Full transcript
3:23Boa noite, pessoal. Aliás, boa tarde,
3:27né?
3:28>> [risadas]
3:33>> Estamos começando agora a live de
3:36revisão em parasitologia.
3:40Você que tá precisando estudar conceitos
3:45gerais, os grupos de aumentos, que é uma
3:48divisão de estudos que eu faço para os
3:51meus alunos, então você não vai
3:53encontrar ela em outro lugar porque é
3:55uma analogia minha. E também a doença de
3:59Chagas.
4:00Então essa live é para você, você já
4:05pode estar entrando aí e participando
4:08junto comigo. Eh, me fala aí, né? Boa
4:12tarde, gente. Coloca no chat aí para
4:14mim, porque a proposta da nossa live é
4:18vocês estarem participando
4:21eh
4:23de acordo com o que eu for colocando
4:25aqui. Eu preparei algumas questões,
4:30eh, algumas dinâmicas dentro da
4:33apresentação para poder favorecer vocês
4:35também estarem participando. Então, vão
4:38colocando para mim aí, por favor, no
4:40chat. vocês estão presentes,
4:43que
4:45é hora de estudar, né? [risadas]
4:48Não tem jeito, né? Vou fazer prova, essa
4:50aula vai poder te ajudar, né? Sem mais
4:53enrolações, nós já vamos começar porque
4:56a gente não pode eh pra gente dar bom
5:00uso aí do nosso tempo, OK? Então, já vou
5:03colocar aqui para vocês.
5:06Eh,
5:07de acordo com o que for necessário, eu
5:09vou tampando a minha câmera. De acordo
5:11com o que não for necessário, eu vou
5:13deixando ela amostra. Às vezes eu vou
5:14mudando ela aqui de posição. Vocês vão,
5:17não reparem nessa parte porque a
5:19proposta é vocês olharem o que tá no
5:22slide, né? Que as informações que eu
5:24coloquei aqui são todas muito relevantes
5:26para vocês. Enfim, né? Vamos lá, então,
5:29ó. Eh, como eu falei, né?
5:33Nosso objetivo de hoje é fazer o estudo
5:37de conceitos gerais em parasitologia,
5:40de doença de chagas, a divisão, né, dos
5:44eumintos e também o exame parasitológico
5:47de feses. Agora nós tivemos uma
5:50atualização, tá, do exame parasitológico
5:54de fes, só que a aula de hoje ainda não
5:55vai ser voltada para isso. Depois eu vou
5:57fazer uma aula porque eu ainda não
6:00destrinchei a nova NBR aí de 2025 para
6:04exame de feeses. Certo?
6:07Então pessoal, vamos lá, ó.
6:13Pera aí. Vamos ver se deu uma travadinha
6:15aqui.
6:21Oh, oh. [risadas]
6:23Coisas ao vivo, né? Então is esse tipo
6:25de de situação pode acontecer mesmo.
6:27Vamos ver aqui se passa o slide. Deixa
6:30eu dar um uma finalizada na apresentação
6:34e colocar ela novamente para ver se a
6:36gente consegue resolver, tá?
6:56>> [roncando]
6:56>> Deixa eu ver aqui, pessoal, porque eu
6:58acho que eu apertei muitos botões. Deixa
7:00eu ver se não vai não vai sair do lugar
7:04aqui para atrapalhar a gente, né?
7:07Eh, vamos me falando aqui, se os slides
7:09saírem do lugar, eu vou e ajeito eles
7:12novamente para vocês, porque eu apertei
7:13aqui várias vezes para frente, para
7:15trás, no desespero. Então, então tá, né?
7:20Para parasitologia, a gente observa que
7:22a gente tem um universo aqui que a gente
7:24precisa eh destrinchar, né? Já coloquei
7:28para vocês aqui a edição mais recente do
7:31David Pereira Neves, todo o estudo que a
7:34gente vai fazer dentro da biomedicina,
7:37da farmácia, enfermagem, da medicina,
7:41existe um livro que vai ser referência
7:43naquele assunto, tá? E dentro da
7:46parasitologia a gente tem aí o David
7:49Pereira Neves, sendo um livro importante
7:52de parasitologia,
7:54certo? Eh, esse livro ele traz pra gente
7:59muita informação e essa informação é
8:02muito confiável. Então, deixa eu ver
8:05aqui um eh vou desligar um pouco a
8:06câmera só para ver se ele para de travar
8:08e aí eu volto com a câmera depois. Eh,
8:11então é um livro que ajuda muito você a
8:13fazer os estudos aí dentro da
8:15parasitologia, tá?
8:17Eh, para início de conversa, nós temos
8:19que combinar aqui o que é que eu tenho
8:21de forma eh parasitária, que é de fora
8:26do meu corpo, e o que que eu tenho de
8:29forma parasitária que tá dentro do meu
8:31corpo. Então, a gente observa que tudo
8:34que faz infecção no nosso organismo que
8:37tá lá de fora
8:40é chamado de ectoparas.
8:43são os exemplos, por exemplo, da
8:46pediculose, que é aquela infecção que a
8:48gente pega quando a gente tá com piolho,
8:51ou, por exemplo, infecção quando a gente
8:53dá de forma acidental por moscas,
8:56carrapatos, né, ou carraças, né, em
8:59alguns lugares carrapatos são chamados
9:00de carraças,
9:02pulga, bicho de pé, são tudo exemplos aí
9:07de infecções, né, extra fora do nosso
9:10corpo. Então, a gente fala que são os
9:12ectoparasitos.
9:13Ao mesmo tempo, a gente tem também
9:17aqueles parasitos que vão acontecer
9:21lá dentro do organismo. Então, eles
9:23atravessam a barreira da pele, que é
9:26responsável por nos proteger, e vão
9:28fazer infecção no organismo. E aí é quem
9:31a gente chama de endoparas. Eles são eh
9:35invasivos. Um exemplo que a gente tem
9:37importante aqui são os enteroparasitos,
9:40ou seja, aqueles parasitos que vão
9:41acontecer lá no lumem intestinal, no
9:44buraco do intestino. A maior parte dos
9:47parasitos de importância médica vão
9:49estar em dois eh dois reinos, né? na
9:53verdade, porque a gente tem o reino
9:54protozoa com os protozoários e os o
9:58reino animalia com os dois subfilos aí
10:01que são dos eumintos, onde a gente tem
10:03os vermes que são achatados e os vermes
10:06que têm o formato cilíndrico. E aqui já
10:09é importante a gente lembrar que tem uma
10:13nomenclatura correta pra gente falar a
10:16respeito desses parasitos, tá? que é o
10:19que a classificação binominal que a
10:21gente fala que é a classificação de
10:23lineu. Essa classificação de lineu, ela
10:26serve pra gente dar o nome pros paradas.
10:28Então a gente usa, é como se tivesse um
10:30nome e um e um sobrenome.
10:34Nesse caso aqui meio que a gente
10:35inverte. Então, a gente tem o gênero
10:38como sendo o sobrenome de uma um monte
10:40de família aí de parasitos que são
10:43comuns. E a o segundo nome, né, sendo aí
10:47a espécie, que aí vai ser o nome próprio
10:50daquele parasito. Vamos dar um exemplo.
10:52Lá na malária, malária, a gente tem
10:54quatro espécies de malária que podem
10:56fazer infecção no ser humano.
10:59o plasmódium falíparo, plasmódium vivax,
11:04plasmádum plasmódium ovale e o
11:07plasmódium malar. Todos eles fazem
11:10diferentes tipos de malária. Mas o que
11:14que isso significa? O plasmódium é o
11:17gênero para toda todas essas quatro
11:19espécies, enquanto o segundo nome vai
11:22ser o nome que identifica aquela
11:23espécie. Então é como se fosse
11:25sobrenome, nome e aí tem um jeito certo
11:28de você escrever. Então você não pode
11:30esquecer, o gênero sempre deve vir com a
11:33primeira letra maiúscula, enquanto
11:35subgêno, o a espécie, desculpa, ela tem
11:39que vir o quê? Em forma minúscula.
11:42Certo? Vamos lá. Agora vamos dar um
11:44exemplo aqui. Minha câmera não tá
11:45aparecendo nesse momento porque eu tô
11:47achando que tá dando uma travadinha.
11:49Assim que eu perceber que o negócio
11:50voltou a funcionar normal aqui, eu volto
11:53a colocar a câmera, tá? Eh, vocês que
11:56estão aí estudando hora dessa, nesse
11:58sábado firme, Deus abençoa, que vocês
12:01saiam bem aí nas provas que vocês forem
12:03fazer.
12:04Eh, escreve para mim o nome de um
12:08parasito. Pode ser um protozoário, um eu
12:12que você lembra de ter estudado na sua
12:15aula de parasitologia,
12:17que a gente sabe que tem nomes dos
12:20parasitos e a gente precisa aprender
12:21eles, né? Oi, Roger, que bom que você
12:24está aqui nesse momento estudando com a
12:26gente. Queria saber quem são os outros
12:27que estão aí também, gente. Vai
12:29colocando boa tarde aí, por favor.
12:31Escrevam aí para mim o nome de um
12:34parasito que vocês conseguem falar já
12:37que vocês conseguiram absorver. Eu vou
12:39escrever uma aqui para ajudar vocês
12:42também já ir dando exemplo.
12:50Ácares lumbricóis, arrasou. Eu escolhi a
12:53lumbriga, né? Famosa lumbriga. Boa
12:55tarde, Mari. Que bom que você está aqui
12:57presente.
12:59Eu escrevi aqui, ó, o chistosoma
13:00mansone, que é aquele aquele associado
13:02com o caramujo.
13:06Mais alguém aí para escrever?
13:10Então vocês entenderam, né? Ascares
13:12lumbricoides, ó, a gente coloca o gênero
13:14com letra maiúscula, mas a espécie que é
13:17a lumbricoides, ela tem que ser com
13:19letra minúscula, nunca esquecer disso,
13:22tá? E se eu tiver escrevendo a mão, eu
13:24preciso sublinhar. Se eu tiver digitando
13:27aqui no YouTube, não tem jeito, mas se
13:29eu tivesse, por exemplo, no Word
13:31trabalhando ou dentro de um sisteminha
13:33para eu liberar um laudo, então eu
13:35conseguiria colocar em itálico aqui,
13:38aquela aquela letrinha dobradinha, tá?
13:41Muito bom. Vamos lá seguir aqui. Agora a
13:45gente tem duas formas parasitárias que
13:47eu tô colocando aqui para vocês, ó.
13:51Essas duas formas parasitárias, elas são
13:53bem parecidas,
13:56mas eh
13:58elas não fazem o mesmo tipo de infecção
14:01na pessoa quando ali você entra em
14:04contato com as duas. E aqui tem dois
14:06termos muito importantes que a gente
14:08precisa pegar com essas duas formas
14:10parasitárias.
14:12Porém, antes de fazer essa
14:14diferenciação, a gente vai tentar
14:16identificar quem é que tá aqui, ó, no
14:19quadrado vermelho e quem é que tá nesse
14:22quadrado preto. OK? Tem outro que a
14:25gente estudou muito bom. A Tênia também
14:27é um outro exemplo aí muito bom de
14:28parasito, né? Eh, quando a gente tem
14:32estrutura muito pequenininha, que eu
14:34preciso aumentar demais a objetiva do
14:36microscópio para eu poder enxergar, por
14:38exemplo, esses aqui vão ser legais da
14:40gente enxergar lá na objetiva de 40, ou
14:44seja, é quase uma de 100, né? Porque no
14:46exame eh de de feeses, eu não posso usar
14:50a a objetiva de 100, eu tenho que usar a
14:53objetiva de 40,
14:56eh porque o esfregado, então a gente não
14:59usa óleo de imersão nesse tipo de
15:01esfregar no exame de fees, certo?
15:03Preciso lembrar disso, hein? É basicão.
15:06Para eu diferenciar eles aqui, ó. Se
15:08vocês conseguirem observar aí, igual eu
15:11tô observando, a gente tem a presença
15:16dos núcleos. São cistos. Sempre que eu
15:19falo cisto, eu tô me referindo a
15:22protozoário ou auminto?
15:25Boa, Tainá. Tripanosoma cruz. E a gente
15:28precisa lembrar deles também, que ele é
15:30importantíssimo aí pra prova, né?
15:33Mas falando agora dessa imagem aqui que
15:35eu tô colocando para vocês, se eu tenho
15:37cisto, eu tenho um protozoário ou eu
15:41tenho um eu minto? Coloca para mim aí,
15:44por favor, no chat.
15:59Pessoal, vocês estão conseguindo me
16:01acompanhar?
16:06Quem tá aí? Quando a gente tem ciso, a
16:09gente tem protozoário, a gente tem eu
16:11minto. Essa aqui é outra que agora a
16:14gente tem que pegar porque na hora que a
16:15gente falar lá no exame. Boa, Mari, boa,
16:19Marcos. Que bom que você também veio pra
16:21minha live
16:23estudar, né? Porque prova. Então, vamos
16:25lá, ó. Protozoário, com certeza. Então,
16:28para um laudo isso já me ajuda. Por quê?
16:31Eu não vou poder colocar um
16:33carislicóides, não vou poder colocar uma
16:36tênia, não vou poder colocar um
16:38interóbios, ancilostoma, porque todos
16:41esses são exemplos deumintos.
16:44Então, quando eu faço a primeira
16:45diferenciação, se é um ciso, se é um
16:47ovo, eu já delimito muito quem podem ser
16:51as opções para poder
16:54eh tá representando aquele parasita ali
16:56na amostra de fees, né, que é o caso do
16:57que a gente tá falando agora. E aí, o
17:00que que a gente observa? Quando eu tenho
17:02cisto, existem alguns parasitos que são
17:04mais comuns, por exemplo, geardia em
17:07criança, em cama, vai variar aí, mas dá
17:11também em criança. Eh, tricomonas
17:15vaginales, que é uma IST, certo? Eu já
17:19delimito para isso aí. Num segundo
17:21momento, a gente vai fazer o que aqui,
17:23ó? Olhar dentro dessa forma parasitária,
17:26quantos cistos essa forma parasitária
17:28tem? Deixa eu ver aqui se eu consigo
17:30selecionar. o lapizinho para eu poder
17:33escrever aqui com vocês. Mas a ideia
17:36principal aqui nesse momento agora é
17:38justamente usar a quantidade de núcleos
17:42que essas duas imagens têm para eu poder
17:45fazer a diferença entre duas amebas que
17:49são responsáveis por fazer infecção no
17:51ser humano, certo? Eh, então a gente
17:55observa o quê? Na foto um, do lado
17:59esquerdo, vocês conseguem observar a
18:02presença de quantos núcleos? Quando
18:05vocês olham aí, vocês conseguem
18:06observar? Coloca para mim no chat aí que
18:09eu tô doida querendo escrever no slide,
18:11mas o negócio aqui não quer me deixar
18:13selecionar de jeito nenhum. Eu não sei
18:15porque ele tá querendo travar.
18:19Me ajuda aí.
18:21Quantos núcleos eu consigo enxergar
18:24na foto da esquerda que tá me dando?
18:31Eba, agora eu consegui. Que tá me dando
18:33aqui, ó, do lado esquerdo, no quadrado
18:37vermelhinho, de linha vermelha.
18:45Um. Muito bom, Tainá. Vou delimitar ele
18:47aqui, ó, pra gente ver se ele é
18:51o núcleo, se vocês estão enxergando o
18:53núcleo do mesmo jeito que eu. Se vocês
18:56tiverem enxergando, é dessa forma aqui
18:58que a gente tem que enxergar. Para essa
19:00ameba, a gente fala que é o núcleo em
19:02forma de carroça, tá? Esse núcleo em
19:05forma de carroça é só um que a gente tá
19:07vendo nesse sítio. Isso. E na segunda,
19:10na segunda vocês conseguem observar
19:12quantos aqui nessa outra que eu não
19:13desenhei.
19:24Ai, meu Deus do céu.
19:27Na segunda, cinco. Ah, mas vocês são bom
19:29de enxergar, hein? Arrasou. Cinco mesmo.
19:32Olha aqui, ó. Tem um, não vai dar para
19:35eu desenhar, vou só fazer um risquinho
19:36pra gente achar eles, tá? Do 3 4 e c
19:43arrasou. Usando essa informação, eu vou
19:45conseguir diferenciar esses dois tipos
19:47de ameba, porque essa de cá, ela vai ter
19:51só um a quatro núcleos, enquanto a de cá
19:55tem de cinco a oito, certo? E isso é
19:59muito importante, porque quando eu conto
20:01isso para o médico, ele vai saber que
20:05uma dessas amebas é patogênica e a outra
20:08não é. No caso, se ele perguntasse para
20:11vocês, assim, por exemplo, ele ou
20:13qualquer outra pessoa, qual das amebas
20:15aqui seriam eh seria a patogênica? A que
20:18tá representada aqui na primeira imagem
20:21ou a que tá representada na segunda
20:23imagem?
20:26em A ou em B?
20:43Meu áudio tá chegando, né, gente, para
20:45vocês. Se tiver baixo, se tiver dando
20:48muito delay, vocês me fala, por favor,
20:50pra gente ver aqui o que que a gente
20:52pode fazer para melhorar, tá?
20:54Eh,
20:56a patogênica, né, apesar dela ter menos
20:59núcleos, então a gente vai focar nessa
21:02aqui, ó,
21:04na que tá do lado esquerdo, tá bom?
21:06Isso. Ah, mesmo, Marcos. Muito bem.
21:09Então, o que que eu tenho que lembrar,
21:11ó? Sempre que eu for reconhecer uma
21:12forma parasitária, eu tenho que
21:14identificar as estruturas básicas que
21:16ela possui, membrana, núcleo,
21:20citoplasma.
21:22Eh, as fees é um tipo de amostra que a
21:25gente elimina todo tipo de componente
21:27nela. Então, é muito difícil ela tá
21:30límpida. Normalmente ela vai tá cheia de
21:34sujeirinhas. A gente fala que é uma
21:36selva. Por isso que é um setor que exige
21:39que a pessoa tenha experiência, porque
21:41no meio daquela bagunça toda é mais
21:43difícil da gente identificar as
21:45estruturas. E acreditem, tem muita fibra
21:50alimentar que a pessoa ali resto de
21:51fibra que ela tá eliminando, que parece
21:54forma parasitária, mas quando você vai
21:57comparar aqui as estruturas, as
21:59estruturas celulares, você observa que
22:01não tem todas as estruturas ali pra
22:04gente falar que é determinado parasito.
22:06Então, a gente precisa sempre
22:08identificar. Agora falando a respeito
22:10dos dois tipos de amebas, a gente tem
22:12quem, ó, já deixei em vermelho
22:13justamente para vocês assinarem o o
22:16alerta aí. A entame bistolídica disparar
22:19é a patogênica enquanto a cole.
22:23Então, o que que é interessante sempre
22:25você fazer? Ao invés de você escrever
22:28assim, ó, presença de cissos de
22:30inaméstolítica disperar, seria
22:32interessante vocês eh colocarem assim no
22:35exame. Foram observados
22:38formas circulares com presença de um
22:42núcleo em carrossel
22:44compatíveis com o complexo tamamebistica
22:48dispar, porque aí o médico consegue
22:52eh associar as informações e realmente
22:55firmar que é uma mea patogênica,
22:58enquanto aqui, ó, na oito, a gente não
23:00tem uma meeba patogênica. Pessoal, qual
23:04que é o termo que a gente usa para falar
23:06de um parasito quando ele não faz doença
23:10na pessoa? Isso é importante. A gente
23:13precisa saber diferenciar. Tem muita
23:14prova que cobra isso e eu com certeza
23:17cobro, tá?
23:23Qual que é o termo mais adequado pra
23:25gente usar para entameba?
23:28Porque não é parasito.
23:32Começa com a letra C. Vamos ver quem é
23:34que consegue escrever no chat aí para
23:35mim primeiro.
23:52Alguém, gente? Ai, ninguém.
23:55Ninguém tá sabendo.
23:59Começa com a letra C. Quando você tem um
24:02pseudo pararasito, parece que tem um
24:04parasito, mas ele não vai fazer doença
24:05na pessoa. E a entambac, ela é ela é
24:10danada para fazer isso. Ó, quando você
24:13tem um parasito que não faz doença no
24:16corpo humano, às vezes a gente observa
24:18lá no cocô, mas ele não faz doença.
24:22Como que a gente chama esse tipo de
24:23paravita? começa com a letra C.
24:27E para vocês associarem, não esquecer
24:29jamais, quem aí eh já assistiu Harry
24:32Potter, toda vez que o Harry Potter
24:35tinha umas crises lá que ele ficava
24:37morrendo de medo de uns negócios que
24:39aparecia perto dele, que eles usavam uns
24:42capuzão, parecia uns fantasma, é aquele
24:45mesmo nome, só que esse é tiro da morte,
24:47né, que tem lá no filme.
24:50Alguém lembrou
24:52qual que é o nome?
24:55Ó, vou colocar já um com aqui para
24:57ajudar vocês. Comensal. Isso não pode
25:01diferenciar. Se eu tenho alguém fazendo
25:03infecção, eu vou ter um com mensal. Isso
25:06mesmo. Você falou certinho, Marcos.
25:08Arrasou.
25:09Show de bola.
25:11Eh, então paraa frente aqui, ó, é o
25:15termo que vocês não podem
25:17diferenciar quemal de quem é patogênico,
25:22no caso, tá? O comensal é um parasito
25:26não patogênico. Tanto é que aqui, ó, a
25:30entam solítica disper vai causar a
25:32colite amebiana desintérica aonde? no
25:35intestino grosso. Já a entameba fica de
25:39boa lá no intestino grosso. Pega ali uns
25:42restinhos de alimento da pessoa que ela
25:44tiver
25:45eh fazendo esse comensalismo,
25:48mas ela não vai fazer doença, não, tá?
25:51Se alguém falar assim: "Ah, ficou doente
25:53por conta de tameba", vocês já pode
25:55falar: "Ixe, o diagnóstico foi feito
25:57errado". Porque não pode, não tem que
26:00ser
26:02tem que ser em tameba e solística dispo.
26:05E é justamente essa diferenciação da
26:07quantidade de de núcleozinhos aí que vai
26:10ajudar vocês a definir quem é a
26:12histolística e quem é, no caso, a col.
26:16Muito bem, podemos passar paraa frente,
26:18né?
26:19Aqui outra parte que é importante vocês
26:21estudarem para esse momento, como eu
26:24faço para entrar em contato com um eh
26:28agente patogênico ou etiológico de uma
26:31doença. Então, vamos usar aqui esse
26:33exemplo aqui do lado direito, essa
26:35imagem que a gente tem, que também ainda
26:37tá falando a respeito aqui, ó, da
26:39incamebistica deper.
26:42Ah, então a me estolítica é aquela
26:44mebinha que vai fazer infecção lá no
26:46intestino grosso. A principal entrar em
26:50contato com ela é através de água e
26:52alimentos contaminados.
26:55Esse tipo de transmissão é o que a gente
26:57chama de feco oral. Vocês lembram disso?
27:01Tá até anotado aqui, ó. E aí, aonde que
27:04eu posso ter contaminação feoral? água,
27:07alimento contaminado, dependendo
27:09dependendo do parasita, se ele for muito
27:11pequenininho, ele pode ser transmitido
27:13também pelo ar. É o caso, por exemplo,
27:15do interóbrios vermiculares. Se você
27:17balançar o lençol dele, ele pode eh ser
27:22transmitido dessa forma por fômets, tá?
27:26A o tricomonas vaginares, por exemplo,
27:28se a gente compartilhar a água de banho
27:30entre as pessoas, eu posso pegar também,
27:32né? embora que
27:34eh não seja exatamente fecoral, né, a
27:38transmissão. Então eu posso inalar
27:41também esses parasitos, se eles forem
27:43esses que ficam ressuspensos aí no ar.
