Full transcript
0:00Oi bom dia a todos a então de novo tenho
0:04que sempre me apresentar porque em que a
0:06mente né o nada na verdade mas ao vivo
0:09meu nome é Bruno Robson eu vou ser
0:12professor de vocês então de biologia
0:14celular e molecular tá é sempre fiquem
0:18atentos ao e-mail institucional de vocês
0:21o que termina com um ponto id.uff tá E
0:25sempre entrem na sala de aula porque Vão
0:29ter postagens novas as aulas vão para lá
0:32e confira o cronograma qualquer duvida
0:36postem dúvidas lá na sala de aula tá bom
0:40lá no clash on
0:42e em última instância a e me mandem
0:44e-mail tá porque senão vou receber uns
0:48uma tonelada de e-mails Eu tenho 150
0:50alunos e às vezes eu vou demorar mais
0:54para responder do que no plástico Tá bom
0:57então vamos começar a aula de hoje a
0:59aula de hoje é o tema dela é estudar uma
1:03das primeiras estruturas e as e uma das
1:06figuras mais importantes da célula que é
1:09a estrutura que envolve a célula é a
1:12membrana plasmática tá e igual a
1:17membrana faz plasmática existem outras
1:19membranas chamadas de membranas
1:21biológicas tá é questão que tem também a
1:26sua função de formar Principalmente as
1:29organelas como nós veremos
1:31Ah então deixa eu colocar aqui aula
1:33pronto então sempre a se quiser entrar
1:38em contato utilize esse meu e-mail tá de
1:41contato mas bem preferência ao Google
1:45Play por e-mail vou demorar mais para
1:48responder então vamos lá a aula de hoje
1:51Foca no tema membranas biológicas que
1:56são as membranas que formam as os
1:59compartimentos celulares então se nós
2:03olharmos aqui para célula a principal
2:05membrana biológica é a membrana
2:07plasmática que a membrana que delimita a
2:11célula tá cê para o meio extra-celular
2:15que é esse meio daqui do Meio
2:18intracelular que tem Amarelinho aqui que
2:22é o citoplasma como nós vimos na aula
2:24anterior tá então a membrana plasmática
2:29é a pra
2:31a membrana da célula
2:33é mas existem outras membranas dentro da
2:36célula como por exemplo a membrana do
2:38núcleo
2:39e a membrana nuclear a membrana do
2:42retículo endoplasmático a membrana do
2:45complexo de golgi a membrana da
2:48mitocôndria tá toda organela vai ser
2:52delimitada por uma membrana biológica
2:56Ah tá então agora eu vou passar a as
3:00páginas do livro de biologia celular
3:03molecular da célula que aquele livro que
3:06eu indiquei na primeira aula tá que
3:08compreendem a matéria que eu vou dar
3:10hoje eu aconselho fortemente que vocês
3:13Leiam tá a UFF já deve ter
3:16disponibilizado o livro online tá bom
3:21bom então a todos os seres vivos na
3:25terra desde a bactérias até os animais e
3:31até a gente nós somos formados por
3:34células todas as células são limitadas
3:39por essa membrana tá essa membrana que é
3:42no meio descaso chamada de membrana
3:44plasmática
3:46e quais são as outras membranas que
3:49existem na célula Eu já falei para vocês
3:51são as membranas das organelas se
3:58em todas elas são membranas biológicas
4:03tá são chamadas de membranas biológicas
4:05e tem basicamente a mesma Constituição
4:09eu vou tetar agora as principais
4:13características da membrana biológica
4:15mas usando como exemplo a membrana
4:18plasmática tá depois nós vamos ver uma
4:22uma essas características o que que elas
4:24querem dizer
4:26bom então a membrana plasmática é
4:28formada por uma bicamada dá uma dupla
4:32camada de lipídios e nessa bicamada
4:37existem proteínas inseridas nelas tá
4:42então loja vimos na aula anterior que
4:44são lipídios e o que são proteínas né tá
4:48Então vai ser na verdade uma bicamada de
4:52lipídios com proteínas olha
4:57e inseridos nela como nós vamos ver nos
5:00próximos slides a membrana plasmática
5:04ela forma um mosaico fluido como nós
5:09também veremos ela possui uma
5:12característica fundamental que eu vou
5:14tentar explicar para vocês nessa aula
5:16que é de permeabilidade seletiva para
5:21essa é a principal característica da
5:24membrana plasmática ela é seletivamente
5:27permeável guardem esse ter mil daqui
5:31porque ele é um termo de teste tá então
5:35esse termo daqui é um termo que
5:37provavelmente vai cair nos testes a
5:41membrana plasmática define e separa o
5:44meio intracelular no meio extracelular
5:48então a membrana plasmática aqui essa
5:52parte de dentro vai ser chamado de meio
5:55intracelular ou
5:57eu tô plasma a parte de fora vai ser
6:00chamado de meio extra-celular tá
6:05e a membrana plasmática possui proteínas
6:09olha proteínas que formam canais e
6:15bombas tudo isso gente vai ver até o
6:17final dessa dessa aula esses canais e
6:21bombas são proteínas Olha que atravessam
6:23a membrana tá
6:26e dessa célula e esses canais e bombas
6:29facilitam ou transportam determinada
6:33substância
6:35e quais são as funções então das
6:37membranas biológicas em geral elas
6:41limitam a a definir os limites da célula
6:45com definem o que que é ímpar e o que
6:48que é extracelular definir o que que é
6:50citoplasma ou interior da mitocôndria
6:52fica citoplasma e interior do núcleo tá
6:56então as membranas definem espaços ou
7:00compartimentos
7:03e ela vai manter uma diferença um
7:06desequilíbrio entre a o citosol por
7:11exemplo e o meio extra-celular O que que
7:14tem dentro da membrana plasmática é
7:18completamente diferente do que fora dela
7:22e essa diferença ela é chamada de
7:25desequilíbrio tá então o interior da
7:29célula isso nós vamos ver até o final
7:31nessa acessar aula ele está em
7:35desequilíbrio com meio extra-celular tá
7:39quem mantém esse desequilíbrio é a
7:41membrana biológica e esse desequilíbrio
7:44é essencial para a vida a nossa vida a
7:49gente depende da manutenção desses
7:52desequilíbrios que tem dentro do nosso
7:53corpo é completamente diferente do que
7:56tem fora do nosso corpo e esse
7:59desequilíbrio é para ser formado ele
8:02Depende de energia por isso que nós
8:05sempre temos que é adquirir energia para
8:09manter esse desequilíbrio Quem garante
8:12esse desequilíbrio nosso corpo é a
8:15membrana biológica
8:17Ah tá
8:20quem é ela controla a entrada e saída de
8:24substâncias da célula então tudo que
8:26entra e tudo que sai da célula tem que
8:29passar pela membrana plasmática tá é a
8:33mesma coisa para dar nas janelas
8:36e ela transmite sinais extracelulares
8:39para o interior da célula então se eu
8:43tenho um sinal que venha de outra célula
8:46por exemplo um hormônio e ela tem que
8:49entrar na célula esse sinal tem que
8:52passar através dessa membrana tá E ela
8:57também conecta duas células vizinhas
9:00então por exemplo duas celas que sejam
9:03vizinhas aqui elas podem ser conectadas
9:06através de proteínas inseridas nessa
9:10membrana tá através de junções celulares
9:14e
9:17bom Então primeiramente eu gostaria de
9:19mostrar para vocês o quanto em
9:21desequilíbrio o nosso corpo humano está
9:24em relação ao meio extra-celular tá
9:28então isso aqui é um gráfico que mostra
9:31claramente isso aqui nós temos no eixo Y
9:35um percentual de substâncias a
9:37abundância de substâncias tá e em
9:42vermelho tem o quê que existe dentro do
9:45corpo humano e em azul que existe na
9:47crosta terrestre que é a maior massa da
9:50terra tá é tudo que compõem a terra né
9:55sólida então vejamos o nosso corpo
9:59basicamente é feito de hidrogênio
10:02o e oxigênio onde há quase que setenta
10:08por cento do nosso corpo é feito dessas
10:09duas substâncias se nós olharmos
10:12abundante na crosta terrestre olha
10:15hidrogênio quase não existe na crosta
10:18terrestre e oxigênio existem muito maior
10:21abundância na crosta terrestre que nosso
10:23corpo isso denota um Claro desequilíbrio
10:27entre o que que existe no corpo e o que
10:30que existe na crosta o mesmo pode ser
10:33visto para o carbono por exemplo nossas
10:36moléculas da Vida todas elas possuem
10:38carbonos na sua estrutura mas existe
10:41muito pouco carbono na crosta terrestre
10:44ou seja nós temos que bombear para
10:48dentro do nosso corpo é hidrogênio
10:52carbono bombear para fora do nosso corpo
10:56oxigênio cálcio sódio e alumínio silício
11:00para manter esse desequilíbrio
11:02e quem permite essa diferença é a
11:06membrana plasmática ou a membrana
11:09biológica tá isso eu vou mostrar para
11:13vocês como ela faz isso
11:15Olá primeiramente eu vou falar de uma
11:17das características da membrana
11:18biológica que é a característica de
11:21mosaico fluido tá é essa estrutura daqui
11:26nós vamos ver mais para frente que quer
11:28dizer tá mas só para vocês irem
11:31entendendo isso daqui é a Bica nada
11:34tenho uma camadinha e duas camadinhas de
11:38lipídios isso daqui são proteínas
11:40inseridas nessa membrana então a
11:43membrana é feita de lipídios com
11:45proteínas inseridas ela tá se nós
11:49olharmos aqui um a microscopia
11:51eletrônica a membrana biológica é essa
11:54estrutura bem fininha aqui olha tá a
11:58bicamada lipídica essas tudo bem fininha
12:01aqui é o meio extra-celular e aqui o
12:05meio intracelular
12:07é só para vocês verem como que a minha
12:10brana ela cria dois meses com um grande
12:14desequilíbrio Olha a quantidade de
12:17moléculas que existem que dentro e olha
12:20a quantidade de moléculas que existem
12:21aqui fora Quase vazio olha então isso
12:24denota um grande desequilíbrio Entre
12:27esses dois meios Tá mas a estrutura como
12:32que essas moléculas aqui interagiam
12:35antes de 72 era era considerada que era
12:39como se fosse uma bola de pingue-pongue
12:41que que é uma bola de pingue-pongue é
12:44uma estrutura rígida membrana que
12:47delimita a célula Tá e nela existiam
12:51proteínas inseridas
12:52o que só essas proteínas verdinhos aqui
12:55só que ela era rígida então é igual uma
12:58bola de pingue-pongue se eu botar uma
13:00agulha aqui em cada nessa bola essa
13:03agulha ela não navega de um lado pro
13:06outro ela vai ficar rígida nessa bola de
13:09pingue-pongue Tá mas o que que esses
13:11dois pesquisadores aqui Singer e
13:14Nicholson determinaram por microscopia
13:17foi o seguinte que a desculpa aqui Saque
13:21se consegue ler por cima pelo modelo de
13:25mosaico fluido desses dois pesquisadores
13:29a membrana biológica é um líquido
13:33bidimensional Então essa membrana daqui
13:37olha biológica feita de lipídios e
13:40proteínas inseridos ela é um líquido
13:43como se fosse uma superfície de um lago
13:46tá onde tantos lipídios podem difundir
13:51lateralmente eles podem
13:52é do lado pro outro quanto proteínas
13:56então tanto esses lipídios aqui
13:59individuais quantas proteínas elas podem
14:03se mover lateralmente de um lado para
14:06outro como se fosse um patinho em cima
14:10da superfície de uma banheira por
14:12exemplo se eu tenho esse patins em cima
14:14da banheira esse patinho ele consegue
14:16navegar de um lado para o outro para
14:18frente para trás tá isso quer dizer que
14:22ela é fluida a membrana tá ela não é
14:26rígida todas as estruturas aqui podem se
14:29mover de um lado para outro
14:31Ah tá os lipídios que são essas
14:35estruturas vermelhinha se formam a
14:38estrutura fluida que parece um a
14:40superfície de um lago tá E é uma
14:44barreira relativamente impermeável a
14:48moléculas dissolvidas em água tá a
14:52moléculas dissolvidas em Água as
14:55proteínas essas verdinhos aqui executam
14:59quase todas as outras funções a membrana
15:02essas proteínas que vão ser as máquinas
15:05da membrana elas fazem o transporte de
15:08moléculas conexão entre as células
15:11transmissão de sinais e outras tá outras
15:15coisas também
15:17Ah tá bom então a superfície da célula é
15:22como se fosse um líquido bidimensional
15:24onde tudo que tá nele pode ser difundido
15:28lateralmente e rotacionar o seu próprio
15:31eixo
15:32Ah e por que que ela é um mosaico tá em
15:35dois aqui já é uma visualização
15:37diferente da membrana os lipídios são
15:40essas estruturas vizinhas aqui como nós
15:41vamos ver mais para frente e esse
15:44proteínas inseridas nele essas proteínas
15:47podem ir para um lado para o outro tá os
15:50lipídios também podem pro lado para o
15:52outro livremente isso tudo como se é
15:56flutuando nessa camada de lipídio como
15:59se fosse uma superfície de óleo de
16:01cozinha o óleo não é fluído então e é
