isótopos ou seja

2:23:49elementos que apresentam o mesmo número

2:23:51atômico mas diferentes números de massa

2:23:54um exemplo é o oxigênio possui três

2:23:57isótopos né o 16 ou 17 o 18 no caso do

2:24:03oxigênio esses isótopos que existem na

2:24:05natureza eles são estáveis

2:24:07Ah tá mas há outros elementos que são

2:24:11instáveis na natureza e por serem

2:24:14estáveis eles têm uma tendência a se

2:24:17transformar em outro elemento mais

2:24:19estável esses elementos são chamados de

2:24:22isótopos radioativos porque eles passam

2:24:25de uma forma instável para uma forma

2:24:27estável E aí durante essa transformação

2:24:31externo nada de decaimento radioativo a

2:24:35radiação ela é metida e o calor é

2:24:37liberado o decaimento radioativo ele é

2:24:41um processo lento que ocorre a uma taxa

2:24:43constante chamada de meia vida então

2:24:46todos os isótopos de meia-vida curta que

2:24:50existiram no início da história da terra

2:24:52ele já desapareceram mas os elementos

2:24:55cujo de isótopos são de meia vida longa

2:24:57existem desde o início da terra e podem

2:25:00ser usados para dar as rochas então é

2:25:04possível calcular com precisão o tempo

2:25:08e para que a metade dos átomos de um

2:25:10isótopo se desintegra esse tempo é

2:25:13chamado de meia vida dos outros

2:25:15eu tô aqui são exemplo tá bom é o

2:25:19urânio-235 né Ele é instável então com o

2:25:23passar do tempo ele se transforma em

2:25:25chuva chumbo-207 eu vou dar o exemplo

2:25:30para que vocês vão dar dois exemplos

2:25:32aqui para que seja Claro e eu não fique

2:25:34repetindo tá a aula tá longa eu sei que

2:25:37você já estão cansados e eu também estou

2:25:39cansado de falar aqui que eu não parei

2:25:40ainda vamos lá cada isótopo ele tem uma

2:25:44meia-vida característica que pode durar

2:25:46segundos ou milhões de anos nestes

2:25:49últimos são chamados isótopos de

2:25:52meia-vida longa pessoal urânio urânio

2:25:57235 ele leva 713 milhões de anos tá é o

2:26:06tempo da minha vida dele para de cair

2:26:09para chumbo-207 todo mundo já deve ter

2:26:14ouvido falar

2:26:17e no carbon-14 né o carbono-14 a datação

2:26:23por carbono-14 um fóssil que foi datada

2:26:26por carbono-14 o carbono-14

2:26:29e ele tende a se transformar em

2:26:31nitrogênio-14 tá acabando 14 ele é

2:26:35instável e ele vai com o passar do tempo

2:26:37se transformar em nitrogênio-14 esse

2:26:41método de datação por carbono-14 só data

2:26:46material recente um máximo no máximo eu

2:26:51vou assim ser bem Generoso 60 70 mil

2:26:53anos tá então só serve para tratar

2:26:56coisas mais recentes inclusive sítios

2:26:58arqueológicos é o que que acontece o

2:27:03carbono-14 nós temos carbono na nossa

2:27:06Constituição do nosso organismo então a

2:27:09gente está respirando você tá se

2:27:11alimentando Você tá em gerindo o carbono

2:27:14e você tá esperando o carbono né é

2:27:16quando o organismo Mas você tá vivo aqui

2:27:20você tem 100 porcento de carbono no seu

2:27:22organismo tá tão imagem aqui que eu

2:27:29e assim tá não sei como gente tá não mas

2:27:32tem que ser porque não dá para dar

2:27:35dinossauro com o carbono-14 então assim

2:27:37é um animal uma preguiça gigante tá a

2:27:41preguiça-gigante é se ela tivesse Viva

2:27:45agora se alimentando ela teria sem por

2:27:49cento de carbono na sua constituição a

2:27:51partir do momento que ela morre não

2:27:53entra mais carbono e nem sai mais

2:27:56carbono no sistema do organismo dela tá

2:28:00bom aí o que que acontece ela tem 100

2:28:03porcento de carbono seu organismo aí ela

