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0:00é bem pessoal mais uma vez boa noite nós
0:04estamos aqui para falar um pouco sobre
0:06paleontologia certo é inicialmente a
0:10gente vai dar uma introdução né e trazer
0:12também alguns conceitos básicos para que
0:14se entenda um pouco sobre essa ciência é
0:19que é a ciência que estuda os fósseis
0:25bom então são objetivos né desse
0:28primeiro momento da nossa aula é que
0:31vocês compreendam os conceitos de
0:33paleontologia edifocio a diferença entre
0:37paleontologia e arqueologia né são duas
0:40ciências distintas mas que geralmente
0:42são confundidos pela população leiga Em
0:47geral os objetivos da paleontologia a
0:51diferença entre restos e vestígios e os
0:53diferentes tipos de fósseis e
1:00G1
1:01E aí
1:06E aí
1:14G1
1:16o teu pessoal o que é paleontologia a
1:22alguém já deve ter ouvido falar em
1:25paleontologia é e deve saber que é a
1:32ciência que estuda os fósseis né então o
1:36que é paleontologia e o que é que ela
1:37estuda a palavra paleontologia é ela é
1:41formada por três outras palavras pela
1:43junção de três palavras palaeos que quer
1:47dizer antigo outros e quer dizer cê e
1:50Logos e quer dizer estudo então seria né
1:53ao pé da letra o estudo dos seres
1:56antigos a esses seres antigos né
2:01estudados pela paleontologia nós damos o
2:05nome de sócio que vem da palavra
2:08fossilis que quer dizer Cavado ou
2:11extraído da terra então né a
2:14paleontologia
2:16e ela é considerada a ciência que estuda
2:19a vida no passado da terra e o seu
2:22desenvolvimento ao longo do tempo
2:23geológico assim como os processos né de
2:27integração da informação biológica eo
2:30registro geológico Isto é a formação dos
2:33fósseis então objeto de estudar a
2:36paleontologia são os fósseis né mas ela
2:40estuda os fósseis né no sentido também
2:44né de tentar entender tentar explicar
2:48como é que restos orgânicos né vão parar
2:54em um registro inorgânico que são as
2:58rochas então aqui a gente mostra para
3:01vocês uma uma um pequeno exemplo da
3:05diversidade de fósseis next e podemos
3:08encontrar desde microfósseis a fósseis
3:11de vertebrados e invertebrados
3:14Oi e a crucial né a diferença crucial
3:18entre paleontologia e arqueologia que eu
3:21não posso me furtar aqui deve falar para
3:24vocês é que são duas ciências distintas
3:26são duas ciências irmãs é porém
3:30distintas uma vez que a paleontologia
3:32ela se fundamenta principalmente nas
3:35ciências biológicas e geológicas
3:37enquanto que a arqueologia se fundamenta
3:40principalmente nas ciências humanas
3:42então a paleontologia ela tem como
3:44objeto de estudo os fósseis Como já foi
3:48agora dito por mim Diferentemente da
3:50arqueologia que vai estudar né o seu
3:53objeto de estudo é humanidade como seres
3:56culturais Tá certo então existe essa
3:58diferença entre paleontologia e
4:01arqueologia e elas se complementam né E
4:06se sobrepõe a partir do momento em que
4:08nós encontramos um resto humano
4:11fossilizado tá então tanto paleontólogo
4:14e poderão estudar aquele material então
4:19como a paleontologia estuda os fósseis
4:21arqueologia vai estudar Qual é o objeto
4:23de estudo dela é a humanidade como seres
4:26culturais e como se estudar a humanidade
4:31né como seres culturais através Tá certo
4:35de todo o legado deixado por nossos
4:38antepassados desde as pinturas rupestres
4:40né nas cavernas ou em paredões rochosos
4:43como a confecção de artefatos é
4:47popularmente chamado de pedras lascadas
4:50como vocês estão vendo nesta imagem né
4:52que são Pontas de lanças pontas de
4:55flechas né e demais utensílios e
4:59artefatos como também os artefatos de
5:03pedra polida né Eh objetos de Adorno
5:07cerâmicas em urnas funerárias são todos
5:11os materiais é é deixados por nossos até
5:14passar
5:14que corresponde ao seu legal e que são
5:17objeto de estudo da arqueologia quando
5:23nós falamos de arqueologia né o Piauí
5:26ele se destaca no cenário internacional
5:29principalmente ali a região do Parque
5:32Nacional Serra da capivara hoje nós
5:34temos né o museu do homem americano é
5:38que é uma instituição que estuda
5:41arqueologia da região É principalmente
5:43ali do parque então lá é a quantidade de
5:48pinturas rupestres por exemplo é
5:52incontável é além dos artefatos
5:55encontrados de pedras polidas pedras
5:58lascadas urnas funerárias cerâmicas e
6:02objetos de Adorno tudo isso é encontrado
6:04ali na região do Parque Nacional Serra
6:07da capivara
6:08e é no entanto né a região ela não é
6:13rica apenas do ponto de vista
6:15Arqueológico mas também do ponto de
6:18vista paleontológico tá certo a região
6:23do Parque Nacional Serra da capivara
6:25nessa naquela região há uma sobreposição
6:28de sítios paleontológicos com sítios
6:32arqueológicos Tá certo então as duas
6:35ciências a elas podem ser estudadas lá
6:37no parque e são estudados Por que os
6:40registros paleontológicos e
6:42arqueológicos ele se sobrepõe dos sítios
6:46catalogados e estudados pelos
6:48pesquisadores da fundação Museu do Homem
6:50Americano é Fundação é essa E o projeto
6:55todo e criação do Parque idealizado
6:58encabeçado pela professora niéde guidon
7:01reconhecida acredito pela maioria dos
7:04que estão aqui na sala
7:06e a paleontologia pessoal né Assim como
7:09toda ciência que se preza ela é ela se
7:13sustenta é em princípios de duas
7:18ciências de duas grandes ciências que é
7:20a biologia EA zoologia então toda a
7:23ciência que se preza ela tem que se
7:25sustentar em algo é que vai possibilitar
7:29que ela se configure né E tem uma
7:33robustez no âmbito científico a
7:35paleontologia né surgem então né nesse
7:39ponto de conexão ou de interconexão
7:41entre a Biologia EA geologia então
7:44conhecimentos advindos dessas outras
7:46duas ciências é que vão dar sustentáculo
7:49para a existência da paleontologia EA
7:52paleontologia ela contribui ela dá um
7:54retorno à essas duas ciências né que
7:57fazem com que ela surge que permitiram o
7:59seu surgimento com relação a sua
8:02contribuição biologia é os dados
8:06o Zoológico sem a paleontologia ela
8:08fornece informações complementares as
8:12teorias evolutivas nem a questão da
8:14dimensão do tempo em que os grandes
8:16ecossistemas atuais se estabeleceram o
8:19conhecimento das sucessões ecológicas a
8:22descrição e identificação dos fósseis e
8:25se utilizando da sistemática
8:27filogenética da taxonomia na morfologia
8:30e da anatomia desses organismos é a sua
8:35contribuição a geologia né corresponde a
8:39a questão dos fósseis fornecerem ou
8:42funcionarem como ferramentas para
8:45adaptação em ordem nação das sequências
8:49sedimentares interpretação dos ambientes
8:51antigos de sedimentação é entender um
8:54pouco da dinâmica na tectônica de placas
8:57e consequentemente das mudanças
8:59climáticas ao longo da história
9:01geológica então através dos fósseis né
9:06e Como contribuição para a geologia da
9:09esses fósseis eles são utilizados para
9:12datar e identificar os processos
9:15sedimentares é quais rochas são mais
9:20antigas e quais rochas são mais recentes
9:23certo eu nessa imagem nós temos aqui é
9:26perfis estratigráficos de afloramentos
9:30então cada camada dessa que vocês estão
9:33vendo são camadas sedimentares foram
9:36depositadas a intervalos de tempo
9:39distintos em com elas têm idades
9:42diferentes e consequentemente o conteúdo
9:45fóssil que está inserido nelas também
9:47vai apresentar idades Diferentes né ele
9:52com relação aos principais objetivos a
9:55paleontologia ela fornece dados para o
9:58conhecimento da evolução biológica
9:59através do tempo auxilia na
10:02reconstituição da história da terra
10:04estima
10:06a relativa das camadas de rocha
10:09reconstitui o ambiente em que o fóssil
10:12viveu e tenta identificar rochas ricas
10:14em substâncias minerais e combustíveis
10:17como o carvão mineral e o petróleo
10:20Olá pessoal é a paleontologia Nós já
10:24conceituamos não é a ciência que estuda
10:26os fósseis mas o que é um fóssil tá
10:31certo o fóssil é a melhor definição é
10:35para fóssil é a seguinte os fossem eles
10:41são restos ou vestígios de animais de
10:47microrganismos e de plantas que viveram
10:50no passado e que ficaram preservados nas
10:53rochas e quando eu falo viveram no
10:56passado né não não quer esse passado
10:59quando nós tratamos lá paleontologia é
11:04um passado distante daí não no passado
11:07de uma semana atrás de um mês atrás ou
11:09de cem ou Mil Anos Atrás né mas e nós
11:13estamos falando de milhares de anos
11:16então para ser considerado um fóssil
11:19para quê
11:20é um vestígio ele seja considerado um
11:23fóssil ele tem que ter no mínimo 11 mil
11:26anos então todo o material com mais de
11:3011.000 anos é de 11 mil anos para trás
11:33ele vai ser considerado um fóssil se o
11:36material tem uma idade entre 7 mil e
11:40onze mil anos ele é considerado um sub
11:42fócio ou seja ele é quase um falso
11:46e esse ele tem né menos de 7.000 anos
11:51ele é qual será uma material atual ou
11:54recente Tá certo então os fósseis com
11:58relação aos tipos eles podem ser de dois
12:00tipos eles podem ser restos e podem ser
12:03vestígios os restos é a palavra posição
12:07ela já está dizendo do que se trata
12:10correspondem a partes é os restos
12:13correspondem a partes dos organismos
12:15como crânios e mandíbulas começa Estamos
12:19vendo na imagem dentes Conchas troncos
12:24folhas frutos todos esses são
12:27considerados restos porque são partes
12:31dos organismos e os vestígios eles
12:35correspondem apenas a evidência da
12:39existência do animal ou do vegetal no
12:43passado e essa evidência ficou
12:46e nas rochas como é o caso aqui que eu
12:49mostro para vocês das pegadas a gente
12:51tem aqui uma trilha né é encontrado em
12:56Sousa na Paraíba no município de Sousa
12:59no estado da Paraíba é uma trilha é
13:01feita por um dinossauro então tem as
13:03pegadas deixadas aqui né as marcas
13:06deixadas pelo deslocamento do dinossauro
13:09que passou aí né Há milhares de anos é
13:12um extinção vestígios então eles não
13:16eles não têm partes do organismo mas
13:19apenas uma evidência da existência do
13:22organismo
13:23em qualquer dúvida fique à vontade para
13:26perguntar
13:30o rapaz Odontologia ela pode ser
13:33subdividida em paleontologia de
13:35invertebrados paleontologia de
13:38vertebrados paleobotânica
13:40micropaleontologia tá é os fósseis eles
13:45podem ser divididos em dois em três
13:48grupos está certo em macro fósseis são
13:51aqueles fósseis que são podem ser
13:53pegados podem ser tocados e vistos a
13:55olho nu e os microfósseis que são
13:59aqueles minúsculos fósseis que para um
14:02estudo e uma melhor visualização nós
14:05vamos precisar olhar os em uma lupa em
14:08um microscópio estereoscópio e os que
14:10não fazem você que não fósseis eles
14:13correspondem né eles são vestígios
14:17acerta eles não são restos estão
14:19vestígios e eles correspondem a
14:23registros da atividade né dos organismos
14:29Tá certo
14:30é uma pegada é uma atividade de
14:32deslocamento de locomoção então é
14:34costurado mim que não fosse um ovo
14:37fossilizado ele é considerado mim que
14:40não fosse o quê Porque ele é produto de
14:42uma atividade que atividade atividade de
14:45reprodução é certo
14:48e cabe ressaltar aqui dentro assim que
14:54não falta em Nós também vamos ter outros
14:55exemplos né como é os coprólitos os
15:00coprólitos são as fezes ou utilizadas
15:03Então as festas são produtos de uma
15:06atividade né de excreção então como eu
15:09falei deixa paleontologia de
15:11invertebrados e a paleontologia de
15:13vertebrados trabalho botânica que vai
15:15estudar né os registros dos vegetais
15:18fósseis EA micro paleontologia a
15:22micropaleontologia vai estudar os
15:24microfósseis então pólen e esporos né
15:29com por exemplo a gente conhece das
15:30plantas atuais eles também se preservam
15:33como fosse tão estudar pela micro
15:35paleontologia além de outros organismos
15:38né é microcrustáceos micro moluscos que
15:42são estudados pela me colocar
15:46micropaleontologia dessa imagem nós
15:48temos aqui alguns
15:48a sessão em fósseis minúsculos que são
15:53muito importantes nas os estudos de
15:56bioestratigrafia vinculados à prospecção
16:00de petróleo Aqui nós temos os
16:03foraminíferos em alguns desenhos alguns
16:06exemplos aqui de tipos de espécies de
16:10Fora mamíferos então só para que vocês
16:12têm uma noção do como é do com pequeno é
16:14o material nesta imagem Aqui nós temos
16:17uma agulha né E aqui no furo da agulha
16:21né no buraco da agulha a gente tem um o
16:23microfone aqui é o pra vocês verem o
16:26quão pequeno né são os microfósseis é
16:30aqui nós temos dessa imagem uma
16:32diatomácea mostra code ou radiolário uma
16:36espícula de uma esponja não foram
16:38ministradas e um cole também são todos
16:42microfósseis
16:45e os grãos de pólen né para representar
16:48aqui vocês alguns grãos de pólen é
16:51fósseis Tá certo também são encontrados
16:54é no registro geológico use que nó
16:58fósseis Como já falei a que a gente tem
17:00uma trilha com várias pegadas EA que uma
17:03pegada única de um dinossauro terópode a
17:07Esse é um exemplo não é bem próximo da
17:10gente principal é o chamado meu score
17:12Tropical zensys ele é o símbolo né do
17:16laboratório de paleontologia que
17:17condenado por mim da UFF aqui em Picos
17:20aqui a gente tem né imagem do fóssil São
17:23escavações né verticais como vocês podem
17:26vir aqui é esse material ele é endêmico
17:30da formação geológica chamada formação
17:33Pimenteira que ocorre aqui na região de
17:36Picos e esse material ele foi coletado
17:39coletado no final da década de 50 e
17:42descrito por que já em 1966 então como é
17:45um material que foi encontrado
17:47primeiramente aqui em Picos e região
17:49quis homenagear a cidade e lhe deu o
17:51nome de meus corpos e consciências tá
17:53então é ele corresponde a essas
17:58escavações verticais né lá piadas uma
18:01próximas a outra é um antes de virar um
18:04fósforo antes de se tornar uma rocha
18:07E aí era inconsolidado como uma areia em
18:11uma areia todo mundo já deve ter visto
18:12né uma arena na margem de um lago na
18:16margem de um rio ou na praia com areia
18:19está úmida né ela fica ela consegue
18:22mente não tá consolidado é tudo molinho
18:25ali estamos organismos eles vinham em
18:27alguns animais eles fizeram essas
18:30escavações que depois foram preenchidas
18:33e quando foram preenchidas elas
18:34endureceram né identificaram que a gente
18:37fala e virou uma rocha então a gente já
18:39que uma amostra de um equinócio aqui da
18:41região
18:43a a a paleontologia é importante né pela
18:49relevância da utilização dos dados
18:50paleontológicos então esses dados eles
18:53podem ser utilizados para os estudos de
18:55evolução visando determinar taxas de
18:58evolução e de extinção diversidade EA
19:01extinção em massa padrões evolutivos né
19:04servem para interpretar processos de
19:07adaptação e morfologia funcional de
19:09organismos extintos para os estudos de
19:12Ecologia né auxiliando a internação dos
19:14ecossistemas antigos dos fatores que
19:17limitavam esses ecossistemas na
19:20distribuição espacial dos organismos no
19:23passado geológico que a gente chama de
19:24Palio biogeografia na biogeografia na
19:28identificando evolução do clima da terra
19:31é distribuição no espaço e no tempo é o
19:36estabelecimento dos biomas e das
19:39províncias como a gente conhece Hoje os
19:41fenômenos de migração
19:43e são e Barreiras EA existência de
19:45Barreiras geográficas no espaço e no
19:47tempo né além também de contribuir não é
19:51para o conhecimento sobre a tectônica de
19:54placas e de mudanças fisiográficas
19:57através do tempo geológico no Facebook
20:00ruim desculpa incomodar um pouco é que
20:04os alunos estão pedindo para entrar tem
20:06vários alunos querendo entrar na aula aí
20:09tem como aceitar certo eu vou ter que
20:12fechar aqui para poder aceitar né por
20:15isso que é importante né que entrem na
20:19hora marcada na hora certa né é para que
20:23a gente não fique fazendo esse tipo de
20:25pausa tá eu aceitei só tinha uma
20:34eu vou continuar a apresentação me diga
20:37se a si a projeção foi aberta
20:41Ah tá assim aparecendo
20:43E aí
20:46e pronto aparecendo mais alunos café é
20:52tá dando para entender pessoal eu tô
20:54falando muito rápido
20:58e não tá ótimo tá dando para entender
21:01Sério Que bom pessoal só o seguinte
21:04começou eu estou em Picos começou uma
21:07chuva grossa agora é capaz de cá e aqui
21:10a conexão mas vamos continuar então para
21:12estudos de Geologia Econômica né esses
21:16fósseis eles também tem essa importância
21:19eles têm uma finalidade o uso que é na
21:22chamada bioestratigrafia alguns fósseis
21:26principalmente os microfósseis como
21:27vocês estão vendo aqui na imagem Eles
21:30são muito importantes na prospecção do
21:35petróleo alguns deles são indicativos de
21:39níveis né quando a quando a Petrobras
21:41ela vai perfurar um poço alguns nesses
21:45esses microfones são encontrados eles
21:47são indicativos é se naquele local
21:51naquela determinada profundidade a ou
21:53não né a incidência de petróleo esse
21:57esse petróleo
21:58e esse depósito ele é passível né de
22:02exploração econômica deve ser viável ele
22:05ser explorado Então por que estudar a
22:09paleontologia tá é o que é através do
22:13estudo dos fósseis né Nós vamos poder
22:15perceber a verdadeira diversidade do
22:18planeta Então a nossa diversidade atual
22:21é do nosso planeta comparada com a
22:25diversidade é ócio é ela representa
22:29apenas uma pequena fração tá de toda
22:33adversidade que a terra já teve um
22:35exemplo que eu trago para vocês são os
22:37braquiópodes esse grupo ele tem 20/120
22:41gêneros viventes né e 4.500 gêneros
22:46fósseis
22:47é mais estudamos também a paleontologia
22:50é para observar evidências da evolução
22:54da Então acho que essa imagem aqui
22:56desses membros anteriores né do homem da
23:00ram do morcego do meu fim do cavalo você
23:02já devem ter visto em algum livro é e é
23:05são os mesmos ossos porque eles sofrem
23:08adaptações na sua morfologia é para
23:15realizar o desenvolverem né ah o tipo de
23:20atividade o movimento que cada um desses
23:22grupos aí vai necessitar né para se
23:27locomover para se mexer aí no caso a
23:31através do estudo dos fósseis né Nós
23:33também podemos entender a distribuição
23:35dos organismos atuais e fósseis
23:38determinar a idade de aparecimento e de
23:41extinção Tá certo então um exemplo aqui
23:45vem para quem gosta por exemplo
23:47O que é os insetos eles surgiram aqui é
23:50o no devoniano como é que a gente sabe o
23:52que o fóssil mais antigo de inseto que a
23:54gente tem conhecimento e que foi
23:56encontrado ele tá aqui no do devoniano
23:58médio né e é um grupo que foi se
24:01expandindo se diversificando ao longo do
24:04tempo geológico até chegar aqui ó nos
24:06dias atuais estão sem sucesso o grupo