16:05líquido não é um líquido lipídico a
16:08membrana também é um líquido lipídico
16:10onde as coisas podem se difundir
16:12lateralmente
16:14Ah e por quê que ele é um mosaico o que
16:16que é um mosaico mosaicos são aquelas
16:19estruturas feitas com pedacinhos de
16:21vidro ou de cerâmica né que são várias
16:25estruturas a com cores diferentes
16:29normalmente características diferentes
16:32que formam e se juntam para formar uma
16:36estrutura plana por exemplo tá
16:41e a membrana biológica a mesma coisa
16:43diferente lipídios olha quimicamente
16:48diferentes e João vez mais para frente
16:50eles se juntam para formar um mosaico tá
16:55em Tokyo amarelinho se separam dos
16:58vermelhinhos' que se separam dos azuis
17:00Sims que se separam dos verdinhos
17:02formando como se fosse um mosaico essa
17:05estrutura daqui tá então lipídios e
17:10proteínas com características químicas
17:13diferentes se agrupam Tá formando um
17:18mosaico e esse mosaico é fluído essas
17:22estruturas podem para um lado e para o
17:25outro como se elas tivessem navegando
17:27como patinhos em cima de uma banheira
17:30Ah tá ok gente então vamos passando
17:33dessa característica da membrana
17:35biológica que ela não é rígida e sim ela
17:38é fluida vamos ver os próximos slides o
17:41que que ela é composta então a principal
17:44composição da lide da membrana biológica
17:47são os lipídios ela que vai fazer
17:51estrutura da membrana tá a ela que vai
17:55ser a parte liquida fluida da membrana
17:58tá
18:02a cinquenta por cento da massa de toda a
18:06membrana é feita de lipídio todo o
18:09restante é proteico tá quase todo na
18:14verdade é proteico Então é quase que
18:17cinquenta por cento de proteína também
18:19então quando vocês forem perguntados do
18:21que efeito a membrana biológica vocês
18:24vão dar Duas respostas ela é feita de
18:27lipídios e proteínas Tá bom então a
18:33Quais são as principais lipídios que
18:37compõem a membrana os principais
18:40lipídios que compõem a membrana são os
18:42fosfolipídios o colesterol e os
18:47glicolipídios Esses são os principais
18:49lipídios sendo que todos os lipídeos de
18:54membrana são anfipáticos que quer dizer
19:00anfipatia eles poço
19:02em duas porções nele eles possuem uma
19:06porção Apolar e uma porção polar isso eu
19:13vou explicar para vocês no próximo slide
19:15Tá mas eles todos eles possuem uma
19:19porção Apolar que eu estou marcando aqui
19:24tá
19:27e todas esses partezinhas aqui são
19:29apolares
19:33o e as restantes são porções polares mas
19:39se o que que é isso O que quer dizer
19:41polaridade então anfipatia é que tem
19:44duas polaridades tá
19:47bom então vamos ver um pouco que são
19:50moléculas polares e moléculas a Polaris
19:55tá moléculas polares são todas
19:59hidrofílicas philia é que gosta tá então
20:04moléculas polares gostam de ficar na
20:08água
20:10Oi tá gostam de água todas as moléculas
20:14apolares não gostam de ficar na água são
20:19hidrofóbicas elas vão fugir da água tá
20:24não gosta de ficar na água e o que quer
20:27dizer isso a molécula de água como tá
20:31aqui é o H2 a gás né h2oh Elas são
20:36moléculas que tem uma carga tá elas são
20:39moléculas carregadas o oxigênio Zinho
20:42delas aqui é muito eletronegativo eles
20:46puxam os elétrons para sua direção os
20:50elétrons do hidrogénio vão em direção
20:51oxigênio então o oxigênio ele fica com
20:55uma carga negativa
20:56Oi e o hidrogênio fica com uma carga
20:59positiva tá então é como se fosse um
21:03irmãozinho tá isso quer dizer que a água
21:07é uma molécula polar porque ela tem dois
21:11polos um polo negativo e um polo
21:14positivo é como se fosse um irmãozinho
21:18tá
21:20e é como se fosse um irmãozinho
21:23e ela tem polaridade
21:26e quando eu entro um copo de água o que
21:30acontece exatamente está aqui olha as
21:32moléculas de água ela é se organizam
21:35dentro desse copo de água onde a parte
21:37negativa da molécula sempre vai se ligar
21:40muito próxima mente Olha a parte
21:43positiva da de outra molécula de água
21:46então as moléculas de água ficam muito
21:49juntinhos uma das outras ficam pertinhos
21:52uma das outras isso quer dizer que elas
21:54são hidrofílicas moléculas polares
21:58gostam de ficar perto da água e uma
22:01pertinho da outra philia é gostar de
22:04ficar perto é gostar na verdade
22:07Ah se eu pego uma outra molécula polar
22:09como por exemplo a acetona a acetona a
22:14mesma coisa acontece Olha o oxigênio
22:16aqui puxa os elétrons nesse carbono tá
22:21então ele fica com uma carga negativa
22:23aqui e uma carga positiva aqui então ele
22:26possui dois polos quando eu coloco uma
22:30molécula de acetona no meio da água ele
22:33se organiza muito bem ele gosta de ficar
22:36na água essa molécula polar porque ela é
22:39hidrofílica o oxigênio que é negativo
22:43vai se juntar aos oxigênio da água bem
22:46próximos tá e o carbono vai se ligar um
22:49oxigênio bem próximo Zinho Então ela
22:53gosta de ficar juntinho da água por isso
22:55que moléculas polares são hidrofílicas
22:59mas eu coloco uma molécula Apolar essa
23:03molécula que é o 2-metilpropano ela não
23:06possui nenhum o
23:07o Ênio e nenhuma carga líquida nele
23:10então é uma molécula que não tem carga
23:13não tem Polo por isso que ela é a polar
23:17tá quando eu coloco essa molécula dentro
23:21da água ela é como se fosse é
23:25antissocial ela não quer se ligar com
23:29nenhuma molécula de água ela não atrai
23:31as moléculas de água na sua direção
23:33então vejam que tem um espaço aqui entre
23:36elas olha e as moléculas de água Opa tem
23:40um espaço entre elas aqui e a moléculas
23:43de água olha se organizam Em volta dela
23:46tá então ela hidrofóbica ela se separa
23:50da molécula de água ela foge da água tá
23:53e vejam que as moléculas de água se
23:57estruturam olha se organizam em volta
24:00dessa molécula formando como se fosse
24:02olha um cristalzinho olha Em volta dela
24:06Ah tá esse cristalzinho que foi formado
24:10aqui de organização altamente organizado
24:13é chamado de camada
24:20a d
24:23eu sou vá façam é uma camada que deixa
24:30essa molécula Apolar solúvel tá isso
24:34aqui é altamente organizado E altamente
24:38energeticamente desfavorável
24:41e isso é desfavorável
24:48o vovô ável já acontecer tá então isso
24:54daqui a tendência dessa camada de
24:57solvatação é que ela deixe desistir que
25:00ela expulsa essa molécula do interior
25:03dessa água como vocês vão entender nos
25:06próximos slides tá então moléculas
25:10apolares são hidrofóbicas elas tendem a
25:13fugir da água um bom exemplo disso é por
25:18exemplo se nós pegamos um copo de água
25:21Ah tá então se nós pegamos um copo de
25:25água aqui por exemplo
25:27o e colocamos então aqui tá cheio de
25:29água tá e colocamos uma gotinha de óleo
25:33aqui dentro
25:34Oi gente coloca dentro da água uma
25:37gotinha de óleo Esse óleo vai ficar no
25:40meio da água não este óleo rapidamente
25:44olha vai vir para a superfície da água
25:46então ele vai fugir do interior da água
25:49e vai fazer uma gotinha de óleo boiando
25:52em cima da água porque ele tá fugindo
25:55dessa molécula de água tá ela tá fugindo
25:58dessa camada de solvatação como nós
26:01vamos ver no próximo slide
26:04e para os próximos slides então do que
26:08que é formado a membrana biológica Ela é
26:12formada por uma bica nada duas camadas
26:16de fosfolipídios como vou explicar para
26:19vocês tá então ela mantém aqui olha as
26:24caudas de hidrocarboneto uma ligado a
26:30outra
26:31Ah tá e aqui a cabeça chamado cabeça
26:37polar próximo as moléculas de água tá
26:42que estão aqui então esse cabeça
26:44esqueçam polares ficam voltadas para
26:47água e as caudas hidrofóbicas ficam uma
26:52ligadas às outras como eu vou explicar
26:54mais para frente tá
26:57bom então vamos dar alguns exemplos para
27:00vocês aqui Deixa eu ver só se eu consigo
27:03colocar uma tela em branco aqui para
27:06vocês
27:08o Marco
27:10o ponto Então vamos lá ó é vamos tentar
27:17explicar
27:18bom então vou desenhar aqui um fósforo
27:21lipídio tá essa daqui é uma cabeça polar
27:26aí a parte polar do fosfolipídio
27:31e ela gosta de ficar na água e aqui são
27:35as caudas de hidrocarboneto como nós
27:38vamos ver que já vimos na aula anterior
27:40mente elas são a Polaris elas são
27:45hidrofóbicas tá se eu coloco esse
27:50fosfolipídio dentro da água o que que
27:53vai acontecer a água vai formar uma
27:56camada de solvatação aqui em volta
27:59desses fosfolipídios essa camada de
28:03solvatação como falei para vocês é
28:05desfavorável tá então vai formar uma
28:08grande camada de solvatação aqui
28:11E agora se eu coloco dois fosfolipídios
28:14aqui um do lado do outro tá dentro dessa
28:19água novamente vão se formar olha duas
28:23camadas de solvatação aqui em volta
28:26dessas cadeias apolares Então olha só o
28:29tamanho dessa camada de solvatação Tá o
28:33que que a natureza física Quer fazer ela
28:37quer acabar com essas camada de
28:39solvatação Tá o que que acontece então
28:43com essas substâncias elas vão tender a
28:46se aproximar uma da outra tá porque ela
28:52se aproximando uma da outra Olha o que
28:54acontece
28:55E se eu coloco aqui agora essas três uma
28:58do ladinho da outra bem próxima da outra
29:01tá olha o que acontece aqui a água agora
29:06só vai fazer uma camada de solvatação
29:09nessa superfície aqui olha essas
29:13superfícies estão protegidas por que tá
29:15molécula hidrofóbica junto com moléculas
29:19hidrofóbicas tá então as moléculas
29:22hidrofóbicas dentro da água tendem a se
29:26juntar cada vez que elas se juntam
29:28formando uma gota por exemplo a camada
29:32de solvatação diminui o volume aumenta
29:34mas a camada a área da camada de
29:37solvatação diminui tá então isso aqui
29:41acontece se eu boto fósforo fósforo
29:43lipídios dentro de uma um dentro de um
29:46recipiente com água e espontaneamente
29:49todos os fosfolipídios vão se agregar
29:54e olha para reduzir a camada de
29:57solvatação
30:00Ah tá então a área dessa camada de água
30:04organizada Vai ser menor as cabeças
30:07polares isso essas regiões dias aqui
30:10podem ficar expostas para água
30:14é porque elas são hidrofílicas
30:18Ah tá mas agora nós temos um outro
30:21problema e essa camada de solvatação
30:23grande aqui embaixo como que a gente
30:26resolve esse problema bom se eu coloco
30:29fosfolipídios na água e espontaneamente
30:32que que vai acontecer para reduzir essa
30:34outra camada de solvatação aqui debaixo
30:36eu vou fazer uma bicamada de
30:42fosfolipídios olha só
30:46é isso que vai acontecer espontaneamente
30:50eu vou fazer que vários fosfolipídios de
30:54organizem dentro dessa água para formar
30:58uma bicamada
31:02e agora essa água que está aqui em volta
31:06só vai tá fazendo uma camada de
31:08solvatação aqui
31:10E aí nessa lateral Zinha Então olha como
31:13eu botei diversos foi lipídios dentro da
31:17água fazendo uma pequena camada de
31:19solvatação
31:21é mas eu ainda tenho essa camada de
31:23solvatação tô como que eu acabo com essa
31:25camada de solvatação eu faço como se
31:28fosse uma folha de papel fechando uma em
31:32cima da outra eu faço isso daqui dar uma
31:35volta Opa dar uma volta completa tá
31:39então eu fecho uma bicamada de
31:42fosfolipídios completamente olha
31:49e agora todos os as partes hidrofóbicas
31:52estão aqui dentro da bicamada escondidas
31:57da água
31:59o e todas as cabecinhas polares estão
32:03expostas aqui para água para o meio
32:06intracelular ou para o citoplasma por
32:08meio intracelular dessa forma eu reduzo
32:12a energia livre do sistema tá então eu e
32:16essa forma daqui ela é favorável ela
32:19acontece e espontaneamente tá é então se
32:26eu tenho por exemplo moléculas
32:27anfipáticas Ou seja que possuem duas
32:31cargas uma polar
32:34Ah e outra apolar
32:38E se eu tenho essas moléculas aqui a a
32:42cabeça polar EA cauda Apolar e essa
32:47calda é fininha e eu coloco isso na água
32:50eles formam uma estrutura igual uma
32:52bolinha olha fraldinhas pequenininha
32:55esse junto um meio e as cabeça ficam
32:58todas para fora formando uma estrutura
33:00chamada de Miss ela tá já se eu coloco
33:05estruturas como fósforo lipídio
33:08E aí
33:10o Pira fosfolip
33:15do Forró