2:28:06foi solta errada lá foi carregada para

2:28:08dentro da bacia sedimentar e foi solta

2:28:10errada o que que vai acontecer vão ser

2:28:15necessários 10 Vai ser necessário passar

2:28:195.730 anos para que aquele Aquela

2:28:23quantidade de carbono aqui tem hoje na

2:28:26preguiça calha para metade

2:28:29o ou seja se hoje ela tem 100 porcento

2:28:33ela morreu hoje então fechou o sistema o

2:28:36organismo dela já tem 100 porcento de

2:28:38carbono vai ter que passar 5.730 anos

2:28:43para que caia para 50 por cento de

2:28:47carbono

2:28:48eu e os outros 50 por cento vai ser o

2:28:50que alguém Chuta aí

2:28:58e ninguém o carbono-14 ele não se

2:29:02transforma em nitrogênio 14 minha gente

2:29:05então vão ser necessários Vai ser

2:29:08necessário passar 5.730 anos para que

2:29:11aquele resto da preguiça tem a cinquenta

2:29:13por cento de carbono e cinquenta por

2:29:15cento de nitrogênio vão ser necessários

2:29:20passar mais 5.730 anos para que aquele

2:29:24cinquenta por cento cai agora para 25

2:29:27não é uma meia vida não tem a metade

2:29:29então cai para 25 de carbono e fica 75

2:29:34de nitrogênio passam-se mais 5.730 anos

2:29:39para cair para 12 e meio por cento de

2:29:43carbono né e oitenta e sete porcento

2:29:5087,5 por cento de nitrogênio

2:29:53Ah tá é assim que funciona então quando

2:29:57se vai gastar ou se data a quantidade

2:30:01que ainda tem duas outras com o original

2:30:03né ou a quantidade do isótopo estável da

2:30:09forma estável

2:30:11e apesar de existirem muitos elementos

2:30:14com isótopos radioativos de meia vida

2:30:16longa a maior parte é muito rara na

2:30:18crosta terrestre e somente segue são

2:30:20usados normalmente para tratar as rochas

2:30:22de potássio rubídio potassio-40 rubídio

2:30:2687 tório-232 urânio-235 urânio-238 e

2:30:31Samara 147 em todos os casos se mede o

2:30:35quanto do isótopo radioativo se

2:30:37transformou no isótopo estável tá E aí

2:30:41existem alguns métodos aqui tá certo vou

2:30:45ter que passar aqui tá certo para que a

2:30:48gente continue que é muita cores

2:30:53bom então usa estratigráfico dos fósseis

2:30:57bom então o foco a gente já viu que o

2:31:00registro de uma espécie que existiu

2:31:02ainda terminar intervalos tempo na

2:31:03história da terra representa o estágio

2:31:05da evolução dos seres vivos né ele tem

2:31:07que ter imagem de 11 mil anos tá certo

2:31:12eu vim buscar a escala do tempo

2:31:14geológico ela foi construída com base

2:31:18nos fósseis com base nas datações

2:31:21relativas com base na hidratação Absolut

2:31:24com base na estratigrafia e ela é

2:31:25aperfeiçoado até hoje tá bom Quase todos

2:31:30os fósseis eles são encontrados em

2:31:32rochas sedimentares 99,9 por cento as

2:31:36poucas outras ocorrências elas vão ser

2:31:39em cinzas vulcânicas ou rochas

2:31:41metamórficas são raras exceções e

2:31:44aqueles ainda encontrados em pequenos

2:31:46depósitos como cavernas Lagoas é ravinas

2:31:51e os fósseis mais antigos do Brasil eles

2:31:55são estromatólitos são construídos por

2:31:58cianobactérias e procariontes Associados

2:32:01e ocorrem solas em rochas do embasamento

2:32:04pré-cambriano tá ainda meu lado no

2:32:08proterozóico as bacias sedimentares é

2:32:11que Inclusive a gente

2:32:12e ela só hoje elas podem ser de diversos

2:32:14tipos conforme a natureza do espaço de

2:32:18acumulação e preservação dos sedimentos

2:32:20aqui no Brasil eu mostrasse mais para

2:32:23vocês ela tava melhor no homem anterior

2:32:26acha que tem a localização levando em

2:32:30consideração a localização das bacias a