27:45Posso ter entrada pela pele, vamos dar
27:48um outro exemplo aqui de que forma,
27:50professora? Se você andar descalço,
27:53então a gente tem penetração ativa de
27:55larvas, que é lá prosintos esse tipo
27:58aqui. Mas no caso da doença de chagas,
28:00olha aqui para vocês verem, ó, o
28:02barbeiro quando ele começa a fazer a a
28:05hematofagia,
28:06que é aquela característica dele chupar
28:08o sangue, né, da pessoa ali quando ele
28:10vai, a fêmea precisa fazer a ovoposição,
28:13então ela vai e começa a fazer o quê?
28:15repasse sanguíneo. Ela usa o sangue para
28:18poder fazer a ovoposição dos filhotinhos
28:20dela. Então, leva ali, ó, mais ou menos,
28:23pode levar até uns 40, 45 minutos, ela
28:26fazendo essa hematofagia na pessoa.
28:27Então, ela aumenta de tamanho aqui, ó,
28:29cerca de 25 vezes. Olha, para vocês
28:31verem, nem parece que é o mesmo
28:33barbeiro, mas essa imagem tá mostrando
28:35justamente ele aqui no decorrer do tempo
28:37dele fazer essa hematofagia. Então essa
28:40penetração aqui no caso a gente fala que
28:42é passiva quando o inseto ele inocula,
28:45né, que é o caso, por exemplo, da
28:47malária, ou quando ele é extercorário,
28:49ele vai jogar o parasite aqui no cocô
28:51dele e a pessoa ali coça depois da
28:53hematofagia e acaba colocando aquele
28:56parasito para dentro do corpo dela, tá?
28:59Eh, e aí a gente tem sinais aqui, por
29:01exemplo, ó, que é o sinal de România,
29:04né? aqui no exemplo aqui, ó, eh se for
29:08perto de mucosa, você pode também coçar
29:10e trazer para dentro da mucosa. Aí você
29:12vai ter inflamação, né? Aqui,
29:14obviamente, a Berenice, que é o nome
29:16dessa menininha, ela tá tendo edema, né,
29:19que é o inchaço. Aqui tá difícil de
29:21avaliar na imagem, mas com certeza ela
29:23tá com dor, deve tá também com um pouco
29:26de edema por conta aqui dessa via
29:29percutânea que foi usada para poder
29:31fazer a inoculação do bichinho, tá? Aí
29:34eu posso chamar também de conjuntiva, no
29:37caso do olho aqui ou mucosa, tá? Porque
29:39a gente coçou e trouxe aqui para perto
29:41do olho. Eh, eu posso fazer transmissão
29:45via transplacentária, via genital,
29:47certo? São todas formas aí que a gente
29:50tem de transmissão. Agora vamos lá, para
29:53vocês poderem voltar e participar também
29:55dessa aula, a gente precisa falar a
29:58respeito dos tipos de locomoção usados
30:01pelos protozoários. Então, observa essa
30:03imagem e observa aqui, ó, o que que eu
30:06coloquei acima. Os protozoários são
30:08agrupados de acordo com seu modo de
30:11locomoção em quatro classes diferentes.
30:15A gente falou muito disso em sala de
30:16aula e agora, né, vocês vão contar para
30:20mim aqui o que que vocês estão sabendo.
30:22Tem um parasita aqui representado em A,
30:24em B, em C e em D. Eu quero que vocês
30:27coloquem aqui no chat para mim
30:30o que que o A, o que que o B, o que que
30:33o C e o que que o D tão representando
30:36a nível de estrutura de locomoção que
30:40esses protozoários usam para poder
30:43invadir os os hospedeiros? Seja ele um
30:45hospedeiro vertebrado, invertebrado, vai
30:48escrevendo aí para mim. Vamos começar
30:50aqui na letra A. Que que ele tá usando
30:52de estrutura de locomoção.
30:59Bora lá, pessoal.
31:09Ó, esse aqui inclusive é parecido com o
31:11do um protozoário que a gente estudou,
31:14mas ele não é o tripanosoma cruz, tá?
31:16Aqui a gente tem um exemplo de
31:18leitimânia, que é um outro que vai ser
31:20parecido. Arrasou. Muito bem, vocês são
31:22antenadas aí, né? Flagelo. Ah, vai ser o
31:25flagelo. Ol, já vou fazer até uma linha
31:27perto dele aqui pra gente lembrar. É o
31:30rabinho. Quando tem só, ixe, ficou
31:32horrível isso aqui. Quando a gente tem
31:33só um rabinho, a gente tem um flagelo.
31:36Em B, gente, em B nós vamos ter o quê?
31:39Coloca aí, faz favor.
31:45em B é aquele parasita que vai parecer
31:47uma baratinha da água que a gente fala,
31:49ele parece um outro paras protozoário
31:51que não faz infecção, que é o
31:53plasmódium. Plasmódio, a gente consegue
31:55achar ele na água. Agora, esse parasita
31:58aqui, a gente só vai achar ele,
32:01em algumas situações. Normalmente tá
32:03associado com as feeses de suína. Então,
32:05o pessoal que manipula e às vezes
32:06trabalha no açou, na manipulação da
32:09carne, o pessoal da fazenda que é
32:11acostumado também a mexer lá com
32:12chiqueiro, nã pode adquirir esse tipo de
32:14infecção. Cílios, isso mesmo, eh,
32:18ciliado, Marcos, tá certinho. Letra B,
32:21ciliado, tá? O nome do parasito, gente,
32:23que é ciliado, que faz doença no nosso
32:25corpo, vocês lembram o nome dele? O
32:26único que tá associado com infecção em
32:28seres humanos, que é ótimo, porque a
32:30gente decora mais rápido, é mais fácil.
32:35Ele é o B e o nome do parasito começa
32:37com B. Quem que lembra? Coloca aí para
32:38mim, por favor.
32:49Alguém se lembra?
32:57Não, gente, ninguém não lembra.
33:00Ai, cai uma lágrima aqui. Vou escrever
33:03no chat aí para vocês, ó, para ver se
33:05vocês lembram dele. Nós falamos dele eh
33:09em sala de aula, né? Balantí é auxiliar
33:14que faz doença no ser humano, tá? Dos
33:16protozoários. Isso é muito bom porque
33:18facilita a minha vida. Aqui pro
33:19flagelado eu vou ter vários. deia,
33:22tripanosoma, leximânia, algumas amebas
33:25de vida al livre, por exemplo, a gléria,
33:27faler, eh, eu tenho outros exemplos, mas
33:31aqui no B eu só tenho balantídio colo,
33:33então já facilita a minha vida para eu
33:34poder
33:36lembrar, tá? E a C, nós acabamos de
33:39falar dela aqui no no slide anterior. Em
33:42C, a gente vai ter qual tipo de
33:44movimento de locomoção do parasite, que
33:47que ele usa para poder se movimentar?
33:49Vocês lembram?
33:53A tradução é falso pés, mas aí eu tenho
33:56que usar o terminho que é mais adequado.
33:59Aí no caso,
34:12ninguém lembra não?
34:16Qual que é o meio de locomoção usado
34:18pela estrutura em C?
34:21Se lembra? Coloca aí, faz favor. Aqui a
34:24gente tem os falso pés.
34:27[limpando a garganta] A parte mais
34:28escura aqui tá representando o núcleo.
34:30Tá vendo? Aqui a gente tá eh
34:34eh esses esses buraquinho aqui, ó,
34:36branco tá representando váculos de
34:39osmorregulação, porque aí ela fica
34:42absorvendo, jogando fora, colocando para
34:44dentro, colocando para fora. Isudópodes.
34:47Muito bom, muito bom, Mari. E aí por
34:50último, na letra D, nós temos então
34:54aquele grupo de protozoário que não vai
34:58ter nem vagelo, nem cílios e nem
35:02pseudópodes.
35:03Eles têm algum tipo de estrutura de
35:05locomoção, gente? Os de
35:10não, né? Só que aí a gente tem que
35:12incluir eles em um grupo separado,
35:14porque aqui a gente tem parasitos que
35:16são bem brab, que eu vou falar para
35:18vocês o nome aqui, que as infecções
35:20deles são sérias. A malária mesmo tá
35:22aqui dentro. Toxoplasma, que é super
35:25importante na gestação pra mulher também
35:27tá aqui dentro. Os coxídios intestinais,
35:30criptosporídum, sarciste, cisóspora, tá
35:34tudo aqui dentro. Eles não têm
35:37estruturas de locomoção, mas eles têm
35:39aqui na estrutura deles de
35:40desenvolvimento um negócio que a gente
35:43chama de complexo apical. Você tem que
35:45pensar tipo num peão. Acredito que todo
35:49mundo aqui conhece o peão, né? Apesar de
35:51que na na nas gerações aí mais recentes,
35:54acredito que pouquíssimas pessoas tenham
35:57brincado com peão. Eu mesmo quase não
35:59conheci peão não. Eu sei porque eu já vi
36:02assim, né?
36:05V de nã. Mas eu acho que eu não fui de
36:07brincar com com o peão não. Mas aquela
36:10pontinha do peão ali, ó, que fica
36:12rodando, quando a gente solta ele no
36:14barbante,
36:16ela é igualzinho o complexo apical.
36:19Quando a gente tem os os
36:22apicomplexas aqui, que são os que não
36:25possuem estrutura de locomoção, a gente
36:27pode chamar eles também de esporzoários,
36:31tá? Essa diferenciação dos protozoários
36:33é muito importante e vocês vão observar
36:36que a gente cobra não somente em prova,
36:38mas quem for fazer concurso, que for de
36:39área de análises clínicas, vai cair esse
36:42tipo de conteúdo também. Então vocês tem
36:44que aprender e não pode esquecer, certo?
36:47Vamos lá. Falando a respeito da
36:49classificação, aqui eu coloquei para
36:51vocês, ó, pode fazer um print aí para
36:54vocês poderem guardar essa informação.
36:56Aqui a gente tem, né, eles com os nomes
36:58que são mais chique da gente poder
37:00chamar, certo? Que é quem, ó? o sarco
37:04mastigoffora, que vai incluir a parte de
37:07mastigofura, que são os flagelados, e os
37:10sarcodinas, que são os que emitem
37:11pseudópodes. Então, nessa imagem aqui,
37:14eu trago para vocês exemplos:
37:16leiximânia, tripanosoma, geárdia,
37:18tricomonas, mas quando eu passo pro
37:21grupo daquelas que
37:24daquelas que vão ter pseudópoles, aí eu
37:27já vou mudar um pouquinho, tá? Ai, ele
37:30não tá escrevendo, tá dando umas
37:31travadas. Eh, eu já botei em Tameba, a
37:35dia de emeba, que não tem tanta relação
37:38com patogenicidade também, não. Aí eu
37:40tenho as amebas de vida livre, por
37:42exemplo, por exemplo, a cantameba, a
37:46balamuta,
37:48a,
37:50eh, sapinha.
37:52São todos exemplos também que vão
37:54acontecer para nós. Ó, os AP complexas
37:56que eu falei para vocês, olha, para
37:58vocês verem o tanto que essa imagem tá
37:59aparecendo, tá parecendo um peãozinho.
38:02Então você tem plasmódio, cicisóspora,
38:05sarciches, criptosporídium, toxoplasma.
38:09São todos exemplos de parasitos que não
38:12tem estrutura de locomoção. O micrósporo
38:15ainda tem discussão se ele entra, se ele
38:17não entra. Então a gente vai aqui pular
38:19ele, no caso. E dentro do cílio fora,
38:22quem que a gente vai ter? O balantídio
38:24cole, tá? Qual que é a diferença que eu
38:26tenho que saber aqui do balante de cole?
38:28Tá vendo aqui essa região, ó? Parece que
38:30tem uma aqueles bumerangues de jogar e
38:34tem um pontinho preto. O balantídeo ele
38:37além de ser ciliado, ele vai ter dois
38:38tipos de núcleo. Um núcleo que a gente
38:40fala que é macronúcleo, que é essa
38:42hélicezinha aqui. E a bolinha
38:44pequenininha também é um núcleo, só que
38:46a gente chama ela de micronúcleo. E é
38:48bem característico dele, tá bom? Isso é
38:51importante aqui. Agora deixa eu ver se o
38:54áudio vai aparecer.
38:58Pera aí que não tá aparecendo o vídeo
39:00para vocês. Calma aí que eu vou fazer o
39:02negócio. Eu vou tirar a apresentação da
39:05da
39:08do máximo aqui para eu poder conseguir
39:10passar o
39:13vídeo para vocês. Me dá aí só um minuto
39:17antes da gente começar a falar do do
39:20ciclo do do tripanosoma cruz, das
39:23informações que a gente precisa
39:24reforçar, tá?
39:26a respeito de conceitos gerais. É isso
39:30que a gente tem para estudar no momento.
39:32Tem alguma informação que você acha que
39:35você não entendeu direito, que você
39:37queria tirar dúvida, pode colocar no
39:39chat aí agora que a gente vai discutindo
39:41enquanto eu tô organizando aqui, tá?
39:44Porque
39:47ele não vai passar
39:49com a apresentação no alto. Eu acho que
39:52eu vou ter que eu vou ter que
39:56vou ter que
39:59descer, minimizar a apresentação para
40:01vocês poderem conseguir, tá? Me dá um
40:03minuto aí que eu já tô organizando.
40:06Parece que o computador não tá querendo
40:08trabalhar. Socorro, Deus.
40:30Então vocês já podem colocar aí. Aí
40:32talvez vocês vão ter que dar uma
40:33aumentada aí, um zoom no celular de
40:36vocês, tá? Porque como eu não consegui
40:39deixar muito grande a apresentação,
40:43ele colou como foto. Então o áudio até
40:46tá chegando, mas a
40:50apresentação não tá, né? Então para
40:52vocês,
40:54vamos lá. Então vou colocar aqui para
40:55vocês, vou fechar e aí vocês vão
40:58escutando então a o ciclo do tripanosoma
41:02pra gente falar as informações que são
41:03importantes que vocês precisam pegar,
41:05tá?
41:23Ui. Mas pera aí,
41:25pera aí, calma aí. Por que que nem assim
41:27não tá rodando? Não tô entendendo.
41:37Calma aí, galera. Deixa eu tentar voltar
41:42no off. Dá tudo certo. Quando vai para o
41:45ao vivo, afim.
41:48Deixa eu ver aqui.
42:01Ó, vamos ver se vai.
42:09Vamos que coisa, hein?
42:46Vamos tentar mais uma vez. Se não der
42:48certo, aí, infelizmente, nós vamos ter
42:49que pular, porque aí ele vem com áudio,
42:51mas ele não vem com a imagem. A imagem
42:53tão bacaninha para vocês verem.
45:13Nossa, tô chegando alto para mim. Deixa
45:15eu ver se eu aumento.
45:55Ah, ficou meio com delay, né? Aí nesse
45:58outro aqui que eu eu acho que eu não vou
46:00nem colocar para vocês porque não vai
46:01adiantar porque não vai aparecer
46:03direitinho, né? Mas depois eu mostro
46:05para vocês. Esses esqueminhas, eles são
46:07maravilhosos pra gente poder estudar
46:11eh entender o ciclo, porque ele mostra
46:14que que vocês observam aqui. No caso, o
46:17tripanosoma barbeiro, ele colocou uma
46:20forma no ser humano que ele entrou em
46:22contato. Vocês estão me ouvindo, né? E
46:25essa forma
46:27ela foi depois
46:30lançada de volta no sangue. Então,
46:32entrou no sangue como uma forma.
46:34passou para dentro da célula, virou uma
46:36outra forma, mas quando ele voltou para
46:39dentro da
46:41célula, ele eh quando ele saiu da quando
46:45ele foi para dentro da célula, ele
46:49ele voltou como a célula como que ele
46:51entrou. Ai que ódio. Desse trem tá
46:53travando, gente. Já nem
46:57tá me atrapalhando a raciocinar.
47:02Daí que a gente precisa entender lá no
47:05mosquito, no caso do tripanosoma cruz,
47:07vai ser a mesma história, tá? A mesma
47:10forma que foi infectante para o barbeiro
47:13vai ser a forma infectante também para o
47:18ser humano. Mesma forma infectante pro
47:20barbeiro, é a mesma forma infectante
47:23para o ser humano. Quando começou a
47:26doença de chagas, né, a gente tinha os
47:28barbeiros em todas as regiões
47:30brasileiras aqui, ó, de todo tipo que
47:33você imaginar, igual o mapinha tá
47:35mostrando aqui, ó. Você tem três
47:38espécies de barbeiros triatominos
47:40associadas com a transmissão da doença
47:42de chagas, certo? E aí, olha, a galera
47:46do Brasil é muito avançada com esse
47:48estudo da doença de chagas, né? Porque
47:49aqui é região super endêmica, não é nem
47:52endêmica, não é super endêmica, né? Tem
47:54para todo lado. Até hoje em dia ainda os
47:56casos são muito altos.
47:59Então, o pessoal estuda a anatomia
48:02também do inseto para entender como que
48:04o comportamento dele do agente
48:07teológico, no caso do tripanos cruzi se
48:09dá dentro desse barbeiro. Então, o que
48:12que você observa? Eh, que lá dentro do
48:16barbeiro, tripanosoma cruz, ele vai
48:18tentar usar artimanhas para poder fugir
48:22do sistema imunológico do inseto e poder
48:25sobreviver. Aí para quê? ele quer ser
48:28eliminado lá nas feeses para poder
48:30infectar outros mamíferos, entendeu?
48:33Então aqui, ó, o que que a gente observa
48:36no barbeiro? A galera da entomologia,
48:39né, que é uma área inclusive que o
48:40pessoal da biomedicina pode atuar
48:42também.
48:43Eh, a gente estuda esses barbeiros tanto
48:47de forma macroscópica para entender
48:49diferença, por exemplo, entre aqui a
48:51cabeça, porque cada um vai ter um jeito
48:53diferente de chupar o sangue, tanto aqui
48:55do formato das asas e também da
48:57coloração,
48:59como lá dentro, porque aí lá dentro a
49:01gente consegue entender como é que o
49:02parasito faz para fugir do sistema
49:05imunológico do inseto, tá? A nutrição
49:08desses barbeiros, a hematofagia, o fato
49:11dele chupar o sangue, ele é igual um
49:13vampiro, vai durar aí entre 20, 30
49:16minutos. Já ouvi relato até demais, tá?
49:20Eh, de acordo com o tamanho, né, a cor,
49:24vai ter uma espécie, um gênero diferente
49:26que vai est associado com a doença e de
49:29acordo com a região geográfica, essa
49:31diferença dos dos barbeiros também vai
49:33variar. Então, o que que a gente
49:35observa? Eu tenho aí
49:40que a gente sempre tá tem eh deve estar
49:44vigilante em relação à transmissão
49:47natural, que é a transmissão através do
49:49inseto. Existe um programa no Brasil que
49:51se chama conul. O fone sul visa eliminar
49:55a transmissão da doença de chagas a
49:58partir do barbeiro. Só que a gente tem
50:01que ficar sempre em estado de alerta
50:04porque outras espécies podem vir a ter
50:08eh adaptação para poder conseguir também
50:12transmitir ele. Ou seja, apesar de eu
50:14ter as espécies aqui, ó, que são mais
50:16comuns associadas com a transmissão do
50:19do tripanosoma cruze, eu posso acender
50:23com novas espécies. Então, a gente
50:25sempre tem que estar em alerta em
50:27relação a isso aí, tá? Eh, aqui falando
50:29para vocês a respeito da dos três
50:31principais gêneros que a gente tem
50:33associados com a doença de chagas. São
50:35quem? Triatoma infessa,
50:39ele é o mais pretinho aí, ó. Tá? Ele vai
50:42ter aqui uma intercalada entre preta e
50:44vermelho. Aqui não tá muito vermelhinho
50:46não, mas normalmente é mais pro lado de
50:47vermelhinho. Aí você tem o pstrôelos
50:51megistos que também evoluiu para poder
50:53conseguir, mas ele vai ter a probóa, ó,
50:55diferente. O jeito de chupar o sangue é
50:58diferente entre cada um deles. E o
51:01rodinus, né, glectos, que é o menos
51:03associado, ele tá associado com um outro
51:05tripanosa, que é o Rangel. E o Rangel
51:08ainda tá sendo colocado essa essa
51:10questão dele ser patogênico ou não para
51:12o ser humano. Então o o prot o inseto
51:15aqui vetor ele faz, né, o ciclo dele de
51:19que forma? Quando a fêmea adulta vai lá,
51:21chupa o sangue da pessoa, ela tem então
51:24condição de fazer ovo oposição, ou seja,
51:26nasceu os filhinhos por meio de ovos. Aí
51:30do ovo vão eudir as ninfinhas, que são
51:34eh insetos pequenininhos sem maturidade
51:37sexual. Quando ele adquire maturidade
51:40sexual, ele vira um inseto adulto. Então
51:43você observa o que, ó, ele passa pelos
51:46estágios de ninfa um, ninfa dois, nfa
51:48tr, nfa quatro, nfa c até chegar ao
51:51verme, ao verme não, desculpa, ao inseto
51:53adulto. Aí você fala assim para mim,
51:56Poliana, para que que eu tenho que saber
51:58isso?
51:59Cada vez, gente, que ele muda aqui, ó,
52:02de nfa,
52:04ele precisa fazer o repasso sanguíneo. É
52:07a partir do repasso sanguíneo que aí que
52:10diz
52:12aí passar de um estágio para o outro. Ou
52:15seja, a ninfa um vira ninfa dois vira
52:18ninfa três, ninfa qu, nfa qu vira cinco,
52:21por n c nfa c vira o inseto adulto. E aí
52:26o que que acontece? ele já tem
52:29possibilidade de pegar o tripanosoma
52:32cruz. Então, mesmo ele sendo ninfa um,
52:35ninfa do ninfa tr, ele pode se infectar
52:38e passar a doença para outras pessoas.
52:40Então, a gente precisa entender isso.
52:43Não vai acontecer esse tipo de coisa,
52:44por exemplo, quando a gente tem lá a
52:46malária, que o inseto dela vai fazer eh
52:49eles são olometábolos, então eles vão
52:51fazer ovo, larva, ninfa, que aí a gente
52:54não tem a transmissão nessas fases, só
52:56quando ele vira o inseto adulto, no
52:58caso, entendeu? Então aqui a gente tem
53:00eh
53:02mais possibilidade de tá transmitindo a
53:04doença em estágios aí imaturos do
53:07inseto. No caso aqui a gente já falou a
53:09respeito do formato da probita, certo? É
53:13mais para vocês saberem, né? Se um dia
53:14vocês encontrarem um insetinho aí e
53:17suspeitarem de, ah, eh,
53:20será que é o barbeiro que causa, né? Eu
53:23já tive aluno que trouxe o barbeiro
53:24porque o inseto foi lá, picou a pessoa,
53:27deu aquela eh alergia ali, ó, inflamação
53:31no local da picada. E como o inseto era
53:33muito grande, pensou que era barbeiro,
53:34foi, trouxe pra gente analisar. Então,
53:36se vocês desconfiarem, tá, de informação
53:39pra gente ter, né, a propósito, ó, a
53:41cabecinha deles aqui, ó, vai ser
53:44diferente de uma espécie com a outra do
53:46inseto. E o que que a gente precisa
53:47entender? A feminha aqui, ó, ela vai ter
53:49um órgãozinho que chama ovo opositor.