24:08dos insetos né eles existem desde o
24:11devoniano então Diferentemente dos
24:14trilobitas trilobitas você realmente são
24:17um invertebrados marinhos que surgiram
24:20no cambriano se expandiram é durante o
24:23cambriano e a partir do ordoviciano eles
24:26começam a sofrer um declínio até serem
24:29extintos aqui ó ao final do permiano
24:32então é através do estudo dos fósseis a
24:36gente consegue determinar quanto é que
24:38os grupos é é de animais e de plantas
24:41surgiram né E quando ele se extinguiram
24:45né Assim como
24:47o que né é conseguiram sobreviver até os
24:51dias de hoje através dos fósseis nós
24:54conseguimos entender também as mudanças
24:56na Flora e na fauna ao longo do tempo
24:59geológico podemos reconstruir ambientes
25:03antigos resolver problemas filogenéticos
25:08calibrar cladogramas para para calcular
25:11idades e divergência declarados é os
25:14fósseis eles constituem evidências para
25:16a migração dos continentes
25:20a atacar eles também contribuem para o
25:22entendimento da dinâmica da tectônica de
25:25placas Lembrando que a tectônica de
25:27placas é o principal fator de extinções
25:32e de mudanças climáticas em larga escala
25:34Tá certo então a gente ao longo do tempo
25:37né o planeta ele foi se modificando né
25:41passando de uma dessa primeira
25:44configuração aqui Estes são mapas Palio
25:47geográficos né em que mostra que a
25:50movimentação das massas de terra em
25:52messas né Essas massas elas vão se
25:55movimentando para formar uma grande
25:57massa única e Terra chamada de pangéia e
26:02o único grande oceano chamado de
26:04pantalassa e com o passar do tempo
26:07nessas massas ela se aproximaram para
26:10formar um único continente tá e logo em
26:14seguida pode continente foi formado é
26:17essas massas Elas começam a se
26:19fragmentar
26:20e dando origem em dois continentes é o
26:23gol do ano ao sul e lá Brasil ao norte e
26:26continuaram se fragmentando ao longo do
26:28tempo até assumir essa configuração né
26:32que a gente conhece hoje
26:35e é através dos fósseis nós conseguimos
26:37identificar mudanças ambientais ao longo
26:39do tempo então é possível né é saber é
26:45variações do nível de oxigênio
26:48atmosférico da temperatura global e
26:52também do nível do mar né então
26:55temperatura oxigênio eo nível do mar Nós
26:59também conseguimos determinar através de
27:02estudo dos sócios a gente consegue saber
27:04quando é que é Em que momento da
27:06história da terra é tivemos mais
27:10oxigênio disponível Quando foi que a
27:13gente tem uma temperatura mais alta ou
27:14temperatura mais baixa e quando foi que
27:16a água do mar subiu e quando foi que a
27:18água do mar baixo
27:20e o nível da água é através do estudo
27:26dos fósseis né É nós temos resultados
27:32consideráveis para a pesquisa do
27:34petróleo e outros combustíveis minerais
27:36e importância econômica como eu já falei
27:39pra vocês o que existem alguns algumas
27:41espécies fósseis É principalmente
27:43microfósseis em funciona como
27:45indicadores de petróleo porque eles eles
27:47têm um ambiente preferencial uma
27:50profundidade preferencial ambiente esse
27:53e profundidade essa né que são
27:55necessários para que o petróleo se forme
27:58já que ele é oriundo né do da
28:01decomposição de organismos
28:05e em Ecologia e biologia né Para para
28:08que a gente estuda a origem dos
28:10comportamentos né como uma espécie
28:12fóssil Ela vivia e como ela interage ia
28:14é junto com a geologia os fósseis nos
28:17possibilitam da ou seja determinar a
28:20idade das camadas sedimentares da terra
28:22né é uma datação relativa é uma da
28:26questão meramente posicional aí a gente
28:29vai entender o que a datação relativa e
28:31o que é uma datação absoluta Expressa em
28:33anos né ainda na aula de hoje
28:37ah e também porque colocar fósseis é
28:39muito emocionante Tá certo pessoal é
28:42infelizmente a nossa disciplina e a pele
28:44à distância no não nos permite né
28:48realizar um trabalho de campo né mas é
28:51eu me sinto reposicionado quando leva os
28:54alunos para o campo né e que eles eu
28:56vejo aquela sensação que eles têm um
29:00momento em que eles encontram fóssil no
29:01campo então aqui a gente tá mostrando
29:03dois duas imagens né de vertebrados é
29:07que no campo a gente tem que fazer esse
29:09bloco de gesso aí como vocês estão vendo
29:11para que nem nem uma parte se perca tá
29:15então são locais na superfície da terra
29:18né no ambiente externo então geralmente
29:22aqui é são afloramentos que a gente
29:25chama as margens de estradas mas também
29:28nós encontramos fósseis dentro de
29:30cavernas como vocês podem ver aqui né o
29:33professor eu aqui nessa foto não é
29:35trabalhando né durante
29:37e as minhas pesquisas em uma das
29:38cavernas no Estado do Ceará nem tá
29:41caverna era um ambiente totalmente
29:43inóspito né e de difícil acesso Edifício
29:47trabalho é diferente da gente coletar o
29:49material na superfície né aqui onde a
29:54gente está
29:57Olá pessoal vamos falar um pouco agora
30:00sobre os princípios básicos da
30:01paleontologia Tá bom então todos esses
30:04que se preza ela vai se basear como eu
30:06já falei em princípios e esses
30:09princípios eles vão vir de outras
30:11consciências da biologia e da geologia
30:14como a gente já adiantou tá bom é um
30:18para o estudo dos fósseis alguns
30:19princípios básicos devem ser observados
30:22o primeiro deles é o princípio do
30:24uniforme Tallis Esse princípio ele foi
30:28cunhado ele foi criado e idealizado por
30:31James Hilton e após a sua morte é um
30:35outro pesquisador chamado tanto carlisle
30:37é passou a defender neste princípio Esse
30:42princípio Ele disse que os processos
30:44vitais do passado não é teriam com
30:48diferido é essencialmente dos processos
30:51atuais em outras palavras Resumindo o
30:54princípio do formalismo ele utiliza
30:57o presente como chá para o passado ou
31:00seja obsece observamos os eventos que
31:04acontecem hoje no presente a gente está
31:07Polo eles para o passado e entender como
31:10foi a dinâmica no passado uma vez que
31:12esses eventos eles são simples os ao
31:14longo da história da terra é o princípio
31:18do uniformitarismo taxonômico ele fala
31:21da extrapolação para os fósseis das
31:23mesmas características ecológicas dos
31:26táxons vivências de parentesco mais
31:27próximo um exemplo clássico é que eu
31:31gosto sempre de trazer os alunos está
31:35relacionado ao formato de alguns peixes
31:39existem peixes que são achatados
31:42dorso-ventralmente né como a gente tá
31:46vendo aqui ó esse e esse exemplo né um
31:49texto achatados dorso-ventralmente
31:51existe aqueles que são achatados
31:53lateralmente Então essa imagem né que
31:56vocês estão
31:57Oi e essa outra aqui na lateral mostra
32:00essa na lateral conjunto passando a seta
32:02tá certo mostra um corte né que foi
32:06feito uma sessão ao longo do corpo do
32:08peixe então para a gente poder ver quais
32:11são aqueles que são achatados
32:12lateralmente e os que estão achatados
32:14dorso-ventralmente como o fundo do
32:18oceano é o assoalho Oceânico ele é
32:21irregular cheio de obstáculos um peixe
32:26que é achatado dorsoventralmente ele vai
32:30apresentar mais dificuldades de
32:32locomoção então esses peixes que Sasha
32:34atrás Nossa mentalmente geralmente eles
32:36estão acima né da da parte mais superior
32:40da lâmina d'água Eles não estão tão
32:42próximos do fundo ou seja do Assoalho
32:44Oceânico próximos ao assoalho Oceânico
32:47que é cheio de obstáculos e nós vamos
32:50ter peixes mais delgados que são esses
32:52achatados né
32:56e lateralmente nessa lateralmente
32:59achatados eles vivem junto ao substrato
33:01acidentado Porque como eles são mais
33:03delgados é isso conseguem se
33:06desvencilhar desses obstáculos com mais
33:09facilidade então é uma característica é
33:13ecológica que nós observamos atualmente
33:15e que a gente extrapola a certo faz uma
33:19comparação com os fósseis a gente está
33:21aplicando o princípio do formalismo
33:23taxonômico
33:25é o princípio da analogia ele nos traz
33:29né como conceito aqui que as formas
33:32fósseis ela elas tem a mesma
33:34significação maior funcional que tem os
33:36organismos atuais um exemplo clássico se
33:40estamos no campo encontramos um crânio
33:43né com dentes pontiagudos e serrilhados
33:48certamente não é de cara a gente já vai
33:50dizer que aquele indivíduo ele não é um
33:54herbívoro e sim um carnívoro é
33:57simplesmente por conta da sua medição
33:59quem é que tem hoje dentes pontiagudos e
34:02serrilhados estão os animais carnívoros
34:05herbívoros a morfologia do dente deles é
34:07totalmente diferente né então se a gente
34:10a gente também faz essa observação nessa
34:12analogia essa comparação nova funcional
34:15quando a gente encontra os fósseis então
34:17quando a gente encontra um crânio com
34:20dentes pontiagudos E serrilhados então
34:21eu ja descarto que ali seja é herbívoro
34:24eu vou trabalhar só com
34:25a carne vai dentro do grupo dos
34:28carnívoros quem a quem pertence aquele
34:31crânio e aquela mandíbula Então vou
34:34tentar agora estudar a morfologia do
34:36dente o formato do crânio
34:38características né anatômicas que
34:42ficaram preservados para que eu possa
34:44determinar a quem pertence o a quem
34:48pertenceu aquele posto ali aquele resto
34:51que eu encontrei
34:53é o quarto princípio o princípio da
34:55superposição das camadas é o princípio
34:57vindo da geologia ele foi proposta por
35:00Nicolau steno tão e coloque nele ele
35:02contribuiu muito para a a parte da
35:05geologia chamada estratigrafia as é a
35:09estratigrafia a ciência que vai estudar
35:11as rochas estratificadas que são essas
35:13rochas que nós podemos observar as vezes
35:17em cortes de estrada ou em alguns morros
35:20aqui na região de Picos que nós
35:22observamos camadas essas camadas assim
35:26horizontais como vocês estão vendo a
35:28gente chama de estratos sedimentares tá
35:30é o Nicolau steno ele diz através desse
35:34princípio ele nos diz que uma em uma
35:38sequência sedimentar os fósseis
35:40encontrados nas camadas inferiores a
35:43certo eles são mais antigos que aqueles
35:46encontrados nas camadas superiores ou
35:49seja as camadas inferiores também são
35:52mais antigas
35:53Tá certo pessoal vô para aqui novamente
35:58para aceitar alguns alunos estão pedindo
36:01pedindo para entrar na sala
36:06G1
36:09E aí
36:10E aí
36:14Bom vamos lá vamos continuar é
36:25bom então o que que esse princípio da
36:28superposição das camadas ele ele nos diz
36:30tá certo é que essas camadas elas são
36:33depositadas ao longo do tempo tá E que a
36:36camada mais inferior ela sempre é mais
36:39antiga que a camada que está acima dela
36:41tá tô aqui no tempo um nós temos ali
36:44posição de uma camada no tempo dois essa
36:47camada que foi depositado anteriormente
36:49ela já é recoberto por uma segunda
36:52camada com ela ela foi depositada
36:54posteriormente ela é mais jovem é a
36:57camada que está abaixo e assim
36:59sucessivamente Então as camadas mais
37:01basais mais inferiores elas são mais
37:03antigas porque foram depositados
37:05primeiro então quanto mais próximo do
37:07Tom mais jovem mais recente é aquela
37:10camada
37:11e consequentemente o conteúdo fóssil
37:14controle fosse encontrado nessa camada
37:17aqui que a camada um ele vai ser muito
37:19mais antigo do que aquele fosse quer
37:21encontrar aqui na camada 3
37:24e vem cá aqui só para exemplificar
37:26também o quinto princípio ele fala da
37:30sucessão biótica ele nos traz os fósseis
37:33né como uma sucessão no tempo em datas
37:37determinadas e é Esse princípio baseado
37:40na lei da irreversibilidade da evolução
37:42nenhuma vez que o processo de evolução
37:44ele é um processo de melhoramento né
37:47nunca há uma regressão é o cio e o
37:51determinado grupo ele é adquirir uma
37:54característica ele desenvolve uma
37:56característica de melhoramento para se
38:00adaptar ao ambiente ele nunca vai
38:02regredir ou seja nunca ele vai voltar ao
38:05que era antes né porque porque a
38:07evolução ela irreconhecível é o processo
38:09de melhoramento né e não de pior a mente
38:13digamos assim
38:14Oi e o sexto princípio é o princípio da
38:17correlação de camadas baseado em fósseis
38:19então é possível é que haja uma
38:25correlação né de estratos sedimentares
38:29vocês de rochas de camadas sedimentares
38:32a longas distâncias Tá certo E esses E
38:36essa comparação essa correlação ela é
38:39feita com base não soma no tipo de rocha
38:42mas não tipo de sócio que é encontrado
38:45naquela camada
38:50se mais alguém querendo entrar aqui na
38:52sala tem lá
38:58em alguma pergunta até agora pessoal
39:05Bom vamos lá tá dando para entender né
39:07Então é eu não posso deixar de falar um
39:12pouco para vocês sobre a dinâmica
39:14interna da terra alguns conceitos
39:16básicos espero que vocês entendam Como é
39:18que os fósseis se formam explica mais um
39:20pouquinho aí eu não entendi esse essa
39:22parte você falou aí qual dela
39:26e é para o último que tu falou aí ó
39:31É sim sexto princípio ou seja pronto o
39:36sexto princípio ele se chama princípio
39:39da correlação de camadas em camadas
39:42sedimentares baseada em fósseis Tá certo
39:46então eu posso ter uma flor amento
39:49rochoso Digamos que esse primeiro aqui
39:52Você tá vendo que afora meto a ele pode
39:55estar aqui em Picos Tô dando um exemplo
39:57e esse B ele pode estar né em Dom
40:04Expedito Lopes e esses e ou esse de aqui
40:09ele sente nenhuma né Tem alguma que dá
40:12em uma né então vamos lá então perceba
40:15que o perfil que você tá vendo aqui de
40:19Ele é igual que você tá vendo aqui em a
40:23é isso não sugere uma continuidade das
40:27camadas Tá certo então se eu encontro
40:31aqui em Picos uma determinada camada que
40:34eu chamei aqui de camada um com esse
40:37tipo de foto aqui que é um trilobitas e
40:40eu estou eu vou até aí nenhuma e eu
40:42encontro lá uma forma muito morro eu vou
40:44estudar esse morro e eu encontro a mesma
40:47camada o mesmo tipo de rocha que eu
40:49encontrei a quem Picos com o mesmo tipo
40:52de fóssil Tá certo eu posso fazer essa
40:55correlação ou seja essa camada
40:58sedimentar quando ela foi depositada no
41:01mínimo ela se estendia daqui de Picos
41:06até a em uma Ah mas porque é que eu não
41:09encontro em dois Expedito Lopes Por que
41:13que eu não encontro bem que assim é na
41:15mirolândia
41:17é porque veja bem as rochas quando elas
41:22estão expostas na superfície elas estão
41:24sujeitas ao intemperismo e erosão Então
41:28esse material ele foi consequentemente
41:31depositado desde Picos até em uma Mas
41:34por que que entre Picos em uma não
41:36encontro porque o intemperismo e erosão
41:38podem ter agido atuado nessa nesse
41:43intervalo é nessa distância entre Picos
41:46e a em uma é e ter degradado Todo o
41:50material tem erodido todo material É por
41:52isso que eu não encontro nos outros
41:53afloramentos aqui entre dois pedido e e
41:56entre dois Expedito e na mirolândia eu
42:00tô dando assim um exemplo é próximo da
42:03gente quer que vocês possam entender
42:05essas correlações pessoal eu dei um
42:08exemplo aqui e a forma mais próximos mas
42:10essas correlações elas podem ser feitas
42:12a longas distâncias inclusive né de um
42:15continente para outro
42:17e essa imagem aquela ao lado direito
42:20elas Ela nos mostra cada mancha dessa
42:23que vocês estão bem Vocês estão vendo
42:25todos os continentes a configuração
42:28atual deles não é essa tá mas é nessa
42:33imagem nós precisamos nós tivemos de
42:36aproximar os continentes para colocar
42:38essas manchas coloridas que vocês estão
42:40vendo essas manchas coloridas Elas
42:43mostram a área de distribuição de grupos
42:47fossilíferos
42:49e preste atenção que no finzinho da
42:52América do Sul no sul da América do Sul
42:54tem uma mancha mais azulada corresponde
42:57ao a distribuição de um fóssil chamado
43:01mesosaurus brasiliensis ele é um rápido
43:04e ele é encontrado somente no sul da
43:07América do Sul e no sul da África tá e a
43:11África EA América do Sul elas estão
43:13separadas hoje então o encontro né de se
43:17encontrar esse mesmo fóssil aqui ir lá
43:21na África nos dá né uma evidência de que
43:25esses continentes estiveram juntos é que
43:28é o que possibilitou tem essa
43:30distribuição no outro exemplo é essa
43:33mancha maior que pega quase que pega
43:36todos os continentes Tá certo que é de
43:38um vegetal uma Flora chamada Flora
43:41glossopteris essa Flora ela apresenta
43:45ela é encontrada ela tem uma ocorrência
43:47como fóssil em
43:49um dos continentes tá e nós sabemos que
43:52os vegetais eles não se movimentam a
43:55professor Mas eles tem os pólens e os
43:58esporos que podem ser despertados pelo
44:00vento sim Podem sim mas pessoal a uma
44:04distância tão grande desse jeito capaz
44:07de atravessar os oceanos como a gente
44:10tem hoje então encare a impossível é
44:13impossível então é nós encontrarmos esse
44:17essa nesse mesmo vegetal aqui nos dá
44:20aqui na América do Sul na África na
44:23Índia na Antártica e na Austrália isso
44:25nos remete né a a ideia da existência da
44:30pangeia de que esses continentes
44:33estiveram juntos em um determinado
44:34momento e esse vegetal esse grupo
44:37vegetal ele era tão bem adaptado que ele
44:39tinha uma grande área de Distribuição e
44:42como ele está extinto hoje nós
44:43encontramos ele como fosse e os fósseis
44:46são encontrados em todos esses
44:47continentes Então mas
44:49a fazer uma correlação a longas
44:51distâncias com base nos fósseis ficou
44:53Claro agora
44:56E aí
44:59é sim ou não procuro cara que sempre
45:05tudo Ficou claro três ligar obrigado a
45:11É isso mesmo tem que perguntar que é
45:13para me sentir sozinho aqui tá bom Então
45:17pessoal como eu tava falando a gente tem
45:20que falar um pouquinho aqui sobre a
45:21dinâmica externa da terra alguns
45:23conceitos básicos para que vocês
45:25entendam Como é que os fósseis são
45:27formados
45:29bom então é nesse momento agora eu vou
45:32meu o que eu quero de vocês é que vocês
45:35se conheçam as principais formas de
45:37relevo é Conheça o que é uma bacia
45:39sedimentar compreenda o processo de
45:42preenchimento de uma bacia sedimentar e
45:44como é que os restos orgânicos o porque
45:47a gente encontra como fóssil vão ser
45:49incorporados ao registo geológico Tá bom
45:51então assim nós sabemos que a superfície
45:54da terra é irregular então relevo da
45:58terra é o que a gente veio aqui na
45:59superfície ele é enxágua nós temos Áreas
46:02elevadas Áreas planas e áreas rebaixadas
46:06tá e a ciência que vai estudar o relevo
46:09se chama Jeová mofologia é um Ramo do
46:13conhecimento que vai envolver né outras
46:17duas ciências que a Geografia EA
46:19geologia tão aqui só para exemplificar
46:22nós temos áreas elevadas com a uma
46:25montanha as Cordilheiras Serras as
46:28colinas
46:29e mais é baixas como as planícies é um