2:32:33gente tem aquelas bacias que são

2:32:34chamados interiores ou intracratônicas

2:32:36que estão dentro do continente é um essa

2:32:39daqui né Dentro do continente Inclusive

2:32:41a bacia do Paraíba e aquelas que estão

2:32:43aqui ó no litoral que são chamadas de

2:32:45bacias marginais tá tantas interiores

2:32:49contra os marginais apresenta uma grande

2:32:50quantidade de fósseis

2:32:52Essa é a uma parede que eu faço para as

2:32:56marginais Porque elas estão relacionadas

2:32:59a separação do continente da América do

2:33:01Sul e da África Tá certo então dá para a

2:33:04gente fazer uma correlação dos fósseis é

2:33:06encontrados nessas bacias aqui imaginais

2:33:09tá com as bacias marginais do continente

2:33:12sul-africano dentro das bacias

2:33:15sedimentares nós podemos ter ambientes

2:33:17distintos de sedimentação que a gente

2:33:20pode ter um ambiente marinho pode ter um

2:33:22ambiente Continental por ter um ambiente

2:33:24Costeiro e independente do ambiente é o

2:33:28material ele vai ser depositado na forma

2:33:31de estratos sedimentares como eu falei

2:33:33para vocês né E aí a estratigrafia Ela

2:33:36Vem estudar essas rochas estratificadas

2:33:37aqui

2:33:39é é é

2:33:43e o dinamarquês Nicolau steno né que a

2:33:46gente já falou sobre ele que é o pai do

2:33:48princípio da superposição foi quem

2:33:50primeiro efeito os conceitos somente

2:33:52estratigrafia foi ele quem disse né quem

2:33:54comeu a princípio da superposição Ele

2:33:56disse que em qualquer empilhamento de

2:33:58status não perturbadas a camada inferior

2:34:01é a mais antiga e as camadas sobrepostas

2:34:03mais jovens consequentemente o conteúdo

2:34:06fóssil também depois do Nicolau steno

2:34:10William Smith que nós também já falamos

2:34:12sobre ele hoje ele contribuiu muito para

2:34:16a estratigrafia porque ele observou que

2:34:19vários estratos eles ocorrem uma ordem

2:34:21vertical definida que os estratos é de

2:34:24um local podiam ser observado de outros

2:34:27lugares além de Reconhecer essa relação

2:34:31lateral dos estratos ele também é Curvo

2:34:34lá com a relação lá nos status que eu

2:34:36falei para vocês com base nos fósseis

2:34:38têm Ele identificou esses extratos em

2:34:41pontos distintos e distantes

2:34:43é através do conteúdo fossilífero

2:34:46através das mitologias ou seja através

2:34:48das rochas e dos solos típicos dessas

2:34:52litologias

2:34:54e é os vocês guia né a gente já falou

2:34:59sobre eles são os mais adequados para

2:35:02fazer essa com relação a longas

2:35:04distâncias eles são aqueles fósseis que

2:35:07apresentam uma grande distribuição

2:35:08temporal uma grande distribuição

2:35:10geográfica é também chamada de

2:35:14cosmopolita pandêmica ou global e uma

2:35:17pequena amplitude vertical eles

2:35:20evoluíram rapidamente ao experimentar

2:35:22uma rápida extinção eles devem ser

2:35:25facilmente identificáveis abundantes e

2:35:28preferencialmente independente do tipo

2:35:29de rocha e assim os organismos que são

2:35:33melhor considerados como vocês que são

2:35:35os microfones

2:35:37é é é

2:35:41se eu não tomar aqui posso passar dentro

2:35:45da estratigrafia né a gente vai ser

2:35:47utilizado os princípios do uniforme

2:35:50tarista e a gente já falou que utiliza o

2:35:52presente como chave para o passado do

2:35:54catastrofismo é cunhado pelo George

2:35:57keviler o princípio da superposição das

2:36:00camadas da continuidade lateral e da

2:36:03horizontalidade né que diz que as

2:36:04camadas se depositam em posição

2:36:07horizontal tá então aqui essa parte não

