Free YouTube Transcribe

Video transcript

REVISÃO DE PARASITOLOGIA: estude desde conceitos gerais até doença de chagas!

Profa. Dra. Poli Lucena · 24,538 words · 112 min read

Want to search this transcript, jump the video from any line, or download it as TXT, SRT, or VTT?

Open in the transcript tool

Full transcript

3:23Boa noite, pessoal. Aliás, boa tarde,

3:27né?

3:28>> [risadas]

3:33>> Estamos começando agora a live de

3:36revisão em parasitologia.

3:40Você que tá precisando estudar conceitos

3:45gerais, os grupos de aumentos, que é uma

3:48divisão de estudos que eu faço para os

3:51meus alunos, então você não vai

3:53encontrar ela em outro lugar porque é

3:55uma analogia minha. E também a doença de

3:59Chagas.

4:00Então essa live é para você, você já

4:05pode estar entrando aí e participando

4:08junto comigo. Eh, me fala aí, né? Boa

4:12tarde, gente. Coloca no chat aí para

4:14mim, porque a proposta da nossa live é

4:18vocês estarem participando

4:21eh

4:23de acordo com o que eu for colocando

4:25aqui. Eu preparei algumas questões,

4:30eh, algumas dinâmicas dentro da

4:33apresentação para poder favorecer vocês

4:35também estarem participando. Então, vão

4:38colocando para mim aí, por favor, no

4:40chat. vocês estão presentes,

4:43que

4:45é hora de estudar, né? [risadas]

4:48Não tem jeito, né? Vou fazer prova, essa

4:50aula vai poder te ajudar, né? Sem mais

4:53enrolações, nós já vamos começar porque

4:56a gente não pode eh pra gente dar bom

5:00uso aí do nosso tempo, OK? Então, já vou

5:03colocar aqui para vocês.

5:06Eh,

5:07de acordo com o que for necessário, eu

5:09vou tampando a minha câmera. De acordo

5:11com o que não for necessário, eu vou

5:13deixando ela amostra. Às vezes eu vou

5:14mudando ela aqui de posição. Vocês vão,

5:17não reparem nessa parte porque a

5:19proposta é vocês olharem o que tá no

5:22slide, né? Que as informações que eu

5:24coloquei aqui são todas muito relevantes

5:26para vocês. Enfim, né? Vamos lá, então,

5:29ó. Eh, como eu falei, né?

5:33Nosso objetivo de hoje é fazer o estudo

5:37de conceitos gerais em parasitologia,

5:40de doença de chagas, a divisão, né, dos

5:44eumintos e também o exame parasitológico

5:47de feses. Agora nós tivemos uma

5:50atualização, tá, do exame parasitológico

5:54de fes, só que a aula de hoje ainda não

5:55vai ser voltada para isso. Depois eu vou

5:57fazer uma aula porque eu ainda não

6:00destrinchei a nova NBR aí de 2025 para

6:04exame de feeses. Certo?

6:07Então pessoal, vamos lá, ó.

6:13Pera aí. Vamos ver se deu uma travadinha

6:15aqui.

6:21Oh, oh. [risadas]

6:23Coisas ao vivo, né? Então is esse tipo

6:25de de situação pode acontecer mesmo.

6:27Vamos ver aqui se passa o slide. Deixa

6:30eu dar um uma finalizada na apresentação

6:34e colocar ela novamente para ver se a

6:36gente consegue resolver, tá?

6:56>> [roncando]

6:56>> Deixa eu ver aqui, pessoal, porque eu

6:58acho que eu apertei muitos botões. Deixa

7:00eu ver se não vai não vai sair do lugar

7:04aqui para atrapalhar a gente, né?

7:07Eh, vamos me falando aqui, se os slides

7:09saírem do lugar, eu vou e ajeito eles

7:12novamente para vocês, porque eu apertei

7:13aqui várias vezes para frente, para

7:15trás, no desespero. Então, então tá, né?

7:20Para parasitologia, a gente observa que

7:22a gente tem um universo aqui que a gente

7:24precisa eh destrinchar, né? Já coloquei

7:28para vocês aqui a edição mais recente do

7:31David Pereira Neves, todo o estudo que a

7:34gente vai fazer dentro da biomedicina,

7:37da farmácia, enfermagem, da medicina,

7:41existe um livro que vai ser referência

7:43naquele assunto, tá? E dentro da

7:46parasitologia a gente tem aí o David

7:49Pereira Neves, sendo um livro importante

7:52de parasitologia,

7:54certo? Eh, esse livro ele traz pra gente

7:59muita informação e essa informação é

8:02muito confiável. Então, deixa eu ver

8:05aqui um eh vou desligar um pouco a

8:06câmera só para ver se ele para de travar

8:08e aí eu volto com a câmera depois. Eh,

8:11então é um livro que ajuda muito você a

8:13fazer os estudos aí dentro da

8:15parasitologia, tá?

8:17Eh, para início de conversa, nós temos

8:19que combinar aqui o que é que eu tenho

8:21de forma eh parasitária, que é de fora

8:26do meu corpo, e o que que eu tenho de

8:29forma parasitária que tá dentro do meu

8:31corpo. Então, a gente observa que tudo

8:34que faz infecção no nosso organismo que

8:37tá lá de fora

8:40é chamado de ectoparas.

8:43são os exemplos, por exemplo, da

8:46pediculose, que é aquela infecção que a

8:48gente pega quando a gente tá com piolho,

8:51ou, por exemplo, infecção quando a gente

8:53dá de forma acidental por moscas,

8:56carrapatos, né, ou carraças, né, em

8:59alguns lugares carrapatos são chamados

9:00de carraças,

9:02pulga, bicho de pé, são tudo exemplos aí

9:07de infecções, né, extra fora do nosso

9:10corpo. Então, a gente fala que são os

9:12ectoparasitos.

9:13Ao mesmo tempo, a gente tem também

9:17aqueles parasitos que vão acontecer

9:21lá dentro do organismo. Então, eles

9:23atravessam a barreira da pele, que é

9:26responsável por nos proteger, e vão

9:28fazer infecção no organismo. E aí é quem

9:31a gente chama de endoparas. Eles são eh

9:35invasivos. Um exemplo que a gente tem

9:37importante aqui são os enteroparasitos,

9:40ou seja, aqueles parasitos que vão

9:41acontecer lá no lumem intestinal, no

9:44buraco do intestino. A maior parte dos

9:47parasitos de importância médica vão

9:49estar em dois eh dois reinos, né? na

9:53verdade, porque a gente tem o reino

9:54protozoa com os protozoários e os o

9:58reino animalia com os dois subfilos aí

10:01que são dos eumintos, onde a gente tem

10:03os vermes que são achatados e os vermes

10:06que têm o formato cilíndrico. E aqui já

10:09é importante a gente lembrar que tem uma

10:13nomenclatura correta pra gente falar a

10:16respeito desses parasitos, tá? que é o

10:19que a classificação binominal que a

10:21gente fala que é a classificação de

10:23lineu. Essa classificação de lineu, ela

10:26serve pra gente dar o nome pros paradas.

10:28Então a gente usa, é como se tivesse um

10:30nome e um e um sobrenome.

10:34Nesse caso aqui meio que a gente

10:35inverte. Então, a gente tem o gênero

10:38como sendo o sobrenome de uma um monte

10:40de família aí de parasitos que são

10:43comuns. E a o segundo nome, né, sendo aí

10:47a espécie, que aí vai ser o nome próprio

10:50daquele parasito. Vamos dar um exemplo.

10:52Lá na malária, malária, a gente tem

10:54quatro espécies de malária que podem

10:56fazer infecção no ser humano.

10:59o plasmódium falíparo, plasmódium vivax,

11:04plasmádum plasmódium ovale e o

11:07plasmódium malar. Todos eles fazem

11:10diferentes tipos de malária. Mas o que

11:14que isso significa? O plasmódium é o

11:17gênero para toda todas essas quatro

11:19espécies, enquanto o segundo nome vai

11:22ser o nome que identifica aquela

11:23espécie. Então é como se fosse

11:25sobrenome, nome e aí tem um jeito certo

11:28de você escrever. Então você não pode

11:30esquecer, o gênero sempre deve vir com a

11:33primeira letra maiúscula, enquanto

11:35subgêno, o a espécie, desculpa, ela tem

11:39que vir o quê? Em forma minúscula.

11:42Certo? Vamos lá. Agora vamos dar um

11:44exemplo aqui. Minha câmera não tá

11:45aparecendo nesse momento porque eu tô

11:47achando que tá dando uma travadinha.

11:49Assim que eu perceber que o negócio

11:50voltou a funcionar normal aqui, eu volto

11:53a colocar a câmera, tá? Eh, vocês que

11:56estão aí estudando hora dessa, nesse

11:58sábado firme, Deus abençoa, que vocês

12:01saiam bem aí nas provas que vocês forem

12:03fazer.

12:04Eh, escreve para mim o nome de um

12:08parasito. Pode ser um protozoário, um eu

12:12que você lembra de ter estudado na sua

12:15aula de parasitologia,

12:17que a gente sabe que tem nomes dos

12:20parasitos e a gente precisa aprender

12:21eles, né? Oi, Roger, que bom que você

12:24está aqui nesse momento estudando com a

12:26gente. Queria saber quem são os outros

12:27que estão aí também, gente. Vai

12:29colocando boa tarde aí, por favor.

12:31Escrevam aí para mim o nome de um

12:34parasito que vocês conseguem falar já

12:37que vocês conseguiram absorver. Eu vou

12:39escrever uma aqui para ajudar vocês

12:42também já ir dando exemplo.

12:50Ácares lumbricóis, arrasou. Eu escolhi a

12:53lumbriga, né? Famosa lumbriga. Boa

12:55tarde, Mari. Que bom que você está aqui

12:57presente.

12:59Eu escrevi aqui, ó, o chistosoma

13:00mansone, que é aquele aquele associado

13:02com o caramujo.

13:06Mais alguém aí para escrever?

13:10Então vocês entenderam, né? Ascares

13:12lumbricoides, ó, a gente coloca o gênero

13:14com letra maiúscula, mas a espécie que é

13:17a lumbricoides, ela tem que ser com

13:19letra minúscula, nunca esquecer disso,

13:22tá? E se eu tiver escrevendo a mão, eu

13:24preciso sublinhar. Se eu tiver digitando

13:27aqui no YouTube, não tem jeito, mas se

13:29eu tivesse, por exemplo, no Word

13:31trabalhando ou dentro de um sisteminha

13:33para eu liberar um laudo, então eu

13:35conseguiria colocar em itálico aqui,

13:38aquela aquela letrinha dobradinha, tá?

13:41Muito bom. Vamos lá seguir aqui. Agora a

13:45gente tem duas formas parasitárias que

13:47eu tô colocando aqui para vocês, ó.

13:51Essas duas formas parasitárias, elas são

13:53bem parecidas,

13:56mas eh

13:58elas não fazem o mesmo tipo de infecção

14:01na pessoa quando ali você entra em

14:04contato com as duas. E aqui tem dois

14:06termos muito importantes que a gente

14:08precisa pegar com essas duas formas

14:10parasitárias.

14:12Porém, antes de fazer essa

14:14diferenciação, a gente vai tentar

14:16identificar quem é que tá aqui, ó, no

14:19quadrado vermelho e quem é que tá nesse

14:22quadrado preto. OK? Tem outro que a

14:25gente estudou muito bom. A Tênia também

14:27é um outro exemplo aí muito bom de

14:28parasito, né? Eh, quando a gente tem

14:32estrutura muito pequenininha, que eu

14:34preciso aumentar demais a objetiva do

14:36microscópio para eu poder enxergar, por

14:38exemplo, esses aqui vão ser legais da

14:40gente enxergar lá na objetiva de 40, ou

14:44seja, é quase uma de 100, né? Porque no

14:46exame eh de de feeses, eu não posso usar

14:50a a objetiva de 100, eu tenho que usar a

14:53objetiva de 40,

14:56eh porque o esfregado, então a gente não

14:59usa óleo de imersão nesse tipo de

15:01esfregar no exame de fees, certo?

15:03Preciso lembrar disso, hein? É basicão.

15:06Para eu diferenciar eles aqui, ó. Se

15:08vocês conseguirem observar aí, igual eu

15:11tô observando, a gente tem a presença

15:16dos núcleos. São cistos. Sempre que eu

15:19falo cisto, eu tô me referindo a

15:22protozoário ou auminto?

15:25Boa, Tainá. Tripanosoma cruz. E a gente

15:28precisa lembrar deles também, que ele é

15:30importantíssimo aí pra prova, né?

15:33Mas falando agora dessa imagem aqui que

15:35eu tô colocando para vocês, se eu tenho

15:37cisto, eu tenho um protozoário ou eu

15:41tenho um eu minto? Coloca para mim aí,

15:44por favor, no chat.

15:59Pessoal, vocês estão conseguindo me

16:01acompanhar?

16:06Quem tá aí? Quando a gente tem ciso, a

16:09gente tem protozoário, a gente tem eu

16:11minto. Essa aqui é outra que agora a

16:14gente tem que pegar porque na hora que a

16:15gente falar lá no exame. Boa, Mari, boa,

16:19Marcos. Que bom que você também veio pra

16:21minha live

16:23estudar, né? Porque prova. Então, vamos

16:25lá, ó. Protozoário, com certeza. Então,

16:28para um laudo isso já me ajuda. Por quê?

16:31Eu não vou poder colocar um

16:33carislicóides, não vou poder colocar uma

16:36tênia, não vou poder colocar um

16:38interóbios, ancilostoma, porque todos

16:41esses são exemplos deumintos.

16:44Então, quando eu faço a primeira

16:45diferenciação, se é um ciso, se é um

16:47ovo, eu já delimito muito quem podem ser

16:51as opções para poder

16:54eh tá representando aquele parasita ali

16:56na amostra de fees, né, que é o caso do

16:57que a gente tá falando agora. E aí, o

17:00que que a gente observa? Quando eu tenho

17:02cisto, existem alguns parasitos que são

17:04mais comuns, por exemplo, geardia em

17:07criança, em cama, vai variar aí, mas dá

17:11também em criança. Eh, tricomonas

17:15vaginales, que é uma IST, certo? Eu já

17:19delimito para isso aí. Num segundo

17:21momento, a gente vai fazer o que aqui,

17:23ó? Olhar dentro dessa forma parasitária,

17:26quantos cistos essa forma parasitária

17:28tem? Deixa eu ver aqui se eu consigo

17:30selecionar. o lapizinho para eu poder

17:33escrever aqui com vocês. Mas a ideia

17:36principal aqui nesse momento agora é

17:38justamente usar a quantidade de núcleos

17:42que essas duas imagens têm para eu poder

17:45fazer a diferença entre duas amebas que

17:49são responsáveis por fazer infecção no

17:51ser humano, certo? Eh, então a gente

17:55observa o quê? Na foto um, do lado

17:59esquerdo, vocês conseguem observar a

18:02presença de quantos núcleos? Quando

18:05vocês olham aí, vocês conseguem

18:06observar? Coloca para mim no chat aí que

18:09eu tô doida querendo escrever no slide,

18:11mas o negócio aqui não quer me deixar

18:13selecionar de jeito nenhum. Eu não sei

18:15porque ele tá querendo travar.

18:19Me ajuda aí.

18:21Quantos núcleos eu consigo enxergar

18:24na foto da esquerda que tá me dando?

18:31Eba, agora eu consegui. Que tá me dando

18:33aqui, ó, do lado esquerdo, no quadrado

18:37vermelhinho, de linha vermelha.

18:45Um. Muito bom, Tainá. Vou delimitar ele

18:47aqui, ó, pra gente ver se ele é

18:51o núcleo, se vocês estão enxergando o

18:53núcleo do mesmo jeito que eu. Se vocês

18:56tiverem enxergando, é dessa forma aqui

18:58que a gente tem que enxergar. Para essa

19:00ameba, a gente fala que é o núcleo em

19:02forma de carroça, tá? Esse núcleo em

19:05forma de carroça é só um que a gente tá

19:07vendo nesse sítio. Isso. E na segunda,

19:10na segunda vocês conseguem observar

19:12quantos aqui nessa outra que eu não

19:13desenhei.

19:24Ai, meu Deus do céu.

19:27Na segunda, cinco. Ah, mas vocês são bom

19:29de enxergar, hein? Arrasou. Cinco mesmo.

19:32Olha aqui, ó. Tem um, não vai dar para

19:35eu desenhar, vou só fazer um risquinho

19:36pra gente achar eles, tá? Do 3 4 e c

19:43arrasou. Usando essa informação, eu vou

19:45conseguir diferenciar esses dois tipos

19:47de ameba, porque essa de cá, ela vai ter

19:51só um a quatro núcleos, enquanto a de cá

19:55tem de cinco a oito, certo? E isso é

19:59muito importante, porque quando eu conto

20:01isso para o médico, ele vai saber que

20:05uma dessas amebas é patogênica e a outra

20:08não é. No caso, se ele perguntasse para

20:11vocês, assim, por exemplo, ele ou

20:13qualquer outra pessoa, qual das amebas

20:15aqui seriam eh seria a patogênica? A que

20:18tá representada aqui na primeira imagem

20:21ou a que tá representada na segunda

20:23imagem?

20:26em A ou em B?

20:43Meu áudio tá chegando, né, gente, para

20:45vocês. Se tiver baixo, se tiver dando

20:48muito delay, vocês me fala, por favor,

20:50pra gente ver aqui o que que a gente

20:52pode fazer para melhorar, tá?

20:54Eh,

20:56a patogênica, né, apesar dela ter menos

20:59núcleos, então a gente vai focar nessa

21:02aqui, ó,

21:04na que tá do lado esquerdo, tá bom?

21:06Isso. Ah, mesmo, Marcos. Muito bem.

21:09Então, o que que eu tenho que lembrar,

21:11ó? Sempre que eu for reconhecer uma

21:12forma parasitária, eu tenho que

21:14identificar as estruturas básicas que

21:16ela possui, membrana, núcleo,

21:20citoplasma.

21:22Eh, as fees é um tipo de amostra que a

21:25gente elimina todo tipo de componente

21:27nela. Então, é muito difícil ela tá

21:30límpida. Normalmente ela vai tá cheia de

21:34sujeirinhas. A gente fala que é uma

21:36selva. Por isso que é um setor que exige

21:39que a pessoa tenha experiência, porque

21:41no meio daquela bagunça toda é mais

21:43difícil da gente identificar as

21:45estruturas. E acreditem, tem muita fibra

21:50alimentar que a pessoa ali resto de

21:51fibra que ela tá eliminando, que parece

21:54forma parasitária, mas quando você vai

21:57comparar aqui as estruturas, as

21:59estruturas celulares, você observa que

22:01não tem todas as estruturas ali pra

22:04gente falar que é determinado parasito.

22:06Então, a gente precisa sempre

22:08identificar. Agora falando a respeito

22:10dos dois tipos de amebas, a gente tem

22:12quem, ó, já deixei em vermelho

22:13justamente para vocês assinarem o o

22:16alerta aí. A entame bistolídica disparar

22:19é a patogênica enquanto a cole.

22:23Então, o que que é interessante sempre

22:25você fazer? Ao invés de você escrever

22:28assim, ó, presença de cissos de

22:30inaméstolítica disperar, seria

22:32interessante vocês eh colocarem assim no

22:35exame. Foram observados

22:38formas circulares com presença de um

22:42núcleo em carrossel

22:44compatíveis com o complexo tamamebistica

22:48dispar, porque aí o médico consegue

22:52eh associar as informações e realmente

22:55firmar que é uma mea patogênica,

22:58enquanto aqui, ó, na oito, a gente não

23:00tem uma meeba patogênica. Pessoal, qual

23:04que é o termo que a gente usa para falar

23:06de um parasito quando ele não faz doença

23:10na pessoa? Isso é importante. A gente

23:13precisa saber diferenciar. Tem muita

23:14prova que cobra isso e eu com certeza

23:17cobro, tá?

23:23Qual que é o termo mais adequado pra

23:25gente usar para entameba?

23:28Porque não é parasito.

23:32Começa com a letra C. Vamos ver quem é

23:34que consegue escrever no chat aí para

23:35mim primeiro.

23:52Alguém, gente? Ai, ninguém.

23:55Ninguém tá sabendo.

23:59Começa com a letra C. Quando você tem um

24:02pseudo pararasito, parece que tem um

24:04parasito, mas ele não vai fazer doença

24:05na pessoa. E a entambac, ela é ela é

24:10danada para fazer isso. Ó, quando você

24:13tem um parasito que não faz doença no

24:16corpo humano, às vezes a gente observa

24:18lá no cocô, mas ele não faz doença.

24:22Como que a gente chama esse tipo de

24:23paravita? começa com a letra C.

24:27E para vocês associarem, não esquecer

24:29jamais, quem aí eh já assistiu Harry

24:32Potter, toda vez que o Harry Potter

24:35tinha umas crises lá que ele ficava

24:37morrendo de medo de uns negócios que

24:39aparecia perto dele, que eles usavam uns

24:42capuzão, parecia uns fantasma, é aquele

24:45mesmo nome, só que esse é tiro da morte,

24:47né, que tem lá no filme.

24:50Alguém lembrou

24:52qual que é o nome?

24:55Ó, vou colocar já um com aqui para

24:57ajudar vocês. Comensal. Isso não pode

25:01diferenciar. Se eu tenho alguém fazendo

25:03infecção, eu vou ter um com mensal. Isso

25:06mesmo. Você falou certinho, Marcos.

25:08Arrasou.

25:09Show de bola.

25:11Eh, então paraa frente aqui, ó, é o

25:15termo que vocês não podem

25:17diferenciar quemal de quem é patogênico,

25:22no caso, tá? O comensal é um parasito

25:26não patogênico. Tanto é que aqui, ó, a

25:30entam solítica disper vai causar a

25:32colite amebiana desintérica aonde? no

25:35intestino grosso. Já a entameba fica de

25:39boa lá no intestino grosso. Pega ali uns

25:42restinhos de alimento da pessoa que ela

25:44tiver

25:45eh fazendo esse comensalismo,

25:48mas ela não vai fazer doença, não, tá?

25:51Se alguém falar assim: "Ah, ficou doente

25:53por conta de tameba", vocês já pode

25:55falar: "Ixe, o diagnóstico foi feito

25:57errado". Porque não pode, não tem que

26:00ser

26:02tem que ser em tameba e solística dispo.

26:05E é justamente essa diferenciação da

26:07quantidade de de núcleozinhos aí que vai

26:10ajudar vocês a definir quem é a

26:12histolística e quem é, no caso, a col.

26:16Muito bem, podemos passar paraa frente,

26:18né?

26:19Aqui outra parte que é importante vocês

26:21estudarem para esse momento, como eu

26:24faço para entrar em contato com um eh

26:28agente patogênico ou etiológico de uma

26:31doença. Então, vamos usar aqui esse

26:33exemplo aqui do lado direito, essa

26:35imagem que a gente tem, que também ainda

26:37tá falando a respeito aqui, ó, da

26:39incamebistica deper.

26:42Ah, então a me estolítica é aquela

26:44mebinha que vai fazer infecção lá no

26:46intestino grosso. A principal entrar em

26:50contato com ela é através de água e

26:52alimentos contaminados.

26:55Esse tipo de transmissão é o que a gente

26:57chama de feco oral. Vocês lembram disso?

27:01Tá até anotado aqui, ó. E aí, aonde que

27:04eu posso ter contaminação feoral? água,

27:07alimento contaminado, dependendo

27:09dependendo do parasita, se ele for muito

27:11pequenininho, ele pode ser transmitido

27:13também pelo ar. É o caso, por exemplo,

27:15do interóbrios vermiculares. Se você

27:17balançar o lençol dele, ele pode eh ser

27:22transmitido dessa forma por fômets, tá?