46:34vale e áreas relativamente elevados como
46:37os planaltos e áreas rebaixadas como as
46:39depressa as depressões
46:43e eu chamo atenção para vocês aqui é um
46:46perfil na superfície da terra onde a
46:48gente tem áreas elevadas como as
46:50montanhas áreas rebaixadas aqui com mais
46:53de pressões os planaltos certo então eu
46:57vou chamar atenção para essas áreas aqui
46:58as depressões que são áreas rebaixadas
47:01Tá bom é só para pontuar assim como a
47:05superfície da terra ela é irregular é a
47:09superfície do Assoalho Oceânico também a
47:11irregular é uma no fundo do oceano nós
47:14temos cadeias de montanhas temas vulcões
47:17temos Colinas e montanhas no fundo do
47:20oceano também
47:22bom então pessoal essas depressões na
47:25superfície da terra desde que elas
47:28estejam ou se espalhem por uma grande
47:31área na superfície da terra nós chamamos
47:34de bacia sedimentar a bacia sedimentar
47:37ela é uma depressão na crosta terrestre
47:40para onde são carreados e acumulados os
47:44detritos ou clássicos que a gente chama
47:47de partículas sedimentares ou de
47:49sedimentos
47:51tu é de onde é que vem essas partículas
47:55sedimentares das áreas mais elevadas
47:57então as áreas elevadas pessoal como as
48:01montanhas as colinas as Cordilheiras as
48:05Serras os morros eles estão é todos os
48:10dias expostos aos agentes intempéricos E
48:14erosivos então a variação da temperatura
48:17a água da chuva a ação do vento vai
48:22desgastando e vai modelando essas áreas
48:25elevadas fazendo inclusive com que esses
48:29essas áreas elevadas se fragmente tem e
48:33originais fragmentos menores de rocha
48:35grãos de areia grãos de minerais É
48:38porque ela vai se desgastando ao longo
48:41do tempo por conta da ação dos agentes
48:43intempéricos E erosivos então esse
48:46material que vai se desprender dessas
48:49áreas elevadas
48:51bom né cair no seu pé Ali né próximo
48:55essas áreas elevadas e vão ser
48:57transportados pela ação da água da chuva
49:01pelo vento e pela ação da gravidade para
49:05as áreas rebaixadas que são as bacias
49:08sedimentares esse material é fragmento
49:12de rocha grãos de areia grãos de
49:15minerais eles são chamadas de partículas
49:17sedimentares Tá certo consequentemente
49:22nós temos animais e plantas que vivem
49:25também aqui na superfície e que um dia
49:29acabam morrendo quando morre eles também
49:33podem ser transportados pela ação da
49:36água da chuva né uma enxurrada ou pela
49:39ação do vento ou pela ação da gravidade
49:42também para várias rebaixadas junto com
49:46o material oriundo do desgaste das
49:50rochas que estão
49:51bom então tanto os restos né dos animais
49:56e das plantas como também os fragmentos
49:59de rocha o tanto um quanto outro podem
50:01ser transportados e são transportados
50:04para usar os rebaixados que são as
50:06bacias sedimentares a bacia sedimentar
50:09essa área deprimida e se chama bacia
50:11sedimentar porque ela vai receber esse
50:14aporte de sedimentos ou seja esses
50:16clássicos que podem ter uma origem
50:18inorgânica ou orgânica os de origem
50:22inorgânica são justamente os minerais as
50:25rochas fragmentos de rocha e os de
50:27origem orgânica ou ser o que vai acabar
50:31virando fóssil os restos dos animais e
50:33das plantas ossos Conchas troncos folhas
50:38Capitão todo esse material ele é
50:40carregado ele é transportado depositado
50:44na bacia sedimentar na forma de camadas
50:46horizontalizadas que são os estratos
50:48sedimentares obedecendo o princípio da
50:51o som das camadas que a gente acabou de
50:53falar então à medida que a quantidade é
50:56de camadas aumenta Aumenta também a
51:00pressão EA compactação por quê Porque as
51:03camadas elas vão pesando uma sobre as
51:05outras Então aquela camada que tá lá
51:07embaixo ela vai ser mais compactada e
51:11esse peso né faz com que o material vá é
51:16se movimentando né em profundidade né e
51:21em temperatura e faz com que a aquele
51:25material que estava solto os grãos é que
51:29estavam soltos eles acabam cimentando e
51:31sofrendo uma uma aproximação né uma
51:36liquidificação que é o endurecimento
51:38informação da Rocha tá bom perguntas até
51:41aqui olha aqui eu tenho um perfil beija
51:43bem a área levada EA área rebaixada que
51:46a bacia sedimentar tem uns grãos
51:48sedimentares eles vêm e são
51:51e na forma de estratos sedimentares
51:53dessas zonas aqui deprimidas chamadas de
51:56bacias sedimentares Tá certo
52:03é só aceitando aqui mais alguns colegas
52:05na sala
52:09E aí
52:12E aí
52:15bom então aqui um exemplo pessoal mapa
52:17do Brasil é que a gente mostra aqui para
52:19vocês todas as bacias sedimentares
52:21brasileiras tá certo é porque eu tô
52:25falando isso para vocês pessoal porque
52:27os fósseis eles 99,9 consegue os fósseis
52:32são encontrados em bacias sedimentares
52:34por isso que a gente tá falando de bacia
52:36sedimentar Tá certo Então veja a que o
52:40Brasil ele possui um potencial e Nato
52:44para a paleontologia o que existem
52:46diversas bacias sedimentares em todo o
52:49nosso país essa número três aqui ó é a
52:52bacia do Parnaíba Onde nós estamos
52:54inseridos quase todo o estado do Piauí
52:56tá dentro da Bacia do Paraíba então é
53:00possível né encontrar fósseis em quase
53:04todos os municípios aqui do Piauí
53:08perguntas
53:14Oi pessoal o que que acontece tá as
53:22rochas que estão expostas aqui na
53:23superfície elas passam por um processo
53:25chamado de meteorização é quem faz essa
53:28meteorização que esse desgaste das
53:32rochas são os agentes do intemperismo de
53:34erosão como eu falei para vocês água da
53:36chuva variação de temperatura né nos
53:39dias muito quentes e as noites frias vão
53:42é provocando rachaduras e desgaste
53:46nessas rochas que estão expostas na tela
53:48gerar em fragmentos menores que vão ser
53:51transportados para dentro da bacia
53:52sedimentar então eles podem ser
53:55transportados né Por faltar são como
53:58vocês estão vendo aqui na imagem podem
54:00ser enrolado ou eles podem ser
54:03transportados pelo vento em suspensão ou
54:06ainda por arraste né Por arrastamento
54:08então arrastamento é diferente de
54:11rolamento
54:13bom então todo esse material ele é
54:15transportado e o que que a gente tem
54:17como resultado os fragmentos de rochas
54:21né desprendidos dessas áreas mais
54:22elevadas e por exemplo ossos e conchas
54:26de organismos que viveram e que acabaram
54:30morrendo aqui na superfície da terra
54:32eles vão com o passar do transporte
54:36perdendo a sua forma original e ficando
54:39mais arredondado né mais perdendo os
54:43ângulos acho que todo mundo já deve ter
54:46observado que existem é rochas ou
54:50fragmentos de rocha algumas Pedrinhas
54:51Quando vocês vão né no no interior é o
54:55ou no sítio uma xará que eu perto de um
54:57morro ou no rio você já deve ter
55:01prestado atenção que existem fragmentos
55:02de rochas que são bem angulosos
55:05malfeitos bem pontiagudos e outro e
55:08outras rochas que são assim ó bem
55:11lisinhas bem arredondadas
55:13bom então quanto maior é o transporte
55:15mas arredondado vai ficar né o material
55:19eh seja é um fragmento de rocha um grão
55:23de areia ou mesmo o resto de um osso ou
55:26de um dente ou de uma concha tá então
55:28quanto maior o transporte mais
55:30arredondado Vai ficar quanto mais
55:32anguloso foi o material né o quanto mais
55:36o osso preservar sua morfologia -
55:38transporte ele sofreu ou seja mais
55:42próximo da área fonte ou seja da sua
55:44área original ele está
55:47e após a deposição da esse material ele
55:50é transportado e depositar dentro da
55:52bacia sedimentar na forma de estratos
55:54sedimentares como eu falei então após a
55:57deposição que que acontece cimentação e
56:00compactação justamente por conta do peso
56:03das camadas que foram sobrepostas então
56:07entre os grãos que estavam antes apenas
56:10tinham sido depositados estavam lá
56:12dentro da bacia é eles vão começar a se
56:15aproximar mais ainda uns dos outros
56:17aumenta a superfície de contato então
56:20espaço como é que estava preenchidos por
56:23ar e por água eles acabam sendo é
56:27expulsos né o ai acabam sendo expulsos e
56:31os graus eles vão ficando mais coesos e
56:33mais próximos uns dos outros é o que vai
56:36o que morrer para formação das rochas
56:39sedimentares
56:41e não o processo seria isso a gente tem
56:44uma rocha que está exposta na superfície
56:46ela é intemperizada Ela é iludida e o
56:51material né é transportado e depositado
56:55dentro da bacia sedimentar né como
56:58sedimentos na forma de status como vocês
57:00estão vendo essa imagem esses alimentos
57:03eles acabam Leite ficando ou seja
57:04endurecendo dando origem as rochas
57:06sedimentares como os fósseis eles são
57:09partículas sedimentares e vão estar
57:12embutidos aqui nessas camadas né eles
57:14vão endurecer liquidificar junto com
57:17aquele pacote de rocha lá que está se
57:19formando
57:21eu tô aqui durante a formação das rochas
57:24né aqui para exemplificar alguns seres
57:27podem ser fossilizados como vocês podem
57:29ver aí na imagem
57:32eu não tô aqui essa imagem também mostra
57:34né aqui um uma carcaça de um dinossauro
57:38né que morreu aqui na interface água
57:40sentimento depois aí é todo coberto por
57:43água os tecidos moles vão de cair vão
57:47sofrer necrose aí vai ficar só um os
57:50tecidos duros em geral que são os ossos
57:53não sou a a partículas né que de
57:57sentimentos que estão em suspensão
57:59dissolvidas aqui na água tendem a de
58:01cantar e vão de cantar sobre esse
58:05material Então vamos formar camadas
58:07sedimentares que vão se sobrepor e
58:09compactar ou mineral o resto é o resto
58:14forte aqui e que por algum efeito
58:16tectónica em posteriormente esse
58:19material ele volta à superfície vai se
58:21encontrar no campo Pelo paleontólogo
58:23certo
58:24as perguntas até aí
58:30e vamos aqui mais algumas para entrar
58:36E aí
58:38e eu espero que eu esteja sendo bem
58:46claro com com você está certo só
58:49bom então vamos lá é agora a gente vai
58:53falar própria mente sobre o processo de
58:56fossilização
58:59a taxonomia e processos de fossilização
59:05Essa é a fossilização de um organismo
59:09pessoal é ela resulta da ação de um
59:14conjunto de processos físicos químicos e
59:17biológicos que atuam no ambiente
59:19deposicional O que é que normalmente
59:23acontece quando é um organismo ele morre
59:28pessoal quando ele morre o que é que
59:30acontece
59:37Bom vamos lá participar
59:40e ele se decompõe se der compõe né isso
59:43isso muito bem ele se decompõe tá certo
59:47é o que normalmente acontece mas se ele
59:50se der com pow ele não vai desaparecer
59:53como é então que eu vou ter um fóssil
1:00:00Olá alguém saberia me explicar de
1:00:03sedimentos cai sobre ele né isso
1:00:05impedindo que as ações do ambiente faça
1:00:09essa decomposição muito bem como é seu
1:00:12nome Ana Lúcia Ana Lúcia Você fala de
1:00:16onde Ana Lúcia Gilbués Gilbués isso
1:00:21mesmo na Lúcia né A ideia é essa daí o
1:00:24material como você diz uma um material
1:00:27biológico né com um organismo quando ele
1:00:30morre ele ele tende a se der comprou é a
1:00:33lei de transformação é natural né então
1:00:37um organismo Ele nasce ele vive ele
1:00:39morre ele se decompõe né mas para que
1:00:43acontece o processo de fossilização essa
1:00:45essa historinha aqui né essa essa
1:00:50e essa transformação da matéria ela tem
1:00:53que ser abortada ou seja material e não
1:00:55pode se decompor então o processo de
1:00:57fossilização ele interrompe a o processo
1:01:01normal de transformação da matéria Tá
1:01:04certo então o processo de fossilização
1:01:07ele é um fenômeno Tá certo ele é visto
1:01:11como um fenômeno então é nem nem todos
1:01:15os organismos que já viveram e que
1:01:17morreram eles se tornaram fósseis por
1:01:20quê Porque a transformação da matéria é
1:01:23essa é nascer viver morrer e se der
1:01:27comprou Aí o processo de fossilização
1:01:29ele é a bota na ele vem e aborta a lei
1:01:33de transformação da matéria Então para
1:01:36que isso aconteça três condições são
1:01:39especiais é Para que ocorra a
1:01:42fossilização
1:01:43é a primeira eu sou ferramenta a
1:01:45primeira soterramento rápido é como a
1:01:47nossa amiga de Juarez falou é o material
1:01:50e precisa ser solta errado para que ele
1:01:52não fica exposto às intempéries do Meio
1:01:55ursinho a segunda condição é a presença
1:01:59de partes duras porque a presença de
1:02:02parte de todas porque as partes duras
1:02:04elas são mais passíveis elas são mais
1:02:07fáceis de serem preservadas no que as
1:02:09partes moles elas são mais resistentes e
1:02:11a terceira condição é a existência de um
1:02:14ambiente anóxico ou seja um ambiente sem
1:02:17oxigênio o que se tiver oxigênio nesse
1:02:20ambiente nós temos bactérias
1:02:22decompositoras e tendo bactérias
1:02:24decompositoras elas vão da compra o
1:02:26material e aí a gente não vai ter a
1:02:29formação do fóssil alguém quer falar
1:02:32E aí
1:02:35eu posso seguir
1:02:41E aí
1:02:43Bom vamos lá
1:02:46Essa é a tafonomia pessoal ela é a parte
1:02:49da paleontologia que surge ela surgiu em
1:02:541940 né é Graças aos estudos de um
1:02:57alemão chamado F9 é em que ele tentou
1:03:03explicar como é que acontece o processo
1:03:05de fossilização Porque até então ninguém
1:03:08sabia como era que acontecia tá então
1:03:10ela tá são dormia é um termo que foi
1:03:13cunhado por essa é Mall para é tentar
1:03:16entender como é que acontece esse
1:03:20processo de fossilização é a etimologia
1:03:24da palavra nettapus significa
1:03:27sepultamento e nomos leis grosseiramente
1:03:31né ao pé da letra seria as leis que
1:03:34regem o sepultamento Tá bom mas a gente
1:03:37vai já comentar aqui mais Então pessoal
1:03:40nós sabemos é que um organismo né que é
1:03:45encontrar
1:03:46o sócio um dia ele viveram um dia ele né
1:03:50é esteve Vivo e astronomia ela vem
1:03:56tentar estudar a história desse fóssil
1:04:00né a história dos fósseis Como é que os
1:04:02fósseis se formam tá bom É ela se divide
1:04:06em dois momentos em duas fases A
1:04:10primeira é a bioestratinomia a
1:04:14bioestratinomia ela vai estudar tudo o
1:04:18que acontece né com o organismo da sua
1:04:22morte até o seu soterramento primeiro de
1:04:25tudo para que o material se fosse Lise
1:04:28qual é a primeira coisa que tem que
1:04:30acontecer alguém poder me responder
1:04:37e olha a participação dos dois Pontes
1:04:41E aí
1:04:43a pessoa pode repetir o
1:04:47e o que é o que é que deve acontecer na
1:04:49qual é a primeira coisa que tem que
1:04:51acontecer para aqui uma material ver e
1:04:54assim fossilizar
1:04:56o organismo muito bem a move a morte
1:05:01quem foi que respondeu Rogério que Games
1:05:05e do policondrite Ana Lúcia
1:05:10Oi e o Rogério muito bem a primeira
1:05:14coisa que tem que acontecer para que o
1:05:16organismo se fosse eles ele tem que
1:05:17morrer Tá então é da sua morte até o seu
1:05:23soterramento quem vai estudar é a
1:05:27bioestratinomia é a fase da taxonomia
1:05:29chamada bioestratinomia Então tudo o que
1:05:32acontecer da hora da hora que ele morreu
1:05:35Inclusive a causa da morte até essencial
1:05:38tá errado todos os eventos que vão
1:05:40acontecer aí quem estuda abstrato
1:05:43economia tá inclusive pessoal o
1:05:46transporte ou transporte ele tá aqui ó
1:05:49antes do soterramento ele não pode ser é
1:05:51transportado depois de soterramento
1:05:53então o transporte ele vai ser estudado
1:05:56aqui na fase bioestratinômicos
1:05:59é tudo o que acontece após o
1:06:02soterramento né duas soterramento até a
1:06:05descoberta do fóssil pelo paleontólogo
1:06:08lá no campo quem vai estudar é a
1:06:11diagênese né ou fóssil de a génese ou de
1:06:14a Gênese dos fósseis é como alguns
1:06:17outros autores chamam tá é a segunda
1:06:19fase da taça anomia É nessa fase aqui de
1:06:23A genética após soterramento entre o
1:06:25sofrimento EA descoberta que o material
1:06:27vai ser agregado vai ser incorporado nas
1:06:32rochas Tá certo no registro genealógico
1:06:34é quando ele próprio mente vai digamos
1:06:36assim sempre ficar tá certo é quando ele
1:06:39vai passar a culpa hora Rocha
1:06:44é entendido até aí
1:06:47Há sempre um
1:06:50bom então como eu falei no início da
1:06:53aula existem dois grandes grupos de
1:06:55fósseis os restos que correspondem as
1:06:58partes de um organismo e essas parcelas
1:07:00podem ser partes duras ou partes moles e
1:07:03os vestígios que correspondem a
1:07:05evidências Indiretas do organismo e de
1:07:07suas atividades como pegadas os
1:07:10coprólitos que são as fezes utilizadas
1:07:13os gastrólitos os ovos dentre outros
1:07:18e existem outros tipos de fósseis é que
1:07:22são chamados de moldes contramoldes a
1:07:26possa eles corporais é outra
1:07:28terminologia e os e que não fósseis os
1:07:30microfósseis a gente já comentou
1:07:32corresponde a conservação de atividades
1:07:35dos organismos os fósseis corporais são
1:07:39aqueles fósseis que a gente consegue
1:07:40pegar tá são os esqueletos ou os tecidos
1:07:44moles tantes correspondem as partes os
1:07:46fósseis corporais correspondem a partes
1:07:49né é troncos folhas ossos dentes
1:07:52inclusive os microfósseis né apesar da
1:07:55gente não conseguir é pegar os mais a
1:07:57gente consegue visualizar óleo ou não
1:07:59então são partes que estão preservados
1:08:01são falsas coragem então microfósseis
1:08:03são fortes corporais
1:08:06Olá pessoal quando o material ele é
1:08:10depositado lá junto com os sedimentos e
1:08:13é soterrado pelas outras camadas
1:08:15sedimentares é ele pode ser né com o
1:08:18passar do tempo ele pode não se
1:08:20preservar ele pode ser dissolvido E aí a
1:08:23gente só vai ter um molde dele quando a
1:08:26gente encontrar Rocha aí que quebra a
1:08:28rocha passa Rocha a gente vai encontrar
1:08:30um molde Tá certo daquele material que
1:08:34esteve a lei um exemplo é uma concha é
1:08:37uma concha ela vai ser depositada lá
1:08:40junto com os sedimentos e foi outras
1:08:43camadas foram depositadas acima o
1:08:45material ficou lá e aí esse material ele
1:08:48pode ser dissolvido quando ele é
1:08:51dissolvido vai ficar o espaço vazio já
1:08:55que ele foi dissolvido então se eu
1:08:58encontro é a rocha e eu bar com martelo
1:09:01na rocha a rocha Av eu encontro lá a
1:09:04marca da concha
1:09:06Tô vendo um molde né então não tem um
1:09:10resto tá certo eu tenho um vestígio
1:09:14e eu tô vendo molde e esse vestígio ele
1:09:19não é o equinócio tá todo e que não
1:09:22fócio ele é um vestígio Mas nem todo
1:09:25vestígio ele é um micro fácil um exemplo
1:09:29que eu tô dando aqui é a coxa tá o molde
1:09:32da concha né é só impressão é a marca
1:09:36ela está lhe mostrando que a coxa esteve
1:09:39ali e não está mais então se a coxa não
1:09:41tá mais eu não tenho uma parte eu não
1:09:43tenho resto eu só tenho a evidência de
1:09:46que ela esteve então é um vestígio tá