2:36:11é muito interessante eu falar para vocês

2:36:13não é muito é muita geologia Tá mas

2:36:18assim é a gente né quando estuda as

2:36:24rochas e vai agrupar os estratos

2:36:28sedimentares a gente utiliza alguns

2:36:32critérios para poder classificar Tá

2:36:34certo essas essas rochas ou esses

2:36:36estratos sedimentares que a gente pode

2:36:38utilizar como critério de

2:36:41a ação é para explicar de posição

2:36:44daquele daquele material a idade das

2:36:47rochas as mitologias não é o tipo de

2:36:50rocha ou conteúdo paleontológico é o seu

2:36:53utilizo a idade das rochas Eu estou

2:36:55fazendo uma Chrono estratigrafia as

2:36:58mitologias uma litoestratigrafia e o

2:37:01conteúdo paleontológico hábil

2:37:02estratigrafia então é o que que acontece

2:37:06pessoal é quando a gente está estudando

2:37:09uma flor amento que tem várias camadas

2:37:11de rochas sedimentares é a menor unidade

2:37:17que a gente tem é a camada Tá bom então

2:37:20um conjunto de camadas é eles podem é

2:37:26formar é o que a gente chama e grupo Na

2:37:35é membro mesmo é um conjunto de camadas

2:37:41é um membro o membro litológico lembro

2:37:44rochoso esse membro né ele abriga várias

2:37:48camadas o conjunto de membros vai compor

2:37:51uma formação geológica e um conjunto de

2:37:55formações vai é compor o que a gente

2:37:59chama de grupo Tá certo eu vou dar aqui

2:38:02um exemplo é e assim os nomes eles são

2:38:07Dados tá dessas unidades

2:38:09litoestratigráficas a unidades rochosas

2:38:11Ele eles são compostas por duas dois

2:38:13termos o primeiro litológico ou

2:38:16indicativo da categoria que pode ser uma

2:38:18camada mesma formação o grupo e o

2:38:21segundo refere-se a toponímia do lugar é

2:38:24o sítio do local onde aquele material

2:38:26aquela Rocha foi observado é descrito

2:38:28pela primeira vez

2:38:30bom então aqui essas rochas aqui da

2:38:32região de Picos né Elas são é do grupo

2:38:39Canindé o grupo Canindé ele se subdivide

2:38:44nas formações em várias formações dentre

2:38:48elas a gente vai ter de baixo para cima

2:38:49da base para o topo formação Itaim

2:38:52porque foi observado pela primeira vez

2:38:55nas margens do rio e traem formação

2:38:57Pimenteira porque foi a observar

2:39:00primeiramente essas rochas na cidade de

2:39:03Pimenteiras

2:39:04a informação cabeças porque foi

2:39:08observado primeiramente né na cidade na

2:39:12povoação é no povoado na vila na cidade

2:39:15de cabeço né que era o antigo nome de

2:39:19dois pedido Lopes então para quem não

2:39:21sabia né dois perdido Lopes o nome do

2:39:23lugar a cabeço ou cabeças E aí depois

2:39:27que passou a ser do Expedito Lopes mas

2:39:29as rochas que a flora lá como for

2:39:31observada pela primeira vez lá e o nome

2:39:33era cabeças né acabou dando nome ao a

2:39:37formação e aí a gente vai ter outras

2:39:40formações e outros grupos aqui dentro da

2:39:42Bacia do Parnaíba no caso da Bacia do

2:39:46Araripe por exemplo não existem também

2:39:49diversas formações diversos grupos tão a

2:39:53rocha que a flor aqui na região de

2:39:55Simões marcolândia que a Chapada do

2:39:57Araripe no Piauí não é aquela aquela

2:39:59formação rochosa a mais superior é

2:40:03formado é chamado informar

2:40:04é a parte dela a gente vai ter uma

2:40:07formação rochosa chamada uma ação

2:40:10Arajara depois em a formação Romualdo

2:40:13que aquela que tem as pedras com peixes

2:40:16é que a mayonara encontrou É acho que a

2:40:21gente estuda lá em Simões abaixo dela a

2:40:26gente vai ter uma outra formação que a

2:40:28formação Ipubi e depois a formação é