33:17de dentro da água os fosfolipídeos tem
33:19duas caudas hidrofóbicas ele é gordinho
33:22ele fala um cilindro aqui tá e uma parte
33:27a é polar Eles não conseguem fazer uma
33:31Mc lá eles são obrigados a fazer Como
33:34disse para vocês uma bicamada para
33:37reduzir a camada de solvatação então a
33:40camada de solvatação aqui no caso só tá
33:42nessa lateral zinha aqui
33:44Ah tá
33:47e o que acontece numa bicamada como
33:50expliquei para vocês sempre vai ter
33:53quando eu vou fazer essas camadas em
33:55forma bidimensional sempre vão ter essas
33:58partes vizinhos aqui hidrofóbicas
34:00expostas para a água como é que a gente
34:03resolve esse problema a gente fecha a
34:06gente pega esse como se fosse uma folha
34:08de papel e a gente fecha uma em cima da
34:11outra formando uma esfera selada um
34:15compartimentos e lado tá que é uma
34:19membrana biológica no caso está aqui é
34:23energeticamente favorável dia se
34:26acontecer
34:27Ah tá bom então se eu pego fósforo
34:30lipídios individuais até uma mistura de
34:33fósforo de pedidos individuais coloco na
34:36água está kudo essa estrutura de célula
34:40aqui olha essa estrutura de célula ela
34:44acontece espontaneamente ela é favorável
34:49de acontecer tá então provavelmente as
34:52primeiras membranas biológicas que
34:53surgiram foram assim as primeiras
34:56células é quimicamente fosfolipídios não
35:01são difíceis de fazer Então deveria ter
35:04uma solução de fosfolipídios misturados
35:06na água e essas estruturas seladas
35:10surgiam e espontaneamente tá é essa
35:15formação espontânea Down a membrana
35:18biológica uma característica de
35:20auto-reparo
35:21é porque uma vez que eu faça um buraco
35:25nessa estrutura daqui por alguma lesão
35:27ou bota uma agulha ou alguém rompe uma
35:31bactéria rompi esta membrana por exemplo
35:34tá é quando eu faço um buraco nessa
35:38membrana ela começa a expor
35:41fosfolipídios a parte hidrofóbica para
35:44água isso é desfavorável então
35:47rapidamente esse buraco ele é fechado tá
35:52então rapidamente isso é fechado
35:54conferindo uma característica de
35:56auto-reparo para essas membranas
36:00bom então vamos falar um pouco agora nos
36:04foi lipídios como eu falei para vocês
36:06antes tá rapidamente agora a gente vai
36:09ver a característica química dos
36:11fosfolipídios o esporte foi lipídios
36:14constituem a maior parte da membrana tá
36:17então mais que cinquenta por cento em
36:20torno de cinquenta por cento dos
36:22lipídeos da membrana são fosfolipídios
36:25no tá e como que eles são formados os do
36:29que eles são formados a os fosfolipídios
36:33eles têm a são formados por duas caudas
36:38de hidrocarboneto tá esses
36:41hidrocarbonetos eles são não-polares
36:45eles são apolares eles são hidrofóbicos
36:50e eles fogem da água tá a essas duas
36:56caudas de hidrocarboneto ela e se ligam
36:58a uma molécula de glicerol igual nós
37:01vimos na aula passada tá então nós temos
37:04aqui vários carbones ligados a
37:06hidrogênios com a sua carboxila aqui
37:10olha
37:12e com a sua carboxila sem aqui ligado a
37:16um glicerol
37:18Ah tá só que ligado esse glicerol eu vou
37:22ter um fosfato
37:24O que é um p13 aqui tá por isso que ele
37:29é chamado de fósforo fósforo lipídio tá
37:35E se fosse é forte aí se fosfato e
37:40ligado uma um resido variável essa
37:45porção daqui ela é variável
37:49Ah tá existem vários sabores de dessa
37:53porção ou desse resido variável no caso
37:57aqui isso é uma Colina que eu vou falar
38:00para vocês depois se vocês notarem toda
38:03essa região daqui olha possuem vários
38:06oxigênios existem partes carregadas
38:11negativamente e a colina carregada
38:14positivamente então uma região altamente
38:17polar gosta de ficar na água hidrofílico
38:21tá então ela tem uma parte hidrofóbica
38:25ou um esforço lipídios e uma cabeça em
38:30chama de cabeça aí disse aqui uma cabeça
38:33e hidrofílica tá existem vários sabores
38:38ou vários tipos diferentes de
38:40fosfolipídios aqui Eu só coloco alguns
38:42deles qual que é a principal diferença
38:44entre cada um desses fosfolipídios
38:47principalmente a cabeça
38:49é variável o resíduo variável aqui olha
38:53tá então eu tenho resíduos de
38:58etanolamina serina Colina esfingomielina
39:04então tem vários tipos diferentes
39:07quimicamente Eles são diferentes e
39:09quimicamente eles possuem funções
39:14diferentes também que eu vou abordar
39:16algumas ao longo dessa disciplina outra
39:19se vocês vão ver em outras disciplinas
39:21quero focar aqui apenas nesse nessa na
39:25fosfatidilserina que é a única que tem
39:28uma carga negativa líquida tá ela tem a
39:32carga negativa do Fosfato a carga
39:35negativa dessa carboxila aqui e somente
39:38uma carga positiva dessa mina dando uma
39:42carga líquida negativa para ela é o
39:44único negativo
39:46Ah tá
39:48bom então nós passamos por segunda
39:51segundo lipídeos de membrana o segundo
39:55lipídeos de membrana é importante é o
39:57colesterol tá ele também possui Uma
40:00parte hidrofóbica e uma cabecinha bem
40:04pequenininha E hidrofílica então ali só
40:08o colesterol ele é formado por Anéis
40:11aqui Anéis esteroidais rígidos são esses
40:15Anéis vizinhos aqui de carbono e
40:17hidrogênio que são rígidos eles não são
40:21móveis tá e uma pequena cauda de
40:24hidrocarboneto aqui embaixo toda essa
40:28parte daqui que é só feito de carbono e
40:31hidrogênio são apolares são hidrofóbicos
40:36somente essa pequena hidroxila que que é
40:39hidrofílica que é polar
40:43Ah tá então por ser rígida essa parte
40:46daqui grande do colesterol ele funciona
40:49como se fosse uma rolha
40:52Ah tá então qual que é a função do
40:55colesterol na membrana está gente ele
40:58tem outras funções metabólicas o
41:00colesterol à parte hidrofóbica dela se
41:04insere entre dois fosfolipídios aqui no
41:08caso tá então aqui eu tenho um
41:11fosfolipídio é insaturado como eu falei
41:15para vocês eles têm essa perninha torta
41:17aqui por vadinha por causa dessa
41:20insaturação isso mantém os fosfolipídios
41:24distantes um do outro tá o colesterol
41:28ele consegue entrar no meio dessa
41:31distância desse afastamento entre os
41:33fosfolipídios tá E ele meio que intope
41:37essa região daquele funciona como se
41:40fosse uma rolha nessa região então ele
41:44não permite que moléculas passem ele
41:47reduz a permeabilidade da membrana então
41:51ele rede
41:52e a pena habilidade da membrana o
41:55colesterol porque ele impede como se
41:58fosse uma rolha que moléculas se passem
42:01entre dois fosfolipídios Além disso ele
42:05torna a membrana menos suscetível a
42:09cristalização ao congelamento ele impede
42:13que dois fácil lipídios se aproximem
42:15muito e cristaliza em tá e com gehlen e
42:20se aproximem demais então ele muda a
42:24fluidez dessa membrana por se intercalar
42:28entre dois fosfolipídios e
42:31Oi e o último fosse é lipídio eu queria
42:34falar de membranas são os glico lipídios
42:37Como o próprio nome já diz são é
42:41carboidratos ligados a lipídios tá então
42:47o que que são as glicolipídeos nada mais
42:49são do que duas cadeias de
42:51hidrocarboneto que são as partes
42:54consideradas hidrofóbicas tá apolares
43:02o ligados a diversos diferente pode ser
43:06um ou vários isso pode ser pequeno ou
43:10grande de diversos ligados a diferentes
43:14carboidratos tá que são hidrofílicos
43:23o ou polares
43:27Ah tá então a membrana biológica Como eu
43:31disse para Vocês formam mosaicos e Olhem
43:33só e ela é assimétrica a membrana
43:37biológica ou seja ela não é igual do
43:41lado voltado para o meio extra-celular
43:46bom e o meio voltado para a parte do
43:49citoplasma ela é diferente dos dois
43:52lados Então olha só tem vários é forte o
43:56lipídios aqui glicolipídeos Aqui tá
44:01voltados para todos voltados para fora
44:04da célula e para dentro da célula tem
44:07outros fosfolipídios e nenhum
44:10glicolipidio então o lado voltado para
44:13dentro da célula não é igual pro do lado
44:16voltado para fora da célula isso torna a
44:19membrana a simétrica não igual dos dois
44:23lados
44:24Ah tá o que a gente Vale destacar aqui
44:26aqui todas as fosfatidilserina esqueçam
44:29negativas estão para dentro da membrana
44:33e isso confere uma carga negativa para
44:37parte intracelular da membrana já a
44:41parte extra-celular todos os
44:44glicolipídios glicolipídeos
44:49já estão voltados para fora lipídios e
44:54tá Lippi Deus estão voltados para fora
44:59da célula Tá e nessa nessa a nesse slide
45:06agora nós vamos falar um pouco da
45:08fluidez essa membrana dos daqui uma
45:11representação e computador uma simulação
45:13em computador nós temos aqui em amarelo
45:16toda a parte hidrofóbica as caudas de
45:19hidrocarboneto na membrana a bicamada
45:22aqui e aqui as cabeças hidrofílicas
45:26todos esses pontinhos aqui azuis e
45:28brancos são moléculas de água tá
45:32bom então é simulando uma membrana uma
45:36bicamada lipídica e a água aqui em volta
45:39isso daqui na simulação de verdade e
45:43daqui se mexe tá essas Caldas de
45:46hidrocarboneto elas são fundidas elas
45:49estão se mexendo o tempo todo tá E essas
45:52moléculas de água aqui olha elas tentam
45:55passar por entre essas cabeças polares
45:57quando elas chegam aqui tão vendo
46:00algumas moléculas de água aqui quando
46:02elas chegam aqui nas Caldas de
46:04hidrocarboneto que são hidrofóbicas elas
46:06são expulsas de volta elas não conseguem
46:08atravessar essa camada hidrofóbica aqui
46:12da membrana
46:13Ah tá então esses fosfolipídios eles são
46:17fluidos eles vão mexendo aqui as caudas
46:20eles vão migrando de um lado para o
46:21outro então a difusão lateral ela é
46:25permitida de um lado para o outro e a
46:28rotação também então eles rodam olha
46:32dentro do próprio eixo tá então eles têm
46:36rotação aqui olha isso é que eles
46:37conseguem rodar dentro do próprio eixo a
46:41mesma coisa acontece com proteínas que
46:43estão inseridos essas proteínas que
46:45estão inseridas na membrana elas
46:47conseguem se difundir lateralmente e
46:50rotacionar só que um movimento não pode
46:54acontecer não acontece espontaneamente
46:57que é o movimento chamado de flip-flop
47:00que é pegar um desses fosfolipídios aqui
47:04e jogar para o outro lado da membrana
47:07E por quê que isso não pode acontecer
47:09porque que eu teria eu tenho que pegar
47:11essa cabeça polar aqui grande e
47:15atravessar ela através das cauda de
47:18hidrocarboneto
47:20Ah tá isso daqui é Imaginem se uma
47:23molécula de água não consegue atravessar
47:26essas camadas do carboneto se uma cabeça
47:29daqui olha grande polar se ela
47:32conseguiria isso seria altamente deixe
47:35favorável por Maria uma grande camada de
47:38solvatação aqui e ela seria rapidamente
47:40expulsa para fora novamente Então esse
47:44movimento de flip-flop não pode
47:47acontecer espontaneamente Tá mas agora
47:52eu vou falar da primeira proteína de
47:54membrana que eu falo para vocês nas
47:56aulas que é uma proteína chamada é uma
48:00família de proteínas na verdade chamada
48:02de free pase lo que pase ou scramblase
48:06elas são enzimas
48:09e olha o que que essas proteínas fazem
48:11então isso aqui é uma bicamada de
48:14fosfolipídios eu tenho aqui as cabeças
48:16de hidro hidro hidrofílicas as caudas
48:20hidrofóbicas aqui tá então essa parte
48:24daqui toda é hidrofóbica qual atravessar
48:28uma cabecinha dessa daqui hidrofílica
48:31por essa parte hidrofóbica isso é
48:33desfavorável mas olha que que essa
48:35proteína vermelha chamada flippase flor
48:39pase ou scramblase depende da função
48:43dela vou explicar olha o que ela faz ela
48:46consegue atravessar essa cabeça polar
48:50aqui pelo seu interior jogando ela para
48:54o outro lado da membrana
48:56bom então ela funciona como um
48:58transportador de lipídios de um lado
49:02para o outro da membrana existem
49:05centenas de proteínas dessas famílias se
49:08ela for uma flippase ela joga para fora
49:11os fosfolipídios se ela for uma flor
49:14base ela joga para dentro e se ela for
49:17uma isca scramblase que é embaralhador a
49:21ela joga para os dois lados tanto para
49:25dentro quanto para fora esse
49:26fosfolipídio Então essas enzimas a única