27:26A o tricomonas vaginares, por exemplo,

27:28se a gente compartilhar a água de banho

27:30entre as pessoas, eu posso pegar também,

27:32né? embora que

27:34eh não seja exatamente fecoral, né, a

27:38transmissão. Então eu posso inalar

27:41também esses parasitos, se eles forem

27:43esses que ficam ressuspensos aí no ar.

27:45Posso ter entrada pela pele, vamos dar

27:48um outro exemplo aqui de que forma,

27:50professora? Se você andar descalço,

27:53então a gente tem penetração ativa de

27:55larvas, que é lá prosintos esse tipo

27:58aqui. Mas no caso da doença de chagas,

28:00olha aqui para vocês verem, ó, o

28:02barbeiro quando ele começa a fazer a a

28:05hematofagia,

28:06que é aquela característica dele chupar

28:08o sangue, né, da pessoa ali quando ele

28:10vai, a fêmea precisa fazer a ovoposição,

28:13então ela vai e começa a fazer o quê?

28:15repasse sanguíneo. Ela usa o sangue para

28:18poder fazer a ovoposição dos filhotinhos

28:20dela. Então, leva ali, ó, mais ou menos,

28:23pode levar até uns 40, 45 minutos, ela

28:26fazendo essa hematofagia na pessoa.

28:27Então, ela aumenta de tamanho aqui, ó,

28:29cerca de 25 vezes. Olha, para vocês

28:31verem, nem parece que é o mesmo

28:33barbeiro, mas essa imagem tá mostrando

28:35justamente ele aqui no decorrer do tempo

28:37dele fazer essa hematofagia. Então essa

28:40penetração aqui no caso a gente fala que

28:42é passiva quando o inseto ele inocula,

28:45né, que é o caso, por exemplo, da

28:47malária, ou quando ele é extercorário,

28:49ele vai jogar o parasite aqui no cocô

28:51dele e a pessoa ali coça depois da

28:53hematofagia e acaba colocando aquele

28:56parasito para dentro do corpo dela, tá?

28:59Eh, e aí a gente tem sinais aqui, por

29:01exemplo, ó, que é o sinal de România,

29:04né? aqui no exemplo aqui, ó, eh se for

29:08perto de mucosa, você pode também coçar

29:10e trazer para dentro da mucosa. Aí você

29:12vai ter inflamação, né? Aqui,

29:14obviamente, a Berenice, que é o nome

29:16dessa menininha, ela tá tendo edema, né,

29:19que é o inchaço. Aqui tá difícil de

29:21avaliar na imagem, mas com certeza ela

29:23tá com dor, deve tá também com um pouco

29:26de edema por conta aqui dessa via

29:29percutânea que foi usada para poder

29:31fazer a inoculação do bichinho, tá? Aí

29:34eu posso chamar também de conjuntiva, no

29:37caso do olho aqui ou mucosa, tá? Porque

29:39a gente coçou e trouxe aqui para perto

29:41do olho. Eh, eu posso fazer transmissão

29:45via transplacentária, via genital,

29:47certo? São todas formas aí que a gente

29:50tem de transmissão. Agora vamos lá, para

29:53vocês poderem voltar e participar também

29:55dessa aula, a gente precisa falar a

29:58respeito dos tipos de locomoção usados

30:01pelos protozoários. Então, observa essa

30:03imagem e observa aqui, ó, o que que eu

30:06coloquei acima. Os protozoários são

30:08agrupados de acordo com seu modo de

30:11locomoção em quatro classes diferentes.

30:15A gente falou muito disso em sala de

30:16aula e agora, né, vocês vão contar para

30:20mim aqui o que que vocês estão sabendo.

30:22Tem um parasita aqui representado em A,

30:24em B, em C e em D. Eu quero que vocês

30:27coloquem aqui no chat para mim

30:30o que que o A, o que que o B, o que que

30:33o C e o que que o D tão representando

30:36a nível de estrutura de locomoção que

30:40esses protozoários usam para poder

30:43invadir os os hospedeiros? Seja ele um

30:45hospedeiro vertebrado, invertebrado, vai

30:48escrevendo aí para mim. Vamos começar

30:50aqui na letra A. Que que ele tá usando

30:52de estrutura de locomoção.

30:59Bora lá, pessoal.

31:09Ó, esse aqui inclusive é parecido com o

31:11do um protozoário que a gente estudou,

31:14mas ele não é o tripanosoma cruz, tá?

31:16Aqui a gente tem um exemplo de

31:18leitimânia, que é um outro que vai ser

31:20parecido. Arrasou. Muito bem, vocês são

31:22antenadas aí, né? Flagelo. Ah, vai ser o

31:25flagelo. Ol, já vou fazer até uma linha

31:27perto dele aqui pra gente lembrar. É o

31:30rabinho. Quando tem só, ixe, ficou

31:32horrível isso aqui. Quando a gente tem

31:33só um rabinho, a gente tem um flagelo.

31:36Em B, gente, em B nós vamos ter o quê?

31:39Coloca aí, faz favor.

31:45em B é aquele parasita que vai parecer

31:47uma baratinha da água que a gente fala,

31:49ele parece um outro paras protozoário

31:51que não faz infecção, que é o

31:53plasmódium. Plasmódio, a gente consegue

31:55achar ele na água. Agora, esse parasita

31:58aqui, a gente só vai achar ele,

32:01em algumas situações. Normalmente tá

32:03associado com as feeses de suína. Então,

32:05o pessoal que manipula e às vezes

32:06trabalha no açou, na manipulação da

32:09carne, o pessoal da fazenda que é

32:11acostumado também a mexer lá com

32:12chiqueiro, nã pode adquirir esse tipo de

32:14infecção. Cílios, isso mesmo, eh,

32:18ciliado, Marcos, tá certinho. Letra B,

32:21ciliado, tá? O nome do parasito, gente,

32:23que é ciliado, que faz doença no nosso

32:25corpo, vocês lembram o nome dele? O

32:26único que tá associado com infecção em

32:28seres humanos, que é ótimo, porque a

32:30gente decora mais rápido, é mais fácil.

32:35Ele é o B e o nome do parasito começa

32:37com B. Quem que lembra? Coloca aí para

32:38mim, por favor.

32:49Alguém se lembra?

32:57Não, gente, ninguém não lembra.

33:00Ai, cai uma lágrima aqui. Vou escrever

33:03no chat aí para vocês, ó, para ver se

33:05vocês lembram dele. Nós falamos dele eh

33:09em sala de aula, né? Balantí é auxiliar

33:14que faz doença no ser humano, tá? Dos

33:16protozoários. Isso é muito bom porque

33:18facilita a minha vida. Aqui pro

33:19flagelado eu vou ter vários. deia,

33:22tripanosoma, leximânia, algumas amebas

33:25de vida al livre, por exemplo, a gléria,

33:27faler, eh, eu tenho outros exemplos, mas

33:31aqui no B eu só tenho balantídio colo,

33:33então já facilita a minha vida para eu

33:34poder

33:36lembrar, tá? E a C, nós acabamos de

33:39falar dela aqui no no slide anterior. Em

33:42C, a gente vai ter qual tipo de

33:44movimento de locomoção do parasite, que

33:47que ele usa para poder se movimentar?

33:49Vocês lembram?

33:53A tradução é falso pés, mas aí eu tenho

33:56que usar o terminho que é mais adequado.

33:59Aí no caso,

34:12ninguém lembra não?

34:16Qual que é o meio de locomoção usado

34:18pela estrutura em C?

34:21Se lembra? Coloca aí, faz favor. Aqui a

34:24gente tem os falso pés.

34:27[limpando a garganta] A parte mais

34:28escura aqui tá representando o núcleo.

34:30Tá vendo? Aqui a gente tá eh

34:34eh esses esses buraquinho aqui, ó,

34:36branco tá representando váculos de

34:39osmorregulação, porque aí ela fica

34:42absorvendo, jogando fora, colocando para

34:44dentro, colocando para fora. Isudópodes.

34:47Muito bom, muito bom, Mari. E aí por

34:50último, na letra D, nós temos então

34:54aquele grupo de protozoário que não vai

34:58ter nem vagelo, nem cílios e nem

35:02pseudópodes.

35:03Eles têm algum tipo de estrutura de

35:05locomoção, gente? Os de

35:10não, né? Só que aí a gente tem que

35:12incluir eles em um grupo separado,

35:14porque aqui a gente tem parasitos que

35:16são bem brab, que eu vou falar para

35:18vocês o nome aqui, que as infecções

35:20deles são sérias. A malária mesmo tá

35:22aqui dentro. Toxoplasma, que é super

35:25importante na gestação pra mulher também

35:27tá aqui dentro. Os coxídios intestinais,

35:30criptosporídum, sarciste, cisóspora, tá

35:34tudo aqui dentro. Eles não têm

35:37estruturas de locomoção, mas eles têm

35:39aqui na estrutura deles de

35:40desenvolvimento um negócio que a gente

35:43chama de complexo apical. Você tem que

35:45pensar tipo num peão. Acredito que todo

35:49mundo aqui conhece o peão, né? Apesar de

35:51que na na nas gerações aí mais recentes,

35:54acredito que pouquíssimas pessoas tenham

35:57brincado com peão. Eu mesmo quase não

35:59conheci peão não. Eu sei porque eu já vi

36:02assim, né?

36:05V de nã. Mas eu acho que eu não fui de

36:07brincar com com o peão não. Mas aquela

36:10pontinha do peão ali, ó, que fica

36:12rodando, quando a gente solta ele no

36:14barbante,

36:16ela é igualzinho o complexo apical.

36:19Quando a gente tem os os

36:22apicomplexas aqui, que são os que não

36:25possuem estrutura de locomoção, a gente

36:27pode chamar eles também de esporzoários,

36:31tá? Essa diferenciação dos protozoários

36:33é muito importante e vocês vão observar

36:36que a gente cobra não somente em prova,

36:38mas quem for fazer concurso, que for de

36:39área de análises clínicas, vai cair esse

36:42tipo de conteúdo também. Então vocês tem

36:44que aprender e não pode esquecer, certo?

36:47Vamos lá. Falando a respeito da

36:49classificação, aqui eu coloquei para

36:51vocês, ó, pode fazer um print aí para

36:54vocês poderem guardar essa informação.

36:56Aqui a gente tem, né, eles com os nomes

36:58que são mais chique da gente poder

37:00chamar, certo? Que é quem, ó? o sarco

37:04mastigoffora, que vai incluir a parte de

37:07mastigofura, que são os flagelados, e os

37:10sarcodinas, que são os que emitem

37:11pseudópodes. Então, nessa imagem aqui,

37:14eu trago para vocês exemplos:

37:16leiximânia, tripanosoma, geárdia,

37:18tricomonas, mas quando eu passo pro

37:21grupo daquelas que

37:24daquelas que vão ter pseudópoles, aí eu

37:27já vou mudar um pouquinho, tá? Ai, ele

37:30não tá escrevendo, tá dando umas

37:31travadas. Eh, eu já botei em Tameba, a

37:35dia de emeba, que não tem tanta relação

37:38com patogenicidade também, não. Aí eu

37:40tenho as amebas de vida livre, por

37:42exemplo, por exemplo, a cantameba, a

37:46balamuta,

37:48a,

37:50eh, sapinha.

37:52São todos exemplos também que vão

37:54acontecer para nós. Ó, os AP complexas

37:56que eu falei para vocês, olha, para

37:58vocês verem o tanto que essa imagem tá

37:59aparecendo, tá parecendo um peãozinho.

38:02Então você tem plasmódio, cicisóspora,

38:05sarciches, criptosporídium, toxoplasma.

38:09São todos exemplos de parasitos que não

38:12tem estrutura de locomoção. O micrósporo

38:15ainda tem discussão se ele entra, se ele

38:17não entra. Então a gente vai aqui pular

38:19ele, no caso. E dentro do cílio fora,

38:22quem que a gente vai ter? O balantídio

38:24cole, tá? Qual que é a diferença que eu

38:26tenho que saber aqui do balante de cole?

38:28Tá vendo aqui essa região, ó? Parece que

38:30tem uma aqueles bumerangues de jogar e

38:34tem um pontinho preto. O balantídeo ele

38:37além de ser ciliado, ele vai ter dois

38:38tipos de núcleo. Um núcleo que a gente

38:40fala que é macronúcleo, que é essa

38:42hélicezinha aqui. E a bolinha

38:44pequenininha também é um núcleo, só que

38:46a gente chama ela de micronúcleo. E é

38:48bem característico dele, tá bom? Isso é

38:51importante aqui. Agora deixa eu ver se o

38:54áudio vai aparecer.

38:58Pera aí que não tá aparecendo o vídeo

39:00para vocês. Calma aí que eu vou fazer o

39:02negócio. Eu vou tirar a apresentação da

39:05da

39:08do máximo aqui para eu poder conseguir

39:10passar o

39:13vídeo para vocês. Me dá aí só um minuto

39:17antes da gente começar a falar do do

39:20ciclo do do tripanosoma cruz, das

39:23informações que a gente precisa

39:24reforçar, tá?

39:26a respeito de conceitos gerais. É isso

39:30que a gente tem para estudar no momento.

39:32Tem alguma informação que você acha que

39:35você não entendeu direito, que você

39:37queria tirar dúvida, pode colocar no

39:39chat aí agora que a gente vai discutindo

39:41enquanto eu tô organizando aqui, tá?

39:44Porque

39:47ele não vai passar

39:49com a apresentação no alto. Eu acho que

39:52eu vou ter que eu vou ter que

39:56vou ter que

39:59descer, minimizar a apresentação para

40:01vocês poderem conseguir, tá? Me dá um

40:03minuto aí que eu já tô organizando.

40:06Parece que o computador não tá querendo

40:08trabalhar. Socorro, Deus.

40:30Então vocês já podem colocar aí. Aí

40:32talvez vocês vão ter que dar uma

40:33aumentada aí, um zoom no celular de

40:36vocês, tá? Porque como eu não consegui

40:39deixar muito grande a apresentação,

40:43ele colou como foto. Então o áudio até

40:46tá chegando, mas a

40:50apresentação não tá, né? Então para

40:52vocês,

40:54vamos lá. Então vou colocar aqui para

40:55vocês, vou fechar e aí vocês vão

40:58escutando então a o ciclo do tripanosoma

41:02pra gente falar as informações que são

41:03importantes que vocês precisam pegar,

41:05tá?

41:23Ui. Mas pera aí,

41:25pera aí, calma aí. Por que que nem assim

41:27não tá rodando? Não tô entendendo.

41:37Calma aí, galera. Deixa eu tentar voltar

41:42no off. Dá tudo certo. Quando vai para o

41:45ao vivo, afim.

41:48Deixa eu ver aqui.

42:01Ó, vamos ver se vai.

42:09Vamos que coisa, hein?

42:46Vamos tentar mais uma vez. Se não der

42:48certo, aí, infelizmente, nós vamos ter

42:49que pular, porque aí ele vem com áudio,

42:51mas ele não vem com a imagem. A imagem

42:53tão bacaninha para vocês verem.

45:13Nossa, tô chegando alto para mim. Deixa

45:15eu ver se eu aumento.

45:55Ah, ficou meio com delay, né? Aí nesse

45:58outro aqui que eu eu acho que eu não vou

46:00nem colocar para vocês porque não vai

46:01adiantar porque não vai aparecer

46:03direitinho, né? Mas depois eu mostro

46:05para vocês. Esses esqueminhas, eles são

46:07maravilhosos pra gente poder estudar

46:11eh entender o ciclo, porque ele mostra

46:14que que vocês observam aqui. No caso, o

46:17tripanosoma barbeiro, ele colocou uma

46:20forma no ser humano que ele entrou em

46:22contato. Vocês estão me ouvindo, né? E

46:25essa forma

46:27ela foi depois

46:30lançada de volta no sangue. Então,

46:32entrou no sangue como uma forma.

46:34passou para dentro da célula, virou uma

46:36outra forma, mas quando ele voltou para

46:39dentro da

46:41célula, ele eh quando ele saiu da quando

46:45ele foi para dentro da célula, ele

46:49ele voltou como a célula como que ele

46:51entrou. Ai que ódio. Desse trem tá

46:53travando, gente. Já nem

46:57tá me atrapalhando a raciocinar.

47:02Daí que a gente precisa entender lá no

47:05mosquito, no caso do tripanosoma cruz,

47:07vai ser a mesma história, tá? A mesma

47:10forma que foi infectante para o barbeiro

47:13vai ser a forma infectante também para o

47:18ser humano. Mesma forma infectante pro

47:20barbeiro, é a mesma forma infectante

47:23para o ser humano. Quando começou a

47:26doença de chagas, né, a gente tinha os

47:28barbeiros em todas as regiões

47:30brasileiras aqui, ó, de todo tipo que

47:33você imaginar, igual o mapinha tá

47:35mostrando aqui, ó. Você tem três

47:38espécies de barbeiros triatominos

47:40associadas com a transmissão da doença

47:42de chagas, certo? E aí, olha, a galera

47:46do Brasil é muito avançada com esse

47:48estudo da doença de chagas, né? Porque

47:49aqui é região super endêmica, não é nem

47:52endêmica, não é super endêmica, né? Tem

47:54para todo lado. Até hoje em dia ainda os

47:56casos são muito altos.

47:59Então, o pessoal estuda a anatomia

48:02também do inseto para entender como que

48:04o comportamento dele do agente

48:07teológico, no caso do tripanos cruzi se

48:09dá dentro desse barbeiro. Então, o que

48:12que você observa? Eh, que lá dentro do

48:16barbeiro, tripanosoma cruz, ele vai

48:18tentar usar artimanhas para poder fugir

48:22do sistema imunológico do inseto e poder

48:25sobreviver. Aí para quê? ele quer ser

48:28eliminado lá nas feeses para poder

48:30infectar outros mamíferos, entendeu?

48:33Então aqui, ó, o que que a gente observa

48:36no barbeiro? A galera da entomologia,

48:39né, que é uma área inclusive que o

48:40pessoal da biomedicina pode atuar

48:42também.

48:43Eh, a gente estuda esses barbeiros tanto

48:47de forma macroscópica para entender

48:49diferença, por exemplo, entre aqui a

48:51cabeça, porque cada um vai ter um jeito

48:53diferente de chupar o sangue, tanto aqui

48:55do formato das asas e também da

48:57coloração,

48:59como lá dentro, porque aí lá dentro a

49:01gente consegue entender como é que o

49:02parasito faz para fugir do sistema

49:05imunológico do inseto, tá? A nutrição

49:08desses barbeiros, a hematofagia, o fato

49:11dele chupar o sangue, ele é igual um

49:13vampiro, vai durar aí entre 20, 30

49:16minutos. Já ouvi relato até demais, tá?

49:20Eh, de acordo com o tamanho, né, a cor,

49:24vai ter uma espécie, um gênero diferente

49:26que vai est associado com a doença e de

49:29acordo com a região geográfica, essa

49:31diferença dos dos barbeiros também vai

49:33variar. Então, o que que a gente

49:35observa? Eu tenho aí

49:40que a gente sempre tá tem eh deve estar

49:44vigilante em relação à transmissão

49:47natural, que é a transmissão através do

49:49inseto. Existe um programa no Brasil que

49:51se chama conul. O fone sul visa eliminar

49:55a transmissão da doença de chagas a

49:58partir do barbeiro. Só que a gente tem

50:01que ficar sempre em estado de alerta

50:04porque outras espécies podem vir a ter

50:08eh adaptação para poder conseguir também

50:12transmitir ele. Ou seja, apesar de eu

50:14ter as espécies aqui, ó, que são mais

50:16comuns associadas com a transmissão do

50:19do tripanosoma cruze, eu posso acender

50:23com novas espécies. Então, a gente

50:25sempre tem que estar em alerta em

50:27relação a isso aí, tá? Eh, aqui falando

50:29para vocês a respeito da dos três

50:31principais gêneros que a gente tem

50:33associados com a doença de chagas. São

50:35quem? Triatoma infessa,

50:39ele é o mais pretinho aí, ó. Tá? Ele vai

50:42ter aqui uma intercalada entre preta e

50:44vermelho. Aqui não tá muito vermelhinho

50:46não, mas normalmente é mais pro lado de

50:47vermelhinho. Aí você tem o pstrôelos

50:51megistos que também evoluiu para poder

50:53conseguir, mas ele vai ter a probóa, ó,

50:55diferente. O jeito de chupar o sangue é

50:58diferente entre cada um deles. E o

51:01rodinus, né, glectos, que é o menos

51:03associado, ele tá associado com um outro

51:05tripanosa, que é o Rangel. E o Rangel

51:08ainda tá sendo colocado essa essa

51:10questão dele ser patogênico ou não para

51:12o ser humano. Então o o prot o inseto

51:15aqui vetor ele faz, né, o ciclo dele de

51:19que forma? Quando a fêmea adulta vai lá,

51:21chupa o sangue da pessoa, ela tem então

51:24condição de fazer ovo oposição, ou seja,

51:26nasceu os filhinhos por meio de ovos. Aí

51:30do ovo vão eudir as ninfinhas, que são

51:34eh insetos pequenininhos sem maturidade

51:37sexual. Quando ele adquire maturidade

51:40sexual, ele vira um inseto adulto. Então

51:43você observa o que, ó, ele passa pelos

51:46estágios de ninfa um, ninfa dois, nfa

51:48tr, nfa quatro, nfa c até chegar ao

51:51verme, ao verme não, desculpa, ao inseto

51:53adulto. Aí você fala assim para mim,

51:56Poliana, para que que eu tenho que saber

51:58isso?

51:59Cada vez, gente, que ele muda aqui, ó,

52:02de nfa,

52:04ele precisa fazer o repasso sanguíneo. É

52:07a partir do repasso sanguíneo que aí que

52:10diz

52:12aí passar de um estágio para o outro. Ou

52:15seja, a ninfa um vira ninfa dois vira

52:18ninfa três, ninfa qu, nfa qu vira cinco,

52:21por n c nfa c vira o inseto adulto. E aí

52:26o que que acontece? ele já tem

52:29possibilidade de pegar o tripanosoma

52:32cruz. Então, mesmo ele sendo ninfa um,

52:35ninfa do ninfa tr, ele pode se infectar

52:38e passar a doença para outras pessoas.

52:40Então, a gente precisa entender isso.

52:43Não vai acontecer esse tipo de coisa,

52:44por exemplo, quando a gente tem lá a

52:46malária, que o inseto dela vai fazer eh

52:49eles são olometábolos, então eles vão

52:51fazer ovo, larva, ninfa, que aí a gente

52:54não tem a transmissão nessas fases, só

52:56quando ele vira o inseto adulto, no

52:58caso, entendeu? Então aqui a gente tem

53:00eh

53:02mais possibilidade de tá transmitindo a

53:04doença em estágios aí imaturos do

53:07inseto. No caso aqui a gente já falou a

53:09respeito do formato da probita, certo? É

53:13mais para vocês saberem, né? Se um dia

53:14vocês encontrarem um insetinho aí e

53:17suspeitarem de, ah, eh,

53:20será que é o barbeiro que causa, né? Eu

53:23já tive aluno que trouxe o barbeiro

53:24porque o inseto foi lá, picou a pessoa,

53:27deu aquela eh alergia ali, ó, inflamação

53:31no local da picada. E como o inseto era

53:33muito grande, pensou que era barbeiro,

53:34foi, trouxe pra gente analisar. Então,

53:36se vocês desconfiarem, tá, de informação

53:39pra gente ter, né, a propósito, ó, a

53:41cabecinha deles aqui, ó, vai ser

53:44diferente de uma espécie com a outra do

53:46inseto. E o que que a gente precisa

53:47entender? A feminha aqui, ó, ela vai ter

53:49um órgãozinho que chama ovo opositor.