2:40:32trato né O que é o calcário laminado foi

2:40:36observado primeiramente lá no Crato tá

2:40:38então isso é litoestratigrafia e quando

2:40:40a gente estuda as rochas estratificadas

2:40:44levando em consideração nenhum tipo de

2:40:47rocha se é uma arenito se é um lá mito

2:40:51se é um seu título E aí já já é muito

2:40:54fora da nossa da nossa do nosso

2:40:56interesse aqui na aula de hoje tá bom

2:40:58mas é porque eu preciso falar para vocês

2:41:00isso né porque a gente chama de

2:41:02informação Pimenteira formação KB

2:41:04a formação Itaim formação Romualdo

2:41:08em abril estratigrafia é como eu falei

2:41:12ela vai é a parte da estratigrafia que

2:41:15vai estudar as rochas estratificadas

2:41:17levando em consideração o conteúdo

2:41:19fóssil que está presente nessas nessas

2:41:23rochas

2:41:25e eu vou chamar que a atenção é o que eu

2:41:28tinha para falar né para vocês né sobre

2:41:30para tirar filha também ela e sair e aí

2:41:33que já que eu né estava falando aqui

2:41:35sobre os fósseis eu trouxe aqui a

2:41:36descoberta mais recente que a gente fez

2:41:39e foi o ovo né é a primeira ocorrência

2:41:42de ouro Primeiro Registro de ovo

2:41:44amniótico para a formação Romualdo é da

2:41:48Bacia do Araripe é cretáceo na bacia do

2:41:51Araripe e foi encontrado aqui no Piauí a

2:41:54maior parte pessoal da desses

2:41:56afloramentos da formação Romualdo eles

2:41:59ocorrem no Ceará e imagem 200 anos de

2:42:03pesquisa ninguém encontrou um ovo lá e

2:42:07aí a gente vem e encontra um ovo aqui um

2:42:10pedacinho de nada da Bacia do Araripe

2:42:13que tá dentro do Piauí aqui na região de

2:42:15Simões E aí tá aqui o ovo dentro da

2:42:18concreção o ovo é essa massa é mais

2:42:21creme mais esbranquiçados mais claro

2:42:24aqui dentro da

2:42:25Oi tá pouco nós partimos Arrocha Vimos

2:42:28que tinha essa massa dentro da Rocha né

2:42:32é inicialmente a gente pensava que era

2:42:35um coprólito né uma um cocô utilizado

2:42:38mas quando nós fizemos a análise do

2:42:41material da casca é e comparamos com

2:42:45outros ovos de répteis e dinossauros e

2:42:49de aves a gente viu né que se tratava de

2:42:53um possível crocodilo fizemos então uma

2:42:56tomografia e quando nós fizemos a

2:42:58tomografia tá tá aqui o material Uai

2:43:03hubei são é um ovo atual Tá bom eu vou

2:43:07gato áudio um crocodilo nós tivemos que

2:43:09fazer para poder comparar com nós e aqui

2:43:11é o seio de eles mostram aqui dentro do

2:43:15ovo existe né um embrião Zinho aqui de

2:43:17um crocodilo gente a gente consegue aqui

2:43:20uma parte do crânio descendo aqui a

2:43:22parte da coluna e até um pouco da casa

2:43:25tá bom

2:43:25e eu isso aqui uma descoberta recente

2:43:28nós fizemos né No final do ano passado é

2:43:32com o material aqui do Piauí encontrado

2:43:34aqui em Simões

2:43:36o E para finalizar uma pessoa eu

2:43:39gostaria de fazer aqui uma propaganda né

2:43:41que é o esse livro chamado mar de Picos

2:43:45né é de minha autoria com uma ex-aluna

2:43:47do curso de biologia aqui da UFPI de

2:43:50Picos em que nós trazemos um pouco sobre

2:43:54a paleontologia de Picos né tentando

2:43:57trabalhar essa temática com o público

2:44:00infanto-juvenil Então esse vídeo ele foi

2:44:02recentemente lançado no mês de novembro

2:44:07dezembro durante a 9ª semana de biologia

2:44:10da aqui do campus de Picos e que ele

2:44:14contribui muito para a divulgação da

2:44:18paleontologia do Piauí é o primeiro

2:44:21livro voltado né para o público

2:44:23infanto-juvenil é tratando sobre fósseis

2:44:27do Piauí Tá certo então o título é um