49:30função delas é fazer essa esse
49:34transporte de posso lhe pedir dentro
49:37para fora da membrana são essas enzimas
49:40as que tornam a membrana A simétrica tá
49:47elas que vão organizar a membrana
49:51biológica tornando elas assimétricas
49:55Tá certo gente então a função delas é
49:58transportar fosfolípides um lado para o
50:01outro da membrana
50:04e deve ser feita Progressão de pedalar
50:10em uma membrana biológica ela é fluida
50:15então está aqui é uma célula Tá uma
50:18membrana aqui e aqui em baixo uma célula
50:21daqui é como se fosse um axónio de um
50:23neurônio uma protuberância da célula nos
50:25aqui tudo é membrana celular e aqui nós
50:28usamos uma micro uma pinça ótica que ela
50:32é capaz de agarrar uma parte da membrana
50:34e puxar Então olha como que é membrana é
50:37fluida é líquida aqui tanto faz uma
50:40membrana Senhor o sal esse local laser
50:43tweeters segura Olha a membrana e puxa
50:47ela e olha como que ela vem marca do em
50:51nuvem nesse membro antigo e também
50:53naquele por Fátima na explosão de
50:57Caracol resposta rapidamente eu não
51:03ronco essa membrana por quê
51:04se cuida e essa é característica de
51:09anfip cidade hum hum infelicidade
51:13exatamente dos fosfolipídios tornam é
51:16ela é capaz de se regenerar rapidamente
51:20então ao invés de ela rompeu consigo
51:22esticar ela e mover ela de um lado pro
51:25outro
51:26Ah tá então ela altamente fluida
51:31membrana biológica
51:35Ah é Então alguma vez que eu já
51:38demonstrei para vocês que é membrana
51:40biológica ela é composta de diversos
51:43lipídios diferentes e qual é a função
51:47deles e todas as células são iguais não
51:50dependendo da célula que nós analisarmos
51:53vão ter constituições de lipídios
51:56diferentes na sua membrana tá porque
51:59esse lipídios estão correlacionadas com
52:01a função uma determinada função da
52:04célula do seu olhar aqui se elas de
52:07fígado tá células de eritrócitos de
52:11células do sangue que transporta o
52:13oxigênio células que formam a mielina
52:17mitocôndrias é o seja por uma membrana
52:20mitocondrial ou de uma bactéria por
52:23exemplo olha como que a Constituição de
52:26colesterol fósforo e taloamina
52:29fosfatidilserina Poxa atingiu Colina ou
52:32glicolipídeos de varia
52:34E então em bactérias a membrana dessas
52:38bactérias é quase totalmente fosfatidil
52:40etanolamina não tem quase nenhum outro
52:44lipídio tá mas se eu olhar por exemplo a
52:48membrana do fígado tem uma grande
52:51quantidade de colesterol já mitocôndria
52:55quase não tem colesterol tá é se eu
53:00notar aqui foi Gentil etanolamina é a
53:04membrana do líquido do fígado quase não
53:06tem bastante de outra na lâmina mas é
53:09mitocôndria tem muito tá quase metade é
53:13um terço dela é de faixa de 8 a lâmina
53:16então mostrando que dependendo do tipo
53:19de membrana ou de célula essa
53:23Constituição de lipídios vai variar
53:26drasticamente tá
53:29eu vou falar agora de uma outra
53:32característica da membrana biológica que
53:34é muito importante tá é da
53:40permeabilidade
53:47a seletiva
53:52Ah tá então toda membranas biológica a
53:56principal função dela é de
53:59permeabilidade seletiva ser
54:01seletivamente permeável a algumas
54:04moléculas então eu vou adiantar uma
54:08coisa aqui agora e depois eu vou
54:10retornar para esse slide Então as
54:13membranas biológicas
54:15o poço impermeabilidade
54:23a seletiva
54:26Oi tá seletiva
54:30e essa permeabilidade seletiva é
54:33dividida em duas características
54:35primeira dela é cm
54:39a permear bilidade
54:44Oi e a outra dela é a ser celete vidade
54:54Ah tá então semipermeabilidade é a
55:00capacidade da membrana de deixar algumas
55:03coisas passarem ou em outras não tá em
55:07outras moléculas não conseguem passar
55:10então as membranas biológicas são
55:14semipermeáveis quem define a
55:17semipermeabilidade da membrana são os
55:21lipídeos
55:24Ah tá a bicamada lipídica que determina
55:27a semipermeabilidade já seletividade é a
55:33característica da membrana de escolher o
55:36que passa Então se uma determinada
55:38molécula não consegue passar por
55:40lipídios a membrana possui formas de
55:45escolher se elas vão passar ou não a
55:50seletividade da membrana é feita pelas
55:54proteínas
55:56E aí
55:58Ah tá então moléculas que não passam
56:02pelos lipídios podem passar ou não
56:05através das proteínas já dei o exemplo
56:09para vocês de uma dessas características
56:11por exemplo nesse slide daqui ó tá o
56:17esporte foi lipídios eles são
56:19impermeáveis a membrana Eles não
56:22conseguem atravessar de um lado pro
56:24outro tá Só que essa proteína daqui ela
56:28consegue selecionar que eles passem ou
56:32não através dessa membrana tá então uma
56:36molécula que antes era impermeável não
56:38conseguia atravessar essa membrana agora
56:41ela consegue atravessar usando uma
56:45a proteína
56:48Ah tá
56:51E aí
56:53e como é que eu volto para lá então
56:55existem essas duas características da
56:58membrana ela pode ser a ela é tem
57:04permeabilidade seletiva tá que é
57:07dividida em semipermeabilidade que que a
57:12conferido pelos lipídios
57:15e lipídios
57:19Oi tá ima seletividade que é conferida
57:23pelas proteínas vamos primeiramente
57:26falar da característica de
57:29semipermeabilidade da membrana então
57:32Aqui nós temos uma bicamada lipídica e
57:35ela possui o seu interior escondido da
57:38água a parte hidrofóbica
57:45e hidrofóbica é não gosta de moléculas
57:49polares passando por ela então o que que
57:52é membrana lipídica vai deixar passar
57:56muito facilmente ou e não vai deixar
57:58passar de forma alguma então cada vez
58:01mais hidrofóbica a mulher a molécula
58:05então moléculas como oxigênio gás
58:09carbônico CO2 a nitrogênio e moléculas
58:16hidrofóbicas como é hormônios
58:19esteroidais eles conseguem atravessar
58:23muito facilmente a membrana biológica ou
58:26seja eles são impermeáveis a essa
58:29membrana biológica e psíquica
58:32e agora cada vez mais polares menos
58:37permeáveis elas vão ser então moléculas
58:40não carregadas polares mas pequenas
58:45é como a água a ureia eo glicerol São
58:50pouquíssimos permeáveis à membrana tá
58:53maior parte deles Vão bater e vão voltar
58:56ai a não vão ser permeáveis já moléculas
59:00grandes e polares mas não carregadas
59:04como glicose e sucrose são virtualmente
59:08e impermeáveis Olha a membrana
59:12Oi tá aí ó Once que são moléculas que
59:15possuem uma carga líquida positiva ou
59:18negativa como por exemplo hidrogênio
59:21sódio potássio e cloro eles não
59:24atravessam a membrana de jeito nenhum
59:25eles são impermeáveis então a membrana
59:31biológica a membrana lipídica ela é
59:34semipermeável porque deixa algumas
59:37moléculas passarem e outras não não
59:41passam a professora quer dizer que essas
59:44moléculas que não passam nunca vão
59:47entrar na membrana Não elas vão entrar
59:49na membrana Mas elas vão ser seleccionar
59:54as ser e adicionadas
59:57e selecionadas 800 inscrição das últimas
1:00:01selecionadas quem seleciona ela as
1:00:04proteínas como nós vamos ver mais para
1:00:08frente
1:00:09Ah tá então isso que é
1:00:12semipermeabilidade que é conferida pelos
1:00:14lipídios algumas moléculas passam e
1:00:16outras não devido às suas
1:00:18características químicas tá
1:00:23em cima olharmos compararmos por exemplo
1:00:26o citoplasma
1:00:27Oi e a água do mar e se o neurônio de
1:00:33uma lula gigante mas é muito próximo ao
1:00:37nosso nós vamos notar que a concentração
1:00:39de íons varia drasticamente existe essa
1:00:44concentração de sódio no citoplasma
1:00:47então de 65 millimolar já na água do mar
1:00:51ela é quatro vezes maior mais ou menos
1:00:55quatro cinco vezes maior mais ou menos
1:00:56tá é e de potássio é o contrário no
1:01:02citoplasma de desse neurônio Existe uma
1:01:04grande concentração de potássio e quase
1:01:07nenhuma na água do mar tá então seja
1:01:10notem que daqui é um grande
1:01:12desequilíbrio
1:01:18o que eu falei para vocês lá atrás quem
1:01:20mantém esse desse equilíbrio entre o
1:01:23citoplasma e água do mar e vice-versa é
1:01:26a membrana biológica e uns como eu falei
1:01:29para vocês não atravessam essa membrana
1:01:33passivamente através dos lipídios Então
1:01:36quem faz esse desequilíbrio Quem gera
1:01:39esse desequilíbrio vão ser as proteínas
1:01:43como a gente vai ver mais para frente
1:01:46Tá certo então como a célula consegue
1:01:49manter o desequilíbrio do meio
1:01:51extra-celular com o meio intracelular
1:01:55como que ela consegue manter então a
1:01:58permeabilidade seletiva ela vai depender
1:02:01de proteínas que são proteínas que vão
1:02:06fazer seletivamente vão transportar
1:02:08moléculas de um lado para o outro da
1:02:11membrana como nós vamos ver mais para
1:02:12frente então recapitulando as
1:02:16características da membrana biológica
1:02:18que nós vimos até agora então membrana
1:02:21plasmática é formada por uma bicamada de
1:02:24lipídios e proteínas nela inserido
1:02:27inseridas vimos isso ela é um mosaico
1:02:30fluido Então ela é fluida os lipídios
1:02:34eles são fluidos e as proteínas e
1:02:36lipídios conseguem difundir de um lado
1:02:38pro outro e é um mosaico porque ele
1:02:41pedir de características químicas
1:02:43similares se agrupam vemos isso
1:02:46e ela possui permeabilidade seletiva ela
1:02:50é semipermeável Ela consegue escolher
1:02:54através dos lipídios quais moléculas
1:02:56quimicamente diferentes atravessa um Não
1:02:58ela tá Não vimos isso e seletiva porque
1:03:03proteínas específicas selecionam o que
1:03:07que vai passar de um lado para outro
1:03:10e a membrana plasmática definir o que
1:03:13que tem dentro da célula e o que que tem
1:03:15fora da célula vemos isso e ela mantém
1:03:20uma diferença ela mantém essa diferença
1:03:25o desequilíbrio através de canais e
1:03:28bombas proteicos tá esses canais e
1:03:32bombas proteicos que vão fazer a seleção
1:03:38seleção do que entra e sai da célula mas
1:03:42se a parte da permeabilidade seletiva
1:03:45então está faltando nós vemos quem são
1:03:49esses canais e quem são essas bombas de
1:03:51proteínas que determinam facilitam ou
1:03:55determinam e transportam determinada
1:03:59substância para dentro da célula tem
1:04:01torna a membrana plasmática seletiva
1:04:06bom então nós já vimos slides parecidos
1:04:08com esse onde os lipídeos formam a parte
1:04:12semipermeável da membrana e fluido da
1:04:14membrana e que as proteínas nela
1:04:17inserida formam então a parte seletiva
1:04:21vai selecionar o que entra e o que sai
1:04:24da célula
1:04:26Ah tá através dessas proteínas
1:04:29é tão bom rapidamente ver quais são os
1:04:32tipos principais de proteínas que
1:04:34existem na membrana existem duas
1:04:37famílias de proteínas é principais da
1:04:40membrana as chamadas proteínas integrais
1:04:43que são todas essas daqui
1:04:47Ah tá as proteínas integrais Elas têm
1:04:51recebem seus nomes porque quando em
1:04:55laboratório nós tentamos separar
1:04:58ah ah ah lipídios o restante da célula
1:05:02então se eu quero isolar in vitro na no
1:05:05vidro né a membranas do restante da
1:05:09célula eu vou então purificar essas
1:05:12membranas só que eu não consigo separar
1:05:15esses lipídios dessas proteínas chamadas
1:05:18integrais porque elas fazem parte
1:05:22integral dessa membrana lipídica tá elas
1:05:26vem junto elas estão ligadas essa
1:05:29membrana tá de forma mais forte elas
1:05:33potentes são de alguns tipos diferentes
1:05:36então existem as proteínas
1:05:39transmembranares são proteínas que
1:05:42atravessam a membrana olha essas
1:05:45proteínas estão em verde Zinho aqui olha
1:05:47elas atravessam a membrana elas são
1:05:51então transmembranares
1:05:53eu e elas podem atravessar em para que
1:05:56ficam com uma porção do lado de fora da
1:05:58célula e a outra parte para o lado de
1:06:01dentro da célula olha e elas podem ser
1:06:05de alguns tipos diferentes elas podem
1:06:07ser em alfa-hélice alfa-hélice e dizer
1:06:11que elas formam essa essa parte essa
1:06:14forma de saca-rolha aqui ou elas formam
1:06:17como se fosse um barril Tá barril Beta
1:06:21que é o nome dela então alfa-hélice que
1:06:26forma está com a rolha asinhas aqui ou