1:09:49Week nos fácil ele é um vestígio mas ele
1:09:52está relacionado à preservação ou
1:09:55conservação de atividades dos organismos
1:09:59tá a marca da concha de uma atividade tá
1:10:03é uma evidência de carro concha esteve
1:10:05ali agora uma pegada ela é o registro de
1:10:08uma atividade quem pisou ali estava se
1:10:12deslocando estava andando
1:10:14bom né é uma atividade de deslocamento
1:10:18é um contra molde pessoal ocorre quando
1:10:22a coxa que foi soterrada ela vai ser
1:10:26dissolvida e o espaço vazio ele vai ser
1:10:30preenchido por outro material um mineral
1:10:34que esteja disponível em abundância lá
1:10:37no ambiente deposicional tá então quando
1:10:41ele vai lá preencher o espaço que está
1:10:44vazio ele vai acabar gerando uma réplica
1:10:48né da concha original seja do material
1:10:51original não é o material original é
1:10:54apenas uma réplica é o que a gente chama
1:10:56de Contramão tá então no molde a A
1:11:00modelagem da carcaça nos rendimento
1:11:03seguiram da sua dissolução
1:11:05e já não compra molde né é ocorre a
1:11:09dissolução da carapaça e em seguido de
1:11:13imediato a sua substituição resultando
1:11:16numa carapaça modelada semelhante ao
1:11:18original
1:11:21é é é importante nós falamos né da
1:11:26biomineralização porque a
1:11:29biomineralização ela corresponde o
1:11:31processo biológico de informação de
1:11:34tecidos duros mineralizados envolvendo
1:11:39indo e exoesqueleto tá é um fenômeno que
1:11:44faz parte do metabolismo dos organismos
1:11:46vivos é e é através do metabolismo que o
1:11:51organismo Ele vai produzir em minerais
1:11:53para a construção do esqueleto seja a
1:11:55esse esqueleto indo ou vezes que ler
1:11:58então é importante a gente fala de
1:12:00biomineralização porque o que a gente
1:12:02mais encontra o que mais se preserva
1:12:04como fóssil São os tecidos duros
1:12:07mineralizados é ossos e dentes e Conchas
1:12:13Oi passa aqui é aqui só para
1:12:16exemplificar para vocês né alguns
1:12:18minerais táxons aqui então para cada
1:12:22táxon existe aqui um mineral que vai é
1:12:25ser responsável pela composição
1:12:26mineralógica do seu esqueleto Tá eu vou
1:12:30dar aqui como exemplo os ossos e dentes
1:12:32né nossos ossos e dentes e invertebrados
1:12:35eles são compostos por hidroxiapatita +
1:12:38carbonato de cálcio e no caso dos
1:12:40artrópodes dos insetos vendo instalar
1:12:44gostei uma abelha para vocês né a
1:12:46composição do esqueleto R quitina tá é
1:12:51no caso de gastrópodes e bivalves né que
1:12:55são organismos que apresentam Conchas a
1:12:59concha ela pode ser decomposição calce
1:13:03dica ou aragoni dica
1:13:05bom então esse mineral ele é importante
1:13:07porque ele é quem vai é possibilitar a
1:13:12preservação é desse desse material como
1:13:15posso a taxonomia né que a gente tava
1:13:20falando ela vai estudar os processos de
1:13:23preservação E como eles afetam a
1:13:26informação no registro fossilífero Então
1:13:28ela estuda pessoal todos os processos
1:13:31que vai acontecer ao desde amor até né o
1:13:36momento em que o foco ele vai ser
1:13:37encontrado no campo pelo paleontólogo
1:13:39então após a morte pode ocorrer a
1:13:42necrose necrose o decaimento dos tecidos
1:13:46moles da então a pele os músculos e os
1:13:49tendões quando eles começam a decair
1:13:51começa a se soltado o tecido duro que é
1:13:54uma esqueleto é chamado de necrópolis
1:13:57E aí no caso de vertebrados que eu tô
1:13:59falando é esse material né após até
1:14:03caimento dos tecidos moles pode ocorrer
1:14:05ou não a desarticulação é em vertebrados
1:14:09em invertebrados alguns invertebrados
1:14:12que são compostas por duas Conchas duas
1:14:15válvulas ela continuar pode desarticular
1:14:18antiga quanto tempo para aí para o coice
1:14:24da caimento
1:14:26Oi Maria é varia de organismo para
1:14:28organismo né então esse da caimento do
1:14:31tecido mole ele acontece em vertebrados
1:14:34É principalmente e em invertebrados
1:14:37Então vai variar de um grupo para outro
1:14:39tá lembrando o que quanto mais rápido o
1:14:44material fosse soterrado né mais chances
1:14:49né da necrólise não acontecer mais
1:14:53chance dos tecidos moles eles acabarem
1:14:55se preservando então se o soterramento e
1:14:58rápido então tanto a necrose quanto a
1:15:01desarticulação podem não ocorrer e a
1:15:03gente pode acabar encontrando um
1:15:05material é totalmente articulado
1:15:08inclusive com tecidos moles preserva as
1:15:12tá é então a sedimentação que eu falei
1:15:16né Eu sou aterramento rápido e após esse
1:15:18material seis sou tá errado ele entra na
1:15:21fase de A genética que a segunda fase da
1:15:23taça anomia que é quando o material ele
1:15:25vai ser encon
1:15:26a rocha veio quando ele vai fazer parte
1:15:29da Rocha E aí esse material que está lá
1:15:31no fundo da bacia sedimentar ele tende a
1:15:34vir à superfície por efeitos tectónicas
1:15:37né então pela dinâmica da terra né então
1:15:40material pode sofrer um soerguimento e
1:15:42aparecer na superfície da terra é
1:15:45enquanto fica lá é exposto né o material
1:15:48e esse Mattel ele vai ser o dia do
1:15:50Arrocha pode ser erodir e acabar
1:15:52aparecendo né os fósseis aqui na
1:15:56superfície como é o caso vocês estão
1:15:57vendo aqui esse trilobitas de arroz um
1:15:59processo erosivo
1:16:02o Botafogo guia não disciplina ela é uma
1:16:06área da paleontologia interdisciplinar
1:16:08porque eu preciso para poder estudar
1:16:11para Comia né é entender como é o
1:16:13processo de formação dos fósseis eu
1:16:15preciso de conhecimento paleontológico
1:16:17geológico biológico e Ecológico tá certo
1:16:20é quando nós chegamos no campo pessoal a
1:16:25gente tem lá quando a gente encontra uma
1:16:26assembleia fossilífera diversos fósseis
1:16:29tudo que tá ali um dia viveu hoje tá
1:16:32todo mundo tá tudo morto né então eu
1:16:34tenho um retrato que a gente chama
1:16:36retrato de morte e a partir do retrato
1:16:39de morte e dos dados que eu vou coletar
1:16:42no campo e observar ali daquele
1:16:44afloramento daquele local daquele sítio
1:16:47paleontológico contém naqueles fósseis a
1:16:49partir daquele retrato de morte eu
1:16:51voltei tentar entender como era um
1:16:54retrato de vida tá então é importante
1:16:58que o paleontólogo no campo ele não
1:17:01chegue só
1:17:02o martelo e arranque um fóssil lado do
1:17:05afloramento e leva o laboratório estudar
1:17:07não é assim que funciona em campo nós
1:17:11temos que fazer fotografias e diversas
1:17:14anotações para poder ver né que dados eu
1:17:19posso retirar daquela cena que eu estou
1:17:22vendo né naquele retrato de morte que eu
1:17:24estou vendo para que eu possa entender
1:17:26como foi que aquele depósito se formou
1:17:28como foi que aquele resto orgânico ele
1:17:31foi parar ali tá então como os restos
1:17:34orgânicos eles são interpretados com
1:17:36partículas sedimentares eles estão
1:17:38sujeitos a processos de transporte de
1:17:41concentração e de seleção
1:17:44bom então a meta na paleontologia né
1:17:47dentro da taxonomia compreender é o
1:17:50retrato de vida a partir da
1:17:52identificação e descrição dos processos
1:17:55tafonômicos sedimentares item orais que
1:17:59atuaram para formar o retrato de morte
1:18:03ela nasceu a taxonomia é a partir da
1:18:07Necessidade que o paleontólogo David
1:18:09entender como é que os organismos e os
1:18:11seus restos chegaram a rocha e quais
1:18:14foram os fatores e processos que atuaram
1:18:17na formação das concentrações
1:18:19fossilíferas
1:18:21e ela contribui né com a identificação
1:18:24de eventos sedimentares e a causa morte
1:18:27de organismos fósseis e permite
1:18:29reconstituições Paulo ecológicas a
1:18:32curadas auxiliando na determinação do
1:18:35padrão de componente social em Palio
1:18:38comunidades
1:18:39e existem fatores pessoal isso é muito
1:18:42interessante que que vão atuar né na
1:18:45preservação dos restos tá bom fatores
1:18:49que atuam antes da socialização e
1:18:51fatores que atuam antes e depois da
1:18:54fossilização Então antes da fossilização
1:18:56a gente aqui como fatores o modo de vida
1:18:59no organismo o tipo de ambiente em que
1:19:03ele vivia né é ausência da decomposição
1:19:07a composição química do tecido do
1:19:11organismo a composição química do meio
1:19:13da do ambiente deposicional o
1:19:16soterramento Então são fatores que vão
1:19:18atuar na preservação dos fósseis se é
1:19:21aquele resto ele vai estar melhor ou
1:19:24pior reservado
1:19:26e aqueles que atuam antes e depois da
1:19:29fossilização a gente tem as chamadas
1:19:31águas percolantes as águas percolantes
1:19:33pressão são as Águas Que acabam caindo
1:19:36no da superfície e vão infiltrar no solo
1:19:40quando ela se infiltra elas saem
1:19:42percorrendo por isso que é chamado de
1:19:44água percolante elas saem percorrendo os
1:19:46espaços entre os grãos sedimentares né
1:19:49até chegar lá nos ossos se o seu terreno
1:19:52ele for um terreno muito ácido essa água
1:19:56em contato com acidez do terreno ela
1:19:58acaba de sol vendo material né E aí vai
1:20:01afetar na preservação na qualidade e
1:20:04preservação do material agentes erosivos
1:20:07vulcanismo efeitos tectônicos e o
1:20:10metamorfismo Então são fatores que vão
1:20:12atuar antes e depois da socialização
1:20:16é como eu falei atração dormir ela vai
1:20:18subir dividir em duas em duas fases ou
1:20:21em dois momentos a primeira abrir o
1:20:23Street nome a que vai estudar todos os
1:20:25processos que ocorrem da morte até o
1:20:27soterramento e a diagênese dos fósseis
1:20:30que vai estudar o intervalo de tempo do
1:20:33soterramento né até a sua descoberta de
1:20:36todos os processos que vão acontecer
1:20:38nesse intervalo de tempo do soterramento
1:20:40até a descoberta do fóssil Então pessoal
1:20:44todos os processos que ocorrem tanto na
1:20:47fase bioestratinômicos que é da morte
1:20:49até o soterramento como que vão
1:20:51acontecer do soterramento até a
1:20:54descoberta eles acabam gerando é
1:20:57impressões é digamos assim deixando
1:21:00marcas nos fósseis
1:21:03E aí
1:21:04E essas marcas ou essas impressões nós
1:21:08chamamos de feições preservacional mais
1:21:11porque elas ficam preservadas nos
1:21:14fósseis Tá certo essas feições
1:21:17preservacional mais elas são vistas nós
1:21:19podemos vê-los nos fósseis são essas
1:21:22feições elas podem ser feições é
1:21:26bioestratinômicos ou seis infecções de
1:21:31ar genéticas Tá certo as pensões é que
1:21:35ocorrem no intervalo da bioestratinomia
1:21:39são chamadas as feições preservacional
1:21:41bioestratinômicos então nós temos aqui
1:21:44alguns exemplos é não vou citar todos
1:21:47para vocês mas por exemplo aqui o
1:21:49arredondamento que o arredondamento é a
1:21:52destruição dos ângulos do objeto nós
1:21:55falamos isso quando eu falei de
1:21:57transporte quanto maior for transporte
1:22:00né mais arredondado o material vai ficar
1:22:03tá então
1:22:04o Digamos que um dinossauro tenha
1:22:07morrido na nenhuma tá muito tempo atrás
1:22:11e aí é eu encontro esse dinossauro lá em
1:22:16Valença então ele foi transportado e
1:22:19Algo me diz que ele foi transportado lá
1:22:21darem uma para Valença é um quando ele
1:22:23percorre essa distância os ossos
1:22:25percorrem essa distância eles tendem a
1:22:27ficar muito rolados eles vão ficando
1:22:29lisos vão perdendo os ângulos né a
1:22:32morfologia que material tem e pode
1:22:34chegar lá e Inclusive só um pedaço o que
1:22:37pode sofrer inclusive fragmentação que a
1:22:39quebra né o transporte ele também pode
1:22:41quebrar o material tá bom a água
1:22:45principal ela é importante senão a gente
1:22:47é importantíssimo no processo de
1:22:49fossilização porque ela seleciona o
1:22:52material que tem forma que tem peso que
1:22:55tem densidade similar e tende a a
1:22:58depositar Todo o material que tem uma
1:23:01densidade similar em um determinado
1:23:03ambiente
1:23:04é o formato do material também a água
1:23:08seleciona o material através do seu
1:23:11formato é que a gente chama de seleção
1:23:13hidráulica tá bom além de outras feições
1:23:17aí como vocês podem ver é abrasão e à
1:23:20corrosão e erosão de solução incrustação
1:23:24orientação todas essas são feições
1:23:27preservacional mais que ocorrem na fase
1:23:30bioestratinômicos por isso nas chamadas
1:23:31sessões preservação Nice
1:23:34bioestratinômicos
1:23:36em alguma dúvida até aí
1:23:43E aí
1:23:44e até agora não precisam beleza obrigado
1:23:50pelo retorno vamos continuar Obrigado
1:23:52Marcelo Alex Muito obrigado Aline né
1:23:57Professor algo Oi estão participando
1:24:01richat das suas perguntas porque dizem
1:24:03que o microfone não estão funcionando
1:24:06bem para eles responderem viu certo é eu
1:24:09tô tentando tô tentando acompanhar aqui
1:24:12pelo celular eu coloquei o celular no
1:24:13silencioso tô tentando acompanhar o chat
1:24:16pelo celular viu porque quando eu começo
1:24:17a projetar eu não vejo mais um chato no
1:24:20computador então a Rayanne ali né Muito
1:24:24obrigado aí pela participação vamos lá
1:24:26principal então existem também é
1:24:30processos que vão acontecer na fase de A
1:24:33genética que é depois que o material e
1:24:34solta errado e aí é esses processos ele
1:24:37também pode deixar marcas as feições que
1:24:39eu falei que não se preservar os fósseis
1:24:42Tá certo então o
1:24:44e pode ser dissolvido pode ocorrer de
1:24:47solução eu dei um exemplo H com shampoo
1:24:49na coxa dissolvida né então mas ela
1:24:51também pode ser dissolvido não é
1:24:53precipitação cimentação compactação
1:24:57recristalização e substituição são
1:24:59feições que só ocorrem após o
1:25:02soterramento Tá bom até o material se
1:25:06descoberto esse intervalo de tempo aí
1:25:08esses esses acontecimentos aqueles podem
1:25:12ocorrer durante a fase de uma genética
1:25:14Tá Ok é por exemplo aqui a compactação
1:25:17de lembram quando eu falei que quanto
1:25:20mais camadas vão sendo depositadas as de
1:25:23baixo elas vão sendo pressionadas por
1:25:26conta do Peso elas vão compactando se
1:25:29tiver algum fóssil ali embaixo e se esse
1:25:31fosse ele pode inclusive se ele é
1:25:33formado por conta do Peso né das outras
1:25:36camadas ele pode ser achatada ele pode
1:25:38ser quebrado últimas por conta da
1:25:40compactação tá bom existem alguns
1:25:43materiais né
1:25:44e quando eles estão à Solta errados eles
1:25:48acabam é neles acabam crescendo cristais
1:25:52Tá certo cristais de minerais é
1:25:57preenchendo os espaços que foram
1:25:59deixados né vazios pela dissolução é um
1:26:03material que é dissolvido pode deixar lá
1:26:05o espaço vazio e aí Alguns cristais vão
1:26:08se informar é preenchendo aquele aquele
1:26:13espaço que estava antes ocupado nem
1:26:17agora está fazendo esse material vai
1:26:19preencher deixam de recristalização E aí
1:26:21pode gerar um contra molde como
1:26:23expliquei para vocês
1:26:25e a substituição aqui né a entrada de
1:26:28uma substância mineral no lugar de outro
1:26:30que está sendo dissolvida a gente também
1:26:31vai falar sobre ela mais adiante
1:26:34Olá pessoal então existem alguns tipos
1:26:38principais de fossilização existem é
1:26:42materiais que são conservados de forma
1:26:44Total tá ou de forma parcial Quando eu
1:26:49digo conservado de forma total é porque
1:26:52eu vou ter tanto parte mole quanto parte
1:26:54dura preservada e a gente tem que
1:26:57comprar exemplo aqui ó Muamba meu acho
1:26:59que vocês podem ver que tem aí um
1:27:01anfíbio dentro do âmbar e no outro ano a
1:27:03gente tem um inseto um dia né O que que
1:27:07é um amba todos vocês eu acredito que já
1:27:11deve ter percebido percebido que o
1:27:15Cajueiro o a siriguela é quando você
1:27:22causa um ferimento uma em Júlia no
1:27:26tronco celíaco Usina isso exatamente
1:27:29quando você causa uma em Júlia você é
1:27:32agride ali a
1:27:34o tronco né de algumas em alguns
1:27:36vegetais eles acabam colocando para fora
1:27:39né um material né que inclusive do Caju
1:27:44e da siriguela alguns alunos me disseram
1:27:47nunca experimentei mas alguns alunos já
1:27:48me disseram que você coloca na boca e
1:27:50até docinho aquilo ali pessoal é o que
1:27:53todo mundo chama de resina né mas quando
1:27:57exatamente o material lhe Gueto Aline
1:28:00quando você quando aquele material ele é
1:28:04cai na terra ele se desprende da do
1:28:07vegetal e ele cai no solo e ele é
1:28:10transportado ele pode ir parar dentro da
1:28:13bacia sedimentar e se preserva como um
1:28:15sócio é o que a gente chama de samba tá
1:28:17bom ver alguns e do tipo que serve até
1:28:21para acender fogo
1:28:23é isso exatamente eu já também já eu
1:28:27tenho esse conhecimento aí que algumas
1:28:29pessoas alguns alunos já me falaram é
1:28:31que alguns materiais são utilizados para
1:28:34isso também é é muito comum pessoal a
1:28:41ocorrência de samba naquelas naqueles
1:28:45vegetais naquelas coníferas que fazem
1:28:48parte da vegetação do Sul do Brasil todo
1:28:52mundo já deve ter visto naquelas
1:28:54coníferas na aula de botânica é usar
1:28:56Araucárias é aquele aquela aquele
1:28:59vegetal ele tende a colocar a eso da
1:29:03colocar para fora é esse material
1:29:06leitoso esse material liguento então o
1:29:09que é o que você chamou de resina né
1:29:11esse material pessoal é nada mais é do
1:29:14que seiva elaborada dentro uma planta às
1:29:18vezes ela é ferida e acaba é
1:29:21e colocando para fora para como funciona
1:29:24como a cicatriz né Você foi lá e tacou o
1:29:27facão na no Cajueiro aí o que que
1:29:30acontece ele vai mandar para lá essa
1:29:32substância para funcionar como um
1:29:34selante como a cicatriz Tá certo e aí
1:29:38quando esse material ele é muito Alguns
1:29:40são muito adocicados eles chamam alguns
1:29:42insetos e existem séries que quando
1:29:45chegar lá acabam se prender ele não
1:29:47conseguem sair aí quando vem outra
1:29:49camada do material acaba com recobrindo
1:29:51e aprisionando formigas né alguns
1:29:55mosquitos nem e pode até pegar animais
1:29:59maiores como anfíbios como vocês estão
1:30:01vendo aí na imagem Tá certo então esse é
1:30:03um anbu Então a gente vai ser tanto
1:30:05parte mole quanto partitura preservada
1:30:07Tá mas para que ele seja fóssil
1:30:10lembrem-se ele tem que ser sou tá errado
1:30:14é ser transportados e depositados
1:30:17soterrado e tem mais de 11 mil anos
1:30:20e não tem partido Restart mole aí
1:30:22preservada a mumificação a é arrume
1:30:29ficar são né não é essa modificação que
1:30:32a gente conhece lá do Egito feita lá
1:30:35para conservar o corpo os corpos dos
1:30:38faraós não tá certo essa modificação aí
1:30:42a gente chama de mumificação é que ela
1:30:46não não passa por esse tipo de
1:30:49procedimento que acontecia lá no Egito é
1:30:52mais por exemplo a é alguns materiais
1:30:56encontrados em cavernas eles são
1:30:58encontrados desse jeito aqui ó porque a