2:44:30mar de Picos e ele vai falar um pouco aí

2:44:33sobre os fósseis encontrados

2:44:36a e na região Tá certo então trabalho

2:44:40que a gente está fazendo aí divulgação

2:44:43Científica dos fósseis aqui do potencial

2:44:46do grande potencial paleontológica

2:44:48região tem então é esse livro aqui

2:44:50acerta a gente já fez o lançamento dele

2:44:53é uma história bem bem interessante bem

2:44:56legal é para ajudar na difusão do

2:45:00conhecimento paleontológico aqui da

2:45:02região Então é se alguém tiver interesse

2:45:05em adquirir o livro você encontra ele no

2:45:08site das Lojas Americanas no site da

2:45:12Magazine Luiza do amazon e também da

2:45:17editora appris é que a editora pela qual

2:45:20a gente público aumente e também pode

2:45:22adquirir comigo né ou aqui na livraria

2:45:24do shopping aqui em pics até em que você

2:45:28tivesse mês a gente vai fazer uma noite

2:45:29de autógrafos acho que dia 23 é a gente

2:45:32vai fazer essa no de autógrafos na

2:45:33livraria no shopping tá então aqui a

2:45:35propaganda fez

2:45:36Peppa Pig alguém tiver interesse em

2:45:38adquirir a ótima Leitura para as

2:45:41crianças inclusive para a gente já é do

2:45:43cara ela sensibilizar o olhar delas para

2:45:46a a riqueza para antológica e nós temos

2:45:50aqui em nossa região Tá certo então eu

2:45:54agradeço né a a paciência e aí a atenção

2:45:58de todos né até agora não foi fácil é

2:46:01tem que resolver o conteúdo aí de um

2:46:03semestre inteiro em uma aula tá certo e

2:46:07aí eu estou aí aberto a perguntas tá

2:46:10certo dizer que foi um prazer passar

2:46:12esses três quatro horas aqui com vocês

2:46:14estou aberto a perguntas e colocações da

2:46:18turma é alguém tá perguntando se é na

2:46:20livraria Jenipapo isso isso mesmo amanhã

2:46:22mesmo eu vou deixar alguns livros lá na

2:46:26livraria Jenipapo Bill Gates E aí um dia

2:46:2923 A gente está programando uma noite de

2:46:32autógrafos tá o livro custa só r$ 30 é

2:46:35preço bico

2:46:36E aí a gente tá tentando aí é divulgar

2:46:39um pouco da riqueza para outro Lógico

2:46:41que o Piauí tem

2:46:44em alguma pergunta a gente tava pensando

2:46:46em fazer algumas coisas assim também lá

2:46:48em Simões viu alunos de Simões a gente

2:46:52já tem trabalhado a Inclusive eu fiz um

2:46:54campo agora antes do Natal lá em Simões

2:46:56né colocamos um material é muito

2:46:59interessante que a gente está estudando

2:47:00Tem aluno fazendo mestrado vem com o

2:47:03material e eu tenho certeza que a gente

2:47:06vai conseguir mais coisas legais lá da

2:47:10região e quem não justificar quem sabe a

2:47:13criação de um museu na região de Simão é

2:47:17mas para isso a gente precisa de apoio

2:47:19principalmente do poder público

2:47:22bom então pessoal estou aí aberto a

2:47:26alguma pergunta alguma dúvida alguma

2:47:30discussão que vocês queiram levantar é

2:47:33agradeço aqui o pessoal fazendo que a

2:47:35aula foi boa né agora eu tô vendo aqui o

2:47:36chat então muito eu agradeço aí a

2:47:39participação de vocês os elogios aí

2:47:42assim é eu posso disponibilizar e-mail

2:47:46posso disponibilizar telefone se alguém

2:47:48tiver interesse de manter contato com

2:47:52sentido de encontrar algum material né e

2:47:57chamar a gente para dar uma olhada Tá

2:47:58certo foi só tem muito medo pessoal tem

2:48:02muitos fósseis nas vezes no quintal de

2:48:04casa e tem medo de chamar a pessoa para

2:48:06ver porque acho que vai perder a terra

2:48:08né então isso não acontece tá bom

2:48:10pessoal isso não acontece jeito nenhum