1:06:28barril Beta que essa forma daqui olha
1:06:32Ah tá ou elas podem ser a Ezequiel é uma
1:06:38transmembranar também ou elas podem ser
1:06:41ancorados por um lipídios daqui é um
1:06:44lipídio Olha então é só tem uma Âncora
1:06:47zinha de lipídio é como se fosse um
1:06:50barco elas jogaram de lipídio aqui
1:06:53dentro da membrana e elas ficam
1:06:54flutuando forma ancorada na membrana
1:06:58essas todas essas proteínas são chamadas
1:07:01de proteínas e integrais já esse
1:07:04proteínas periféricas são essas verdes e
1:07:07as aqui olha as proteínas periféricas
1:07:11elas não estão ligadas diretamente na
1:07:13membrana elas se soltam fácil da
1:07:16membrana só que elas estão ligadas a
1:07:19membrana através de uma proteína
1:07:21integral Então nesse ligam
1:07:24proteína-proteína então elas se encaixam
1:07:27em proteínas integrais
1:07:29Oi tá todas essas proteínas aqui são
1:07:33chamadas de proteínas de membrana e são
1:07:35partes essas duas famílias
1:07:38e deixa eu explicar rapidamente para
1:07:40vocês o que são proteínas alfa-hélice
1:07:43integrais e foi aberta tá então temos
1:07:46aqui a o barril Beta né temos aqui uma
1:07:50proteína transmembrana ar em alfa-hélice
1:07:53por exemplo tá E temos uma outra aqui
1:07:57uma proteína transmembranares por
1:08:00exemplo fazendo um barril Beta
1:08:03Ah tá então vamos ver as
1:08:06transmembranares formando uma
1:08:08alfa-hélice o que que é isso esse João
1:08:11ver mais em bioquímica tá alfa-hélice
1:08:14essa estrutura aqui em saca-rolha Olha
1:08:16ela a proteína a sequência de
1:08:19aminoácidos ela faz um giro como se
1:08:23fosse um saca-rolha por isso que é uma
1:08:25hélice tá Alpha isso daqui ela pode
1:08:30atravessar a membrana tá então aqui eu
1:08:33tenho por exemplo uma proteína com
1:08:35diversas alfa-hélices diversos
1:08:38saca-rolhas vinho Sake atravessando a
1:08:40membrana lipídica aqui olha
1:08:43e se nos lembrarmos essa parte lipídica
1:08:46aqui da membrana ela é hidrofóbica tá
1:08:51Então como que essas partes proteica
1:08:54saque conseguem atravessar a membrana
1:08:57que é hidrofóbica o que acontece é o
1:09:00seguinte estão novamente nós temos aqui
1:09:02uma alfa-hélices tá e o que acontece é o
1:09:05seguinte todos os aminoácidos que formam
1:09:09essa alfa-hélice Olha que são esses
1:09:11daqui todos esses aminoácidos eles são
1:09:17hidrofóbicos esses aminoácidos resíduos
1:09:21de aminoácidos que ficam voltados para
1:09:23membrana são todos hidrofóbicos então
1:09:27ficam aqui aminoácidos hidrofóbicos que
1:09:31eu falei pra vocês na aula anterior
1:09:34o hidrofóbicos four bicos
1:09:40e voltados para membrana biológica que
1:09:44também é hidrofóbica essa parte de
1:09:46hidrocarboneto aqui então esses foi
1:09:50essas a Alpha eles conseguem atravessar
1:09:54a membrana tá e ficou inseridos a
1:09:56membrana com uma porçãozinha ela aqui
1:09:59olha para um lado da membrana e outra
1:10:01porçãozinha aqui voltado para o citosol
1:10:03tá essas portõezinhos aqui podem ser
1:10:07longas mas o que atrair de qualquer é
1:10:10parte cidade de qualquer polaridade mas
1:10:15essas partes que estão atravessando a
1:10:16membrana devem ser hidrofóbicos
1:10:21Ah tá isso a gente consegue quantificar
1:10:24se eu pego aqui uma sequência de
1:10:27aminoácidos tá se eu encontro aqui a
1:10:31regiões com um torno de 10 a 15
1:10:36aminoácidos hidrofóbicos quer dizer
1:10:40então execta hidropaticidade esse
1:10:43gráfico se eu tenho muitos aminoácidos
1:10:45hidrofóbicos um do lado do outro quer
1:10:48dizer que essa região vai atravessar a
1:10:50membrana plasmática tá é se essa
1:10:55proteína atravessa uma única vez a
1:10:58membrana é o chão ela de unipasso
1:11:01atravessa uma única vez mas como nós
1:11:04vimos ela pode atravessar diversas vezes
1:11:08a membrana a mesma proteína essas
1:11:10proteínas que atravessam diversas vezes
1:11:12a membrana nós chamamos de multi passo
1:11:15então vejam só essa essa proteína daqui
1:11:18a sequência de aminoácidos tem
1:11:21as sequências hidrofóbicas nela toda
1:11:25toda sequência hidrofóbica aqui dela vai
1:11:29ser um passo que ela vai atravessar a
1:11:32membrana como nós vimos essa proteína
1:11:35daqui atravessa Olha uma duas três
1:11:38quatro cinco seis sete vezes da membrana
1:11:43essa daqui é uma proteína multi passo
1:11:49Tá certo gente então vamos passando e as
1:11:53folhas Beta os Barris Beta como é que
1:11:56eles fazem ao invés de eles fazerem uma
1:11:59alfa-hélice como nós vimos elas formam
1:12:02como se fosse uma folha de papel a
1:12:05sequência de aminoácidos e olha elas vão
1:12:07se contornando uma Qual outra formando
1:12:10como se fosse uma folha de papel essa
1:12:14folha nós chamamos de folha
1:12:18a Beta tá é como se fosse uma folha de
1:12:21papel a proteína vai fazendo uma volta
1:12:24uma estrutura secundária em forma de
1:12:27folha se eu pegar essa folha que depois
1:12:31e fechar ela olha o Fecha essa folha eu
1:12:34formo um canal Zinho e olha um
1:12:36buraquinho nela Então essa folha Beta
1:12:40fechada ela forma o chamado barril Beta
1:12:45forma as estruturas aqui olha em forma
1:12:48de folhas fechada se vocês pegar uma
1:12:50folha de papel na casa de vocês se
1:12:53conseguem fechar ela e fazer um
1:12:55barrilzinho esse barrilzinho atravessa a
1:12:59membrana através desses barris
1:13:02o som capaz de passar moléculas de forma
1:13:07seletiva tá então esses esses
1:13:13aminoácidos aqui olha ligados a membrana
1:13:16eles vão ser todos hidrofóbicos tá
1:13:20porque eles estão atravessando a
1:13:21membrana e hidrofóbica já que dentro do
1:13:25barril dentro desse barrilzinho daqui eu
1:13:27posso ter aminoácidos hidrofílicos que
1:13:31vão fazer como se fosse uma peneira
1:13:33deixando algumas moléculas passar e
1:13:36outras não por isso que eles são
1:13:39seletivos eles podem também fechar e
1:13:42abrir tá entupir esses canais ou abrir
1:13:47esse canais permitindo a passagem ou não
1:13:50de moléculas o mesmo pode acontecer com
1:13:54esses canais formado por folhas por
1:13:59alfa-hélice eles aqui por dentro tem me
1:14:02tem a paz
1:14:02o substâncias hidrofílicas que antes não
1:14:06passariam tá então essas proteínas
1:14:09integrais transmembranares elas podem
1:14:13servir como meio de passagem de
1:14:15moléculas que vão passar para o seu
1:14:17interior aqui olha
1:14:21e de forma seletiva
1:14:24Ah tá
1:14:28é E essas daqui mesma forma elas também
1:14:32tem aminoácidos hidrofóbicos que se
1:14:34ligam a uma das membranas a uma das
1:14:38camadas da membrana plasmática
1:14:41o e as ancorados por lipídeo como é que
1:14:45acontece muito rapidamente gente essas
1:14:48proteínas quando elas são sintetizadas
1:14:51elas são ligadas a uma cauda de
1:14:54hidrocarboneto tá a uma Âncora de
1:14:58lipídio podem ser essas diferentes
1:15:01âncoras aqui olha essas partes de Angeli
1:15:05Pires se inserem na membrana e mantém
1:15:07essas proteínas ancoradas Olha então
1:15:10ficou uma bolinha ancorada nessa
1:15:12membrana algumas enzimas podem de vez em
1:15:15quando cortar essa Âncora fazer um corte
1:15:19Zinho daqui olha
1:15:20Ah tá e liberar essas proteínas para o
1:15:24citoplasma ou para o meu esse celular
1:15:27por exemplo que que é CESAN cores
1:15:29permitem que essas proteínas fica em
1:15:31próximo da membrana e que quando eu
1:15:34precisar eu posso soltar as rapidamente
1:15:36para funcionar com os sinais ou enzimas
1:15:39Ah tá E esse proteínas periféricas a
1:15:44Esporte nesse periféricas elas ficam
1:15:46próximas a membrana que são seus
1:15:48vizinhos aqui elas ficam próximas a
1:15:51membrana ligadas a uma proteína integral
1:15:55e por exemplo aqui eu tenho uma proteína
1:15:59integral tá de junção celular tá tô
1:16:04atravessando e eu tenho proteínas
1:16:07periféricas ligadas a ela Então a Talina
1:16:10aqui tá ligado a essa proteína
1:16:13transmembrana na integral já aqui essa
1:16:18proteína que provavelmente é uma alma é
1:16:23uma proteína da Matriz né que é um um
1:16:26colágeno ela também está ligado essas
1:16:29proteínas transmembranares aqui então
1:16:32essa amarelinha e essa verdinha são
1:16:36proteínas periféricas
1:16:39Ah tá
1:16:42e por último características da membrana
1:16:46eu vou falar do glicocalix o glicocálix
1:16:50vem do grego esse termo que é geeks que
1:16:55açúcar calix que é envoltório tá então a
1:17:01um envoltório da célula formado de
1:17:03açúcar aqui a membrana geralmente é
1:17:06muito fininha tá quando eu faço uma
1:17:08microscopia eletrônica desse tipo e aqui
1:17:11tá marcado de preto carboidrato para
1:17:14vocês verem quantidade de açúcar ou de
1:17:17carboidratos que existem voltados para o
1:17:19lado de fora dessa membrana essa parte
1:17:22pretinha daqui então é o glycocalyx da
1:17:26célula ele é um revestimento formado por
1:17:29uma camada frouxa de carboidrato está de
1:17:33glicídios
1:17:34Oi tá aí ligados esse glicídios tem uns
1:17:39lipídios proteínas entrelaçadas do lado
1:17:43de fora da membrana plasmática isso é
1:17:45importante tá exclusivamente em células
1:17:48animais e alguns protozoários não são
1:17:51todas as células que formam glicocálix
1:17:54Quais são as funções do glicocalix eles
1:17:58têm como função proteger as células de
1:18:00agressões físicas e químicas do ambiente
1:18:03externo estão voltados para fora
1:18:06e eles retém nutrientes e enzimas tá e
1:18:11confere a capacidade das células se
1:18:14reconhecerem Então olha Do que que é
1:18:17formado o glicocálix o glicocálix ele é
1:18:21formado basicamente de glicolipídios
1:18:24quem já viu anteriormente que estão
1:18:27todos voltados para fora da célula e de
1:18:31glicoproteínas São proteínas Oliver
1:18:34vizinha ligados a carboidrato então eu
1:18:38tenho proteínas glicoproteínas pequenas
1:18:40e glicoproteínas grandes olha com
1:18:44grandes carboidratos que são chamados de
1:18:47proteoglicanos tá isso faz com que a
1:18:51parte extra-celular da membrana fique
1:18:55com uma grande quantidade olha de
1:18:58carboidratos Tá formando o glicocálix
1:19:04Tá certo então eu vou dar alguns
1:19:07exemplos para vocês de como esse
1:19:09glicocálix pode funcionar nesses três
1:19:12funções dele tá Então dependendo do
1:19:16tecido que nós estamos falando o nosso
1:19:18corpo o glicocalix que ele vai ser
1:19:20espesso ou fino ou bem específico para
1:19:25fazer um reconhecimento célula célula
1:19:27Então como é que ele funciona na
1:19:29proteção de agressões físicas e químicas
1:19:31eu vou dar um exemplo por exemplo do
1:19:34estômago o nosso estômago tá então eu
1:19:37não sei se vocês estão vendo nosso
1:19:39estômago ele possui Uma Grande Barreira
1:19:41de glicocálix tá de glicolipídios
1:19:46glicoproteína sendo produzidas
1:19:49e o nosso estômago é a região muito
1:19:52ácida tentei grande quantidade de
1:19:55prótons de hidrogênio ali e grande
1:19:57quantidade de proteases proteínas que
1:20:00quebram outras proteínas então se a
1:20:04membrana da célula é membrana lipídica
1:20:06das ela ficasse exposta direto ao
1:20:09ambiente ácido e altamente hidrolitico
1:20:13dar o estômago ela seria digerida o
1:20:16tecido estomacal será digerido como é
1:20:19que ele se protege ele produz um espesso
1:20:23glicocálix tá então esses carboidratos
1:20:26aqui não são digeridos por proteases
1:20:30porque eles são carboidratos protease só
1:20:32quebram proteínas então esses açúcares
1:20:36vão proteger o estômago dessas proteases
1:20:39Além disso é o estômago produz um muco
1:20:43esse muco é feito de glicoproteínas
1:20:47proteínas congrega grande quantidade
1:20:49o carboidrato e esse muco protege o
1:20:54estômago da acidez estomacal tá então o
1:20:58glicocálix ser responsável pela proteção
1:21:01do tecido estomacal tá se nós tomamos
1:21:06algum medicamento que reduz esse
1:21:08glicocálix como por exemplo
1:21:10anti-inflamatórios ou se eu bebo muita
1:21:13água eu retiro esse muco que reduzisse
1:21:17glicocálix do estômago aumentando as
1:21:20agressões físicas dando surgimento a
1:21:23úlceras E gastrite tá então dessa forma
1:21:27o glicocálix funciona como uma proteção
1:21:30e como que ele retém nutrientes enzimas
1:21:33novamente esses carboidratos aqui eles