53:52Esse ovo opositor é por onde que os os

53:54ovinhos vão sair. No macho, é claro, a

53:57gente não vai ter isso, porque o macho

53:59não faz ovo oposição, né? Então tudo

54:03isso, ó, são informações, formato da

54:05cabeça, a proposta que é ali a

54:08partezinha que ela usa para ele usa para

54:10poder chupar o sangue, o tamanho dele, a

54:12coloração que ele possui, a região

54:14geográfica onde ele tá acontecendo, vai

54:16falar pra gente muito qual que é o

54:17gênero ali de triatomino que tá

54:19associado com a transmissão da doença

54:21naquele lugar, tá? Ah, professora,

54:24quando é que eu posso trabalhar com isso

54:25também? Além da entomologia, se você

54:28for, por exemplo, trabalhar direcionado

54:30pra parte de vigilância em saúde, essa

54:32informação aqui tem que ter importância,

54:35porque vocês vão ter relato de

54:38transmissão usando o inseto, tá? No caso

54:41do Brasil. Então você tem que observar

54:43que a fêmea e o mar são diferentes.

54:45Sempre que a gente tem diferença em

54:47parasitologia entre marcha e fêmea, a

54:49gente fala que aconteceu de morfismo

54:50sexual, tá? Eh, que que a gente observa?

54:54Qual que é outra forma que a gente tem

54:56de poder adquirir doença de chave? Vocês

54:58estão aí ainda? Tão prestando atenção?

55:00Tão conseguindo me ouvir bem? A Tainá

55:02tinha falado aqui do volume, eu tentei

55:04aumentar.

55:06Espero que tenham melhorado aí para

55:07vocês o que que tá chegando. Eh,

55:11coloca no chat aí quais são outras

55:13formas que a gente tem de poder adquirir

55:16a doença de chagas.

55:21Enquanto eu tomo uma água aqui para

55:22poder refrescar a garganta.

55:25Muito bem, Marcos. Se não tiver

55:27chegando, vocês corre, por favor.

55:40Açaí arrasou

55:42os casos de urgência que onde a gente

55:44eliminou a transmissão natural pelo pelo

55:47inseto,

55:49a saí tem importância, com certeza. Teve

55:52até uns surtos no sul, né, uns dois anos

55:55atrás, mais ou menos, que foi relatado

55:57inclusive na nos jornais, né, açaí. Que

56:01mais?

56:02picada do barbeiro, transfusão de

56:04sangue, transplantes de órgão. Muito

56:06bom, Amanda. Isso mesmo. Eh, aquela que

56:11passa da mãe pro filho, como é que ela

56:13chama mesmo? Vocês conseguem lembrar aí?

56:19Uhum. Além do açaí, qual que é o outro

56:22aqui, ó, tipo de

56:24de alimento que a gente tem, que a gente

56:26pode também adquirir doença de chagas?

56:28Gente, agora pensa, não é só o mosquito,

56:30né? Não. Transfusão de sangue,

56:32transplante de órgão, transplacentária,

56:36cana de açúcar. Isso mesmo. Tem uma aqui

56:39também que no Pará acontece que é o suco

56:42da abacaba. Vocês conhecem abacaba?

56:45E a galera que tem costume de comer

56:48carne de de mameroí

56:50mal passada, né? essas carnes mais

56:52diferente, tipo capivara, paca. Pelo

56:56amor de Deus, gente, eu não gosto de

56:58nada mal passado. Eu já não como comida

57:00japonesa por causa disso, porque eu

57:02tenho medo de pegar parasita.

57:04E é claro aqui, ó, que a gente não pode

57:07esquecer de jeito nenhum acidente de

57:09laboratório. Então, sempre que eu tiver

57:12trabalhando com amostra de sangue,

57:14porque nesse caso aqui eu não vou ter o

57:15exame de cocô para poder fazer o

57:17diagnóstico, eu vou usar o sangue da

57:19pessoa.

57:20Então, muito cuidado com as normas de

57:23biossegurança para que vocês não entrem

57:25em contato com eles, não pode pegar, tá?

57:29Nossa, não, Marcos, fala sério. Na hora

57:32que me fala de comer comida muito mal

57:34passada, Deus do céu, até corro. Tem que

57:37saber muito bem a procedência de onde tá

57:39vindo para não ter esse tipo de risco,

57:40tá? Aquelas almôndegas, a galera às

57:43vezes gosta de comer elas ali num

57:44estágios meio diferente.

57:46Tem que ter cuidado, tá bom? Então, ó,

57:49lembrar que a doença de chagas é

57:51endêmica aqui nesses países aqui da

57:53América Latina, todos, né? Esses dados

57:56meus aqui até precisam ser atualizados,

57:58tá? Porque eu não tive tempo de de

57:59buscar, mas vocês lembra que pode ser

58:01muito mais do que esse aqui que eu tô

58:03colocando. São 6 milhões mais ou menos

58:05de pessoas infectadas em toda a América

58:08Latina, nessa região toda azul aqui, ó,

58:10é endêmica. Então, ah, quero fazer um

58:12mochilão aqui ao redor do Brasil. Toma

58:15cuidado. A hora que for dormir, olha bem

58:18onde vocês estão deitando, tá? para não

58:20ficar não deixar o insetinho chegar

58:22perto de vocês. Tem muitas pessoas, né,

58:25em situação de risco para desenvolver a

58:28doença e é claro que anualmente morre

58:30também muitas pessoas. Então, a doença

58:32de chagas é extremamente importante

58:34ainda no Brasil, em toda a América do

58:36Sul e a América Latina. Então aqui

58:39colocando para vocês nova novas formas

58:41de transmissão, mudança no do perfil

58:43epidemiológico da doença. É o que eu

58:45falei para vocês. Como a galera tem o

58:47con su que fica ali tentando controlar a

58:49questão da transmissão vetorial pelo

58:52barbeiro,

58:53eh vão surgindo outras maneiras aí, né,

58:55que o brasileiro é custoso com relação a

58:58normas de vigilância sanitária.

59:00Então eu trouxe uma uma reportagem para

59:03vocês aqui, ó, de 2021, né? Lá em Macapá

59:06registraram 28 casos a doença de chagas,

59:09a maioria em baes da zona sul, né, que

59:12deve ser uma região não muito porque

59:14normalmente o sul é melhor melhor que o

59:16norte, né, quando a gente fala de

59:17Brasil. Então,

59:20que eles associaram com a transmissão de

59:22produtos e olha só, batedeiras de açaí.

59:26Ou seja, no meio do pessoal produzindo

59:28ali o açaí, a galera não tinha muito

59:30controle ali da qualidade, né,

59:32higienização do alimento, acabava eh

59:35triturando também o inseto. E nisso aí

59:38ele ali tendo a forma do tripo

59:39mastigota, que é a forma infectante pra

59:41gente, antes de chegar no intestino,

59:44esse inseto, eh, esse protozoário, ele

59:48consegue sair ali, ó, e passar pelos

59:51tecidos aqui, né, eh, isôfago, a boca,

59:54mesmo que seja. paraa circulação

59:57e aí fazer infecção, tá? Ah, professora,

1:00:00o que que acontece quando ele chega lá

1:00:01no no estômago, gente? O o estômago, o o

1:00:04ácido clorído com certeza vai ser

1:00:07eh tóxico para o tripanosoma cruz, só

1:00:11que ele consegue passar pro sangue antes

1:00:13de chegar no estômago. Então é aí é onde

1:00:15a gente tem a doença, tá? a gente

1:00:18consegue adquirir a doença. Agora aqui,

1:00:21ó, coloquei essas imagens para vocês

1:00:23poderem olhar e me falando. Vai falando

1:00:24aí da esquerda paraa direita quais

1:00:27seriam as formas evolutivas que a gente

1:00:30tá conseguindo observar em cada uma

1:00:33dessas imagens que eu acabei de colocar

1:00:35aqui para vocês. Me fala aí, por favor,

1:00:37porque aqui é importante pra gente a

1:00:39nível de exame que a gente for realizar.

1:00:46Tá dando uma hora de live já. Socorro

1:00:49Deus. Nós vamos ter que acelerar um

1:00:50pouco porque ainda tem coisa para falar,

1:00:52hein? Vai colocando aí para mim para ver

1:00:54se vocês ainda estão conseguindo

1:00:56estudar, gente, que essa live aqui é

1:00:57importantíssima para conteúdo para

1:00:59vocês. Tudo que eu tô falando aqui, ó,

1:01:00cai em prova, tá?

1:01:03O que que é essa forma, essa forma

1:01:06parasitária que tá representada aqui na

1:01:07na primeira da esquerda que tem escrito

1:01:10aqui cinetoplasto e núcleo. Na segunda,

1:01:14que a gente tá tendo aqui, ó, uma lâmina

1:01:16de sangue, tá? Tem um limpócito aqui no

1:01:20meio dessa lâmina, mas se vocês

1:01:21observarem, olha só, aqui, ó, tem duas

1:01:24formas que é a mesma forma dessa

1:01:26primeira, inclusive. Eh, eu coloquei a

1:01:28título pra gente poder comparar tamanho.

1:01:30Olha o tamanho do linfócito e olha o

1:01:33tamanho dessa forma parasitária que tá

1:01:34presente aqui. Agora na três aqui, ó, a

1:01:39gente tem macrófagos, tá? Nesses

1:01:42macrófagos, esse essa bola grandona aqui

1:01:44em roxo é o núcleo. O que que a gente

1:01:47quer enxergar são esses pontinhos

1:01:49pequenininhos que estão dentro do

1:01:51citoplasma dele. É isso que a gente tem

1:01:53que falar o nome. Olha que que legal.

1:01:55E por último, a gente tem a terceira

1:01:57forma evolutiva, que tem importância

1:01:59aqui pra gente na doença de chagas. Só

1:02:01que quando a gente vai comparar a

1:02:03posição do cineto aqui, a gente observa

1:02:06que ele é

1:02:09anterior ao núcleo, porque assim, o

1:02:11flagelo vai ser anterior a todo mundo,

1:02:14ó, na primeira, ó, o flagelo anterior,

1:02:17aí vem o núcleo e o cinetoplas tá lá no

1:02:20finalzinho, ele é posterior. Aí ele vai

1:02:22formar o tupetinho que é característico

1:02:24do tripanosoma cruz, que é a membrana

1:02:26ondulante. Já nessa última aqui, a gente

1:02:29observa o contrário, ó. A gente tem o

1:02:31flagelo anterior, mas o cinetoplasto tá

1:02:33perto do flagelo. Então o cinetoplasto

1:02:35aqui ele é anterior ao núcleo. É isso

1:02:39que me permite diferenciar essa forma da

1:02:41imagem que tá aqui no último do que tá

1:02:44em primeiro. Tá vendo? Muito bom. Que

1:02:47bom que vocês estão aí. Eh, ah, obrigada

1:02:50aí pela pelo o elogio aí, ô Cris. Que

1:02:54que acontece? A primeira é a tripo

1:02:56machigota. É, é a tripo machigota, com

1:03:00certeza. Muito bom, Marcos. Tripo

1:03:03machigota na primeira e na segunda

1:03:05imagem, tá? Deixa eu tentar escrever

1:03:08aqui pra gente poder marcar quem que é a

1:03:13a célulazinha que a gente precisa

1:03:14encontrar.

1:03:18Ah, professora, eu posso ver então essa

1:03:19forma aqui no sangue da pessoa quando eu

1:03:21tiver ali, por exemplo, fazendo uma

1:03:22leitura de lâmina de hemograma? Pode.

1:03:25Que que acontece? que a maioria dos

1:03:26laboratórios agora faz isso de forma

1:03:28pelo menos semiautomatizada, né? Então a

1:03:30gente só faz contagem diferencial quando

1:03:33a gente tem alguma discrepância ali no

1:03:35resultado. Então no semiautomático e nos

1:03:39automáticos, essas formas evolutivas

1:03:41possem podem passar desapercebidas e o

1:03:44aparelho não consegue detectar. Tem que

1:03:47ser no olho mesmo a pessoa observando,

1:03:50tá? Isso aqui é tripo machigota. Vamos

1:03:52ver aqui se eu escrevi tripo machigota,

1:03:54certo? Lembrar que tem aqui, ó. Vou

1:03:56escrever só o MO porque

1:04:00eu não tô conseguindo digitar para eu

1:04:02escrever desse jeito aqui tá muito ruim.

1:04:04Então, a gente tem a membrana ondulante.

1:04:06Aí em dois vocês já colocaram aqui para

1:04:08mim, né? O Marcos colocou segunda e

1:04:11terceira mastigota. Não, a primeira e a

1:04:14segunda, Marcos, vão ser triplo

1:04:16mastigotas, tá? Aí a terceira, você

1:04:19falou bem, é a mastigota, só que isso

1:04:22aqui, ó, não é a mastigota. Esse aqui é

1:04:25um núcleo. O a mastigota é cada pontinho

1:04:29que a gente tem no citoplasma. Gente,

1:04:32vocês t ideia? Olha, para você ver em um

1:04:34único macrófago aqui a gente consegue

1:04:36contar 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

1:04:4415 16 17 18

1:04:4922. Sei lá, se eu tiver contado aqui,

1:04:51ainda tiver errado um pouquinho, mas eu

1:04:53podia eu pude contar pelo menos 23

1:04:57amastigotas dentro de um único

1:04:59macrófogo. Tá vendo? Ele faz eh divisão

1:05:04binária.

1:05:06Gente, eu aprendi assim, ó. Meu

1:05:07professor fazia esqueminha no quadro pra

1:05:10gente poder memorizar. Ele escrevia

1:05:13desse jeito, ó. Multiplicação por

1:05:14divisão binária. Para vocês não

1:05:16esquecer, tá vendo?

1:05:18Louca, louca, louca. dentro do macrófago

1:05:20para poder multiplicar ao máximo os

1:05:23amasgotas. Só que antes dele estourar e

1:05:26sair para fora da célula, ele vai voltar

1:05:28à forma de tripo machigota, porque o

1:05:31tripo machigota tem um flagelo, ele

1:05:33consegue locomover melhor lá no sangue,

1:05:35tá? E por último aqui, a quarta imagem,

1:05:39qual que seria a forma evolutiva da

1:05:41quarta imagem? Que que vocês acham?

1:05:48Me conta aí nos comentários

1:05:50que aí eu tenho já perguntas

1:05:52relacionadas, porque a gente precisa

1:05:53saber isso para detectar isso dentro de

1:05:55um exame.

1:05:57Epimigota, arrasou, Tainá. Muito bem,

1:06:01Epimigota. Agora a pergunta que não quer

1:06:04calar, que vocês precisam saber.

1:06:07Vamos pensar que a gente foi, né,

1:06:10contratado para trabalhar num

1:06:11laboratório de vigilância epidemiológica

1:06:14e lá o pessoal investiga

1:06:16doença de chagas.

1:06:19Aí chegou uma amostra lá pra gente. A

1:06:22gente tem que olhar

1:06:24qual dessas formas evolutivas eu posso

1:06:27enxergar na amostra da pessoa que tiver

1:06:30chegado lá no laboratório para eu poder

1:06:33avaliar e dar o resultado do laudo.

1:06:37Escreve aí para mim todas, somente uma,

1:06:41somente duas. Quais são essas formas?

1:06:44Escreve aí para mim no chat, por favor.

1:06:51O último é epimatigota mesmo, Marcos.

1:06:53Muito bem. Agora, quais dessas formas a

1:06:57gente consegue enxergar na amostra da

1:07:00pessoa? Qual amostra, professora?

1:07:02Amostra de sangue. Ah, só no sangue não.

1:07:06Quando a gente vai paraa fase crônica,

1:07:08essas formas evolutivas podem acontecer,

1:07:10na verdade, uma delas só lá no tecido da

1:07:13pessoa. Então, por exemplo, ah, eu quero

1:07:15trabalhar com citopatologia, eu vou

1:07:17pegar ali as lâminas de biópsia, fazer

1:07:19coloração dos pedaços de de tecido e vou

1:07:23investigar a presença desses parasitos

1:07:24lá também. Então eu posso enxergar lá

1:07:27também, fazer o diagnóstico em fase

1:07:30em fase tardia, sabe?

1:07:33Eh, fase crônica, no caso.

1:07:36O que que você perdeu, Roger? Que eu não

1:07:38tô entendendo.

1:07:41A mastigota, Tainá. Sim, tá certo. Mas

1:07:45não é só a mastigota, tá? Anota aí para

1:07:48vocês não esquecerem, porque esse aqui é

1:07:49pra vida, não é só pra prova.

1:07:52No sangue eu sempre vou poder enxergar

1:07:56tripo machigota e a mastigota. Isso,

1:08:00Marcos, arrasou.

1:08:02Se eu for investigar tecido, eu vou

1:08:05poder enxergar só a mastigota, porque

1:08:07ele forma ninhos de amastigota no

1:08:10tecido, entendeu? Amanda tripoastigota e

1:08:15mastigota no sangue. Você pode observar

1:08:19a amastigota vai ser só no tecido, por

1:08:22exemplo, intestino, isôfago, coração,

1:08:26forma ninhos de amashigota lá. E a

1:08:29epimigota, pessoal, onde que a gente vai

1:08:31conseguir enxergar eh a epimastigota?

1:08:38Porque não vai ser no ser humano. Se não

1:08:40é no ser humano, onde é que é que eu

1:08:42posso enxergar a EPgota

1:08:52no barbeiro. Muito bom. Nós vamos falar

1:08:55do exame aqui agora que a gente põe o

1:08:56barbeiro para chupar o sangue na pessoa

1:08:58e depois a gente pega as feeses do

1:09:00barbeiro e olha as feeses do barbeiro,

1:09:03né? chama se chama xeno diagnóstico.

1:09:07Nessa forma a gente pode enxergar eh

1:09:12a epimastigota, tá? Não esquecer aonde o

1:09:15cinetoplasto fica em cada um. No

1:09:17tripomastigota, o cinetoplasto é

1:09:20posterior. Na epimastigota, o

1:09:24eh cinetoplasto é anterior, tá? Isso faz

1:09:28a gente diferenciar. Agora vamos estudar

1:09:31aqui, ó, rapidão, o ciclo biológico. A

1:09:33gente já tá terminando o bar doença de

1:09:36chagas e aí vai ficar faltando só a

1:09:37parte de exame parasitológico, que a

1:09:40gente precisa fazer a diferenciação das

1:09:41metodologias, tá? Eh, aqui, então, o que

1:09:45que a gente pode observar? O ciclo tá

1:09:48mostrando o barbeiro fazendo aqui, ó, a

1:09:50refeição dele, repasso sanguíneo. E aí,

1:09:54o que que ele vai adquirir quando ele

1:09:56entra em contato com o hospedeiro

1:09:58infectado, com hospedeiro vertebrado,

1:10:01como que ele vai eliminar as formas que

1:10:03são infectantes para um novo hospedeiro

1:10:06ou para aquele mesmo hospedeiro, se ele

1:10:07tiver ali repetindo a hematofagia no

1:10:10mesmo

1:10:12hospedeiro vertebral, tá? Então, o que

1:10:14que a gente observa lá na pele, né?

1:10:17Quando esse barbeiro tá chupando sangue,

1:10:20ao mesmo tempo eu falo com vocês, ele é

1:10:22igual o neném. Quando, né, o neném

1:10:25nasce, normalmente ele nos primeiros

1:10:26dias, é, cada mamada tem uma cagada, tem

1:10:29um ditado que fala isso. Ele é até meio

1:10:31assim estranho, mas para lemb pra gente

1:10:33lembrar isso é muito bacana. O barbê

1:10:36parece um bebê. Ao mesmo tempo que ele

1:10:38tá fazendo o repasso sanguíneo, ele

1:10:40também tá defecando. Então, quando ele

1:10:42tá fazendo o cocô ali, se ele tiver

1:10:44contaminado, que que vai acontecer? Ele

1:10:46vai est colocando as formas triplo

1:10:48machigotas metacíclicas

1:10:50eh junto com as feeses. E aí quando ele

1:10:54termina de fazer o repasso sanguíneo, é

1:10:55aquela história, primeiro ele anestesia

1:10:57pra pessoa não sentir que ele tá

1:10:58chupando sangue, só que depois ele

1:11:01coloca alérgenos, né? O parasito, na

1:11:03verdade, ele no meio das féas vai ter

1:11:04alérgons que ele vai colocar para poder

1:11:07a pessoa sentir alergia e querer coçar,

1:11:10porque não é uma picada igual do

1:11:12mosquito da dengue, não. É mais é mais

1:11:16traumática, machuca mais, tá? Então a

1:11:19gente tem ali o triplo machigoto sendo

1:11:21infectante para o inseto vetor, o

1:11:24barbeiro.

1:11:26Lá no barbeiro ele vai fugir do sistema

1:11:29imune do barbeiro. Então ele passa por

1:11:31uma forma que se chama epimastigota, que

1:11:33o cinetoplasma é anterior ao núcleo.

1:11:36Então quando tá perto de fazer ali, né,

1:11:39de novo o cocô, ele vai voltar a forma

1:11:42de tripo machigota. Então ele fica lá

1:11:44dentro do intestino do barbeiro, vira

1:11:46epimigota, tripo machigota, epastigota,

1:11:49tripo machigota, epastigota, tripo

1:11:50machigota. Então a gente fala que esse

1:11:52esse triploigota que ele colocou no cocô

1:11:55é um triploigota metacíclico infectante,

1:11:58porque ele passou várias vezes por esse

1:11:59ciclo de ficar epito, epito, epito,

1:12:03certo?

1:12:04Quando a pessoa traz ali o o agente

1:12:08etiológico, né, o tripanosoma para

1:12:10dentro do corpo dela, vai acontecer essa

1:12:12parte aqui da imagem, ó.

1:12:14Ele não pode ficar no sangue. Se ele

1:12:16ficar no sangue, sistema complemento

1:12:18acha ele. Células da imunidade, outras

1:12:21células da imunidade, como os fagócitos,

1:12:24né, que não é o que ele quer. Linfócito

1:12:26começa a produzir anticorpo contra ele,

1:12:29gera inflamação. Então tem um monte de

1:12:31coisa no corpo humano que vai querer

1:12:32agredir ele e matar ele. Então para ele

1:12:36fugir do sistema imunológico, que que

1:12:37ele faz? Ele entra para dentro de uma

1:12:39célula, uma célula hospedeira. E ele

1:12:42gosta muito no sangue dos monósos, né,

1:12:44que seriam os macrófagos. Aí quando a

1:12:45gente tá em tecido

1:12:47lá dentro desse desse monósito, desse

1:12:50macrófago, ele joga o flagelo fora, vira

1:12:54essa célulazinha redonda, que a gente

1:12:56chama a gota e vai fazer intensa

1:12:59multiplicação, que é a divisão binária

1:13:01que a gente já falou.

1:13:03Só que ele começa ali, ó, expandir tanto

1:13:05dentro do macrófago que o macrófago não

1:13:08vai conseguir segurar ele o tempo todo.

1:13:10Vai chegar o momento que o macrófago vai

1:13:11fazer o quê? Estourar. Na hora que ele

1:13:14estoura, a migota, se ela ficar sem o

1:13:17flagela, ela não vai conseguir fugir do

1:13:19sistema imunológico da pessoa. Então ele

1:13:22volta pra forma de tripoigota

1:13:25para que ele consiga fazer o quê?

1:13:28Invadir uma outra célula. Olha aqui para

1:13:30você ver essa parte aqui, ó. Tá vendo?