2:48:12meu interesse único exclusivo é estudar

2:48:15o material Tá então não não acho que

2:48:18você vai perder a propriedade de fórmula

2:48:20nenhuma tá bom

2:48:21bom então se alguém não tiver nenhuma

2:48:24pergunta ninguém quer falar nada alguns

2:48:26dos instrutores se jogavam tutor

2:48:28presencial

2:48:31o presente digo não é um Prof Miria né

2:48:35Professor foi o senhor pastor da

2:48:37pesquisa que encontrou o ovo fossilizado

2:48:39foi Miriam eu sou um dos autores da

2:48:42pesquisa né do do ovo que foi encontrado

2:48:45aí na região de Simões depois fui eu que

2:48:47importa três junto com mais três

2:48:50pesquisadores a gente fazendo Campo a

2:48:52gente encontrou material e colocamos uma

2:48:54lona para fazer o mestrado na

2:48:56Universidade Federal de do Ceará nega aí

2:49:00ela defendeu E aí já defendeu em

2:49:02publicou um artigo com o ovo né então

2:49:05achou foi Foi muito legal a descoberta

2:49:07do ovo tá é o primeiro do desse tipo

2:49:11assim para o Nordeste não existem outras

2:49:14ocorrências de ovos no Brasil mas essa

2:49:16foi muito boa porque a vacilarei quase

2:49:19toda tá no Ceará e aquelas ó tá um

2:49:22pedacinho aqui no Piauí a gente

2:49:23encontrou aqui no Piauí esse material É

2:49:26bem interessante tá então aqui outra p

2:49:31é né Eliana barreira dança como o senhor

2:49:34seleciona as possíveis pedras que contém

2:49:37fósseis Eliana é Depende do lugar né

2:49:45Depende do lugar algumas já tem um

2:49:47formato característico meu formato que

2:49:49ele é ele dá ideia do que Possivelmente

2:49:53pode ter no interior outras não tá certo

2:49:57outra já não mas aí é uma ter a gente

2:50:00tem que abrir requebrando com martelo e

2:50:02tu tem um cuidado para não danificar

2:50:05tanto deve ficar o mínimo possível

2:50:06material

2:50:07o Luiz Pereira Qual a idade do ovo o ovo

2:50:11ele tem sempre entre 120 110 milhões de

2:50:14anos Luis tá é nós não precisamos dar o

2:50:19ovo que a a camada de rocha onde o ovo

2:50:22foi encontrado ela já está datada né

2:50:25Então como foi encontrar naquela camada

2:50:27a gente já sabe a idade da camada

2:50:29consequentemente a idade do ovo né

2:50:30porque eu vou ficar inserido na camada

2:50:32que foi datada

2:50:35a Elena vai sair quebrando agora até

2:50:38achar né Pois é mas aí lembrando né

2:50:40pessoal a gente não pode ter o sócio em

2:50:44casa né então quando você encontra esse

2:50:45tipo de material na gente não aconselha

2:50:47você tem um material em casa é

2:50:49recentemente Nós temos muitos problemas

2:50:51com relação ao tráfico tá vocês vão ver

2:50:55isso durante os fóruns têm um forte que

2:50:57eu pedir para vocês tratarem sobre a

2:50:59pesquisa da legislação em torno disso

2:51:02aqui no Brasil e eu quero saber o que é

2:51:04que vocês vão descobrir sobre a questão

2:51:06da legislação comércio tráfico de

2:51:08fósseis aqui que existem punição ou não

2:51:11tá bom

2:51:16e pronto eu deixei de responder alguém

2:51:18aqui eu só vi a as últimas perguntas

2:51:20aqui né

2:51:25bom então Amparo Professor vem dos

2:51:28fóruns agora não seria muito pouco tempo

2:51:30para se responder com precisão sobre

2:51:32essas questões Amparo Justamente por

2:51:34isso eu deixei os fóruns divididos assim

2:51:37para você ter tempo para responder só um

2:51:39E aí depois você quando acabar você vai

2:51:41responde o outro tá mas assim é ué esse

2:51:45tempo Quem determina é a coordenação né

2:51:49Entra com relação a gente é um mês para

2:51:51poder fechar as atividades estão dentro

2:51:53de um mês a gente tem que trabalhar a