53:52Esse ovo opositor é por onde que os os
53:54ovinhos vão sair. No macho, é claro, a
53:57gente não vai ter isso, porque o macho
53:59não faz ovo oposição, né? Então tudo
54:03isso, ó, são informações, formato da
54:05cabeça, a proposta que é ali a
54:08partezinha que ela usa para ele usa para
54:10poder chupar o sangue, o tamanho dele, a
54:12coloração que ele possui, a região
54:14geográfica onde ele tá acontecendo, vai
54:16falar pra gente muito qual que é o
54:17gênero ali de triatomino que tá
54:19associado com a transmissão da doença
54:21naquele lugar, tá? Ah, professora,
54:24quando é que eu posso trabalhar com isso
54:25também? Além da entomologia, se você
54:28for, por exemplo, trabalhar direcionado
54:30pra parte de vigilância em saúde, essa
54:32informação aqui tem que ter importância,
54:35porque vocês vão ter relato de
54:38transmissão usando o inseto, tá? No caso
54:41do Brasil. Então você tem que observar
54:43que a fêmea e o mar são diferentes.
54:45Sempre que a gente tem diferença em
54:47parasitologia entre marcha e fêmea, a
54:49gente fala que aconteceu de morfismo
54:50sexual, tá? Eh, que que a gente observa?
54:54Qual que é outra forma que a gente tem
54:56de poder adquirir doença de chave? Vocês
54:58estão aí ainda? Tão prestando atenção?
55:00Tão conseguindo me ouvir bem? A Tainá
55:02tinha falado aqui do volume, eu tentei
55:04aumentar.
55:06Espero que tenham melhorado aí para
55:07vocês o que que tá chegando. Eh,
55:11coloca no chat aí quais são outras
55:13formas que a gente tem de poder adquirir
55:16a doença de chagas.
55:21Enquanto eu tomo uma água aqui para
55:22poder refrescar a garganta.
55:25Muito bem, Marcos. Se não tiver
55:27chegando, vocês corre, por favor.
55:40Açaí arrasou
55:42os casos de urgência que onde a gente
55:44eliminou a transmissão natural pelo pelo
55:47inseto,
55:49a saí tem importância, com certeza. Teve
55:52até uns surtos no sul, né, uns dois anos
55:55atrás, mais ou menos, que foi relatado
55:57inclusive na nos jornais, né, açaí. Que
56:01mais?
56:02picada do barbeiro, transfusão de
56:04sangue, transplantes de órgão. Muito
56:06bom, Amanda. Isso mesmo. Eh, aquela que
56:11passa da mãe pro filho, como é que ela
56:13chama mesmo? Vocês conseguem lembrar aí?
56:19Uhum. Além do açaí, qual que é o outro
56:22aqui, ó, tipo de
56:24de alimento que a gente tem, que a gente
56:26pode também adquirir doença de chagas?
56:28Gente, agora pensa, não é só o mosquito,
56:30né? Não. Transfusão de sangue,
56:32transplante de órgão, transplacentária,
56:36cana de açúcar. Isso mesmo. Tem uma aqui
56:39também que no Pará acontece que é o suco
56:42da abacaba. Vocês conhecem abacaba?
56:45E a galera que tem costume de comer
56:48carne de de mameroí
56:50mal passada, né? essas carnes mais
56:52diferente, tipo capivara, paca. Pelo
56:56amor de Deus, gente, eu não gosto de
56:58nada mal passado. Eu já não como comida
57:00japonesa por causa disso, porque eu
57:02tenho medo de pegar parasita.
57:04E é claro aqui, ó, que a gente não pode
57:07esquecer de jeito nenhum acidente de
57:09laboratório. Então, sempre que eu tiver
57:12trabalhando com amostra de sangue,
57:14porque nesse caso aqui eu não vou ter o
57:15exame de cocô para poder fazer o
57:17diagnóstico, eu vou usar o sangue da
57:19pessoa.
57:20Então, muito cuidado com as normas de
57:23biossegurança para que vocês não entrem
57:25em contato com eles, não pode pegar, tá?
57:29Nossa, não, Marcos, fala sério. Na hora
57:32que me fala de comer comida muito mal
57:34passada, Deus do céu, até corro. Tem que
57:37saber muito bem a procedência de onde tá
57:39vindo para não ter esse tipo de risco,
57:40tá? Aquelas almôndegas, a galera às
57:43vezes gosta de comer elas ali num
57:44estágios meio diferente.
57:46Tem que ter cuidado, tá bom? Então, ó,
57:49lembrar que a doença de chagas é
57:51endêmica aqui nesses países aqui da
57:53América Latina, todos, né? Esses dados
57:56meus aqui até precisam ser atualizados,
57:58tá? Porque eu não tive tempo de de
57:59buscar, mas vocês lembra que pode ser
58:01muito mais do que esse aqui que eu tô
58:03colocando. São 6 milhões mais ou menos
58:05de pessoas infectadas em toda a América
58:08Latina, nessa região toda azul aqui, ó,
58:10é endêmica. Então, ah, quero fazer um
58:12mochilão aqui ao redor do Brasil. Toma
58:15cuidado. A hora que for dormir, olha bem
58:18onde vocês estão deitando, tá? para não
58:20ficar não deixar o insetinho chegar
58:22perto de vocês. Tem muitas pessoas, né,
58:25em situação de risco para desenvolver a
58:28doença e é claro que anualmente morre
58:30também muitas pessoas. Então, a doença
58:32de chagas é extremamente importante
58:34ainda no Brasil, em toda a América do
58:36Sul e a América Latina. Então aqui
58:39colocando para vocês nova novas formas
58:41de transmissão, mudança no do perfil
58:43epidemiológico da doença. É o que eu
58:45falei para vocês. Como a galera tem o
58:47con su que fica ali tentando controlar a
58:49questão da transmissão vetorial pelo
58:52barbeiro,
58:53eh vão surgindo outras maneiras aí, né,
58:55que o brasileiro é custoso com relação a
58:58normas de vigilância sanitária.
59:00Então eu trouxe uma uma reportagem para
59:03vocês aqui, ó, de 2021, né? Lá em Macapá
59:06registraram 28 casos a doença de chagas,
59:09a maioria em baes da zona sul, né, que
59:12deve ser uma região não muito porque
59:14normalmente o sul é melhor melhor que o
59:16norte, né, quando a gente fala de
59:17Brasil. Então,
59:20que eles associaram com a transmissão de
59:22produtos e olha só, batedeiras de açaí.
59:26Ou seja, no meio do pessoal produzindo
59:28ali o açaí, a galera não tinha muito
59:30controle ali da qualidade, né,
59:32higienização do alimento, acabava eh
59:35triturando também o inseto. E nisso aí
59:38ele ali tendo a forma do tripo
59:39mastigota, que é a forma infectante pra
59:41gente, antes de chegar no intestino,
59:44esse inseto, eh, esse protozoário, ele
59:48consegue sair ali, ó, e passar pelos
59:51tecidos aqui, né, eh, isôfago, a boca,
59:54mesmo que seja. paraa circulação
59:57e aí fazer infecção, tá? Ah, professora,
1:00:00o que que acontece quando ele chega lá
1:00:01no no estômago, gente? O o estômago, o o
1:00:04ácido clorído com certeza vai ser
1:00:07eh tóxico para o tripanosoma cruz, só
1:00:11que ele consegue passar pro sangue antes
1:00:13de chegar no estômago. Então é aí é onde
1:00:15a gente tem a doença, tá? a gente
1:00:18consegue adquirir a doença. Agora aqui,
1:00:21ó, coloquei essas imagens para vocês
1:00:23poderem olhar e me falando. Vai falando
1:00:24aí da esquerda paraa direita quais
1:00:27seriam as formas evolutivas que a gente
1:00:30tá conseguindo observar em cada uma
1:00:33dessas imagens que eu acabei de colocar
1:00:35aqui para vocês. Me fala aí, por favor,
1:00:37porque aqui é importante pra gente a
1:00:39nível de exame que a gente for realizar.
1:00:46Tá dando uma hora de live já. Socorro
1:00:49Deus. Nós vamos ter que acelerar um
1:00:50pouco porque ainda tem coisa para falar,
1:00:52hein? Vai colocando aí para mim para ver
1:00:54se vocês ainda estão conseguindo
1:00:56estudar, gente, que essa live aqui é
1:00:57importantíssima para conteúdo para
1:00:59vocês. Tudo que eu tô falando aqui, ó,
1:01:00cai em prova, tá?
1:01:03O que que é essa forma, essa forma
1:01:06parasitária que tá representada aqui na
1:01:07na primeira da esquerda que tem escrito
1:01:10aqui cinetoplasto e núcleo. Na segunda,
1:01:14que a gente tá tendo aqui, ó, uma lâmina
1:01:16de sangue, tá? Tem um limpócito aqui no
1:01:20meio dessa lâmina, mas se vocês
1:01:21observarem, olha só, aqui, ó, tem duas
1:01:24formas que é a mesma forma dessa
1:01:26primeira, inclusive. Eh, eu coloquei a
1:01:28título pra gente poder comparar tamanho.
1:01:30Olha o tamanho do linfócito e olha o
1:01:33tamanho dessa forma parasitária que tá
1:01:34presente aqui. Agora na três aqui, ó, a
1:01:39gente tem macrófagos, tá? Nesses
1:01:42macrófagos, esse essa bola grandona aqui
1:01:44em roxo é o núcleo. O que que a gente
1:01:47quer enxergar são esses pontinhos
1:01:49pequenininhos que estão dentro do
1:01:51citoplasma dele. É isso que a gente tem
1:01:53que falar o nome. Olha que que legal.
1:01:55E por último, a gente tem a terceira
1:01:57forma evolutiva, que tem importância
1:01:59aqui pra gente na doença de chagas. Só
1:02:01que quando a gente vai comparar a
1:02:03posição do cineto aqui, a gente observa
1:02:06que ele é
1:02:09anterior ao núcleo, porque assim, o
1:02:11flagelo vai ser anterior a todo mundo,
1:02:14ó, na primeira, ó, o flagelo anterior,
1:02:17aí vem o núcleo e o cinetoplas tá lá no
1:02:20finalzinho, ele é posterior. Aí ele vai
1:02:22formar o tupetinho que é característico
1:02:24do tripanosoma cruz, que é a membrana
1:02:26ondulante. Já nessa última aqui, a gente
1:02:29observa o contrário, ó. A gente tem o
1:02:31flagelo anterior, mas o cinetoplasto tá
1:02:33perto do flagelo. Então o cinetoplasto
1:02:35aqui ele é anterior ao núcleo. É isso
1:02:39que me permite diferenciar essa forma da
1:02:41imagem que tá aqui no último do que tá
1:02:44em primeiro. Tá vendo? Muito bom. Que
1:02:47bom que vocês estão aí. Eh, ah, obrigada
1:02:50aí pela pelo o elogio aí, ô Cris. Que
1:02:54que acontece? A primeira é a tripo
1:02:56machigota. É, é a tripo machigota, com
1:03:00certeza. Muito bom, Marcos. Tripo
1:03:03machigota na primeira e na segunda
1:03:05imagem, tá? Deixa eu tentar escrever
1:03:08aqui pra gente poder marcar quem que é a
1:03:13a célulazinha que a gente precisa
1:03:14encontrar.
1:03:18Ah, professora, eu posso ver então essa
1:03:19forma aqui no sangue da pessoa quando eu
1:03:21tiver ali, por exemplo, fazendo uma
1:03:22leitura de lâmina de hemograma? Pode.
1:03:25Que que acontece? que a maioria dos
1:03:26laboratórios agora faz isso de forma
1:03:28pelo menos semiautomatizada, né? Então a
1:03:30gente só faz contagem diferencial quando
1:03:33a gente tem alguma discrepância ali no
1:03:35resultado. Então no semiautomático e nos
1:03:39automáticos, essas formas evolutivas
1:03:41possem podem passar desapercebidas e o
1:03:44aparelho não consegue detectar. Tem que
1:03:47ser no olho mesmo a pessoa observando,
1:03:50tá? Isso aqui é tripo machigota. Vamos
1:03:52ver aqui se eu escrevi tripo machigota,
1:03:54certo? Lembrar que tem aqui, ó. Vou
1:03:56escrever só o MO porque
1:04:00eu não tô conseguindo digitar para eu
1:04:02escrever desse jeito aqui tá muito ruim.
1:04:04Então, a gente tem a membrana ondulante.
1:04:06Aí em dois vocês já colocaram aqui para
1:04:08mim, né? O Marcos colocou segunda e
1:04:11terceira mastigota. Não, a primeira e a
1:04:14segunda, Marcos, vão ser triplo
1:04:16mastigotas, tá? Aí a terceira, você
1:04:19falou bem, é a mastigota, só que isso
1:04:22aqui, ó, não é a mastigota. Esse aqui é
1:04:25um núcleo. O a mastigota é cada pontinho
1:04:29que a gente tem no citoplasma. Gente,
1:04:32vocês t ideia? Olha, para você ver em um
1:04:34único macrófago aqui a gente consegue
1:04:36contar 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
1:04:4415 16 17 18
1:04:4922. Sei lá, se eu tiver contado aqui,
1:04:51ainda tiver errado um pouquinho, mas eu
1:04:53podia eu pude contar pelo menos 23
1:04:57amastigotas dentro de um único
1:04:59macrófogo. Tá vendo? Ele faz eh divisão
1:05:04binária.
1:05:06Gente, eu aprendi assim, ó. Meu
1:05:07professor fazia esqueminha no quadro pra
1:05:10gente poder memorizar. Ele escrevia
1:05:13desse jeito, ó. Multiplicação por
1:05:14divisão binária. Para vocês não
1:05:16esquecer, tá vendo?
1:05:18Louca, louca, louca. dentro do macrófago
1:05:20para poder multiplicar ao máximo os
1:05:23amasgotas. Só que antes dele estourar e
1:05:26sair para fora da célula, ele vai voltar
1:05:28à forma de tripo machigota, porque o
1:05:31tripo machigota tem um flagelo, ele
1:05:33consegue locomover melhor lá no sangue,
1:05:35tá? E por último aqui, a quarta imagem,
1:05:39qual que seria a forma evolutiva da
1:05:41quarta imagem? Que que vocês acham?
1:05:48Me conta aí nos comentários
1:05:50que aí eu tenho já perguntas
1:05:52relacionadas, porque a gente precisa
1:05:53saber isso para detectar isso dentro de
1:05:55um exame.
1:05:57Epimigota, arrasou, Tainá. Muito bem,
1:06:01Epimigota. Agora a pergunta que não quer
1:06:04calar, que vocês precisam saber.
1:06:07Vamos pensar que a gente foi, né,
1:06:10contratado para trabalhar num
1:06:11laboratório de vigilância epidemiológica
1:06:14e lá o pessoal investiga
1:06:16doença de chagas.
1:06:19Aí chegou uma amostra lá pra gente. A
1:06:22gente tem que olhar
1:06:24qual dessas formas evolutivas eu posso
1:06:27enxergar na amostra da pessoa que tiver
1:06:30chegado lá no laboratório para eu poder
1:06:33avaliar e dar o resultado do laudo.
1:06:37Escreve aí para mim todas, somente uma,
1:06:41somente duas. Quais são essas formas?
1:06:44Escreve aí para mim no chat, por favor.
1:06:51O último é epimatigota mesmo, Marcos.
1:06:53Muito bem. Agora, quais dessas formas a
1:06:57gente consegue enxergar na amostra da
1:07:00pessoa? Qual amostra, professora?
1:07:02Amostra de sangue. Ah, só no sangue não.
1:07:06Quando a gente vai paraa fase crônica,
1:07:08essas formas evolutivas podem acontecer,
1:07:10na verdade, uma delas só lá no tecido da
1:07:13pessoa. Então, por exemplo, ah, eu quero
1:07:15trabalhar com citopatologia, eu vou
1:07:17pegar ali as lâminas de biópsia, fazer
1:07:19coloração dos pedaços de de tecido e vou
1:07:23investigar a presença desses parasitos
1:07:24lá também. Então eu posso enxergar lá
1:07:27também, fazer o diagnóstico em fase
1:07:30em fase tardia, sabe?
1:07:33Eh, fase crônica, no caso.
1:07:36O que que você perdeu, Roger? Que eu não
1:07:38tô entendendo.
1:07:41A mastigota, Tainá. Sim, tá certo. Mas
1:07:45não é só a mastigota, tá? Anota aí para
1:07:48vocês não esquecerem, porque esse aqui é
1:07:49pra vida, não é só pra prova.
1:07:52No sangue eu sempre vou poder enxergar
1:07:56tripo machigota e a mastigota. Isso,
1:08:00Marcos, arrasou.
1:08:02Se eu for investigar tecido, eu vou
1:08:05poder enxergar só a mastigota, porque
1:08:07ele forma ninhos de amastigota no
1:08:10tecido, entendeu? Amanda tripoastigota e
1:08:15mastigota no sangue. Você pode observar
1:08:19a amastigota vai ser só no tecido, por
1:08:22exemplo, intestino, isôfago, coração,
1:08:26forma ninhos de amashigota lá. E a
1:08:29epimigota, pessoal, onde que a gente vai
1:08:31conseguir enxergar eh a epimastigota?
1:08:38Porque não vai ser no ser humano. Se não
1:08:40é no ser humano, onde é que é que eu
1:08:42posso enxergar a EPgota
1:08:52no barbeiro. Muito bom. Nós vamos falar
1:08:55do exame aqui agora que a gente põe o
1:08:56barbeiro para chupar o sangue na pessoa
1:08:58e depois a gente pega as feeses do
1:09:00barbeiro e olha as feeses do barbeiro,
1:09:03né? chama se chama xeno diagnóstico.
1:09:07Nessa forma a gente pode enxergar eh
1:09:12a epimastigota, tá? Não esquecer aonde o
1:09:15cinetoplasto fica em cada um. No
1:09:17tripomastigota, o cinetoplasto é
1:09:20posterior. Na epimastigota, o
1:09:24eh cinetoplasto é anterior, tá? Isso faz
1:09:28a gente diferenciar. Agora vamos estudar
1:09:31aqui, ó, rapidão, o ciclo biológico. A
1:09:33gente já tá terminando o bar doença de
1:09:36chagas e aí vai ficar faltando só a
1:09:37parte de exame parasitológico, que a
1:09:40gente precisa fazer a diferenciação das
1:09:41metodologias, tá? Eh, aqui, então, o que
1:09:45que a gente pode observar? O ciclo tá
1:09:48mostrando o barbeiro fazendo aqui, ó, a
1:09:50refeição dele, repasso sanguíneo. E aí,
1:09:54o que que ele vai adquirir quando ele
1:09:56entra em contato com o hospedeiro
1:09:58infectado, com hospedeiro vertebrado,
1:10:01como que ele vai eliminar as formas que
1:10:03são infectantes para um novo hospedeiro
1:10:06ou para aquele mesmo hospedeiro, se ele
1:10:07tiver ali repetindo a hematofagia no
1:10:10mesmo
1:10:12hospedeiro vertebral, tá? Então, o que
1:10:14que a gente observa lá na pele, né?
1:10:17Quando esse barbeiro tá chupando sangue,
1:10:20ao mesmo tempo eu falo com vocês, ele é
1:10:22igual o neném. Quando, né, o neném
1:10:25nasce, normalmente ele nos primeiros
1:10:26dias, é, cada mamada tem uma cagada, tem
1:10:29um ditado que fala isso. Ele é até meio
1:10:31assim estranho, mas para lemb pra gente
1:10:33lembrar isso é muito bacana. O barbê
1:10:36parece um bebê. Ao mesmo tempo que ele
1:10:38tá fazendo o repasso sanguíneo, ele
1:10:40também tá defecando. Então, quando ele
1:10:42tá fazendo o cocô ali, se ele tiver
1:10:44contaminado, que que vai acontecer? Ele
1:10:46vai est colocando as formas triplo
1:10:48machigotas metacíclicas
1:10:50eh junto com as feeses. E aí quando ele
1:10:54termina de fazer o repasso sanguíneo, é
1:10:55aquela história, primeiro ele anestesia
1:10:57pra pessoa não sentir que ele tá
1:10:58chupando sangue, só que depois ele
1:11:01coloca alérgenos, né? O parasito, na
1:11:03verdade, ele no meio das féas vai ter
1:11:04alérgons que ele vai colocar para poder
1:11:07a pessoa sentir alergia e querer coçar,
1:11:10porque não é uma picada igual do
1:11:12mosquito da dengue, não. É mais é mais
1:11:16traumática, machuca mais, tá? Então a
1:11:19gente tem ali o triplo machigoto sendo
1:11:21infectante para o inseto vetor, o
1:11:24barbeiro.
1:11:26Lá no barbeiro ele vai fugir do sistema
1:11:29imune do barbeiro. Então ele passa por
1:11:31uma forma que se chama epimastigota, que
1:11:33o cinetoplasma é anterior ao núcleo.
1:11:36Então quando tá perto de fazer ali, né,
1:11:39de novo o cocô, ele vai voltar a forma
1:11:42de tripo machigota. Então ele fica lá
1:11:44dentro do intestino do barbeiro, vira
1:11:46epimigota, tripo machigota, epastigota,
1:11:49tripo machigota, epastigota, tripo
1:11:50machigota. Então a gente fala que esse
1:11:52esse triploigota que ele colocou no cocô
1:11:55é um triploigota metacíclico infectante,
1:11:58porque ele passou várias vezes por esse
1:11:59ciclo de ficar epito, epito, epito,
1:12:03certo?
1:12:04Quando a pessoa traz ali o o agente
1:12:08etiológico, né, o tripanosoma para
1:12:10dentro do corpo dela, vai acontecer essa
1:12:12parte aqui da imagem, ó.
1:12:14Ele não pode ficar no sangue. Se ele
1:12:16ficar no sangue, sistema complemento
1:12:18acha ele. Células da imunidade, outras
1:12:21células da imunidade, como os fagócitos,
1:12:24né, que não é o que ele quer. Linfócito
1:12:26começa a produzir anticorpo contra ele,
1:12:29gera inflamação. Então tem um monte de
1:12:31coisa no corpo humano que vai querer
1:12:32agredir ele e matar ele. Então para ele
1:12:36fugir do sistema imunológico, que que
1:12:37ele faz? Ele entra para dentro de uma
1:12:39célula, uma célula hospedeira. E ele
1:12:42gosta muito no sangue dos monósos, né,
1:12:44que seriam os macrófagos. Aí quando a
1:12:45gente tá em tecido
1:12:47lá dentro desse desse monósito, desse
1:12:50macrófago, ele joga o flagelo fora, vira
1:12:54essa célulazinha redonda, que a gente
1:12:56chama a gota e vai fazer intensa
1:12:59multiplicação, que é a divisão binária
1:13:01que a gente já falou.
1:13:03Só que ele começa ali, ó, expandir tanto
1:13:05dentro do macrófago que o macrófago não
1:13:08vai conseguir segurar ele o tempo todo.
1:13:10Vai chegar o momento que o macrófago vai
1:13:11fazer o quê? Estourar. Na hora que ele
1:13:14estoura, a migota, se ela ficar sem o
1:13:17flagela, ela não vai conseguir fugir do
1:13:19sistema imunológico da pessoa. Então ele
1:13:22volta pra forma de tripoigota
1:13:25para que ele consiga fazer o quê?
1:13:28Invadir uma outra célula. Olha aqui para
1:13:30você ver essa parte aqui, ó. Tá vendo?