1:13:33Até tem artigo aí falando que a mgoto às

1:13:36vezes pode infectar, mas assim, vamos

1:13:40seguir o que, né, é mais bem colocado,

1:13:42que é o quê? Ele voltar a forma de tripo

1:13:45machigota para poder infectar novos

1:13:47macrófagos. E aí ele fica na fase aguda

1:13:50fazendo isso aqui. Entra dentro de um

1:13:52macrófago, vira a mastigota, vai sair do

1:13:54macrófago, volta pra triploigota e aí

1:13:57ele fica voltando. Nesse meio tempo aí

1:14:00duas coisas podem acontecer. O barbeiro

1:14:04voltar a chupar sangue e se reinfectar,

1:14:07ou o novo barbeiro que não era infectado

1:14:09ficar infectado, ou ele vim parar aqui,

1:14:12ó, num tecido. Qual tecido? poliana do

1:14:16coração, do isôfago, do intestino,

1:14:19entendeu? E aí lá, ó, ele vai formar os

1:14:22ninhos de mastigota que a gente tava

1:14:23falando. Isso aqui também, ó, cada

1:14:26pontinho roxo desse na imagem é uma

1:14:29micota,

1:14:30certo? Muito bem. Alguma dúvida aí,

1:14:33gente, a respeito do ciclo? É um ciclo

1:14:36muito fácil, bacana de entender,

1:14:38simplesinho, top, né? Então aqui a gente

1:14:41tem toda a problemática em cima do

1:14:45do da doença de chagas. A pessoa pode,

1:14:49né, desenvolver ali uma parasitose

1:14:50grave, dar por exemplo, um infarto

1:14:53fulminante, desenvolver, né, megacola,

1:14:56megaôfago

1:14:57rapidão, né, com pouco tempo de infecção

1:15:00ou ela pode ter infecção assintomática,

1:15:03que é o mais comum, porque por isso que

1:15:05a maioria das pessoas vai dar o

1:15:07diagnóstico só lá na fase crônica. Aí,

1:15:09isso aqui para nós é muito importante, a

1:15:10gente precisa saber quem são os sinais

1:15:12clínicos e, né, de fase aguda, fase

1:15:15crônica e como é que eu vou fazer para

1:15:16dar o diagnóstico disso aí. Então, isso

1:15:18aqui a gente precisa rever. Sinal

1:15:20clínico de fase aguda. São aqueles dois

1:15:22sinais que a gente falou, né? Das duas,

1:15:25uma. ou vai ter o chagoma de inoculação,

1:15:27ó, primeiro parece que o negócio tá

1:15:29irritado, depois ele dá uma lesão,

1:15:32porque igual eu falei para vocês, a boca

1:15:33do barbeiro é muito laceradora, que a

1:15:37gente fala, parece uma faquinha

1:15:40cortando. Então aqui, ó, depois vai dar

1:15:42uma alergia e e fica aquela feridinha,

1:15:46sabe? Que não é muito pequena.

1:15:48Mas se a contaminação aqui é para mucosa

1:15:51conjuntiva, tá vendo? Aí a gente faz

1:15:53aqui a inflamação e a gente chama isso

1:15:55aqui de sinal de românia, que é o caso

1:15:57lá da Berenice, que a gente mostrou lá

1:15:58no slide no início da aula. Que que mais

1:16:01que a pessoa pode ter? Febre, que é

1:16:03inespecífica, malestar geral, que é

1:16:06inespecífica, hiporrexia, que é aqui, ó,

1:16:08ficar tudo doendo os linfonodos aqui

1:16:12perto dos cervicais, né, da garganta.

1:16:15Dor, né, ganglioná, pode sentir também.

1:16:17A hiporx é falta de apetite,

1:16:20hepataomegalia,

1:16:21aumentar a fígado, aumentar a base,

1:16:23certo? Então, ó, são todos sinais

1:16:26inespecíficos. Você tem que focar em

1:16:27quem? Chagoma de inoculação, sinal de

1:16:31românia. Porque isso aqui é muito doença

1:16:33de chagas. A gente fala que são sinais

1:16:35patognomônicos da doença. Quando

1:16:38acontece, você já pode pensar e

1:16:39investigar que possivelmente vai ser

1:16:41aquela doença.

1:16:43Depois da fase aguda. Então, a gente tem

1:16:45a fase crônica. A fase crônica, ela vai

1:16:47ser muito variável. Tem gente que vai

1:16:50fazer fase cardíaca, então aumenta aí o

1:16:52coração, começa a dar insuficiência

1:16:54cardíaca, ele tem que aumentar de

1:16:56tamanho para poder compensar eh essa

1:16:59falta de de função. Por que que acontece

1:17:02isso, professora? Quando ele vai fazer

1:17:04os ninhos lá de amashigota, ele vai pros

1:17:06lugares no órgão que é perto do sistema

1:17:09nervoso e aí ele faz uma denervação.

1:17:12Nessa denervação,

1:17:14eh, o órgão meio que para de receber o

1:17:16sinal, certo, para poder fazer sua

1:17:18função. E aí ele tem que ficar ali toda

1:17:20a vida sendo hiperestimulado,

1:17:22hiperestimulado. E aí ele tem que

1:17:23aumentar o seu tamanho para compensar

1:17:26essa falta de de

1:17:30sincronia aí na função que precisa

1:17:32realizar. Então 20% mais ou menos vai

1:17:35apresentar a forma digestiva, né? Uma

1:17:39outra porcentagem vai apresentar as duas

1:17:41coisas junto, tanto a alteração cardíaca

1:17:43quanto a digestiva.

1:17:45Mas 50% apresenta a forma indeterminada.

1:17:49O que que é isso? O parasita tá lá

1:17:51dentro do corpo da pessoa, tá na fase

1:17:53crônica, sumiu do sangue, mas você não

1:17:56consegue detectar se ele tá no

1:17:58intestino, se ele tá no no coração, ele

1:18:00tá em algum lugar escondido lá no pulo,

1:18:02entendeu? Que é muito menos assim, é

1:18:05muito comum, né? Mas a gente não

1:18:08consegue determinar. Só quando a pessoa

1:18:10começa a apresentar os sintomas mesmo

1:18:12ali que às vezes a gente vai conseguir

1:18:13associar. Então essa fase crônica, né,

1:18:16de dar o isôfago grande, mega isôfago, o

1:18:19megacolo, coração, né, chagas, que ele

1:18:22fica também grande, pode levar até 15

1:18:26anos ou mais para poder acontecer. É

1:18:30muito comum a pessoa fazer o diagnóstico

1:18:32só na fase crônica, porque na fase aguda

1:18:34passa muito rápido e aí ela não percebe,

1:18:37né? Então aqui reforçando infecção

1:18:39assintomática ou sinal de românia e

1:18:43chagoma deoculação

1:18:45na fase crônica, em determinada maioria

1:18:47dos casos, ou a fase cardíaca ou

1:18:50misturada, cardíaca digestiva e uma

1:18:52forma grave aí que é fulminante, né? Eh,

1:18:55o meu avô, sempre eu conto, ele encartou

1:18:58por causa de chagas. Ele tinha só 40

1:19:01anos quando isso aconteceu. Então, olha

1:19:04só, no diagnóstico, né, você pode fazer,

1:19:07anota aí que isso aí serve para todo

1:19:09mundo. Diagnóstico direto é quando você

1:19:11enxerga o parasito. Diagnóstico indireto

1:19:15é quando você vai investigar a produção

1:19:17de anticorpos, certo? Então, se eu tô

1:19:21fazendo o método direto, eu preciso ver

1:19:23o parasito. Se eu tô fazendo o método

1:19:26indireto, eu preciso ver qual que é a

1:19:28produção de anticorpo que aquela pessoa

1:19:30tá tendo em relação a ele. Nesse caso

1:19:34aqui, nas imagens que eu coloquei aqui

1:19:35do lado direito, nós temos dois exames

1:19:39diretos.

1:19:40Esse primeiro aqui que a pessoa tá

1:19:42segurando sem ter, né, norma de

1:19:44biossegurança, que é o que a gente chama

1:19:46de microhematócrito. Então a gente vai

1:19:49usar bem essa regiãozinha aqui, ó, para

1:19:51enxergar o parasito. Ou eu posso fazer

1:19:55de uma forma mais concentrada no método

1:19:57que a gente chama de strut. Aí eu vou

1:20:00fazer o quê? pegar também essa natinha

1:20:03aqui, ó, e tentar fazer um esfregaço

1:20:06para enxergar as formas parasitárias a

1:20:09partir de uma coloração. Gente, o tanto

1:20:12que essa imagem é maravilhosa. Olha

1:20:14aqui, ó, mostrando na pontinha o

1:20:15cinetoplas pequenininho. Olha o

1:20:17cabelinho que ele tem, que é a membrana

1:20:19ondulante maravilhosa. E o núcleo aqui

1:20:23parecendo um olhinho nele. Tá vendo?

1:20:25Isso aqui é importante de se saber

1:20:27porque quando se tem leiximânia, a

1:20:29leiximânia nunca vai ter membrana

1:20:31ondulante. A gente usa isso para

1:20:33diferenciar, tá?

1:20:35Ai não basta saber de chagas, tem que

1:20:37saber de leite manânia, tem que saber de

1:20:39leixeimânia, malária, tóxico, os ossos

1:20:41todosos.

1:20:43>> [roncando]

1:20:43>> Então aqui em cima, ó, a gente chama a

1:20:45espécie de concentração do

1:20:46microhematógrafo.

1:20:48A gente vai lá no microscópio, que o

1:20:49objetivo é de 100, coloca óleo de

1:20:51imersão e às vezes a gente consegue ver

1:20:53o parasito aqui, ó, porque ele fica

1:20:55tentando entrar dentro do macró, né? No

1:20:58caso, o monóo que tá aqui presente, você

1:21:00consegue ver ele flagelado assim, ó, eh,

1:21:03se mexendo para tentar entrar. Deixei

1:21:05até um um link aqui depois para vocês

1:21:07poderem ver isso aí no no

1:21:11outro vídeo, mas vocês podem dar busca

1:21:12aí de certo no TikTok deve ter muito

1:21:15vídeo mostrando esse tipo de de exame aí

1:21:18aqui embaixo, né? Como eu já usei um

1:21:20volume maior de sangue e aí eu faço a

1:21:23laminazinha para poder corar e enxergar

1:21:26não.

1:21:28O nome do exame. Eu falo que é o método

1:21:30de strute. Que que vocês t que pegar?

1:21:33Tanto a concentração do microhematógito

1:21:35quanto o método de strut vai enxergar a

1:21:38forma tripoota,

1:21:40tá?

1:21:41ou ali, né, a mota. Se eu tiver feito a

1:21:44coloração também eu consigo ver lá

1:21:45dentro do leucosto.

1:21:47Ah, professora, eu podia fazer uma gota

1:21:49espessa ou fazer o esfragado sanguíneo,

1:21:51aquele que eu faço para contar leucóo lá

1:21:53no hemograma, não é indicado, porque

1:21:56eles têm baixa sensibilidade, baixa

1:21:59especificidade. Então, às vezes você

1:22:01corre a lâmina inteirinha, como você não

1:22:03concentra aqui, ó, concentração do

1:22:06microhematócito, método de stroll, tudo

1:22:08a gente tá juntando um tantão de sangue.

1:22:11Então você tá concentrando ali o

1:22:12parasito para facilitar a sua

1:22:14visualização. Na gota espessa e no

1:22:16esfregar sanguíneo você não tem isso,

1:22:18né? Embora a gota espessa seja um método

1:22:20de concentração, você não tem isso.

1:22:22Então a sensibilidade aqui é muito pouca

1:22:25pela baixa quantidade de sangue que a

1:22:26gente usa para fazer essas lâminas. Não

1:22:28é indicado de jeito nenhum. Fase aguda,

1:22:32tá? DCA aqui, ó. Doença de chagas aguda.

1:22:35Não consegui ver o parasito. Professora,

1:22:38quando que eu posso fazer o exame lá

1:22:40para eu ver os bichinhos? Só na fase

1:22:41aguda. Fase crônica, ele some do sangue.

1:22:45Se você fizer, vai dar negativo. Falso

1:22:47negativo, tá? Não é, não vai ter muita

1:22:50credibilidade o exame. Mas se eu não

1:22:53conseguir ver ele de forma indireta,

1:22:55existe exame pra gente fazer e melhorar

1:22:58ali a produção para poder observar? Sim,

1:23:02tem dois jeitos. A gente pode usar a

1:23:04hemocultura ou a gente pode usar o xeno

1:23:07diagnóstico, tá? Hemocultura é o que que

1:23:10o nome já tá falando, cultura do sangue

1:23:13para tentar enxergar o parasito dentro

1:23:15ali dos dos leucóos, no caso, né? Porque

1:23:18a hemicultura vai o sangue inteiro, a

1:23:19gente não coloca só em o xeno

1:23:22diagnóstico é quando a gente usa o

1:23:24barbeiro para picar, né, o sangue da

1:23:27pessoa que a gente quer olhar se ela tem

1:23:31doença de chagas. Depois a gente espera

1:23:33o tempo ali dele fazer a digestão e vai

1:23:35pegar as feeses dele, olhar no

1:23:37microscópio para poder tentar enxergar

1:23:39as formas parasitárias.

1:23:41Tanto na hemocultura como no xeno

1:23:43diagnóstico, pode ser que eu observe

1:23:45forma epimastigota além da tripoigota,

1:23:48tá? Mas lá na célula normalmente a gente

1:23:51não vai ver a machigota não, essas duas,

1:23:53porque aí eu meio que simulo no método

1:23:55indireto o ciclo de vida no inseto e aí

1:23:59eu enxergo. Tudo bem, gente? até agora.

1:24:04Ah, métodos indiretos que eu posso ver,

1:24:05não para enxergar o parasito, mas para

1:24:07poder ver a produção de anticorpo que a

1:24:09pessoa vai fazer no corpo dela. Então,

1:24:11eu tenho os métodos sorológicos. Sempre

1:24:14que eu quiser ver

1:24:17anticorpo, eu tenho que fazer sorologia,

1:24:21certo? Porque eu vou pesquisar a

1:24:23presença de anticorpos. Quais são as

1:24:26opções que eu tenho? Várias. Aí agora eu

1:24:29vou te falar o que que você pode usar e

1:24:31o que que você não deve usar de jeito

1:24:32nenhum, mas que os laboratórios até hoje

1:24:34fazem ainda. Isso já tem muito tempo que

1:24:36pede para não fazer. Imunofluorescência

1:24:39indireta, você vai jogar tipo uma luz de

1:24:41neon em cima do do anticorpo que foi

1:24:45produzido para você ver que tá tendo a

1:24:47presença dele ali. O Elisa, que é um

1:24:50ensaio imunoenzimático, a gente faz

1:24:52proporção ali de dosagem. em outro

1:24:54momento eu explico ela para vocês. A

1:24:57hemaglutinação

1:25:00indireta, no caso, porque eu vou

1:25:01investigar a presença de anticorpo, né,

1:25:03parte de emácias que foram

1:25:04sensibilizadas com proteínas do

1:25:06trifanosoma cruz. E tem um exame muito

1:25:10antigo que até hoje os laboratórios

1:25:12insistem em usar. Nós vamos riscar ele

1:25:13aqui, ó. Riscar ele. E vamos riscar

1:25:16também esse bichinho aqui para vocês

1:25:18entender. Lembrar que não pode. Se

1:25:20alguém falar assim: "Ah, eu não tenho

1:25:22doença de chagas não. Eu fiz o machado

1:25:23guerreiro e o resultado deu negativo."

1:25:26Aí você vai falar assim: "Ô, meu Deus,

1:25:28socorro!" Porque não é o exame ideal,

1:25:31gente. Ele usa fixação do complemento,

1:25:33mas o complemento é ativado num monte de

1:25:35outras doenças. Então o resultado dele

1:25:38não é nada específico, não é legal a

1:25:40gente fazer não. Fora que a metodologia

1:25:42dele é difícil de executar, não é

1:25:43facinha não, tá? Às vezes o que que

1:25:46acontece em alguns laboratórios que eu

1:25:47já observei, o pessoal faz a

1:25:49hemoglutinação e chama a hemoglutinação

1:25:52de machado guerreiro. Eu já vi isso

1:25:54também. O que também tá incorreto,

1:25:56porque a metodologia da fixação do

1:25:58complemento é diferente da metodologia

1:26:01da hemaglutinação, não é a mesma coisa.

1:26:03Eu vou ensinar para vocês aqui agora a

1:26:05emaglutinação, que inclusive a gente

1:26:07faz.

1:26:09Ah, professora, doença de chagas é

1:26:11doença que precisa ser notificada. E,

1:26:14então quando eu faço os exames diretos,

1:26:16os exames indiretos, eu não consigo

1:26:18fechar o diagnóstico, eu posso empregar

1:26:21também biologia molecular, porque a

1:26:24biologia molecular vai lá a nível de DNA

1:26:26do parasito e consegue me falar com

1:26:29certeza, né, com muita sensibilidade,

1:26:32com muita especificidade, a presença

1:26:34daquele parasita na amostra. Então o

1:26:37resultado de biologia molecular, se ele

1:26:39foi usado um primer que é muito

1:26:41específico pro TCZ,

1:26:43é mais difícil de de ficar discutindo se

1:26:46o resultado foi certo, se não foi, tá? É

1:26:48bem provável que ele tenha sido bom o

1:26:50resultado. Então a polimerase, né,

1:26:52reaction aqui, a PCR, é o exame indicado

1:26:55no caso da biologia molectular, certo?

1:26:58Esses métodos indiretos aqui, ó, podem

1:27:00ser usados na fase aguda ou na fase

1:27:01crônica, só que, né, eles vão ter muita

1:27:04importância na fase crônica.

1:27:06Porque aí eu já não enxergo mais o

1:27:08parasita. Agora aqui, ó, chegou a hora

1:27:10de vocês trabalharem. Essa imagem aqui,

1:27:12ela foi colocada para vocês, para vocês

1:27:15poderem trabalhar

1:27:17quando vocês tiverem que comprar kits

1:27:20para poder

1:27:22fazer, né, a emaglutinação, tá? Aqui nós

1:27:26estamos falando de hemaglutinação

1:27:29indireta, porque eu vou pesquisar se a

1:27:31pessoa tá produzindo eh anticorpo, tá

1:27:35bom?

1:27:36Eaglutinação indireta.

1:27:39[limpando a garganta]

1:27:40A gente usa aqui, ó, uma placa de Elisa.

1:27:43Essa plaquinha aqui que vocês estão

1:27:44enxergando, ela é de Elisa. Se a gente

1:27:46usar ela, olhar ela de ladinhos, a esses

1:27:49pozinhos aqui onde o pessoal petuar

1:27:50mostra, eles parecem os tubinhos

1:27:52deendor. Eles são cônicos. Tem esse

1:27:55fundinho aqui, ó, para juntar mostra bem

1:27:57na na basezinha dele, né? No fundinho

1:28:01dele.

1:28:03Aí, que que eu tenho? Como é que eu vou

1:28:04fazer a leitura quando eu usar essas

1:28:06placas aqui, ó? Então, nas colunas a

1:28:07gente tem números

1:28:09e nas linhas a gente tem letras. Que que

1:28:13é normal, pessoal, fazer dentro do

1:28:14laboratório? Eu fiz o um, eu tampo ela.

1:28:17Eu fiz o dois, eu tampo ela. Eu fiz o

1:28:19três, eu tampo ela. Eu fiz o quatro, eu

1:28:21tampo ela. Eu fiz o cinco, eu tampo ela.

1:28:23Eu fiz o seis, eu tampo ela. Com quê?

1:28:25Esparadrapa, alguma coisa ali que vai

1:28:27colar e não vai me atrapalhar usar os

1:28:29aos outros pocinhos. Certo? Uai,

1:28:32professor, para que que eu tenho que

1:28:33fazer isso? Porque o resultado da da

1:28:35doença de água você tem que guardar por

1:28:37um tempo. Eu não posso jogar ele de

1:28:39fora, descartar, porque, por exemplo, se

1:28:41vigilância epidemiológica vem, pede para

1:28:43olhar o resultado, você tem que ter ali

1:28:45para poder mostrar, tá?

1:28:48Aí a gente começa sempre nessa ordem,

1:28:50então ó, vai olhando por linha,

1:28:53certo? Aí eu fechei todas as colunas da

1:28:56linha A, eu venho pra linha B. Fechei

1:28:58todas a linha B, eu venho pra linha C.

1:29:01Fechei todas a letra D. Eu venho até eu

1:29:04conseguir completar uma placa de Elisa

1:29:06total. Certo? Pergunta que eu falo para

1:29:09vocês. Nessa placa a gente tem quantos

1:29:14pocinhos aqui, ó, que foram testados?

1:29:17Coloca aí para mim no chat. Vocês estão

1:29:18ainda prestando atenção? Tão aí na live?

1:29:25Nós nós daali pouco a gente termina.

1:29:28Capaz que daqui uns 30 minutos.

1:29:30Mas vocês têm aí o quê, ó? Me conta, por

1:29:34favor, quantas amostras, né? Quantos

1:29:36pocinhos a gente tem testados aqui nessa

1:29:39imagem que eu coloquei para vocês.

1:29:47Acho que foi seis. A Tainá colocou. Hum.

1:29:51Um. Tá certo. Dois tá certo. Três. Tá

1:29:53certo. Quatro. Tá certo. Cinco. Tá

1:29:55certo. Seis. Tá certo. Olha aqui, Tina.

1:29:57A imagem às vezes não ficou muito bom,

1:29:59mas você não tá conseguindo ver um

1:30:00pontinho bem aqui, não. Ó,

1:30:03a sete foi também, gata. E aqui, ó, tá

1:30:07mais difícil, mas é por causa do

1:30:08resultado. A oito também foi. Então, a

1:30:12gente vai ficar até aqui. Todas essas

1:30:14outras aqui, ó, ninguém tem nada com

1:30:16nada, tá? Muito bom. Vocês estão

1:30:19colocando aí. Agora, que que a gente

1:30:22precisa falar, né? Não lembro o que que

1:30:25eu coloquei aqui nesse slide que eu

1:30:26alterei ele. Deixa eu passar para cá, ó.

1:30:29Nós vamos agora olhar como é que a gente

1:30:31faz para ler essa lâmina, certo? Então,

1:30:35o que que você faz, ó? Você compra lá a

1:30:38emácia que foi sensibilizada com

1:30:41tripanosoma cruz, certo? É lógico que

1:30:44vai ter uma metodologia. Essa

1:30:45metodologia aqui a gente gasta mais ou

1:30:47menos pelo menos uma hora mais ou menos

1:30:49para olhar para terminar para pipetar,

1:30:51fazer ali as trocas todas de reagente

1:30:53que a gente precisa, tá bom?

1:30:56Essa ela é massácia de carneiro.

1:30:58Normalmente ela tá sensibilizada bem

1:31:00aqui na na membraninha dela com os

1:31:02pedacinhos do tripanos cruzing,

1:31:05certo?

1:31:06E aí o que que acontece? Quando você

1:31:09coloca a sua amostra lá para reagir, das

1:31:12duas uma, ela vai ter o anticorpo ou ela

1:31:16não vai ter o anticorpo.

1:31:19Qual que é o princípio

1:31:23dos métodos sorológicos?

1:31:26Isso aqui vocês não podem esquecer não,

1:31:27porque isso é pra vida, né? Vocês já

1:31:29aprenderam, mas vamos reforçar o

1:31:31conteúdo.

1:31:33O princípio é o que? ligação antígeno.

1:31:36Vamos escrever um agir aqui

1:31:39com o anticorpo,

1:31:43certo?

1:31:44Então isso normalmente nos testes

1:31:47orológicos é indicativo

1:31:50de

1:31:53reação positiva ou amostra reagente, que

1:31:58às vezes é mais legal da gente usar,

1:32:01entendeu? Aí o que que ele tá falando na

1:32:03reação aqui, ó, que a pessoa tinha na

1:32:07reação positiva anticorpo para o

1:32:09tripanosoma cruz e esses anticorpos

1:32:12reagiram com as emácias sensibilizadas

1:32:14com os antígenos do tripanosoma cruz.

1:32:18Então quando a gente olhar lá você vai

1:32:20enxergar uma malha homogênea,

1:32:25entendeu? Por quê? vai fazer tipo uma

1:32:30uma malha mesmo, uma natinha, uma

1:32:32nuvenzinha que vai ficar lá de forma

1:32:34homogênea. Parece uma sujeirinha. Quando

1:32:36você olhar assim, ó, você fala: "Ixe",

1:32:37parece que tá meio sujinho mas não tem

1:32:39nada muito específico não, que é aquela

1:32:41coisa ali, tá?