1:31:01caverna é um ambiente que tá em nerd tá
1:31:03protegido do intemperismo de erosão que
1:31:06acontece no ambiente externo então
1:31:08material dentro da caverna ele pode
1:31:09sofrer uma desidratação nem tão a pele
1:31:13todos os tecidos moles da Camila é
1:31:15perdendo água e vão ressecando o cima do
1:31:19Skin
1:31:20bom né E assumir as imagens essa
1:31:23aparência que vocês estão vendo
1:31:25e existe o congelamento que é chamado de
1:31:29criopreservação e Acontece muito
1:31:32recentemente de usamos para cá tem se
1:31:34encontrar no monte por conta da gente
1:31:36mente das calotas polares alguns mamutes
1:31:39congelados né assim como vocês estão
1:31:42vendo na imagem esse filhote de mamute
1:31:43esse tipo de fossilização a gente chama
1:31:46de criopreservação tá bom
1:31:49as partes duras e partes moles faz
1:31:51utilizadas A Conservação parcial é a
1:31:55total você tem parte dura e parte mole
1:31:57preservada na parcial você só vai ter as
1:32:00partes duas você não vai ter partes
1:32:02moles preservados a gente tem aqui Um
1:32:04exemplo que a mesma estrutura
1:32:05esquelética né de uns hexa corais
1:32:09encontrar então na imagem do posso não
1:32:13tá muito boa é um ex a cor do mesozóico
1:32:15né eu o a composição do esqueleto é
1:32:19aragonita e o ex a cor o recente aqui né
1:32:23pra vocês verem aqui a a comparação
1:32:27tá então existem alguns tipo outros
1:32:32tipos de fossilização com uma
1:32:33incrustação é a incrustação ocorre em
1:32:37cavernas tá os ossos eles são revestidos
1:32:42por uma crosta externa de carbonato de
1:32:44cálcio então é o calcário né Ele é
1:32:48dissolvido da das paredes do teto da
1:32:51caverna e ele pode precipitar nos ossos
1:32:53que estão no chão da caverna aqui como
1:32:55vocês podem ver nessa imagem tem uns
1:32:58ossos no chão da caverna e aí esse
1:33:00material e pode ser envolvido E aí vai
1:33:03se se depositar no entorno da superfície
1:33:07desses ossos né o calcário que está
1:33:10dizendo dissolvido pela ação da água na
1:33:14caverna
1:33:15e esta imagem aqui né eu vou chupar você
1:33:18está Toca da Boa Vista que é uma Gruta
1:33:20ou caverna né no estado da Bahia né no
1:33:24grupo Bambuí Minas Gerais que a flora na
1:33:27no estado da Bahia essa daqui é de uma
1:33:30caverna no Parque Nacional de Ubajara né
1:33:33Eu estudei essa essa essa caverna
1:33:36durante o mestrado e doutorado chamada
1:33:38Grosso urso ócio então vocês podem ver
1:33:40na imagem uma caneta e diversa os ossos
1:33:44já né no chão da caverna totalmente
1:33:47cobertos pelo calcário que está sendo
1:33:50dissolvido né da do teto e das paredes
1:33:53que vão direto para vai direto para o
1:33:56chão da caverna e acaba envolvendo os
1:33:59ossos
1:34:02e aqui ó vem já que o material aqui é um
1:34:05osso a pilha tá aqui só para vocês terem
1:34:08terem uma escala né uma noção do tamanho
1:34:11aqui a gente tem o osso tá a única parte
1:34:14realmente do osso Que está exposta essa
1:34:17parte mais creme que vocês estão vendo
1:34:18aqui onde eu tô passando acerta o
1:34:20resultado já está sendo coberto e lá
1:34:22camada né de carbonato de cálcio aí pela
1:34:27pelo calcário que está sendo dissolvido
1:34:29tá caverna então aqui a gente tem né eu
1:34:35vou eu não sei se vocês conseguem ver na
1:34:37imagem um moço e uma concha tá então
1:34:41essa foto Ela foi tirada no chão da
1:34:43caverna tá bom aí eu vou mostrar para
1:34:46vocês aqui onde está o osso é a concha
1:34:49é totalmente né já envolvidos o osso
1:34:53principalmente envolvido ou pela crosta
1:34:55né de calcário EA concha aqui ó já a
1:35:00gente não conseguiu tirar essa concha
1:35:02dela já está presa aqui isso aqui é
1:35:04muito duro né o calcário quando ele
1:35:06precipita ele endurece fica muito ruim
1:35:08que você tirar o material
1:35:12e a permineralização apenas realização
1:35:15pessoal tipo de fossilização de processo
1:35:17de fossilização em que é as cavidades e
1:35:22os poros dos Ossos eles acabam sendo
1:35:26preenchidos ou calcita tá a gente tem
1:35:32aqui né o osso todo mundo sabe que ele
1:35:34tem né a sua parte esponjosa né sua
1:35:39parte cheia de de canais e que se
1:35:44comunicam né que são os canais de
1:35:46volkmann por exemplo é a paz do osso
1:35:48esponjoso então Aqueles canais aqueles
1:35:51poros dos Ossos é acabam que sendo é
1:35:57preenchidos né Por calcita é a região de
1:36:01permineralização é quando essas
1:36:03cavidades e poros dos Ossos são
1:36:05preenchidos por calcita tá
1:36:08é tão aqui nem mostra bem não é uma
1:36:12imagem de um corte aqui transversal no
1:36:15osso e esses canais como vocês estão
1:36:16vendo aqui então a calcinha ela penetra
1:36:19não é um mineral ele penetra e vai
1:36:22preencher o espaço aqui do vazio né dos
1:36:25canais é o que que acontece pessoal Às
1:36:29vezes a calcita ela cresce muito e acaba
1:36:33estrangulando os canais ósseos é o ar
1:36:37que eu tenho uma imagem que eu trago
1:36:39para vocês de uma foto micrografia de
1:36:42uma de uma lâmina que foi feita em um
1:36:47osso de um crânio de um animal chamado
1:36:52dicynodont os dicinodontes eles são meio
1:36:56que são répteis mamaliformes a extensão
1:37:00répteis Mas eles apresentam
1:37:01características também de mamíferos e
1:37:05que são encontrados comumente do
1:37:07triássico do
1:37:08o som em rochas do triássico dentro do
1:37:11Rio Grande do Sul da era mesozóica
1:37:14e o que que acontece a nesta imagem né a
1:37:19gente tá vendo aqui o canal ou do osso
1:37:21tá um daqueles canais ele está
1:37:24totalmente preenchido pela calcita a
1:37:27calcita pessoal aqui é um corte
1:37:29transversal e esse mesmo moço eles
1:37:33também foi cortado longitudinal então a
1:37:37gente tá vendo aqui ó o poro do canal né
1:37:40que o canal a gente tá vendo transversal
1:37:42e aqui ó ele longitudinal ou ele
1:37:44totalmente preenchido pela calcinha
1:37:46vocês percebam que a umas rachaduras
1:37:50aqui ó partindo do centro aqui no da
1:37:53bota no canal né vindo em direção a
1:37:57festa Duos o que que acontece a calcita
1:38:00ela entrou preencher o canal Mas ela
1:38:03cresceu tanto que acabou estrangulando
1:38:06eu vejo aquelas rachaduras acabou
1:38:08estrangulando o canal
1:38:10e depois do uso tá bom os canais lá no
1:38:13osso esponjoso o que que acontece quando
1:38:17esse tipo de coisa que acontece com a
1:38:19calcita fica muito Inter crescida pode
1:38:23gerar alguns problemas que nós chamamos
1:38:25problemas tafonômicos é por isso que ela
1:38:28tá falando meio importante é para
1:38:30entender o processo de fossilização
1:38:33e eu mostrando esses crânios aqui para
1:38:35vocês né Vocês diriam que são duas
1:38:38espécies diferentes né A e C é
1:38:43corresponde é o mesmo material o ar a
1:38:45visão a você tá vendo o plano de frete
1:38:48Como se você tivesse vendo as narinas do
1:38:51dicynodont quer o b o b também você tá
1:38:54vendo de frente tá vendo as narinas e c
1:38:57i d a gente tá vendo a parte dorsal do
1:39:00crânio né a parte de cima tá vendo
1:39:03crânio de cima é esse material pessoal
1:39:08ele foi descrito pelos pesquisadores do
1:39:10Rio Grande do Sul como ser duas espécies
1:39:12diferentes
1:39:14Ah tá então assim batizaram aí né duas
1:39:21espécies diferentes de dicinodontes do
1:39:23triássico do Rio Grande do Sul é o que
1:39:25que acontece é são parecidos mas não são
1:39:31iguais né ligeiramente parecidos mas não
1:39:35são iguais é Alguém teve a curiosidade
1:39:39de mandar fazer uma lâmina que essas
1:39:41longas que eu mostrei pra vocês aqui
1:39:44o tanto do material seco Quanto que o
1:39:47material B é o que que acontece eles
1:39:50puderam perceber né que no material e
1:39:53cima essas lâminas são do material sei
1:39:56eles perceberam isso aqui que eu acabei
1:39:58de falar para vocês a calcinha ela
1:40:01cresceu tanto que ela acabou
1:40:03estrangulando e inflando o crânio tão
1:40:07sei de pessoal são dois espécimes da
1:40:11mesma espécie mas que foram descritos
1:40:14como espécies diferentes só por conta
1:40:16dessa morfologia que cês tão vendo aí
1:40:18que um creme tá mais inflado mais
1:40:21inchado e o outro tá mais melhor
1:40:23preservado digamos assim Inclusive a
1:40:25gente consegue ver no deu as suturas do
1:40:28crânio aqui ó coisas que a gente não
1:40:30consegue ver aqui você por conta da má
1:40:33preservação isso aqui pessoal um
1:40:35problema da furunco somente e
1:40:37exclusivamente por conta do crescimento
1:40:39exagerado da calcita que cresceu tanto
1:40:42que acabou de formando osso
1:40:44E aí
1:40:46e quando esse preenchimento ele acontece
1:40:49em vegetais nós chamamos de pernas
1:40:51realização celular Os Vegetais também
1:40:53tem suas células né E quando acontece né
1:40:56e vegetais a gente dá um nome específico
1:40:59as mais de silicificação porque o que
1:41:02geralmente o material é vegetal ele é
1:41:05preenchido por cínica né os ossos Por
1:41:08calcita e os vegetais por significa que
1:41:12a gente tem uns troncos aí fossilizados
1:41:14para vocês ver a recristalização a gente
1:41:18comentou é que que ocorre a formação de
1:41:21cristais e que são visíveis a olho nu Tá
1:41:24certo como vocês estão vendo aqui a
1:41:27gente tem uma um determinado mineral que
1:41:31ele está uma forma instável e quê Porque
1:41:34foi soterrado ele vai né passar para uma
1:41:37forma estável no caso da aragonita ela
1:41:40passa para calcita Tá certo
1:41:43bom e é assumir essa configuração
1:41:46Cristalina né como se fosse em cristais
1:41:48de Açúcar digamos assim né uma analogia
1:41:52bem bem tosca mas é o que alguns
1:41:55exemplares fósseis parecem lembro é
1:41:59preservação e Lagoas asfálticas pessoal
1:42:03é esse tipo de preservação não acontece
1:42:07aqui no Brasil ele é encontrado nos
1:42:08Estados Unidos e assim não são Lagoas de
1:42:11asfalto do asfalto como a gente conhece
1:42:13aqui para poder que passa na cidade faz
1:42:17a pavimentação das ruas Não é esse tipo
1:42:19de asfalto Tá mas sim um óleo a um óleo
1:42:24é cru não é como se fosse assim um olho
1:42:28escuro como seu tipo Petrônio a gente
1:42:31tem umas coisas para rir de Los Angeles
1:42:33né no rancho la Brea tem que existem
1:42:37locais em que afloram na superfície umas
1:42:40Lagoas como se fosse uns pântanos e
1:42:43em junho líquido betuminoso assim
1:42:47semelhante ao petróleo EA alguns
1:42:50organismos acabam caindo né nesses
1:42:53desses locais e se preservando em
1:42:58preservando nessas Lagoas aí daí eles
1:43:02chamam de Lagoa da asfálticas por conta
1:43:03da colocação do material digam a ocorre
1:43:07as concreções essas com pressões elas
1:43:10são chamadas de concreções calcárias ou
1:43:13concreções carbonáticas algumas delas é
1:43:18apresenta um peixes no seu interior e aí
1:43:21são chamadas de ictiológicos Fiction
1:43:24quer dizer peixe eólica vende Rocha esse
1:43:26material ele é encontrado comumente na
1:43:28bacia do Araripe principalmente no Ceará
1:43:32mas aquilo Piauí ele também pode ser
1:43:35encontrado na região de Simões como acho
1:43:38que a Mayara falou aqui no
1:43:41e no nos 7 né Inclusive eu trabalho lá
1:43:46na região de Simões pesquisando os
1:43:48fósseis da região até o Simões
1:43:50marcolândia Caldeirão Grande do Piauí
1:43:52Betânia do Piauí Curral Novo todos esses
1:43:56locais afloram é a flora uma borda uma
1:44:00pequena parte da Bacia do Araripe é
1:44:03porque a sua maior parte está no Ceará a
1:44:05segunda parte em Pernambuco e só uma
1:44:07pequena parte afora aqui no Piauí nesses
1:44:10municípios que eu falei Francisco
1:44:11Marcelo também e aí a gente encontra
1:44:13esses fósseis Tá certo essas concreções
1:44:16contendo peixes como vocês estão vendo
1:44:18aqui a maioria delas contém peixe tá
1:44:21certo mas a gente também encontra é
1:44:23dinossauros pterossauros vegetais
1:44:26microfósseis nessas congregações daí a
1:44:30gente tem trabalhado nos últimos anos na
1:44:34região aqui É principalmente em Simões
1:44:36eu não sei se vocês viram é um trabalho
1:44:39que a gente publicou sobre o ovo do
1:44:40crocodilo
1:44:41no final da aula eu vou dar uma uma
1:44:43festa fazer uma apresentação Zinha sobre
1:44:45esse material que a gente público
1:44:47decisões em
1:44:49se existe alguma contra-indicação Oi eu
1:44:54estava observando aqui que a seguinte é
1:44:57como você tava falando que tem algumas
1:45:00pedras que quando você quebra no caso do
1:45:03peixe é isso pode apontar também que
1:45:07aquele lugar que hoje é seco ali pode
1:45:10ter sido um lago uma lagoa ou Rio né que
1:45:14às vezes perfeitamente perfeitamente era
1:45:18um ambiente lembre-se que esse material
1:45:21ele tá dentro de uma bacia sedimentar
1:45:23então quando ele foi depositado lá lá
1:45:27era uma bacia e dentro dessa bacia a
1:45:30gente tinha um ambiente de sedimentação
1:45:32que poderia ser um lago de água salobra
1:45:35por exemplo né uma uma Dentro do
1:45:39continente que a gente chama de uma
1:45:41fechado uma ep Continental né e é por
1:45:44isso que a gente tem essa explicação
1:45:46para se ter fósseis
1:45:49eu fiz marinhos em no meio do continente
1:45:52né no sertão Professor tá me escutando
1:45:56sim uma coisa que eu achei interessante
1:46:00eu fiz meu TCC sobre fósseis da região e
1:46:04uma coisa que eu fiz achei muito
1:46:05interessante foi o fato de achar muitos
1:46:09fósseis de uma conta em áreas pequenas e
1:46:13montanhas em lugares bem altos e como se
1:46:18antigamente aquele local fosse um local
1:46:20alagado e aonde hoje tem água fosse uma
1:46:24montanha tipo oconteceu o inverso do que
1:46:28era a região porque a local que eu achei
1:46:33meus fósseis foi bem assim bem alto
1:46:36mesmo em cima da montanha e em baixo é
1:46:41água aonde foi que você encontrou a
1:46:45região de Simões Um Lugar Chamado Olho
1:46:47d'Água
1:46:49e nem eu acho que eu já fui nesse local
1:46:51você tá falando de Simões não é é você
1:46:56mora em Simões moro pronta a 556 anos a
1:47:00gente tem trabalhado na região os
1:47:03fósseis que você coletou foram para onde
1:47:05eu não coletei porque eu não peguei a
1:47:07licença para colocar eu faço um estudo
1:47:10lá e lá mesmo eu deixei no mesmo local
1:47:12só tirei a foto difícil estudo Tá certo
1:47:16muito bem não pode não pode mesmo
1:47:18coletar Ela vai para casa não só quem
1:47:19pode fazer isso eu falei o dono E aí o
1:47:21material colega e o material coletado
1:47:23tem que ficar na Instituição né de
1:47:25pesquisa ou no museu é isso que você
1:47:29falou bem como é seu nome Mayara
1:47:32mayonara Marinara que você falou né tá
1:47:36tem relação com a questão da dinâmica da
1:47:39terra é efector mico é o material que
1:47:43hoje tá aqui exposto ele já esteve
1:47:47soterrado
1:47:49e já esteve em subsuperfície lembre-se
1:47:52que ele tá para ser uma bacia sedimentar
1:47:53uma área deprimida Então até eu tava lá
1:47:56em baixo dentro da bacia sedimentar aí o
1:47:58que que acontece a o tectonismo da terra
1:48:02acaba né é levando esse material que
1:48:05tava lá só tá errado pode vir para a
1:48:06superfície pode subir né e o que estava
1:48:09aqui na superfície pode descer né então
1:48:11isso faz parte da dinâmica da terra e
1:48:14explica bem esse exemplo que você deu
1:48:17oi oi eu queria muito tá assistindo essa
1:48:20aula antes da minha apresentação do TCC
1:48:23porque eu me ajudar bastante mas
1:48:25infelizmente não deu tempo aí eu tive
1:48:28que fazer tudo por mim por si só sem
1:48:30ajuda só com ajuda da minha orientadora
1:48:33que não é da área que bom que bom depois
1:48:39eu achei os fósseis uma quantidade muito
1:48:42grande no área pequena eu achei 10 pó
1:48:46seis e uma área de 1 km uma quantidade
1:48:52boa sem se quer casar nada assim cima da
1:48:56Terra dando de bandeja lá depois deixa
1:49:00eu lhe dizer que eu não fico admirado
1:49:021km você achar 10 Só se você achou foi
1:49:04pouco
1:49:06É porque ela nessa região que você falou
1:49:09que a região além desse monte de olho da
1:49:11água é ali a gente tem muito forte então
1:49:14em um quilômetro dá para encontrar muito
1:49:16mais de 10 da se a gente for quebrar
1:49:19toda a pedrinha que a gente acha
1:49:20redondinho pelo caminho a Taiana a sua
1:49:23falta é verdade
1:49:26bom então muito obrigado é Então pessoal
1:49:29a gente tem aqui né é um outro tipo de
1:49:33fossilização que acaba unificação tá é
1:49:37quando ocorre a concentração de um
1:49:40elemento químico no caso o carbono é uma
1:49:42ela acontece principalmente em ambientes
1:49:43de águas estagnadas na não que fica e o
1:49:46material se preserva assim né bem escuro
1:49:48bem enegrecido Tá certo como se fosse
1:49:51carvão mesmo com Oscar só o carbono EA
1:49:56substituição quando um elemento químico
1:49:59ele é substituído por outro tá certo
1:50:02então aqui na maioria das vezes as
1:50:06partes duras ou se preservam com a
1:50:08alteração na composição química original
1:50:10ou deixam apenas as suas impressões na
1:50:12matriz tá é a alteração química ocorre a
1:50:17dissolução EA remoção do material
1:50:18mineralizado pelas águas intersticiais
1:50:20com deposição simultânea ou tardia de
1:50:24material quase sempre diversa tão
1:50:26segundo
1:50:26é um Mineral substituinte fala-se em
1:50:29calcificação silicificação limonitização
1:50:33E piritização então aqui por
1:50:35silicificação quando é substituído por
1:50:37cênica piritização quando é substituído
1:50:40por pirita pirita é o chamado Ouro de
1:50:43Tolo tem o brilho parecido com ouro
1:50:45muita gente já se enganou e limonita né
1:50:49ocorre a limonitização quando é
1:50:51substituído por em bonita ele fica com a
1:50:54cor alaranjado assim com cor de ferrugem
1:50:58e a gente tem aqui Um exemplo muito
1:51:01interessante pessoal que é quando o
1:51:02material é substituído por fosfato
1:51:04ocorre a fosfatização nós temos aqui é
1:51:08um material daqui do Brasil em que a
1:51:10gente o o autor e publicou o trabalho em
1:51:141988 é encontrou um tecido mole
1:51:19fossilizado o músculo fossilizado de
1:51:23como vocês podem ver aqui na imagem de
1:51:24cima e quando ele a pros
1:51:26a fazer uma fotografia mais próximo ele
1:51:28comprou dois vasos sanguíneos
1:51:31fosfatizados né só que tá endurecendo a
1:51:34gente virou Rocha e foi encontrado na
1:51:38membrana alá de um pterossauro é que era
1:51:41um réptil voador que viveu aqui no
1:51:45Brasil né que tem ocorrências dele aqui
1:51:48na China que a gente encontrou a gente
1:51:50for ou não né foram encontrados alguns
1:51:53aqui na bacia do Araripe no lado do
1:51:55Ceará e A Gente Tem trabalhado né aqui
1:51:57no Piauí para ver se a gente também
1:51:59encontra alguns materiais semelhantes
1:52:01aqui nesses municípios que eu eu falei
1:52:03para vocês ali perto da da Chapada
1:52:06bom então assim a substituição pessoal
1:52:09ela se der assincronicamente em relação
1:52:12à dissolução a destruição do objeto vai
1:52:15deixar um espaço Estreito correspondente
1:52:17a sua forma bem que é o que eu falei lá