1:21:37conseguem por serem hidrofílicos reter
1:21:40próximo a célula nutrientes e enzimas
1:21:43importantes então forma um microambiente
1:21:47em volta da célula Tá
1:21:49E além disso O glicocálix é diferente do
1:21:54Cálice células podem se reconhecer como
1:21:57se fosse um zíper tá ou o velcro na
1:22:01verdade isso é específico então células
1:22:05vizinhas elas podem se ligar através
1:22:08desses açúcares aqui do glicocalix tá
1:22:13bom gente
1:22:15tá passando a Então como já falei para
1:22:19vocês a membrana biológica ela é fluida
1:22:23tanto lipídios quanto proteínas podem se
1:22:26difundir lateralmente tá de um lado para
1:22:30o outro e podem rotacionar tá já falei
1:22:35também para vocês que a principal
1:22:37característica da membrana biológica é
1:22:40de permeabilidade seletiva os lipídios
1:22:44conferem a característica de cm
1:22:49permeabilidade P ver habilidade
1:22:54Oi tá da membrana então algumas
1:22:57moléculas químicas como moléculas
1:22:59hidrofóbicas passam livremente e
1:23:01moléculas polares é passam com maior
1:23:05dificuldade tá então já aqui são as
1:23:09dificuldades moléculas hidrofóbicas tem
1:23:13uma grande permeabilidade e cada vez
1:23:15mais hidrofílicas elas se tornam menor é
1:23:19a permeabilidade chegando a aqui um
1:23:23milhão de vezes Menos permeável Hoje os
1:23:26seus do que uma molécula como por
1:23:29exemplo uma molécula hidrofóbica tá mas
1:23:33se nós lutarmos uma membrana plasmática
1:23:35por exemplo e nós analisarmos os
1:23:39constituintes de íons de um lado da
1:23:43membrana do lado de fora da membrana o
1:23:46lado de dentro da membrana que é o
1:23:47citosol nos vemos uma grande variação na
1:23:52concentração de íons oh
1:23:54a corda se ela tem uma grande quantidade
1:23:56de sódio e de cloro já do lado de dentro
1:24:00da célula eu tenho muito pouco sódio e
1:24:03cloro mas temos muito botar é potássio
1:24:06fosfato e outras proteínas disso mostra
1:24:11um grande desequilíbrio tá
1:24:17e como já falamos antes um grande
1:24:20desequilíbrio
1:24:22E como que se desequilibre é feito gente
1:24:25na célula se essas moléculas daqui
1:24:27carregadas elas são virtualmente e
1:24:31impermeáveis a célula então se eu
1:24:34tivesse só os lipídios na célula elas
1:24:37não passariam de um lado para outro
1:24:38então aqui dentro do citoplasma eu não
1:24:41teria nada de ir e todos estarem aqui do
1:24:44outro lado de fora então quem permite é
1:24:46a seletividade da membrana biológica
1:24:50quem permite a seletividade como eu
1:24:52falei para vocês são as proteínas
1:24:55Ah tá as proteínas que vão gerar esse
1:25:00desequilíbrio com transportar algumas
1:25:02moléculas para dentro e outras para fora
1:25:04mas antes de falar da das proteínas Eu
1:25:09gostaria de falar o transporte de água e
1:25:11um lado pro outro da membrana E para
1:25:14isso eu tenho que falar um pouco de
1:25:16osmose para vocês tá quê que é osmose
1:25:20osmose é a passagem da água ou do
1:25:25solvente da nossa estrelas não sei se
1:25:27elas vivem na água tá através de uma
1:25:31membrana semipermeável através então dos
1:25:35lipídios lipídios
1:25:39Ah tá Qual que é a função da osmose O
1:25:43que é osmose sempre vai atingir a osmose
1:25:46sempre vai manter o equilíbrio de água
1:25:51de concentração na verdade de um lado ou
1:25:56do outro dessa membrana semipermeável tá
1:25:59então por exemplo se eu pego um copo
1:26:02aqui tá coloca uma membrana
1:26:05semipermeável aqui uma membrana lipídica
1:26:08aqui esse através essa membrana eu
1:26:12consigo passar a água de um lado para o
1:26:14outro mas não consigo passar essa
1:26:17bolinha vermelha por exemplo que pode
1:26:20ser um íon ou pode ser um açúcar
1:26:23e eu coloco muito açúcar desse lado
1:26:26daqui dessa membrana e pouco açúcar
1:26:29desse lado a concentração aqui vai ser
1:26:32maior do que desse lado de Açúcar né
1:26:35tenho mais açúcar aqui no que desse lado
1:26:38tá como o açúcar não consegue passar
1:26:42daqui para cá a água então vai ser
1:26:45puxada para esse lado Tá eu vou ter água
1:26:49sendo puxada pelo açúcar desse lado tá
1:26:52então por osmose a água vai passar da
1:26:56Dee da direita para a esquerda então quê
1:27:00que vai acontecer a quantidade o volume
1:27:03de água desse lado daqui mais
1:27:05concentrado ele vai aumentar e o volume
1:27:09desse lado desse lado de água menos
1:27:11concentrado ele vai diminuir tá então
1:27:15ele vai puxar Como uma esponja quando eu
1:27:18coloco uma esponja na água a esponja
1:27:21puxa a água para o seu Inter
1:27:23e até como se a esposa tivesse mais
1:27:25concentrada puxando por osmose essa água
1:27:29de um copo de água
1:27:31Ah tá então a osmose sempre vai puxar
1:27:34água do Meio menos concentrado por meio
1:27:38mais concentrado se eu penso isso em
1:27:41relação a uma célula por exemplo tá se
1:27:45eu pego uma célula Tá uma célula Zinha e
1:27:49coloco essas ela no meio ISO ISO é igual
1:27:53tá Numa célula que tem uma mesma
1:27:57concentração de moléculas como por
1:28:00exemplo de açúcar no seu interior
1:28:02a e do lado de fora
1:28:05e o que que vai acontecer a água nessa
1:28:09célula ela vai tanto entrar quanto sair
1:28:13na mesma proporção e essas ela vai ficar
1:28:15normal ela não vai nem ganhar a água nem
1:28:19perder água tá isso através da sua
1:28:22membrana lipídica já se eu coloco essas
1:28:26células numa a solução Ipu tônica ou
1:28:29seja pouco concentrada isso quer dizer
1:28:33que a água tá com muita concentração de
1:28:36Açucar por exemplo ou de outras
1:28:38moléculas que não conseguem atravessar a
1:28:40célula e pouca do lado de fora
1:28:44e isso vai fazer com que a água entre na
1:28:48célula Tá então essa célula ela vai
1:28:51começar a ganhar água e vai inchar E
1:28:56lizar romper tá porque porque essas
1:29:01moléculas de açúcar ou de outras que não
1:29:04conseguem atravessar a membrana montar
1:29:06em grande concentração dentro da célula
1:29:08e vão puxar água por osmose para o
1:29:11interior dessa célula e essas ela vai
1:29:14ganhar volume já se o contrário
1:29:17acontecer e eu colocar essa célula
1:29:20E no meio hipertônico ou seja do lado de
1:29:25fora eu tenho muita moléculas que não
1:29:29conseguem atravessar a membrana e lá de
1:29:32dentro tem pouca as ela vai perder água
1:29:35para o meio extra-celular tá então as
1:29:39ela agora ela vai murchar ela vai se
1:29:42tornar plasmolizada então o desafio da
1:29:47célula no nosso corpo por exemplo é
1:29:50sempre manter uma um meio isotônico
1:29:54porque senão Imagina a gente toda hora
1:29:57nossa história daria um murchando e
1:29:59morrendo ou inchando e Lisandro e
1:30:03morrendo também então o nosso corpo as
1:30:06nossas células do corpo animal Elas têm
1:30:09que toda hora manter essa isotonicidade
1:30:12com o meio tá para que a água entra
1:30:16entre e saia na mesma velocidade para
1:30:20que esse
1:30:20um mousse não enchem na de forma alguma
1:30:24para que elas não morreram como que a
1:30:28gente faz isso a gente utiliza proteínas
1:30:31proteínas na membrana da célula essas
1:30:35proteínas aqui na membrana da célula
1:30:37elas vão transportar íons e moléculas de
1:30:43fora para dentro da célula para manter a
1:30:48isotonicidade tá então nossas células
1:30:52estão toda hora bombeando íons e
1:30:55moléculas para dentro e para fora delas
1:30:57e esse bombear é feito por proteínas
1:31:00para manter a isotonicidade tá então
1:31:06osmose é uma coisa é ou transporte de
1:31:10moléculas que atravessam a membrana tá
1:31:15principalmente a água que é a
1:31:17majoritária
1:31:18Ah tá
1:31:20e agora vou falar de uma outra pressão
1:31:23de um outro equilíbrio que tem que
1:31:26acontecer na célula então além da osmose
1:31:28esse equilíbrio chamado de Gradiente
1:31:31eletroquímico tem que ser mantido tá em
1:31:36equilíbrio e o que que é o gradiente
1:31:39eletroquímico agora eu vou falar de
1:31:42solutos
1:31:44a ficção e solutos são outras moléculas
1:31:48que são é que são a capaz de dissolver
1:31:53na água tá são moléculas polares então
1:31:58aqui por exemplo eu coloco íons tá é
1:32:02Vale lembrar que esses Rios vão sempre
1:32:06atravessar a membrana através de
1:32:08proteínas tá então por exemplo
1:32:12primeiramente falando A Gradiente
1:32:15químico tá então posso dividir em Eletro
1:32:19e químico químico vai ser a concentração
1:32:22de determinada molécula então vejam que
1:32:25essa molécula azulzinho aqui tá em
1:32:27grande concentração do lado de fora da
1:32:29célula e pouca do lado de dentro Então
1:32:33quimicamente essa molécula vai ter a
1:32:35tendência de entrar na célula
1:32:38Tá certo então em termos de quantidade é
1:32:43isso vai ser individual para cada
1:32:45molécula uma molécula de sódio vai ter o
1:32:48seu Gradiente químico uma molécula de
1:32:50potássio vai ter o seu Gradiente químico
1:32:52um uma proteína determinada vai ter seu
1:32:56Gradiente químico cada um desses a
1:32:58concentração vai entender entrar em
1:33:00equilíbrio tá e o elétrico a gente
1:33:05lembra que a membrana plasmática da
1:33:07parte interior ela é negativamente
1:33:10carregada por ou por concentração de
1:33:14íons e também por causa daquele
1:33:16fosfolipídio que é forte atingiu serina
1:33:18e o lado de fora da membrana é
1:33:21positivamente carregado
1:33:23bom então se nós pensarmos aqui essa
1:33:26molécula o gradiente químico dela a
1:33:29tendência fazer ela entrar certo só que
1:33:33como aqui dentro Eu tenho uma carga
1:33:34negativa puxando mais moléculas
1:33:38positivas essas moléculas vão tendera a
1:33:41entrar em uma maior quantidade porque
1:33:45agora tenho duas coisas puxando essas
1:33:48moléculas para dentro Eu tenho tanto
1:33:50Gradiente químico de concentração contra
1:33:55como um Gradiente elétrico puxando mais
1:33:59ainda se substâncias para dentro então
1:34:02agora elas vão entrar com mais vontade
1:34:04aqui enquanto é carioca temos uma duas
1:34:07três quatro cinco seis sete oito nove é
1:34:10que eu tenho uma aqui entrariam
1:34:14e quatro moléculas vizinhas dessa porque
1:34:18eu ficaria com cinco aqui cinco aqui mas
1:34:21aqui como tem um carga positiva negativa
1:34:23puxando elas para dentro vão entrar mais
1:34:26moléculas vou entrar seis por exemplo tá
1:34:31para tentar neutralizar essas cargas
1:34:34negativas aqui então agora eu vou estar
1:34:37tentando neutralizar tanto o gradiente
1:34:41químico quanto Gradiente elétrico e o
1:34:44contrário também é verdadeiro se ao
1:34:46invés de uma carga positiva aqui dentro
1:34:49tiver uma negativa tirar uma carga
1:34:51positiva vão entrar menos moléculas
1:34:55então invés de entrar em quatro vou
1:34:58entrar em bom entrar por exemplo duas
1:35:00apenas
1:35:02Ah tá porque agora eu não vou ter eu vou
1:35:06ter essas cargas positivas expulsando
1:35:08moléculas positivas aqui pra dentro tá
1:35:11então as ela toda hora tá com esse
1:35:14desafio de manter o equilíbrio osmótico
1:35:17e de manter um Gradiente o equilíbrio
1:35:20eletroquímico de todas as substâncias o
1:35:24seu interior
1:35:26bom Então como que as células mantém o
1:35:28gradiente eletroquímico e a osmolaridade
1:35:31e regula a sua permeabilidade como que
1:35:34ela é seletiva então a seletividade e o
1:35:39controle da osmolaridade do Gradiente
1:35:41químico mas sempre acontecer através de
1:35:44transportadores e canais proteicos ou
1:35:48seja de proteínas que vão fazer isso tá
1:35:52Então primeiramente eu vou falar dos
1:35:55canais os canais são proteínas então
1:35:59além só que eu tenho membrana lipídica e
1:36:01eu tenho proteínas aqui verdinho
1:36:03atravessando vão ser sempre proteínas
1:36:07integrais transmembranares tá então quê
1:36:13que os canais fazem os canais funcionam
1:36:15como se fossem canudinhos ele se inserem
1:36:18na membrana e permitem a passagem de
1:36:22moléculas anteriormente não permeáveis a
1:36:25membrana
1:36:26Oi tá de um lado para o outro da
1:36:29membrana plasmática Então os canais eles
1:36:32facilitam a difusão e interage as
1:36:35moléculas que atravessam ele interagem
1:36:37fracamente com canal e permitem uma um
1:36:40transporte muito rápido de um lado pro
1:36:43outro
1:36:44e eu vou explicar mais rapidamente isso