2:51:55disciplina tá bom E aí eu não coloquei

2:51:58os dois ao mesmo tempo para que vocês

2:52:01não ficar sem misturando nem ficar sem

2:52:02perturbados assim uma coisa com a outra

2:52:04é meu misturar mas aí eu acho que eu

2:52:07acho que dá certo para vocês fazer né

2:52:08tempo suficiente Acho que são mais de 5

2:52:10dias para cada fora

2:52:12se alguém fez a pergunta anteriormente

2:52:14mas acho que a Internet não ajudou me

2:52:17pergunte Aline novamente pode repetir

2:52:26e agora tá na sua pergunta Aline sobre

2:52:29os isótopos

2:52:33E aí

2:52:37E aí

2:52:42o Aline qual é a pergunta eu não consigo

2:52:47voltar a barra para ver ela quer saber

2:52:50da minha vida o que é especificamente

2:52:53sobre a meio mira do isótopo ela quer

2:52:55saber

2:52:58E aí

2:53:00E aí

2:53:03E aí

2:53:11E aí

2:53:13E aí

2:53:16e deixa eu ver se eu vou falar aqui só é

2:53:24a minha vida tava desse jeito que ela

2:53:25queira saber é o a forma instável né ela

2:53:30tende com o passar do tempo a se

2:53:33transformar numa forma estável vou dar

2:53:35um exemplo do carbono-14 então

2:53:37carbono-14 ele tá aqui na rocha ele tem

2:53:41100 porcento de carbono e zero por cento

2:53:45de nitrogênio o carbono-14 é instável

2:53:48ele vai com o passar do tempo se

2:53:49transformar em nitrogênio-14 o que é que

2:53:52acontece é a meia vida né é a metade

2:53:57você vai ter que dividir pela metade

2:53:58então se você tem cinquenta por cento

2:54:00você tem 100 porcento que a minha vida

2:54:04dele é 5.730 anos então quando passar

2:54:085.730 anos esse fóssil aqui eu essa

2:54:12Rocha que tinha 100 porcento de carbono

2:54:14ela vai levar

2:54:16e setecentos e trinta anos para cair

2:54:19para 50 por cento quando ela passa para

2:54:2250 por cento de carbono os outros 50 por

2:54:25cento para poder fechar os cem porcento

2:54:27é o que é nitrogênio ou seja o carvão já

2:54:29se transformou cinquenta por cento em

2:54:32nitrogênio-14 tá aí você vai ter 5050 aí

2:54:37leva os outros 50 aqui que ainda tem

2:54:40leva 5.730 anos para se transformar para

2:54:45metade dele ou seja metade de cinquenta

2:54:47por cento e vinte e cinco porcento se

2:54:49transformar em 25 porcento para somar

2:54:53com esse cinquenta por cento do

2:54:54nitrogênio Então você vai ter 25

2:54:57porcento de carbono 1475 por cento de

2:55:00nitrogênio 14 aí vai levar você tem

2:55:03agora 25 de carbono vai levar 5.730 anos

2:55:08para esses 25 deve cair para metade 12,5

2:55:13por cento tá e assim vai até todo o

2:55:16e se transformar em nitrogênio 14

2:55:21E aí adaptação ela vai me diz ou a

2:55:24quantidade do que resta do material do

2:55:26elemento de união estável o a quantidade

2:55:28que tem do da forma que estava

2:55:32o show e ficou Claro agora Professor

2:55:36falo oi Aline oi pelo áudio para mim tá

2:55:41atrasado eu acho que a minha internet eu

2:55:43entendi agora entendi obrigada por nada

2:55:48Aline disponha

2:55:52E aí

2:55:53há mais alguma pergunta pessoal podemos

2:55:56ou podemos finalizar por aqui

2:56:01nós podemos finalizar

2:56:08é algo mais alguma dúvida Ficou claro

2:56:14bom então pronto pessoal não tenho mais

2:56:16uma vez eu agradeço a todos e a todas né

2:56:19que permanecerão conosco até agora eu

2:56:23espero que eu tenha ajudado a levar um

2:56:27pouco sobre o meu trabalho sobre essa

2:56:29ciência que é fascinante é a ciência dos

2:56:32fósseis Tá certo então desejo uma boa

2:56:36noite a todos agradeço a participação né

2:56:39de vocês na nossa aula de hoje tá bom Um

2:56:43abraço

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