1:13:33Até tem artigo aí falando que a mgoto às
1:13:36vezes pode infectar, mas assim, vamos
1:13:40seguir o que, né, é mais bem colocado,
1:13:42que é o quê? Ele voltar a forma de tripo
1:13:45machigota para poder infectar novos
1:13:47macrófagos. E aí ele fica na fase aguda
1:13:50fazendo isso aqui. Entra dentro de um
1:13:52macrófago, vira a mastigota, vai sair do
1:13:54macrófago, volta pra triploigota e aí
1:13:57ele fica voltando. Nesse meio tempo aí
1:14:00duas coisas podem acontecer. O barbeiro
1:14:04voltar a chupar sangue e se reinfectar,
1:14:07ou o novo barbeiro que não era infectado
1:14:09ficar infectado, ou ele vim parar aqui,
1:14:12ó, num tecido. Qual tecido? poliana do
1:14:16coração, do isôfago, do intestino,
1:14:19entendeu? E aí lá, ó, ele vai formar os
1:14:22ninhos de mastigota que a gente tava
1:14:23falando. Isso aqui também, ó, cada
1:14:26pontinho roxo desse na imagem é uma
1:14:29micota,
1:14:30certo? Muito bem. Alguma dúvida aí,
1:14:33gente, a respeito do ciclo? É um ciclo
1:14:36muito fácil, bacana de entender,
1:14:38simplesinho, top, né? Então aqui a gente
1:14:41tem toda a problemática em cima do
1:14:45do da doença de chagas. A pessoa pode,
1:14:49né, desenvolver ali uma parasitose
1:14:50grave, dar por exemplo, um infarto
1:14:53fulminante, desenvolver, né, megacola,
1:14:56megaôfago
1:14:57rapidão, né, com pouco tempo de infecção
1:15:00ou ela pode ter infecção assintomática,
1:15:03que é o mais comum, porque por isso que
1:15:05a maioria das pessoas vai dar o
1:15:07diagnóstico só lá na fase crônica. Aí,
1:15:09isso aqui para nós é muito importante, a
1:15:10gente precisa saber quem são os sinais
1:15:12clínicos e, né, de fase aguda, fase
1:15:15crônica e como é que eu vou fazer para
1:15:16dar o diagnóstico disso aí. Então, isso
1:15:18aqui a gente precisa rever. Sinal
1:15:20clínico de fase aguda. São aqueles dois
1:15:22sinais que a gente falou, né? Das duas,
1:15:25uma. ou vai ter o chagoma de inoculação,
1:15:27ó, primeiro parece que o negócio tá
1:15:29irritado, depois ele dá uma lesão,
1:15:32porque igual eu falei para vocês, a boca
1:15:33do barbeiro é muito laceradora, que a
1:15:37gente fala, parece uma faquinha
1:15:40cortando. Então aqui, ó, depois vai dar
1:15:42uma alergia e e fica aquela feridinha,
1:15:46sabe? Que não é muito pequena.
1:15:48Mas se a contaminação aqui é para mucosa
1:15:51conjuntiva, tá vendo? Aí a gente faz
1:15:53aqui a inflamação e a gente chama isso
1:15:55aqui de sinal de românia, que é o caso
1:15:57lá da Berenice, que a gente mostrou lá
1:15:58no slide no início da aula. Que que mais
1:16:01que a pessoa pode ter? Febre, que é
1:16:03inespecífica, malestar geral, que é
1:16:06inespecífica, hiporrexia, que é aqui, ó,
1:16:08ficar tudo doendo os linfonodos aqui
1:16:12perto dos cervicais, né, da garganta.
1:16:15Dor, né, ganglioná, pode sentir também.
1:16:17A hiporx é falta de apetite,
1:16:20hepataomegalia,
1:16:21aumentar a fígado, aumentar a base,
1:16:23certo? Então, ó, são todos sinais
1:16:26inespecíficos. Você tem que focar em
1:16:27quem? Chagoma de inoculação, sinal de
1:16:31românia. Porque isso aqui é muito doença
1:16:33de chagas. A gente fala que são sinais
1:16:35patognomônicos da doença. Quando
1:16:38acontece, você já pode pensar e
1:16:39investigar que possivelmente vai ser
1:16:41aquela doença.
1:16:43Depois da fase aguda. Então, a gente tem
1:16:45a fase crônica. A fase crônica, ela vai
1:16:47ser muito variável. Tem gente que vai
1:16:50fazer fase cardíaca, então aumenta aí o
1:16:52coração, começa a dar insuficiência
1:16:54cardíaca, ele tem que aumentar de
1:16:56tamanho para poder compensar eh essa
1:16:59falta de de função. Por que que acontece
1:17:02isso, professora? Quando ele vai fazer
1:17:04os ninhos lá de amashigota, ele vai pros
1:17:06lugares no órgão que é perto do sistema
1:17:09nervoso e aí ele faz uma denervação.
1:17:12Nessa denervação,
1:17:14eh, o órgão meio que para de receber o
1:17:16sinal, certo, para poder fazer sua
1:17:18função. E aí ele tem que ficar ali toda
1:17:20a vida sendo hiperestimulado,
1:17:22hiperestimulado. E aí ele tem que
1:17:23aumentar o seu tamanho para compensar
1:17:26essa falta de de
1:17:30sincronia aí na função que precisa
1:17:32realizar. Então 20% mais ou menos vai
1:17:35apresentar a forma digestiva, né? Uma
1:17:39outra porcentagem vai apresentar as duas
1:17:41coisas junto, tanto a alteração cardíaca
1:17:43quanto a digestiva.
1:17:45Mas 50% apresenta a forma indeterminada.
1:17:49O que que é isso? O parasita tá lá
1:17:51dentro do corpo da pessoa, tá na fase
1:17:53crônica, sumiu do sangue, mas você não
1:17:56consegue detectar se ele tá no
1:17:58intestino, se ele tá no no coração, ele
1:18:00tá em algum lugar escondido lá no pulo,
1:18:02entendeu? Que é muito menos assim, é
1:18:05muito comum, né? Mas a gente não
1:18:08consegue determinar. Só quando a pessoa
1:18:10começa a apresentar os sintomas mesmo
1:18:12ali que às vezes a gente vai conseguir
1:18:13associar. Então essa fase crônica, né,
1:18:16de dar o isôfago grande, mega isôfago, o
1:18:19megacolo, coração, né, chagas, que ele
1:18:22fica também grande, pode levar até 15
1:18:26anos ou mais para poder acontecer. É
1:18:30muito comum a pessoa fazer o diagnóstico
1:18:32só na fase crônica, porque na fase aguda
1:18:34passa muito rápido e aí ela não percebe,
1:18:37né? Então aqui reforçando infecção
1:18:39assintomática ou sinal de românia e
1:18:43chagoma deoculação
1:18:45na fase crônica, em determinada maioria
1:18:47dos casos, ou a fase cardíaca ou
1:18:50misturada, cardíaca digestiva e uma
1:18:52forma grave aí que é fulminante, né? Eh,
1:18:55o meu avô, sempre eu conto, ele encartou
1:18:58por causa de chagas. Ele tinha só 40
1:19:01anos quando isso aconteceu. Então, olha
1:19:04só, no diagnóstico, né, você pode fazer,
1:19:07anota aí que isso aí serve para todo
1:19:09mundo. Diagnóstico direto é quando você
1:19:11enxerga o parasito. Diagnóstico indireto
1:19:15é quando você vai investigar a produção
1:19:17de anticorpos, certo? Então, se eu tô
1:19:21fazendo o método direto, eu preciso ver
1:19:23o parasito. Se eu tô fazendo o método
1:19:26indireto, eu preciso ver qual que é a
1:19:28produção de anticorpo que aquela pessoa
1:19:30tá tendo em relação a ele. Nesse caso
1:19:34aqui, nas imagens que eu coloquei aqui
1:19:35do lado direito, nós temos dois exames
1:19:39diretos.
1:19:40Esse primeiro aqui que a pessoa tá
1:19:42segurando sem ter, né, norma de
1:19:44biossegurança, que é o que a gente chama
1:19:46de microhematócrito. Então a gente vai
1:19:49usar bem essa regiãozinha aqui, ó, para
1:19:51enxergar o parasito. Ou eu posso fazer
1:19:55de uma forma mais concentrada no método
1:19:57que a gente chama de strut. Aí eu vou
1:20:00fazer o quê? pegar também essa natinha
1:20:03aqui, ó, e tentar fazer um esfregaço
1:20:06para enxergar as formas parasitárias a
1:20:09partir de uma coloração. Gente, o tanto
1:20:12que essa imagem é maravilhosa. Olha
1:20:14aqui, ó, mostrando na pontinha o
1:20:15cinetoplas pequenininho. Olha o
1:20:17cabelinho que ele tem, que é a membrana
1:20:19ondulante maravilhosa. E o núcleo aqui
1:20:23parecendo um olhinho nele. Tá vendo?
1:20:25Isso aqui é importante de se saber
1:20:27porque quando se tem leiximânia, a
1:20:29leiximânia nunca vai ter membrana
1:20:31ondulante. A gente usa isso para
1:20:33diferenciar, tá?
1:20:35Ai não basta saber de chagas, tem que
1:20:37saber de leite manânia, tem que saber de
1:20:39leixeimânia, malária, tóxico, os ossos
1:20:41todosos.
1:20:43>> [roncando]
1:20:43>> Então aqui em cima, ó, a gente chama a
1:20:45espécie de concentração do
1:20:46microhematógrafo.
1:20:48A gente vai lá no microscópio, que o
1:20:49objetivo é de 100, coloca óleo de
1:20:51imersão e às vezes a gente consegue ver
1:20:53o parasito aqui, ó, porque ele fica
1:20:55tentando entrar dentro do macró, né? No
1:20:58caso, o monóo que tá aqui presente, você
1:21:00consegue ver ele flagelado assim, ó, eh,
1:21:03se mexendo para tentar entrar. Deixei
1:21:05até um um link aqui depois para vocês
1:21:07poderem ver isso aí no no
1:21:11outro vídeo, mas vocês podem dar busca
1:21:12aí de certo no TikTok deve ter muito
1:21:15vídeo mostrando esse tipo de de exame aí
1:21:18aqui embaixo, né? Como eu já usei um
1:21:20volume maior de sangue e aí eu faço a
1:21:23laminazinha para poder corar e enxergar
1:21:26não.
1:21:28O nome do exame. Eu falo que é o método
1:21:30de strute. Que que vocês t que pegar?
1:21:33Tanto a concentração do microhematógito
1:21:35quanto o método de strut vai enxergar a
1:21:38forma tripoota,
1:21:40tá?
1:21:41ou ali, né, a mota. Se eu tiver feito a
1:21:44coloração também eu consigo ver lá
1:21:45dentro do leucosto.
1:21:47Ah, professora, eu podia fazer uma gota
1:21:49espessa ou fazer o esfragado sanguíneo,
1:21:51aquele que eu faço para contar leucóo lá
1:21:53no hemograma, não é indicado, porque
1:21:56eles têm baixa sensibilidade, baixa
1:21:59especificidade. Então, às vezes você
1:22:01corre a lâmina inteirinha, como você não
1:22:03concentra aqui, ó, concentração do
1:22:06microhematócito, método de stroll, tudo
1:22:08a gente tá juntando um tantão de sangue.
1:22:11Então você tá concentrando ali o
1:22:12parasito para facilitar a sua
1:22:14visualização. Na gota espessa e no
1:22:16esfregar sanguíneo você não tem isso,
1:22:18né? Embora a gota espessa seja um método
1:22:20de concentração, você não tem isso.
1:22:22Então a sensibilidade aqui é muito pouca
1:22:25pela baixa quantidade de sangue que a
1:22:26gente usa para fazer essas lâminas. Não
1:22:28é indicado de jeito nenhum. Fase aguda,
1:22:32tá? DCA aqui, ó. Doença de chagas aguda.
1:22:35Não consegui ver o parasito. Professora,
1:22:38quando que eu posso fazer o exame lá
1:22:40para eu ver os bichinhos? Só na fase
1:22:41aguda. Fase crônica, ele some do sangue.
1:22:45Se você fizer, vai dar negativo. Falso
1:22:47negativo, tá? Não é, não vai ter muita
1:22:50credibilidade o exame. Mas se eu não
1:22:53conseguir ver ele de forma indireta,
1:22:55existe exame pra gente fazer e melhorar
1:22:58ali a produção para poder observar? Sim,
1:23:02tem dois jeitos. A gente pode usar a
1:23:04hemocultura ou a gente pode usar o xeno
1:23:07diagnóstico, tá? Hemocultura é o que que
1:23:10o nome já tá falando, cultura do sangue
1:23:13para tentar enxergar o parasito dentro
1:23:15ali dos dos leucóos, no caso, né? Porque
1:23:18a hemicultura vai o sangue inteiro, a
1:23:19gente não coloca só em o xeno
1:23:22diagnóstico é quando a gente usa o
1:23:24barbeiro para picar, né, o sangue da
1:23:27pessoa que a gente quer olhar se ela tem
1:23:31doença de chagas. Depois a gente espera
1:23:33o tempo ali dele fazer a digestão e vai
1:23:35pegar as feeses dele, olhar no
1:23:37microscópio para poder tentar enxergar
1:23:39as formas parasitárias.
1:23:41Tanto na hemocultura como no xeno
1:23:43diagnóstico, pode ser que eu observe
1:23:45forma epimastigota além da tripoigota,
1:23:48tá? Mas lá na célula normalmente a gente
1:23:51não vai ver a machigota não, essas duas,
1:23:53porque aí eu meio que simulo no método
1:23:55indireto o ciclo de vida no inseto e aí
1:23:59eu enxergo. Tudo bem, gente? até agora.
1:24:04Ah, métodos indiretos que eu posso ver,
1:24:05não para enxergar o parasito, mas para
1:24:07poder ver a produção de anticorpo que a
1:24:09pessoa vai fazer no corpo dela. Então,
1:24:11eu tenho os métodos sorológicos. Sempre
1:24:14que eu quiser ver
1:24:17anticorpo, eu tenho que fazer sorologia,
1:24:21certo? Porque eu vou pesquisar a
1:24:23presença de anticorpos. Quais são as
1:24:26opções que eu tenho? Várias. Aí agora eu
1:24:29vou te falar o que que você pode usar e
1:24:31o que que você não deve usar de jeito
1:24:32nenhum, mas que os laboratórios até hoje
1:24:34fazem ainda. Isso já tem muito tempo que
1:24:36pede para não fazer. Imunofluorescência
1:24:39indireta, você vai jogar tipo uma luz de
1:24:41neon em cima do do anticorpo que foi
1:24:45produzido para você ver que tá tendo a
1:24:47presença dele ali. O Elisa, que é um
1:24:50ensaio imunoenzimático, a gente faz
1:24:52proporção ali de dosagem. em outro
1:24:54momento eu explico ela para vocês. A
1:24:57hemaglutinação
1:25:00indireta, no caso, porque eu vou
1:25:01investigar a presença de anticorpo, né,
1:25:03parte de emácias que foram
1:25:04sensibilizadas com proteínas do
1:25:06trifanosoma cruz. E tem um exame muito
1:25:10antigo que até hoje os laboratórios
1:25:12insistem em usar. Nós vamos riscar ele
1:25:13aqui, ó. Riscar ele. E vamos riscar
1:25:16também esse bichinho aqui para vocês
1:25:18entender. Lembrar que não pode. Se
1:25:20alguém falar assim: "Ah, eu não tenho
1:25:22doença de chagas não. Eu fiz o machado
1:25:23guerreiro e o resultado deu negativo."
1:25:26Aí você vai falar assim: "Ô, meu Deus,
1:25:28socorro!" Porque não é o exame ideal,
1:25:31gente. Ele usa fixação do complemento,
1:25:33mas o complemento é ativado num monte de
1:25:35outras doenças. Então o resultado dele
1:25:38não é nada específico, não é legal a
1:25:40gente fazer não. Fora que a metodologia
1:25:42dele é difícil de executar, não é
1:25:43facinha não, tá? Às vezes o que que
1:25:46acontece em alguns laboratórios que eu
1:25:47já observei, o pessoal faz a
1:25:49hemoglutinação e chama a hemoglutinação
1:25:52de machado guerreiro. Eu já vi isso
1:25:54também. O que também tá incorreto,
1:25:56porque a metodologia da fixação do
1:25:58complemento é diferente da metodologia
1:26:01da hemaglutinação, não é a mesma coisa.
1:26:03Eu vou ensinar para vocês aqui agora a
1:26:05emaglutinação, que inclusive a gente
1:26:07faz.
1:26:09Ah, professora, doença de chagas é
1:26:11doença que precisa ser notificada. E,
1:26:14então quando eu faço os exames diretos,
1:26:16os exames indiretos, eu não consigo
1:26:18fechar o diagnóstico, eu posso empregar
1:26:21também biologia molecular, porque a
1:26:24biologia molecular vai lá a nível de DNA
1:26:26do parasito e consegue me falar com
1:26:29certeza, né, com muita sensibilidade,
1:26:32com muita especificidade, a presença
1:26:34daquele parasita na amostra. Então o
1:26:37resultado de biologia molecular, se ele
1:26:39foi usado um primer que é muito
1:26:41específico pro TCZ,
1:26:43é mais difícil de de ficar discutindo se
1:26:46o resultado foi certo, se não foi, tá? É
1:26:48bem provável que ele tenha sido bom o
1:26:50resultado. Então a polimerase, né,
1:26:52reaction aqui, a PCR, é o exame indicado
1:26:55no caso da biologia molectular, certo?
1:26:58Esses métodos indiretos aqui, ó, podem
1:27:00ser usados na fase aguda ou na fase
1:27:01crônica, só que, né, eles vão ter muita
1:27:04importância na fase crônica.
1:27:06Porque aí eu já não enxergo mais o
1:27:08parasita. Agora aqui, ó, chegou a hora
1:27:10de vocês trabalharem. Essa imagem aqui,
1:27:12ela foi colocada para vocês, para vocês
1:27:15poderem trabalhar
1:27:17quando vocês tiverem que comprar kits
1:27:20para poder
1:27:22fazer, né, a emaglutinação, tá? Aqui nós
1:27:26estamos falando de hemaglutinação
1:27:29indireta, porque eu vou pesquisar se a
1:27:31pessoa tá produzindo eh anticorpo, tá
1:27:35bom?
1:27:36Eaglutinação indireta.
1:27:39[limpando a garganta]
1:27:40A gente usa aqui, ó, uma placa de Elisa.
1:27:43Essa plaquinha aqui que vocês estão
1:27:44enxergando, ela é de Elisa. Se a gente
1:27:46usar ela, olhar ela de ladinhos, a esses
1:27:49pozinhos aqui onde o pessoal petuar
1:27:50mostra, eles parecem os tubinhos
1:27:52deendor. Eles são cônicos. Tem esse
1:27:55fundinho aqui, ó, para juntar mostra bem
1:27:57na na basezinha dele, né? No fundinho
1:28:01dele.
1:28:03Aí, que que eu tenho? Como é que eu vou
1:28:04fazer a leitura quando eu usar essas
1:28:06placas aqui, ó? Então, nas colunas a
1:28:07gente tem números
1:28:09e nas linhas a gente tem letras. Que que
1:28:13é normal, pessoal, fazer dentro do
1:28:14laboratório? Eu fiz o um, eu tampo ela.
1:28:17Eu fiz o dois, eu tampo ela. Eu fiz o
1:28:19três, eu tampo ela. Eu fiz o quatro, eu
1:28:21tampo ela. Eu fiz o cinco, eu tampo ela.
1:28:23Eu fiz o seis, eu tampo ela. Com quê?
1:28:25Esparadrapa, alguma coisa ali que vai
1:28:27colar e não vai me atrapalhar usar os
1:28:29aos outros pocinhos. Certo? Uai,
1:28:32professor, para que que eu tenho que
1:28:33fazer isso? Porque o resultado da da
1:28:35doença de água você tem que guardar por
1:28:37um tempo. Eu não posso jogar ele de
1:28:39fora, descartar, porque, por exemplo, se
1:28:41vigilância epidemiológica vem, pede para
1:28:43olhar o resultado, você tem que ter ali
1:28:45para poder mostrar, tá?
1:28:48Aí a gente começa sempre nessa ordem,
1:28:50então ó, vai olhando por linha,
1:28:53certo? Aí eu fechei todas as colunas da
1:28:56linha A, eu venho pra linha B. Fechei
1:28:58todas a linha B, eu venho pra linha C.
1:29:01Fechei todas a letra D. Eu venho até eu
1:29:04conseguir completar uma placa de Elisa
1:29:06total. Certo? Pergunta que eu falo para
1:29:09vocês. Nessa placa a gente tem quantos
1:29:14pocinhos aqui, ó, que foram testados?
1:29:17Coloca aí para mim no chat. Vocês estão
1:29:18ainda prestando atenção? Tão aí na live?
1:29:25Nós nós daali pouco a gente termina.
1:29:28Capaz que daqui uns 30 minutos.
1:29:30Mas vocês têm aí o quê, ó? Me conta, por
1:29:34favor, quantas amostras, né? Quantos
1:29:36pocinhos a gente tem testados aqui nessa
1:29:39imagem que eu coloquei para vocês.
1:29:47Acho que foi seis. A Tainá colocou. Hum.
1:29:51Um. Tá certo. Dois tá certo. Três. Tá
1:29:53certo. Quatro. Tá certo. Cinco. Tá
1:29:55certo. Seis. Tá certo. Olha aqui, Tina.
1:29:57A imagem às vezes não ficou muito bom,
1:29:59mas você não tá conseguindo ver um
1:30:00pontinho bem aqui, não. Ó,
1:30:03a sete foi também, gata. E aqui, ó, tá
1:30:07mais difícil, mas é por causa do
1:30:08resultado. A oito também foi. Então, a
1:30:12gente vai ficar até aqui. Todas essas
1:30:14outras aqui, ó, ninguém tem nada com
1:30:16nada, tá? Muito bom. Vocês estão
1:30:19colocando aí. Agora, que que a gente
1:30:22precisa falar, né? Não lembro o que que
1:30:25eu coloquei aqui nesse slide que eu
1:30:26alterei ele. Deixa eu passar para cá, ó.
1:30:29Nós vamos agora olhar como é que a gente
1:30:31faz para ler essa lâmina, certo? Então,
1:30:35o que que você faz, ó? Você compra lá a
1:30:38emácia que foi sensibilizada com
1:30:41tripanosoma cruz, certo? É lógico que
1:30:44vai ter uma metodologia. Essa
1:30:45metodologia aqui a gente gasta mais ou
1:30:47menos pelo menos uma hora mais ou menos
1:30:49para olhar para terminar para pipetar,
1:30:51fazer ali as trocas todas de reagente
1:30:53que a gente precisa, tá bom?
1:30:56Essa ela é massácia de carneiro.
1:30:58Normalmente ela tá sensibilizada bem
1:31:00aqui na na membraninha dela com os
1:31:02pedacinhos do tripanos cruzing,
1:31:05certo?
1:31:06E aí o que que acontece? Quando você
1:31:09coloca a sua amostra lá para reagir, das
1:31:12duas uma, ela vai ter o anticorpo ou ela
1:31:16não vai ter o anticorpo.
1:31:19Qual que é o princípio
1:31:23dos métodos sorológicos?
1:31:26Isso aqui vocês não podem esquecer não,
1:31:27porque isso é pra vida, né? Vocês já
1:31:29aprenderam, mas vamos reforçar o
1:31:31conteúdo.
1:31:33O princípio é o que? ligação antígeno.
1:31:36Vamos escrever um agir aqui
1:31:39com o anticorpo,
1:31:43certo?
1:31:44Então isso normalmente nos testes
1:31:47orológicos é indicativo
1:31:50de
1:31:53reação positiva ou amostra reagente, que
1:31:58às vezes é mais legal da gente usar,
1:32:01entendeu? Aí o que que ele tá falando na
1:32:03reação aqui, ó, que a pessoa tinha na
1:32:07reação positiva anticorpo para o
1:32:09tripanosoma cruz e esses anticorpos
1:32:12reagiram com as emácias sensibilizadas
1:32:14com os antígenos do tripanosoma cruz.
1:32:18Então quando a gente olhar lá você vai
1:32:20enxergar uma malha homogênea,
1:32:25entendeu? Por quê? vai fazer tipo uma
1:32:30uma malha mesmo, uma natinha, uma
1:32:32nuvenzinha que vai ficar lá de forma
1:32:34homogênea. Parece uma sujeirinha. Quando
1:32:36você olhar assim, ó, você fala: "Ixe",
1:32:37parece que tá meio sujinho mas não tem
1:32:39nada muito específico não, que é aquela
1:32:41coisa ali, tá?