1:52:19sobre o molde aí o preenchimento desse
1:52:22espaço por um mineral pode recuperar
1:52:24microestrutura do organismo E aí vai
1:52:26gerar o que a gente chama de Contramão
1:52:29nem tá aqui é o teu exemplos de molde
1:52:32interno e de Maurice externo Tá certo de
1:52:34algumas coxas aqui um molde externo uma
1:52:38Veja a conta do gás troco dela foi
1:52:40totalmente só ouvir e ficou apenas a
1:52:42marca da sua morfologia externa
1:52:46os moldes internos então a coxa ela foi
1:52:50dissolvida e ficou apenas ou material
1:52:52que estava dentro dela o material
1:52:54sedimentar que preencher o a const
1:52:59bom e as impressões né também que são
1:53:02moldes em duas dimensões
1:53:05Oi aqui é uma compressão ti para que a
1:53:07gente encontra né na região além de
1:53:09Simões da Mayara
1:53:14não existe né impressões de tegumentos
1:53:17de penas de escamas e de pelos essa
1:53:20imagem pessoal e da do fóssil da
1:53:23arqueoptérix foi encontrada no Jurássico
1:53:26da Alemanha é a é considerada a ave mais
1:53:30antiga no registro fóssil tá então é um
1:53:33organismo que tem característica de ave
1:53:35e de réptil veja que ele tem né tem as
1:53:39asas e tem aquela impressão das asas das
1:53:43suas as suas penas e ele ainda tem uma
1:53:46calda aqui né que ainda lembra muitos
1:53:48répteis
1:53:50e os vestígios nós temos o signor
1:53:53fósseis com pegadas e trilhas é Vale
1:53:57ressaltar que essa nossa região aqui é
1:54:00de Picos e municípios circunvizinhos a
1:54:03gente tem uma grande quantidade de Rick
1:54:06nó fósseis de invertebrados marinhos que
1:54:10viveram aqui na região quando a região
1:54:12ela foi coberta pelas águas do mar e que
1:54:17se preservaram nas rochas Tá certo
1:54:21as pegadas e trilhas
1:54:25as marcas de escavação marcas de
1:54:29pregação todo sangue noforce nessa
1:54:32registro de atividades marcas de
1:54:35pregação esse material Aqui é do
1:54:38cretáceo de São Paulo entre um dente
1:54:41quebrado e aqui no uma calda com as
1:54:43marcas de dentes Tá certo com uma cauda
1:54:47de crocodilo os gastrólitos pessoal eles
1:54:51correspondem a algumas alguns eixos né
1:54:55algumas Pedrinhas assim que são
1:54:57encontradas no intestino de alguns
1:55:00organismos tá É eu gosto de fazer
1:55:03analogia com a galinha a galinha ela não
1:55:08tem dente
1:55:09o tempo todo mundo sabe que ela come
1:55:12milho e o milho é duro como é que ela
1:55:14quebra o milho ela vai quebrar o milho
1:55:17lá na moela né a galinha ela tem a moela
1:55:20justamente para quebrar esse esse
1:55:23alimento duro que são é os grãos do
1:55:25milho é alguém né que já deve ter
1:55:30preparado uma galinha né Deve ter
1:55:32consertado Como diz no interior é quando
1:55:35parte amor ela que você vai lavar você é
1:55:37ver que existe em milhos inteiros milhos
1:55:40fragmentados e existem uns mas apenas e
1:55:44encontro visou Oi até areia encontra no
1:55:49papo dela pronto exatamente a isso que
1:55:52eu queria dizer essas Pedrinhas nesses
1:55:53grãos de areia que estão dentro da Moela
1:55:56é que fazem o papel o movimento da moela
1:56:00com aqueles grãos dentro é que vão
1:56:02quebrar nesse movimento é que vai
1:56:05quebrar o milho Então essas Pedrinhas
1:56:07que estão lá na moela são gastrólitos
1:56:09Ah tá E aí Alguns organismos como
1:56:13plesiossauros e dinossauros eles também
1:56:15tinham essas pedrinhas no seu aparelho
1:56:20digestivo para que ajudasse né na quebra
1:56:23do alimento e a gente encontra esses
1:56:26materiais que são os gastronômicos os
1:56:29coprólitos que são as fezes fossilizadas
1:56:31para gente ficar aqui um cocô vende um
1:56:35dinossauro e aqui de um mamífero três
1:56:38exemplos a o a moeda aí ela tá
1:56:41funcionando com uma escala tá certo uma
1:56:43me foi no engoliu a moeda não tá bom é
1:56:46só funcionando aí como escala para vocês
1:56:48terem noção do tamanho do copo hálito do
1:56:51mamífero é uma as fezes elas também
1:56:54podem se fossiliza e são chamadas de
1:56:56coprólitos
1:56:57e são todos os vestígios tá E os ovos
1:57:01então nós temos aqui ovos diversos ovos
1:57:04de dinossauros Eles são muito
1:57:06encontrados na China né E aí eles são
1:57:09considerados a como vestígios é porque
1:57:12são produtos de uma atividade que
1:57:14atividade reprodutiva é no entanto
1:57:17pessoal se a gente pegar um ovo e fizer
1:57:20uma tomografia né Desse ovo e dentro
1:57:24dele tiver um dinossauro Zinho como
1:57:27vocês estão vendo aí na imagem aí a
1:57:29gente vai ter o que o resto né o homem
1:57:33se ele é um vestígio Mas o conteúdo ele
1:57:37vai ser considerado No resto tá bom o
1:57:40mapa com essas manchas é escuras mostram
1:57:44a os locais do mundo onde foram
1:57:47encontrados Terra ovos de dinossauros tá
1:57:50bom
1:57:51Oi deixa só olhar aqui se tem alguém
1:57:54querendo entrar na sala
1:57:57e tem vamos lá e
1:58:04e Existem os chamados pseudofossil e não
1:58:07seja são falsos fósseis neles lembram
1:58:10fósseis mas eles não são fósseis esse
1:58:13tipo de matéria que a gente encontra
1:58:15muito na bacia do Araripe ganhar mais
1:58:17próximo da gente até no material de
1:58:19Simões eu já encontrei eles lembram como
1:58:22se fossem microalgas né uns vegetais são
1:58:26bonitos e que durante algum tempo
1:58:30confundiu os pesquisadores mas eles não
1:58:32chamaram o pincel do fósseis é eles são
1:58:36chamados de dendrites ou tem Gritos e
1:58:39manganês é o torneio ele oxida e aí ele
1:58:43se arranja nessa estrutura aí que vocês
1:58:46estão observando diga nesse na nossa
1:58:51região Duque de prato encontra esse tipo
1:58:53de um
1:58:55É sim do Crato sim
1:58:58bom né é a Chapada do Araripe ela tá a
1:59:03maior parte dela está no Ceará né ali no
1:59:05sul do Ceará é novo aqui em Nova Olinda
1:59:08Nova Olinda a gente encontra muito esse
1:59:11tipo de pseudofossil né nos calcários e
1:59:13laminados o calcário laminado é aquela
1:59:15Rocha que o pessoal usa muito para fazer
1:59:17borda de piscina que o ex-prefeito aqui
1:59:20de Picos fez o fez as duas praças aqui
1:59:22no centro que inclusive estão é um
1:59:24desmanchando né porque não é o material
1:59:26para fazer revestimento de prata essa
1:59:30usa muito na revestimento de muro de
1:59:33fachada das residências então se você
1:59:36olhar tem muitos fósseis e alguns
1:59:39Peixinhos alguns Alguns vegetais e
1:59:41existem esses óxidos de manganês aqui
1:59:43que vocês estão vendo que lembra muito
1:59:45um vegetal mas que não é Tá bom então
1:59:47Durante algum tempo esse material aí
1:59:49confundi os pesquisadores é esse
1:59:51material é muito comum na região aqui tá
1:59:53vai ser o horário e principalmente ali
1:59:55Nova Olinda Santana do Cariri no Crato
1:59:57Missão Velha
1:59:58E aí
2:00:00e existem também os chamados fósseis
2:00:03vídeos aí vocês me perguntam ô xente
2:00:05Professor Mas para ser um fóssil ele não
2:00:09tem que morrer por quê que existe essa
2:00:11expressão fósseis vivos pessoal essa
2:00:13expressão Ela já foi muito Abatida Mas é
2:00:16porque a gente não tem uma uma melhor
2:00:19até o momento né Eu disse conheço um
2:00:21aqui que justifique né a troca é ela
2:00:28remete alguns táxons que são encontrados
2:00:32é tanto como fósseis como vivos hoje né
2:00:38atualmente é a gente tem um exemplo aqui
2:00:41do ginkgo ginkgo é um vegetal que faz
2:00:45aquele remédio chamado Ginkgo Biloba que
2:00:47alguém já deve ter ouvido falar é esse
2:00:50vegetal ele é encontrado como fóssil
2:00:53desde o Jurássico até os dias de hoje
2:00:56então como ele é encontrado atual e
2:00:59fóssil aí
2:01:00e ele recebe esse nome e nem quadrado no
2:01:03grupo do chamados fósseis vivos
2:01:06e o livro que é esse aqui embaixo né que
2:01:09eu chamado de caranguejo ferradura ele é
2:01:12encontrado desde o cambriano até hoje
2:01:15pessoal quando eu digo que o organismo
2:01:17irá encontrar né como fóssil desde o
2:01:20cambriano até hoje não é o indivíduo
2:01:24entendeu não é o indivíduo é a espécie a
2:01:28espécie ou gênero é encontrado né como
2:01:32fóssil até hoje esse peixe bem feio que
2:01:36vocês estão vendo aqui chamado latimeria
2:01:38calo-me ele é ele é popularmente
2:01:41conhecido como celacanto a gente
2:01:43encontra ele aqui na bacia do Araripe tá
2:01:45ele foi durante muito tempo considerado
2:01:49extinto por porque só era encontrado em
2:01:52rochas do cretáceo é se eu não me engano
2:01:55durante a década de 40 se eu não me
2:01:58engano alguns pescadores no norte da
2:02:02Europa estavam pescando em alto mar e
2:02:05eles vão
2:02:06é uma rede eles vêm na rede um peixe
2:02:09muito feio esquisito quero esse peixe
2:02:11aqui é quando levaram para a
2:02:15universidade os pesquisadores viram que
2:02:17se tratavam do latim média calo-me que
2:02:19só era encontrado como fócio não tinha
2:02:22sido mais encontrado vivo de jeito
2:02:24nenhum é quando foi na década de 40 eles
2:02:26encontraram então por isso que é e quer
2:02:29dizer o que pessoal quer dizer que o
2:02:31organismo Ele se extinguiu e depois ele
2:02:34aparece de novo Claro que não né o
2:02:38processo de extinção ele é para todo
2:02:41sempre amém tchau tchau uma vez instinto
2:02:44jamais o organismo Ele ele vai ressurgir
2:02:48né então o que foi que aconteceu não foi
2:02:52foi encontrado do cretáceo até a década
2:02:55de 40 ele desapareceu né ele não tinha
2:02:58sido era encontrado espero encontrado
2:03:01como posso até o cretáceo é ou seja ele
2:03:04não está vestindo ele
2:03:06e se der encontrada nesse intervalo de
2:03:08tempo
2:03:12bom então pessoal vamos falar aqui um
2:03:14pouquinho sobre tempo geológico e
2:03:17métodos de datação absoluta né como é
2:03:19que a gente sabe a idade dos fósseis é
2:03:22um sobre processos de fossilização que
2:03:24eu tinha para falar era isso aí é tão
2:03:28PSOL existe né a chamada coluna do tempo
2:03:33geológico sobre as aqui para mostrar
2:03:34para vocês
2:03:36e essa coluna aqui coluna ou escala do
2:03:39tempo geológico Tá certo então quando a
2:03:41gente se depara com ela a gente não não
2:03:44tem noção do quanto de conhecimento foi
2:03:50necessário para que foi se acumulando ao
2:03:55longo dos séculos pra que possibilitasse
2:03:58a sua construção tá então olhando para
2:04:01aquela tabela a gente pode se perguntar
2:04:03como a idade das rochas ela pode ser
2:04:06estimada Como é que os fósseis auxiliam
2:04:09na tarefa de datação das rochas e como
2:04:12foi que se chegou a uma pergunto antiga
2:04:14com milhões de anos e como é que se
2:04:16chegou a verdade se limitam cada um dos
2:04:18períodos daquela tabela
2:04:19Qual a idade de uma rocha ela pode ser
2:04:24absoluta ou relativa à a idade absoluta
2:04:28é Expressa em anos e é feito através do
2:04:32método radiométrico na falta de datações
2:04:34absolutas a idade ela é Expressa em
2:04:37termos relativos ou seja meramente
2:04:39posicionais E para isso nós utilizamos
2:04:42os fósseis os fósseis tem essa função de
2:04:45dar as rochas é de forma relativa
2:04:49William Smith precisa de forma
2:04:51engenheiro inglês e contribuiu muito
2:04:54para o estudo das rochas estratificadas
2:04:56a estratigrafia costurar tem como é tão
2:05:00tal que ele é considerado o pai da
2:05:02estratigrafia então foram sendo criadas
2:05:06as denominações empregadas na tabela do
2:05:08tempo geológico né a partir dos estudos
2:05:11de William Smith e de outros
2:05:12pesquisadores da grã-bretanha e de
2:05:15outros países da Europa que se
2:05:17empenharam também
2:05:19e em culpar a estratos sedimentares
2:05:22aplica naquele sexto princípio da
2:05:24paleontologia que a gente falou da
2:05:26correlação das camadas com base nos
2:05:28Rossi
2:05:29e é no entanto ele se depararam com o
2:05:33que que eles queriam eles queriam
2:05:36organizar né em uma coluna que Contasse
2:05:41a história da Terra empilhando as rochas
2:05:45das mais antigas até as mais recentes
2:05:48então eles se depararam com dificuldades
2:05:51porque ainda não se sabia quais fósseis
2:05:54realmente seriam úteis para fazer essas
2:05:56correlações estratigráficas depois a
2:06:00gente vai ver quais são esses grupos de
2:06:02fósseis que são chamados os seus guias é
2:06:05em cada área as camadas elas começaram a
2:06:08ser designadas por nomes locais tá é o
2:06:12cambriano no período cambriano ele faz
2:06:17alusão à cambria que é o nome Latino de
2:06:19Gália é na Inglaterra País de Gales ó
2:06:23Domiciano de errar ou um antigo tribo
2:06:27Celta chamada ordovices
2:06:29o Juliano aos antigos habitantes do
2:06:32Oeste da Inglaterra e do País de Gales
2:06:34ou e celulares telefone ano por conta
2:06:38dos afloramentos próximos da a região de
2:06:40devonshire na Inglaterra carbonífero por
2:06:43volta das camadas de carvão centro-norte
2:06:46na Inglaterra permiano por conta da
2:06:48província russa de perna
2:06:51e o triássico é o conjunto de rochas
2:06:53dividido em três partes também foi
2:06:55observado na Alemanha Jurássico faz
2:06:59alusão às montanhas de jura entre a
2:07:01França EA Suíça e antigamente né
2:07:05terciário foi substituído por
2:07:07paleolítico mim né hoje no e quaternário
2:07:09que são classificações do século 17
2:07:11então a tabela do tempo geológico ela é
2:07:13subdividido subdividida em éons os seus
2:07:17em eras a zero sem períodos os períodos
2:07:21em épocas e as épocas em idades e as
2:07:25idades em andares e os andares em
2:07:28camadas e assim vai até a gente chegar
2:07:30na menor menor unidade
2:07:33e os paleontólogos e geólogos contra o
2:07:36tempo numa escala de milhões de anos não
2:07:39acredita-se que até até as coroa 4,5
2:07:42bilhões de anos e que a vida teria
2:07:44surgido há cerca de um bilhão de anos
2:07:47após e ao longo dos milhões de anos que
2:07:50se seguiram várias seres vivos se
2:07:53formaram muitos desapareceram poucos
2:07:56evoluíram e ao longo dos muitos milhões
2:07:58de anos se transformaram nos organismos
2:08:00atuais
2:08:01e os intervalos de tempo principal aqui
2:08:04que eu estou me referindo a vocês Eles
2:08:06são muito grandes e são de difícil
2:08:09compreensão então para facilitar os
2:08:12cientistas dividiram a história da terra
2:08:15né no planeta terra não que eu já falei
2:08:17em hell's eras períodos épocas são
2:08:20intervalos de tempo tá bom então as
2:08:23principais ferramentas que foram
2:08:25utilizados para a construção da tabela
2:08:27do tempo foram os fósseis a
2:08:29estratigrafia e as idades radiométricas
2:08:32com objetivo único ordenar em uma
2:08:36sequência os processos geológicos para
2:08:40entendimento da evolução da terra do
2:08:43modo que a gente observa hoje então
2:08:45utilizando os fósseis a estratigrafia e
2:08:49as idades radiométricas que são as
2:08:50idades absolutas é os cientistas puderam
2:08:54empilhar essas rochas das mais antigas
2:08:58até as mais recentes e consequentemente
2:09:00o conteúdo foi
2:09:01e já acompanha a evolução da vida ele
2:09:03também serviu para consubstanciar né SS
2:09:09empilhamento né encontrar essa história
2:09:12então a escala do tempo geológico ela
2:09:14está dividida em quatro grandes éons o
2:09:17sempre de baixo para cima sempre da base
2:09:20para o topo tá porque porque eu que está
2:09:23embaixo foi depositado primeiro é mais
2:09:25antigo para a gente conversa por onde
2:09:27tem que começar pelo começo eu começo é
2:09:29de baixo então o pré-cambriano ele a
2:09:33gente tem né a escala do tempo dividido
2:09:36em quatro grandes em Adriano arqueano e
2:09:39proterozóico e fanerozóico os três
2:09:42primeiros eles são chamados de
2:09:44pré-cambriano tá E eles correspondem a
2:09:4787 por cento da história da terra os
2:09:51outros treze por cento correspondem ao
2:09:53fã da heróica e é aqui no fanerozóico
2:09:56onde é a vida está melhor documentada
2:09:59através do registro fóssil
2:10:01a gente possa aqui né muito pobre tá ele
2:10:06vai aparecer aqui ó no proterozóico do
2:10:08arqueiro do proterozóico no proterozóico
2:10:10final de procurador que começa a mais
2:10:13diversificada quando entra no
2:10:15fanerozóico é que a vida vai ficar
2:10:17melhor documentada esses quatro grandes
2:10:20éons a gente divide em eras tão aqui eu
2:10:23chamo a atenção para o funeral zoi
2:10:25quando a gente o que interessar a gente
2:10:26ele vai se dividindo as eras paleozoica
2:10:29apresou e caíssem nós troca
2:10:32e aqui a tabela então de baixo para cima
2:10:34a gente tem aqui ó Adriano né a fase de
2:10:38Formação Inicial e formação da Terra que
2:10:41a Terra é bombardeada por grandes
2:10:42meteoros
2:10:46um momento de intensa atividade
2:10:49vulcânica certo atmosfera hidrosfera não
2:10:53se formarem daqui tá bom é o veio
2:10:56arqueano e o proterozóico tá aqui no
2:10:59finalzinho do próprio a só que a gente
2:11:00vai ter alguns fósseis e aqui um
2:11:03fanerozóico que só corresponde a Treze
2:11:05por cento da história da terra a gente
2:11:07vai dividir em três eras paleozoica
2:11:09mesozoica e cenozoica o paleozóico
2:11:13dividido Nos períodos cambriano
2:11:15ordoviciano siluriano devoniano
2:11:16carbonífero e permiano é o mesozoica
2:11:21entre as cinco Jurássico e cretáceo o
2:11:24cenozóico em paleogeno né hoje no e
2:11:27quaternário tá é uns períodos né do
2:11:30cenozóico a gente divide aqui em algumas
2:11:32épocas a série eu posso ir para o
2:11:35quaternário a gente dia que eu estou
2:11:36sendo em holoceno aulas ela é porque a
2:11:39gente tá vivendo nós estamos bem aqui
2:11:40assim cima bem na sua linha né
2:11:43assistindo aula agora nesse momento
2:11:44alguém aqui assim
2:11:46e na não do toque do holoceno tá as
2:11:50rochas aqui da região de Picos e dos
2:11:52municípios vizinhos elas datam aqui do
2:11:56devoniano tá é e as rochas por exemplo
2:12:01lado de Simões que a gente tava dando
2:12:02exemplo elas são bem daqui assim ó do
2:12:05cretáceo aqui cretáceo né E aqui de
2:12:08Picos e região próximas devoniano é
2:12:14datações o que é que é data é determinar
2:12:17a idade tá é da Rocha e consequente
2:12:22consequentemente do fóssil faltar dentro
2:12:24da Rocha e é o determine a idade da
2:12:26Rocha então posso ter a idade da Rocha
2:12:28porque ele eles foram depositados juntos
2:12:30tá então adaptação ela é objeto da
2:12:33geocronologia que é o estudo do tempo
2:12:35ela pode ser relativa ou absoluta como
2:12:38eu já falei datação relativa trabalhar
2:12:41cidades em termos meramente posicionais
2:12:43e para que a gente
2:12:46a narrativa eu utilizo os fósseis
2:12:48qualquer grupo de fóssil não qualquer
2:12:50tipo de fósforo não apenas um grupo
2:12:53específico os fósseis-guias né que
2:12:55resolve justamente porque eles guiam a
2:12:58idade daquela camada diga-nos qual o
2:13:02período em que o ano que o dinossauro
2:13:04entra nessa os dinossauros eles são aqui
2:13:09do mesozóico da era mesozóica a gente já
2:13:12tem aqui no triássico Jurássico e
2:13:14cretáceo a época do dinossauro
2:13:17o ok pessoal muito obrigado por nada
2:13:23Oi e a datação absoluta que determina os