1:32:43Agora, quando você não tem os

1:32:45anticorpos, ou seja, você não entrou em

1:32:48contato com tripanosoma cruz, você não

1:32:50produziu anticorpo, nem gm, nem gg.

1:32:54Então ali, ó, tudo que tem no seu sangue

1:32:57não vai nada reagir com as emácias de

1:32:59carneiro sensibilizadas com os antígenos

1:33:02do tripanosoma cruz. Então o que que vão

1:33:05vai acontecer com as emácias? Que você

1:33:07precisa deixar esse teste em repouso e

1:33:10fazer a leitura depois de um tempo para

1:33:12dar tempo da gente eh acontecer a

1:33:14reação. Como a Emcia não ligou em

1:33:17ninguém, elas vão ir lá pro fundinho que

1:33:20a gente falou que é o jeito do potinho,

1:33:21ó, lá da plaquinha.

1:33:24E elas vão depositar aqui, ó. Aí parece

1:33:27que formou o quê? Um olhinho, um

1:33:30botãozinho. Vocês concordam?

1:33:32Esse botãozinho indica uma reação

1:33:35negativa. Não formou, não misturou, não

1:33:38ligou nada com nada. Certo? Agora vamos

1:33:42voltar lá nas amostras que a gente teve.

1:33:45Quem dessas amostras aqui vocês acham

1:33:47que formou o botãozinho?

1:33:50E quais dessas amostras vocês acham que

1:33:52formou a malha?

1:33:55Conta para mim aí no chat, por favor.

1:33:58Nós vamos chamar cada pocinho, ó, de

1:34:00acordo com o que foi identificado na

1:34:01placa. A1, A2, A3, A4, A5, A, A, A8.

1:34:09Escreve aí, faz favor, digita, né? Quem

1:34:13que vocês acham que foi positivo na

1:34:16placa que a gente tá olhando aqui agora,

1:34:18usando para olhar,

1:34:22para avaliar, no caso,

1:34:39chegou aí para vocês, gente, quando

1:34:41vocês vão responder respondendo, eu vou

1:34:42colocando aqui, ó. Eh, esse aqui, ó,

1:34:46normalmente é o tipo de testezinho de

1:34:48testezinho que a gente compra, tá? A

1:34:51marca aqui, ó, Analisa, que é uma marca

1:34:52boa. Eh, Chagas, Chagas Rai, né? Que

1:34:56aqui é emaglutinação indireta, é isso

1:34:59que ele quer dizer com isso aqui. Mas

1:35:01tem também o chagateste que a gente usa

1:35:03de outras marcas, entendeu? Aí ele vem

1:35:05com todos os componentes que a gente

1:35:07precisa usar para poder fazer essa

1:35:08reação. Então você compra, basicamente

1:35:11você tem que ter essa plaquinha aqui no

1:35:12seu laboratório e aí é trabalhar com

1:35:15pipetagem, tá? Muito fácil. Tainá, esses

1:35:18aqui que você colocou para mim, A2, A3,

1:35:20A4, A5, A6, A7, eles são amostras

1:35:24positivas ou amostra negativa?

1:35:42positiva. Tá bom? Aí nós vamos corrigir

1:35:44essa informação, tá? Você falou certinho

1:35:47o grupinho, só que aqui a gente só tem

1:35:49que trocar o jeito que você tá falando.

1:35:51Lembra que a gente falou que pras

1:35:53negativas não tem ligação antígeno,

1:35:56anticorpo, então as emácias vão

1:35:58depositar lá no fundinho,

1:36:00entendeu? Então em vez da gente falar

1:36:02que elas são negativas, nós vamos falar

1:36:03que elas são o quê?

1:36:06Negativa, tá?

1:36:08Sempre que formar o botão ou olho, o

1:36:11olhinho, não sei que que vocês acham que

1:36:12parece mais aí, a amostra tá o quê?

1:36:16Negativa. Ah, Poliana, tem hora que o

1:36:20resultado fica meio estranho que aí a

1:36:22gente não consegue determinar. Sim. Aí a

1:36:25gente libera o resultado como

1:36:26indeterminado. Olha aqui para vocês

1:36:28verem, ó. Na dois tem um botão lindo, na

1:36:30três tem um botão lindo. Olha a quatro.

1:36:32Tá bonitinho, mas olha assim, assim que

1:36:35a gente poderia colocar um

1:36:36indeterminado, porque ele formou um

1:36:38botão, mas se vocês observar, ele não tá

1:36:39tão transparente, límpido, ó, igual as

1:36:42outras, ele tá meio que fazendo a

1:36:44nuvenzinha. Então, será que começou a

1:36:47fazer reação? Às vezes a pessoa tá com

1:36:49um pouco anticorpo ali presente, porque

1:36:50tem muito tempo que ela deu a reação,

1:36:52entendeu? Então, sempre que tiver o

1:36:55botãozinho vai ser negativa, tá? Nesse

1:36:59caso aqui, ó, a oito, você não viu o

1:37:02botão, ela vai ser positiva, amostra

1:37:07positiva. E se é uma amostra positiva,

1:37:10eu preciso ter todos os cuidados, tomar

1:37:13medicação, fazer um segundo exame para

1:37:16poder confirmar o resultado, porque a

1:37:18gente faz aqui, libera o resultado só

1:37:20com duas metodologias diferentes, faz

1:37:22parte do fluxograma da doença de chagas,

1:37:24tá?

1:37:25E aqui, ó, no um, por que que eu não vou

1:37:27falar que aqui é uma amostra positiva?

1:37:30Porque a um e a 2, num teste novo que a

1:37:33gente tá usando para poder fazer o

1:37:35exame, eu preciso ter o meu controle de

1:37:38qualidade dentro do laboratório. Então,

1:37:40a amostra número um é um controle

1:37:42positivo de reação. É reação positiva,

1:37:45ó, tem só uma nuvenzinha.

1:37:48E o dois é o nosso controle

1:37:52negativo. Então quer dizer que é uma

1:37:55reação que não aconteceu, tá bom? De

1:37:57amostra aqui, a gente ia ter o 3 4 5 6 7

1:38:038, tá? E de todas elas, a única que a

1:38:06gente pode falar com certeza que foi

1:38:08positiva é a amostra oito. No caso,

1:38:11conseguiram entender, pessoal? Me fala

1:38:13aí.

1:38:15Vocês conseguiram pegar?

1:38:25Conseguiram entender a emaglutinação

1:38:27indireta? Sim ou não? Escreve aí, por

1:38:29favor, porque aqui eu já tenho

1:38:31fluxograma pra gente terminar essa parte

1:38:33logo de de doença de chagas. Muito bom.

1:38:35E ajuda aí outras pessoas a entender

1:38:37também, tá?

1:38:39O caso de doença de chagas, né? Nos

1:38:42casos suspeitos de de doença de chagas

1:38:44aguda, a gente vai coletar a amostra de

1:38:47sangue e vai fazer teste parasitológico

1:38:49e teste sorológico. Que que a gente quer

1:38:52dizer com isso aqui? Ao mesmo tempo, né?

1:38:54Ou simultaneamente parasitológico, você

1:38:56tem que enxergar o parasito. Sorológico,

1:38:58você tem que ver a produção de

1:38:59anticorpo, tá?

1:39:01Se faz um parasitológico e o resultado é

1:39:04positivo, se o resultado é negativo,

1:39:06você vai fazer um fluxograma diferente.

1:39:09Então, ó, se o resultado aqui do

1:39:13parasitológico for positivo, é

1:39:15indiscutível. Você viu o parasito, o

1:39:18resultado positivo é confirmar o caso.

1:39:21Mas se o resultado for negativo, a gente

1:39:23precisa repetir o exame. E aí se quando

1:39:26eu repetir o resultado der positivo,

1:39:30eu vou o quê? Confirmar o caso. Mas se

1:39:34eu continuar com resultado negativo, a

1:39:37gente vai descartar se os casos forem

1:39:41negativos. Então aqui seria uma pessoa

1:39:42que não teve doença de chagas, tá?

1:39:45Eh, fiz. Então, ó, vamos repetir. Fiz o

1:39:49exame parasitológico.

1:39:51Deu positivo, confirmou o caso. Deu

1:39:54negativo, eu preciso repetir. Se quando

1:39:57eu repetir o resultado deu positivo, eu

1:39:59confirmei. Se eu repeti, ele continuou

1:40:02negativo e eu fiz os testes urológicos e

1:40:05também foram negativos, então a pessoa

1:40:07nunca teve doença de chagas, né? pelo

1:40:10menos não a pessoa não eh esse teste

1:40:14pelo menos assim a sensibilidade foi

1:40:16testada de várias de diferentes formas e

1:40:18a gente não conseguiu associar

1:40:20aí lá na sorologia como é que a gente

1:40:22vai fazer primeiro eu tenho que fazer a

1:40:24sorologia paraa doença aguda e também

1:40:27pra doença crônica. Então eu eu busco

1:40:30primeiro identificar o IGM e depois eu

1:40:33vou fazer o IGG depois de duas amostras

1:40:35ali com intervalos mínimos de 15 dias

1:40:37mais ou menos para dar tempo do seu

1:40:39corpo produzir o anticorpo, no caso.

1:40:42Então olha só, se eu fiz a detecção do

1:40:45IGM e foi reagente,

1:40:48então eu confirmo o caso. Por exemplo,

1:40:50aqui, ó, se eu testei o parasitológico

1:40:52aqui, deu negativo, mas o IGM deu

1:40:53positivo.

1:40:56trio hig deu negativo, parasitológico

1:41:00negativo, então descarto caso, tá?

1:41:03Aí depois de 15 dias, né, repetindo lá,

1:41:07que que eu vou fazer? Vou fazer aqui o

1:41:09teste para IGG. Então, no IGG, né, a

1:41:13gente vai ter aí, ó, que fazer as vezes

1:41:15diluição por conta da quantidade alta de

1:41:18anticorpo. Quando você tem muito

1:41:20anticorpo produzido numa doença, o

1:41:22resultado pode ser falso negativo,

1:41:24porque o teste tem competição demais ali

1:41:26de sítio de ligação e ele vira negativo.

1:41:29Mas não é porque ele tá negativo, é

1:41:30porque eh os o antígen anticorpo fica

1:41:33meio doido e aí eles não conseguem fazer

1:41:35ligação habitual normal que a gente

1:41:36espera, tá?

1:41:38Se o IGG deu positivo, confirma o caso.

1:41:42Se não reagiu

1:41:44ou reagiu aqui sem aumento de duas ou

1:41:47mais titulações, eu vou descartar o

1:41:49caso. Então, entendeu? Eu não posso

1:41:52fazer o único teste e falar que a pessoa

1:41:54nunca teve contato com tripanosoma

1:41:56cruzing. Eu preciso seguir esse

1:41:59fluxograma aqui conforme vigilância

1:42:01sanitária, tá? senão dá problema pro meu

1:42:04lado. E aí quando eu vou lá pra doença

1:42:07de chagas na fase crônica, então eu vou

1:42:09usar só teste sorológico porque os

1:42:11parasitológicos aqui não vão detectar.

1:42:14Então o que que eu vou fazer de teste

1:42:16sorológico? Posso usar tanto o soro

1:42:18quanto o plasma. Então eu posso coletar

1:42:20no tubo vermelho, no tubo amarelo, ou eu

1:42:22posso pegar tubo também que que tem o

1:42:25plasma, né? O o roxinho, por exemplo,

1:42:27DTA. E aí eu vou fazer dois métodos

1:42:30diagnósticos obrigatoriamente para poder

1:42:33testar. Se os dois testes forem

1:42:36positivos, o resultado é positivo. A

1:42:39pessoa possivelmente entrou em contato

1:42:41com doença de chagas. Se os dois eh não

1:42:46tiverem reação,

1:42:48então eu também libero como nunca entrou

1:42:50em contato. Agora, se um teste for

1:42:54reagente e o outro não for reagente,

1:42:57então eu tenho um resultado

1:42:59indeterminado. Eu preciso repetir os

1:43:01testes depois ali da do tempo ali de

1:43:03espera. Se o resultado continuar

1:43:06indeterminado, eu vou liberar um

1:43:09resultado inconclusível. em conclusivo e

1:43:13indicar a realização de testes

1:43:15moleculares, por exemplo, a PCR ou blot,

1:43:20que é um uma PCR variada aí que a gente

1:43:23realiza, certo, pessoal? Sempre repetir

1:43:27no fluxograma. Aí aqui, ó, pra gente

1:43:30avaliar algumas questões, pensa que você

1:43:34foi fazer uma pesquisa

1:43:36e aí nessa pesquisa que você foi eh

1:43:39realizar com um grupo de pesquisadores,

1:43:41vocês tiveram três resultados

1:43:43diferentes. Então, vamos ver o primeiro

1:43:45resultado aqui, ó.

1:43:47A presença de anticorpos IgM antitecruse

1:43:51no sangue indica infecção aguda. No caso

1:43:55dos humanos, quando associada a fatores

1:43:58clínicos e epidemiológicos

1:44:00compatíveis, tipo qu

1:44:04sinal de România, chagominoção,

1:44:08vão indicar doença crônica. Isso aqui

1:44:11foi um resultado que você observou junto

1:44:13lá com a sua equipe, que você tava

1:44:15fazendo as pesquisas em determinada

1:44:17região do Brasil, que surgiu uns casos

1:44:20de doença de chagas. Você falaria que

1:44:23esse resultado ele é confiável, é

1:44:26verdadeiro ou ele é falso? Que que vocês

1:44:28me falam? Coloca aí.

1:44:38Sim, sim. Tainá.

1:44:41Com certeza. GM é anticorpo de fase

1:44:44aguda. Se eu tenho epidemiologia e ainda

1:44:47sinal clínico, Gcel, com certeza a

1:44:50pessoa deve estar na fase aguda. E ela

1:44:52inclusive é um relato de caso, porque

1:44:53normalmente a gente faz diagnóstico da

1:44:55doença na fase crônica. Aliás, ali tá

1:44:58falando que é doença crônica. Gente,

1:45:00pera aqui. Volta aqui. Não, não, não,

1:45:03não, não. Aqui, ó, é doença aguda, não é

1:45:06doença crônica, tá? Isso aqui deixa o

1:45:09negócio errado, ó.

1:45:12compatíveis com doença aguda. Ainda bem

1:45:15que a gente viu o o erro, né? Agora

1:45:19vamos paraa próxima.

1:45:22No caso dos humanos,

1:45:24caracteriza-se doença crônica, a

1:45:26presença de anticorpos IGG, antidecruse

1:45:31detectados por dois testes sorológicos

1:45:33de princípios distintos, quer dizer

1:45:35diferente, sendo a imunofluorescência

1:45:38indireta, a hemaglutinação indireta

1:45:41também e o Elisa, os métodos

1:45:44recomendados.

1:45:46Essa aqui tá certo, né?

1:45:49Por que que eu faço stand teste? Porque

1:45:51cada um é feito de um jeito diferente e

1:45:54aí eles vão se complementar em relação a

1:45:56resultados. Todos eles, se o resultado

1:45:59do IGG for positivo, dois exames,

1:46:01confirma a doença, fase crônica. Então

1:46:05essa questão, essa, esse resultado da

1:46:06pesquisa aqui tá totalmente o quê?

1:46:08Certo, corretíssimo.

1:46:11E vamos ver aqui então a terceira

1:46:13anotação, certo?

1:46:16Por serem de baixa sensibilidade,

1:46:19os métodos parasitológicos são

1:46:21desnecessários para o manejo clínico dos

1:46:24pacientes.

1:46:26Contudo,

1:46:27o xeno diagnóstico, a hemocultura e a

1:46:30PCR positiva podem indicar a doença

1:46:33crônica.

1:46:35Aqui é sim, tá? Por eh fase fase

1:46:41crônica, a gente não faz exame

1:46:43parasitológico direto. Faltou ele falar

1:46:46isso aqui, porque o direto eu tenho que

1:46:49ver o parasito. Se tá em fase crônica,

1:46:51ele não tá mais no sangue. Você pode

1:46:54tirar o sangue da pessoa inteirinho pior

1:46:56do que o vampirodários lá chufando

1:46:58sangue, não vai dar resultado positivo,

1:47:01porque o o tczu, o tripanosoma escondeu

1:47:05no tecido.

1:47:07Só que quando a gente tem o xeno

1:47:09diagnóstico e aicultura, que são

1:47:11parasitológicos, mas eles são

1:47:13parasitológicos que concentra a amostra,

1:47:16eu posso positivar, que eu não tô

1:47:18falando que indica, eu tô falando que

1:47:19pode. Então, sim, pode indicar a doença

1:47:22crônica. Assim, eu posso acabar

1:47:24favorecendo, né? Isso, Marcos, isso

1:47:27mesmo. Então aqui tá correto. E a PCE em

1:47:30qualquer época que a gente fizer, ela

1:47:31vai ajudar a gente. Então aqui ela só

1:47:33serve para somar, para ajudar a dar o

1:47:35resultado, tá bom? Então pra doença de

1:47:38chagas, é isso que a gente tem, o

1:47:40resultado deve ser liberado em quanto

1:47:41tempo? Que a gente já sabe que é doença

1:47:43de notificação compulsória,

1:47:46mas ela não é urgente, né? É que aqui a

1:47:49gente tem, ó, de acordo com a vigilância

1:47:51epidemiológica,

1:47:52a gente tem aqui um monstro, é uma

1:47:54tabela. Depois vocês precisam procurar

1:47:56isso aqui. Quem for, por exemplo,

1:47:58trabalhar dentro de laboratório, cuidar

1:48:00de laboratório,

1:48:02precisa saber esse tipo de informação,

1:48:04tá? Então aqui, ó, Ministério da Saúde,

1:48:06Secretaria Estadual, Secretaria

1:48:08Municipal, para quem que eu tenho que

1:48:10informar a doença de chagas agulha? Eu

1:48:13tenho que informar pra estadual e pra

1:48:16municipal. A doença de chagas aqui, ó,

1:48:20eh, crônica, eu faço de forma semanal

1:48:24para cada uma das duas também, tá bom?

1:48:27Porque aqui, ó, é até mais ou menos 24

1:48:30horas, se for o caso agudo. Mas lá no

1:48:33caso da doença de chagas crônicas, a

1:48:35gente pode levar a semana, né, de semana

1:48:37em semana para poder relatar, tá? Tanto

1:48:40para municipal quanto para estadual. A

1:48:44gente precisa falar

1:48:46o tratamento, só para eh reforçar com

1:48:49vocês, é o benzinol, né, que é o

1:48:53rochagã. Parece aí com hokutã que ele dá

1:48:56pele, mas não é a mesma coisa, tá bom?

1:48:58Benzenidazol.

1:49:00Eh, é, ele é controle hospitalar, então

1:49:04você só faz o uso dele se tiver

1:49:05internado.

1:49:07E tem também uma segunda opção aí que é

1:49:10o Nifurtmo Mox, que pode ser usado

1:49:13também, mas assim, o que é mais visto,

1:49:16embora ele dê muito efeito colateral, é

1:49:20o rochagã, o bem nidazol, certo? Pra

1:49:24doença de chagas, é isso que a gente

1:49:26tem. Igual eu falei aqui, ó, você não

1:49:27compra na farmácia não. Ah, eu tenho um

1:49:29contatinho que me faça aí. Não, não tem

1:49:32jeito não. Esses aqui é só dentro de

1:49:36dentro de hospital, tá? Eh, controlado,

1:49:40tudo controlado aqui, ó, para mostrar

1:49:42para vocês. Classificação de tinha

1:49:44esquecido, a gente precisa fazer essa

1:49:45classificação que eu isso aí também tá

1:49:48tá muito em processo seletivo. E é o que

1:49:50eu falei para vocês, essa classificação

1:49:52é minha, você não vai encontrar ela em

1:49:54livro, não. Eu fiz ela para facilitar os

1:49:56meus estudos e eu e eu lembrar o nome

1:49:59dos parasitos, porque eu acho que lembra

1:50:01demais, tá? No parasito, nos

1:50:06vai ter aqui, ó, o reino animal. Então

1:50:08você tem que lembrar que você tem os

1:50:10vermes que são achatados, que estão

1:50:13localizados do lado de cá, em aspecto de

1:50:16folha, que são trematodas, ou em aspecto

1:50:19de fita, que são cestodas,

1:50:23certo?

1:50:25E você tem os nematódios, que são os

1:50:28vermes redondos, tipocares lumbóides,

1:50:32que é um dos que vocês mais mais grava o

1:50:34nome aí, né? Aqui, ó, é muito fácil. No

1:50:38Brasil, quem vai ser representante

1:50:39dentro do tremata, chistosom.

1:50:42Quem vai ser representante dentro da

1:50:44classe toda? Tênia e minoleps minoleps

1:50:47tem a ver com rato, tá? E a Tênia é a

1:50:49solitária lá do do boi do porco. Agora

1:50:52nos hem nematódios você tem um monte.

1:50:55Então, se eu tiver que escrever em uma

1:50:57prova o que que o euto é e eu não me

1:51:00lembrar, é melhor eu colocar que seja

1:51:03nematóide, porque nematoide vai ser o

1:51:05grande grupo aqui, ó, deos que a gente

1:51:08tem. Muito fácil. Agora vamos lá que eu

1:51:11vou colocar para vocês. Talvez essa

1:51:13parte aqui, ó. Tudo que eu falei até

1:51:15agora é importante, meu Deus do céu. Mas

1:51:17essa parte aqui é muito, muito, muito,

1:51:18muito, muito, muito, muito, muito

1:51:19importante. Qual que é a melhor forma de

1:51:22você estudar os míos? É o que eu falei

1:51:23para vocês, a gente tem muito nome para

1:51:26ajudar a lembrar o que que cada um faz

1:51:28no ciclo biológico. Aí a gente associar

1:51:30e favorecer, né, a gente lembrar, fixar

1:51:32o conteúdo. Eu fiz grupos desses né, que

1:51:37é meu, Poliana, eu que fiz isso aí,

1:51:39tinha que patentear dentro desses grupos

1:51:41e é assim, voz da minha cabeça. Então,

1:51:43fui pensando dentro das analogias na

1:51:44minha cabeça aqui, eu escrevi, escolhi

1:51:46que que eu achava mais legal, tá? Que

1:51:48que acontece? Tem um grupo deintos que

1:51:52ele gosta de ir pro chão, que são os

1:51:55geoelumintos.

1:51:57E quando a gente junta os nomes desses

1:51:59parasitos que fazem isso, desses eu

1:52:02consigo formar uma uma sigla que é a

1:52:05antas. Então vocês vão lembrar do animal

1:52:07antas para lembrar todo eluminto que

1:52:10precisa passar no chão, ou seja, os

1:52:13gelinos. Calma aí que eu já te conto

1:52:16quem eles são. E aí eu tenho outro jeito

1:52:19aqui de lembrar também. Quem aí, ó,

1:52:22lembra do Chaves? Quando o Chaves ficava

1:52:25empolgado demais com alguma coisa lá na

1:52:29na vila, ele começava a ficar com esses

1:52:31esses piripac aqui que ele dava, ó, que

1:52:34ele ficava zas e zaras. Não sei quem que

1:52:36aí que que já assistiu Chaves e lembra

1:52:38disso. Então tem um grupo de parasitos,

1:52:41tá bem que ele fica chutando. Nós vamos

1:52:44trocar os as zas que o Chaves falava

1:52:47pelo NAS. Nas nas

1:52:51porque é penetração ativa de larvas e

1:52:54normalmente é para quem anda descalço.

1:52:56Tá vendo que ele chutando aqui, ó? Faz a

1:52:58gente lembrar.

1:53:00O terceiro grupo. Não riam, tá bom? Só

1:53:04usem para estudar.