1:32:43Agora, quando você não tem os
1:32:45anticorpos, ou seja, você não entrou em
1:32:48contato com tripanosoma cruz, você não
1:32:50produziu anticorpo, nem gm, nem gg.
1:32:54Então ali, ó, tudo que tem no seu sangue
1:32:57não vai nada reagir com as emácias de
1:32:59carneiro sensibilizadas com os antígenos
1:33:02do tripanosoma cruz. Então o que que vão
1:33:05vai acontecer com as emácias? Que você
1:33:07precisa deixar esse teste em repouso e
1:33:10fazer a leitura depois de um tempo para
1:33:12dar tempo da gente eh acontecer a
1:33:14reação. Como a Emcia não ligou em
1:33:17ninguém, elas vão ir lá pro fundinho que
1:33:20a gente falou que é o jeito do potinho,
1:33:21ó, lá da plaquinha.
1:33:24E elas vão depositar aqui, ó. Aí parece
1:33:27que formou o quê? Um olhinho, um
1:33:30botãozinho. Vocês concordam?
1:33:32Esse botãozinho indica uma reação
1:33:35negativa. Não formou, não misturou, não
1:33:38ligou nada com nada. Certo? Agora vamos
1:33:42voltar lá nas amostras que a gente teve.
1:33:45Quem dessas amostras aqui vocês acham
1:33:47que formou o botãozinho?
1:33:50E quais dessas amostras vocês acham que
1:33:52formou a malha?
1:33:55Conta para mim aí no chat, por favor.
1:33:58Nós vamos chamar cada pocinho, ó, de
1:34:00acordo com o que foi identificado na
1:34:01placa. A1, A2, A3, A4, A5, A, A, A8.
1:34:09Escreve aí, faz favor, digita, né? Quem
1:34:13que vocês acham que foi positivo na
1:34:16placa que a gente tá olhando aqui agora,
1:34:18usando para olhar,
1:34:22para avaliar, no caso,
1:34:39chegou aí para vocês, gente, quando
1:34:41vocês vão responder respondendo, eu vou
1:34:42colocando aqui, ó. Eh, esse aqui, ó,
1:34:46normalmente é o tipo de testezinho de
1:34:48testezinho que a gente compra, tá? A
1:34:51marca aqui, ó, Analisa, que é uma marca
1:34:52boa. Eh, Chagas, Chagas Rai, né? Que
1:34:56aqui é emaglutinação indireta, é isso
1:34:59que ele quer dizer com isso aqui. Mas
1:35:01tem também o chagateste que a gente usa
1:35:03de outras marcas, entendeu? Aí ele vem
1:35:05com todos os componentes que a gente
1:35:07precisa usar para poder fazer essa
1:35:08reação. Então você compra, basicamente
1:35:11você tem que ter essa plaquinha aqui no
1:35:12seu laboratório e aí é trabalhar com
1:35:15pipetagem, tá? Muito fácil. Tainá, esses
1:35:18aqui que você colocou para mim, A2, A3,
1:35:20A4, A5, A6, A7, eles são amostras
1:35:24positivas ou amostra negativa?
1:35:42positiva. Tá bom? Aí nós vamos corrigir
1:35:44essa informação, tá? Você falou certinho
1:35:47o grupinho, só que aqui a gente só tem
1:35:49que trocar o jeito que você tá falando.
1:35:51Lembra que a gente falou que pras
1:35:53negativas não tem ligação antígeno,
1:35:56anticorpo, então as emácias vão
1:35:58depositar lá no fundinho,
1:36:00entendeu? Então em vez da gente falar
1:36:02que elas são negativas, nós vamos falar
1:36:03que elas são o quê?
1:36:06Negativa, tá?
1:36:08Sempre que formar o botão ou olho, o
1:36:11olhinho, não sei que que vocês acham que
1:36:12parece mais aí, a amostra tá o quê?
1:36:16Negativa. Ah, Poliana, tem hora que o
1:36:20resultado fica meio estranho que aí a
1:36:22gente não consegue determinar. Sim. Aí a
1:36:25gente libera o resultado como
1:36:26indeterminado. Olha aqui para vocês
1:36:28verem, ó. Na dois tem um botão lindo, na
1:36:30três tem um botão lindo. Olha a quatro.
1:36:32Tá bonitinho, mas olha assim, assim que
1:36:35a gente poderia colocar um
1:36:36indeterminado, porque ele formou um
1:36:38botão, mas se vocês observar, ele não tá
1:36:39tão transparente, límpido, ó, igual as
1:36:42outras, ele tá meio que fazendo a
1:36:44nuvenzinha. Então, será que começou a
1:36:47fazer reação? Às vezes a pessoa tá com
1:36:49um pouco anticorpo ali presente, porque
1:36:50tem muito tempo que ela deu a reação,
1:36:52entendeu? Então, sempre que tiver o
1:36:55botãozinho vai ser negativa, tá? Nesse
1:36:59caso aqui, ó, a oito, você não viu o
1:37:02botão, ela vai ser positiva, amostra
1:37:07positiva. E se é uma amostra positiva,
1:37:10eu preciso ter todos os cuidados, tomar
1:37:13medicação, fazer um segundo exame para
1:37:16poder confirmar o resultado, porque a
1:37:18gente faz aqui, libera o resultado só
1:37:20com duas metodologias diferentes, faz
1:37:22parte do fluxograma da doença de chagas,
1:37:24tá?
1:37:25E aqui, ó, no um, por que que eu não vou
1:37:27falar que aqui é uma amostra positiva?
1:37:30Porque a um e a 2, num teste novo que a
1:37:33gente tá usando para poder fazer o
1:37:35exame, eu preciso ter o meu controle de
1:37:38qualidade dentro do laboratório. Então,
1:37:40a amostra número um é um controle
1:37:42positivo de reação. É reação positiva,
1:37:45ó, tem só uma nuvenzinha.
1:37:48E o dois é o nosso controle
1:37:52negativo. Então quer dizer que é uma
1:37:55reação que não aconteceu, tá bom? De
1:37:57amostra aqui, a gente ia ter o 3 4 5 6 7
1:38:038, tá? E de todas elas, a única que a
1:38:06gente pode falar com certeza que foi
1:38:08positiva é a amostra oito. No caso,
1:38:11conseguiram entender, pessoal? Me fala
1:38:13aí.
1:38:15Vocês conseguiram pegar?
1:38:25Conseguiram entender a emaglutinação
1:38:27indireta? Sim ou não? Escreve aí, por
1:38:29favor, porque aqui eu já tenho
1:38:31fluxograma pra gente terminar essa parte
1:38:33logo de de doença de chagas. Muito bom.
1:38:35E ajuda aí outras pessoas a entender
1:38:37também, tá?
1:38:39O caso de doença de chagas, né? Nos
1:38:42casos suspeitos de de doença de chagas
1:38:44aguda, a gente vai coletar a amostra de
1:38:47sangue e vai fazer teste parasitológico
1:38:49e teste sorológico. Que que a gente quer
1:38:52dizer com isso aqui? Ao mesmo tempo, né?
1:38:54Ou simultaneamente parasitológico, você
1:38:56tem que enxergar o parasito. Sorológico,
1:38:58você tem que ver a produção de
1:38:59anticorpo, tá?
1:39:01Se faz um parasitológico e o resultado é
1:39:04positivo, se o resultado é negativo,
1:39:06você vai fazer um fluxograma diferente.
1:39:09Então, ó, se o resultado aqui do
1:39:13parasitológico for positivo, é
1:39:15indiscutível. Você viu o parasito, o
1:39:18resultado positivo é confirmar o caso.
1:39:21Mas se o resultado for negativo, a gente
1:39:23precisa repetir o exame. E aí se quando
1:39:26eu repetir o resultado der positivo,
1:39:30eu vou o quê? Confirmar o caso. Mas se
1:39:34eu continuar com resultado negativo, a
1:39:37gente vai descartar se os casos forem
1:39:41negativos. Então aqui seria uma pessoa
1:39:42que não teve doença de chagas, tá?
1:39:45Eh, fiz. Então, ó, vamos repetir. Fiz o
1:39:49exame parasitológico.
1:39:51Deu positivo, confirmou o caso. Deu
1:39:54negativo, eu preciso repetir. Se quando
1:39:57eu repetir o resultado deu positivo, eu
1:39:59confirmei. Se eu repeti, ele continuou
1:40:02negativo e eu fiz os testes urológicos e
1:40:05também foram negativos, então a pessoa
1:40:07nunca teve doença de chagas, né? pelo
1:40:10menos não a pessoa não eh esse teste
1:40:14pelo menos assim a sensibilidade foi
1:40:16testada de várias de diferentes formas e
1:40:18a gente não conseguiu associar
1:40:20aí lá na sorologia como é que a gente
1:40:22vai fazer primeiro eu tenho que fazer a
1:40:24sorologia paraa doença aguda e também
1:40:27pra doença crônica. Então eu eu busco
1:40:30primeiro identificar o IGM e depois eu
1:40:33vou fazer o IGG depois de duas amostras
1:40:35ali com intervalos mínimos de 15 dias
1:40:37mais ou menos para dar tempo do seu
1:40:39corpo produzir o anticorpo, no caso.
1:40:42Então olha só, se eu fiz a detecção do
1:40:45IGM e foi reagente,
1:40:48então eu confirmo o caso. Por exemplo,
1:40:50aqui, ó, se eu testei o parasitológico
1:40:52aqui, deu negativo, mas o IGM deu
1:40:53positivo.
1:40:56trio hig deu negativo, parasitológico
1:41:00negativo, então descarto caso, tá?
1:41:03Aí depois de 15 dias, né, repetindo lá,
1:41:07que que eu vou fazer? Vou fazer aqui o
1:41:09teste para IGG. Então, no IGG, né, a
1:41:13gente vai ter aí, ó, que fazer as vezes
1:41:15diluição por conta da quantidade alta de
1:41:18anticorpo. Quando você tem muito
1:41:20anticorpo produzido numa doença, o
1:41:22resultado pode ser falso negativo,
1:41:24porque o teste tem competição demais ali
1:41:26de sítio de ligação e ele vira negativo.
1:41:29Mas não é porque ele tá negativo, é
1:41:30porque eh os o antígen anticorpo fica
1:41:33meio doido e aí eles não conseguem fazer
1:41:35ligação habitual normal que a gente
1:41:36espera, tá?
1:41:38Se o IGG deu positivo, confirma o caso.
1:41:42Se não reagiu
1:41:44ou reagiu aqui sem aumento de duas ou
1:41:47mais titulações, eu vou descartar o
1:41:49caso. Então, entendeu? Eu não posso
1:41:52fazer o único teste e falar que a pessoa
1:41:54nunca teve contato com tripanosoma
1:41:56cruzing. Eu preciso seguir esse
1:41:59fluxograma aqui conforme vigilância
1:42:01sanitária, tá? senão dá problema pro meu
1:42:04lado. E aí quando eu vou lá pra doença
1:42:07de chagas na fase crônica, então eu vou
1:42:09usar só teste sorológico porque os
1:42:11parasitológicos aqui não vão detectar.
1:42:14Então o que que eu vou fazer de teste
1:42:16sorológico? Posso usar tanto o soro
1:42:18quanto o plasma. Então eu posso coletar
1:42:20no tubo vermelho, no tubo amarelo, ou eu
1:42:22posso pegar tubo também que que tem o
1:42:25plasma, né? O o roxinho, por exemplo,
1:42:27DTA. E aí eu vou fazer dois métodos
1:42:30diagnósticos obrigatoriamente para poder
1:42:33testar. Se os dois testes forem
1:42:36positivos, o resultado é positivo. A
1:42:39pessoa possivelmente entrou em contato
1:42:41com doença de chagas. Se os dois eh não
1:42:46tiverem reação,
1:42:48então eu também libero como nunca entrou
1:42:50em contato. Agora, se um teste for
1:42:54reagente e o outro não for reagente,
1:42:57então eu tenho um resultado
1:42:59indeterminado. Eu preciso repetir os
1:43:01testes depois ali da do tempo ali de
1:43:03espera. Se o resultado continuar
1:43:06indeterminado, eu vou liberar um
1:43:09resultado inconclusível. em conclusivo e
1:43:13indicar a realização de testes
1:43:15moleculares, por exemplo, a PCR ou blot,
1:43:20que é um uma PCR variada aí que a gente
1:43:23realiza, certo, pessoal? Sempre repetir
1:43:27no fluxograma. Aí aqui, ó, pra gente
1:43:30avaliar algumas questões, pensa que você
1:43:34foi fazer uma pesquisa
1:43:36e aí nessa pesquisa que você foi eh
1:43:39realizar com um grupo de pesquisadores,
1:43:41vocês tiveram três resultados
1:43:43diferentes. Então, vamos ver o primeiro
1:43:45resultado aqui, ó.
1:43:47A presença de anticorpos IgM antitecruse
1:43:51no sangue indica infecção aguda. No caso
1:43:55dos humanos, quando associada a fatores
1:43:58clínicos e epidemiológicos
1:44:00compatíveis, tipo qu
1:44:04sinal de România, chagominoção,
1:44:08vão indicar doença crônica. Isso aqui
1:44:11foi um resultado que você observou junto
1:44:13lá com a sua equipe, que você tava
1:44:15fazendo as pesquisas em determinada
1:44:17região do Brasil, que surgiu uns casos
1:44:20de doença de chagas. Você falaria que
1:44:23esse resultado ele é confiável, é
1:44:26verdadeiro ou ele é falso? Que que vocês
1:44:28me falam? Coloca aí.
1:44:38Sim, sim. Tainá.
1:44:41Com certeza. GM é anticorpo de fase
1:44:44aguda. Se eu tenho epidemiologia e ainda
1:44:47sinal clínico, Gcel, com certeza a
1:44:50pessoa deve estar na fase aguda. E ela
1:44:52inclusive é um relato de caso, porque
1:44:53normalmente a gente faz diagnóstico da
1:44:55doença na fase crônica. Aliás, ali tá
1:44:58falando que é doença crônica. Gente,
1:45:00pera aqui. Volta aqui. Não, não, não,
1:45:03não, não. Aqui, ó, é doença aguda, não é
1:45:06doença crônica, tá? Isso aqui deixa o
1:45:09negócio errado, ó.
1:45:12compatíveis com doença aguda. Ainda bem
1:45:15que a gente viu o o erro, né? Agora
1:45:19vamos paraa próxima.
1:45:22No caso dos humanos,
1:45:24caracteriza-se doença crônica, a
1:45:26presença de anticorpos IGG, antidecruse
1:45:31detectados por dois testes sorológicos
1:45:33de princípios distintos, quer dizer
1:45:35diferente, sendo a imunofluorescência
1:45:38indireta, a hemaglutinação indireta
1:45:41também e o Elisa, os métodos
1:45:44recomendados.
1:45:46Essa aqui tá certo, né?
1:45:49Por que que eu faço stand teste? Porque
1:45:51cada um é feito de um jeito diferente e
1:45:54aí eles vão se complementar em relação a
1:45:56resultados. Todos eles, se o resultado
1:45:59do IGG for positivo, dois exames,
1:46:01confirma a doença, fase crônica. Então
1:46:05essa questão, essa, esse resultado da
1:46:06pesquisa aqui tá totalmente o quê?
1:46:08Certo, corretíssimo.
1:46:11E vamos ver aqui então a terceira
1:46:13anotação, certo?
1:46:16Por serem de baixa sensibilidade,
1:46:19os métodos parasitológicos são
1:46:21desnecessários para o manejo clínico dos
1:46:24pacientes.
1:46:26Contudo,
1:46:27o xeno diagnóstico, a hemocultura e a
1:46:30PCR positiva podem indicar a doença
1:46:33crônica.
1:46:35Aqui é sim, tá? Por eh fase fase
1:46:41crônica, a gente não faz exame
1:46:43parasitológico direto. Faltou ele falar
1:46:46isso aqui, porque o direto eu tenho que
1:46:49ver o parasito. Se tá em fase crônica,
1:46:51ele não tá mais no sangue. Você pode
1:46:54tirar o sangue da pessoa inteirinho pior
1:46:56do que o vampirodários lá chufando
1:46:58sangue, não vai dar resultado positivo,
1:47:01porque o o tczu, o tripanosoma escondeu
1:47:05no tecido.
1:47:07Só que quando a gente tem o xeno
1:47:09diagnóstico e aicultura, que são
1:47:11parasitológicos, mas eles são
1:47:13parasitológicos que concentra a amostra,
1:47:16eu posso positivar, que eu não tô
1:47:18falando que indica, eu tô falando que
1:47:19pode. Então, sim, pode indicar a doença
1:47:22crônica. Assim, eu posso acabar
1:47:24favorecendo, né? Isso, Marcos, isso
1:47:27mesmo. Então aqui tá correto. E a PCE em
1:47:30qualquer época que a gente fizer, ela
1:47:31vai ajudar a gente. Então aqui ela só
1:47:33serve para somar, para ajudar a dar o
1:47:35resultado, tá bom? Então pra doença de
1:47:38chagas, é isso que a gente tem, o
1:47:40resultado deve ser liberado em quanto
1:47:41tempo? Que a gente já sabe que é doença
1:47:43de notificação compulsória,
1:47:46mas ela não é urgente, né? É que aqui a
1:47:49gente tem, ó, de acordo com a vigilância
1:47:51epidemiológica,
1:47:52a gente tem aqui um monstro, é uma
1:47:54tabela. Depois vocês precisam procurar
1:47:56isso aqui. Quem for, por exemplo,
1:47:58trabalhar dentro de laboratório, cuidar
1:48:00de laboratório,
1:48:02precisa saber esse tipo de informação,
1:48:04tá? Então aqui, ó, Ministério da Saúde,
1:48:06Secretaria Estadual, Secretaria
1:48:08Municipal, para quem que eu tenho que
1:48:10informar a doença de chagas agulha? Eu
1:48:13tenho que informar pra estadual e pra
1:48:16municipal. A doença de chagas aqui, ó,
1:48:20eh, crônica, eu faço de forma semanal
1:48:24para cada uma das duas também, tá bom?
1:48:27Porque aqui, ó, é até mais ou menos 24
1:48:30horas, se for o caso agudo. Mas lá no
1:48:33caso da doença de chagas crônicas, a
1:48:35gente pode levar a semana, né, de semana
1:48:37em semana para poder relatar, tá? Tanto
1:48:40para municipal quanto para estadual. A
1:48:44gente precisa falar
1:48:46o tratamento, só para eh reforçar com
1:48:49vocês, é o benzinol, né, que é o
1:48:53rochagã. Parece aí com hokutã que ele dá
1:48:56pele, mas não é a mesma coisa, tá bom?
1:48:58Benzenidazol.
1:49:00Eh, é, ele é controle hospitalar, então
1:49:04você só faz o uso dele se tiver
1:49:05internado.
1:49:07E tem também uma segunda opção aí que é
1:49:10o Nifurtmo Mox, que pode ser usado
1:49:13também, mas assim, o que é mais visto,
1:49:16embora ele dê muito efeito colateral, é
1:49:20o rochagã, o bem nidazol, certo? Pra
1:49:24doença de chagas, é isso que a gente
1:49:26tem. Igual eu falei aqui, ó, você não
1:49:27compra na farmácia não. Ah, eu tenho um
1:49:29contatinho que me faça aí. Não, não tem
1:49:32jeito não. Esses aqui é só dentro de
1:49:36dentro de hospital, tá? Eh, controlado,
1:49:40tudo controlado aqui, ó, para mostrar
1:49:42para vocês. Classificação de tinha
1:49:44esquecido, a gente precisa fazer essa
1:49:45classificação que eu isso aí também tá
1:49:48tá muito em processo seletivo. E é o que
1:49:50eu falei para vocês, essa classificação
1:49:52é minha, você não vai encontrar ela em
1:49:54livro, não. Eu fiz ela para facilitar os
1:49:56meus estudos e eu e eu lembrar o nome
1:49:59dos parasitos, porque eu acho que lembra
1:50:01demais, tá? No parasito, nos
1:50:06vai ter aqui, ó, o reino animal. Então
1:50:08você tem que lembrar que você tem os
1:50:10vermes que são achatados, que estão
1:50:13localizados do lado de cá, em aspecto de
1:50:16folha, que são trematodas, ou em aspecto
1:50:19de fita, que são cestodas,
1:50:23certo?
1:50:25E você tem os nematódios, que são os
1:50:28vermes redondos, tipocares lumbóides,
1:50:32que é um dos que vocês mais mais grava o
1:50:34nome aí, né? Aqui, ó, é muito fácil. No
1:50:38Brasil, quem vai ser representante
1:50:39dentro do tremata, chistosom.
1:50:42Quem vai ser representante dentro da
1:50:44classe toda? Tênia e minoleps minoleps
1:50:47tem a ver com rato, tá? E a Tênia é a
1:50:49solitária lá do do boi do porco. Agora
1:50:52nos hem nematódios você tem um monte.
1:50:55Então, se eu tiver que escrever em uma
1:50:57prova o que que o euto é e eu não me
1:51:00lembrar, é melhor eu colocar que seja
1:51:03nematóide, porque nematoide vai ser o
1:51:05grande grupo aqui, ó, deos que a gente
1:51:08tem. Muito fácil. Agora vamos lá que eu
1:51:11vou colocar para vocês. Talvez essa
1:51:13parte aqui, ó. Tudo que eu falei até
1:51:15agora é importante, meu Deus do céu. Mas
1:51:17essa parte aqui é muito, muito, muito,
1:51:18muito, muito, muito, muito, muito
1:51:19importante. Qual que é a melhor forma de
1:51:22você estudar os míos? É o que eu falei
1:51:23para vocês, a gente tem muito nome para
1:51:26ajudar a lembrar o que que cada um faz
1:51:28no ciclo biológico. Aí a gente associar
1:51:30e favorecer, né, a gente lembrar, fixar
1:51:32o conteúdo. Eu fiz grupos desses né, que
1:51:37é meu, Poliana, eu que fiz isso aí,
1:51:39tinha que patentear dentro desses grupos
1:51:41e é assim, voz da minha cabeça. Então,
1:51:43fui pensando dentro das analogias na
1:51:44minha cabeça aqui, eu escrevi, escolhi
1:51:46que que eu achava mais legal, tá? Que
1:51:48que acontece? Tem um grupo deintos que
1:51:52ele gosta de ir pro chão, que são os
1:51:55geoelumintos.
1:51:57E quando a gente junta os nomes desses
1:51:59parasitos que fazem isso, desses eu
1:52:02consigo formar uma uma sigla que é a
1:52:05antas. Então vocês vão lembrar do animal
1:52:07antas para lembrar todo eluminto que
1:52:10precisa passar no chão, ou seja, os
1:52:13gelinos. Calma aí que eu já te conto
1:52:16quem eles são. E aí eu tenho outro jeito
1:52:19aqui de lembrar também. Quem aí, ó,
1:52:22lembra do Chaves? Quando o Chaves ficava
1:52:25empolgado demais com alguma coisa lá na
1:52:29na vila, ele começava a ficar com esses
1:52:31esses piripac aqui que ele dava, ó, que
1:52:34ele ficava zas e zaras. Não sei quem que
1:52:36aí que que já assistiu Chaves e lembra
1:52:38disso. Então tem um grupo de parasitos,
1:52:41tá bem que ele fica chutando. Nós vamos
1:52:44trocar os as zas que o Chaves falava
1:52:47pelo NAS. Nas nas
1:52:51porque é penetração ativa de larvas e
1:52:54normalmente é para quem anda descalço.
1:52:56Tá vendo que ele chutando aqui, ó? Faz a
1:52:58gente lembrar.
1:53:00O terceiro grupo. Não riam, tá bom? Só
1:53:04usem para estudar.