2:13:27valores absolutos expressos em milhões
2:13:29de anos o
2:13:33e vamos falar um pouquinho aqui sobre a
2:13:35datação relativa tá sobre os fósseis
2:13:37como foi que os fósseis é apareceram e
2:13:41qual a fundo aparecendo assim quando foi
2:13:44que eles passaram a ter uma finalidade
2:13:46de auxílio na determinação da idade das
2:13:51rochas é aplicar a partir dos princípios
2:13:55do Nicolau steno né que é o princípio da
2:14:00sobreposição das camadas e do James
2:14:03Hilton é que é o princípio lá do
2:14:06capitalismo outros cientistas começaram
2:14:08a tentar entender como os fósseis
2:14:10contidos nas rochas sedimentares podem
2:14:12ser usados para auxiliar na
2:14:14estratigrafia né o estudo das rochas que
2:14:17são estratificadas que são foram
2:14:19formadas em camadas
2:14:21E aí você já deve ter ouvido falar
2:14:24George que vier né que é o pai do
2:14:26catastrofismo também considerado o pai
2:14:28da anatomia comparada é ele percebeu que
2:14:31a câmara que cada camada de rochas que
2:14:33abrigavam conjunto de fósseis era
2:14:36diferente das outras camadas e os
2:14:38fósseis das camadas mais inferiores
2:14:40apresentavam características mais
2:14:42primitivas né ou seja mais mais simples
2:14:45mais rudimentares do que os fósseis das
2:14:48camadas mais superiores né E que esses
2:14:51fósseis encontrados nas camadas
2:14:52superiores ele tá assemelhavam mais aos
2:14:55animais atuais
2:14:56e é ele chamou isso né de sucessão
2:15:00faunística é está relacionada a um dos
2:15:03princípios lá que a gente falou da
2:15:04paleontologia e ele interpretou essa
2:15:06sucessão Fall Mística como produto de
2:15:09extinções em massa catastróficas por
2:15:12isso que o princípio é chamado de
2:15:13catastrofismo que aconteceram de tempos
2:15:16em tempos na história da terra
2:15:18o William Smith né que é o pai da
2:15:21estratigrafia ele percebeu que as mesmas
2:15:24sucessões de rochas sedimentares
2:15:26afloravam distintas regiões lembram aí
2:15:30do princípio da correlação das camadas
2:15:33né com base nos fósseis e que cada
2:15:35camada de Rocha Coutinho determinado os
2:15:37fósseis que não eram encontrados nas
2:15:39outras camadas aí ele postulou que as
2:15:42camadas de rochas encontradas em áreas
2:15:43geograficamente distantes podiam ser com
2:15:47relacionadas pelo seu conteúdo
2:15:49fossilífero
2:15:51e os fósseis eles deixaram um registro
2:15:54bem marcado a partir do cambriano Ou
2:15:56seja no fanerozóico eles são bem menos
2:15:59abundantes lá no pré-cambriano o que que
2:16:03o registro fóssil nos mostra tá eles ele
2:16:07nos mostra que os organismos evoluíram
2:16:10que novas espécies surgiram a partir de
2:16:13formas anteriores e que outros se
2:16:15extinguiram cada período época lá na
2:16:17tabela que eu mostrei pra vocês vai
2:16:19apresentar um conjunto de fósseis
2:16:21característicos como o nosso colega aqui
2:16:24perguntou quanto onde era onde é que a
2:16:26gente pode localizar os dinossauros da
2:16:29eles são características do mesozóico né
2:16:31Se ela encontra um dinossauro no
2:16:33paleozóico nem não sei nossa que eles
2:16:35são característicos do mesozóico então
2:16:37quando eu conheço o conjunto de fósseis
2:16:39de cada um desses períodos de épocas eu
2:16:42posso dizer a quem intervalo de tempo
2:16:45ele vai pertencer lá na tabela
2:16:47a adaptação por fósseis ela vai se
2:16:51basear na superposição das camadas e não
2:16:54no tempo que elas levaram para depositar
2:16:57tá então por isso que uma adaptação de
2:16:59valor relativo e não absoluto é dentro
2:17:06neta da natação existe datação relativa
2:17:10existe um grupo de fósseis
2:17:12característicos que a gente utiliza para
2:17:14poder fazer esse tipo de determinar essa
2:17:19idade né então dentro da estratigrafia
2:17:23tem quando eu utilizo os fósseis como eh
2:17:29objetos para realizar esta datação eu tô
2:17:32fazendo o que o o chão de Bill
2:17:34estratigrafia vai ser a parte da
2:17:36geologia que trata da adaptação e da
2:17:39correlação das rochas por meio dos
2:17:42fósseis
2:17:45bom então ela vai se basear nos
2:17:47fundamentos né na lei da superposição
2:17:49das camadas sedimentares que a gente já
2:17:52falou é que é um dos princípios na
2:17:55presença de fósseis nessas camadas da
2:17:57evolução biológica e na
2:17:59irreversibilidade da evolução é é
2:18:03qualquer tipo de fóssil que pode ser
2:18:06utilizado para fazer a datação relativa
2:18:07não apenas os fósseis guia ou chamamos
2:18:11também de fósseis índices o próximo dia
2:18:13vai ser aquela aquele fóssil que
2:18:16apresenta uma ampla distribuição
2:18:18geográfica ou seja ele pode ser
2:18:21encontrado em diversas partes da do
2:18:23nosso planeta e uma curta distribuição
2:18:25temporal Ou estratigráfica eles viveram
2:18:28muito pouco eles foram bem adaptados mas
2:18:32se extinguiram rapidamente tá é um eles
2:18:36em geral são os microfósseis tá bom que
2:18:40a gente comentou no início da aula é que
2:18:42são considerados fósseis-guias edição
2:18:44utilizados
2:18:45uma das rochas de forma relativa
2:18:48eu não sei porque que ele se extinguiria
2:18:51rapidamente do motivo
2:18:56quem é Rogério é que tá falando
2:18:58perguntando isso Rogério aqui no canto
2:19:01do buriti O Rogério é o seguinte é
2:19:06quando o organismo se extingui né
2:19:08diversos fatores podem ser responsáveis
2:19:11pela sua extinção a gente tem os
2:19:14chamados fatores limitantes né que são
2:19:19também vistos na ecologia são fatores
2:19:21ecológicos são parâmetros parâmetros
2:19:24ecológicos que limitam é a
2:19:29e a manutenção digamos assim né a
2:19:32presença dos organismos é o que que faz
2:19:37um organismo se extingui o viver pouco
2:19:39tá ele ser bem adaptado mas ele viver
2:19:43pouco em geral são extinções em massa né
2:19:46são eventos catastróficos lembre-se que
2:19:50a tectônica de placas nessa essa essa
2:19:55dança dos continentes digamos assim né
2:19:57Ela é um fator que mexe demais com a
2:20:01distribuição dos organismos porque você
2:20:03tem uma massa de terra que tá numa
2:20:04determinada altitude no determinada
2:20:07Latitude e ela vai se movimentando nem
2:20:10vai se deslocando indo para uma outra
2:20:13altitude uma outra latitude isso mexe
2:20:16demais com o clima a questão do clima
2:20:18isso afeta a distribuição dos organismos
2:20:20Então o que faz um responder a sua
2:20:23pergunta é o que faz esse o que fez
2:20:25esses organismos viverem pouco com
2:20:27certeza deve ter sido algum
2:20:29e nesses parâmetros ecológicos mudança
2:20:32de temperatura geralmente eles estão na
2:20:36água os microfósseis né então pode ter
2:20:38sido é mudança na luminosidade do sol na
2:20:42lâmina d'água ausência de oxigênio tá a
2:20:48falta de alimento né então são alguns
2:20:51parâmetros aí temperatura variação de
2:20:54temperatura se eles eram acostumados a
2:20:56uma determinada temperatura presente nas
2:21:00regiões temperadas e o e de imediato é
2:21:03assim ligeiramente muda para uma
2:21:05temperatura de regiões polares é
2:21:07complicado né
2:21:10é só esses parâmetros tá a datação
2:21:14absoluta falamos datação relativa
2:21:16datação absoluta a datação absoluta ela
2:21:19tem por finalidade determinar a duração
2:21:20de tempo real que levou cada cada
2:21:23acontecimento geológico e a idade da
2:21:25Terra pessoal o método datação absoluta
2:21:29ele só foi possível com a descoberta da
2:21:31radioatividade emitida pelo rádio e
2:21:34urânio no final do século 19 e início do
2:21:36século 20 é as pesquisas após a
2:21:41descoberta da radioatividade elas
2:21:42continuaram e surgiram outros elementos
2:21:45radioativos como Tori o Billy e o
2:21:46potássio em 1905 o Rutherford ler ele
2:21:51era um físico acho que alguém deve
2:21:53lembrar dele aí das aulas de física é
2:21:55ele percebeu que a idade de um mineral
2:21:59de urânio
2:22:01Só podia ser estimada medindo-se a
2:22:04quantidade de chumbo acumulada no
2:22:06Mineral em 1907 ou ele falou de idade
2:22:11mineral as rochas são compostas por
2:22:13minerais guarde aí essa ideia em 1907 o
2:22:19Batman e de um print e ele percebeu essa
2:22:24descoberta do o telefone nesse ações são
2:22:26compostos por minerais então eu posso né
2:22:29usar radioatividade para dar essas
2:22:31rochas em 1911 o método foi aperfeiçoado
2:22:35e o pesquisador Holmes criou o método de
2:22:39hidratação urânio chumbo esse método ele
2:22:42é usado até hoje somente para rochas
2:22:45muito antigas é aí que surge a técnica
2:22:47radiométrica né que é o método de
2:22:49datação radiométrica a partir da
2:22:53perdição é o de se medir não é a
2:22:56quantidade de um elemento né se
2:22:59transformando em outro
2:23:01e essa técnica ela permite a datação
2:23:03absoluta porque ela corre relaciona um
2:23:06evento geológico com outra Aventura
2:23:07independente EA desintegração radioativa
2:23:10de um isótopo é feita por métodos que
2:23:13vão medir ou a quantidade de isótopos
2:23:16produzido por decaimento radioativo ou a
2:23:19quantidade do próprio isótopo radioativo
2:23:21que ainda resta na rocha existem vários
2:23:25métodos Tá certo de datação radiométrica
2:23:28é cada um baseado em um determinado
2:23:31elemento químico e ele cada um deles vai
2:23:34cobrir uma faixa de tempo então existem
2:23:36elementos químicos que são utilizados
2:23:38para rochas muito antigas outro para
2:23:40rochas mais recentes
2:23:43e é na natureza existe alguns elementos
2:23:47que apresentam isótopos ou seja
2:23:49elementos que apresentam o mesmo número
2:23:51atômico mas diferentes números de massa
2:23:54um exemplo é o oxigênio possui três
2:23:57isótopos né o 16 ou 17 o 18 no caso do
2:24:03oxigênio esses isótopos que existem na
2:24:05natureza eles são estáveis
2:24:07Ah tá mas há outros elementos que são
2:24:11instáveis na natureza e por serem
2:24:14estáveis eles têm uma tendência a se
2:24:17transformar em outro elemento mais
2:24:19estável esses elementos são chamados de
2:24:22isótopos radioativos porque eles passam
2:24:25de uma forma instável para uma forma
2:24:27estável E aí durante essa transformação
2:24:31externo nada de decaimento radioativo a
2:24:35radiação ela é metida e o calor é
2:24:37liberado o decaimento radioativo ele é
2:24:41um processo lento que ocorre a uma taxa
2:24:43constante chamada de meia vida então
2:24:46todos os isótopos de meia-vida curta que
2:24:50existiram no início da história da terra
2:24:52ele já desapareceram mas os elementos
2:24:55cujo de isótopos são de meia vida longa
2:24:57existem desde o início da terra e podem
2:25:00ser usados para dar as rochas então é
2:25:04possível calcular com precisão o tempo
2:25:08e para que a metade dos átomos de um
2:25:10isótopo se desintegra esse tempo é
2:25:13chamado de meia vida dos outros
2:25:15eu tô aqui são exemplo tá bom é o
2:25:19urânio-235 né Ele é instável então com o
2:25:23passar do tempo ele se transforma em
2:25:25chuva chumbo-207 eu vou dar o exemplo
2:25:30para que vocês vão dar dois exemplos
2:25:32aqui para que seja Claro e eu não fique
2:25:34repetindo tá a aula tá longa eu sei que
2:25:37você já estão cansados e eu também estou
2:25:39cansado de falar aqui que eu não parei
2:25:40ainda vamos lá cada isótopo ele tem uma
2:25:44meia-vida característica que pode durar
2:25:46segundos ou milhões de anos nestes
2:25:49últimos são chamados isótopos de
2:25:52meia-vida longa pessoal urânio urânio
2:25:57235 ele leva 713 milhões de anos tá é o
2:26:06tempo da minha vida dele para de cair
2:26:09para chumbo-207 todo mundo já deve ter
2:26:14ouvido falar
2:26:17e no carbon-14 né o carbono-14 a datação
2:26:23por carbono-14 um fóssil que foi datada
2:26:26por carbono-14 o carbono-14
2:26:29e ele tende a se transformar em
2:26:31nitrogênio-14 tá acabando 14 ele é
2:26:35instável e ele vai com o passar do tempo
2:26:37se transformar em nitrogênio-14 esse
2:26:41método de datação por carbono-14 só data
2:26:46material recente um máximo no máximo eu
2:26:51vou assim ser bem Generoso 60 70 mil
2:26:53anos tá então só serve para tratar
2:26:56coisas mais recentes inclusive sítios
2:26:58arqueológicos é o que que acontece o
2:27:03carbono-14 nós temos carbono na nossa
2:27:06Constituição do nosso organismo então a
2:27:09gente está respirando você tá se
2:27:11alimentando Você tá em gerindo o carbono
2:27:14e você tá esperando o carbono né é
2:27:16quando o organismo Mas você tá vivo aqui
2:27:20você tem 100 porcento de carbono no seu
2:27:22organismo tá tão imagem aqui que eu
2:27:29e assim tá não sei como gente tá não mas
2:27:32tem que ser porque não dá para dar
2:27:35dinossauro com o carbono-14 então assim
2:27:37é um animal uma preguiça gigante tá a
2:27:41preguiça-gigante é se ela tivesse Viva
2:27:45agora se alimentando ela teria sem por
2:27:49cento de carbono na sua constituição a
2:27:51partir do momento que ela morre não
2:27:53entra mais carbono e nem sai mais
2:27:56carbono no sistema do organismo dela tá
2:28:00bom aí o que que acontece ela tem 100
2:28:03porcento de carbono seu organismo aí ela
2:28:06foi solta errada lá foi carregada para
2:28:08dentro da bacia sedimentar e foi solta
2:28:10errada o que que vai acontecer vão ser
2:28:15necessários 10 Vai ser necessário passar
2:28:195.730 anos para que aquele Aquela
2:28:23quantidade de carbono aqui tem hoje na
2:28:26preguiça calha para metade
2:28:29o ou seja se hoje ela tem 100 porcento
2:28:33ela morreu hoje então fechou o sistema o
2:28:36organismo dela já tem 100 porcento de
2:28:38carbono vai ter que passar 5.730 anos
2:28:43para que caia para 50 por cento de
2:28:47carbono
2:28:48eu e os outros 50 por cento vai ser o
2:28:50que alguém Chuta aí
2:28:58e ninguém o carbono-14 ele não se
2:29:02transforma em nitrogênio 14 minha gente
2:29:05então vão ser necessários Vai ser
2:29:08necessário passar 5.730 anos para que
2:29:11aquele resto da preguiça tem a cinquenta
2:29:13por cento de carbono e cinquenta por
2:29:15cento de nitrogênio vão ser necessários
2:29:20passar mais 5.730 anos para que aquele
2:29:24cinquenta por cento cai agora para 25
2:29:27não é uma meia vida não tem a metade
2:29:29então cai para 25 de carbono e fica 75
2:29:34de nitrogênio passam-se mais 5.730 anos
2:29:39para cair para 12 e meio por cento de
2:29:43carbono né e oitenta e sete porcento
2:29:5087,5 por cento de nitrogênio
2:29:53Ah tá é assim que funciona então quando
2:29:57se vai gastar ou se data a quantidade
2:30:01que ainda tem duas outras com o original
2:30:03né ou a quantidade do isótopo estável da
2:30:09forma estável
2:30:11e apesar de existirem muitos elementos
2:30:14com isótopos radioativos de meia vida
2:30:16longa a maior parte é muito rara na
2:30:18crosta terrestre e somente segue são
2:30:20usados normalmente para tratar as rochas
2:30:22de potássio rubídio potassio-40 rubídio
2:30:2687 tório-232 urânio-235 urânio-238 e
2:30:31Samara 147 em todos os casos se mede o
2:30:35quanto do isótopo radioativo se
2:30:37transformou no isótopo estável tá E aí
2:30:41existem alguns métodos aqui tá certo vou
2:30:45ter que passar aqui tá certo para que a
2:30:48gente continue que é muita cores
2:30:53bom então usa estratigráfico dos fósseis
2:30:57bom então o foco a gente já viu que o
2:31:00registro de uma espécie que existiu
2:31:02ainda terminar intervalos tempo na
2:31:03história da terra representa o estágio
2:31:05da evolução dos seres vivos né ele tem
2:31:07que ter imagem de 11 mil anos tá certo
2:31:12eu vim buscar a escala do tempo
2:31:14geológico ela foi construída com base
2:31:18nos fósseis com base nas datações
2:31:21relativas com base na hidratação Absolut
2:31:24com base na estratigrafia e ela é
2:31:25aperfeiçoado até hoje tá bom Quase todos
2:31:30os fósseis eles são encontrados em
2:31:32rochas sedimentares 99,9 por cento as
2:31:36poucas outras ocorrências elas vão ser
2:31:39em cinzas vulcânicas ou rochas
2:31:41metamórficas são raras exceções e
2:31:44aqueles ainda encontrados em pequenos
2:31:46depósitos como cavernas Lagoas é ravinas
2:31:51e os fósseis mais antigos do Brasil eles
2:31:55são estromatólitos são construídos por
2:31:58cianobactérias e procariontes Associados
2:32:01e ocorrem solas em rochas do embasamento
2:32:04pré-cambriano tá ainda meu lado no
2:32:08proterozóico as bacias sedimentares é
2:32:11que Inclusive a gente
2:32:12e ela só hoje elas podem ser de diversos
2:32:14tipos conforme a natureza do espaço de
2:32:18acumulação e preservação dos sedimentos
2:32:20aqui no Brasil eu mostrasse mais para
2:32:23vocês ela tava melhor no homem anterior
2:32:26acha que tem a localização levando em
2:32:30consideração a localização das bacias a
2:32:33gente tem aquelas bacias que são
2:32:34chamados interiores ou intracratônicas
2:32:36que estão dentro do continente é um essa
2:32:39daqui né Dentro do continente Inclusive
2:32:41a bacia do Paraíba e aquelas que estão
2:32:43aqui ó no litoral que são chamadas de
2:32:45bacias marginais tá tantas interiores
2:32:49contra os marginais apresenta uma grande
2:32:50quantidade de fósseis
2:32:52Essa é a uma parede que eu faço para as
2:32:56marginais Porque elas estão relacionadas
2:32:59a separação do continente da América do
2:33:01Sul e da África Tá certo então dá para a
2:33:04gente fazer uma correlação dos fósseis é
2:33:06encontrados nessas bacias aqui imaginais
2:33:09tá com as bacias marginais do continente
2:33:12sul-africano dentro das bacias
2:33:15sedimentares nós podemos ter ambientes
2:33:17distintos de sedimentação que a gente
2:33:20pode ter um ambiente marinho pode ter um
2:33:22ambiente Continental por ter um ambiente
2:33:24Costeiro e independente do ambiente é o
2:33:28material ele vai ser depositado na forma
2:33:31de estratos sedimentares como eu falei
2:33:33para vocês né E aí a estratigrafia Ela
2:33:36Vem estudar essas rochas estratificadas
2:33:37aqui
2:33:39é é é
2:33:43e o dinamarquês Nicolau steno né que a
2:33:46gente já falou sobre ele que é o pai do
2:33:48princípio da superposição foi quem
2:33:50primeiro efeito os conceitos somente
2:33:52estratigrafia foi ele quem disse né quem
2:33:54comeu a princípio da superposição Ele
2:33:56disse que em qualquer empilhamento de
2:33:58status não perturbadas a camada inferior
2:34:01é a mais antiga e as camadas sobrepostas
2:34:03mais jovens consequentemente o conteúdo
2:34:06fóssil também depois do Nicolau steno
2:34:10William Smith que nós também já falamos
2:34:12sobre ele hoje ele contribuiu muito para
2:34:16a estratigrafia porque ele observou que
2:34:19vários estratos eles ocorrem uma ordem
2:34:21vertical definida que os estratos é de
2:34:24um local podiam ser observado de outros
2:34:27lugares além de Reconhecer essa relação
2:34:31lateral dos estratos ele também é Curvo
2:34:34lá com a relação lá nos status que eu
2:34:36falei para vocês com base nos fósseis
2:34:38têm Ele identificou esses extratos em
2:34:41pontos distintos e distantes
2:34:43é através do conteúdo fossilífero
2:34:46através das mitologias ou seja através
2:34:48das rochas e dos solos típicos dessas