1:53:06O terceiro grupo é aquele grupo que não

1:53:09vai pro espaço, ele vai pro pulmão.

1:53:13Sãointos que precisam passar pelo pulmão

1:53:17para poder desenvolver o ciclo

1:53:18biológico. E aí na sigla eles formam o

1:53:22que a gente chama de NASA. Por isso que

1:53:24eu associei aqui, ó, com eh o espaço,

1:53:29certo? Aí tem esse aqui do bonitão, ó.

1:53:32Vocês conhecem esse ator aqui? Não é

1:53:33possível que vocês não conhecem. Tom

1:53:35Cruz, ele é muito famoso por fazer um

1:53:38filme que já teve unzilhão de de

1:53:44edições, sei lá como é que fala, já

1:53:46repetiu várias vezes. Missão impossível

1:53:48do tã tã tã tã tã. Vocês lembram disso,

1:53:51né?

1:53:53O no Missão Impossível, o Tom Cruz, ele

1:53:56se chama Itan.

1:53:59E o é exatamente a sigla que a gente

1:54:02precisa lembrar dos ovos leves, aqueles

1:54:05ovos que flutuam. Então, se você

1:54:07respirar no ambiente que eles tiverem

1:54:09presente, vocês podem adquirir a

1:54:10parasitose, tá? Aqui, ó, esses dois do

1:54:14meio, W, é pra gente lembrar de dois

1:54:16parasitos importantes da África. Um vai

1:54:20causar aqui elefantíase, que é o dá de

1:54:23vulquereia, e o outro vai causar a

1:54:26cegueira do Nilo, que ele vai lá pro

1:54:28olho, que é o alumerca vovulos. Então é

1:54:30o W. Quem gosta de videogame aí, ó, jogo

1:54:34de lutinha, quando perde, normalmente

1:54:37aparece aqueles Street Fighter, sempre

1:54:40parecia isso aí, ou Mortal Kombat quando

1:54:42perdi sem ter lutado, né? E por fim, a

1:54:46bandeira do Japão, né? Eu gosto mais do

1:54:49dorama aí, só que a gente tem que

1:54:51lembrar que tem um parasito que tá muito

1:54:53associado com comida japonesa. Então

1:54:55esse a gente tem que lembrar também.

1:54:57Então tá vendo isso aí são estratégias

1:54:59que eu criei para poder estudar e eu

1:55:01coloco para vocês porque eu acho que

1:55:03ajuda muito vocês a fixarem, a lembrar.

1:55:07Muitos deles vão compartilhar essas

1:55:09informações. Então me ajuda demais a

1:55:12lembrar, tá? Ó, na internet tem um caso

1:55:15dessa menininha aqui que é muito famoso,

1:55:18que ela tem mania de ficar comendo as

1:55:20coisas mais esquisitas que a gente a

1:55:22gente pode ver na área da da saúde, a

1:55:26gente fala quando a pessoa começa a

1:55:27comer coisa que não é comida, coisa

1:55:29estranha, ela tá de né? Meu Deus

1:55:32do céu. É, é isso mesmo. O fato de você

1:55:36ter a geofagia aqui, ó, comendo a terra,

1:55:39é, por exemplo, um exemplo de E aí

1:55:42eu coloquei a antinha aqui para vocês

1:55:44poderem lembrar que o nome dos parasitos

1:55:46vão formar esse esse animal. Então, ó,

1:55:50gelinos é um grupo muito importante.

1:55:52Brasil, saneamento é ruim, política não

1:55:55melhora nada, gente sempre muito

1:55:57pobrezinha, com falta de informação,

1:56:01todo mundo ali entrando em muito contato

1:56:02com o solo. Quem vai ser o grupo de

1:56:04risco mais atingido? Criança, com

1:56:06certeza, porque aí criança costuma ser

1:56:08mais porquinho do que adulto, né? E aí a

1:56:11gente tem cinco aqui que vão fazer

1:56:12importância. Então vocês tem que ir

1:56:14anotando aí porque isso é importante,

1:56:15vocês precisam saber, tá? Ancilossoma

1:56:17doenário,

1:56:19a gente é teológico do amarelão, que

1:56:22sempre vai andar acompanhado com o primo

1:56:23dele, que é o Necato Americanos. Ixe, ó,

1:56:27americanos aqui ficou errado, ó, pela

1:56:28nomenclatura, tinha que estar com letra

1:56:29minúscula.

1:56:31Eh, os dois sempre vão estar juntos. Se

1:56:34oilossoma doenal aparecer, o necator

1:56:36americanos vai aparecer também.

1:56:38A professora ã, cadê o TAS, né? Vamos

1:56:41colocar o TAS, então. O TAS, o T é de

1:56:44tricura, tricura, o áscares lumbricoides

1:56:48e por último estrangiloides terfores.

1:56:51Esses cinco aumentos precisam ir pro pro

1:56:54chão lá pro solo para poder fazer seu

1:56:57ciclo biológico, senão você não tem

1:56:59continuidade do ciclo, ele é

1:57:01interrompido. Que que eu posso fazer

1:57:03aqui para evitar não comer terra, não

1:57:06andar descalço? Eh, não ficar brincando

1:57:09com terra, porque você suja a unha, vai

1:57:11pega a mão lá e come põe a mão suja de

1:57:13terra na boca, que é a transmissão

1:57:15feoral que a gente vai pegar a doença.

1:57:17OK. Deu um print aí para vocês poderem

1:57:20guardar.

1:57:22[risadas]

1:57:23Vamos embora então pro segundo grupo.

1:57:27Prepara pro print também a hora que eu

1:57:28colocar os nomes aqui, tá? Esse aqui é o

1:57:31grupo lá do Chaves. Aí aqui agora eu

1:57:32trouxe o Kiko. Eu gostava muito do Kiko

1:57:34também, né?

1:57:35Então é o grupo ali, ó, dos que dos pés

1:57:38descalços, quem gosta de andar descalço,

1:57:40gente, a gente pode pegar pelo menos

1:57:42quatro aumentos quando a gente fica

1:57:43andando descalço lá no meio da roça lá.

1:57:45Então usa botina, melhor botina do que

1:57:48do que andar descalço e fora que você

1:57:51protege das cobras também, né? Então, o

1:57:53grupo de risco aqui, ó, zona rural ou a

1:57:56galera que gosta de andar descalço, que

1:57:59aí já é a cultura da pessoa ali. Ah, tem

1:58:01nada não, vou andar descalça. Aí pisa lá

1:58:03nos trem tudo sujos lá, sabe porque

1:58:04ficou doente, né? Então você tem quatro

1:58:08eu mintos aqui de importância. O necator

1:58:11americanos. Que que eu falei para vocês?

1:58:12Ih, de novo, o nome ver errado, ó.

1:58:16Se o necator americano está lá, quem que

1:58:18tem que estar presente também?

1:58:21o primo dele, ansilossoma doenário,

1:58:23porque os dois andam junto, tá? É muito

1:58:25parecido. Só que o necátor é mais

1:58:27agressivo do que o cilossoma, a anemia

1:58:29dele vai ser mais forte.

1:58:32O estrongiloides cercorales, que é

1:58:34inclusive um primo do anilossome do

1:58:36Necato, vai fazer estrangiloidíase. Aí

1:58:38quem é HIV que costuma dar essa infecção

1:58:40muito mais grave no caso. E o chistosoma

1:58:44mansô. Xistosoma manson tá associado com

1:58:47lava roupa lá na beira do lago, que aí

1:58:50tem o caramujo, beonfalária,

1:58:53caramuj põe lá as larvinha que vira

1:58:55cercária. Cercária vem e faz penetração

1:58:57ativa nas peles, na pele, que é a

1:59:00barriga d'água, certo? Então aqui, ó,

1:59:03lembrado Chaves fazendo zas, zas z, só

1:59:05que aí vocês vai trocar, vocês vão falar

1:59:07assim, ó, nas nazas, nas nazas, igual

1:59:09ele chutando, que aí lembra que é

1:59:11penetração ativa de larvas. Deu print,

1:59:14porque esse aqui também é importante,

1:59:16muito importante.

1:59:18Vamos pro próximo.

1:59:20Quem que é o grupo? Eu falei para vocês

1:59:22aqui, ó. Não foi pro espaço, foi para

1:59:26onde? Os pulmões, alguns parasitos têm

1:59:29que passar no pulmão para poder fazer

1:59:33infecção. Gente, áscares lumbricóides

1:59:36com a lumbriga daquele tamanho, ele

1:59:39precisa passar no pulmão. Aí ele acende

1:59:42aqui, ó, por traqueia,

1:59:45passa lá para cima lá até chegar lá na

1:59:48faringe. Aí você vai puxar o catarro,

1:59:52engolir. A hora que você engole, ele

1:59:54volta pro intestino. Aí lá ele vira o

1:59:56verme adulto.

1:59:58Então já é falando para vocês aqui que o

2:00:00áscares é um dos que vão estar aqui.

2:00:02Quem vai ser grupo de risco, quem tiver

2:00:04doença crônica, eh quem tiver problema

2:00:08respiratório, porque quem tiver algum

2:00:10problema no pulmão aqui vai ser vai ser

2:00:11mais atingido. E aqui a gente tem o

2:00:15NASA. Então novamente os dois primos.

2:00:18Ih, ficou errado os slides tudo, ó.

2:00:21necaturicanos com primo dele que é o

2:00:24anilossoma doenal com o outro primo que

2:00:27é o estrongiloides tercorales e o

2:00:30ascares lumbricoides que é o que eu

2:00:31falei para vocês. Tem umas imagens muito

2:00:34icônicas aí de um moço moreninho que a

2:00:37lumbriga tá saindo pelo nariz dele. Tipo

2:00:40assim, ela é gigante. Depois vocês dão

2:00:43uma procurada aí na internet é para

2:00:44achar essa tá? Porque ela é é,

2:00:48né? foi um achado. Então ela é icônica,

2:00:51antiga, mas todo mundo continua usando

2:00:53ela. Então é o NASA, não foi pro espaço,

2:00:56foi pro pulmão, tá?

2:00:58E por último dos grupos, a gente tem o

2:01:03Tan tã tã tã tã Tom Cruz maravilhoso,

2:01:06né, que faz aí o filme do Missão

2:01:08Impossível.

2:01:10E no Missão Impossível ele é chamado de

2:01:13Itan. E aí a gente usa o nome dele para

2:01:16poder ver quem que são os ovos leves,

2:01:20quem são os mintos que têm ovos leves.

2:01:22Então o grupo de risco aqui, ó, vai ser

2:01:25cultura, alimentação, porque tem coral,

2:01:28hábitos de higiene e aí eu tenho maior

2:01:31grupo aqui. Eu tenho sete fazendo o nome

2:01:34do do ítan. Então vamos ir falando aqui

2:01:37quem que é interóbios vermiculares, que

2:01:39é aquele que dá coceira, né? Prorido

2:01:43anal, tricura, estricura, que é um verme

2:01:46de chicote.

2:01:49Aí a gente tem as tênas, só de saginata,

2:01:53o iminolep nana e o iminolepinuta

2:01:57que são um deles está associado com

2:02:01ratinho, comendo lá arroz, cereal, etc.

2:02:04que depois a gente vai falar dele num

2:02:05outro momento.

2:02:08Ancilostoma do Odenal. E se tem o

2:02:10anscilostoma do Odenal, tem o primo.

2:02:12Quem que é o primo?

2:02:14Necaturam americanos. E novamente já

2:02:17era. Entendeu? Aqui ficou errado. Mas

2:02:20olha aqui para você ver. E

2:02:24ah, vocês vão encontrar isso em algum

2:02:26livro? Não vão. Isso aqui são vozes da

2:02:30cabeça da Poliana. Eu coloquei dessa

2:02:33forma para poder facilitar os estudos e

2:02:36a gente lembrar cada um deles quando a

2:02:38gente tiver estudando. E é um crédito

2:02:40aí, uma cortesia que eu tô dando para

2:02:42vocês, para vocês poderem aprender e não

2:02:44esquecer, tá? Então para concurso isso é

2:02:47ótimo. Dá print, guarda esse material,

2:02:49porque o que vocês forem fazer e vai

2:02:51ajudar vocês. Aqui só para mostrar para

2:02:54vocês, [limpando a garganta] um conserco

2:02:56VVos, né? Vai ser a cegueira do Nilo

2:02:58aqui. O moço aqui, né? O olho dele não

2:03:00tá azul não. E nem ele colocou uma lente

2:03:03de contato para ficar com olhão azul,

2:03:05não. Infelizmente tem uma larva aqui, ó,

2:03:07que tá fazendo a

2:03:11córnea. A córnea transparente, né? Tá

2:03:14fazendo ela ficar branca. Se ela

2:03:16esbranquiçar, já era, a pessoa fica

2:03:18cega. Aí aqui embaixo a gente tem

2:03:20elefantis e pela bucereia Bancroft. Isso

2:03:23aqui não é imagem de, viu, gente? Essa

2:03:25imagem existe muitos anos antes de ir a

2:03:27então tem a pessoa com a perna saudável

2:03:30e com a perna alterada. Ali as

2:03:32microfilarárias, que são as larvinhas da

2:03:34Buquerea Bancroft, vai causar esse

2:03:36desbalanço na linfa. Aí aí a pessoa

2:03:38começa a ter essas deformações. Por isso

2:03:40a gente usa o termo elefantisas. E aqui,

2:03:43ó, quem vê a barca maravilhosa, né, de

2:03:46comida japonesa, não gosto, mas quem

2:03:48gosta também, para mim, assim, não julgo

2:03:50não. Só que procurem comer comida

2:03:54japonesa de locais que sejam confiáveis,

2:03:57pelo amor de nosso Senhor Jesus Cristo.

2:03:59Que que acontece? [limpando a garganta]

2:04:02Muitos dos ingredientes aí dos peixinhos

2:04:04que a gente usa para fazer os os pratos,

2:04:06né? Eu nem sei falar o nome desses

2:04:07pratos aqui. Acho que só o suji que eu

2:04:09dou conta de saber, eh, porque eu não

2:04:11gosto, então não procuro saber, né? Eh,

2:04:14podem estar contaminados com

2:04:16défilobótrum lato, que é uma tênia que é

2:04:19do peixe, mas quando você faz a

2:04:21ingestão, você também dá a doença e é

2:04:24doença séria. Então, assim, evitem, tá?

2:04:28que eu queria colocar para vocês, ainda

2:04:29mais com essa onda aí da galera oriental

2:04:33conquistando o mundo, aumentou demais o

2:04:35consumo das comidas japonesas. Então,

2:04:38tomem cuidado nesse sentido, tá? Só

2:04:41comem de locais eh confiáveis. Aqui

2:04:45agora, ó, trouxe uma questão para vocês,

2:04:49uma questão de revisão.

2:04:51É uma questão de uma das provas aqui que

2:04:53vocês podem estar realizando e eu quero

2:04:55que vocês falem para mim qual que é a

2:04:57resposta certa. Vou marcar aqui uns

2:05:00minutinhos e aí vocês jogam aqui no site

2:05:02para mim, no site, no chat, desculpa,

2:05:06qual que é a resposta correta nesse caso

2:05:09aqui,

2:05:10aqui esse conteúdo que a gente acabou de

2:05:12falar dos grupos de gelomintos,

2:05:15penetração ativa de larvas, ovos leves,

2:05:20vai ser essencial para vocês responderem

2:05:23esse tipo de questão, tá avaliando. Aqui

2:05:26em cima ele faz um texto e aqui abaixo

2:05:28ele vai colocar as informações. Vocês t

2:05:30que avaliar um, dois e três quem tá

2:05:32correto e quem não está. Então avaliem

2:05:35aí, me coloquem qual é a seria a

2:05:37resposta correta, por favor, pra gente

2:05:40passar paraa frente, que aí a gente vai

2:05:42falar de exame parasitológico e aí a

2:05:45gente encerra a live, tá bom?

2:06:40E aí, pessoal, conseguiram chegar aí num

2:06:43veredicto ou pelo menos num palpite do

2:06:45que que vocês acham que resposta é

2:06:47correta, o que que não é?

2:06:51seria a letra A, B, C, D, E pra gente

2:06:55não enrolar.

2:07:01Ver que alguém pelo menos desse uma dica

2:07:02aqui do que que acha que é pra gente

2:07:04poder discutir em cima. Ó, Tainá falou

2:07:07que acha que é a letra C, um e dois.

2:07:10Hum. Tainá, vamos ver, hein? Eu acho que

2:07:13você tá muito bom.

2:07:15Ó, vamos ir na três primeiro, que aí a

2:07:18três, já que você falou que acha que a a

2:07:20três não é correta, ó, tá variando aí as

2:07:23respostas, hein? Eu vou começar com a a

2:07:27Tainap que ela conversou primeiro e

2:07:29vamos ver se a Dela já ajuda a eliminar

2:07:30questões aqui pra gente ver em relação

2:07:32aos outros, tá? Vamos começar com a

2:07:34número três, ó. O gelmto

2:07:37eróbios vermiculares, popularmente

2:07:39conhecido como oxiuros, apresenta alta

2:07:42prevalência de infecções em crianças e

2:07:44tem sua transmissão diretamente

2:07:46relacionada a políticas de saneamento

2:07:47básico. Uhum. Essa alternativa aqui,

2:07:51vocês acham que ela é correta ou que ela

2:07:52é incorreta? Coloca aí para mim, por

2:07:54favor.

2:08:02Tem uma palavrinha chave aqui, ó, para

2:08:04vocês poderem responder. E conforme os

2:08:07macetes que eu ensinei para vocês, a

2:08:09gente consegue de cara falar se ela tá

2:08:11certa ou se ela não tá.

2:08:23Incorreta. Muito bem. Como é que eu sei,

2:08:26professora? Porque eu lembrei do nome do

2:08:28animal. Qual que é o nome do animal?

2:08:30Antas. Lembra, hein? Arrasou, Amanda. Eu

2:08:34não permito em dia de prova aluno falar

2:08:37anta, Itan,

2:08:40Zasco, Nas. Nada disso vocês podem

2:08:43falar, hein? Porque senão sua como cola,

2:08:45pelo amor de Deus. Então, aqui logo de

2:08:48cara a gente elimina a questão, ó. Não,

2:08:51não pode. Tá errada. Certo. Então, vamos

2:08:56lá. Ó, o que que a gente tem? Três, tá

2:08:58correto? Não. Três, tá correto? Não.

2:09:01Três, tá correto? Não. Então, só sobra

2:09:05duas.

2:09:07Agora vamos considerar

2:09:10o que que o

2:09:14o que que o

2:09:16o Marcos falou aqui, ó, que ele falou

2:09:18que foi o segundo a responder. Ele falou

2:09:20que acha que é a letra A. Você acha que

2:09:22a do é incorreta? Então, Marcos, você só

2:09:25chutou. Ou você tem algum motivo para

2:09:27para ter falado que a dois é incorreta?

2:09:29Vamos conferir ela. Ó, ascaridiase é uma

2:09:33parasitose intestinal transmitida por

2:09:36água e alimentos contaminados.

2:09:38Fecoral. Sim, você pega desse jeito. É

2:09:42causada pelo gel, eu áscares

2:09:44lumbricoides. É aqui o nome dele no

2:09:47antas, ó.

2:09:48o qual se destaca pela alta prevalência

2:09:51mundial, com certeza é muito

2:09:54disseminado, e pelas formas graves de

2:09:57obstrução intestinal. Vocês lembram de

2:09:59eu falar disso em aula que lá a gente

2:10:02vai tampar o buraco do intestino quando

2:10:04a gente tem ascaridíase,

2:10:06tem vídeo na internet mostrando o médico

2:10:09abrindo o intestino da pessoa para

2:10:11remover o áscaris. Então ele faz uma

2:10:14incisura ali, um buraquinho no intestino

2:10:16e começa a tirar as lumbrigas de dentro

2:10:19do intestino do do da pessoa. Ele é um

2:10:23verme obstrutivo, ele tampa o buraco,

2:10:26mas ele não fica mordendo os pedacinhos

2:10:28do tecido, não. Ele fica lá no lumen

2:10:29solto, tá? Sendo que a maioria dos

2:10:32infectados por este parasito são

2:10:34criança. Aham. A gente não falou que lá

2:10:36nos geeumintos as crianças são os é o

2:10:38principal grupo de risco. Então essa vai

2:10:41tá correta. Vai tá correta. Viu, Marcos?

2:10:44Parece que ela é grande, não. A gente

2:10:45vai conseguindo eh distribuir

2:10:47informação. Então aqui não pode ser

2:10:49número um, não. Não pode ser. Só ela só

2:10:51ela correta. Tem que ser as duas. Quem

2:10:54vira a resposta correta, letra C. Tá

2:10:57bom? Muito bem.

2:11:00Eh,

2:11:01questão importante. Então, tá vendo?

2:11:03Tanto que é importante a gente

2:11:04diferenciar os grupos. Isso me ajuda a

2:11:07responder a questão, tá? Aquela questão

2:11:08ali, ó, nem fui eu que que produzi ela.

2:11:10Ela tava numa prova.

2:11:12Vamos lá, então. Gente, já falou de

2:11:14doença de chagas, já falou de conceito

2:11:15geral, já falou a respeito de euintos.

2:11:18Agora a gente tá na última parte. Eh,

2:11:20glória a Deus, porque a gente começou a

2:11:22live 2 horas, 3 horas, 4 horas. Meu Deus

2:11:25do céu, nós estamos com 2 horas de live.

2:11:27Que live gigante, Jesus amado. Mas agora

2:11:29nós já vamos caminhar para o fim, tá?

2:11:32Que que eu tenho que falar a respeito do

2:11:33exame de féries? Porque é o que a gente

2:11:34começou a trabalhar, certo? Fiquei na

2:11:37dúvida na parte da obstrução. Pois é, o

2:11:41caris é um parasito, Marcos, que ele

2:11:44obstrui e ele irrita, mas ele não vai

2:11:47ser espoliativo no sentido de ficar

2:11:50sugando o sangue, entendeu? obstrutiva é

2:11:53a que ele mais correlaciona, é ele.

2:11:55Porque a solitária é grandona, mas ela

2:11:57não faz obstrução. A solitária pode ter

2:12:0012 m de comprimento, mas ela fica na

2:12:03fitinha dela ocupando o espaço todo. Ela

2:12:06não é muito de obstruir, não, tá? Quem

2:12:08vai obstruir é o áscar, que aí vira

2:12:10aquele bolo de áscares parecendo

2:12:12anaconda naquele filme lá que eles caem

2:12:14dentro do ninho delas, que elas estão

2:12:16lá. Eh,

2:12:18eh, aquele m anaconda lá tá procribe o

2:12:21ASC, eles fazem aquilo lá dentro do

2:12:23intestino da pessoa.

2:12:25[limpando a garganta]

2:12:25Então, aqui para falar para vocês, ó, o

2:12:27exame de feeses, ele passou por uma

2:12:30norma de atualização agora em 2025. Eu

2:12:34não vou trazer essas informações agora

2:12:36porque eu fiquei sabendo só agora que

2:12:38teve essa atualização. Vou ser bem

2:12:40sincera, eu ainda vou ter que dar uma

2:12:42olhada na norma para poder pesquisar ela

2:12:44na internet, por sempre que os exames

2:12:47são atualizados, eles são liberados pela

2:12:50ABNT. Só que essas normas elas são

2:12:53pagas, elas não estão distribuídas de

2:12:55forma livre na internet, não. Então nós

2:12:58vamos ter que dar uma investigada aí

2:12:59para poder achar o arquivo, pra gente

2:13:02poder observar que que foi que alterou

2:13:03no exame, tá? Mas o que que eu trago

2:13:06para vocês aqui? Para todo exame a gente

2:13:08tem a BNT com essas NBLs. Então vocês

2:13:12precisam estar cientes disso e sempre tá

2:13:16atualizando para ver se não tá saindo

2:13:18alguma BNT com a NBR para ver se algum

2:13:21exame foi atualizado. Além disso, existe

2:13:24a sociedade brasileira de análises

2:13:26clínicas, de parasitologia

2:13:29que vocês devem seguir porque eles

2:13:31costumam ir falando das inovações, das

2:13:33atualizações nesses locais.