1:53:06O terceiro grupo é aquele grupo que não
1:53:09vai pro espaço, ele vai pro pulmão.
1:53:13Sãointos que precisam passar pelo pulmão
1:53:17para poder desenvolver o ciclo
1:53:18biológico. E aí na sigla eles formam o
1:53:22que a gente chama de NASA. Por isso que
1:53:24eu associei aqui, ó, com eh o espaço,
1:53:29certo? Aí tem esse aqui do bonitão, ó.
1:53:32Vocês conhecem esse ator aqui? Não é
1:53:33possível que vocês não conhecem. Tom
1:53:35Cruz, ele é muito famoso por fazer um
1:53:38filme que já teve unzilhão de de
1:53:44edições, sei lá como é que fala, já
1:53:46repetiu várias vezes. Missão impossível
1:53:48do tã tã tã tã tã. Vocês lembram disso,
1:53:51né?
1:53:53O no Missão Impossível, o Tom Cruz, ele
1:53:56se chama Itan.
1:53:59E o é exatamente a sigla que a gente
1:54:02precisa lembrar dos ovos leves, aqueles
1:54:05ovos que flutuam. Então, se você
1:54:07respirar no ambiente que eles tiverem
1:54:09presente, vocês podem adquirir a
1:54:10parasitose, tá? Aqui, ó, esses dois do
1:54:14meio, W, é pra gente lembrar de dois
1:54:16parasitos importantes da África. Um vai
1:54:20causar aqui elefantíase, que é o dá de
1:54:23vulquereia, e o outro vai causar a
1:54:26cegueira do Nilo, que ele vai lá pro
1:54:28olho, que é o alumerca vovulos. Então é
1:54:30o W. Quem gosta de videogame aí, ó, jogo
1:54:34de lutinha, quando perde, normalmente
1:54:37aparece aqueles Street Fighter, sempre
1:54:40parecia isso aí, ou Mortal Kombat quando
1:54:42perdi sem ter lutado, né? E por fim, a
1:54:46bandeira do Japão, né? Eu gosto mais do
1:54:49dorama aí, só que a gente tem que
1:54:51lembrar que tem um parasito que tá muito
1:54:53associado com comida japonesa. Então
1:54:55esse a gente tem que lembrar também.
1:54:57Então tá vendo isso aí são estratégias
1:54:59que eu criei para poder estudar e eu
1:55:01coloco para vocês porque eu acho que
1:55:03ajuda muito vocês a fixarem, a lembrar.
1:55:07Muitos deles vão compartilhar essas
1:55:09informações. Então me ajuda demais a
1:55:12lembrar, tá? Ó, na internet tem um caso
1:55:15dessa menininha aqui que é muito famoso,
1:55:18que ela tem mania de ficar comendo as
1:55:20coisas mais esquisitas que a gente a
1:55:22gente pode ver na área da da saúde, a
1:55:26gente fala quando a pessoa começa a
1:55:27comer coisa que não é comida, coisa
1:55:29estranha, ela tá de né? Meu Deus
1:55:32do céu. É, é isso mesmo. O fato de você
1:55:36ter a geofagia aqui, ó, comendo a terra,
1:55:39é, por exemplo, um exemplo de E aí
1:55:42eu coloquei a antinha aqui para vocês
1:55:44poderem lembrar que o nome dos parasitos
1:55:46vão formar esse esse animal. Então, ó,
1:55:50gelinos é um grupo muito importante.
1:55:52Brasil, saneamento é ruim, política não
1:55:55melhora nada, gente sempre muito
1:55:57pobrezinha, com falta de informação,
1:56:01todo mundo ali entrando em muito contato
1:56:02com o solo. Quem vai ser o grupo de
1:56:04risco mais atingido? Criança, com
1:56:06certeza, porque aí criança costuma ser
1:56:08mais porquinho do que adulto, né? E aí a
1:56:11gente tem cinco aqui que vão fazer
1:56:12importância. Então vocês tem que ir
1:56:14anotando aí porque isso é importante,
1:56:15vocês precisam saber, tá? Ancilossoma
1:56:17doenário,
1:56:19a gente é teológico do amarelão, que
1:56:22sempre vai andar acompanhado com o primo
1:56:23dele, que é o Necato Americanos. Ixe, ó,
1:56:27americanos aqui ficou errado, ó, pela
1:56:28nomenclatura, tinha que estar com letra
1:56:29minúscula.
1:56:31Eh, os dois sempre vão estar juntos. Se
1:56:34oilossoma doenal aparecer, o necator
1:56:36americanos vai aparecer também.
1:56:38A professora ã, cadê o TAS, né? Vamos
1:56:41colocar o TAS, então. O TAS, o T é de
1:56:44tricura, tricura, o áscares lumbricoides
1:56:48e por último estrangiloides terfores.
1:56:51Esses cinco aumentos precisam ir pro pro
1:56:54chão lá pro solo para poder fazer seu
1:56:57ciclo biológico, senão você não tem
1:56:59continuidade do ciclo, ele é
1:57:01interrompido. Que que eu posso fazer
1:57:03aqui para evitar não comer terra, não
1:57:06andar descalço? Eh, não ficar brincando
1:57:09com terra, porque você suja a unha, vai
1:57:11pega a mão lá e come põe a mão suja de
1:57:13terra na boca, que é a transmissão
1:57:15feoral que a gente vai pegar a doença.
1:57:17OK. Deu um print aí para vocês poderem
1:57:20guardar.
1:57:22[risadas]
1:57:23Vamos embora então pro segundo grupo.
1:57:27Prepara pro print também a hora que eu
1:57:28colocar os nomes aqui, tá? Esse aqui é o
1:57:31grupo lá do Chaves. Aí aqui agora eu
1:57:32trouxe o Kiko. Eu gostava muito do Kiko
1:57:34também, né?
1:57:35Então é o grupo ali, ó, dos que dos pés
1:57:38descalços, quem gosta de andar descalço,
1:57:40gente, a gente pode pegar pelo menos
1:57:42quatro aumentos quando a gente fica
1:57:43andando descalço lá no meio da roça lá.
1:57:45Então usa botina, melhor botina do que
1:57:48do que andar descalço e fora que você
1:57:51protege das cobras também, né? Então, o
1:57:53grupo de risco aqui, ó, zona rural ou a
1:57:56galera que gosta de andar descalço, que
1:57:59aí já é a cultura da pessoa ali. Ah, tem
1:58:01nada não, vou andar descalça. Aí pisa lá
1:58:03nos trem tudo sujos lá, sabe porque
1:58:04ficou doente, né? Então você tem quatro
1:58:08eu mintos aqui de importância. O necator
1:58:11americanos. Que que eu falei para vocês?
1:58:12Ih, de novo, o nome ver errado, ó.
1:58:16Se o necator americano está lá, quem que
1:58:18tem que estar presente também?
1:58:21o primo dele, ansilossoma doenário,
1:58:23porque os dois andam junto, tá? É muito
1:58:25parecido. Só que o necátor é mais
1:58:27agressivo do que o cilossoma, a anemia
1:58:29dele vai ser mais forte.
1:58:32O estrongiloides cercorales, que é
1:58:34inclusive um primo do anilossome do
1:58:36Necato, vai fazer estrangiloidíase. Aí
1:58:38quem é HIV que costuma dar essa infecção
1:58:40muito mais grave no caso. E o chistosoma
1:58:44mansô. Xistosoma manson tá associado com
1:58:47lava roupa lá na beira do lago, que aí
1:58:50tem o caramujo, beonfalária,
1:58:53caramuj põe lá as larvinha que vira
1:58:55cercária. Cercária vem e faz penetração
1:58:57ativa nas peles, na pele, que é a
1:59:00barriga d'água, certo? Então aqui, ó,
1:59:03lembrado Chaves fazendo zas, zas z, só
1:59:05que aí vocês vai trocar, vocês vão falar
1:59:07assim, ó, nas nazas, nas nazas, igual
1:59:09ele chutando, que aí lembra que é
1:59:11penetração ativa de larvas. Deu print,
1:59:14porque esse aqui também é importante,
1:59:16muito importante.
1:59:18Vamos pro próximo.
1:59:20Quem que é o grupo? Eu falei para vocês
1:59:22aqui, ó. Não foi pro espaço, foi para
1:59:26onde? Os pulmões, alguns parasitos têm
1:59:29que passar no pulmão para poder fazer
1:59:33infecção. Gente, áscares lumbricóides
1:59:36com a lumbriga daquele tamanho, ele
1:59:39precisa passar no pulmão. Aí ele acende
1:59:42aqui, ó, por traqueia,
1:59:45passa lá para cima lá até chegar lá na
1:59:48faringe. Aí você vai puxar o catarro,
1:59:52engolir. A hora que você engole, ele
1:59:54volta pro intestino. Aí lá ele vira o
1:59:56verme adulto.
1:59:58Então já é falando para vocês aqui que o
2:00:00áscares é um dos que vão estar aqui.
2:00:02Quem vai ser grupo de risco, quem tiver
2:00:04doença crônica, eh quem tiver problema
2:00:08respiratório, porque quem tiver algum
2:00:10problema no pulmão aqui vai ser vai ser
2:00:11mais atingido. E aqui a gente tem o
2:00:15NASA. Então novamente os dois primos.
2:00:18Ih, ficou errado os slides tudo, ó.
2:00:21necaturicanos com primo dele que é o
2:00:24anilossoma doenal com o outro primo que
2:00:27é o estrongiloides tercorales e o
2:00:30ascares lumbricoides que é o que eu
2:00:31falei para vocês. Tem umas imagens muito
2:00:34icônicas aí de um moço moreninho que a
2:00:37lumbriga tá saindo pelo nariz dele. Tipo
2:00:40assim, ela é gigante. Depois vocês dão
2:00:43uma procurada aí na internet é para
2:00:44achar essa tá? Porque ela é é,
2:00:48né? foi um achado. Então ela é icônica,
2:00:51antiga, mas todo mundo continua usando
2:00:53ela. Então é o NASA, não foi pro espaço,
2:00:56foi pro pulmão, tá?
2:00:58E por último dos grupos, a gente tem o
2:01:03Tan tã tã tã tã Tom Cruz maravilhoso,
2:01:06né, que faz aí o filme do Missão
2:01:08Impossível.
2:01:10E no Missão Impossível ele é chamado de
2:01:13Itan. E aí a gente usa o nome dele para
2:01:16poder ver quem que são os ovos leves,
2:01:20quem são os mintos que têm ovos leves.
2:01:22Então o grupo de risco aqui, ó, vai ser
2:01:25cultura, alimentação, porque tem coral,
2:01:28hábitos de higiene e aí eu tenho maior
2:01:31grupo aqui. Eu tenho sete fazendo o nome
2:01:34do do ítan. Então vamos ir falando aqui
2:01:37quem que é interóbios vermiculares, que
2:01:39é aquele que dá coceira, né? Prorido
2:01:43anal, tricura, estricura, que é um verme
2:01:46de chicote.
2:01:49Aí a gente tem as tênas, só de saginata,
2:01:53o iminolep nana e o iminolepinuta
2:01:57que são um deles está associado com
2:02:01ratinho, comendo lá arroz, cereal, etc.
2:02:04que depois a gente vai falar dele num
2:02:05outro momento.
2:02:08Ancilostoma do Odenal. E se tem o
2:02:10anscilostoma do Odenal, tem o primo.
2:02:12Quem que é o primo?
2:02:14Necaturam americanos. E novamente já
2:02:17era. Entendeu? Aqui ficou errado. Mas
2:02:20olha aqui para você ver. E
2:02:24ah, vocês vão encontrar isso em algum
2:02:26livro? Não vão. Isso aqui são vozes da
2:02:30cabeça da Poliana. Eu coloquei dessa
2:02:33forma para poder facilitar os estudos e
2:02:36a gente lembrar cada um deles quando a
2:02:38gente tiver estudando. E é um crédito
2:02:40aí, uma cortesia que eu tô dando para
2:02:42vocês, para vocês poderem aprender e não
2:02:44esquecer, tá? Então para concurso isso é
2:02:47ótimo. Dá print, guarda esse material,
2:02:49porque o que vocês forem fazer e vai
2:02:51ajudar vocês. Aqui só para mostrar para
2:02:54vocês, [limpando a garganta] um conserco
2:02:56VVos, né? Vai ser a cegueira do Nilo
2:02:58aqui. O moço aqui, né? O olho dele não
2:03:00tá azul não. E nem ele colocou uma lente
2:03:03de contato para ficar com olhão azul,
2:03:05não. Infelizmente tem uma larva aqui, ó,
2:03:07que tá fazendo a
2:03:11córnea. A córnea transparente, né? Tá
2:03:14fazendo ela ficar branca. Se ela
2:03:16esbranquiçar, já era, a pessoa fica
2:03:18cega. Aí aqui embaixo a gente tem
2:03:20elefantis e pela bucereia Bancroft. Isso
2:03:23aqui não é imagem de, viu, gente? Essa
2:03:25imagem existe muitos anos antes de ir a
2:03:27então tem a pessoa com a perna saudável
2:03:30e com a perna alterada. Ali as
2:03:32microfilarárias, que são as larvinhas da
2:03:34Buquerea Bancroft, vai causar esse
2:03:36desbalanço na linfa. Aí aí a pessoa
2:03:38começa a ter essas deformações. Por isso
2:03:40a gente usa o termo elefantisas. E aqui,
2:03:43ó, quem vê a barca maravilhosa, né, de
2:03:46comida japonesa, não gosto, mas quem
2:03:48gosta também, para mim, assim, não julgo
2:03:50não. Só que procurem comer comida
2:03:54japonesa de locais que sejam confiáveis,
2:03:57pelo amor de nosso Senhor Jesus Cristo.
2:03:59Que que acontece? [limpando a garganta]
2:04:02Muitos dos ingredientes aí dos peixinhos
2:04:04que a gente usa para fazer os os pratos,
2:04:06né? Eu nem sei falar o nome desses
2:04:07pratos aqui. Acho que só o suji que eu
2:04:09dou conta de saber, eh, porque eu não
2:04:11gosto, então não procuro saber, né? Eh,
2:04:14podem estar contaminados com
2:04:16défilobótrum lato, que é uma tênia que é
2:04:19do peixe, mas quando você faz a
2:04:21ingestão, você também dá a doença e é
2:04:24doença séria. Então, assim, evitem, tá?
2:04:28que eu queria colocar para vocês, ainda
2:04:29mais com essa onda aí da galera oriental
2:04:33conquistando o mundo, aumentou demais o
2:04:35consumo das comidas japonesas. Então,
2:04:38tomem cuidado nesse sentido, tá? Só
2:04:41comem de locais eh confiáveis. Aqui
2:04:45agora, ó, trouxe uma questão para vocês,
2:04:49uma questão de revisão.
2:04:51É uma questão de uma das provas aqui que
2:04:53vocês podem estar realizando e eu quero
2:04:55que vocês falem para mim qual que é a
2:04:57resposta certa. Vou marcar aqui uns
2:05:00minutinhos e aí vocês jogam aqui no site
2:05:02para mim, no site, no chat, desculpa,
2:05:06qual que é a resposta correta nesse caso
2:05:09aqui,
2:05:10aqui esse conteúdo que a gente acabou de
2:05:12falar dos grupos de gelomintos,
2:05:15penetração ativa de larvas, ovos leves,
2:05:20vai ser essencial para vocês responderem
2:05:23esse tipo de questão, tá avaliando. Aqui
2:05:26em cima ele faz um texto e aqui abaixo
2:05:28ele vai colocar as informações. Vocês t
2:05:30que avaliar um, dois e três quem tá
2:05:32correto e quem não está. Então avaliem
2:05:35aí, me coloquem qual é a seria a
2:05:37resposta correta, por favor, pra gente
2:05:40passar paraa frente, que aí a gente vai
2:05:42falar de exame parasitológico e aí a
2:05:45gente encerra a live, tá bom?
2:06:40E aí, pessoal, conseguiram chegar aí num
2:06:43veredicto ou pelo menos num palpite do
2:06:45que que vocês acham que resposta é
2:06:47correta, o que que não é?
2:06:51seria a letra A, B, C, D, E pra gente
2:06:55não enrolar.
2:07:01Ver que alguém pelo menos desse uma dica
2:07:02aqui do que que acha que é pra gente
2:07:04poder discutir em cima. Ó, Tainá falou
2:07:07que acha que é a letra C, um e dois.
2:07:10Hum. Tainá, vamos ver, hein? Eu acho que
2:07:13você tá muito bom.
2:07:15Ó, vamos ir na três primeiro, que aí a
2:07:18três, já que você falou que acha que a a
2:07:20três não é correta, ó, tá variando aí as
2:07:23respostas, hein? Eu vou começar com a a
2:07:27Tainap que ela conversou primeiro e
2:07:29vamos ver se a Dela já ajuda a eliminar
2:07:30questões aqui pra gente ver em relação
2:07:32aos outros, tá? Vamos começar com a
2:07:34número três, ó. O gelmto
2:07:37eróbios vermiculares, popularmente
2:07:39conhecido como oxiuros, apresenta alta
2:07:42prevalência de infecções em crianças e
2:07:44tem sua transmissão diretamente
2:07:46relacionada a políticas de saneamento
2:07:47básico. Uhum. Essa alternativa aqui,
2:07:51vocês acham que ela é correta ou que ela
2:07:52é incorreta? Coloca aí para mim, por
2:07:54favor.
2:08:02Tem uma palavrinha chave aqui, ó, para
2:08:04vocês poderem responder. E conforme os
2:08:07macetes que eu ensinei para vocês, a
2:08:09gente consegue de cara falar se ela tá
2:08:11certa ou se ela não tá.
2:08:23Incorreta. Muito bem. Como é que eu sei,
2:08:26professora? Porque eu lembrei do nome do
2:08:28animal. Qual que é o nome do animal?
2:08:30Antas. Lembra, hein? Arrasou, Amanda. Eu
2:08:34não permito em dia de prova aluno falar
2:08:37anta, Itan,
2:08:40Zasco, Nas. Nada disso vocês podem
2:08:43falar, hein? Porque senão sua como cola,
2:08:45pelo amor de Deus. Então, aqui logo de
2:08:48cara a gente elimina a questão, ó. Não,
2:08:51não pode. Tá errada. Certo. Então, vamos
2:08:56lá. Ó, o que que a gente tem? Três, tá
2:08:58correto? Não. Três, tá correto? Não.
2:09:01Três, tá correto? Não. Então, só sobra
2:09:05duas.
2:09:07Agora vamos considerar
2:09:10o que que o
2:09:14o que que o
2:09:16o Marcos falou aqui, ó, que ele falou
2:09:18que foi o segundo a responder. Ele falou
2:09:20que acha que é a letra A. Você acha que
2:09:22a do é incorreta? Então, Marcos, você só
2:09:25chutou. Ou você tem algum motivo para
2:09:27para ter falado que a dois é incorreta?
2:09:29Vamos conferir ela. Ó, ascaridiase é uma
2:09:33parasitose intestinal transmitida por
2:09:36água e alimentos contaminados.
2:09:38Fecoral. Sim, você pega desse jeito. É
2:09:42causada pelo gel, eu áscares
2:09:44lumbricoides. É aqui o nome dele no
2:09:47antas, ó.
2:09:48o qual se destaca pela alta prevalência
2:09:51mundial, com certeza é muito
2:09:54disseminado, e pelas formas graves de
2:09:57obstrução intestinal. Vocês lembram de
2:09:59eu falar disso em aula que lá a gente
2:10:02vai tampar o buraco do intestino quando
2:10:04a gente tem ascaridíase,
2:10:06tem vídeo na internet mostrando o médico
2:10:09abrindo o intestino da pessoa para
2:10:11remover o áscaris. Então ele faz uma
2:10:14incisura ali, um buraquinho no intestino
2:10:16e começa a tirar as lumbrigas de dentro
2:10:19do intestino do do da pessoa. Ele é um
2:10:23verme obstrutivo, ele tampa o buraco,
2:10:26mas ele não fica mordendo os pedacinhos
2:10:28do tecido, não. Ele fica lá no lumen
2:10:29solto, tá? Sendo que a maioria dos
2:10:32infectados por este parasito são
2:10:34criança. Aham. A gente não falou que lá
2:10:36nos geeumintos as crianças são os é o
2:10:38principal grupo de risco. Então essa vai
2:10:41tá correta. Vai tá correta. Viu, Marcos?
2:10:44Parece que ela é grande, não. A gente
2:10:45vai conseguindo eh distribuir
2:10:47informação. Então aqui não pode ser
2:10:49número um, não. Não pode ser. Só ela só
2:10:51ela correta. Tem que ser as duas. Quem
2:10:54vira a resposta correta, letra C. Tá
2:10:57bom? Muito bem.
2:11:00Eh,
2:11:01questão importante. Então, tá vendo?
2:11:03Tanto que é importante a gente
2:11:04diferenciar os grupos. Isso me ajuda a
2:11:07responder a questão, tá? Aquela questão
2:11:08ali, ó, nem fui eu que que produzi ela.
2:11:10Ela tava numa prova.
2:11:12Vamos lá, então. Gente, já falou de
2:11:14doença de chagas, já falou de conceito
2:11:15geral, já falou a respeito de euintos.
2:11:18Agora a gente tá na última parte. Eh,
2:11:20glória a Deus, porque a gente começou a
2:11:22live 2 horas, 3 horas, 4 horas. Meu Deus
2:11:25do céu, nós estamos com 2 horas de live.
2:11:27Que live gigante, Jesus amado. Mas agora
2:11:29nós já vamos caminhar para o fim, tá?
2:11:32Que que eu tenho que falar a respeito do
2:11:33exame de féries? Porque é o que a gente
2:11:34começou a trabalhar, certo? Fiquei na
2:11:37dúvida na parte da obstrução. Pois é, o
2:11:41caris é um parasito, Marcos, que ele
2:11:44obstrui e ele irrita, mas ele não vai
2:11:47ser espoliativo no sentido de ficar
2:11:50sugando o sangue, entendeu? obstrutiva é
2:11:53a que ele mais correlaciona, é ele.
2:11:55Porque a solitária é grandona, mas ela
2:11:57não faz obstrução. A solitária pode ter
2:12:0012 m de comprimento, mas ela fica na
2:12:03fitinha dela ocupando o espaço todo. Ela
2:12:06não é muito de obstruir, não, tá? Quem
2:12:08vai obstruir é o áscar, que aí vira
2:12:10aquele bolo de áscares parecendo
2:12:12anaconda naquele filme lá que eles caem
2:12:14dentro do ninho delas, que elas estão
2:12:16lá. Eh,
2:12:18eh, aquele m anaconda lá tá procribe o
2:12:21ASC, eles fazem aquilo lá dentro do
2:12:23intestino da pessoa.
2:12:25[limpando a garganta]
2:12:25Então, aqui para falar para vocês, ó, o
2:12:27exame de feeses, ele passou por uma
2:12:30norma de atualização agora em 2025. Eu
2:12:34não vou trazer essas informações agora
2:12:36porque eu fiquei sabendo só agora que
2:12:38teve essa atualização. Vou ser bem
2:12:40sincera, eu ainda vou ter que dar uma
2:12:42olhada na norma para poder pesquisar ela
2:12:44na internet, por sempre que os exames
2:12:47são atualizados, eles são liberados pela
2:12:50ABNT. Só que essas normas elas são
2:12:53pagas, elas não estão distribuídas de
2:12:55forma livre na internet, não. Então nós
2:12:58vamos ter que dar uma investigada aí
2:12:59para poder achar o arquivo, pra gente
2:13:02poder observar que que foi que alterou
2:13:03no exame, tá? Mas o que que eu trago
2:13:06para vocês aqui? Para todo exame a gente
2:13:08tem a BNT com essas NBLs. Então vocês
2:13:12precisam estar cientes disso e sempre tá
2:13:16atualizando para ver se não tá saindo
2:13:18alguma BNT com a NBR para ver se algum
2:13:21exame foi atualizado. Além disso, existe
2:13:24a sociedade brasileira de análises
2:13:26clínicas, de parasitologia
2:13:29que vocês devem seguir porque eles
2:13:31costumam ir falando das inovações, das
2:13:33atualizações nesses locais.