1:36:48nos próximos slides
1:36:50o e os transportadores os três
1:36:53portadores são proteínas ou carregadores
1:36:57são proteínas que eles tem que mudar de
1:37:00conformação para permitir a passagem de
1:37:04determinada molécula de um lado para o
1:37:05outro enquanto os canais são apenas
1:37:09canudinhos tá é que abrem e permitem a
1:37:13passagem de moléculas para o seu
1:37:15interior os transportadores são
1:37:17proteínas que ficam é a potência ficando
1:37:21uma conformação numa forma
1:37:23tridimensional que quando uma molécula
1:37:26que vai outra passar se liga nele essa
1:37:29proteína ela muda de conformação ou seja
1:37:32era muda de formato tá E ela fecha de um
1:37:37lado abre do outro permitindo que essa
1:37:40molécula saia de um lado para o outro da
1:37:43membrana então vejam só aqui a proteína
1:37:46transportadora está em um formato aberto
1:37:49aqui para dentro
1:37:50e quando a molécula que vai ser
1:37:52carregada se liga nela ela muda de
1:37:55conformação ela fecha que dentro e abre
1:37:58para fora da célula permitindo que essa
1:38:01molécula saia Então os transportadores o
1:38:05carreadores também facilita a difusão
1:38:07eles podem ser contra ou a favor do
1:38:12Gradiente eu vou explicar esse mais para
1:38:14frente já os canais sempre são a favor
1:38:20o gradiente 1
1:38:24e eletroquímico e a gente eletroquímico
1:38:27tá
1:38:29Oi e a molécula que vai ser transportada
1:38:32têm que interagir fortemente com
1:38:34transportador isso diz confere uma menor
1:38:38velocidade de transporte tá agora nós
1:38:42vamos ver cada um desses daqui
1:38:44isoladamente Tá mas primeiro vamos falar
1:38:47das formas de transporte através da
1:38:50membrana biológica então aqui eu tenho
1:38:53membrana biológica tá e com sua parte
1:38:56hidrofóbica aqui
1:38:58Ah tá então existem moléculas que eu já
1:39:01mostrei para vocês pequenas é
1:39:05hidrofóbicas ou pequenas moléculas
1:39:07hidrofílicas não carregadas que
1:39:10conseguem atravessar a membrana
1:39:12biológica diretamente tá através dos
1:39:16lipídeos
1:39:17e esse transporte directo através dos
1:39:20lípides é chamado de difusão simples
1:39:25a todos os outros transportes que
1:39:27precisam de proteínas são chamados de
1:39:30Transportes facilitados
1:39:38Oi tá facilitados
1:39:40Oi tá existem transporte facilitados
1:39:45através de canais e Transportes
1:39:49facilitados através de transportadores
1:39:52Ou carreadores tá se nós olharmos aqui
1:39:57esse aqui é o gradiente eletroquímico tá
1:40:00aqui nós temos um lado da membrana
1:40:03muitas moléculas verdinhos quadradinhos
1:40:06verdinhos bolinhas as luzinhas e
1:40:09bolinhas amarelinhas do lado de dentro
1:40:11da cela pouca quantidade de todas essas
1:40:14então o gradiente para todas essas
1:40:17moléculas é entrar na célula para entrar
1:40:21em equilíbrio todos eles tendem a entrar
1:40:24na célula esse daqui essa entrada na
1:40:28célula nós chamaríamos a favor do
1:40:31Gradiente a favor do equilíbrio tá o
1:40:37transporte de canal sempre ocorre
1:40:40o morro do Gradiente tá sempre moléculas
1:40:45pequenas que você transportadas a favor
1:40:48do Gradiente todo transporte que é feito
1:40:52a favor do Gradiente nós chamamos de
1:40:55transporte passivo tá
1:41:00em alguns transportadores também fazem
1:41:05Transportes passivos
1:41:08E aí
1:41:12Ah tá a favor do Gradiente mas alguns
1:41:16transportadores fazem o transporte
1:41:20contra o gradiente então vejam só esse
1:41:24quadradinho Verde a tendência dele é
1:41:27entrar na célula mais determinados
1:41:30transportadores conseguem transportar
1:41:32moléculas contra o gradiente eu vou
1:41:36jogar essa moléculas aqui por meio mais
1:41:39concentrado esse transporte que ocorre
1:41:42contra o gradiente ele é chamado de
1:41:45transporte ativo tá é um transporte que
1:41:50tem débito energético eu vou gastar
1:41:54energia tem que ter alguma entrada de
1:41:57energia aqui nesse transportador para
1:41:59que essa mulher que você já jogada
1:42:01contra o seu Gradiente tá então canais
1:42:06sempre são a favor do Gradiente
1:42:07eletroquímico transportadores quando o
1:42:11transpor
1:42:12já comprou Gradiente ou seja um
1:42:14transporte ativo devem ter uma fonte de
1:42:17energia para controlar esse transporte
1:42:21porque quando eu tô jogando contra o
1:42:23gradiente É como se eu tivesse gastando
1:42:25energia Eu Tô aumentando essa
1:42:29concentração aqui tá então depois nós
1:42:32vamos ver como que acontece em si
1:42:34Transportes ativos
1:42:36é mas primeiramente vamos falar de
1:42:39transportes facilitados através de
1:42:41canais ou seja passivos o canal Então
1:42:46como disse para vocês são proteínas
1:42:47transmembranares que eles podem estar
1:42:49abertos ou fechados tá só as duas
1:42:53conformações dele quando eles abrem eles
1:42:56funcionam como se fosse um canudo e as
1:42:59moléculas quando ele aberto vão passar
1:43:02livremente para o interior da célula
1:43:04sempre a favor do Gradiente ou para fora
1:43:08da célula dependendo da substância mas
1:43:10sempre a favor do Gradiente
1:43:13é igual no Canudo essas moléculas passam
1:43:17rapidamente e interagem pouco com a
1:43:20própria proteína-proteína só vai servir
1:43:22como como um canudinho mesmo que elas só
1:43:26a molécula passa livremente por ele tá
1:43:30bom então diversos sinais podem
1:43:33controlar a abertura ou fechamento
1:43:36desses canais não vou entrar em detalhes
1:43:39de vocês de cada um mas só vou citar
1:43:41alguns exemplos estão por exemplo uma a
1:43:44voltagem da membrana pode controlar a
1:43:46abertura e fechamento desses canais uma
1:43:49de um determinado ligante de São esses
1:43:53moléculas rins que se ligam ao canal
1:43:54podem determinar a abertura ou
1:43:57fechamento Desse Canal ou então o
1:43:59estresse mecânico na própria membrana o
1:44:02estresse físico pode determinar a
1:44:05abertura ou fechamento desses canais tá
1:44:09só tem várias formas eu controlar como
1:44:12esse canais vão abrir e fechar
1:44:14o e os transportadores dos canais
1:44:18transportam sempre de forma passiva tá E
1:44:23os transportadores
1:44:25o ou carreadores os carreadores eles são
1:44:30mais devagares porque eles dependem que
1:44:33a proteína Mude a sua conformação a sua
1:44:37forma tridimensional ele não tem só
1:44:40fechado ou aberto a proteína tem tem que
1:44:43ficar aberta para uma região a molécula
1:44:45tem que se ligar nessa região daí essa
1:44:48proteína sofre uma mudança
1:44:49conformacional tá transportando essa
1:44:53molécula de um lado
1:44:55e o outro da membrana Tá mas notem que a
1:45:00proteína olha e verdinha ela muda de
1:45:03conformação e essa molécula ela interage
1:45:07fortemente com essa proteína tá então
1:45:10isso demora mais tempo esse transporte
1:45:13ele demora mais tempo através dos
1:45:16transportadores tá aqui o transportador
1:45:20tá fazendo um transporte passivo Por que
1:45:23essa molécula tá indo do Meio mais
1:45:25concentrado para o meio menos
1:45:28concentrado Ou seja a favor do Gradiente
1:45:32Ah tá só que como disse para vocês
1:45:36transportadores podem fazer transporte
1:45:38passivos como no caso aqui quanto ativos
1:45:43dependendo do transportador Então nesse
1:45:46caso o transporte ativo esse quadradinho
1:45:49Verde vai ter sendo jogado contra o
1:45:52gradiente eletroquímico tá só que o
1:45:56transporte passivo Depende de energia
1:46:00Oi tá Quais são as formas de energia que
1:46:05os transportadores podem utilizar para
1:46:08fazer esse transporte contra o gradiente
1:46:10e é por isso que a gente tem que comer
1:46:12gente tá toda a nossa comida grande
1:46:16parte da comida que a gente ingere essa
1:46:20energia vai ser gastas por esses
1:46:23transportadores aqui porque são esses
1:46:27transportadores ativos que mantém o
1:46:30desequilíbrio
1:46:36é tão importante para nossa vida tá
1:46:41então grande parte da energia que a
1:46:44gente consome no dia a dia vão ser
1:46:47gastos por esses transportadores para
1:46:50manter o desequilíbrio do nosso corpo o
1:46:52meio extra-celular o meio extracorpóreo
1:46:56quando a gente para de comer o quê que
1:46:59acontece a gente morre e a gente entra
1:47:02em equilíbrio com o meio at vira pó
1:47:04novamente tá então por isso que essa
1:47:07energia daqui é muito importante para
1:47:10nossa vida
1:47:11se você já estão imaginando agora que
1:47:13como a gente come as plantas pegam sol
1:47:16né fazem fotossíntese e também é uma
1:47:19forma de manter o desequilíbrio para as
1:47:22plantas Então olha só existem algumas
1:47:26formas de energia que podem ser
1:47:29utilizadas para esse transporte ativo
1:47:32uma delas você já deve ter imaginado é o
1:47:35ATP aquela molécula Zinha energética que
1:47:39nós produzimos a nossa célula Tá que é
1:47:42adenosina trifosfato
1:47:45com a quebra do ATP para ADP consegue
1:47:49dar energia para essa proteína jogar uma
1:47:51molécula contra o gradiente em
1:47:55organismos que fazem fotossíntese a
1:47:58própria luz o fóton consegue dar energia
1:48:02para essas proteínas jogar em uma
1:48:04molécula contra o gradiente tá e
1:48:07produzir energia a partir disso química
1:48:10como ATP Tá e por último existe os
1:48:15transportadores acoplados que eu vou
1:48:17falar mais para frente eles usam o
1:48:20gradiente de uma determinada molécula
1:48:23jogam essa molécula para dentro da
1:48:26célula e usam essa energia para jogar
1:48:29outra contra o gradiente de forma ativa
1:48:34Ah tá nós vamos ver esse transporte
1:48:37acoplado mais para frente
1:48:41bom Então olha só a primeiramente vamos
1:48:45falar dos transportadores acoplados
1:48:49tá então existem transportadoras que
1:48:52transportam só uma molécula de um lado
1:48:54para o outro da célula da membrana Esses
1:48:57são chamados de transportadores une
1:49:00porta tá Gente desculpa o barulho a
1:49:03debater porta e de cachorro de tudo mais
1:49:06só que eu tenho duas crianças em casa
1:49:09então eu moro no apartamento então não
1:49:11tem como manter o silêncio o tempo todo
1:49:13tá bom mas isso vocês vão ver que é um
1:49:16novo normal É então a essas proteínas
1:49:21transportadoras que jogam moléculas
1:49:23somente para uma direção são chamadas de
1:49:25um ano e porta já os que jogam duas
1:49:29moléculas de um lado para o outro da
1:49:31membrana são chamados de transportadores
1:49:34a acoplados Por que estão jogando duas
1:49:37diferente substância de um lado pro
1:49:39outro quando as duas substâncias são
1:49:42jogadas para mesma direção
1:49:44Ah tá ele é chamado de sim porta tá o
1:49:50slide não sai está em português são
1:49:52chamadas de sim porta quando elas são
1:49:56jogadas em direções Opostas eles são
1:50:00chamados de anti porta tá jogam em
1:50:04sentidos contrários
1:50:06Ah tá bom
1:50:08bom então vou dar alguns exemplos para
1:50:10vocês de transportadores acoplados então
1:50:13por exemplo esse daqui é um
1:50:15transportadora acoplados importa que que
1:50:18ele faz ele joga sódio para dentro da
1:50:23célula Tá a favor do Gradiente então
1:50:27sódio é bolinha azul aqui olha e o sódio
1:50:30tá em grande concentração do lado de
1:50:32fora da célula e pouco dentro da célula
1:50:35então o sódio ele é jogado para dentro
1:50:38da célula a favor do Gradiente então
1:50:41quando sódio se liga aqui nessa proteína
1:50:45ela vai mudar de conformação essa
1:50:47proteína ela vai mudar de conformação E
1:50:50permitir que o sódio entre a favor do
1:50:54Gradiente Tá como tá mostrado aqui
1:50:57é só que ao mesmo tempo
1:51:01e ele se liga a glicose aqui também lá
1:51:04de fora da célula só que a glicose está
1:51:07em grande concentração dentro da célula
1:51:11e pouco fora da célula então gradiente
1:51:14de glicose é sair para fora da célula só
1:51:18que como o gradiente do sódio é muito
1:51:20grande a glicose se liga junto com o
1:51:24sódio aqui nesse transportador e quando
1:51:27o sódio é jogado para dentro da célula a
1:51:30glicose também é jogado para dentro
1:51:32então as duas moléculas olha são jogados
1:51:36para dentro da célula Tá e o pão usando
1:51:39a energia do gradiente de sódio para
1:51:43jogar glicose junto para dentro da