2:34:52litologias
2:34:54e é os vocês guia né a gente já falou
2:34:59sobre eles são os mais adequados para
2:35:02fazer essa com relação a longas
2:35:04distâncias eles são aqueles fósseis que
2:35:07apresentam uma grande distribuição
2:35:08temporal uma grande distribuição
2:35:10geográfica é também chamada de
2:35:14cosmopolita pandêmica ou global e uma
2:35:17pequena amplitude vertical eles
2:35:20evoluíram rapidamente ao experimentar
2:35:22uma rápida extinção eles devem ser
2:35:25facilmente identificáveis abundantes e
2:35:28preferencialmente independente do tipo
2:35:29de rocha e assim os organismos que são
2:35:33melhor considerados como vocês que são
2:35:35os microfones
2:35:37é é é
2:35:41se eu não tomar aqui posso passar dentro
2:35:45da estratigrafia né a gente vai ser
2:35:47utilizado os princípios do uniforme
2:35:50tarista e a gente já falou que utiliza o
2:35:52presente como chave para o passado do
2:35:54catastrofismo é cunhado pelo George
2:35:57keviler o princípio da superposição das
2:36:00camadas da continuidade lateral e da
2:36:03horizontalidade né que diz que as
2:36:04camadas se depositam em posição
2:36:07horizontal tá então aqui essa parte não
2:36:11é muito interessante eu falar para vocês
2:36:13não é muito é muita geologia Tá mas
2:36:18assim é a gente né quando estuda as
2:36:24rochas e vai agrupar os estratos
2:36:28sedimentares a gente utiliza alguns
2:36:32critérios para poder classificar Tá
2:36:34certo essas essas rochas ou esses
2:36:36estratos sedimentares que a gente pode
2:36:38utilizar como critério de
2:36:41a ação é para explicar de posição
2:36:44daquele daquele material a idade das
2:36:47rochas as mitologias não é o tipo de
2:36:50rocha ou conteúdo paleontológico é o seu
2:36:53utilizo a idade das rochas Eu estou
2:36:55fazendo uma Chrono estratigrafia as
2:36:58mitologias uma litoestratigrafia e o
2:37:01conteúdo paleontológico hábil
2:37:02estratigrafia então é o que que acontece
2:37:06pessoal é quando a gente está estudando
2:37:09uma flor amento que tem várias camadas
2:37:11de rochas sedimentares é a menor unidade
2:37:17que a gente tem é a camada Tá bom então
2:37:20um conjunto de camadas é eles podem é
2:37:26formar é o que a gente chama e grupo Na
2:37:35é membro mesmo é um conjunto de camadas
2:37:41é um membro o membro litológico lembro
2:37:44rochoso esse membro né ele abriga várias
2:37:48camadas o conjunto de membros vai compor
2:37:51uma formação geológica e um conjunto de
2:37:55formações vai é compor o que a gente
2:37:59chama de grupo Tá certo eu vou dar aqui
2:38:02um exemplo é e assim os nomes eles são
2:38:07Dados tá dessas unidades
2:38:09litoestratigráficas a unidades rochosas
2:38:11Ele eles são compostas por duas dois
2:38:13termos o primeiro litológico ou
2:38:16indicativo da categoria que pode ser uma
2:38:18camada mesma formação o grupo e o
2:38:21segundo refere-se a toponímia do lugar é
2:38:24o sítio do local onde aquele material
2:38:26aquela Rocha foi observado é descrito
2:38:28pela primeira vez
2:38:30bom então aqui essas rochas aqui da
2:38:32região de Picos né Elas são é do grupo
2:38:39Canindé o grupo Canindé ele se subdivide
2:38:44nas formações em várias formações dentre
2:38:48elas a gente vai ter de baixo para cima
2:38:49da base para o topo formação Itaim
2:38:52porque foi observado pela primeira vez
2:38:55nas margens do rio e traem formação
2:38:57Pimenteira porque foi a observar
2:39:00primeiramente essas rochas na cidade de
2:39:03Pimenteiras
2:39:04a informação cabeças porque foi
2:39:08observado primeiramente né na cidade na
2:39:12povoação é no povoado na vila na cidade
2:39:15de cabeço né que era o antigo nome de
2:39:19dois pedido Lopes então para quem não
2:39:21sabia né dois perdido Lopes o nome do
2:39:23lugar a cabeço ou cabeças E aí depois
2:39:27que passou a ser do Expedito Lopes mas
2:39:29as rochas que a flora lá como for
2:39:31observada pela primeira vez lá e o nome
2:39:33era cabeças né acabou dando nome ao a
2:39:37formação e aí a gente vai ter outras
2:39:40formações e outros grupos aqui dentro da
2:39:42Bacia do Parnaíba no caso da Bacia do
2:39:46Araripe por exemplo não existem também
2:39:49diversas formações diversos grupos tão a
2:39:53rocha que a flor aqui na região de
2:39:55Simões marcolândia que a Chapada do
2:39:57Araripe no Piauí não é aquela aquela
2:39:59formação rochosa a mais superior é
2:40:03formado é chamado informar
2:40:04é a parte dela a gente vai ter uma
2:40:07formação rochosa chamada uma ação
2:40:10Arajara depois em a formação Romualdo
2:40:13que aquela que tem as pedras com peixes
2:40:16é que a mayonara encontrou É acho que a
2:40:21gente estuda lá em Simões abaixo dela a
2:40:26gente vai ter uma outra formação que a
2:40:28formação Ipubi e depois a formação é
2:40:32trato né O que é o calcário laminado foi
2:40:36observado primeiramente lá no Crato tá
2:40:38então isso é litoestratigrafia e quando
2:40:40a gente estuda as rochas estratificadas
2:40:44levando em consideração nenhum tipo de
2:40:47rocha se é uma arenito se é um lá mito
2:40:51se é um seu título E aí já já é muito
2:40:54fora da nossa da nossa do nosso
2:40:56interesse aqui na aula de hoje tá bom
2:40:58mas é porque eu preciso falar para vocês
2:41:00isso né porque a gente chama de
2:41:02informação Pimenteira formação KB
2:41:04a formação Itaim formação Romualdo
2:41:08em abril estratigrafia é como eu falei
2:41:12ela vai é a parte da estratigrafia que
2:41:15vai estudar as rochas estratificadas
2:41:17levando em consideração o conteúdo
2:41:19fóssil que está presente nessas nessas
2:41:23rochas
2:41:25e eu vou chamar que a atenção é o que eu
2:41:28tinha para falar né para vocês né sobre
2:41:30para tirar filha também ela e sair e aí
2:41:33que já que eu né estava falando aqui
2:41:35sobre os fósseis eu trouxe aqui a
2:41:36descoberta mais recente que a gente fez
2:41:39e foi o ovo né é a primeira ocorrência
2:41:42de ouro Primeiro Registro de ovo
2:41:44amniótico para a formação Romualdo é da
2:41:48Bacia do Araripe é cretáceo na bacia do
2:41:51Araripe e foi encontrado aqui no Piauí a
2:41:54maior parte pessoal da desses
2:41:56afloramentos da formação Romualdo eles
2:41:59ocorrem no Ceará e imagem 200 anos de
2:42:03pesquisa ninguém encontrou um ovo lá e
2:42:07aí a gente vem e encontra um ovo aqui um
2:42:10pedacinho de nada da Bacia do Araripe
2:42:13que tá dentro do Piauí aqui na região de
2:42:15Simões E aí tá aqui o ovo dentro da
2:42:18concreção o ovo é essa massa é mais
2:42:21creme mais esbranquiçados mais claro
2:42:24aqui dentro da
2:42:25Oi tá pouco nós partimos Arrocha Vimos
2:42:28que tinha essa massa dentro da Rocha né
2:42:32é inicialmente a gente pensava que era
2:42:35um coprólito né uma um cocô utilizado
2:42:38mas quando nós fizemos a análise do
2:42:41material da casca é e comparamos com
2:42:45outros ovos de répteis e dinossauros e
2:42:49de aves a gente viu né que se tratava de
2:42:53um possível crocodilo fizemos então uma
2:42:56tomografia e quando nós fizemos a
2:42:58tomografia tá tá aqui o material Uai
2:43:03hubei são é um ovo atual Tá bom eu vou
2:43:07gato áudio um crocodilo nós tivemos que
2:43:09fazer para poder comparar com nós e aqui
2:43:11é o seio de eles mostram aqui dentro do
2:43:15ovo existe né um embrião Zinho aqui de
2:43:17um crocodilo gente a gente consegue aqui
2:43:20uma parte do crânio descendo aqui a
2:43:22parte da coluna e até um pouco da casa
2:43:25tá bom
2:43:25e eu isso aqui uma descoberta recente
2:43:28nós fizemos né No final do ano passado é
2:43:32com o material aqui do Piauí encontrado
2:43:34aqui em Simões
2:43:36o E para finalizar uma pessoa eu
2:43:39gostaria de fazer aqui uma propaganda né
2:43:41que é o esse livro chamado mar de Picos
2:43:45né é de minha autoria com uma ex-aluna
2:43:47do curso de biologia aqui da UFPI de
2:43:50Picos em que nós trazemos um pouco sobre
2:43:54a paleontologia de Picos né tentando
2:43:57trabalhar essa temática com o público
2:44:00infanto-juvenil Então esse vídeo ele foi
2:44:02recentemente lançado no mês de novembro
2:44:07dezembro durante a 9ª semana de biologia
2:44:10da aqui do campus de Picos e que ele
2:44:14contribui muito para a divulgação da
2:44:18paleontologia do Piauí é o primeiro
2:44:21livro voltado né para o público
2:44:23infanto-juvenil é tratando sobre fósseis
2:44:27do Piauí Tá certo então o título é um
2:44:30mar de Picos e ele vai falar um pouco aí
2:44:33sobre os fósseis encontrados
2:44:36a e na região Tá certo então trabalho
2:44:40que a gente está fazendo aí divulgação
2:44:43Científica dos fósseis aqui do potencial
2:44:46do grande potencial paleontológica
2:44:48região tem então é esse livro aqui
2:44:50acerta a gente já fez o lançamento dele
2:44:53é uma história bem bem interessante bem
2:44:56legal é para ajudar na difusão do
2:45:00conhecimento paleontológico aqui da
2:45:02região Então é se alguém tiver interesse
2:45:05em adquirir o livro você encontra ele no
2:45:08site das Lojas Americanas no site da
2:45:12Magazine Luiza do amazon e também da
2:45:17editora appris é que a editora pela qual
2:45:20a gente público aumente e também pode
2:45:22adquirir comigo né ou aqui na livraria
2:45:24do shopping aqui em pics até em que você
2:45:28tivesse mês a gente vai fazer uma noite
2:45:29de autógrafos acho que dia 23 é a gente
2:45:32vai fazer essa no de autógrafos na
2:45:33livraria no shopping tá então aqui a
2:45:35propaganda fez
2:45:36Peppa Pig alguém tiver interesse em
2:45:38adquirir a ótima Leitura para as
2:45:41crianças inclusive para a gente já é do
2:45:43cara ela sensibilizar o olhar delas para
2:45:46a a riqueza para antológica e nós temos
2:45:50aqui em nossa região Tá certo então eu
2:45:54agradeço né a a paciência e aí a atenção
2:45:58de todos né até agora não foi fácil é
2:46:01tem que resolver o conteúdo aí de um
2:46:03semestre inteiro em uma aula tá certo e
2:46:07aí eu estou aí aberto a perguntas tá
2:46:10certo dizer que foi um prazer passar
2:46:12esses três quatro horas aqui com vocês
2:46:14estou aberto a perguntas e colocações da
2:46:18turma é alguém tá perguntando se é na
2:46:20livraria Jenipapo isso isso mesmo amanhã
2:46:22mesmo eu vou deixar alguns livros lá na
2:46:26livraria Jenipapo Bill Gates E aí um dia
2:46:2923 A gente está programando uma noite de
2:46:32autógrafos tá o livro custa só r$ 30 é
2:46:35preço bico
2:46:36E aí a gente tá tentando aí é divulgar
2:46:39um pouco da riqueza para outro Lógico
2:46:41que o Piauí tem
2:46:44em alguma pergunta a gente tava pensando
2:46:46em fazer algumas coisas assim também lá
2:46:48em Simões viu alunos de Simões a gente
2:46:52já tem trabalhado a Inclusive eu fiz um
2:46:54campo agora antes do Natal lá em Simões
2:46:56né colocamos um material é muito
2:46:59interessante que a gente está estudando
2:47:00Tem aluno fazendo mestrado vem com o
2:47:03material e eu tenho certeza que a gente
2:47:06vai conseguir mais coisas legais lá da
2:47:10região e quem não justificar quem sabe a
2:47:13criação de um museu na região de Simão é
2:47:17mas para isso a gente precisa de apoio
2:47:19principalmente do poder público
2:47:22bom então pessoal estou aí aberto a
2:47:26alguma pergunta alguma dúvida alguma
2:47:30discussão que vocês queiram levantar é
2:47:33agradeço aqui o pessoal fazendo que a
2:47:35aula foi boa né agora eu tô vendo aqui o
2:47:36chat então muito eu agradeço aí a
2:47:39participação de vocês os elogios aí
2:47:42assim é eu posso disponibilizar e-mail
2:47:46posso disponibilizar telefone se alguém
2:47:48tiver interesse de manter contato com
2:47:52sentido de encontrar algum material né e
2:47:57chamar a gente para dar uma olhada Tá
2:47:58certo foi só tem muito medo pessoal tem
2:48:02muitos fósseis nas vezes no quintal de
2:48:04casa e tem medo de chamar a pessoa para
2:48:06ver porque acho que vai perder a terra
2:48:08né então isso não acontece tá bom
2:48:10pessoal isso não acontece jeito nenhum
2:48:12meu interesse único exclusivo é estudar
2:48:15o material Tá então não não acho que
2:48:18você vai perder a propriedade de fórmula
2:48:20nenhuma tá bom
2:48:21bom então se alguém não tiver nenhuma
2:48:24pergunta ninguém quer falar nada alguns
2:48:26dos instrutores se jogavam tutor
2:48:28presencial
2:48:31o presente digo não é um Prof Miria né
2:48:35Professor foi o senhor pastor da
2:48:37pesquisa que encontrou o ovo fossilizado
2:48:39foi Miriam eu sou um dos autores da
2:48:42pesquisa né do do ovo que foi encontrado
2:48:45aí na região de Simões depois fui eu que
2:48:47importa três junto com mais três
2:48:50pesquisadores a gente fazendo Campo a
2:48:52gente encontrou material e colocamos uma
2:48:54lona para fazer o mestrado na
2:48:56Universidade Federal de do Ceará nega aí
2:49:00ela defendeu E aí já defendeu em
2:49:02publicou um artigo com o ovo né então
2:49:05achou foi Foi muito legal a descoberta
2:49:07do ovo tá é o primeiro do desse tipo
2:49:11assim para o Nordeste não existem outras
2:49:14ocorrências de ovos no Brasil mas essa
2:49:16foi muito boa porque a vacilarei quase
2:49:19toda tá no Ceará e aquelas ó tá um
2:49:22pedacinho aqui no Piauí a gente
2:49:23encontrou aqui no Piauí esse material É
2:49:26bem interessante tá então aqui outra p
2:49:31é né Eliana barreira dança como o senhor
2:49:34seleciona as possíveis pedras que contém
2:49:37fósseis Eliana é Depende do lugar né
2:49:45Depende do lugar algumas já tem um
2:49:47formato característico meu formato que
2:49:49ele é ele dá ideia do que Possivelmente
2:49:53pode ter no interior outras não tá certo
2:49:57outra já não mas aí é uma ter a gente
2:50:00tem que abrir requebrando com martelo e
2:50:02tu tem um cuidado para não danificar
2:50:05tanto deve ficar o mínimo possível
2:50:06material
2:50:07o Luiz Pereira Qual a idade do ovo o ovo
2:50:11ele tem sempre entre 120 110 milhões de
2:50:14anos Luis tá é nós não precisamos dar o
2:50:19ovo que a a camada de rocha onde o ovo
2:50:22foi encontrado ela já está datada né
2:50:25Então como foi encontrar naquela camada
2:50:27a gente já sabe a idade da camada
2:50:29consequentemente a idade do ovo né
2:50:30porque eu vou ficar inserido na camada
2:50:32que foi datada
2:50:35a Elena vai sair quebrando agora até
2:50:38achar né Pois é mas aí lembrando né
2:50:40pessoal a gente não pode ter o sócio em
2:50:44casa né então quando você encontra esse
2:50:45tipo de material na gente não aconselha
2:50:47você tem um material em casa é
2:50:49recentemente Nós temos muitos problemas
2:50:51com relação ao tráfico tá vocês vão ver
2:50:55isso durante os fóruns têm um forte que
2:50:57eu pedir para vocês tratarem sobre a
2:50:59pesquisa da legislação em torno disso
2:51:02aqui no Brasil e eu quero saber o que é
2:51:04que vocês vão descobrir sobre a questão
2:51:06da legislação comércio tráfico de
2:51:08fósseis aqui que existem punição ou não
2:51:11tá bom
2:51:16e pronto eu deixei de responder alguém
2:51:18aqui eu só vi a as últimas perguntas
2:51:20aqui né
2:51:25bom então Amparo Professor vem dos
2:51:28fóruns agora não seria muito pouco tempo
2:51:30para se responder com precisão sobre
2:51:32essas questões Amparo Justamente por
2:51:34isso eu deixei os fóruns divididos assim
2:51:37para você ter tempo para responder só um
2:51:39E aí depois você quando acabar você vai
2:51:41responde o outro tá mas assim é ué esse
2:51:45tempo Quem determina é a coordenação né
2:51:49Entra com relação a gente é um mês para
2:51:51poder fechar as atividades estão dentro
2:51:53de um mês a gente tem que trabalhar a
2:51:55disciplina tá bom E aí eu não coloquei
2:51:58os dois ao mesmo tempo para que vocês
2:52:01não ficar sem misturando nem ficar sem
2:52:02perturbados assim uma coisa com a outra
2:52:04é meu misturar mas aí eu acho que eu
2:52:07acho que dá certo para vocês fazer né
2:52:08tempo suficiente Acho que são mais de 5
2:52:10dias para cada fora
2:52:12se alguém fez a pergunta anteriormente
2:52:14mas acho que a Internet não ajudou me
2:52:17pergunte Aline novamente pode repetir
2:52:26e agora tá na sua pergunta Aline sobre
2:52:29os isótopos
2:52:33E aí
2:52:37E aí
2:52:42o Aline qual é a pergunta eu não consigo
2:52:47voltar a barra para ver ela quer saber
2:52:50da minha vida o que é especificamente
2:52:53sobre a meio mira do isótopo ela quer
2:52:55saber
2:52:58E aí
2:53:00E aí
2:53:03E aí
2:53:11E aí
2:53:13E aí
2:53:16e deixa eu ver se eu vou falar aqui só é
2:53:24a minha vida tava desse jeito que ela
2:53:25queira saber é o a forma instável né ela
2:53:30tende com o passar do tempo a se
2:53:33transformar numa forma estável vou dar
2:53:35um exemplo do carbono-14 então
2:53:37carbono-14 ele tá aqui na rocha ele tem
2:53:41100 porcento de carbono e zero por cento
2:53:45de nitrogênio o carbono-14 é instável
2:53:48ele vai com o passar do tempo se
2:53:49transformar em nitrogênio-14 o que é que
2:53:52acontece é a meia vida né é a metade
2:53:57você vai ter que dividir pela metade
2:53:58então se você tem cinquenta por cento
2:54:00você tem 100 porcento que a minha vida
2:54:04dele é 5.730 anos então quando passar
2:54:085.730 anos esse fóssil aqui eu essa
2:54:12Rocha que tinha 100 porcento de carbono
2:54:14ela vai levar
2:54:16e setecentos e trinta anos para cair
2:54:19para 50 por cento quando ela passa para
2:54:2250 por cento de carbono os outros 50 por
2:54:25cento para poder fechar os cem porcento
2:54:27é o que é nitrogênio ou seja o carvão já
2:54:29se transformou cinquenta por cento em
2:54:32nitrogênio-14 tá aí você vai ter 5050 aí
2:54:37leva os outros 50 aqui que ainda tem
2:54:40leva 5.730 anos para se transformar para
2:54:45metade dele ou seja metade de cinquenta
2:54:47por cento e vinte e cinco porcento se
2:54:49transformar em 25 porcento para somar
2:54:53com esse cinquenta por cento do
2:54:54nitrogênio Então você vai ter 25
2:54:57porcento de carbono 1475 por cento de
2:55:00nitrogênio 14 aí vai levar você tem
2:55:03agora 25 de carbono vai levar 5.730 anos
2:55:08para esses 25 deve cair para metade 12,5
2:55:13por cento tá e assim vai até todo o
2:55:16e se transformar em nitrogênio 14
2:55:21E aí adaptação ela vai me diz ou a
2:55:24quantidade do que resta do material do
2:55:26elemento de união estável o a quantidade
2:55:28que tem do da forma que estava
2:55:32o show e ficou Claro agora Professor
2:55:36falo oi Aline oi pelo áudio para mim tá
2:55:41atrasado eu acho que a minha internet eu
2:55:43entendi agora entendi obrigada por nada
2:55:48Aline disponha
2:55:52E aí
2:55:53há mais alguma pergunta pessoal podemos
2:55:56ou podemos finalizar por aqui
2:56:01nós podemos finalizar
2:56:08é algo mais alguma dúvida Ficou claro
2:56:14bom então pronto pessoal não tenho mais
2:56:16uma vez eu agradeço a todos e a todas né
2:56:19que permanecerão conosco até agora eu
2:56:23espero que eu tenha ajudado a levar um
2:56:27pouco sobre o meu trabalho sobre essa
2:56:29ciência que é fascinante é a ciência dos
2:56:32fósseis Tá certo então desejo uma boa
2:56:36noite a todos agradeço a participação né
2:56:39de vocês na nossa aula de hoje tá bom Um
2:56:43abraço