2:13:35Isso é importante pra gente não ficar
2:13:37defasado, a gente conseguir acompanhar
2:13:38as tendências aí dentro dos exames ou
2:13:41qualquer outra área que a gente for
2:13:42atuar, tá? Então aqui eu trago para
2:13:45vocês a metodologia que a gente é
2:13:47obrigado a fazer quando a gente tá
2:13:49dentro do laboratório. Qual que é o nome
2:13:52dela? Tem gente que fala Rman. Eu gosto
2:13:55de falar HPJ porque aí eu não desmereço
2:13:58nenhum dos pesquisadores aqui que
2:14:00desenvolveram ela. Rfma Pons Gêner, tá?
2:14:03O HPJ, para fazer o HPJ, a gente vai
2:14:06precisar daquele copo específico, que é
2:14:09um copo cônico. Como é que a gente chama
2:14:11esse copo mesmo, hein? Quem consegue
2:14:13lembrar o nome desse bichinho aqui que
2:14:16eu falo que é o local que a gente produz
2:14:18o
2:14:20suco de tamarindo,
2:14:23[risadas]
2:14:24falando de uma forma bem simples, né?
2:14:26Ele pode vir aqui, ó, com as graduações
2:14:29para indicar o volume, igual a imagem
2:14:31anterior, mas esse aqui eu já peguei de
2:14:32propósito ele assim mesmo. Essa parte
2:14:34aqui agora também muito importante
2:14:38porque a gente vai conseguir diferenciar
2:14:40os tipos de exames que a gente tem, tá?
2:14:42Cálice de sedimentação. Arrasou, Marcos.
2:14:44Muito bem. Então, vamos lá. No HPJ, para
2:14:48quem lembra aí como é que faz, eu tenho
2:14:50que tirar a amostra bem aqui de baixo
2:14:53quando eu preparo, certo? Isso, o jeito
2:14:56convencional mais antigo aí que a gente
2:14:58tem, né? Pensa, essa metodologia foi
2:14:59escrita lá em 1932,
2:15:02antiga demais. Então, por causa disso,
2:15:05eu falo que essa metodologia, ela tem um
2:15:06princípio de sedimentação espontânea,
2:15:09porque eu não uso nada para agilizar o
2:15:11processo. Eu deixo ele acontecer,
2:15:14acontecer de forma natural, espontânea.
2:15:20É o teste que eu sou obrigada a fazer,
2:15:22uma metodologia geral, porque eu vou
2:15:24conseguir ver a maioria das formas
2:15:27parasitárias. Todas elas não, porque ele
2:15:30não é 100% aí específico para todo
2:15:32mundo, não. Ele pega alguns outros mais
2:15:34ou menos, mas eu consigo ver ovos e
2:15:38larvas de omintos e cistos de
2:15:40protozoários depois de 2 a 24 horas de
2:15:44decantação da moça. Então sempre eu vou
2:15:47olhar o quê? O fundinho, certo? OK. Aí
2:15:52eu vou colocar esses outros nomes aqui
2:15:54para vocês, ó.
2:15:57Deixa eu comer um chocolate aqui para me
2:15:58dar uma energia, porque eu tô sem comer.
2:16:10Olha o tanto de nome que eu coloquei
2:16:12aqui para vocês. Já printa essa tela,
2:16:15tá? Você tem vários exames que você pode
2:16:18fazer dentro da parasitologia,
2:16:21mas esses aqui eu não posso chegar igual
2:16:24um cardápio lá dentro do laboratório e
2:16:26falar assim: "Ah, hoje eu vou fazer fita
2:16:28gomada, não vou fazer direto de fees,
2:16:30não vou fazer Birma Morais, não vou
2:16:32fazer catucares, não vou fazer read."
2:16:35Essas aqui são metodologias mais
2:16:37específicas, né? Eh, aqui falta um
2:16:40tezinho, ó, gente, foi mal, é método de
2:16:43luts, tá? Esse aqui é um sinônimo para o
2:16:48HPJ. Então ele é meio que o HPJ, mas ali
2:16:51às vezes o pessoal faz alguma
2:16:53variaçãozinha para poder usar ele, tá?
2:16:57Igual HPJ, mas todos os outros vão ter
2:17:00uma metodologia diferenciada. Então por
2:17:02isso que a gente inventa esse de nome
2:17:04para eles todos. E cada um vai ter uma
2:17:06indicação específica. Então eu falo que
2:17:09esses exames são específicos. Vamos
2:17:11falar os nomes deles aqui. Fita gomada,
2:17:14fita adesiva, tamização, método de gra,
2:17:17tudo a mesma coisa, tá? Depende da
2:17:19pessoa ali, da região que ela tá, que
2:17:21que é mais comum falar. Exame de red
2:17:23feses, método de Birma Morais ou Rugai,
2:17:26catucates, método de reich ou mific ou
2:17:30black, é tudo a mesma coisa. Vocês já
2:17:33assistiram
2:17:35eh
2:17:37Lady Bug, as aventuras lá, não sei do
2:17:39que que eu esqueci agora o nome. Aí ela
2:17:42tem o Black Transformar lá no gatinho
2:17:44transforma no Black Transformar, tá
2:17:45vendo? Vocês não esquecer, ó. Tá? Método
2:17:48de Fust, método de Willis Molai,
2:17:51coprotest e os modificadran.
2:17:55Cada um desses aqui vai ter uma
2:17:56aplicação. Vocês t que entender para
2:17:58poder ver quando vocês vão indicar. A
2:18:01verdade é que muitos profissionais não
2:18:04sabem nada a respeito desses outros
2:18:06métodos porque tá acostumada a falar
2:18:08assim, um exame de fés não presta, faz o
2:18:11HPJ, o HPJ não dá positivo, mas é porque
2:18:15eh, pois é, fitomada é tenso, meu Deus
2:18:19do céu. Pera aí que eu vou te mostrar a
2:18:20imagem aqui. E aí, que que acontece?
2:18:24Você tem que saber a utilização deles.
2:18:26Por quê? para você saber quando você
2:18:27pode indicar, porque às vezes o
2:18:29profissional não sabe, aí você vai falar
2:18:31assim: "Olha, tem esse exame aqui que é
2:18:33legal de você fazer, de gente poder
2:18:36melhorar o resultado, né? Às vezes tá
2:18:38com dificuldade de enxergar o resultado
2:18:39no HPJ, tem outros exames que vão
2:18:41ajudar, entendeu? E aí não é só o HPJ, a
2:18:45gente tem outras coisas para poder fazer
2:18:46dentro do laboratório de parasitologia.
2:18:49Só que a galera assim, né, já não é
2:18:51muito fã da do tipo de amostra, aí quer
2:18:54trabalhar de qualquer jeito, por isso
2:18:55que os exames não não vira, né? Então,
2:18:58ó, você tem um jeito o quê? De fazer
2:19:00sedimentação espontânea, que a gente já
2:19:02sabe que é o HPJ, o loots, mas se eu
2:19:05quiser acelerar o processo, eu posso. A
2:19:07hora que eu terminar esse slide aqui,
2:19:09vocês podem dar um print, que esse slide
2:19:10aqui ele é topíssimo para vocês
2:19:12estudarem guardar material, tá? Eu posso
2:19:15acelerar o processo fazendo uma
2:19:16centrífugo sedimentação.
2:19:19Em vez de esperar as 2 horas, eu vou
2:19:20fazer ali o teste muito mais rápido para
2:19:22eu poder olhar logo a lâmina e fazer as
2:19:24contagens.
2:19:26Ah, mas aí a gente falou que lá no grupo
2:19:28do ITA tem os os ovos leves, não é
2:19:31melhor eles flutuar do que eles descer?
2:19:34Porque, por exemplo, o ovo de áscares e
2:19:36o ovo de chistosoma são pesados, a
2:19:39tendência deles é descer.
2:19:42Mas osv leves, se você faz ali o a
2:19:45lâmina para olhar no microscópio muito
2:19:46rápido, pode ser que não deu tempo deles
2:19:49chegarem lá no fundo da lâmina, igual os
2:19:52cistos de protozoários são muito
2:19:53levezinhos.
2:19:54Então você olha, olha, olha, olha, não
2:19:56acha nada. E aí, né, vem, por exemplo, o
2:19:58médico fala assim, ó, você sabe fazer
2:20:00esse exame? Não, porque meu paciente
2:20:01aqui, ó, tá com tá com os sintomas, tá
2:20:05tudo muito parecido com com a
2:20:07parasitose, mas seu resultado dá
2:20:09negativo. Então, entendeu? Acaba que a
2:20:11gente, em vez de fazer o parasito descer
2:20:14aqui para baixo, a gente faz o
2:20:15contrário, tenta fazer ele levitar. Como
2:20:18que eu vou conseguir fazer isso? Usando
2:20:20aqui, ó, reagentes que vão fazer a
2:20:22diferença de densidade e colocar esses
2:20:24parasitos para cima. Então, existe um
2:20:26jeito de fazer isso de forma bem
2:20:28espontânea, que é usando concentração de
2:20:31sacar, que é o açúcar, ou de cloreto de
2:20:34sódio, que é o sal, ou usando aí eh
2:20:39reagentes mais elaborados, por exemplo,
2:20:42o sulfato de zinco para fazer de forma
2:20:45aqui com centrifugação e o negócio andar
2:20:46mais rápido, entendeu? Só que o ilismol,
2:20:49gente, é 5 minutos para poder fazer ele.
2:20:51É muito rapidinho, sabe? Mais rápido do
2:20:53que o HPJ. Então, olha só, na
2:20:56sedimentação espontânea, que que a gente
2:20:58tem de exemplo? H, HPJ, o método de
2:21:00Luts. Na centrífugo sedimentação já mudo
2:21:03o nome porque eu vou alterar a
2:21:05metodologia. Então, vou chamar de método
2:21:08de read, o mific, o black, transformar,
2:21:11né, lá da Ladybug ou protest, é tudo
2:21:15considerado eh centrífugo, sedimentação,
2:21:19tá?
2:21:20Ai, mas o copo proteste é aquele que a
2:21:22gente viu que eu só vou lá pego o cocô
2:21:24de um de um jeito transformado ali, mais
2:21:26ou menos. É, mas acaba que a gente
2:21:28coloca ele aqui, tá?
2:21:30A flutuação é o método de Willismol, né?
2:21:33A gente faz subir de forma sem usar
2:21:36centrifugação. Se eu usar a
2:21:38centrifugação, já chamo isso de método
2:21:40de fust, que é o sulfato de z. Que que
2:21:43vocês vão fazer agora? Dá um print,
2:21:45porque esse slide aqui, ó, ele tá
2:21:47maravilhoso para vocês nunca mais se
2:21:50esquecerem como é que funciona a rotina
2:21:52aqui do laboratório de parasitologia.
2:21:56E pra gente lembrar quando eu recomendo
2:21:58um, quando eu recomendo o outro, tá? Vou
2:22:00passar, hein? 3 2 1, passei.
2:22:03Eh, aqui mostrando para vocês a
2:22:05sedimentação, eu vou olhar o que tá no
2:22:07fundo. Tem o passo a passo, ó. Peguei o
2:22:11cocô, coloquei um pouco de água
2:22:13destilada. Isso aqui no exame
2:22:14tradicional, né? Aí fui lá, cuei com a
2:22:18gas peneira dobrada em quatro, esperei
2:22:20decantar. Tá vendo aqui a setinha
2:22:22indicando? Depois eu vim lá, peguei um
2:22:25pouco nas gotinha, fiz a lâmina lamino
2:22:28no esfregaça fresco, olhei no
2:22:30microscópio pelo menos 100 micro eh sem
2:22:33campos, né? E isso geralmente por dois
2:22:36observadores diferentes, que é o
2:22:38recomendável. A gente faz isso na
2:22:40prática, não faz. Tá vendo? Já vai
2:22:42influenciar meu resultado.
2:22:44Eh, se a lâmina secar, eu não posso
2:22:47olhar, tá? Agora a flutuação, olha para
2:22:49você ver a diferença, ó. Eu usei uma
2:22:51solução concentrada, né, de clorito de
2:22:54sódio. Ela veio pro fundo, enquanto o
2:22:57meu cocô aqui, ó, junto com as as formas
2:23:01evolutivas que estiverem presente nele,
2:23:03vamos fazer o quê? subir. Então eu pego
2:23:06a lamínula, coloco ali na boca do tubo,
2:23:08depois que passou 5 minutinhos mais ou
2:23:10menos, eu coloco entre lâmina e lamina e
2:23:12já vou olhar também todos os dois aqui.
2:23:14Se eu quiser colocar o Lugol para
2:23:15melhorar a visualização, eu posso. Só
2:23:18não esquecer que ele mata quem tiver
2:23:21mexendo, tá bom? Outra forma específica
2:23:26de fazer exame de feeses é a trouxinha
2:23:28de cocô, que eu costumo chamar, mas o
2:23:30nome dele é Birma Morais. O nome é
2:23:33legal, ó. A gente nem esquece. Birma
2:23:35Morais, tá? Até acho que o e aqui é com
2:23:37e ó, não é com e não. Birma Morais. O
2:23:40Birma Morais tem o princípio do
2:23:42hidrotermotropismo.
2:23:44Então você vai fazer aqui, ó, a
2:23:45trouxinha de cocô.
2:23:48E aí você colocou uma água para
2:23:49esquentar, certo? E aí você vai colocar
2:23:53aqui, ó, até o limite ali com eh
2:23:56encostando ali no no limite inferior ali
2:23:58da trouxinha. Se tiver larvas, elas vão
2:24:02sair do cocô, porque elas gostam de
2:24:03calor. E aí elas vão vir aqui, ó, pra
2:24:06parte mais quente
2:24:08da onde eu tiver a aguinha, se juntar
2:24:10bem aqui. Depois eu venho, pego aqui, ó,
2:24:14esse pouquinho de água, levo entre
2:24:16lâmina e lamina e enxergo ali as
2:24:18larvinhas mexendo. Normalmente eu faço
2:24:20isso quando eu tô investigando presença
2:24:22de estrangiloides cercorais. Lembrem-se,
2:24:26a amostra tem que estar em temperatura
2:24:28ambiente e sem conservante. Se eu
2:24:31colocar form, eu não consigo fazer. Se
2:24:34eu usar o coproteste, eu não consigo
2:24:37fazer. Tem que ser aquele frasco
2:24:40sem nada, tá? O frasco foletor
2:24:42universal.
2:24:44Ah, chegou uma amostra lá com muita
2:24:45diarreia, que aí a suspeita é de
2:24:48infecção aguda. Consigo olhar na hora?
2:24:52Consigo. Tem o exame direto das fees.
2:24:54Você vai lá no potinho, faz tipo o
2:24:57espetinho. Esse aqui eu falo que é o
2:24:58espetinho. Você pega o espetinho, tá?
2:25:01Ai, esse essa imagem aqui ficou errada,
2:25:03viu? Isso aqui é catucates, gente. Foi
2:25:05mal. Considera só essa primeira parte
2:25:07aqui, ó. E essa parte de cá. Isso aqui
2:25:10vocês podem considerar. Eh, que que
2:25:13acontece? espeto lá o cocô, col passo
2:25:16esses espetadin aqui na lâmina, coloco
2:25:18solução fisiológica porque o lugol mata,
2:25:22ponho a lâmina em cima e vou pro
2:25:23microscópio e olhar. Se tiver alguma
2:25:25forma que vai mexer, eu vou conseguir
2:25:27enxergar ela na hora. Gear, eu posso
2:25:30fazer isso. Intebra, eu posso fazer
2:25:32isso. Tá bom? Se eu tiver suspeitando de
2:25:35fase aguda, tá vendo a indicação? Fase
2:25:39aguda. A pessoa tá tendo sintoma, tá
2:25:41bravo, o sintoma ali na hora ali, ó. Ou
2:25:45se eu tiver investigando os coxídios
2:25:48intestinais, tipo quem, professora?
2:25:51Purídium, cicisósporobele,
2:25:54sarcisomes.
2:25:56Eh,
2:25:58qual mais tá faltando aqui que eu
2:26:00esqueci de falar, hein? Cisóspora,
2:26:03criptosporíum, sarcoscistes.
2:26:05Todos eles são exemplos que a gente pode
2:26:07investigar.
2:26:08Na coloração, que que que eu faço? Eu
2:26:10faço uma concentração das fees, lógico.
2:26:14Mas aqui, ó, eu uso um contracorante que
2:26:16vai deixar o fundo aqui, nesse caso,
2:26:17verde, o verde malaquita. E aí eu uso
2:26:20aqui a safranina para corar o parasito.
2:26:23Essas bolinhas que vocês estão
2:26:24enxergando aqui, ó, são os cistos de
2:26:27coxídios intestinais. a facilita a gente
2:26:29enxergar, porque é assim, protozoário
2:26:32tem ciso, mas os coxídios têm um negócio
2:26:36menor do que o cisco, que a gente chama
2:26:38de oocisto.
2:26:40Então, gente, na objetiva de 40,
2:26:44lá no exame a fresco, n, a pessoa tem
2:26:47que ser muito profissional para poder
2:26:50enxergar esses ossistos de coxídios
2:26:52intestinais.
2:26:54Senão, ih, difícil, ser bem sincera,
2:26:57porque é muito pequenininho. Aí aqui na
2:27:01imagem parece que é grande, mas não é
2:27:02não. Na de 40 você vai enxergar umas
2:27:05pintinhas rosinha, só para vocês terem
2:27:07ideia. É do tamanhozinho de um massa, é
2:27:09muito pequenininho, tá?
2:27:12Beleza? E aqui a gente tem, né, o método
2:27:15aqui, ó, que o Marcos tava falando, a
2:27:16fita gomada, que eu posso chamar ele
2:27:18também de método de grau ou fita
2:27:20adesiva. Então, nós vamos usar ele para
2:27:23pesquisar quem? Enteróbios vermiculares,
2:27:26tênisaginata, tênia sólio.
2:27:29A coleta da amostra é parecida com
2:27:31suabenal. Aqui, ó, nós estamos, por
2:27:34exemplo, vendo um ovinho de enteróbios
2:27:37vermiculares. Eu já vi eles eclodindo, é
2:27:39uma gracinha.
2:27:40Isso aqui é para mostrar a coleta para
2:27:42vocês, ó. A gente usa uma lâmina, tem
2:27:45como você comprar isso já pronto, tem
2:27:47como você desenvolver isso dentro do
2:27:48laboratório. Então, na hora aqui, ó, que
2:27:51você for abrir o negócio, você vai
2:27:53deixar a fita exposta com aquela parte
2:27:56que prega, né? Cheque, cheque, cheque.
2:27:58Aí a gente vai, afasta aqui, né, as
2:28:01nádegas para poder fazer a coleta, meio
2:28:03que carimbando assim, ó, a região
2:28:06perianal. Então depois eu pego aquela
2:28:09aquela fita e fixo ela aqui, ó, na
2:28:12lâmina de vidro para eu ter alguma coisa
2:28:15firme, né, de apoio e poder levar lá no
2:28:18microscópio para poder enxergar. Então o
2:28:20ovo denteróbios, ele tem esse formato de
2:28:22D, tá vendo? Ele é convexo e côncavo
2:28:25aqui, ó. É muito característico. Uma
2:28:28depilação de vermes, tipo isso mesmo.
2:28:31Misericórdia.
2:28:32Mas assim, não tem erro não, tá? É claro
2:28:35que adulto vai ter dificuldade de
2:28:37aceitar o tipo de exame, porque não é
2:28:38muito confortável a situação, né? Mas,
2:28:41por exemplo, paraa criança acaba sendo
2:28:44melhor para enxergar o parasito do que
2:28:48eh
2:28:51do que, por exemplo, HPJ, né? Porque a a
2:28:55feminha ela migra aqui, ó, pro
2:28:57orificioal no período noturno e ela
2:28:59deposita os ovos tudo todos aqui. E
2:29:02assim, não é um ou dois ovos, é um monte
2:29:05de ovos. Então, a pessoa tem que ir pro
2:29:07laboratório fazer a coleta sem ter feito
2:29:09a higienização, né? É para tá cheinho de
2:29:12ovos aqui. Então é sem erro. Se a
2:29:14suspeita for Interóbis, o exame vai
2:29:16confirmar mesmo, porque é muito ouvindo.
2:29:20Mas aquela história, a galera não gosta
2:29:22muito da metodologia não. E assim, eu
2:29:24não julgo, né? Dá para eu entender. Aí
2:29:28até agora todos esses exames que a gente
2:29:30falou, eles têm um caráter que a gente
2:29:32fala que é qualitativo, que é outra
2:29:33coisa que vocês precisam fazer. Ah, e aí
2:29:36eu libero presença e ausência. Não, o
2:29:38negócio é falar assim, ó. Foi observar,
2:29:40foram observadas formas evolutivas. Aí
2:29:42você explica como é que é a forma
2:29:44evolutiva e no final você coloca assim,
2:29:46ó, compatíveis com ascares lumbrices, eh
2:29:51gear de alâmbia, eh chistosoma, mansone,
2:29:56todos esses que são do intestino, é
2:29:58claro, né?
2:30:00Mas antigamente a galera fazia muito,
2:30:02muito, muito, muito, muito, muito o
2:30:04quantitativo para verificar se o
2:30:07tratamento que tava sendo realizado ele
2:30:10tava tendo efeito. Então, no
2:30:12quantitativo a gente libera a quantidade
2:30:14de ovos por grama de fees. Se uma pessoa
2:30:18tá fazendo uso de medicação e esse essa
2:30:21medicação tá sendo eficiente, a cada
2:30:24exame que ela fizer, o resultado vai ter
2:30:26que diminuir. Vocês concordam comigo?
2:30:29Não é? Agora, se o med a medicação não
2:30:33tá sendo eficiente,
2:30:35o a quantidade de ovos possivelmente vai
2:30:39aumentar ou se manter. Então o médico
2:30:41usava isso para poder verificar se o se
2:30:46o tratamento tava sendo eficiente ou
2:30:47não, tá? Então você tem o catucates como
2:30:51sendo referência para fazer geomintos,
2:30:54principalmente o chistosoma mansô, que é
2:30:57esse cistossomose.
2:30:59Mas a gente também tem também o método
2:31:02de stolhuser que é usado para os
2:31:04ancilostomídeos.
2:31:06Não sei se vocês já estudaram os
2:31:07ancilosomídeos, mas os ancilosomídeos
2:31:09são aqueles vermes que eles
2:31:13causam anemia ferropriva, porque eles
2:31:16vão lá pro intestino delgado chupar o
2:31:19sangue para poder pegar o ferro, que
2:31:22eles usam o ferro no metabolismo deles.
2:31:25E aí, né, essa de usar o ferro acaba te
2:31:27causando anemia microcídica hipocrômica,
2:31:31uma vez que o ferro é um dos
2:31:33ingredientes lá, dos componentes muito
2:31:36importantes que você tem para poder
2:31:39gerar as hemácias, né? Então, anemia
2:31:44ferropriva, que é muito comum. Então,
2:31:46nosilostomídeos,
2:31:47a gente também, né, pode fazer o método
2:31:49de st houseer para verificar se o
2:31:51tratamento tá sendo eficiente.
2:31:54E o coproteste, ele pode ser usado
2:31:56também de forma quantitativa se a gente
2:31:59adaptar a metodologia, tá? Porque ele é
2:32:02tão simples de fazer, mas a gente
2:32:04precisa concentrar. Então, olha só,
2:32:07outro slide para vocês poderem tirar o
2:32:09print.