1:51:46célula então ambos os dois se ligam
1:51:50nesse transportador o sódio induz a com
1:51:53a mudança conformacional e bombeia a
1:51:57glicose junto contra o seu Gradiente
1:52:01e esse é um transporte ativo tá porque
1:52:05eu tô jogando a glicose contra seu
1:52:08Gradiente para dentro da célula dessa
1:52:12forma a gente que a gente absorvem
1:52:14glicose no nosso corpo tá eu vou dar
1:52:17alguns exemplos para vocês no final
1:52:19dessa aula tá mas é por isso que nós só
1:52:24absorvemos glicose junto com sódio por
1:52:28isso e como a gente faz o soro caseiro
1:52:30quando está desidratado nós fazemos água
1:52:34com sal com sódio e com açúcar com
1:52:39glicose porque a gente só vai absorver
1:52:43glicose e sal juntos porque os dois são
1:52:48transportados nesses importa no nosso
1:52:52intestino
1:52:53bom e uma vez que a gente faça isso a
1:52:55gente aumenta o gradiente aqui dentro
1:52:58portanto aumentando Gradiente ali dentro
1:53:01a água vai entrar na célula também por
1:53:05osmose tá então por isso que o soro
1:53:08caseiro tem água sal e glicose sempre
1:53:12por causa desse transporte acoplado do
1:53:15sódio com a glicose tá bactérias fazem a
1:53:21mesma coisa eles usam esse transportador
1:53:24se importa aqui olha para transportar
1:53:27lactose usando o gradiente de prótons ou
1:53:31de hidrogênio então eles se ligam de um
1:53:33lado da célula da bactéria e é esse esse
1:53:37esse transportador ele muda de
1:53:39conformação notem como ele muda de
1:53:41conformação e os dois são liberados aqui
1:53:44para dentro da célula sendo que a
1:53:46lactose contra o seu Gradiente e o
1:53:49próton a favor do Gradiente
1:53:51Oi tá um exemplo de transporte
1:53:54transportador anti porta anti porta é um
1:54:00uma molécula nesse transportada a favor
1:54:03do Gradiente para um lado da célula a
1:54:05membrana e o outro para o outro lado da
1:54:08membrana no caso Aqui nós temos dois
1:54:11íons o sódio e o cálcio
1:54:15e aqui tá o gradiente deles então o
1:54:18sódio tem de entrar na célula e o cálcio
1:54:21também tem de entrar na célula só que
1:54:24aquilo que acontece o seguinte o sódio
1:54:26através desse trocador de sódio e cálcio
1:54:30ele vai trocar ele vai jogar três
1:54:33moléculas de sódio para dentro da célula
1:54:35e duas de cálcio e uma de cálcio para
1:54:39fora sendo que o transporte de sódio é
1:54:43passivo
1:54:45Oi e o transporte de cálcio é ativo
1:54:48então eu tô fazendo um transporte ativo
1:54:51nessa célula tá a nessa proteína daqui
1:54:56nesse transportador jogando cálcio
1:54:59contra o gradiente então o sódio esse
1:55:03Gradiente vai ter entrar no equilíbrio
1:55:05vou estar aumentando aqui a quantidade
1:55:06de sódio e o de cálcio vou estar
1:55:10aumentando desequilíbrio eu vou tá
1:55:12jogando o calça para o lado de fora
1:55:14então vou tá aumentando a concentração
1:55:16de cálcio aqui do lado de fora certo
1:55:19Gente esse é um transportador anti porta
1:55:22Então já falei para vocês aqui das
1:55:26células intestinais que possuem esse
1:55:28transportador acoplados importa aqui que
1:55:31jogam sódio e a glicose para dentro
1:55:34sendo que a glicose contra o seu
1:55:36Gradiente então agora essas ela fica
1:55:39cheia de Nicole tá absorvendo glicose do
1:55:43intestino não está passando pouco a
1:55:44glicose
1:55:45E aí
1:55:46e depois essa glicose ela vai ser
1:55:48passada para dentro do corpo para o
1:55:50sangue através de um transportador une
1:55:53porca de glicose aqui para que vai
1:55:55permitir passivamente que essa glicose
1:55:58seja transportada de uma região de alta
1:56:00concentração para uma região de baixa
1:56:02concentração a professor mas o sódio tá
1:56:06entrando na célula então gradiente de
1:56:09sódio aqui vai aumentar vai ficar cheio
1:56:12de sódio da célula e vai chegar um
1:56:15momento que as Ela não vai para o
1:56:18chuveiro mais sódio é verdade só que
1:56:20aqui do outro lado dessas ela aqui tá o
1:56:23intestino por onde passa os alimentos e
1:56:26aqui tá a parte do sangue no líquido
1:56:29extra-celular dentro do nosso corpo já
1:56:31então do outro lado da célula existe uma
1:56:35famosa bomba que você já deve ter ouvido
1:56:37falar que a bomba de sódio e potássio
1:56:40que que essa bomba faz ela bombeia
1:56:44ativamente
1:56:46e para fora da célula e ativamente
1:56:50bombeia própria potássio para dentro da
1:56:53célula Então esse sódio que é se acumula
1:56:57dentro da célula é jogado para fora da
1:56:59célula e o próton é jogado para dentro
1:57:01ela é uma bomba porque ela usa uma forma
1:57:04de energia que é o ATP Opa a Pepê tá que
1:57:11eu adenosina trifosfato como a gente vai
1:57:13ver nos próximos slides
1:57:16bom então vamos falar das Bombas agora
1:57:19bomba são todos os transportadores que
1:57:23usam o app como forma de energia tá
1:57:27então o que que essas moléculas fazem
1:57:30elas quebram o ATP adenosina trifosfato
1:57:35em ADP em adenosina difosfato então o
1:57:42ATP ele tem três fatinhos ligados um ao
1:57:47outro tá E aqui adenosina
1:57:54e o que que acontece o app se liga nessa
1:57:58proteína ele é e um dos fosfatos é
1:58:02quebrado e liberado transformando uma
1:58:05molécula que já trifosfato e uma mulher
1:58:07que agora que é de fosfato tá o ATP em
1:58:11ADP essa quebra dessa ligação libera
1:58:16energia e essa energia faz com que faz
1:58:19com que a proteína mude de conformação
1:58:22tá ativamente então agora com essa
1:58:26quebra com essa energia liberada pela
1:58:29quebra do ATP e eu vou conseguir bombear
1:58:31uma molécula contra o gradiente Porque
1:58:35ativamente o povo bom biangulo ela tô
1:58:38fazendo induzindo a mudança
1:58:41conformacional dessa proteína
1:58:44Oi tá Existem três tipos de bombas e eu
1:58:48vou terminar aula quando acabar de ter
1:58:50falar do esses 3 tipos de bombas que
1:58:53usam ATP tá existem as bombas do tipo P
1:58:58as bombas do tipo f e as bombas são os
1:59:03transportadores a descer tá as bombas do
1:59:08tipo P e do tipo F só bombeiam íons ou
1:59:14seja só bom Beijão átomos carregados
1:59:19hidrogênio potássio sódio tá cálcio Tá
1:59:25eu vou ter diversas bombas na minha
1:59:28célula cada uma específica para um
1:59:31determinado ion eu vou ter uma bomba de
1:59:33sódio uma bomba de potássio uma bomba de
1:59:35sódio-potássio a bomba de cálcio tá já
1:59:39bombas do tipo F só bom deu prótons o
1:59:43bombeiro
1:59:44E aí
1:59:45e bombas abc bombei um pequenas
1:59:50moléculas tá conjuntos pequenos de
1:59:54átomos
1:59:55É Tão Bom primeiramente falar das bombas
1:59:58do tipo P as bombas do tipo P recebem
2:00:03esse nome porque as próprias proteínas
2:00:08são fosforilados nesse processo recebem
2:00:12um fosfato então quando o app perde o
2:00:16seu fosse fatinho esse fosfate faz uma
2:00:19ligação covalente com a proteína tá essa
2:00:23ligação covalente dos fatinho com ela
2:00:26faz com que a proteína mude de
2:00:28conformação ativamente bombeando então
2:00:33um iam contra o seu Gradiente
2:00:38E essas bombas do tipo P que são
2:00:41responsáveis pela formação de todo
2:00:43aquele Gradiente iônico que eu falei
2:00:45para vocês de toda aquela diferença da
2:00:49célula que onde eu tenho muito sódio
2:00:51aqui fora tá é muito cálcio aqui fora e
2:00:56aqui dentro tenho muito potássio muito
2:00:58cloro tá aqui dentro tá então esse
2:01:02Gradiente eletroquímico das células a
2:01:05diferença é a O desequilíbrio é todo
2:01:10formado por essas bombas do tipo B
2:01:13basicamente
2:01:15bom E como que elas funcionam olha só
2:01:18aqui eu tô dando como exemplo a bomba de
2:01:20sódio e potássio aquelas que bombeiam
2:01:23sódio contra o gradiente e o potássio
2:01:27também contra o gradiente ambos olha
2:01:30contra o gradiente eletroquímico
2:01:33aumentando a concentração desse
2:01:35Gradiente tá como que funciona o sódio
2:01:40potássio se ligam nessa bomba o app ele
2:01:44se liga também um outro domínio dessa
2:01:47bomba aqui e o ATP ela então hidrolisado
2:01:50em ADP ele perde um shortinho e se fosse
2:01:55patinho se liga essa bomba tá forçando
2:01:58que ela mude de conformação isso faz com
2:02:03que o sódio e o potássio sejam
2:02:05bloqueados ambos contra o gradiente
2:02:08então todas essas bombas e todas essas
2:02:11bombas aqui elas são fazem Transportes
2:02:15o ativos PA
2:02:19as bombas do tipo F as bombas do tipo F
2:02:24como falei só bombei um próton só bom
2:02:27Beijão hidrogênio são lindas essas
2:02:31bombas gente elas são as coisas mais
2:02:33lindas natureza que eu conheço elas não
2:02:36são fosforilados no processo tá os
2:02:38fatinho não se liga nela covalentemente
2:02:42elas são bombas Em um formato de uma
2:02:45turbina Ela se parece uma turbina de uma
2:02:48hidrelétrica de uma de uma barreira
2:02:50elétrika porque o próton passa por ela e
2:02:54ela gira fisicamente essa parte da que
2:02:58toda olha
2:02:59o que tá aqui ela é uma turbina ela gira
2:03:04fisicamente ela fica rodando aqui olha
2:03:06como se fosse uma turbina
2:03:09Ah tá é por isso que são bom mas o tipo
2:03:13turbina e os prótons passam de um lado
2:03:17para o outro através da membrana que tá
2:03:20é geralmente ela funciona no sentido
2:03:25inverso e eu vou explicar para vocês
2:03:28isso mais para frente ou seja a invés
2:03:31delas consumir em ATP elas produzem ATP
2:03:36o e constituem as proteínas da
2:03:38mitocôndria chamado de ATP sintase ou
2:03:43sintetases sintase ou sintetase elas são
2:03:47encontradas apenas as membranas de
2:03:50mitocôndrias e de bactérias falhas
2:03:53organela mitocôndria ou de bactérias
2:03:55como que elas funcionam gente é o que
2:04:00que acontece com elas vai com essas
2:04:02Então essas moléculas a normalmente o
2:04:07próton passaria conto Gradiente ou
2:04:10haveria quebra de ATP em ADP tá só que
2:04:14como nós vamos ver em aula de
2:04:15mitocôndria Geralmente essas bombas
2:04:17funcionam sentido contrário elas deixam
2:04:21que os prótons passem passivamente a
2:04:24favor do Gradiente e fazem uma ligação
2:04:27do Fosfato mais um ADP e produzem ATP
2:04:32não vou entrar em detalhes disso agora
2:04:34tá só vou
2:04:36e geralmente elas funcionam sentido
2:04:38inverso e produzem ATP isso nós vamos
2:04:41ver e mais detalhes na aula de
2:04:43mitocôndria Tá bom por último vamos ver
2:04:48as bombas da família ABC elas bombeiam
2:04:52pequenas moléculas da moléculas
2:04:54pequenininhas não iam até em usar os
2:04:58bombeiros mas geralmente não Então essas
2:05:01bombas elas bombeiam pequenas moléculas
2:05:04aminoácidos açúcares peptídeos e
2:05:06bactérias fosfolipídeos e colesterol
2:05:09pequenos compostos lipofílicos elas bom
2:05:13Beijão ao proteínas do leite na produção
2:05:17do leite materno tá então elas são
2:05:20importantes no sistema imunológico
2:05:21também bom B algumas citocinas para fora
2:05:24da célula então nós tem grande funções
2:05:27no bombeiro principalmente de pequenas
2:05:30moléculas E como que elas fazem isso
2:05:33elas ligam pequenas moléculas
2:05:36e em uma parte delas tá quebram app
2:05:40minha bebê mas fosfato mudam de
2:05:43conformação e bombeiro essas pequenas
2:05:46moléculas contra o gradiente tá contra o
2:05:51gradiente de forma ativa tá Então nesse
2:05:55permitem a passagem dessas moléculas
2:05:58existentes proteínas ABC e exportadoras
2:06:01que jogam moléculas de dentro para fora
2:06:03da célula e Existem algumas que são
2:06:07importadoras na verdade existem mais de
2:06:1018 famílias diferentes de proteínas ABC
2:06:14no nosso corpo tá cada uma com uma
2:06:17função diferente Qual que é a função
2:06:19dela fazer a seletividade da membrana
2:06:23que moléculas maiores moléculas que não
2:06:26passariam de forma passiva ou de difusão
2:06:30simples pela membrana tá e quantas
2:06:33outras bombas que nós vimos fazem o
2:06:35transporte
2:06:36E aí ó essa bomba faz o transporte
2:06:41contra o gradiente de moléculas pequenas
2:06:45Tá ok gente então nós nos vemos na aula
2:06:48de dúvidas dessa dessa matéria por favor
2:06:51estudem essa matéria revejam essa aula é
2:06:54Leiam pelo site Leia um livro para que
2:06:58na semana que vem nós queremos apenas as
2:07:00dúvidas dessa disciplina tá ok Um grande
2:07:03abraço boa semana para vocês Bruno