2:13:35Isso é importante pra gente não ficar

2:13:37defasado, a gente conseguir acompanhar

2:13:38as tendências aí dentro dos exames ou

2:13:41qualquer outra área que a gente for

2:13:42atuar, tá? Então aqui eu trago para

2:13:45vocês a metodologia que a gente é

2:13:47obrigado a fazer quando a gente tá

2:13:49dentro do laboratório. Qual que é o nome

2:13:52dela? Tem gente que fala Rman. Eu gosto

2:13:55de falar HPJ porque aí eu não desmereço

2:13:58nenhum dos pesquisadores aqui que

2:14:00desenvolveram ela. Rfma Pons Gêner, tá?

2:14:03O HPJ, para fazer o HPJ, a gente vai

2:14:06precisar daquele copo específico, que é

2:14:09um copo cônico. Como é que a gente chama

2:14:11esse copo mesmo, hein? Quem consegue

2:14:13lembrar o nome desse bichinho aqui que

2:14:16eu falo que é o local que a gente produz

2:14:18o

2:14:20suco de tamarindo,

2:14:23[risadas]

2:14:24falando de uma forma bem simples, né?

2:14:26Ele pode vir aqui, ó, com as graduações

2:14:29para indicar o volume, igual a imagem

2:14:31anterior, mas esse aqui eu já peguei de

2:14:32propósito ele assim mesmo. Essa parte

2:14:34aqui agora também muito importante

2:14:38porque a gente vai conseguir diferenciar

2:14:40os tipos de exames que a gente tem, tá?

2:14:42Cálice de sedimentação. Arrasou, Marcos.

2:14:44Muito bem. Então, vamos lá. No HPJ, para

2:14:48quem lembra aí como é que faz, eu tenho

2:14:50que tirar a amostra bem aqui de baixo

2:14:53quando eu preparo, certo? Isso, o jeito

2:14:56convencional mais antigo aí que a gente

2:14:58tem, né? Pensa, essa metodologia foi

2:14:59escrita lá em 1932,

2:15:02antiga demais. Então, por causa disso,

2:15:05eu falo que essa metodologia, ela tem um

2:15:06princípio de sedimentação espontânea,

2:15:09porque eu não uso nada para agilizar o

2:15:11processo. Eu deixo ele acontecer,

2:15:14acontecer de forma natural, espontânea.

2:15:20É o teste que eu sou obrigada a fazer,

2:15:22uma metodologia geral, porque eu vou

2:15:24conseguir ver a maioria das formas

2:15:27parasitárias. Todas elas não, porque ele

2:15:30não é 100% aí específico para todo

2:15:32mundo, não. Ele pega alguns outros mais

2:15:34ou menos, mas eu consigo ver ovos e

2:15:38larvas de omintos e cistos de

2:15:40protozoários depois de 2 a 24 horas de

2:15:44decantação da moça. Então sempre eu vou

2:15:47olhar o quê? O fundinho, certo? OK. Aí

2:15:52eu vou colocar esses outros nomes aqui

2:15:54para vocês, ó.

2:15:57Deixa eu comer um chocolate aqui para me

2:15:58dar uma energia, porque eu tô sem comer.

2:16:10Olha o tanto de nome que eu coloquei

2:16:12aqui para vocês. Já printa essa tela,

2:16:15tá? Você tem vários exames que você pode

2:16:18fazer dentro da parasitologia,

2:16:21mas esses aqui eu não posso chegar igual

2:16:24um cardápio lá dentro do laboratório e

2:16:26falar assim: "Ah, hoje eu vou fazer fita

2:16:28gomada, não vou fazer direto de fees,

2:16:30não vou fazer Birma Morais, não vou

2:16:32fazer catucares, não vou fazer read."

2:16:35Essas aqui são metodologias mais

2:16:37específicas, né? Eh, aqui falta um

2:16:40tezinho, ó, gente, foi mal, é método de

2:16:43luts, tá? Esse aqui é um sinônimo para o

2:16:48HPJ. Então ele é meio que o HPJ, mas ali

2:16:51às vezes o pessoal faz alguma

2:16:53variaçãozinha para poder usar ele, tá?

2:16:57Igual HPJ, mas todos os outros vão ter

2:17:00uma metodologia diferenciada. Então por

2:17:02isso que a gente inventa esse de nome

2:17:04para eles todos. E cada um vai ter uma

2:17:06indicação específica. Então eu falo que

2:17:09esses exames são específicos. Vamos

2:17:11falar os nomes deles aqui. Fita gomada,

2:17:14fita adesiva, tamização, método de gra,

2:17:17tudo a mesma coisa, tá? Depende da

2:17:19pessoa ali, da região que ela tá, que

2:17:21que é mais comum falar. Exame de red

2:17:23feses, método de Birma Morais ou Rugai,

2:17:26catucates, método de reich ou mific ou

2:17:30black, é tudo a mesma coisa. Vocês já

2:17:33assistiram

2:17:35eh

2:17:37Lady Bug, as aventuras lá, não sei do

2:17:39que que eu esqueci agora o nome. Aí ela

2:17:42tem o Black Transformar lá no gatinho

2:17:44transforma no Black Transformar, tá

2:17:45vendo? Vocês não esquecer, ó. Tá? Método

2:17:48de Fust, método de Willis Molai,

2:17:51coprotest e os modificadran.

2:17:55Cada um desses aqui vai ter uma

2:17:56aplicação. Vocês t que entender para

2:17:58poder ver quando vocês vão indicar. A

2:18:01verdade é que muitos profissionais não

2:18:04sabem nada a respeito desses outros

2:18:06métodos porque tá acostumada a falar

2:18:08assim, um exame de fés não presta, faz o

2:18:11HPJ, o HPJ não dá positivo, mas é porque

2:18:15eh, pois é, fitomada é tenso, meu Deus

2:18:19do céu. Pera aí que eu vou te mostrar a

2:18:20imagem aqui. E aí, que que acontece?

2:18:24Você tem que saber a utilização deles.

2:18:26Por quê? para você saber quando você

2:18:27pode indicar, porque às vezes o

2:18:29profissional não sabe, aí você vai falar

2:18:31assim: "Olha, tem esse exame aqui que é

2:18:33legal de você fazer, de gente poder

2:18:36melhorar o resultado, né? Às vezes tá

2:18:38com dificuldade de enxergar o resultado

2:18:39no HPJ, tem outros exames que vão

2:18:41ajudar, entendeu? E aí não é só o HPJ, a

2:18:45gente tem outras coisas para poder fazer

2:18:46dentro do laboratório de parasitologia.

2:18:49Só que a galera assim, né, já não é

2:18:51muito fã da do tipo de amostra, aí quer

2:18:54trabalhar de qualquer jeito, por isso

2:18:55que os exames não não vira, né? Então,

2:18:58ó, você tem um jeito o quê? De fazer

2:19:00sedimentação espontânea, que a gente já

2:19:02sabe que é o HPJ, o loots, mas se eu

2:19:05quiser acelerar o processo, eu posso. A

2:19:07hora que eu terminar esse slide aqui,

2:19:09vocês podem dar um print, que esse slide

2:19:10aqui ele é topíssimo para vocês

2:19:12estudarem guardar material, tá? Eu posso

2:19:15acelerar o processo fazendo uma

2:19:16centrífugo sedimentação.

2:19:19Em vez de esperar as 2 horas, eu vou

2:19:20fazer ali o teste muito mais rápido para

2:19:22eu poder olhar logo a lâmina e fazer as

2:19:24contagens.

2:19:26Ah, mas aí a gente falou que lá no grupo

2:19:28do ITA tem os os ovos leves, não é

2:19:31melhor eles flutuar do que eles descer?

2:19:34Porque, por exemplo, o ovo de áscares e

2:19:36o ovo de chistosoma são pesados, a

2:19:39tendência deles é descer.

2:19:42Mas osv leves, se você faz ali o a

2:19:45lâmina para olhar no microscópio muito

2:19:46rápido, pode ser que não deu tempo deles

2:19:49chegarem lá no fundo da lâmina, igual os

2:19:52cistos de protozoários são muito

2:19:53levezinhos.

2:19:54Então você olha, olha, olha, olha, não

2:19:56acha nada. E aí, né, vem, por exemplo, o

2:19:58médico fala assim, ó, você sabe fazer

2:20:00esse exame? Não, porque meu paciente

2:20:01aqui, ó, tá com tá com os sintomas, tá

2:20:05tudo muito parecido com com a

2:20:07parasitose, mas seu resultado dá

2:20:09negativo. Então, entendeu? Acaba que a

2:20:11gente, em vez de fazer o parasito descer

2:20:14aqui para baixo, a gente faz o

2:20:15contrário, tenta fazer ele levitar. Como

2:20:18que eu vou conseguir fazer isso? Usando

2:20:20aqui, ó, reagentes que vão fazer a

2:20:22diferença de densidade e colocar esses

2:20:24parasitos para cima. Então, existe um

2:20:26jeito de fazer isso de forma bem

2:20:28espontânea, que é usando concentração de

2:20:31sacar, que é o açúcar, ou de cloreto de

2:20:34sódio, que é o sal, ou usando aí eh

2:20:39reagentes mais elaborados, por exemplo,

2:20:42o sulfato de zinco para fazer de forma

2:20:45aqui com centrifugação e o negócio andar

2:20:46mais rápido, entendeu? Só que o ilismol,

2:20:49gente, é 5 minutos para poder fazer ele.

2:20:51É muito rapidinho, sabe? Mais rápido do

2:20:53que o HPJ. Então, olha só, na

2:20:56sedimentação espontânea, que que a gente

2:20:58tem de exemplo? H, HPJ, o método de

2:21:00Luts. Na centrífugo sedimentação já mudo

2:21:03o nome porque eu vou alterar a

2:21:05metodologia. Então, vou chamar de método

2:21:08de read, o mific, o black, transformar,

2:21:11né, lá da Ladybug ou protest, é tudo

2:21:15considerado eh centrífugo, sedimentação,

2:21:19tá?

2:21:20Ai, mas o copo proteste é aquele que a

2:21:22gente viu que eu só vou lá pego o cocô

2:21:24de um de um jeito transformado ali, mais

2:21:26ou menos. É, mas acaba que a gente

2:21:28coloca ele aqui, tá?

2:21:30A flutuação é o método de Willismol, né?

2:21:33A gente faz subir de forma sem usar

2:21:36centrifugação. Se eu usar a

2:21:38centrifugação, já chamo isso de método

2:21:40de fust, que é o sulfato de z. Que que

2:21:43vocês vão fazer agora? Dá um print,

2:21:45porque esse slide aqui, ó, ele tá

2:21:47maravilhoso para vocês nunca mais se

2:21:50esquecerem como é que funciona a rotina

2:21:52aqui do laboratório de parasitologia.

2:21:56E pra gente lembrar quando eu recomendo

2:21:58um, quando eu recomendo o outro, tá? Vou

2:22:00passar, hein? 3 2 1, passei.

2:22:03Eh, aqui mostrando para vocês a

2:22:05sedimentação, eu vou olhar o que tá no

2:22:07fundo. Tem o passo a passo, ó. Peguei o

2:22:11cocô, coloquei um pouco de água

2:22:13destilada. Isso aqui no exame

2:22:14tradicional, né? Aí fui lá, cuei com a

2:22:18gas peneira dobrada em quatro, esperei

2:22:20decantar. Tá vendo aqui a setinha

2:22:22indicando? Depois eu vim lá, peguei um

2:22:25pouco nas gotinha, fiz a lâmina lamino

2:22:28no esfregaça fresco, olhei no

2:22:30microscópio pelo menos 100 micro eh sem

2:22:33campos, né? E isso geralmente por dois

2:22:36observadores diferentes, que é o

2:22:38recomendável. A gente faz isso na

2:22:40prática, não faz. Tá vendo? Já vai

2:22:42influenciar meu resultado.

2:22:44Eh, se a lâmina secar, eu não posso

2:22:47olhar, tá? Agora a flutuação, olha para

2:22:49você ver a diferença, ó. Eu usei uma

2:22:51solução concentrada, né, de clorito de

2:22:54sódio. Ela veio pro fundo, enquanto o

2:22:57meu cocô aqui, ó, junto com as as formas

2:23:01evolutivas que estiverem presente nele,

2:23:03vamos fazer o quê? subir. Então eu pego

2:23:06a lamínula, coloco ali na boca do tubo,

2:23:08depois que passou 5 minutinhos mais ou

2:23:10menos, eu coloco entre lâmina e lamina e

2:23:12já vou olhar também todos os dois aqui.

2:23:14Se eu quiser colocar o Lugol para

2:23:15melhorar a visualização, eu posso. Só

2:23:18não esquecer que ele mata quem tiver

2:23:21mexendo, tá bom? Outra forma específica

2:23:26de fazer exame de feeses é a trouxinha

2:23:28de cocô, que eu costumo chamar, mas o

2:23:30nome dele é Birma Morais. O nome é

2:23:33legal, ó. A gente nem esquece. Birma

2:23:35Morais, tá? Até acho que o e aqui é com

2:23:37e ó, não é com e não. Birma Morais. O

2:23:40Birma Morais tem o princípio do

2:23:42hidrotermotropismo.

2:23:44Então você vai fazer aqui, ó, a

2:23:45trouxinha de cocô.

2:23:48E aí você colocou uma água para

2:23:49esquentar, certo? E aí você vai colocar

2:23:53aqui, ó, até o limite ali com eh

2:23:56encostando ali no no limite inferior ali

2:23:58da trouxinha. Se tiver larvas, elas vão

2:24:02sair do cocô, porque elas gostam de

2:24:03calor. E aí elas vão vir aqui, ó, pra

2:24:06parte mais quente

2:24:08da onde eu tiver a aguinha, se juntar

2:24:10bem aqui. Depois eu venho, pego aqui, ó,

2:24:14esse pouquinho de água, levo entre

2:24:16lâmina e lamina e enxergo ali as

2:24:18larvinhas mexendo. Normalmente eu faço

2:24:20isso quando eu tô investigando presença

2:24:22de estrangiloides cercorais. Lembrem-se,

2:24:26a amostra tem que estar em temperatura

2:24:28ambiente e sem conservante. Se eu

2:24:31colocar form, eu não consigo fazer. Se

2:24:34eu usar o coproteste, eu não consigo

2:24:37fazer. Tem que ser aquele frasco

2:24:40sem nada, tá? O frasco foletor

2:24:42universal.

2:24:44Ah, chegou uma amostra lá com muita

2:24:45diarreia, que aí a suspeita é de

2:24:48infecção aguda. Consigo olhar na hora?

2:24:52Consigo. Tem o exame direto das fees.

2:24:54Você vai lá no potinho, faz tipo o

2:24:57espetinho. Esse aqui eu falo que é o

2:24:58espetinho. Você pega o espetinho, tá?

2:25:01Ai, esse essa imagem aqui ficou errada,

2:25:03viu? Isso aqui é catucates, gente. Foi

2:25:05mal. Considera só essa primeira parte

2:25:07aqui, ó. E essa parte de cá. Isso aqui

2:25:10vocês podem considerar. Eh, que que

2:25:13acontece? espeto lá o cocô, col passo

2:25:16esses espetadin aqui na lâmina, coloco

2:25:18solução fisiológica porque o lugol mata,

2:25:22ponho a lâmina em cima e vou pro

2:25:23microscópio e olhar. Se tiver alguma

2:25:25forma que vai mexer, eu vou conseguir

2:25:27enxergar ela na hora. Gear, eu posso

2:25:30fazer isso. Intebra, eu posso fazer

2:25:32isso. Tá bom? Se eu tiver suspeitando de

2:25:35fase aguda, tá vendo a indicação? Fase

2:25:39aguda. A pessoa tá tendo sintoma, tá

2:25:41bravo, o sintoma ali na hora ali, ó. Ou

2:25:45se eu tiver investigando os coxídios

2:25:48intestinais, tipo quem, professora?

2:25:51Purídium, cicisósporobele,

2:25:54sarcisomes.

2:25:56Eh,

2:25:58qual mais tá faltando aqui que eu

2:26:00esqueci de falar, hein? Cisóspora,

2:26:03criptosporíum, sarcoscistes.

2:26:05Todos eles são exemplos que a gente pode

2:26:07investigar.

2:26:08Na coloração, que que que eu faço? Eu

2:26:10faço uma concentração das fees, lógico.

2:26:14Mas aqui, ó, eu uso um contracorante que

2:26:16vai deixar o fundo aqui, nesse caso,

2:26:17verde, o verde malaquita. E aí eu uso

2:26:20aqui a safranina para corar o parasito.

2:26:23Essas bolinhas que vocês estão

2:26:24enxergando aqui, ó, são os cistos de

2:26:27coxídios intestinais. a facilita a gente

2:26:29enxergar, porque é assim, protozoário

2:26:32tem ciso, mas os coxídios têm um negócio

2:26:36menor do que o cisco, que a gente chama

2:26:38de oocisto.

2:26:40Então, gente, na objetiva de 40,

2:26:44lá no exame a fresco, n, a pessoa tem

2:26:47que ser muito profissional para poder

2:26:50enxergar esses ossistos de coxídios

2:26:52intestinais.

2:26:54Senão, ih, difícil, ser bem sincera,

2:26:57porque é muito pequenininho. Aí aqui na

2:27:01imagem parece que é grande, mas não é

2:27:02não. Na de 40 você vai enxergar umas

2:27:05pintinhas rosinha, só para vocês terem

2:27:07ideia. É do tamanhozinho de um massa, é

2:27:09muito pequenininho, tá?

2:27:12Beleza? E aqui a gente tem, né, o método

2:27:15aqui, ó, que o Marcos tava falando, a

2:27:16fita gomada, que eu posso chamar ele

2:27:18também de método de grau ou fita

2:27:20adesiva. Então, nós vamos usar ele para

2:27:23pesquisar quem? Enteróbios vermiculares,

2:27:26tênisaginata, tênia sólio.

2:27:29A coleta da amostra é parecida com

2:27:31suabenal. Aqui, ó, nós estamos, por

2:27:34exemplo, vendo um ovinho de enteróbios

2:27:37vermiculares. Eu já vi eles eclodindo, é

2:27:39uma gracinha.

2:27:40Isso aqui é para mostrar a coleta para

2:27:42vocês, ó. A gente usa uma lâmina, tem

2:27:45como você comprar isso já pronto, tem

2:27:47como você desenvolver isso dentro do

2:27:48laboratório. Então, na hora aqui, ó, que

2:27:51você for abrir o negócio, você vai

2:27:53deixar a fita exposta com aquela parte

2:27:56que prega, né? Cheque, cheque, cheque.

2:27:58Aí a gente vai, afasta aqui, né, as

2:28:01nádegas para poder fazer a coleta, meio

2:28:03que carimbando assim, ó, a região

2:28:06perianal. Então depois eu pego aquela

2:28:09aquela fita e fixo ela aqui, ó, na

2:28:12lâmina de vidro para eu ter alguma coisa

2:28:15firme, né, de apoio e poder levar lá no

2:28:18microscópio para poder enxergar. Então o

2:28:20ovo denteróbios, ele tem esse formato de

2:28:22D, tá vendo? Ele é convexo e côncavo

2:28:25aqui, ó. É muito característico. Uma

2:28:28depilação de vermes, tipo isso mesmo.

2:28:31Misericórdia.

2:28:32Mas assim, não tem erro não, tá? É claro

2:28:35que adulto vai ter dificuldade de

2:28:37aceitar o tipo de exame, porque não é

2:28:38muito confortável a situação, né? Mas,

2:28:41por exemplo, paraa criança acaba sendo

2:28:44melhor para enxergar o parasito do que

2:28:48eh

2:28:51do que, por exemplo, HPJ, né? Porque a a

2:28:55feminha ela migra aqui, ó, pro

2:28:57orificioal no período noturno e ela

2:28:59deposita os ovos tudo todos aqui. E

2:29:02assim, não é um ou dois ovos, é um monte

2:29:05de ovos. Então, a pessoa tem que ir pro

2:29:07laboratório fazer a coleta sem ter feito

2:29:09a higienização, né? É para tá cheinho de

2:29:12ovos aqui. Então é sem erro. Se a

2:29:14suspeita for Interóbis, o exame vai

2:29:16confirmar mesmo, porque é muito ouvindo.

2:29:20Mas aquela história, a galera não gosta

2:29:22muito da metodologia não. E assim, eu

2:29:24não julgo, né? Dá para eu entender. Aí

2:29:28até agora todos esses exames que a gente

2:29:30falou, eles têm um caráter que a gente

2:29:32fala que é qualitativo, que é outra

2:29:33coisa que vocês precisam fazer. Ah, e aí

2:29:36eu libero presença e ausência. Não, o

2:29:38negócio é falar assim, ó. Foi observar,

2:29:40foram observadas formas evolutivas. Aí

2:29:42você explica como é que é a forma

2:29:44evolutiva e no final você coloca assim,

2:29:46ó, compatíveis com ascares lumbrices, eh

2:29:51gear de alâmbia, eh chistosoma, mansone,

2:29:56todos esses que são do intestino, é

2:29:58claro, né?

2:30:00Mas antigamente a galera fazia muito,

2:30:02muito, muito, muito, muito, muito o

2:30:04quantitativo para verificar se o

2:30:07tratamento que tava sendo realizado ele

2:30:10tava tendo efeito. Então, no

2:30:12quantitativo a gente libera a quantidade

2:30:14de ovos por grama de fees. Se uma pessoa

2:30:18tá fazendo uso de medicação e esse essa

2:30:21medicação tá sendo eficiente, a cada

2:30:24exame que ela fizer, o resultado vai ter

2:30:26que diminuir. Vocês concordam comigo?

2:30:29Não é? Agora, se o med a medicação não

2:30:33tá sendo eficiente,

2:30:35o a quantidade de ovos possivelmente vai

2:30:39aumentar ou se manter. Então o médico

2:30:41usava isso para poder verificar se o se

2:30:46o tratamento tava sendo eficiente ou

2:30:47não, tá? Então você tem o catucates como

2:30:51sendo referência para fazer geomintos,

2:30:54principalmente o chistosoma mansô, que é

2:30:57esse cistossomose.

2:30:59Mas a gente também tem também o método

2:31:02de stolhuser que é usado para os

2:31:04ancilostomídeos.

2:31:06Não sei se vocês já estudaram os

2:31:07ancilosomídeos, mas os ancilosomídeos

2:31:09são aqueles vermes que eles

2:31:13causam anemia ferropriva, porque eles

2:31:16vão lá pro intestino delgado chupar o

2:31:19sangue para poder pegar o ferro, que

2:31:22eles usam o ferro no metabolismo deles.

2:31:25E aí, né, essa de usar o ferro acaba te

2:31:27causando anemia microcídica hipocrômica,

2:31:31uma vez que o ferro é um dos

2:31:33ingredientes lá, dos componentes muito

2:31:36importantes que você tem para poder

2:31:39gerar as hemácias, né? Então, anemia

2:31:44ferropriva, que é muito comum. Então,

2:31:46nosilostomídeos,

2:31:47a gente também, né, pode fazer o método

2:31:49de st houseer para verificar se o

2:31:51tratamento tá sendo eficiente.

2:31:54E o coproteste, ele pode ser usado

2:31:56também de forma quantitativa se a gente

2:31:59adaptar a metodologia, tá? Porque ele é

2:32:02tão simples de fazer, mas a gente

2:32:04precisa concentrar. Então, olha só,

2:32:07outro slide para vocês poderem tirar o

2:32:09print.