2:32:10Esse slide aqui ele tá ótimo porque ele
2:32:13pega o nome do parasito,
2:32:16ele pega o método com seu princípio, ou
2:32:19seja, se é uma sedimentação espontânea,
2:32:21se é um birma moral, se é uma fita
2:32:23gomada, se é uma tamização. E ele ainda
2:32:26associa com a forma evolutiva que você
2:32:28pode encontrar. Tá vendo? Meu Deus, que
2:32:33tabela mais maravilhosa.
2:32:35Então, você consegue ir associando uma
2:32:37coisa com a outra. Já faz um print aí,
2:32:39não perde a oportunidade não, que eu não
2:32:41vou ficar destrinchando ele não, porque
2:32:42a gente conversou muito a respeito desse
2:32:44assunto nos slides anteriores, tá bom?
2:32:48Ah, legal, massa. Eh, ansilosomídia é
2:32:51bem bacana de estudar. Eu gosto muito de
2:32:52estudar os anscilosomídeos.
2:32:54Então, gente, ó, o que que a gente
2:32:56observa? o os exames, uma vez que eu sei
2:32:58quais exames que eu tenho, quando que eu
2:33:01vou usar cada um, para que forma
2:33:02evolutiva eu vou empregar cada uma
2:33:04delas, eu volto lá pro laboratório. Fase
2:33:08pré-analítica, analítica e
2:33:10pós-analítica. Todo exame precisa disso.
2:33:13Você tem que ter uma boa orientação do
2:33:15exame. Por exemplo, o exame de xixi
2:33:17agora você não pode só falar pra pessoa
2:33:19como é que ela coleta, você tem que
2:33:20entregar na mão dela porque teve uma
2:33:22norma de atualização.
2:33:24Como é que ela vai fazer a coleta do
2:33:26xixi? ali para ela se higienizar n da
2:33:29urina. Então assim, começa lá com o
2:33:32paciente, quando ele vai trazer a
2:33:34amostra pra gente, quanto mais a gente
2:33:35orientar, melhor, mais qualidade essa
2:33:37amostra vai ter quando ela chegar pra
2:33:39gente no laboratório, né? Então aqui, só
2:33:42pra gente reforçar, a coleta da amostra,
2:33:44não precisa de jejum, não é indicado
2:33:47quando a mulher tá menstruada, não usar
2:33:50laxante, manter a rotina, dieta do jeito
2:33:53que for, ah, a pessoa tem constipação
2:33:56intestinal, aí vai ser mais difícil, com
2:33:58certeza. Mas se ela usa lachante, ela
2:34:01altera o equilíbrio dela todinho,
2:34:02inclusive pode ela ela ficar doente por
2:34:04causa disso, entendeu?
2:34:06Eh, a identificação sempre, né, que o
2:34:09paciente for trazer, falar para ele
2:34:11escrever aqui, ó, não colocar em tampa.
2:34:14O uso do conservante tem que ver se a
2:34:16situação do exame do paciente permite ou
2:34:19não. Se ele for fazer um Birma Morais,
2:34:20eu não posso usar, não é? Se eu for
2:34:23fazer um exame direto, eu não posso
2:34:25usar, porque eu quero ver a forma
2:34:27mexendo. E o conservante vai paralisar
2:34:30as formas evolutivas dos parasitos.
2:34:33Eh, o líquido que vem no potinho não é
2:34:35para beber. sempre a gente precisa falar
2:34:37isso. E lá dentro do laboratório, esse
2:34:40exame pode passar, dependendo de onde a
2:34:42gente coletou, por três análises. Então
2:34:46você pode ter que fazer um exame
2:34:47macroscópico, você pode ter que fazer um
2:34:48exame químico, você pode fazer um exame
2:34:50microscópico.
2:34:52A forma que você vai receber, né, ou
2:34:54seja, em qual tipo de potinho vai
2:34:56determinar isso aqui. Os laboratórios
2:34:59antes não conseguiam ter muito acesso ao
2:35:01coproteste, né? Esse aqui, por exemplo,
2:35:03é o Copro Plus, porque ele tem uma
2:35:05marca. Então agora quem colhe em Copro
2:35:09Plus não faz exame macroscópico.
2:35:12Primeiro porque eu uso conservante,
2:35:14então eu não consigo ter as
2:35:15características normais ali das feeses
2:35:18da pessoa. O exame químico normalmente
2:35:21diz respeito ao
2:35:24sangue oculto das feeses ou alguma outra
2:35:26dosagem que o médico tiver solicitado.
2:35:29Então isso o médico vai ter que colocar
2:35:31como exame adicional. No EPF mesmo a
2:35:33gente não faz por si só, tá? E o exame
2:35:36microscópico é aquele que você vai lá
2:35:38pra lâmina, lamina tem que ficar lá
2:35:40procurando, né? Igual aquele joguinho
2:35:42que tem as fotinhas, você tem que ficar
2:35:44achando lá as figurinhas no meio da
2:35:46imagem. Então é tipo isso também, o
2:35:48exame microscópico. E lá no
2:35:50pós-analítico lembrar sempre de colocar
2:35:53todo tipo de informação que for
2:35:55interferir, tá? Eh, ah, as fees estavam
2:35:59com diarreia, paciente tá apresentando
2:36:01sintomas.
2:36:02Na hora de receber a amostra, não é só
2:36:05falar: "Ah, vou pegar seu cocô". Não,
2:36:06tem que perguntar. Tá apresentando algum
2:36:09sintoma, tá fazendo uso de alguma
2:36:10medicação?
2:36:12Eh, pra mulher, tá grávida, tá
2:36:14menstruada,
2:36:15certo? Deixou xixi na amostra, porque
2:36:18senão você começa a ver também cristal
2:36:20de urina lá, que não é legal.
2:36:23Aí aqui nessa imagem, ó, é só para vocês
2:36:25entenderem como é que é que ele foi
2:36:27projetado, por que que ele tá sendo tão
2:36:29bem aceito. Ele meio que simula o HPJ,
2:36:34então você pula um monte de etapa.
2:36:36Quando a amostra chega dessa forma aqui
2:36:38para você no laboratório, é só você
2:36:40virar o o bonito e colocar, fazer a
2:36:43lâmina de a lamina, a lâmina com lamina,
2:36:46o esfregado com lâmina e lamina e olhar
2:36:48no microscópio. Então ele adianta nosso
2:36:50serviço porque você não precisa esperar
2:36:52as 2 horas para poder avaliar. Então
2:36:55como é que ele é, ó, ele vai vir aqui
2:36:56com coletor, certo? Aí esse aqui, gente,
2:37:00é o espaço para eu coletar o cocô. Não
2:37:02entendi isso de eu pegar duas bacias de
2:37:04cocô e colocar? Não, misericórdia. Deus
2:37:06do céu, né? É uma amostrinha, são 5 g
2:37:10precisa pro exame. Aí ele vem aqui com
2:37:13líquido preservativo que vai conter lá o
2:37:15nosso conservante que é o formolmol
2:37:19deído. Alguma, alguma das variações aí,
2:37:23né? forma 10%, por exemplo. Aí ele vai
2:37:27ter esse filtro cônico aqui que vai ter
2:37:29também uma membraninha que é como se
2:37:31fosse a peneirinha com a gas dobrada que
2:37:33a gente usa no laboratório. E aí ele tem
2:37:36essa tampa funilada porque na hora que
2:37:38você virar não vinha o líquido todo de
2:37:40uma vez, ele ir deixando cair aqui, ó,
2:37:43as gotinhas na hora que você virar ele,
2:37:45entendeu? Então é muito bacana. Agora
2:37:48olha aqui para mim essa imagem, ó. Eu
2:37:50coloquei de forma toda desorganizada.
2:37:53É o passo a passo desde a coleta até o
2:37:57processamento no laboratório. Isso aqui
2:37:58tá na ordem correta, não tá, né?
2:38:03Ai ai. Vou apertar aqui então pra gente
2:38:05poder organizar, ó. Análise microscópica
2:38:08é por último, né? Então ali, ó, a
2:38:11cestinha é aonde eu vou simplesmente
2:38:14colocar
2:38:15eh o cocô. Tá vendo que é pouca amostra?
2:38:18Só que você tem que fazer o quê? Esse
2:38:20dispositivo aqui, gente, para quem tá
2:38:22estudando da área da saúde, né,
2:38:24principalmente biomédico, farmacêutico,
2:38:26biólogo ali, que vai mais para
2:38:27laboratório, às vezes ele acaba sendo
2:38:30intuitivo, porque a gente tem isso, a
2:38:31gente é bem minucioso nessa parte, mas
2:38:34dependendo da profissão que você
2:38:35colocar, o profissional pode ficar com
2:38:38dúvida, porque não é acostumado a
2:38:40trabalhar com isso aqui, entendeu?
2:38:42Então, nosso papel é sim falar pra
2:38:46pessoa como é que acontece. É o que eu
2:38:48falo, o óbvio precisa ser dito e
2:38:51repetido, tá bom? Então, ó, você abre o
2:38:54potinho, tem ali a o a cestinha, então
2:38:58você vai coletar o cocô. Coletou o cocô,
2:39:00colocou lá, fechou, você tem que dar uma
2:39:02homogeneizada, lógico, porque o cocô não
2:39:04pode ficar sem homogeneizar ali no
2:39:06liquidozinho branco, não, senão ele ele
2:39:07vai putrefar e aí o exame vai dar
2:39:10errado.
2:39:11Quando chegar lá pra gente, nós vamos
2:39:13fazer o quê? Dar uma homogeneizada.
2:39:16Aí a gente vai virar esse esse potinho,
2:39:19deixar ele por determinado tempo lá em
2:39:22repouso. Depois que passar 15
2:39:24minutinhos, mais ou menos, 15, 20
2:39:26minutos, aí eu abro lá a tampinha dele,
2:39:29deixo cair uma gotinha, duas gotinhas,
2:39:32coloco a lamina por por cima e vou pro
2:39:34microscópio para poder olhar. Tá vendo
2:39:36tanto que ele facilita a nossa vida? Não
2:39:38tem que mexer com cálico de
2:39:39sedimentação, tem que mexer com gás
2:39:41dobrado em quatro, com peneira, lavar
2:39:43material, facilita bastante. Mas eu
2:39:46tenho que saber de todos os jeitos de
2:39:48fazer, porque se o meu laboratório não
2:39:50emprega esse tipo de dispositivo, aí eu
2:39:52tenho que voltar lá pro convencional
2:39:54para poder trabalhar. Inclusive, a minha
2:39:56água tem que ser água de qualidade, não
2:39:58posso pegar água da torneira, eu tenho
2:39:59que pegar a água destilada,
2:40:02pelo menos, tá?
2:40:04Ah, aí aqui se eu for fazer o exame
2:40:06macroscópico de feeses, né, eu vou ter
2:40:09colhido a amostra lá no frasquinho
2:40:13universal. Esse frasquinho universal
2:40:16pode eh aqui nesse caso não pode ter o
2:40:19conservante, senão não faço o exame
2:40:20macroscópico das feeses. E lembrar que o
2:40:23indicado é sempre coletar três amostras
2:40:25consecutivos em dias alternados. Então,
2:40:27fiz um calendariozinho aqui, ó, para
2:40:29ajudar para vocês, ó. Hoje eu coletei,
2:40:32amanhã eu não coleto. Hoje eu coletei,
2:40:35depois de amanhã não vou coletar. Depois
2:40:37no outro dia eu coletei, então no dia
2:40:38seguinte eu também não coleto. Então
2:40:40uma, duas, três amostras coletadas
2:40:43consecutivas.
2:40:45Uma vez chegou a pessoa para mim, falou
2:40:46assim: "Ah, aqui minhas três amostras",
2:40:47né? Tinha demorado um tempo para fazer
2:40:49essas coas. E aí ela coletou uma amostra
2:40:52numa semana, aí a outra amostra foi no
2:40:54dia depois, mas aí a outra foi lá na
2:40:56outra semana. Não, aí não dá certo
2:40:59porque o período aqui de eliminação dos
2:41:02ovos e ciso, principalmente cisso de
2:41:04protozoário, é intermitente. Tem dia que
2:41:07o protozoário coloca muito cisto, tem
2:41:09dia que ele não coloca. Então se a gente
2:41:10não seguir esse esse processinho, vai
2:41:14dar errado, não vai dar certo. Ah, aqui
2:41:16era para eu ter perguntado para vocês,
2:41:18mas eu esqueci. Que que é que eu preciso
2:41:20avaliar no exame macroscópico das fees?
2:41:23A gente tá terminando, tá? Então, ó, são
2:41:26quatro. quatro coisas que eu preciso
2:41:28coletar e eu não posso errar isso de
2:41:30jeito nenhum. A cor, certo? Por causa lá
2:41:35da quebra da bil verdina com a bil
2:41:37rubina. Então a gente tem o cocô sendo
2:41:39marronzinho por causa disso, certo?
2:41:42qualquer variação aí ficou muito
2:41:45amarelado, começou a ficar escuro, deu
2:41:47cor, tem ou tem corante, tá com presença
2:41:50de gordura ou tá com presença de sangue
2:41:54demais, vai alterar a cor, com certeza,
2:41:56tá? Eh, corante, né? comida com muito
2:42:00corante, tipo pita. Consistência ou
2:42:03aspecto que a gente vai seguir a escala
2:42:05de bristol, fragmentos de vermes ou
2:42:08proglóes. Quando você tiver orientando a
2:42:10pessoa igual ela vai coletar no no
2:42:11corprotege, é muito pouquinho, né? O
2:42:13cocô você fala assim: "Olha, antes de
2:42:16coletar você observa lá o cocô". Se você
2:42:20vê uma parte do cocô que tá muito
2:42:22alterada, né? Parece que tem presença de
2:42:27de alguma coisa diferente, uns pontinho
2:42:29branco ou parecendo um macarrão, po
2:42:32dessa parte, tá? E aqui, ó, só para
2:42:34reforçar para vocês, por que a gente faz
2:42:37a fita gomada também para as tênis. No
2:42:39caso das tenas, a solitária, né, ela ela
2:42:42é em fita e ela forma uns
2:42:43retangulzinhos, uns quadradinhos, a
2:42:45gente chama de proglote. Essas proglote
2:42:47elas vão desprendendo o rabinho da tênia
2:42:50e aí elas são eliminadas nas fees ou
2:42:52saem de forma ativa, igual a fina do
2:42:55interfero. Então também pode causar
2:42:58prurído anal e aí a gente pode fazer a
2:43:01fita gomada para enxergar os ovinhos da
2:43:04Tia só Tessa ginástica, tá?
2:43:08E por último, a gente avalia aqui que é
2:43:09também muco e sangue. Presença de
2:43:13alimentos,
2:43:14você fala assim: "Ai, meu Deus, tem
2:43:16presença de milho, tomate, alface". Tem
2:43:21que ser os alimentos que a gente deveria
2:43:23fazer digestão e a gente não tá fazendo
2:43:26digestão, porque os que a gente já não
2:43:27faz realmente, tá certo? você não faz
2:43:30digestão, mas se começar a ver presença
2:43:33de alimentos que era para est digerida e
2:43:35não está, indica que a pessoa tá com mau
2:43:37funcionamento do intestino, né? Aqui já
2:43:41pra gente praticamente encerrar, né,
2:43:44nossos estudos de agora, depois de quase
2:43:463 horas de revisão, meu Deus do céu. Eh,
2:43:50a gente tem a escala de Bristol, né,
2:43:53lembrando que ela vem sempre aqui, ó, do
2:43:55cocô menos hidratado para as fees muito
2:43:59hidratadas, que é quando você vai ter
2:44:01diarreia. Então, o tipo um, você vai ter
2:44:04pedaços parecendo amendoim. Lá no dois
2:44:07uma salsicha mais segmentada. No três, a
2:44:10salsicha já tá formando só eh fendas. No
2:44:14quatro, a salsicha já tá ali mais, né,
2:44:17lisa, mole, parecendo a cobrinha. No
2:44:20cinco você vai começar a fazer pedaços,
2:44:22né, com contornos nítidos. E aqui no
2:44:25seis, os pedaços vão ser se aerados,
2:44:27contornos esgarçados, tá vendo? Tudo
2:44:29bagunçado. E no sete você vai ter a
2:44:33diarreia. Quando é diárideo, por
2:44:35exemplo, a gente não, o bebezinho não
2:44:37consegue segurar, né? A criança não
2:44:38consegue segurar, sai ali, não dá tempo
2:44:41de correr nem pro banheiro, tá gente? Do
2:44:43bebezinho, né? Da criança. Então, olha
2:44:45aqui, qual que é essa escala de Bristol
2:44:47aqui? Para quem é guerreiro ainda ficou
2:44:48aí até o final estudando, de acordo com
2:44:51isso aqui que a gente colocou, vocês
2:44:53avaliariam
2:44:55umas fees que chegassem no laboratório
2:44:57para vocês avaliar, que tivesse o
2:44:59aspecto comprido, irregular, um monte de
2:45:03bolinha grudada. F que indica que ficou
2:45:06muito tempo parada no intestino e a
2:45:08pessoa precisa consumir mais água.
2:45:10Dentro da escala de Bristol, vocês
2:45:13colocariam essas feeses aqui como sendo
2:45:16qual tipo? Coloca para mim aí que é a
2:45:18última pergunta da nossa live, tá bom?
2:45:21Deixa eu, enquanto vocês vão respondendo
2:45:23aí, tentar organizar aqui para eu
2:45:25conseguir
2:45:28pelo menos falar tchau para vocês, né?
2:45:30Já que eu não
2:45:35consegui deixar a câmera aberta porque
2:45:37tava travando demais. Agora que
2:45:39melhorou, vocês viram, né? Eh, o
2:45:42travamento.
2:45:44Que que vocês acham? No caso, seria
2:45:45dois. Razou, hein, Marcos? Tá sabendo,
2:45:49hein? É isso mesmo. Tipo dois, tá vendo?
2:45:53Então, eu sigo aqui a escala de Bristol.
2:45:55Isso aqui, gente, médico usa, viu? vocês
2:45:57fica aí falando: "Ah, vou fazer
2:45:59biomedicina, menina." Médico que cuida
2:46:02da parte de intestino, gastro, tá? E por
2:46:05aí vai, né? As outras especialidades que
2:46:08eles têm, precisam muito saber disso
2:46:11aqui, porque isso aqui dá muita ideia
2:46:12para eles do que que a pessoa pode estar
2:46:15tendo de alteração. Então, é importante
2:46:18eh
2:46:20a gente ter
2:46:22a gente saber isso aqui e inclusive
2:46:24relatar no exame, tá? Sim. Aham. Tipo
2:46:29três e o tipo quatro, viu, Marcos? Que a
2:46:31gente pode considerar aí como sendo os
2:46:33mais perto dos naturais. Mas aqui, ó, o
2:46:35três para mim, ele já começa a dar umas
2:46:37fendinhas. A fendinha quer dizer que tá
2:46:40com pouca água, né? O legal é assim, ó,
2:46:43que eles falam, você fazer as eh eh
2:46:47defecar, né? Esse termo é tão feio, mas
2:46:49é é o correto, de forma que não te
2:46:51machuque, porque a diarreia, ah, é muito
2:46:54líquida, mas de acordo ali, ó, com que
2:46:56vai você toda hora, né, acaba machucando
2:47:00e aqui também. Então tem que ser de um
2:47:02jeito que não vai agredir, né, o tecido
2:47:06ali do intestino, no caso, três e quatro
2:47:09ali a gente pode considerar, OK?
2:47:12Dúvidas, perguntas,
2:47:15que que vocês me falam? Deixa eu ver
2:47:16aqui se a minha imagem vai aparecer
2:47:19ou se não vai.
2:47:22Ah, apareci que eu vou pro lado de cá.
2:47:26Eu estou travada? Não estou travada.
2:47:29Deixa eu ver uma outra imagem aqui que
2:47:30eu tenho.
2:47:33Isso é perguntas. Gente, estudamos até.
2:47:39Não sei se a minha câmera parece que ela
2:47:40tá travada para vocês. Não sei se tá
2:47:43funcionando.
2:47:44Queria dar um tchauzinho, mas acho que
2:47:46não vai rolar não. Então, gente, é isso,
2:47:49né? Eh, a Parasita tem muita informação,
2:47:53mas a gente trabalhando com os esquemas,
2:47:56resumos, macetes,
2:47:59ajuda muito a gente lembrar o setor, não
2:48:02negligenciar ele, que é o que acontece
2:48:04na maioria dos laboratórios,
2:48:06e cuidar para poder fazer um exame de
2:48:09qualidade, tá? Eh, a gente não gasta
2:48:12muito, né, se a gente for fazer,
2:48:13principalmente as metodologias aí
2:48:14espontâneas.
2:48:16Então, teoricamente, a maioria do valor
2:48:18que entra pra gente eh
2:48:22vai ser valor que a gente vai ter de,
2:48:24né, lucro aí dentro do do que a gente a
2:48:28gente pegar. E outra coisa, eh,
2:48:33cuidem disso, por favor, tá? A parte
2:48:36final é mais tranquila dos vermes, é
2:48:38mais complexo por causa dos nomes. É
2:48:41isso é mesmo, Marcos. Concordo com
2:48:42vocês. Mas sabe o que que é? Falta de
2:48:44costume, né? de vocês ficarem falando
2:48:46eles toda hora. Para mim já ficou bem
2:48:48assim repetitivo, porque como toda hora
2:48:51eu preciso falar com vocês, tô
2:48:53estudando, trabalhei, né, muito tempo
2:48:55com eles, então é muito comum. Que que
2:48:58eu falo, né, com vocês quando vocês
2:48:59estiverem estudando aí, ó, pensa num
2:49:02jeito de estudar que vocês precisam
2:49:03ficar repetindo os nomes, brinca de
2:49:05forca, sei lá, alguma coisa que estimula
2:49:08vocês a escrever os nomes. Ou então fica
2:49:10se testando, falando assim, quantos
2:49:12nomes de parasito eu consigo escrever de
2:49:13uma vez? Porque aí vocês começam a
2:49:16acostumar mais, porque é importante e
2:49:18faz diferença. Se alguém pegar um laudo
2:49:21de vocês liberado, como se vocês não
2:49:24tivessem escreverem o nome errado, eles
2:49:28vão falar de vocês enquanto eles
2:49:30conhecerem vocês aí ou pessoas que
2:49:32conhecem vocês. Acreditem nisso, porque
2:49:36aí assim, ninguém quer saber que é
2:49:38difícil, né? Só fala: "Ah, é biomédico,
2:49:40não sabe nem escrever, é farmacêutico
2:49:42não sabe escrever, biólogo não sabe
2:49:43escrever". Entendeu? Então a gente
2:49:45precisa aprender para mostrar que a
2:49:48gente estudou e que a gente sabe o que
2:49:49que é o certo, no caso, né? Mas é isso,
2:49:53né? De pouco em pouco vai dando certo.
2:49:55Não perca fé, tá bom, [risadas]
2:49:58gente? É isso. Então, vou fazer outra
2:50:00live depois com os outros alunos aqui, 6
2:50:01horas da tarde. Não vou me prolongar
2:50:03mais, não. Fica com Deus aí, todo mundo.
2:50:06Parece que a minha câmera realmente
2:50:07resolveu ficar travada, pelo que eu tô
2:50:09percebendo aqui. Não vai ter jeito de eu
2:50:10fazer o tchau tchau tchau com vocês.
2:50:13E eu espero que vocês tenham gostado,
2:50:14tá? Beijo, fiquem com Deus e até mais.
2:50:36เ
2:51:42mexendo o celular.
2:51:48Como é que você tá?
2:51:516 horas eu vou fazer outra, hein? Pois
2:51:53é,
2:51:56>> pode mexer agora. Agora que fo
2:55:20Que