2:32:10Esse slide aqui ele tá ótimo porque ele

2:32:13pega o nome do parasito,

2:32:16ele pega o método com seu princípio, ou

2:32:19seja, se é uma sedimentação espontânea,

2:32:21se é um birma moral, se é uma fita

2:32:23gomada, se é uma tamização. E ele ainda

2:32:26associa com a forma evolutiva que você

2:32:28pode encontrar. Tá vendo? Meu Deus, que

2:32:33tabela mais maravilhosa.

2:32:35Então, você consegue ir associando uma

2:32:37coisa com a outra. Já faz um print aí,

2:32:39não perde a oportunidade não, que eu não

2:32:41vou ficar destrinchando ele não, porque

2:32:42a gente conversou muito a respeito desse

2:32:44assunto nos slides anteriores, tá bom?

2:32:48Ah, legal, massa. Eh, ansilosomídia é

2:32:51bem bacana de estudar. Eu gosto muito de

2:32:52estudar os anscilosomídeos.

2:32:54Então, gente, ó, o que que a gente

2:32:56observa? o os exames, uma vez que eu sei

2:32:58quais exames que eu tenho, quando que eu

2:33:01vou usar cada um, para que forma

2:33:02evolutiva eu vou empregar cada uma

2:33:04delas, eu volto lá pro laboratório. Fase

2:33:08pré-analítica, analítica e

2:33:10pós-analítica. Todo exame precisa disso.

2:33:13Você tem que ter uma boa orientação do

2:33:15exame. Por exemplo, o exame de xixi

2:33:17agora você não pode só falar pra pessoa

2:33:19como é que ela coleta, você tem que

2:33:20entregar na mão dela porque teve uma

2:33:22norma de atualização.

2:33:24Como é que ela vai fazer a coleta do

2:33:26xixi? ali para ela se higienizar n da

2:33:29urina. Então assim, começa lá com o

2:33:32paciente, quando ele vai trazer a

2:33:34amostra pra gente, quanto mais a gente

2:33:35orientar, melhor, mais qualidade essa

2:33:37amostra vai ter quando ela chegar pra

2:33:39gente no laboratório, né? Então aqui, só

2:33:42pra gente reforçar, a coleta da amostra,

2:33:44não precisa de jejum, não é indicado

2:33:47quando a mulher tá menstruada, não usar

2:33:50laxante, manter a rotina, dieta do jeito

2:33:53que for, ah, a pessoa tem constipação

2:33:56intestinal, aí vai ser mais difícil, com

2:33:58certeza. Mas se ela usa lachante, ela

2:34:01altera o equilíbrio dela todinho,

2:34:02inclusive pode ela ela ficar doente por

2:34:04causa disso, entendeu?

2:34:06Eh, a identificação sempre, né, que o

2:34:09paciente for trazer, falar para ele

2:34:11escrever aqui, ó, não colocar em tampa.

2:34:14O uso do conservante tem que ver se a

2:34:16situação do exame do paciente permite ou

2:34:19não. Se ele for fazer um Birma Morais,

2:34:20eu não posso usar, não é? Se eu for

2:34:23fazer um exame direto, eu não posso

2:34:25usar, porque eu quero ver a forma

2:34:27mexendo. E o conservante vai paralisar

2:34:30as formas evolutivas dos parasitos.

2:34:33Eh, o líquido que vem no potinho não é

2:34:35para beber. sempre a gente precisa falar

2:34:37isso. E lá dentro do laboratório, esse

2:34:40exame pode passar, dependendo de onde a

2:34:42gente coletou, por três análises. Então

2:34:46você pode ter que fazer um exame

2:34:47macroscópico, você pode ter que fazer um

2:34:48exame químico, você pode fazer um exame

2:34:50microscópico.

2:34:52A forma que você vai receber, né, ou

2:34:54seja, em qual tipo de potinho vai

2:34:56determinar isso aqui. Os laboratórios

2:34:59antes não conseguiam ter muito acesso ao

2:35:01coproteste, né? Esse aqui, por exemplo,

2:35:03é o Copro Plus, porque ele tem uma

2:35:05marca. Então agora quem colhe em Copro

2:35:09Plus não faz exame macroscópico.

2:35:12Primeiro porque eu uso conservante,

2:35:14então eu não consigo ter as

2:35:15características normais ali das feeses

2:35:18da pessoa. O exame químico normalmente

2:35:21diz respeito ao

2:35:24sangue oculto das feeses ou alguma outra

2:35:26dosagem que o médico tiver solicitado.

2:35:29Então isso o médico vai ter que colocar

2:35:31como exame adicional. No EPF mesmo a

2:35:33gente não faz por si só, tá? E o exame

2:35:36microscópico é aquele que você vai lá

2:35:38pra lâmina, lamina tem que ficar lá

2:35:40procurando, né? Igual aquele joguinho

2:35:42que tem as fotinhas, você tem que ficar

2:35:44achando lá as figurinhas no meio da

2:35:46imagem. Então é tipo isso também, o

2:35:48exame microscópico. E lá no

2:35:50pós-analítico lembrar sempre de colocar

2:35:53todo tipo de informação que for

2:35:55interferir, tá? Eh, ah, as fees estavam

2:35:59com diarreia, paciente tá apresentando

2:36:01sintomas.

2:36:02Na hora de receber a amostra, não é só

2:36:05falar: "Ah, vou pegar seu cocô". Não,

2:36:06tem que perguntar. Tá apresentando algum

2:36:09sintoma, tá fazendo uso de alguma

2:36:10medicação?

2:36:12Eh, pra mulher, tá grávida, tá

2:36:14menstruada,

2:36:15certo? Deixou xixi na amostra, porque

2:36:18senão você começa a ver também cristal

2:36:20de urina lá, que não é legal.

2:36:23Aí aqui nessa imagem, ó, é só para vocês

2:36:25entenderem como é que é que ele foi

2:36:27projetado, por que que ele tá sendo tão

2:36:29bem aceito. Ele meio que simula o HPJ,

2:36:34então você pula um monte de etapa.

2:36:36Quando a amostra chega dessa forma aqui

2:36:38para você no laboratório, é só você

2:36:40virar o o bonito e colocar, fazer a

2:36:43lâmina de a lamina, a lâmina com lamina,

2:36:46o esfregado com lâmina e lamina e olhar

2:36:48no microscópio. Então ele adianta nosso

2:36:50serviço porque você não precisa esperar

2:36:52as 2 horas para poder avaliar. Então

2:36:55como é que ele é, ó, ele vai vir aqui

2:36:56com coletor, certo? Aí esse aqui, gente,

2:37:00é o espaço para eu coletar o cocô. Não

2:37:02entendi isso de eu pegar duas bacias de

2:37:04cocô e colocar? Não, misericórdia. Deus

2:37:06do céu, né? É uma amostrinha, são 5 g

2:37:10precisa pro exame. Aí ele vem aqui com

2:37:13líquido preservativo que vai conter lá o

2:37:15nosso conservante que é o formolmol

2:37:19deído. Alguma, alguma das variações aí,

2:37:23né? forma 10%, por exemplo. Aí ele vai

2:37:27ter esse filtro cônico aqui que vai ter

2:37:29também uma membraninha que é como se

2:37:31fosse a peneirinha com a gas dobrada que

2:37:33a gente usa no laboratório. E aí ele tem

2:37:36essa tampa funilada porque na hora que

2:37:38você virar não vinha o líquido todo de

2:37:40uma vez, ele ir deixando cair aqui, ó,

2:37:43as gotinhas na hora que você virar ele,

2:37:45entendeu? Então é muito bacana. Agora

2:37:48olha aqui para mim essa imagem, ó. Eu

2:37:50coloquei de forma toda desorganizada.

2:37:53É o passo a passo desde a coleta até o

2:37:57processamento no laboratório. Isso aqui

2:37:58tá na ordem correta, não tá, né?

2:38:03Ai ai. Vou apertar aqui então pra gente

2:38:05poder organizar, ó. Análise microscópica

2:38:08é por último, né? Então ali, ó, a

2:38:11cestinha é aonde eu vou simplesmente

2:38:14colocar

2:38:15eh o cocô. Tá vendo que é pouca amostra?

2:38:18Só que você tem que fazer o quê? Esse

2:38:20dispositivo aqui, gente, para quem tá

2:38:22estudando da área da saúde, né,

2:38:24principalmente biomédico, farmacêutico,

2:38:26biólogo ali, que vai mais para

2:38:27laboratório, às vezes ele acaba sendo

2:38:30intuitivo, porque a gente tem isso, a

2:38:31gente é bem minucioso nessa parte, mas

2:38:34dependendo da profissão que você

2:38:35colocar, o profissional pode ficar com

2:38:38dúvida, porque não é acostumado a

2:38:40trabalhar com isso aqui, entendeu?

2:38:42Então, nosso papel é sim falar pra

2:38:46pessoa como é que acontece. É o que eu

2:38:48falo, o óbvio precisa ser dito e

2:38:51repetido, tá bom? Então, ó, você abre o

2:38:54potinho, tem ali a o a cestinha, então

2:38:58você vai coletar o cocô. Coletou o cocô,

2:39:00colocou lá, fechou, você tem que dar uma

2:39:02homogeneizada, lógico, porque o cocô não

2:39:04pode ficar sem homogeneizar ali no

2:39:06liquidozinho branco, não, senão ele ele

2:39:07vai putrefar e aí o exame vai dar

2:39:10errado.

2:39:11Quando chegar lá pra gente, nós vamos

2:39:13fazer o quê? Dar uma homogeneizada.

2:39:16Aí a gente vai virar esse esse potinho,

2:39:19deixar ele por determinado tempo lá em

2:39:22repouso. Depois que passar 15

2:39:24minutinhos, mais ou menos, 15, 20

2:39:26minutos, aí eu abro lá a tampinha dele,

2:39:29deixo cair uma gotinha, duas gotinhas,

2:39:32coloco a lamina por por cima e vou pro

2:39:34microscópio para poder olhar. Tá vendo

2:39:36tanto que ele facilita a nossa vida? Não

2:39:38tem que mexer com cálico de

2:39:39sedimentação, tem que mexer com gás

2:39:41dobrado em quatro, com peneira, lavar

2:39:43material, facilita bastante. Mas eu

2:39:46tenho que saber de todos os jeitos de

2:39:48fazer, porque se o meu laboratório não

2:39:50emprega esse tipo de dispositivo, aí eu

2:39:52tenho que voltar lá pro convencional

2:39:54para poder trabalhar. Inclusive, a minha

2:39:56água tem que ser água de qualidade, não

2:39:58posso pegar água da torneira, eu tenho

2:39:59que pegar a água destilada,

2:40:02pelo menos, tá?

2:40:04Ah, aí aqui se eu for fazer o exame

2:40:06macroscópico de feeses, né, eu vou ter

2:40:09colhido a amostra lá no frasquinho

2:40:13universal. Esse frasquinho universal

2:40:16pode eh aqui nesse caso não pode ter o

2:40:19conservante, senão não faço o exame

2:40:20macroscópico das feeses. E lembrar que o

2:40:23indicado é sempre coletar três amostras

2:40:25consecutivos em dias alternados. Então,

2:40:27fiz um calendariozinho aqui, ó, para

2:40:29ajudar para vocês, ó. Hoje eu coletei,

2:40:32amanhã eu não coleto. Hoje eu coletei,

2:40:35depois de amanhã não vou coletar. Depois

2:40:37no outro dia eu coletei, então no dia

2:40:38seguinte eu também não coleto. Então

2:40:40uma, duas, três amostras coletadas

2:40:43consecutivas.

2:40:45Uma vez chegou a pessoa para mim, falou

2:40:46assim: "Ah, aqui minhas três amostras",

2:40:47né? Tinha demorado um tempo para fazer

2:40:49essas coas. E aí ela coletou uma amostra

2:40:52numa semana, aí a outra amostra foi no

2:40:54dia depois, mas aí a outra foi lá na

2:40:56outra semana. Não, aí não dá certo

2:40:59porque o período aqui de eliminação dos

2:41:02ovos e ciso, principalmente cisso de

2:41:04protozoário, é intermitente. Tem dia que

2:41:07o protozoário coloca muito cisto, tem

2:41:09dia que ele não coloca. Então se a gente

2:41:10não seguir esse esse processinho, vai

2:41:14dar errado, não vai dar certo. Ah, aqui

2:41:16era para eu ter perguntado para vocês,

2:41:18mas eu esqueci. Que que é que eu preciso

2:41:20avaliar no exame macroscópico das fees?

2:41:23A gente tá terminando, tá? Então, ó, são

2:41:26quatro. quatro coisas que eu preciso

2:41:28coletar e eu não posso errar isso de

2:41:30jeito nenhum. A cor, certo? Por causa lá

2:41:35da quebra da bil verdina com a bil

2:41:37rubina. Então a gente tem o cocô sendo

2:41:39marronzinho por causa disso, certo?

2:41:42qualquer variação aí ficou muito

2:41:45amarelado, começou a ficar escuro, deu

2:41:47cor, tem ou tem corante, tá com presença

2:41:50de gordura ou tá com presença de sangue

2:41:54demais, vai alterar a cor, com certeza,

2:41:56tá? Eh, corante, né? comida com muito

2:42:00corante, tipo pita. Consistência ou

2:42:03aspecto que a gente vai seguir a escala

2:42:05de bristol, fragmentos de vermes ou

2:42:08proglóes. Quando você tiver orientando a

2:42:10pessoa igual ela vai coletar no no

2:42:11corprotege, é muito pouquinho, né? O

2:42:13cocô você fala assim: "Olha, antes de

2:42:16coletar você observa lá o cocô". Se você

2:42:20vê uma parte do cocô que tá muito

2:42:22alterada, né? Parece que tem presença de

2:42:27de alguma coisa diferente, uns pontinho

2:42:29branco ou parecendo um macarrão, po

2:42:32dessa parte, tá? E aqui, ó, só para

2:42:34reforçar para vocês, por que a gente faz

2:42:37a fita gomada também para as tênis. No

2:42:39caso das tenas, a solitária, né, ela ela

2:42:42é em fita e ela forma uns

2:42:43retangulzinhos, uns quadradinhos, a

2:42:45gente chama de proglote. Essas proglote

2:42:47elas vão desprendendo o rabinho da tênia

2:42:50e aí elas são eliminadas nas fees ou

2:42:52saem de forma ativa, igual a fina do

2:42:55interfero. Então também pode causar

2:42:58prurído anal e aí a gente pode fazer a

2:43:01fita gomada para enxergar os ovinhos da

2:43:04Tia só Tessa ginástica, tá?

2:43:08E por último, a gente avalia aqui que é

2:43:09também muco e sangue. Presença de

2:43:13alimentos,

2:43:14você fala assim: "Ai, meu Deus, tem

2:43:16presença de milho, tomate, alface". Tem

2:43:21que ser os alimentos que a gente deveria

2:43:23fazer digestão e a gente não tá fazendo

2:43:26digestão, porque os que a gente já não

2:43:27faz realmente, tá certo? você não faz

2:43:30digestão, mas se começar a ver presença

2:43:33de alimentos que era para est digerida e

2:43:35não está, indica que a pessoa tá com mau

2:43:37funcionamento do intestino, né? Aqui já

2:43:41pra gente praticamente encerrar, né,

2:43:44nossos estudos de agora, depois de quase

2:43:463 horas de revisão, meu Deus do céu. Eh,

2:43:50a gente tem a escala de Bristol, né,

2:43:53lembrando que ela vem sempre aqui, ó, do

2:43:55cocô menos hidratado para as fees muito

2:43:59hidratadas, que é quando você vai ter

2:44:01diarreia. Então, o tipo um, você vai ter

2:44:04pedaços parecendo amendoim. Lá no dois

2:44:07uma salsicha mais segmentada. No três, a

2:44:10salsicha já tá formando só eh fendas. No

2:44:14quatro, a salsicha já tá ali mais, né,

2:44:17lisa, mole, parecendo a cobrinha. No

2:44:20cinco você vai começar a fazer pedaços,

2:44:22né, com contornos nítidos. E aqui no

2:44:25seis, os pedaços vão ser se aerados,

2:44:27contornos esgarçados, tá vendo? Tudo

2:44:29bagunçado. E no sete você vai ter a

2:44:33diarreia. Quando é diárideo, por

2:44:35exemplo, a gente não, o bebezinho não

2:44:37consegue segurar, né? A criança não

2:44:38consegue segurar, sai ali, não dá tempo

2:44:41de correr nem pro banheiro, tá gente? Do

2:44:43bebezinho, né? Da criança. Então, olha

2:44:45aqui, qual que é essa escala de Bristol

2:44:47aqui? Para quem é guerreiro ainda ficou

2:44:48aí até o final estudando, de acordo com

2:44:51isso aqui que a gente colocou, vocês

2:44:53avaliariam

2:44:55umas fees que chegassem no laboratório

2:44:57para vocês avaliar, que tivesse o

2:44:59aspecto comprido, irregular, um monte de

2:45:03bolinha grudada. F que indica que ficou

2:45:06muito tempo parada no intestino e a

2:45:08pessoa precisa consumir mais água.

2:45:10Dentro da escala de Bristol, vocês

2:45:13colocariam essas feeses aqui como sendo

2:45:16qual tipo? Coloca para mim aí que é a

2:45:18última pergunta da nossa live, tá bom?

2:45:21Deixa eu, enquanto vocês vão respondendo

2:45:23aí, tentar organizar aqui para eu

2:45:25conseguir

2:45:28pelo menos falar tchau para vocês, né?

2:45:30Já que eu não

2:45:35consegui deixar a câmera aberta porque

2:45:37tava travando demais. Agora que

2:45:39melhorou, vocês viram, né? Eh, o

2:45:42travamento.

2:45:44Que que vocês acham? No caso, seria

2:45:45dois. Razou, hein, Marcos? Tá sabendo,

2:45:49hein? É isso mesmo. Tipo dois, tá vendo?

2:45:53Então, eu sigo aqui a escala de Bristol.

2:45:55Isso aqui, gente, médico usa, viu? vocês

2:45:57fica aí falando: "Ah, vou fazer

2:45:59biomedicina, menina." Médico que cuida

2:46:02da parte de intestino, gastro, tá? E por

2:46:05aí vai, né? As outras especialidades que

2:46:08eles têm, precisam muito saber disso

2:46:11aqui, porque isso aqui dá muita ideia

2:46:12para eles do que que a pessoa pode estar

2:46:15tendo de alteração. Então, é importante

2:46:18eh

2:46:20a gente ter

2:46:22a gente saber isso aqui e inclusive

2:46:24relatar no exame, tá? Sim. Aham. Tipo

2:46:29três e o tipo quatro, viu, Marcos? Que a

2:46:31gente pode considerar aí como sendo os

2:46:33mais perto dos naturais. Mas aqui, ó, o

2:46:35três para mim, ele já começa a dar umas

2:46:37fendinhas. A fendinha quer dizer que tá

2:46:40com pouca água, né? O legal é assim, ó,

2:46:43que eles falam, você fazer as eh eh

2:46:47defecar, né? Esse termo é tão feio, mas

2:46:49é é o correto, de forma que não te

2:46:51machuque, porque a diarreia, ah, é muito

2:46:54líquida, mas de acordo ali, ó, com que

2:46:56vai você toda hora, né, acaba machucando

2:47:00e aqui também. Então tem que ser de um

2:47:02jeito que não vai agredir, né, o tecido

2:47:06ali do intestino, no caso, três e quatro

2:47:09ali a gente pode considerar, OK?

2:47:12Dúvidas, perguntas,

2:47:15que que vocês me falam? Deixa eu ver

2:47:16aqui se a minha imagem vai aparecer

2:47:19ou se não vai.

2:47:22Ah, apareci que eu vou pro lado de cá.

2:47:26Eu estou travada? Não estou travada.

2:47:29Deixa eu ver uma outra imagem aqui que

2:47:30eu tenho.

2:47:33Isso é perguntas. Gente, estudamos até.

2:47:39Não sei se a minha câmera parece que ela

2:47:40tá travada para vocês. Não sei se tá

2:47:43funcionando.

2:47:44Queria dar um tchauzinho, mas acho que

2:47:46não vai rolar não. Então, gente, é isso,

2:47:49né? Eh, a Parasita tem muita informação,

2:47:53mas a gente trabalhando com os esquemas,

2:47:56resumos, macetes,

2:47:59ajuda muito a gente lembrar o setor, não

2:48:02negligenciar ele, que é o que acontece

2:48:04na maioria dos laboratórios,

2:48:06e cuidar para poder fazer um exame de

2:48:09qualidade, tá? Eh, a gente não gasta

2:48:12muito, né, se a gente for fazer,

2:48:13principalmente as metodologias aí

2:48:14espontâneas.

2:48:16Então, teoricamente, a maioria do valor

2:48:18que entra pra gente eh

2:48:22vai ser valor que a gente vai ter de,

2:48:24né, lucro aí dentro do do que a gente a

2:48:28gente pegar. E outra coisa, eh,

2:48:33cuidem disso, por favor, tá? A parte

2:48:36final é mais tranquila dos vermes, é

2:48:38mais complexo por causa dos nomes. É

2:48:41isso é mesmo, Marcos. Concordo com

2:48:42vocês. Mas sabe o que que é? Falta de

2:48:44costume, né? de vocês ficarem falando

2:48:46eles toda hora. Para mim já ficou bem

2:48:48assim repetitivo, porque como toda hora

2:48:51eu preciso falar com vocês, tô

2:48:53estudando, trabalhei, né, muito tempo

2:48:55com eles, então é muito comum. Que que

2:48:58eu falo, né, com vocês quando vocês

2:48:59estiverem estudando aí, ó, pensa num

2:49:02jeito de estudar que vocês precisam

2:49:03ficar repetindo os nomes, brinca de

2:49:05forca, sei lá, alguma coisa que estimula

2:49:08vocês a escrever os nomes. Ou então fica

2:49:10se testando, falando assim, quantos

2:49:12nomes de parasito eu consigo escrever de

2:49:13uma vez? Porque aí vocês começam a

2:49:16acostumar mais, porque é importante e

2:49:18faz diferença. Se alguém pegar um laudo

2:49:21de vocês liberado, como se vocês não

2:49:24tivessem escreverem o nome errado, eles

2:49:28vão falar de vocês enquanto eles

2:49:30conhecerem vocês aí ou pessoas que

2:49:32conhecem vocês. Acreditem nisso, porque

2:49:36aí assim, ninguém quer saber que é

2:49:38difícil, né? Só fala: "Ah, é biomédico,

2:49:40não sabe nem escrever, é farmacêutico

2:49:42não sabe escrever, biólogo não sabe

2:49:43escrever". Entendeu? Então a gente

2:49:45precisa aprender para mostrar que a

2:49:48gente estudou e que a gente sabe o que

2:49:49que é o certo, no caso, né? Mas é isso,

2:49:53né? De pouco em pouco vai dando certo.

2:49:55Não perca fé, tá bom, [risadas]

2:49:58gente? É isso. Então, vou fazer outra

2:50:00live depois com os outros alunos aqui, 6

2:50:01horas da tarde. Não vou me prolongar

2:50:03mais, não. Fica com Deus aí, todo mundo.

2:50:06Parece que a minha câmera realmente

2:50:07resolveu ficar travada, pelo que eu tô

2:50:09percebendo aqui. Não vai ter jeito de eu

2:50:10fazer o tchau tchau tchau com vocês.

2:50:13E eu espero que vocês tenham gostado,

2:50:14tá? Beijo, fiquem com Deus e até mais.

2:50:36เ

2:51:42mexendo o celular.

2:51:48Como é que você tá?

2:51:516 horas eu vou fazer outra, hein? Pois

2:51:53é,

2:51:56>> pode mexer agora. Agora que fo

2:55:20Que

Recently added transcripts

Browse the whole transcript library

This transcript was generated from the captions YouTube publishes for this video. Get the transcript of any YouTube video atfreeyoutubetranscribe.com, free, unlimited, no sign-up.